Finanças públicas

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Nesta hora de regozijo, urge não só recordar o tortuoso caminho que nos permitiu chegar aqui mas também relembrar que ainda há muito trabalho a fazer.

  • Nesta hora de regozijo, urge não só recordar o tortuoso caminho que nos permitiu chegar aqui mas também relembrar que ainda há muito trabalho a fazer.

  • Pela terceira vez, Portugal sai de um Procedimento por Défice Excessivo. Nas duas últimas, a recaída não demorou muito tempo a acontecer.

  • Bruxelas diz que autoridades portuguesas deram garantias de um impacto "contido" da CGD no défice. Portugal evita igualmente o agravamento do procedimento por desequilíbrios macroeconómicos excessivos.

  • A resolução do problema da dívida não deve ser guiada pelos populismos fáceis e demagógicos em que a política portuguesa – em todos os órgãos de soberania – se tornou fértil por estes dias.

  • Bruxelas avalia esta segunda-feira os programas de estabilidade dos Estados membros da UE e deve decidir o que fazer ao Procedimento por Défice Excessivo português.

  • Olivier Blanchard, ex-economista chefe do FMI, defende que a consolidação orçamental em Portugal “deveria ser mais lenta do que dizem as regras europeias”.

  • Dados apresentados pelo ministro das Finanças dizem respeito ao período até 15 de Maio.