Evolução humana

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São 500 mil anos de história em 70 metros de escarpa. Várias grutas mostram com pontas de sílex, ossos queimados e ferramentas em pedra que quem viveu na planície do Tejo sabia onde se refugiar. O arqueólogo João Zilhão escava-as há 30 anos e vai continuar a fazê-lo. Há ali trabalho para mais 200.

  • São 500 mil anos de história em 70 metros de escarpa. Várias grutas mostram com pontas de sílex, ossos queimados e ferramentas em pedra que quem viveu na planície do Tejo sabia onde se refugiar. O arqueólogo João Zilhão escava-as há 30 anos e vai continuar a fazê-lo. Há ali trabalho para mais 200.

  • Um crânio quase completo de um símio encontrado no Quénia é uma nova peça na árvore da evolução. Só pelos seus dentes, pode saber-se muito sobre esta nova espécie (e sobre os nossos antepassados). Os cientistas dizem que é mais uma confirmação da origem africana dos símios actuais e dos humanos.

  • A análise de mais de 11 mil artefactos encontrados durante novas escavações em Madjedbebe, um abrigo de pedra no norte da Austrália, estabelece que a chegada dos humanos à Austrália terá acontecido há 65 mil anos. Afinal, pode ter sido 18 mil anos antes do que se pensava

  • Análises de ADN mitocondrial a um fémur antigo encontrado numa gruta na Alemanha revelaram o que parece ser um novo “episódio” na história sobre a evolução humana. A descoberta esclarece o calendário da viagem dos genes africanos até aos neandertais.

  • Os traços do rosto seriam parecidos com qualquer pessoa que hoje se cruza connosco na rua. O crânio tinha uma forma mais alongada. Caçava sobretudo gazelas e zebras. Viveu há cerca de 300 mil anos em África, mais precisamente no Norte de África. Os cientistas dizem que é o primeiro da nossa espécie.

  • Onde apareceram os primeiros indivíduos após a separação entre os ramos evolutivos dos humanos e dos chimpanzés? Em vez de África, um estudo diz agora que pode ter sido no Leste do Mediterrâneo.

  • Doava um rim a um desconhecido? Se a resposta foi “sim”, é possível que seja um extraordinário altruísta. Estudo publicado na revista Nature Human Behaviour mostra o resultado de testes que avaliaram as motivações de quem ajuda os outros, sobretudo os desconhecidos.