Neurociências

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Dispositivo identifica o início de uma convulsão e envia estímulos para a medula, reduzindo a frequência e duração dos episódios epilépticos. A estratégia usada em ratos pode ter aplicações em humanos

  • Dispositivo identifica o início de uma convulsão e envia estímulos para a medula, reduzindo a frequência e duração dos episódios epilépticos. A estratégia usada em ratos pode ter aplicações em humanos

  • Um milhão de euros para distribuir por quatro cientistas que querem manter, regenerar e reparar as ligações no complexo circuito entre os nossos olhos e o cérebro. Christine Holt, Carol Mason, John Flanagan e Carla Shatz são os premiados.

  • Diogo Pimentel é um dos principais autores de trabalho publicado na revista Nature, no qual se descreve uma experiência com moscas da fruta que serviu para esclarecer uma parte do mistério do sono.

  • Treino virtual para pessoas com paralisia usarem braços robóticos e exosqueletos fez com que recuperassem parte do movimento e sensações dos seus membros.

  • A integração das ciências “duras” tradicionais com as ciências sociais e humanas e com o próprio universo criativo das artes e humanidades criou um novo paradigma de conhecimento.

  • Equipa de Rui Costa publica estudo na revista Cell sobre as vias neuronais envolvidas nos movimentos.

  • O puzzle do córtex cerebral tem, afinal, o dobro das “peças” do que se pensava. Uma equipa de cientistas publica esta quinta-feira na revista Nature um novo mapa que nos pode levar a saber mais sobre as funções do cérebro e doenças mentais.

  • Por incrível que pareça, há uma relação entre a dieta dos ratinhos, as bactérias intestinais e o autismo. Estudo pode dar pistas para tratamentos não invasivos em humanos com esta perturbação

  • Ao contrário dos números 1, 2, 3…, que contam objectos, “0” simboliza o vazio – e a sua invenção foi um dos maiores avanços intelectuais da humanidade. Os processos neuronais envolvidos nesta façanha cognitiva começam agora a ser desvendados.

  • Nasceu o primeiro atlas semântico do cérebro. Para surpresa dos cientistas, os dois hemisférios parecem ter a mesma importância na atribuição de significado às palavras. Investigação pode vir a ajudar à comunicação com pessoas imobilizadas que não falam.