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  • Publicado desde 1929, o almanaque ainda é impresso numa tipografia tradicional na Rua da Alegria, em Lisboa. Chegou a vender 350 mil exemplares num ano, agora ainda vende 280 mil. Falar do Borda d’Água é falar da tradição e do mundo rural, mas também das hortas de varanda nas cidades e dos jovens agricultores que hoje o compram. Oitenta e cinco anos depois, a estrutura dos conteúdos é a mesma e uma versão digital está fora de causa.

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  • Publicado desde 1929, o almanaque Borda d’Água ainda é impresso numa tipografia tradicional na Rua da Alegria, em Lisboa. É entre o movimento das pessoas que sobem e descem a Rua Garrett, em Lisboa, que o senhor Pires, como é conhecido, vende o Borda d’Água. De vez em quando, vai até ao Bairro Alto, à livraria da Editorial Minerva, responsável pela publicação do almanaque, e compra no máximo 15 exemplares, para não andar muito carregado. Cada um custa-lhe um euro e é vendido por dois. A reforma, diz, é pouca.

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  • Publicado desde 1929, o almanaque Borda d'Água ainda é impresso numa tipografia tradicional na Rua da Alegria, em Lisboa. Chegou a vender 350 mil exemplares num ano, agora ainda vende 280 mil. Narcisa Fernandes começou a trabalhar na Minerva com 13 anos, através da mãe, também funcionária da editora. A sua função era carimbar a ferradura vermelha, na capa do almanaque, que tinha sempre de acertar em cima da cartola do boneco. Nove horas por dia, seis dias por semana, durante seis anos. Cresceu na editora, foi este o único trabalho que teve.




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