Covid-19: maiores de 80 anos começam a ser chamados na quinta-feira para dose de reforço da vacina

Graça Freitas garantiu que não há falta de vacinas nem de pontos de vacinação para a administração desta dose de reforço, referindo um total de cerca de 340 pontos de vacinação.

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Reuters/CIRO DE LUCA

Os idosos com 80 ou mais anos vão começar na quinta-feira a ser convocados para receber a terceira dose da vacina contra a covid-19, de forma a reforçar a imunidade contra o vírus SARS-CoV-2. Em entrevista à RTP esta segunda-feira, a directora-geral da Saúde, Graça Freitas avançou que "passaram 14 dias desde a dose da gripe para as primeiras pessoas nos lares e, portanto, vão as equipas aos lares vacinar contra a ‘covid’ os primeiros que foram vacinados contra a gripe. Depois na quinta-feira começarão a ser convocadas pessoas com 80 ou mais anos.”

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Os idosos com 80 ou mais anos vão começar na quinta-feira a ser convocados para receber a terceira dose da vacina contra a covid-19, de forma a reforçar a imunidade contra o vírus SARS-CoV-2. Em entrevista à RTP esta segunda-feira, a directora-geral da Saúde, Graça Freitas avançou que "passaram 14 dias desde a dose da gripe para as primeiras pessoas nos lares e, portanto, vão as equipas aos lares vacinar contra a ‘covid’ os primeiros que foram vacinados contra a gripe. Depois na quinta-feira começarão a ser convocadas pessoas com 80 ou mais anos.”

Graça Freitas garantiu que não há falta de vacinas nem de pontos de vacinação para a administração desta dose de reforço, referindo um total de cerca de 340 pontos de vacinação. As autoridades de saúde estão preparadas para esta nova fase do processo, disse a directora-geral da Saúde, sublinhando que “as pessoas podem estar tranquilas quer em relação à quantidade de vacinas, quer em relação aos locais onde serão vacinadas, seja um centro de saúde ou um centro de vacinação”. 

A directora-geral da Saúde deixou ainda um apelo aos funcionários dos lares que ainda não foram vacinados para que o façam, de forma a proteger os utentes. "Se os funcionários não se vacinam, deve haver uma reorganização do trabalho por forma a que não sejam cuidadores directos dos utentes”, explicou. “O apelo é para que, de facto, se vacinem, porque os lares têm as pessoas mais frágeis dentro das frágeis, as mais idosas e aquelas que têm mais doenças”.

Com o tempo frio de Inverno, aumentam também as preocupações com as infecções respiratórias e a directora-geral da Saúde diz que a dupla vacinação, contra a gripe e contra a covid-19, é das melhores formas de prevenir problemas.