Neurociências

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Cientistas da Universidade de Coimbra estudaram o cérebro de adeptos das claques oficiais da Académica e do Futebol Clube do Porto. Quando vêem o seu clube, os adeptos activam circuitos cerebrais semelhantes aos do amor.

  • Cientistas da Universidade de Coimbra estudaram o cérebro de adeptos das claques oficiais da Académica e do Futebol Clube do Porto. Quando vêem o seu clube, os adeptos activam circuitos cerebrais semelhantes aos do amor.

  • Tem tromba, muitos quilos de massa corporal e dorme só duas horas por dia. Quem é? É o elefante. Um novo estudo veio agora confirmar que este animal ainda dorme menos tempo na natureza do que em cativeiro.

  • Investigadores portugueses perceberam que um gene ligado à dislexia interfere no crescimento dos prolongamentos dos neurónios. A descoberta pode ser útil para a dislexia mas também para tratar lesões medulares.

  • Estudo britânico estabelece uma relação entre os impactos sofridos pelos futebolistas na cabeça ao longo da carreira e doenças neurológicas. Os 14 antigos jogadores da amostra começaram a perder capacidades cognitivas, em média, a partir dos 64 anos.

  • Cientistas de Portugal e dos EUA explicam o que acontece no cérebro na aprendizagem de uma nova capacidade motora. Os resultados podem ser importantes para melhorar desempenho das interfaces cérebro-máquina.

  • Cientistas revelam imagens a três dimensões do cérebro de ratinhos onde se vêem os pontos de contacto entre as células nervosas a encolher durante o sono. Para quê? Pode ser uma forma arranjar espaço para crescer e reter mais informação no dia seguinte.

  • Pessoas com a síndrome do encarceramento total (sem movimentos oculares) conseguiram responder a perguntas de "sim" e "não" através das ondas cerebrais.

  • Dois cérebros preservados do tigre-da-tasmânia foram analisados e comparados com o seu parente mais próximo, o diabo-da-tasmânia. Além dos dados sobre a sua estrutura cerebral, a experiência mostrou o sucesso de uma nova técnica.