Pedro Nunes nomeado presidente do Centro Hospitalar do Algarve

Antigo bastonário dos médicos vai liderar unidade que resulta da fusão dos actuais hospitais de Faro, Portimão e Lagos.

Pedro Nunes era até aqui presidente do conselho de administração do Hospital de Faro Daniel Rocha

O actual presidente do conselho de administração do Hospital de Faro, Pedro Nunes, foi nomeado nesta quinta-feira para a presidência do Centro Hospitalar do Algarve, entidade resultante da fusão aquela unidade e o Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio.

De acordo com o comunicado do Conselho de Ministros de hoje, foi aprovada a nomeação do conselho de administração presidido pelo antigo bastonário da Ordem dos Médicos, com os cinco nomes do órgão a receberem pareceres favoráveis por parte da Comissão de Recrutamento e Selecção para a Administração Pública.
 
Segundo informação do Ministério da Saúde, o conselho de administração do Centro Hospitalar do Algarve (CHA), que passa a reunir os hospitais de Faro, Lagos e Portimão, é, também, composto por duas vogais executivas, Patrícia Ataíde (que desempenhava semelhantes funções no Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio) e Graça Pereira (até aqui vogal executiva em Faro), bem como pela directora clínica Maria Valadas Cartucho, de Portimão, e pelo enfermeiro-director José Vieira dos Santos, de Faro.
 
O decreto-lei que formalizou a criação do Centro Hospitalar do Algarve entrou em vigor no dia 1 de Julho, atribuindo à nova entidade a competência de gestão dos hospitais públicos do Algarve, "com vista à optimização dos recursos e consequente melhoria dos cuidados de saúde à população".
 
O decreto-lei n.º 69/2013, de 17 de Maio, estabelece também a extinção do Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio e do Hospital de Faro, "com dispensa de todas as formalidades legais", na data da sua entrada em vigor.
 
Aprovada em Conselho de Ministros em 17 de Abril, a criação do CHA foi proposta e justificada pela Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve "como um importante instrumento de gestão para optimizar a gestão das unidades de saúde e permitir uma resposta aos crónicos constrangimentos de recursos humanos".
 
 
 
 
 

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