Inglaterra vence e convence em Edimburgo

A vitória inglesa na Escócia, por 20-0, não traduz o domínio do “XV da rosa” frente aos escoceses

Apesar da derrota no Stade de France, no jogo inaugural da 120.ª edição do Torneio das Seis Nações, por escassos dois pontos (22-24), Stuart Lancaster não fez qualquer mudança no XV inglês e o seleccionador inglês tinha razões para confiar nos seus jogadores.

A verdade faz-nos mais fortes

Das guerras aos desastres ambientais, da economia às ameaças epidémicas, quando os dias são de incerteza, o jornalismo do Público torna-se o porto de abrigo para os portugueses que querem pensar melhor. Juntos vemos melhor. Dê força à informação responsável que o ajuda entender o mundo, a pensar e decidir.

Apesar da derrota no Stade de France, no jogo inaugural da 120.ª edição do Torneio das Seis Nações, por escassos dois pontos (22-24), Stuart Lancaster não fez qualquer mudança no XV inglês e o seleccionador inglês tinha razões para confiar nos seus jogadores.

A Inglaterra tinha demostrado frente aos franceses que a aposta de renovação que tem sido feito na “XV da rosa” após a desilusão no Mundial 2011 tem sido bem conseguida e, neste sábado, em Edimburgo, os ingleses deixaram bem evidente que têm que ser levados a sério.

De forma autoritária, a Inglaterra dominou todo o jogo em Murrayfield, não deu qualquer hipótese aos esforçados escoceses e a diferença final, de 20 pontos, apenas peca por escassa.

Foto

Mesmo em dia “não” de Owen Farrel na hora de rematar aos postes, os ingleses foram superiores em todos os capítulos do jogo. Liderada por Billy Vunipola, a Inglaterra chegou ao intervalo a vencer por 13-0 (ensaio de Luther Burrell) e, apesar do mau estado do relvado de Murrayfield, Mike Brown fez o merecido segundo ensaio inglês, que confirmou que a Taça Calcutta, troféu atribuído ao vencedor do confronto entre a Escócia e a Inglaterra na prova, ficará mais um ano em mãos inglesas.