Paulo Brighenti, o que aparece do escuro da pintura

Três exposições em cidades diferentes trazem à luz do espaço público a obra de Paulo Brighenti, artista que faz da pintura um recomeço e uma impossibilidade. Para ver do que dela, do seu fazer, ainda pode aparecer. Superfícies, cores, texturas, marcas, ornamentos, coisa gastas e renovadas pelo tempo. Num encontro com a escultura.

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Da pintura, Paulo Brighenti leva-nos à escultura ou vice-versa Rui Gaudêncio

Na Galeria Belo-Galsterer, em Lisboa, estão pinturas, esculturas. Cabeças, bustos, folhas de cobre. Coisas que evocam a ruína, a passagem do tempo, mas também que aludem a uma permanência, a uma resistência. Talvez a da própria pintura ou a do fazer da pintura. Ou, quem sabe, do mundo? Paulo Brighenti é o seu autor e a exposição chama-se Cascata, título que evoca uma ideia de fluxo, de corrente que transporta consigo memórias, superfícies, materiais, imagens. Não é a única, nos próximos dias e semanas, que traz o trabalho do artista à luz da esfera pública.

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Na Galeria Belo-Galsterer, em Lisboa, estão pinturas, esculturas. Cabeças, bustos, folhas de cobre. Coisas que evocam a ruína, a passagem do tempo, mas também que aludem a uma permanência, a uma resistência. Talvez a da própria pintura ou a do fazer da pintura. Ou, quem sabe, do mundo? Paulo Brighenti é o seu autor e a exposição chama-se Cascata, título que evoca uma ideia de fluxo, de corrente que transporta consigo memórias, superfícies, materiais, imagens. Não é a única, nos próximos dias e semanas, que traz o trabalho do artista à luz da esfera pública.