O Optimus Alive lá fora, no Reino Unido

"Elle", "The Times" e "The Guardian" sugerem uma visita ao festival. Esperam-se mais de doze mil estrangeiros

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Miguel Manso/Arquivo

O festival Optimus Alive teve algumas menções nas páginas da imprensa britânica. A revista "Elle", por exemplo, elege o festival, que decorre de 13 a 15 de Julho em Algés, nos arredores de Lisboa, como um dos melhores do Verão, a nível europeu.

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O festival Optimus Alive teve algumas menções nas páginas da imprensa britânica. A revista "Elle", por exemplo, elege o festival, que decorre de 13 a 15 de Julho em Algés, nos arredores de Lisboa, como um dos melhores do Verão, a nível europeu.

"Seis anos e constantemente atraindo as atenções, este festival português tem os Radiohead, The Cure e The Stone Roses e é um dos cartazes europeus mais quentes deste Verão”, escreve a "Elle", acrescentando a possibilidade de, “num pulo, ir a Lisboa e, num salto, à praia dos seus sonhos".

Já o "The Times", num artigo intitulado "Os melhores festivais de música do Loch Ness a Lisboa", coloca o festival, que se realiza no Passeio Marítimo de Algês, na lista dos melhores festivais continentais, ao lado do Roskilde, na Dinamarca, o Benicàssim, em Espanha, ou o Sziget, na Hungria. O destaque vai para o cartaz (The Stone Roses, Radiohead, The Cure, Florence + The Machine, Caribou, Justice e Mazzy Star), mas também para Lisboa, "uma das mais adoráveis capitais europeias".

Por seu turno, o "The Guardian" inclui o festival num artigo cujo título já diz muita coisa: "Mais música, menos lama". O Alive é apresentado como uma "alternativa mais barata e soalheira" e é aconselhada ainda uma visita à Figueira da Foz para surfar.

Mais de 12 mil estrangeiros

Este destaque é resultado da campanha de promoção do evento no Reino Unido. Em Janeiro, a organização do festival disse que queria receber na edição deste ano pelo menos cinco mil espectadores britânicos para captar outros mercados, estando já garantida a vinda de mais de seis mil festivaleiros do país.

 

Para concretizar a "grande aposta no Reino Unido", foi contratada uma empresa de relações públicas no país e foi feita uma parceria com a revista de música New Musical Express, revelou, no início do ano, em conferência de imprensa, o director da promotora Everything is New, Álvaro Covões.

 

"Para ter mais gente temos que apostar na captação de outros mercados. O mercado português é pequeno e as condições financeiras [dos portugueses] não são as melhores”, afirmou, de acordo com a agência Lusa.

 

Entretanto, a venda de bilhetes fora de Portugal já ultrapassou os números de 2011, estando confirmada a presença de 12.500 estrangeiros de 41 nacionalidades. Mais de dez mil vão estar presentes nos três dias do festival. 6300 são britânicos, 4600 são espanhóis. Há registo de bilhetes comprados na África do Sul, Catar, Chile, Egipto, Eslováquia, Filipinas, México, Turquia e Ucrânia.