Companhias low cost subiram de 4% para 36% do mercado em nove anos

Transportadoras de baixo custo chegaram a Portugal em 1995, mas só descolaram após a viragem do milénio. Há hoje 20 a operar no país, sobretudo em Faro, e continuam a roubar terreno às companhias tradicionais.

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Mas, à medida que o modelo de negócio se foi instalando no país e atraindo cada vez mais consumidores de viagens, estas empresas começaram a ganhar terreno às companhias tradicionais como a TAP e chegaram a 2011 com uma quota de mercado de 36%, que compara com os tímidos 4% de 2003.

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Mas, à medida que o modelo de negócio se foi instalando no país e atraindo cada vez mais consumidores de viagens, estas empresas começaram a ganhar terreno às companhias tradicionais como a TAP e chegaram a 2011 com uma quota de mercado de 36%, que compara com os tímidos 4% de 2003.

Um estudo do Instituto Nacional da Aviação Civil (INAC), que regula o sector, mostra que, no início, as low cost demoraram a atingir a altitude a que chegaram nos últimos anos. Depois do começo tímido, em 1995, ano em que o modelo se estreou em Portugal, pela mão da Air Berlin e da Ryanair, o negócio do baixo custo foi evoluindo, mas com moderação. Em 1999, a rota com maior número de passageiros movimentava 25 mil clientes por ano, apenas mais dez mil do que quatro anos antes.

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