No Vale do Guadiana, quer-se proteger os ninhos de tartaranhão-caçador

Tem na reintrodução do lince uma das suas principais vitórias, mas há ainda muito para fazer no Parque Natural do Vale do Guadiana. 26 anos depois, moradores, agricultores, gestores de caça parecem comprometidos com o parque. “Tudo o que aqui é possível encontrar só é possível porque eles têm feito a parte deles.”

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Foi na Herdade das Romeiras que em 2014 foram libertados os primeiros linces-ibérico Miguel Manso/Aquivo

Quando se pergunta a Olga Martins o que falta fazer no Parque Natural do Vale do Guadiana, a directora regional de Conservação da Natureza e Florestas do Alentejo fala imediatamente da reintrodução do lince-ibérico (Lynx pardinus), espécie que em Portugal esteve quase em pré-extinção, e de como estão a estudar novas áreas onde estes felinos que ainda são reproduzidos em cativeiro possam ser soltos na natureza, querendo alargar a área por onde deambulam pelo Alto Alentejo e pelo Algarve. 

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Quando se pergunta a Olga Martins o que falta fazer no Parque Natural do Vale do Guadiana, a directora regional de Conservação da Natureza e Florestas do Alentejo fala imediatamente da reintrodução do lince-ibérico (Lynx pardinus), espécie que em Portugal esteve quase em pré-extinção, e de como estão a estudar novas áreas onde estes felinos que ainda são reproduzidos em cativeiro possam ser soltos na natureza, querendo alargar a área por onde deambulam pelo Alto Alentejo e pelo Algarve.