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Ninguém gosta de se aborrecer. Isto é tanto assim que fazemos tudo (mesmo tudo) para escapar ao tédio. O estudo deste estado mental começou agora a envolver as neurociências e promete não ser nada entediante.

  • Ninguém gosta de se aborrecer. Isto é tanto assim que fazemos tudo (mesmo tudo) para escapar ao tédio. O estudo deste estado mental começou agora a envolver as neurociências e promete não ser nada entediante.

  • Um novo software permite transformar as imagens de ressonâncias magnéticas em modelos 3D do cérebro, para melhorar os diagnósticos de doenças neurológicas. A inovação está a ser usada em centros de investigação em Espanha e nos EUA.

  • O exercício físico é um excelente estimulante da circulação cerebral.

  • Atribuídos Prémios Santa Casa Neurociências, no valor total de 400 mil euros, para dois projectos de investigação: um sobre a doença de Alzheimer e o outro para tentar regenerar danos na coluna vertebral.

  • Sabia-se que a cafeína protege contra os problemas motores típicos da doença de Parkinson. Agora, uma equipa portuguesa mostrou que também poderá actuar contra o declínio cognitivo e a perda de memória dos doentes.

  • Cientistas desenvolveram mini-estruturas com neurónios, células de vasos sanguíneos e outros tipos de células que se organizaram imitando um micro-cérebro humano. Estes organóides poderão servir para testar toxicidade de várias substâncias.

  • A alfa-sinucleína é uma proteína que, tal como os priões da doença de Creutzfeldt-Jakob, tem uma forma infecciosa e foi agora relacionada com a atrofia multi-sistémica, uma doença neurodegenerativa rara que afecta pessoas com mais de 50 anos.