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Jorge Miguel Matias
Editor de Desporto
Sou licenciado em Ciências da Comunicação pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e frequentei ainda uma formação adicional em Jornalismo promovida pelo semanário Expresso. Tenho trabalhado na área do desporto desde o início da minha actividade profissional, primeiro na já extinta Gazeta dos Desportos, depois no PÚBLICO, projecto que abracei de forma definitiva em 1998, embora já antes tivesse uma colaboração regular com o jornal. Actualmente, exerço funções de editor. À margem do desporto, colaborei também com revistas como a "Rotas e Destinos" ou a "National Geographic".
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Noto que a palavra luxúria foi utilizada não como sinónimo de lascívia, mas sim de excesso, exuberância, definição que também é admissível e que, aliás, é o significado original da palavra latina, de acordo com o Ciberdúvidas.
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O título faz uma pergunta e o texto dá várias respostas. Deixo algumas: a vinda daquele que era considerado na altura o melhor treinador do mundo nos saltos, a entrega de bolsas, a partir dos anos de1990, para atrair atletas para estas disciplinas mais técnicas, ou a criação do Centro de Alto Rendimento do Jamor. Ou seja, o texto não tem nenhum problema. O problema está em quem o leu.
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O título tem uma pergunta e o texto dá a resposta. Dá várias aliás. Deixo algumas: "Nos anos 1990, começou a olhar-se de uma forma mais equilibrada para outras disciplinas e atribuíram-se bolsas de preparação para outros atletas que não apenas os fundistas"; a vinda para Portugal de Robert Zotko, lendário treinador russo dos saltos que trabalhou em Portugal entre 2000 e 2004; "São muitos factores, resume Jorge Vieira, para que Portugal seja uma potência nestas disciplinas, entre as condições de treino criadas – o Centro de Alto Rendimento do Jamor – e a formação dos técnicos e o trabalho dos clubes". Ou seja, o texto não tem nenhum problema. O problema está em quem o leu.
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Aves Futebol SAD
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Aves Futebol SAD
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A equipa “encarnada” foi ao pavilhão João Rocha fechar a final por 101-85, resultado que encerrou, no jogo 4, a série à melhor de cinco jogos. Este foi o 29.º título nacional de basquetebol para o Benfica e o quarto do treinador Norberto Alves, que já tinha sido campeão na Oliveirense e levou o “toque de Midas” para as “águias”, com dois campeonatos em duas temporadas. Mas os benfiquistas recusaram receber o troféu no pavilhão João Rocha em protesto com o facto de o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Basquetebol ter permitido que o sportinguista Travante Williams jogasse, depois do base ter sido expulso no jogo 3 e, depois, identificado após ter agredido um polícia
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Obrigado pelo seu comentário. A fotografia já foi alterada
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O PÚBLICO publica as suas notícias quando as consegue confirmar ou tem garantias da fiablidade das suas informações. Independentemente do momento ou dos protagonistas. Infelizmente, há quem não tenha uma atitude destas na vida, vendo a realidade apenas através do prisma do seu clubismo. Deixo apenas dois exemplos de notícias a envolverem o FCP como poderia deixar de outras a envolver o SLB ou o SCP. Cumprimentos https://www.publico.pt/2021/02/27/desporto/noticia/fc-porto-paga-lalanda-castro-milhao-abdoulaye-1952379 https://www.publico.pt/2021/02/27/desporto/noticia/accionista-portimonense-empresta-134-milhoes-fc-porto-1952373
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A UEFA atribuiu o golo a Samuel Gigot, na própria baliza.
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Filipa Martins saltou três filas para trás e isso deixou-a estar em Tóquio Em resposta a jose antunes
Tem razão. texto rectificado.






