• Inspirada pela Marcha das Mulheres contra Trump e empurrada pelos anunciados cortes nas mais variadas áreas de investigação nos EUA, um grupo de cientistas norte-americanos marcou a data de 22 de Abril para a Marcha pela Ciência. A acção tornou-se viral e Portugal também entra.

  • O crescimento das pseudociências – que a ciência tem demonstrado uma e outra vez que não funcionam – tem um impacto epidémico na sociedade.

  • O desafio de um grupo de mulheres apareceu nas redes sociais e a resposta foi avassaladora: 673 marchas no mundo inteiro em nome dos direitos humanos, da justiça social, da igualdade, da tolerância, da paz. O que se viu e sentiu a 21 de Janeiro foi a cumplicidade que se politiza para resistir.

  • O sexto lugar é a melhor classificação de sempre da marcha portuguesa nos Jogos Olímpicos. As outras duas marchadoras portuguesas em competição também realizaram boas marcas individuais

  • A Associação e População de Alfama organizou um debate sobre o futuro do alojamento no bairro. Moradores e académicos discutiram as consequências do boom turístico.

  • Introdução dos 50km marcha na vertente feminina, já a partir de Maio, unifica o programa. Marchadoras portuguesas defendem distância intermédia.

  • A grande virtude da COP-21 é ter criado sementes e raízes para um movimento global pelo clima.