Especial

Festival de Cannes 2017

  • Uma noite no submundo nova-iorquino, um assalto que corre mal, um criminoso ofegante para tirar o irmão da prisão. A expressividade fantasista do caos: é o cinema de Josh e Ben Safdie. Primeira vez na competição de Cannes e a marcar decididamente esta edição.

  • Onde o original de Don Siegel era agreste, o remake de Sofia Coppola é confortável. Basta olhar para o elenco: Clint Eastwood e Geraldine Page deram lugar a Colin Farrell e Nicole Kidman.

  • O seu último filme, 24 Frames, foi apresentado postumamente no festival para a celebração da 70.ª edição. Thierry Frémaux, o delegado-geral, anunciou gestos de homenagem em Cannes às vítimas do ataque terrorista de Manchester.

  • Como o cineasta que já ganhou duas vezes a Palma de Ouro diz, não é possível falar de “nós” sem falar do mundo. Mas Happy End fala do mundo falando de “nós”.

  • Hong sang-soo na competição com The Day After, Bruno Dumont na Quinzena dos Realizadores com Jeannette, l’enfance de Jeanne d’Arc: do íntimo ao extático.

  • É um filme sobre os anos 90 das lutas do Act Up de Paris, ramo da organização internacional de luta contra a sida. O activismo forjou-se de forma visceral, eufórica e trágica.

  • Chegou à competição Okja, o primeiro dos filmes Netflix cuja selecção a concurso motivou um manifesto do presidente do júri, Pedro Almodóvar. O nome Netflix é vaiado quando aparece no ecrã. Mas mesmo com distribuição em sala assegurada, o que é que faria o filme de Bong Joon Ho em concurso?