Olá
Os leitores são a força e a vida dos jornais. Contamos com o seu apoio, assine.
Os leitores são a força e a vida do PÚBLICO. Obrigado pelo seu apoio.
Área de leitor
Fale connosco
Miguel Esteves Cardoso
Colunista
Acho que as autobiografias das pessoas deveriam começar pelo presente. Eu sou uma pessoa feliz, apaixonada pela Maria João, com quem vivo há mais de 20 anos. Quis ser escritor desde que me lembro de ler — muito depois de ter aprendido a querer — e sou feliz por escrever todos os dias para as pessoas que fazem e lêem o PÚBLICO. Não é fácil escrever todos os dias — mas a obrigação de escrever é boa. Para quem nunca escreveu um diário, é estranha a quantidade de coisas que nos acontecem. E a tristeza e outras qualidades delas que, de resto, jamais mencionaríamos. Foi aqui, no PÚBLICO, com letras grandes, que encontrei o compasso do meu coração. Quando as coisas corriam mal, depois de terem sido aqui escritas, foi quase como um castigo pelo prazer que me deram.
-
Uma omelete e uma salada de alface: o mais simples é sempre o mais difícil Em resposta a mgmacedo48.909164
Viva, mgmacedo48.909164! Ai, que tem toda a razão. Os malandros dos plurais arrastam os pobres verbos para a má vida, quando estavam tão bem sozinhos. Muito obrigado! Um abraço, Miguel
-
Bernhard e não Berhnard!
-
Viva, Hélder! Claro que as demolhadoras municipais funcionariam com água fria a correr, imitando os ribeiros gelados do Norte, havendo supervisão constante dos mestres demolhadores, todos eles veteranos da grande dessalinizadora do Algarve, onde não se faz a coisa por menos. Porque não aproveitar as velhas lavandarias, equipando-as com belas bombas roubadas àqueles parques aquáticos onde se faziam ondas para os pequenos surfistas? E porque não avançar para a própria secagem, aproveitando para secar não só bacalhaus, como raias, polvos, moreias e aquelas lulas gigantes que ninguém quer? Um abraço amigo! Miguel
-
Viva, Francisca Esteva! Que bem apanhada, essa do "acabar de começar". Posso roubar para uma crónica? Muito obrigado! Um abraço, Miguel
-
Viva, mgmacedp48.909164! A bem ver, tem toda a razão. Obrigado! Um abraço, Miguel (Esteves Cardoso, escondido atrás do pseudónimo superior)
-
Viva, Luís Azevedo! Tem toda a razão: peço desculpa pelo desnorte. É o que dá escrever sem ter sentido de orientação. Passarei a adoptar essa do hemisfério ocidental e oriental, que assentam que nem uma luva. Obrigado! (E muito obrigado a todos os outros comentadores que fizeram o favor de me esclarecer e orientar). Um abraço, Miguel (Esteves Cardoso, a fazer-se passar por um tal de Vicente Fragateiro).
-
Mais tarde ou mais cedo, um rapaz tem de voltar ao vinil para pôr as contas da música em dia Em resposta a Cristiani Oliveira.843430
Daqui o Miguel Esteves Cardoso, escondido atrás de um pseudónimo, para dizer que as fotografias que acompanham as minhas crónicas são escolhidas pelos editores e não correspondem de modo nenhum às coisas de que falo. Se falo de um queijo, o queijo da fotografia será obviamente diferente daquele de que falo. Digo isto porque dois amigos meus me deram os parabéns pelo gira-discos da fotografia. Mas o gira-discos que eu comprei é doutra marca. Não digo qual é porque é impertinente para a discussão. Felicidades, boas músicas, Miguel
-
Viva, Vicente Sousa! É verdade. E escrevi com "x" , apesar de ser asneira. Eu cá culpo os médicos. Cada vez que nos queixamos de alguma coisa, é "espectável, é espectável". Substituiu o antigo "é natural, é natural". Mas a palavra até é boa, não há nada a fazer. Um abraço, Miguel
-
Viva, Jacques Guenard, Obrigado pelas saudades que me trouxe, dos pormenores - no tratamento das canas e na veneração das ferramentas. Os canivetes suiços que eu cobiçava quando tinha sete anos não eram esses ridículos, cheios de apetrechos inúteis que se avariam a segunda vez que se usam, mas os sérios, que só tinham uma lâmina e mais nada. Fui ver - e ainda existem. Continuam a ser baratíssimos - só 120 euros e oferecem um cordelinho todo cocó, igualzinho ao que usam os militares suiços durante as operações mais perigosas. Um abraço, Miguel Esteves Cardoso
-
O Vicente Fragateiro sou eu, Miguel Esteves Cardoso.






