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Investigadores das universidades de Coimbra e do Minho concluíram que uma molécula libertada por células estaminais aumenta o 'canal de comunicação' entre neurónios, descoberta que pode ter aplicação em casos como a doença de Parkinson.

  • Investigadores das universidades de Coimbra e do Minho concluíram que uma molécula libertada por células estaminais aumenta o 'canal de comunicação' entre neurónios, descoberta que pode ter aplicação em casos como a doença de Parkinson.

  • Trabalho seminal sobre o controlo dos movimentos na origem da distinção.

  • Há mães que fazem tudo pelos filhos, ao ponto de colocarem a sua vida em risco. Agora percebeu-se melhor como isso se processa no cérebro, mais propriamente na amígdala. E há uma hormona mágica: oxitocina.

  • Quatro instituições, incluindo a Fundação Bill e Melinda Gates e a Fundação Calouste Gulbenkian, juntaram-se para atribuir mais de 24 milhões de euros à investigação biomédica durante cinco anos.

  • Continua a ser para a maioria das pessoas uma doença desconhecida, envolta em mistério e sobre a qual muitos mitos persistem. Os especialistas preferem hoje falar de perturbações do espectro do autismo e não de autismo como uma entidade única e uniforme.

  • Equipa portuguesa descobriu um mecanismo neuronal associado à obesidade.

  • Peixes-zebra mostram ter menos medo perante uma ameaça quando estão em cardume. Novo trabalho parte destes peixes como modelo animal para estudar o comportamento social humano.

  • Cientistas da Universidade de Coimbra estudaram o cérebro de adeptos das claques oficiais da Académica e do Futebol Clube do Porto. Quando vêem o seu clube, os adeptos activam circuitos cerebrais semelhantes aos do amor.