Japão ordena a fabricantes de automóveis que verifiquem veículos a diesel

Autoridades japonesas querem garantias de que os fabricantes cumprem normas de emissões.

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Fabricantes como a Toyota, a Nissan e a Mitsubichi deverão entregar relatório sobre emissões até sexta-feira Toru Hanai/Reuters

O Ministério dos Transportes ordenou a quatro grupos japoneses que utilizam essa tecnologia – Toyota, Nissan, Mazda e Mitsubishi Motors –, bem como aos fabricantes europeus envolvidos, que entreguem um relatório até sexta-feira.

“Estamos a recolher informação para compreender o que se passou. Consoante as conclusões, veremos se o nosso sistema actual de inspecções é suficiente”, explicou à agência noticiosa AFP um responsável do ministério.

Há 11 dias, a Agência de Protecção do Meio Ambiente dos Estados Unidos acusou a Volkswagen de falsear o desempenho dos motores em termos de emissões de gases poluentes, através de um software incorporado no veículo.

Dois dias depois, a Volkswagen reconheceu ter falseado os dados e na terça-feira passada anunciou que 11 milhões de veículos do grupo em todo o mundo têm equipamento que permite alterar o desempenho dos motores em termos de emissões para a atmosfera, um escândalo que já levou à demissão do presidente executivo do grupo, Martin Winterkorn, substituído por Matthias Mueller, que transitou da Porsche.

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O Ministério dos Transportes ordenou a quatro grupos japoneses que utilizam essa tecnologia – Toyota, Nissan, Mazda e Mitsubishi Motors –, bem como aos fabricantes europeus envolvidos, que entreguem um relatório até sexta-feira.

“Estamos a recolher informação para compreender o que se passou. Consoante as conclusões, veremos se o nosso sistema actual de inspecções é suficiente”, explicou à agência noticiosa AFP um responsável do ministério.

Há 11 dias, a Agência de Protecção do Meio Ambiente dos Estados Unidos acusou a Volkswagen de falsear o desempenho dos motores em termos de emissões de gases poluentes, através de um software incorporado no veículo.

Dois dias depois, a Volkswagen reconheceu ter falseado os dados e na terça-feira passada anunciou que 11 milhões de veículos do grupo em todo o mundo têm equipamento que permite alterar o desempenho dos motores em termos de emissões para a atmosfera, um escândalo que já levou à demissão do presidente executivo do grupo, Martin Winterkorn, substituído por Matthias Mueller, que transitou da Porsche.