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      <video:title>Cassete Pirata lançaram-se ao &lt;i&gt;Abismo&lt;/i&gt; e lá no fundo têm um álbum novo para o Outono</video:title>
      <video:description>Completaram-se no passado dia 24 de Maio dois anos desde que os Cassete Pirata lançaram o seu terceiro e mais recente álbum,   A Família  , sucessor de   A Montra   (2019) e   A Semente   (2021). Agora, quando celebram dez anos da sua primeira aparição em palco (em 2016), estreiam um primeiro tema do seu próximo e quarto álbum, com edição prevista para o Outono de 2026. 

 O tema chama-se  Abismo  e, segundo o seu autor, Pir (João Firmino) – citado no texto que acompanha o lançamento –, “nasceu dessa sensação contraditória de continuar a correr mesmo quando já não sabemos exactamente para onde. É uma música onde tentamos vingar essa obsessão e busca pelo equilíbrio, num tempo em que tudo parece exigir mais rapidez, mais exposição, mais conquista.” Com Pir (composição, voz, guitarra), Margarida Campelo (vozes), Joana Espadinha (vozes), António Quintino (baixo), João Pinheiro (bateria, percussão) e António Vasconcelos Dias (teclados),  Abismo  tem um videoclipe realizado por João Hasselberg em colaboração com Luís Guerra e João Firmino (Pir), protagonizado pelo  performer  Luís Guerra. As máscaras nele usadas são da autoria de A Bolha - Teatro com Marionetas. 

 A publicação do novo álbum será mote para o espectáculo “Cassete Pirata - 10 Anos”, com o qual o grupo prevê percorrer o país até ao final de 2027. Os espectáculos que abrem e fecham essa digressão já têm datas marcadas. O primeiro será no 28 de Novembro de 2026, no  Capitólio , em Lisboa, e o segundo no dia 23 de Outubro de 2027 na Sala 2 da  Casa da Música , no Porto.</video:description>
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      <video:title>Críticas de Passos Coelho não têm Montenegro como destinatário, diz Alexandre Poço</video:title>
      <video:description>As críticas de Pedro Passos Coelho sobre os rumos da governação do país têm sido constantes nos últimos meses, mas as mais recentes não são interpretadas por Alexandre Poço, deputado e vice-presidente do PSD, como tendo o Governo ou Luís Montenegro como alvo. Em entrevista ao PÚBLICO/Renascença, Alexandre Poço assinalou também como positiva a ambição de Montenegro em sonhar com uma maioria absoluta, apesar de não ver eleições num horizonte próximo. Nem mesmo com um chumbo da reforma laboral. 

  Veja mais:  

 
	  Alexandre Poço: “Não vejo o primeiro-ministro como destinatário” das críticas de Passos</video:description>
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      <video:title>Francisco Mendes da Silva: "Parece-me que Passos Coelho já está exasperado"</video:title>
      <video:description>Num  episódio especial do podcast  Soundbite   analisamos o panorama da direita em Portugal, explorando a fragmentação e a possível reconfiguração deste campo político. O convidado é o colunista do PÚBLICO Francisco Mendes da Silva. O advogado argumenta que não existe um paradoxo entre a maioria parlamentar da direita e a sua crise interna, mas sim uma cisão ideológica profunda. O debate foca-se no crescimento do Chega, no declínio do CDS e na estratégia de Luís Montenegro perante a influência persistente de Pedro Passos Coelho.</video:description>
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      <video:title>Francisco Mendes da Silva: "Se o Chega tiver de chegar ao poder que chegue sozinho"</video:title>
      <video:description>Num episódio especial do podcast  Soundbite  analisamos o panorama da direita em Portugal, explorando a fragmentação e a possível reconfiguração deste campo político. O convidado é o colunista do PÚBLICO Francisco Mendes da Silva. O advogado argumenta que não existe um paradoxo entre a maioria parlamentar da direita e a sua crise interna, mas sim uma cisão ideológica profunda. O debate foca-se no crescimento do Chega, no declínio do CDS e na estratégia de Luís Montenegro perante a influência persistente de Pedro Passos Coelho. 

 Leia mais:  

 
	  Há espaço para um novo partido à direita  
	  Pedro Nuno Santos é o líder de que a esquerda precisa</video:description>
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      <video:title>Inspirado em Cabo Verde, &lt;i&gt;Que mar é este&lt;/i&gt; une em dueto Sérgio Onze e Gisela João</video:title>
      <video:description>É um mar que une, num dueto até aqui inédito, dois fadistas que dispensam apresentações: Sérgio Onze e Gisela João. Ele estreou-se em 2024, com o álbum   Nós  , vinte anos depois de sair vencedor da Grande Noite do Fado de 2003; ela, que começou a cantar fado aos 8 anos, teve uma estreia retumbante com um  álbum homónimo , em 2013, seguindo-se mais três álbuns de estúdio (  Nua  , 2016;   Aurora  , 2021; e   Inquieta  , 2025) e dois ao vivo (  Sem Filtro   e  Ao Vivo , ambos de 2015). 

 Agora, surgem juntos num tema com letra de Irina Chitas e música de André Santos e Rita Dias:  Que mar é este . “Esta canção nasceu muito longe de casa, em Cabo Verde, quando ouvi uma morna e senti exactamente aquilo que sinto quando ouço Fado: uma espécie de regresso”, explica Sérgio Onze no texto que acompanha o lançamento. “Foi como se uma música tivesse o poder de nos devolver às nossas raízes, mesmo quando estamos do outro lado do mundo e percebi que a saudade não pertence apenas a um lugar. É uma língua emocional que reconhecemos uns nos outros.” Com essa ideia no pensamento, resolveu pedir uma letra, dando apenas o mote: “Mandei uma mensagem à Irina Chitas apenas com a frase: ‘O Mar é Irmão da Saudade’. Não lhe expliquei mais nada e ela devolveu-me o poema que acabou por se transformar em  Que mar é este .” 

 “Apesar da música falar do mar, trata sobretudo daquilo que carregamos cá dentro: memória, peso, transformação e liberdade”, afirma Sérgio Onze, que diz que o seu próximo disco se aproximará mais da poesia: “Quero descobrir novas palavras, novos poetas, novas formas de habitar esta música e haverá certamente cruzamentos e outras influências, porque também fazem parte daquilo que sou.” 

 Com as vozes de Sérgio Onze e de Gisela João, participaram na gravação André Santos (guitarras eléctricas e teclado) e Bernardo Saldanha (viola). O videoclipe do tema  Que mar é este  foi captado por Raul Sousa com direcção criativa e realização de Sérgio Onze e Miguel Rodrigues.</video:description>
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      <video:title>Montenegro prometeu médico de família para todos até ao final de 2025? Verdadeiro</video:title>
      <video:description>O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, disse, em entrevista ao Now, no dia 19 de Maio, que o primeiro-ministro tinha prometido que, até ao final de 2025, todos os utentes teriam médico de família atribuído.  

 E tem razão. A 9 de Fevereiro de 2024, na apresentação do programa eleitoral da AD, Luís Montenegro falou de um plano de emergência para a saúde "que, entre outras medidas, assegure que, até ao final de 2025, conseguiremos garantir uma resposta de médico de família a todos os portugueses". No entanto, o número de pessoas sem médico de família é agora superior ao de Março de 2024, quando o Governo foi eleito. 

 Leia mais: 

 
	  Montenegro “prometeu” médico de família para todos “até ao final de 2025”, como afirmou José Luís Carneiro? Sim  
	  Ordem apresenta receita para garantir “fuga zero” dos médicos de família do SNS  
	  SNS com 711 vagas para contratar médicos de família e mais de 1700 para hospitais</video:description>
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      <video:title>Parece uma câmara profissional, mas é um telemóvel</video:title>
      <video:description>Não é leve, não é pequeno e, definitivamente, não é barato. O Find X9 Ultra é o novo  smartphone  topo de gama da Oppo. E pretende ultrapassar os melhores do mercado na área da fotografia. E, para o conseguir, tem argumentos de peso. Como um  kit  opcional que inclui um sistema que permite trocar de objectivas. 

 Pode ler a análise completa e detalhada em “  Oppo Find X9 Ultra em teste: bate os melhores na fotografia ”</video:description>
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      <video:title>Carmen Garcia: “A velhice não é sexy”</video:title>
      <video:description>Carmen Garcia é a convidada deste episódio do  podcast  O que fazer quando tudo arde. Com Carmen, enfermeira com uma enorme experiência em geriatria, falamos de como a sociedade actual trata as pessoas mais velhas. 

  Ouça o podcast na íntegra:   

 
	  Carmen  Garcia: “Entre um velho e um cão, a esmagadora maioria escolhe o cão”</video:description>
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      <video:title>Vem aí o primeiro álbum dos Manila e eles anunciam-no com &lt;i&gt;Tou mal&lt;/i&gt; – mas estão bem</video:title>
      <video:description>Do álbum já havia notícia, com a estreia de um primeiro tema,   Formigas  , em Outubro de 2025. Pois agora os Manila dão mais um passo em direcção a tal disco com novo single e videoclipe,  Tou mal  – mas eles estão bem, e explicam no texto do lançamento o que querem com tal canção: “Liricamente,  Tou mal  habita o espaço da noite. A canção desenvolve-se em torno do desejo de desaparecer sem sair do lugar, de estar presente mas deslocado, invisível por escolha e não por ausência. A narrativa centra-se numa figura que abdica da necessidade de se justificar, fazendo as pazes com o que carrega e encontrando equilíbrio na própria confusão. Nesse processo, constrói uma frequência íntima e reconfortante, onde referências como Jobim ou Rita Lee coexistem com a ideia de liberdade – a possibilidade de simplesmente fazer o que se quiser.” 

 Com letra e música dos Manila,  Tou mal  tem um vídeo assinado por Carmo Braga da Costa, vocalista deste quinteto que, além dela, é formado por Gerard Torres (teclas), Ricardo Pedrosa (baixo), João Serra (guitarra) e Zé Lobo da Costa (bateria). Estrearam-se em Maio de 2024 com o single   Domingo à tarde  , que viria a integrar um EP homónimo, publicado em Novembro desse ano.  Formigas  e, agora  Tou mal , são temas de avanço do seu primeiro álbum.</video:description>
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      <video:title>Ezequiel mostra a sua &lt;i&gt;Portugalidade&lt;/i&gt; como parcela do &lt;i&gt;Reflexo&lt;/i&gt; do mundo que o rodeia</video:title>
      <video:description>Foi em 2019 que Ezequiel, músico nascido em Fafe, lançou o seu primeiro disco a solo, um EP inteiramente escrito, gravado e produzido por ele a que deu o título de   Homem: oriente  . Para trás, ficava uma experiência com os Quarto C, com os quais editou o EP  Casa  (2014). A esse trabalho, seguiu-se um prolongado silêncio, agora quebrado com   Reflexo  , um álbum nascido dessa paragem; e, segundo o texto que acompanha o lançamento, de um período de “observação e redefinição pessoal”. Nas nove faixas do álbum, a experiência pessoal de Ezequiel “cruza-se com uma observação atenta do mundo que o rodeia, propondo um retrato honesto de quem atravessa mudanças e procura compreender o seu lugar no tempo em que vive”. 

 Escrito e composto por Ezequiel, com participações de Pedro Oliveira (bateria) e Lisarte Barbosa (braguesa), o álbum teve produção e mistura de Rolando Ferreira. Dele foi estreado, em finais de Outubro de 2025, um primeiro tema,   Ciclo  , estreando-se agora, também em single com videoclipe,  Portugalidade , apresentado como tendo nascido da observação do seu autor “sobre o país e o seu povo, da resistência que atravessa gerações, mas também das fragilidades e tensões que marcam o nosso dia a dia”. O videoclipe é da autoria de Paulo Magalhães. “Nunca me senti um cantor de intervenção, nem sinto que tenha mérito para ocupar esse lugar”, afirma Ezequiel. “A  Portugalidade  nasce mais como um desabafo sobre realidades que me incomodam enquanto pessoa que cá vive, mas sempre a partir de um lugar de amor e admiração, não de crítica vã.” 

 Ezequiel, no texto do lançamento, valoriza deste modo  Reflexo , o seu álbum de estreia: “Este disco é um marco importante não só na minha carreira, mas também na minha vida. Durante muito tempo fiquei preso num ciclo de busca por uma perfeição que sabia que nunca iria encontrar. Acaba por servir de compasso interno nesse sentido, um desbloqueio criativo que revela um pedaço de mim de uma forma que nunca tinha conseguido fazer.”</video:description>
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      <video:title>Joana Marques nunca falou durante o processo. Preferiu fazê-lo &lt;i&gt;Em Sede Própria&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Entre o arranque do processo e a absolvição total, não só se escreveram muitas páginas nos jornais, como a antena das televisões se encheu de comentários de “especialistas” sobre o tema. Joana Marques manteve-se sempre em silêncio e, aliás, no primeiro dia do julgamento, a 17 de Junho de 2025, prometeu que só “falaria em sede própria”. Chegou o dia. “Não achei interessante falar disso a sério porque acho que não é mesmo um processo para levar a sério. Acho que tem muito mais graça falar dele a brincar. Portanto, esperei este tempo”, diz ao PÚBLICO nos bastidores do Coliseu dos Recreios, na segunda noite de espectáculo em Lisboa. 

 Veja a  reportagem multimédia .</video:description>
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      <video:title>Ministro israelita humilha activistas da flotilha. Luís Montenegro condena</video:title>
      <video:description>O ministro de extrema-direita com a pasta da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben-Gvir, publicou nesta quarta-feira um vídeo em que é possível ver dezenas dos activistas detidos em águas internacionais, quando tentavam entregar ajuda humanitária à Faixa de Gaza e romper o bloqueio israelita ao território. 

 Os activistas surgem de mãos atadas atrás das costas, ajoelhados e de cabeça encostada ao chão, enquanto são humilhados e provocados pelo governante. Luís Montenegro e Paulo Rangel consideram a acção “inaceitável” e o primeiro-ministro defende a suspensão parcial do acordo com Israel. 

  Leia mais:   

 
	   “Bem-vindos a Israel”: ministro divulga vídeo a humilhar activistas, Montenegro defende suspensão de acordo   
	  Activistas portugueses da flotilha devem regressar esta sexta a Portugal</video:description>
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      <video:title>Paulo Pedroso: “Não olho para a IA como um apocalipse para os trabalhadores”</video:title>
      <video:description>Paulo Pedroso, antigo ministro do Trabalho e ex-dirigente do PS, não acredita que a reforma laboral da AD venha a ser aprovada, perante a atitude "firme" e "de valores" do PS e o "instinto eleitoral do Chega". 

 Em entrevista à Hora da Verdade, uma parceira PÚBLICO-Renascença, aponta o que deve ser a reforma das leis do trabalho para fazer face aos desafios do futuro e confessa que a ministra do Trabalho, Maria do Rosário Palma Ramalho, lhe lembra a anedota do condutor que não percebe que vai "em contramão". 

  Leia mais:   

 
	   Paulo Pedroso: “Poderíamos ter uma taxa sobre os chips de IA que revertesse para a Segurança Social”</video:description>
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      <video:title>Cristina Clara anuncia um novo álbum com &lt;i&gt;Bonança&lt;/i&gt;, em dueto com António Zambujo</video:title>
      <video:description>Depois da sua estreia com o álbum   Lua Adversa  , em 2021, a cantora e compositora Cristina Clara, tem actuado em diversos palcos, actuando mais recentemente nos Estados Unidos (em Washington), Bélgica e Viena de Áustria, e com espectáculos marcados em várias cidades do Brasil (em Junho) e um concerto em Sófia, Bulgária, no A to Jazz Festival (em Julho). 

 Neste percurso, começou já a trabalhar num novo álbum, previsto para Outubro deste ano. E estreia esta sexta-feira um primeiro tema desse trabalho, a que deu o nome de  Bonança . Com letra dela e música do Fado Alexandrino Antigo (de Armandinho), a gravação foi feita em dueto com António Zambujo, com Edu Miranda no bandolim e cavaquinho, Pedro Loch na guitarra, Rolando Semedo no baixo eléctrico e Joel Silva na percussão, além de um coro composto por Afonso Pinto, Diana Valente Perfeito, Madalena Raimundo e Rui Aires. 

 A criação de  Bonança  (que se estreia com videoclipe) teve origem num episódio vivido por Cristina Clara, que o relata desta forma num texto escrito para acompanhar o lançamento: “Em 2020 deixei a minha casa em Benfica e mudei-me para o Porto. Em parte porque a voz do outro lado do telefone me soou a casa, em parte porque Lisboa já não parecia sê-la. Esta parecia a saída limpa. Uma boa proposta de trabalho, horários menos tumultuosos e um Norte à minha espera. Cheguei ao Porto numa noite de chuva - a invicta tem a franqueza brutal dos seus nativos - e me iludiu, ainda que fosse Agosto. Choveu muitas vezes. Com o passar dos dias as ruas esvaziadas pela distopia pandémica foram-se ensolarando. Descer a 31 de Janeiro para só parar na Ribeira tornou-se um ritual. Alguma vez viram a Ribeira deserta? Juro, é um poema. Dois anos passaram e conheci gente que entrou à vontade nos meus dias para nunca mais sair (tenho certeza), aprendi coisas extraordinárias como cozinhar em placa de indução, tocar tracanholas ou usar o Excel. Tinha tempo, tinha-me a mim e uma missão de resgate em curso. Choveu muito mas, quando ia à varanda do 3.º andar do meu pré</video:description>
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      <video:title>Bárbara Tinoco: “Odiei estar grávida e amei ser mãe”</video:title>
      <video:description>Bárbara Tinoco é inseparável da sua própria música. Diz que escreve canções sobre o que sente na esperança de que alguém já tenha sentido o mesmo. Tem sido assim desde  Antes Dela Dizer Que Sim , a canção que lançou a sua carreira, em 2019. Em menos de uma década tornou-se uma das vozes mais conhecidas da sua geração e a única portuguesa a ter um concerto na Disney+, gravado na MEO Arena, quando estava grávida da sua filha, Masha, a quem dedica o novo álbum  Hormonal . 

  Ouça o episódio na íntegra:   

 
	 
	  Bárbara Tinoco: “Odiei estar grávida, acho que não há mal nenhum nisso. E amei ser mãe”</video:description>
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      <video:title>Inês Marxx estreia-se com &lt;i&gt;Saber a que sabe&lt;/i&gt;, primeiro passo de um EP a editar em 2026</video:title>
      <video:description>Actriz, nascida no Porto (vimo-la em  Quis Saber Quem Sou , de Pedro Penim, ou  Thérèse Martin , de Matilde Trocado), Inês Marques estreia-se com o nome artístico de Inês Marxx como cantora e compositora, com a canção  Saber a que sabe , primeiro passo para um EP com edição prevista para o segundo semestre de 2026. Com letra e música dela, conta com Beatriz Madruga na guitarra, direcção vocal de Carolina Viana (MALVA) e produção de Joana Rodrigues. 

 “Esta canção foi escrita como um pedido de desculpa a alguém muito amado”, explica Inês Marxx, citada no texto que acompanha o lançamento. “Serve aqueles momentos em que magoamos a nossa pessoa e estamos tão tristes e cansados que achamos que a única solução é desistir. Até nos apercebermos de que, se calhar, só é preciso um abraço, um poema, uma canção, que nos relembre que ainda estamos juntas nisto.” 

 Escrita em 2023 mas só publicada agora, a canção significa, acrescenta Inês, “regressar a um eu do passado, a uma versão de mim que já não existe e que me fez levantar o tapete e aceder a lugares emocionais muito específicos e nem sempre belos mas com o desafio de fazer as pazes com essa versão e acolhê-la com carinho”. O videoclipe, realizado por João Carmo, retrata a relação de duas mulheres que se amam profundamente mas que, segundo Inês Marxx, “chegam a um ponto em que compreendem que já não estão capazes de continuar a caminhar juntas e precisam de soltar as mãos como verdadeira prova de amor”.</video:description>
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      <video:title>Ana Bárbara Pedrosa: “A esquerda está no meio de uma crise de identidade”</video:title>
      <video:description>Quis inscrever-se no Bloco de Esquerda aos 13 anos, mas, como o BE não tinha organização juvenil e não aceitavam menores de idade, teve de esperar pelos 18 anos. 

 Neste episódio, a escritora Ana Bárbara Pedrosa conversa com Ana Sá Lopes sobre a catástrofe eleitoral e a “crise de identidade da esquerda”. E também sobre a identidade de género. 

  Ouça o podcast na íntegra:  

 
	  Ana Bárbara Pedrosa: “A autodeterminação de género engaveta as pessoas”​</video:description>
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      <video:title>António Pires de Lima: "O tráfego aumentou 20% e mortalidade caiu para metade nas auto-estradas da Brisa”</video:title>
      <video:description>António Pires de Lima explica a actuação da empresa durante o comboio de tempestades em Fevereiro e afirma, em entrevista à Hora da Verdade, uma parceria do PÚBLICO-Renascença, que estranhará muito se no futuro o Estado diminuir a actuação dos privados em futuras concessões de auto-estradas, pois a Infra-Estruturas de Portugal apenas deve ter um "papel complementar". 

 Sobre a sinistralidade rodoviária, faz um balanço positivo do que se passa nas auto-estradas da Brisa e deixa conselhos ao novo ministro da Administração Interna: "Deixo aqui o desafio ao Governo e ao novo ministro da Administração Interna, Luís Neves, que está muito empenhado neste combate à sinistralidade, para que possamos trabalhar ainda mais em conjunto." 

  Leia mais:   

 
	  António Pires de Lima: “Em seis anos, mortalidade caiu 50% nas auto-estradas da Brisa”  
	  Pires de Lima: “É uma pena não se reintroduzir o banco de horas individual”</video:description>
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      <video:title>Bruno Gonçalves: “O mais importante é ter a habilidade de conversar. E as redes sociais tiraram muito disso”</video:title>
      <video:description>O movimento Bora levou a nove escolas secundárias debates sobre a polarização de temas como imigração, cultura de cancelamento, liberdade de expressão, privacidade online ou redes sociais e algoritmo, que serão partilhados em breve nas plataformas digitais. 
 
“O mais importante é ter a habilidade de conversar. E as redes sociais tiraram muito disso, porque uma pessoa que não quer perder três minutos a escrever um comentário com um conjunto de dados, não se inibe de escrever em três segundos o que acha desprezível naquela ideia, naquela pessoa ou naquele vídeo”, lamenta. 

 Para o socialista, a degradação do diálogo está também ligada à forma como o espaço público cede a pressões externas. 

  Leia mais:  

 
	  Bruno Gonçalves: “O politicamente correcto destruiu a base do diálogo” nas redes sociais</video:description>
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      <video:title>A gordura saturada de origem animal faz bem à saúde? Não, nem os torresmos</video:title>
      <video:description>Num vídeo com mais de 800 mil visualizações, a influenciadora digital Sara Marilyn garante que comer torresmos todos os dias é bom para a saúde. Para negar os riscos associados ao consumo excessivo de gordura saturada, destaca a importância da gordura saturada para a construção celular e para a produção de hormonas. 

 Embora seja verdade que precisamos de gorduras e colesterol para a estrutura celular e para a síntese hormonal, isso não significa que uma dieta rica em gorduras saturadas seja benéfica. Pelo contrário, a Organização Mundial da Saúde recomenda que a gordura saturada represente menos de 10% da energia total. O consumo excessivo destas gorduras faz aumentar o colesterol LDL, o "colesterol mau", o que aumenta o risco de problemas cardiovasculares. 

 Leia mais: 

 
	  A gordura saturada faz bem à saúde? Não, nem mesmo os torresmos da moda  
	  Conspirações e desinformação inspiram estrela da “medicina integrativa”  
	  Ultraprocessados: estamos a simplificar demasiado um problema complexo?</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1192535725</video:player_loc>
    </video:video>
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      <video:title>Xi Jinping recebe Trump na China com promessas de maior cooperação e um aviso</video:title>
      <video:description>Presidente chinês, Xi Jinping, e o Presidente norte-americano, Donald Trump, reuniram-se em Pequim, naquele que é o primeiro encontro entre os líderes das duas maiores potências mundiais em quase uma década. 

 A visita oficial de Trump ficou marcada por promessas de maior cooperação entre as duas nações com "a relação bilateral mais importante do mundo" e um aviso do Presidente da China sobre Taiwan, ilha que reivindica como parte do seu território. Se o assunto for “mal gerido”, os dois países vão colidir ou até confrontar-se, colocando toda a relação EUA-China numa situação "extremamente perigosa”, defendeu Xi. 

 Saiba mais: 

 
	  Xi avisa Trump de que Taiwan pode estragar as relações entre os dois países  
	  Trump chega a Pequim sem as cartas que queria ter na mão  
	  China e EUA entre a guerra comercial, as tréguas e os negócios</video:description>
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      <video:title>Depois de cantar com todos os &lt;i&gt;poros&lt;/i&gt;, MALVA estreia &lt;i&gt;antes de mais&lt;/i&gt; com Beatriz Madruga</video:title>
      <video:description>Com dois álbuns publicados,   vens ou ficas   (Outubro de 2023) e   poros   (Janeiro de 2025), a cantora e compositora MALVA (nome artístico de Carolina Viana) regressa aos inéditos com  antes de mais , uma canção com letra e música dela e gravada com a participação de Beatriz Madruga (guitarra e arranjo). “Escrevi esta canção durante um pequeno instante da minha vida em que nenhum amor me atormentava, pela perda ou ainda ausência”, afirma a cantora, citada no texto que acompanha o lançamento. “Era só uma miragem, uma possibilidade, uma certeza de que mais tarde ou mais cedo, o amor ia ter um novo nome”, acrescenta. E, diz, “é também uma promessa e uma dádiva, porque juro cuidar-me e nutrir-me enquanto esse não vem.” 

 Cantora, compositora, MC e multi-instrumentista, Carolina Viana nasceu em Viana do Castelo e vive no Porto, diz a sua biografia. Formada em Violoncelo Clássico e Ensino da Música, “tem vindo a desenvolver projectos que englobam sonoridades pop, hip hop, alternativa, spoken word e criação de música para dança, teatro e cinema, como intérprete e compositora.”</video:description>
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      <video:title>Dreia anuncia com &lt;i&gt;Morrer devagarinho&lt;/i&gt; um novo EP a publicar neste ano: &lt;i&gt;Pele e Carne&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Um ano após a publicação do seu primeiro EP,  Ganhar Voz  (com as canções   Traz o que é meu  ,   Podes perguntar  ,   Pára de lutar  ,  Não é mudo ,  Espelho  e  Se formos juntas ), Dreia anuncia com um novo tema mais um EP,  Pele e Carne , a editar no segundo semestre de 2026. 

 Com letra e música de Rita Onofre e Dreia e produção de Choro (que assegura teclados, baixo, percussão e também a mistura e masterização do tema), a nova canção chama-se  Morrer devagarinho  e, segundo a cantora, citada no texto que acompanha o lançamento, “fala sobre a transformação que, por vezes, precisamos para dar lugar a alguém novo”. “Embora seja um tema pesado”, acrescenta ainda a cantora, “termina num lugar luminoso. Para o videoclipe trouxe várias referências como o quadro Ofélia e o filme da Disney  Hércules , precisamente pela cena em que vemos as almas percorrer o rio do esquecimento. Ver um altar de flores que me cobria do pescoço aos pés, feito especialmente para mim, foi particularmente emocionante. Foi como assistir ao funeral do meu antigo eu, de uma forma leve e honrosa. Soube ali que vivi a mais bonita representação da minha vida até agora e senti-me profundamente amada”. 

 Dreia (nome artístico de Andreia Monteiro) escolheu para lançamento deste novo tema, que para ela simboliza o fim de um ciclo, o dia 13 de Maio, em que completa 30 anos e, segundo afirma, enterra os seus “loucos anos 20”: “Este single representa o enterro de uma versão minha antiga, mas não um enterro triste e pesado. É feliz e em jeito de celebração, como no Día de Los Muertos. Celebro quem fui, mas sei que já não há espaço para o continuar a ser. Há acontecimentos que vivem no passado e nele devem ficar para que possamos evoluir para algo melhor, mais leves.” 

 O EP  Pele e Carne , ainda segundo a cantora, é um projecto que explora temas de desamor, identidade e crescimento pessoal. O videoclipe de  Morrer devagarinho  foi realizado por Daniel Mota, com coreografia de Renato Garcia ((Iolanda, Jüra).</video:description>
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      <video:title>Falsos especialistas tentam branquear o risco de cancro associado ao consumo de carne vermelha</video:title>
      <video:description>Falsos especialistas simulam, nas redes sociais, um “debate científico” para branquear o risco de cancro associado ao consumo de carne vermelha. Estes influenciadores digitais da dita “medicina integrativa”, um dos novos nomes das terapias sem fundamentação científica, recorrem a argumentos pseudocientíficos para ganhar credibilidade. 

 Livros,  podcasts , vídeos e até reportagens televisivas – quase não há palco a que esta narrativa de desinformação não suba e soma centenas de milhares de visualizações só nas redes sociais. Os negacionistas dos riscos da carne vermelha inundam os seus vídeos de recortes de imagens de estudos e instrumentalizam questões científicas para ganharem credibilidade. 

 Qualquer leigo na matéria terá dificuldade em perceber se os falsos especialistas têm ou não razão – e, mesmo que não fique convencido, a dúvida já foi semeada. Mas a ciência já demonstrou que o consumo diário de carne vermelha aumenta o risco de cancro, em especial o cancro colorrectal. 

 Saiba mais: 

 
	  Desinformação simula debate científico para negar o risco de cancro da carne vermelha  
	  Carne vermelha: a história de um estudo escolhido a dedo como arma de desinformação</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1191623352</video:player_loc>
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      <video:title>Não, a vacina contra a covid-19 não provoca a infecção por hantavírus</video:title>
      <video:description>Em algumas publicações nas redes sociais, diz-se que, na bula da vacina da covid-19 desenvolvida pela Pfizer, o hantavírus surge como efeito secundário. Mas é mentira.  

 A imagem que partilham é na verdade de uma “lista de acontecimentos adversos de especial interesse”. São mais de mil acontecimentos que os investigadores pretendem observar ou monitorizar de perto por razões de segurança, caso surjam durante os ensaios clínicos ou a implementação em larga escala da vacina. O que não quer dizer que são causados pela vacina.  

 Leia mais: 

 
	  Não há 159 casos confirmados nem escolas a fechar. Quatro mentiras sobre o hantavírus  
	  Hantavírus: o que são estas raras infecções que mataram três pessoas num cruzeiro?  
	  “Provavelmente só em Junho” teremos a fotografia completa do surto de hantavírus</video:description>
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      <video:title>Miguel Poiares Maduro: uma ditadura recente não é uma “vacina” contra o autoritarismo</video:title>
      <video:description>Para Miguel Poiares Maduro,  cientista político, ex-ministro no Governo liderado por Passos Coelho, a ditadura recente não constitui nenhuma “vacina” contra a ascensão do autoritarismo em Portugal: “O trauma da ditadura não é garantia suficiente para não existir atracção por regimes autoritários”. 

  Ouça o podcast na íntegra:  

 
	 
	  Miguel Poiares Maduro: o autoritarismo “pode, claramente, acontecer em Portugal”</video:description>
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    <loc>https://www.publico.pt/2026/05/11/video/pedro-lousada-estreia-projecto-lowsada-keep-colaboracao-sunbee-han-20260511-215954</loc>
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      <video:title>Pedro Lousada estreia o seu projecto Lowzada com &lt;i&gt;Keep&lt;/i&gt;, em colaboração com Sunbee Han</video:title>
      <video:description>Músico, compositor e DJ, com mais de duas décadas de actividade na música, rádio, televisão e criação sonora, Pedro Lousada (que, com o nome artístico de Guitshu, faz parte desde 2008 dos  Blasted Mechanism , depois de fundar em 1997 os Zedisaneonlight) estreia esta terça-feira um projecto a solo a que deu o nome de Lowzada. O single e videoclipe em estreia, Keep, são uma parceria com a bailarina,  performer  e vocalista sul-coreana Sunbee Han (que nele canta e dança), e, segundo afirma Pedro Lousada, no texto que acompanha o lançamento, “nasce desse impulso invisível que nos faz continuar – mesmo quando tudo abranda. A letra transmite essa persistência. Do que vale a pena guardar. E do que é necessário largar.” Assente, ainda segundo o citado texto, “numa base electrónica hipnótica orientada para a pista de dança”, este tema “cruza pulso físico com uma dimensão mais introspectiva. Entre momentos de tensão e libertação, reflecte a oscilação natural da experiência humana: força e fragilidade, impulso e queda.”</video:description>
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      <video:title>Lisa Vicente e a eterna discussão sobre qual é a forma certa de educação sexual</video:title>
      <video:description>Se na adolescência Lisa Vicente era conhecida pelo pai como a “contestatária”, hoje é reconhecida como uma das maiores especialistas em sexualidade, uma defensora de empoderamento das mulheres, ajudando-as a conhecerem o seu corpo, sem tabus. 
 
As suas consultas vão muito para além dos diagnósticos médicos e os seus livros —  Atlas da V , e  A Revolução da Menopausa  — ajudam a levar informação fundamental a mais pessoas. 

  Ouça o podcast na íntegra:  

 
	  Birras com Lisa Vicente: “A minha primeira educação sexual foi ver o afecto entre os meus pais”</video:description>
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      <video:title>Leonor Caldeira: “Quando damos a um homem o poder de nos alimentar, também damos o de nos esfomear”</video:title>
      <video:description>O feminismo, diz Leonor Caldeira, é o “movimento de libertação das mulheres da opressão patriarcal”. E pode estar em crise. “Quando damos a um homem o poder de nos alimentar, também damos o poder de nos esfomear”, reforça. “Aquilo que é uma escolha feminista é o que protege os direitos das mulheres e que as liberta da opressão patriarcal.” 

  Ouça o podcast na íntegra:  

 
	  Leonor Caldeira: “Numa sociedade patriarcal, a capacidade de seduzir os homens é o que dita o nosso valor”​</video:description>
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      <video:description>p3</video:description>
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      <video:title>“Espanha deve estar onde sempre esteve: com as democracias”, defende Mariano Rajoy</video:title>
      <video:description>O antigo líder do Governo de Espanha defende, em entrevista ao PÚBLICO e à Renascença, que “o melhor que pode acontecer a Espanha e Portugal é que existam dois grandes partidos centrados e moderados”. 

  Leia a entrevista:  

 
	  Mariano Rajoy: “Espanha deve estar onde sempre esteve: com as democracias”​</video:description>
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      <video:title>A reforma laboral foi apresentada em Julho. O que aconteceu ao longo das negociações?</video:title>
      <video:description>O programa eleitoral da AD não permitia antever o que aí vinha no pacote laboral. No final de Julho, dois meses depois das eleições legislativas, o Conselho de Ministros aprovou um documento que propunha mais de cem alterações à lei do Trabalho. Seguiram-se meses de reuniões técnicas entre Rosário Palma Ramalho, ministra do Trabalho, confederações patronais e UGT. A CGTP estava representada apenas no plenário da concertação social. 

 O Governo reiterou que a proposta seguirá para o Parlamento com ou sem acordo na concertação social e deu até dia 7 de Maio, data do próximo plenário, para a UGT apresentar uma contraproposta. A central sindical já disse que vai reafirmar as mesmas propostas e não excluiu a participação numa greve geral. A CGTP marcou nova greve para dia 3 de Junho. 

 Não é certo o que acontecerá na Assembleia da República, mas mesmo que os deputados aprovem a reforma laboral, o documento pode ser vetado pelo Presidente da República. 

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      <video:title>Num depósito de 50 litros de combustível, 45 euros são impostos ao Estado? Quase</video:title>
      <video:description>O secretário-geral do Partido Socialista, José Luís Carneiro, afirmou, durante o debate quinzenal de quarta-feira, diz 29 de Abril, que em 50 litros de combustível, 45 euros correspondiam a impostos ao Estado. Na verdade, o valor varia entre 42 e 48 euros correspondem a impostos, dependendo se falamos de gasóleo ou gasolina. Não são os 45 euros referidos pelo socialista, mas são números próximos. 

  Leia mais:  

 
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      <video:title>Mais radares e um novo Código da Estrada. Cinco medidas com que o Governo quer combater a sinistralidade rodoviária</video:title>
      <video:description>Para aumentar a segurança nas estradas, o Ministério da Administração Interna anunciou em Abril um pacote de medidas estratégicas. Está a ser preparado um novo Código da Estrada, as operações STOP vão deixar de ser anunciadas com antecedência e vão ser instalados mais radares de velocidade. 

  Saiba mais:  

 
	  As cinco medidas com que o Governo quer combater a sinistralidade rodoviária  
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      <video:title>Filipa Gomes: “Sentia um apoio feminino, uma sororidade de 'estás linda &lt;i&gt;no matter what&lt;/i&gt;'”</video:title>
      <video:description>Foi há mais de uma década que Filipa Gomes apareceu no ecrã, e a sua imagem, bem como o tom coloquial que utilizava nos programas, surpreenderam os mais conservadores do meio da cozinha —​ nunca se intitulou de chef e ainda hoje prefere ser chamada de cozinheira e criadora de conteúdos. “Porque é que tens as unhas pintadas? Porque é que tens batom? Porque é que estás assim vestida? Porque é que estás tão arranjada?”, reproduz, falando de algumas críticas que ouvia, muitas vezes sobre o seu corpo. 

 O seu corpo ainda continua a ser tema nas caixas de comentários, até nos vídeos de receitas, em que os seguidores sentem “legitimidade” para falar da sua forma física, diz. “É um tema muito delicado para mim. É pública a minha luta constante com o peso, com as minhas medidas, com o ser gorda ou não…”, desabafa no podcast A Vida Não É o Que Aparece. 

  Ouça na íntegra:  

 
	  Filipa Gomes: “Pus-me no papel da mãe que tudo pode. Mas não somos capazes durante muito tempo”</video:description>
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      <video:title>Leonor Caldeira: “Numa sociedade patriarcal, a capacidade de seduzir os homens é o que dita o nosso valor”</video:title>
      <video:description>Com Leonor, debatemos a opressão da beleza que as mulheres jovens de hoje vivem com muito maior peso do que as suas avós. O aumento da indústria das cirurgias estéticas, das dietas, dos suplementos em mulheres muito novas mostra que também no feminismo estamos perante uma regressão. 

 Ou estamos no mesmo ponto, como diz Leonor Caldeira, em que “a capacidade de seduzir os homens é aquilo que dita o valor da mulher”. O capitalismo encontrou aí um nicho ainda pouco explorado nos anos 80. 

  Ouça o podcast na íntegra:  

 
	  Leonor Caldeira: “Numa sociedade patriarcal, a capacidade de seduzir os homens é o que dita o nosso valor”</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Desamor&lt;/i&gt; é o novo single das Amara Quartet antes do álbum &lt;i&gt;Lianor&lt;/i&gt;, no dia 10 de Maio</video:title>
      <video:description>São um quarteto formado no Porto, em 2020, e vão publicar o seu primeiro álbum no dia 10 de Maio. Apresentando-se como “o primeiro quarteto feminino de Fado na história de Portugal”, o grupo chama-se Amara Quartet e o seu álbum de estreia tem por título  Lianor  e foi já anunciado, no passado dia 16 de Abril, com o tema   Tempestade  , em single e videoclipe. Composto por Joana Almeida (nascida em 1993, em Vila do Conde, na guitarra acústica e composição) Susana Castro Santos (1971, Santa Maria da Feira, violoncelo e composição), Sónia Sobral (1993, Viseu, no acordeão) e Laura Rui (1992, Ovar, na voz) o quarteto estreia esta terça-feira um novo tema,  Des amor   (com a palavra amor riscada), com letra e música de Susana Castro Santos. 

 E apresentam-no com estas palavras: “Quando A Saudade se torna palavra de ordem numa relação emocional, algo não está bem. Equacionam-se presenças, pois na realidade funcionam como ausências. Vai tomando forma um Des amor  que tem por base o sofrimento, a desilusão, a revolta… O videoclipe da música  Des amor   transporta-nos precisamente para esse sítio em que a razão e a emoção se confrontam e é da violência desse embate que emerge a certeza de não mais querer viver com A Solidão.” Além destes dois temas, e dos já antes lançados em videoclipes, alguns dos quais gravados em concerto (como   Procura vã  ,   Cruel morte  ,   As coisas são como são   ou   A força do ser, mulher  ), o álbum contará com mais seis:  Lianor ,  Del alma ,  Calçada de Carriche ,  Mar ,  Cara minha inimiga  e  Papoilas do Alentejo . 

 Celebrando, segundo os seus promotores, “a representatividade feminina”  Lianor  “redefine o papel da mulher no fado e na música portuguesa através de composições originais, incluindo homenagens a Luís Vaz de Camões, e temas do fado tradicional”. A estreia, ao vivo, deste trabalho, será no mesmo dia do lançamento, 10 de Maio, no Teatro Sá da Bandeira (Porto), às 18h30.</video:description>
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