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Por incrível que pareça, há uma relação entre a dieta dos ratinhos, as bactérias intestinais e o autismo. Estudo pode dar pistas para tratamentos não invasivos em humanos com esta perturbação

  • Por incrível que pareça, há uma relação entre a dieta dos ratinhos, as bactérias intestinais e o autismo. Estudo pode dar pistas para tratamentos não invasivos em humanos com esta perturbação

  • Ao contrário dos números 1, 2, 3…, que contam objectos, “0” simboliza o vazio – e a sua invenção foi um dos maiores avanços intelectuais da humanidade. Os processos neuronais envolvidos nesta façanha cognitiva começam agora a ser desvendados.

  • Nasceu o primeiro atlas semântico do cérebro. Para surpresa dos cientistas, os dois hemisférios parecem ter a mesma importância na atribuição de significado às palavras. Investigação pode vir a ajudar à comunicação com pessoas imobilizadas que não falam.

  • Há pelo menos duas razões para não abusarmos do GPS do nosso carro ou smartphone. Uma vem das neurociências e a outra do perigo de embarcarmos numa viagem sem regresso devido à nossa excessiva confiança na fiabilidade desta tecnologia.

  • Há milhões de pessoas no mundo paralisadas. Os cientistas tentam resolver o problema das mais variadas maneiras e, nos últimos anos, registaram-se alguns progressos.

  • Pela primeira vez, um homem de 24 anos que partiu o pescoço e ficou paralisado mexeu a mão enquanto pensava em mexer a mão. Os cientistas usaram um implante, um computador e uma manga de estímulos eléctricos para fazer o bypass entre o cérebro e os músculos.

  • Trabalho poderá ajudar ao uso de psicotrópicos no tratamento de problemas psiquiátricos, dizem os cientistas.

  • Experiência contraria dogma da neurobiologia sobre aprendizagem e poderá ajudar a compreender características comportamentais de doenças neurológicas como a Parkinson.

  • Memórias perdidas no início da doença podem ser recuperadas em ratinhos, mostra estudo que usou a estimulação de neurónios com luz. No futuro, descoberta pode ajudar a tratamentos em humanos, defende cientista.

  • Nelson Évora fez uma ressonância magnética na Fundação Champalimaud. Nas imagens a preto e branco, não encontrámos a sua confiança, nem medimos o tamanho e força que terá. Simplesmente, porque isso não é possível. Ainda.