"Há música na cidade" de Leiria e é mesmo para todos

Festival de música terá a participação de 700 músicos. O centro histórico de Leiria recebe 86 concertos

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Orquestra Filarmonia das Beiras Daniel Mendonça

Música clássica, blues, electrónica, pop-rock, hip-hop. Na terceira edição do festival “Há música na cidade”, que terá lugar, no centro histórico de Leiria, este sábado, haverá uma oferta variada. O evento, que irá decorrer entre as 14h30 e a meia-noite, conta com a participação de 700 músicos, que se distribuirão por 86 espectáculos, realizados sempre ao ar livre.

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Música clássica, blues, electrónica, pop-rock, hip-hop. Na terceira edição do festival “Há música na cidade”, que terá lugar, no centro histórico de Leiria, este sábado, haverá uma oferta variada. O evento, que irá decorrer entre as 14h30 e a meia-noite, conta com a participação de 700 músicos, que se distribuirão por 86 espectáculos, realizados sempre ao ar livre.

João Nazário, um dos organizadores do evento, espera que o festival atraia “milhares de pessoas ao centro da cidade, uma área tão deprimida nos tempos que correm.” A iniciativa, cuja primeira edição visou celebrar o 25.º aniversário do “Jornal de Leiria”, tornou-se, segundo o director do jornal, “um marco na agenda cultural da cidade, tendo gerado grande entusiasmo nos leirienses, na edição inaugural”. Em declarações à agência Lusa, João Nazário considerou este festival um evento de características singulares, em Portugal.

Estão confirmadas as actuações de bandas como a Orquestra de Jazz de Leiria, a Orquestra Filarmonia das Beiras, Born a Lion, Miss Cat e o Rapaz Cão, entre outras. A oferta contempla música clássica, blues, eletrónica, pop-rock, hip-hop ou, até, música para bebés. Haverá espaço para uma intervenção de arte urbana, a cargo da dupla Ship & Smile.

Para além do “Jornal de Leiria”, vários grupos culturais da cidade darão o seu contributo à organização. Citado pela Lusa, João Nazário salienta o apoio recebido: “Apesar dos apoios não serem muitos, para quem trabalha nesta área, há uma dinâmica forte e um empreendedorismo muito interessante”. Em declarações à Lusa o organizador fórmula o desejo de que o festival se torne “mais qualificado, com encomenda de obras para estrearem e a capacidade de dar mais condições aos músicos, além de mais critério no programa”.