Artigos deste autor

  • “Melhor acender uma vela do que amaldiçoar a escuridão” é o slogan da Amnistia. Mais vale uma acção, por pequena que seja, do que só reclamar sobre o problema e nada fazer para o resolver. Porque a mudança começa com a divulgação dos factos, todos os anos a Amnistia Internacional publica um relatório que documenta o estado do mundo em matéria de violações dos direitos humanos quaisquer que sejam e onde quer que eles aconteçam.

  • Chegam carregadas de promessas de calor e longos dias. E por aí ficam, portuguesas por duas estações, partilhando connosco campos, cidades e vilas, espreitando-nos lá de cima. Juntam-se às aves que daqui nunca saem e enchem o céu de cor, sons e movimento. Paguemos-lhes na mesma moeda. Vamos conhecê-las pelo nome, pelas suas penas, pelos seus hábitos ou simplesmente porque sim. Imaginemos as histórias de países longínquos que poderiam contar, as paisagens que viram ou os mares que cruzaram. E, com essa desculpa, mergulharmos nas nossas próprias paisagens, tantas vezes escondidas de quem pouco sai do alcatrão.

  • Nos primeiros 365 dias de mandato, o Presidente da República teve raros momentos sem agenda. É consensual que foi um chefe de Estado próximo e hiperactivo. Passou por 54 dos 308 concelhos portugueses e fez 21 viagens para o estrangeiro. Os quatro anos que faltam, diz, “vão ser extenuantes”.