Quarto dia de paralisação: “Para resultar, a greve tem de ser longa”

Motoristas concentrados em Matosinhos mostraram-se mais cansados, mas ainda assim resistentes. E acreditam que a greve irá manter-se, mesmo que não tenham certezas sobre se o boicote aos serviços mínimos se voltará a repetir.

Foto
LUSA/ESTELA SILVA

O cansaço começava a notar-se nos homens que se concentravam de manhã em Leça da Palmeira, Matosinhos. Tinha início o quarto dia de greve e o boicote aos serviços mínimos da manhã do dia anterior parecia não ter sortido efeito: a requisição civil manteve-se contida à zona Sul, apesar do atraso de três horas no abastecimento de dezenas de camiões. O feriado seria um dia em que se podia fazer mossa na distribuição de combustível, na perspectiva dos grevistas, mas cerca de 50 veículos entraram escoltados pela polícia durante a madrugada.

A verdade faz-nos mais fortes

Das guerras aos desastres ambientais, da economia às ameaças epidémicas, quando os dias são de incerteza, o jornalismo do Público torna-se o porto de abrigo para os portugueses que querem pensar melhor. Juntos vemos melhor. Dê força à informação responsável que o ajuda entender o mundo, a pensar e decidir.

O cansaço começava a notar-se nos homens que se concentravam de manhã em Leça da Palmeira, Matosinhos. Tinha início o quarto dia de greve e o boicote aos serviços mínimos da manhã do dia anterior parecia não ter sortido efeito: a requisição civil manteve-se contida à zona Sul, apesar do atraso de três horas no abastecimento de dezenas de camiões. O feriado seria um dia em que se podia fazer mossa na distribuição de combustível, na perspectiva dos grevistas, mas cerca de 50 veículos entraram escoltados pela polícia durante a madrugada.