Explosão no centro histórico de Praga faz 35 feridos

Duas estudantes portuguesas atingidas por estilhaços de vidros. Fuga de gás terá estado na origem do incidente.

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A explosão aconteceu pouco antes das dez da manhã (oito horas em Lisboa) no rés-do-chão de um edifício do século XIX situado junto ao Teatro Nacional, um dos edifícios emblemáticos de Praga, e a curta distância das academias de Ciências e de Cinema, do famoso café Slavia e da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Charles. 
Catarina Rodrigues, estudante de Medicina, acabava de chegar a uma biblioteca situada nas imediações quando ouviu “um estrondo assustador e muitos vidros a cair”. A estudante natural de Lisboa contou à Lusa que se feriu numa mão ao abrigar-se debaixo da mesa, adiantando que a outra portuguesa estava na mesma sala, mas junto às janelas, tendo sofrido ferimentos na cabeça.
 
Os serviços de socorro revelaram que seis estrangeiros ficaram feridos, mas Miguel Calheiros Velozo, encarregado de negócios da embaixada de Portugal, disse à Lusa não ter informações de outros portugueses envolvidos.
 
A explosão foi ouvida no Castelo de Praga, do outro lado do rio Moldava (Vitava, em checo) a quase dois quilómetros de distância, conta a Reuters, e espalhou destroços pela rua Divadelni, lançando o pânico entre quem estava na zona. Testemunhas contam, no entanto, que pouco antes se sentiu um forte cheiro a gás e o presidente da Câmara de Praga, Bohuslav Svoboda, garantiu ao final da tarde que todos os indícios apontavam para “uma explosão de gás, não um ataque terrorista”.
 
Evacuados os edifícios próximos e assistidos os feridos, muitos dos quais tratados no local a pequenos cortes, as autoridades tentaram durante várias horas apurar se havia vítimas sob os escombros do edifício. “Os cães pisteiros marcaram o local onde poderão estar três ou quatro mortos”, disse Zdenek Schwarz, chefe dos serviços de emergência locais ao site www.novinky.cz. O presidente da câmara garantiu, contudo, que não foi encontrado ninguém nos destroços, nem há indicação de pessoas desaparecidas.  
 
 
 
 
 
 

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A explosão aconteceu pouco antes das dez da manhã (oito horas em Lisboa) no rés-do-chão de um edifício do século XIX situado junto ao Teatro Nacional, um dos edifícios emblemáticos de Praga, e a curta distância das academias de Ciências e de Cinema, do famoso café Slavia e da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Charles. 
Catarina Rodrigues, estudante de Medicina, acabava de chegar a uma biblioteca situada nas imediações quando ouviu “um estrondo assustador e muitos vidros a cair”. A estudante natural de Lisboa contou à Lusa que se feriu numa mão ao abrigar-se debaixo da mesa, adiantando que a outra portuguesa estava na mesma sala, mas junto às janelas, tendo sofrido ferimentos na cabeça.
 
Os serviços de socorro revelaram que seis estrangeiros ficaram feridos, mas Miguel Calheiros Velozo, encarregado de negócios da embaixada de Portugal, disse à Lusa não ter informações de outros portugueses envolvidos.
 
A explosão foi ouvida no Castelo de Praga, do outro lado do rio Moldava (Vitava, em checo) a quase dois quilómetros de distância, conta a Reuters, e espalhou destroços pela rua Divadelni, lançando o pânico entre quem estava na zona. Testemunhas contam, no entanto, que pouco antes se sentiu um forte cheiro a gás e o presidente da Câmara de Praga, Bohuslav Svoboda, garantiu ao final da tarde que todos os indícios apontavam para “uma explosão de gás, não um ataque terrorista”.
 
Evacuados os edifícios próximos e assistidos os feridos, muitos dos quais tratados no local a pequenos cortes, as autoridades tentaram durante várias horas apurar se havia vítimas sob os escombros do edifício. “Os cães pisteiros marcaram o local onde poderão estar três ou quatro mortos”, disse Zdenek Schwarz, chefe dos serviços de emergência locais ao site www.novinky.cz. O presidente da câmara garantiu, contudo, que não foi encontrado ninguém nos destroços, nem há indicação de pessoas desaparecidas.