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      <video:title>Leis laborais: Confederação de Comércio e Serviços teme “imprevisibilidade” do Chega</video:title>
      <video:description>Ao fim de 16 anos, João Vieira Lopes deixa esta semana a presidência da Confederação de Comércio e Serviços (CCP). Em entrevista ao PÚBLICO-Renascença, o membro mais antigo da Concertação Social diz estar pouco confiante num acordo para a revisão das leis laborais e manifesta as suas preocupações pela negociação que se poderá seguir no Parlamento. 

  Leia a entrevista completa:  

 
	  Leis laborais: CCP teme “imprevisibilidade” do Chega e “radicalismos” no Parlamento</video:description>
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      <video:title>Leis laborais: Confederação de Comércio e Serviços teme “imprevisibilidade” do Chega</video:title>
      <video:description>João Vieira Lopes deixa esta semana a presidência da Confederação de Comércio e Serviços (CCP), ao fim de 16 anos. Em entrevista ao PÚBLICO-Renascença, o membro mais antigo da Concertação Social diz estar pouco confiante num acordo para a revisão das leis laborais e manifesta as suas preocupações pela negociação que se poderá seguir no Parlamento.  

  Leia a entrevista:   

 
	  Leis laborais: CCP teme “imprevisibilidade” do Chega e “radicalismos” no Parlamento​</video:description>
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      <video:title>Luta Livre de Luís Varatojo dá vida animada ao protesto de &lt;i&gt;Estufas &amp; alojamento local&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Na véspera de mais um 1.º de Maio,  Contrafação , o terceiro álbum do projecto Luta Livre de Luís Varatojo ganha o primeiro videoclipe animado. Da autoria de Cristina Viana, que assinara videoclipes para alguns dos temas dos dois discos anteriores (  Escravo do patrão  ,   O problema é o sistema   e   Ninguém quer saber  , para   Técnicas de Combate , 2021 ; ou   Panela de pressão   e   Um T zero no Barreiro   para   Defesa Pessoal , 2023 ), o videoclipe de  Estufas &amp; alojamento local  configura, segundo o texto que acompanha o lançamento, “um objecto artístico bastante interessante e tangente à identidade da Luta Livre, que sempre usou nos concertos, a imagem animada como veículo coadjuvante de transmissão da mensagem. É uma estética quase Naïf e ao mesmo tempo bastante proclamatória, carregada de sentido e de revolta Punk. Em alguns momentos é como se os Murais de Abril ganhassem vida própria e viessem para a ‘rua gritar’.” 

 Quanto à canção propriamente dita, com letra e música de Luís Varatojo, é uma crítica aberta a uma situação que não tem melhorado com o tempo, pelo contrário. E, conforme disse ao PÚBLICO o seu autor em 2025, é um retrato feito em viagem: “Vamos pelo Alentejo ou pela Beira e a paisagem está toda dominada por quilómetros de estufas. Foi em viagem que me surgiu o refrão, ‘meu querido Portugal, és só estufas e alojamento local’, porque acaba por ser uma coisa triste para quem conhece o país. Mantive a letra na primeira pessoa e é triste, aqui não há nada de positivo, é mesmo uma constatação.” 

 Agora, no texto do lançamento, reforça-se esse sentido, mostrando  Estufas &amp; alojamento local  como “um alerta para um país que se ‘derrama’, de forma despudorada, no colo de um turismo de massas totalmente descontrolado e que nos faz esquecer que as casas são para habitar e não para alugar, um país que fecha os olhos a uma escravatura travestida de agricultura de sucesso, um país que sofre todos os dias uma erosão cultural aguda e que arrisca a acabar os seus dias transformado num decadente parq</video:description>
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      <video:title>António Raminhos: “Às vezes, apetecia-me desligar de tudo e desaparecer”</video:title>
      <video:description>Foi com o humor sobre a parentalidade que Raminhos (como prefere que o chamem) se tornou conhecido dos portugueses. Fazia vídeos com as duas filhas mais velhas que colocava no YouTube, onde atingiam os milhares de visualizações, numa altura em que “não sabíamos tanto” sobre os perigos da exposição das crianças. “Quando comecei a ter mais noção do que são as redes sociais, comecei a pensar muitas vezes que tinham ficado traumatizadas. Por outro lado, sei que não aconteceu porque elas gostam de ver os vídeos”, analisa o humorista, em entrevista no  podcast  A Vida Não é o Que Aparece. 

 O humorista lembra que o humor é uma ferramenta para lidar “com o absurdo” do mundo ou com os nossos próprios fantasmas de saúde mental. “A única maneira de combater a loucura em que o mundo está é relativizar para termos alguma normalidade. Há piadas muito agressivas que nasceram em tempo de tensão.” 

  Ouça o podcast na íntegra:  

 
	  António Raminhos: “Tenho piadas superagressivas que nasceram em tempo de tensão”</video:description>
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      <video:title>João Só e Tiago Nogueira acenam com um &lt;i&gt;Lenço&lt;/i&gt; ao Verão e anunciam um disco a dois</video:title>
      <video:description>Já há vários anos que João Só e Tiago Nogueira (dos Quatro e Meia) iniciaram uma parceria que em termos discográficos se estreou em 2020 em single e videoclipe com   Maldita a hora   e que em Janeiro de 2026 resultou noutro original,   Quem não sabe amar  . Desta vez, já com ares do Verão que se aproxima (e tendo por mote as populares festas juninas), publicam  Lenço , nascida entre os vários concertos que vão dando pelo país e que irão culminar no Coliseu de Lisboa, no dia 11 de Dezembro deste ano.  Lenço , segundo o texto que acompanha o lançamento, apresenta-se como uma canção que “cruza o acordeão tradicional com uma energia pop luminosa, dando forma a uma história de proximidade, calor e romance fugaz, marcada pela leveza das noites cheias de música, riso e o cheiro inconfundível a sardinhas”. 

 Com letra e música de João Só e Tiago Nogueira,  Lenço  é mais um passo para o anunciado trabalho de estúdio da dupla. O videoclipe, agora em estreia, foi filmado na Quinta de São Francisco (Outeiro, Viana do Castelo), com realização de Paulo Bico e Flávio Cruz. Além de João Só (percussão, guitarras, piano, coros e voz principal) e Tiago Nogueira (adufes, coros e voz principal), participaram na gravação Francisco Sales (guitarras acústicas), Pedro Zagalo (acordeão) e João Sampayo (baixo e programações). A produção é de João Só.</video:description>
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      <video:title>Must Be Blue foram até Marrocos e de lá trouxeram inspiração para &lt;i&gt;From dusk till dawn&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Em finais de Novembro de 2025, quando lançaram em single e videoclipe um registo ao vivo de   Cosmic dance   (do EP  No Followers, Please ), os Must Be Blue já tinham feito a viagem que lhes serviu de inspiração para o tema agora em estreia,  From dusk till dawn . O duo composto por Pedro Caldas Costa e Maria Damasceno andou de carro, à noite, pelo deserto de Agafay, em Marrocos, em Outubro desse ano, e dessa viagem trouxe a ideia para o novo tema, que marca o regresso dos Must Bu Blue aos originais e a caminho de um novo álbum. A música, escrevem eles no texto que anuncia o lançamento, “transmite-nos um momento de tensão e mistério, com sintetizadores e  beats  marcados e pulsantes envoltos numa  vibe  sombria mas com muita frescura e sensualidade à mistura, ao passo que a letra fala-nos sobre algo que nos persegue constantemente e ao qual não conseguimos fugir.” O videoclipe, composto a partir de imagens (em domínio público) de  cabaret  e  striptease  dos anos 20, foi editado por Pedro Caldas Costa e pretende realçar “o ritmo e sensualidade que a música nos transmite através do movimento dos corpos, da elegância e encenação teatral nos  cabaret’s  daquela época.” No dia 30 de Maio, os Must Be Blue actuam no festival Fnac Live, nos jardins da Torre de Belém, em Lisboa.</video:description>
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      <video:title>Sofia Hoffmann volta a &lt;i&gt;[In]LOVE&lt;/i&gt; e relança &lt;i&gt;Dolce far niente&lt;/i&gt; com Nitin Sawhney</video:title>
      <video:description>Foi em Novembro de 2024 que a cantora, compositora e sitarista Sofia Hoffmann lançou o seu terceiro álbum,   [In]LOVE  , com produção do cantor e compositor brasileiro  Ivan Lins . É deste álbum, sucessor de   One Soul   (2019) e de   Rebirth   (2021, produzido pelo norte-americano John Beasley), que decidiu agora relançar o tema  Dolce far   nient e, numa parceria com compositor, produtor e multi-instrumentista britânico Nitin Sawhney. No texto de lançamento, Sofia, que é admiradora de longa data de Sawhney, destaca “a sua extraordinária capacidade de cruzar géneros musicais com fluidez, criando arranjos sofisticados e uma linguagem sonora única. A fusão subtil entre elementos da música clássica indiana, vocais e instrumentais, e a sonoridade ocidental contemporânea, mas também o facto de ser um produtor e compositor extremamente versátil no que respeita outros géneros musicais, tornou-o o colaborador ideal para reinventar este tema.” 

 Com letra, música e voz de Sofia Hoffmann, esta nova versão de  Dolce far niente  tem produção, arranjos e execução musical de Nitin Sawhney, com João Moreira na trompete e Cláudio César Ribeiro na guitarra. O videoclipe é de Ana Ladislau. A colaboração com Sawhney reflecte, segundo o texto que acompanha este lançamento, “uma visão artística partilhada entre ambos: a música como uma força transformadora com impacto na sociedade e na consciência humana.” 

 No dia 27 de Maio, a assinalar a nova edição de  Dolce far niente , Sofia Hoffmann apresenta-se ao vivo no  Cinema São Jorge , às 21h30, num concerto em quinteto, com Nuno Tavares (piano), André Rosinha (contrabaixo), Alexandre Ferreira Alves (bateria) e Moisés Fernandes (trompete). E já tem anunciados para Dezembro dois concertos de Natal: dia 12 em Lagoa, Algarve ( Christmas Jazz ) e dia 19 de novo no Cinema São Jorge ( InLOVE with Christmas ).</video:description>
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      <video:title>Neste dia 1 de Maio, PZ clama por &lt;i&gt;Mil euros por mês&lt;/i&gt;, com a ajuda dos Mão Morta</video:title>
      <video:description>Continua, no prometido ritmo mensal, a construção do  Álbum de Família  que PZ (alter ego do cantor e compositor portuense Paulo José Pimenta) conta publicar no final deste ano, em vinil, reunidas as 12 canções que está a publicar ao longo de 12 meses e que contam com 12 convidados, um para cada. Depois de   Todo o santo dia   (em Janeiro, com Samuel Úria),   Quem é que vai lavar a banca   (em Fevereiro, com Joana Espadinha),   Sou pai de filhos   (em Março, no Dia do Pai, com os Retimbrar) e   Empadão na Bimby   (em Abril, com Emmy Curl), estreia-se neste 1.º de Maio um tema adequado ao Dia do Trabalhador: Mil euros por mês, agora em colaboração com os Mão Morta de Adolfo Luxúria Canibal. 

 É um tema que, segundo o texto que acompanha o lançamento, “abre um lado mais frontal e político do  Álbum de Família , trazendo para o centro da mesa a velha questão: quanto é preciso, afinal, para uma família viver com dignidade? Partindo de um refrão obsessivo – ‘Eu quero mil euros por mês’ – a canção constrói-se como uma sátira mordaz à precariedade contemporânea, num momento em que o salário mínimo nacional em Portugal se aproxima desse valor simbólico, mas continua aquém de garantir estabilidade real. Entre a repetição e o desespero, a música transforma um desejo básico numa espécie de mantra geracional.” Ou seja: “Um retrato irónico de um sistema onde o trabalho nem sempre garante dignidade, e onde o sonho mínimo – mil euros por mês – ainda soa a reivindicação.” 

 Com música. Letra, produção, voz, baixo e guitarras de PZ, tendo por convidados os Mão Morta, com Adolfo Luxúria Canibal (voz e letra adicional), Miguel Pedro (bateria) e Ruca Lacerda (guitarras). O registo foi feito nos estúdios Arda, com gravação e mistura de Zé Nando Pimenta, e o videoclipe, como os anteriores, foi realizado por Vasco Mendes.</video:description>
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      <video:title>Cais Sodré Funk Connection dão honras de vídeo a &lt;i&gt;Má rês&lt;/i&gt; e anunciam um Verão quente</video:title>
      <video:description>Quando lançaram o seu mais recente álbum,   Um Quarto na Rua Cor de Rosa  , em Setembro de 2025, os Cais Sodré Funk Connection já o tinham anunciado com dois singles e videoclipes:   Mau perder  , em Março de 2024; e   Tem de ser  , em Maio de 2025. No dia do lançamento do álbum publicaram um terceiro,   Vou viver  , e agora acrescentam-lhe um quarto videoclipe,  Má rês , revisitando o álbum com que assinalaram os seus 15 anos de aventuras musicais. Com realização (tal como os anteriores) de Francisco Quera Gomes, o videoclipe de  Má rês  conta com Tamin na voz, apoiada por NBC; David Pessoa, na guitarra e coros; João Gomes, teclado e coros; João Cabrita, saxofones e coros; Francisco Rebelo, no baixo; e Rui Alves, na bateria. 

 Este regresso a  Um Quarto na Rua Cor de Rosa , segundo o texto que acompanha o lançamento, é feito “de olhos postos no Verão”, que para os Cais Sodré Funk Connection se anuncia como um “Verão quente” musical. Tamin, que compôs este tema juntamente com João Cabrita, vê-o como “uma das canções mais pessoais do álbum”: “Para mim, fala sobre aquele sentimento contraditório de amar alguém que, no fundo, sabemos que nos faz mal… e mesmo assim escolher ficar”, explica ela, no texto atrás citado. “É sobre quando o coração insiste onde a razão já desistiu, e sobre a dificuldade de largar uma ligação que nos consome, mesmo sabendo que não nos faz bem. Há ali uma energia quase visceral entre vulnerabilidade e força, e isso faz desta faixa um dos momentos mais intensos e cinematográficos do disco para mim.” 

 Desde a sua fundação, os Cais Sodré Funk Connection gravaram quatro álbuns:   You Are Somebody   (2012),   Soul, Sweat &amp; Cut the Crap   (2016),   Back On Track   (2019) e   Um Quarto Na Rua Cor de Rosa   (2025). E em Dezembro de 2025 lançaram um EP natalício,   Christmas Soul Party Vol. 1  , com cinco temas, anunciando uma série que terá continuidade no futuro. Os próximos concertos do grupo serão no Cartaxo, no dia 30 de Abril, na Feira do Vinho, e no dia 22 de Agosto nos Açores, na ilha </video:description>
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      <video:title>Jorge Moreira da Silva: “Gaza é muito pior do que um campo de refugiados”</video:title>
      <video:description>Jorge Moreira da Silva, subsecretário-geral das Nações Unidas e director de uma agência da ONU chamada UNOPTS, diz que a história se vai "encarregar de dizer se houve genocídio ou não" em Gaza. O que o preocupa agora é o que pode ser feito neste momento para que "aqueles dois milhões de pessoas não estejam condenados a uma pena eterna de sofrimento e de falta de cumprimento dos direitos humanos". 

 O antigo candidato a presidente do PSD foi agora nomeado por António Guterres para negociar a passagem de fertilizantes no estreito de Ormuz e afirma que se não for possível resolver a curto prazo o problema da passagem de fertilizantes “haverá fome” e assistiremos a “uma crise alimentar de enormes dimensões”. 

  Ouça o podcast na íntegra:  

 
	  Jorge Moreira da Silva: “Vamos ser todos julgados sobre o que fizemos ou não fizemos em Gaza”</video:description>
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      <video:title>Jorge Moreira da Silva: “Vamos ser todos julgados pelo que fizemos ou não fizemos em Gaza”</video:title>
      <video:description>Jorge Moreira da Silva, subsecretário-geral das Nações Unidas e director de uma agência da ONU chamada UNOPTS, esteve três vezes em Gaza, um lugar que, diz, "é muito pior que um campo de refugiados".  “Nós vamos ser todos julgados por aquilo que fizemos ou não fizemos em Gaza. Gaza é um conflito que não tem paralelo. Não há jornalistas, os que havia tiveram que sair ou foram mortos. São as Nações Unidas que vão contando o que vêem”.  

 É o segundo convidado do  podcast  do PÚBLICO O que fazer quando tudo arde. 

  Ouça na íntegra:  

 
	 
	  Jorge Moreira da Silva: “Vamos ser todos julgados sobre o que fizemos ou não fizemos em Gaza”</video:description>
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      <video:title>O momento em que Trump é retirado do jantar após disparos. Suspeito “é uma pessoa doente”, diz</video:title>
      <video:description>Donald e Melania Trump e J.D. Vance foram retirados do jantar anual dos jornalistas que acompanham a Casa Branca, depois de um homem ter aberto fogo contra elementos da equipa de segurança. O suspeito, identificado como Cole Tomas Allen, 31 anos, foi detido, mas antes conseguiu atingir um agente do FBI — que "foi salvo" pelo colete à prova de bala, referiu o Presidente norte-americano.  

 Em conferência de imprensa, depois do incidente, Trump lembrou que tem "uma profissão perigosa" e garantiu que o evento será reagendado: "Não vamos deixar que ninguém assuma o controlo da nossa da nossa sociedade." Disse ainda que o suspeito "é uma pessoa muito doente". 

  Saiba mais:  

 
	 
	  Trump retirado de jantar dos correspondentes da Casa Branca depois de disparos. Suspeito foi detido  
	 
	 
	  Quem é Cole Allen, que disparou durante o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca?</video:description>
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      <video:title>Milhares desceram a Avenida da Liberdade de cravo na mão e celebraram a conquista de direitos</video:title>
      <video:description>Milhares de pessoas saíram à rua para celebrar o 52.º aniversário do 25 de Abril. Neste ano, muitos participantes do desfile em Lisboa sentem que os direitos conquistados após o 25 de Abril de 1974 estão ameaçados e que, mais do que nunca, precisam de lutar por eles. 

 Saiba mais: 

 
	 Acompanhe as celebrações  ao minuto  
	  “Estejam atentos”: com alertas aos jovens, Seguro pede transparência no financiamento dos partidos  
	  25 de Abril no Parlamento: Entre críticas ao pacote laboral e defesa da "moderação"</video:description>
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      <video:title>25 de Abril no Parlamento: Entre críticas ao pacote laboral e defesa da "moderação"</video:title>
      <video:description>Na sessão solene do 52.º aniversário do 25 de Abril, as intervenções dos dez partidos com assento parlamentar ficaram marcadas pela condenação do populismo e pelo apelo à derrota do pacote laboral. Numa denúncia da esquerda "preconceituosa" e da direita "radicalizada", Hugo Soares defendeu a "moderação". "O democrata inteiro é o moderado, que não polariza, não divide, antes junta", afirmou o social-democrata. André Ventura centrou o discurso na comunidade emigrante e criticou a "festas com cravos". O secretário-geral do PS, por sua vez, deixou um alerta para as "desigualdades que persistem e se agravam" no país e condenou o "destratamento dos imigrantes".  

 Pela Iniciativa Liberal, Mariana Leitão subiu à tribuna para lembrar que "há 52 anos, o país despertou entusiasmado com uma esperança que se concretizou mais tarde". No entanto, "Abril não se fez para que nada mudasse", atirou a líder da IL. Rui Tavares, do Livre, aproveitou para deixar uma crítica ao executivo que, "depois de anos a adiar o Centro Interpretativo do 25 de Abril", decidiu "deslocá-lo para a Pontinha". Por sua vez, o deputado comunista Alfredo Maia reforçou a crítica ao "pacote laboral com que o patronato, o Governo e a direita que o servem pretendem esmagar os direitos dos trabalhadores".  

  "Abril não tem donos", defendeu João Almeida, deputado do CDS, antes de apelar ao fim de "amarras a políticas de esquerda". Inês Sousa Real alertou para o perigo de novas formas de violência, como "a violência da palavra", e Fabian Figueiredo apontou as últimas cinco décadas como "a época área da nossa história colectiva". O deputado único do Juntos Pelo Povo (JPP), Filipe Sousa, denunciou os "discursos de ódio disfarçados de opinião tentam dividir aquilo que Abril uniu". 

 Saiba mais: 

 
	  Cravo a cravo, as avenidas enchem-se de cor, gente e palavras de liberdade  
	  Seguro deixa apelo aos jovens: "Quando ouvirem a palavra liberdade a ser usada para a restringir, defendam-na"  
	  Aguiar-Branco contra o populismo: "Fomos aceitando a idei</video:description>
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      <video:title>Aguiar-Branco contra o populismo: "Fomos aceitando a ideia de que os políticos estão a esconder qualquer coisa"</video:title>
      <video:description>José Pedro Aguiar-Branco criticou os discursos populistas, que colocam o poder político como o pior do que existe no país. Com ironia, disse que "não bastava [aos políticos] declararmos rendimentos, era preciso declarar publicamente se a mulher ou marido é rico, se o primo é pobre, se o enteado é empresário" e "se a casa tem elevador, quantas casas de banho [tem], se tem empréstimo, se o empréstimo é com taxa fixa, se é bonificado", numa referência às  casas de banho da casa do primeiro-ministro, Luís Montenegro . 

 A expressão de Aguiar-Branco conclui que os políticos tornaram, "tantas vezes", a "vida política num  reality show " e que foram sempre "aceitando a ideia de que os políticos estão sempre a esconder qualquer coisa". "Os políticos que defenderam e advogaram a presunção de inocência para os cidadãos do dito país real, são os mesmos que defendem e advogam a presunção de culpabilidade para todos os políticos". 

 Saiba mais: 

 
	  Acompanhe ao minuto as celebrações do 52.º aniversário do 25 de Abril  
	  Seguro deixa apelo aos jovens: "Quando ouvirem a palavra liberdade a ser usada para a restringir, defendam-na"</video:description>
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      <video:title>Seguro deixa apelo aos jovens: "Quando ouvirem a palavra liberdade a ser usada para a restringir, defendam-na"</video:title>
      <video:description>António José Seguro dirigiu-se por "tu" aos jovens portugueses, apelando a uma maior aproximação à política da camada mais jovem da população. Durante a sessão solene  do 52. º  aniversário do 25 de Abril , Seguro disse que não lhe cabe pedir aos jovens que "amem o 25 de Abril", mas para terem noção de que as conquistas da revolução têm uma tradução concreta na sua vida. E deu vários exemplos: as mulheres poderem viajar sem ter de pedir autorização aos companheiros ou quando é partilhada uma notícia crítica do poder e ninguém bateu à porta. 

 Saiba mais: 

 
	  Acompanhe ao minuto as celebrações do 52.º aniversário do 25 de Abril  
	  Quem foi Carolina Beatriz Ângelo, a primeira mulher a votar em Portugal?</video:description>
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      <video:title>Quem foi Carolina Beatriz Ângelo, a primeira mulher a votar em Portugal?</video:title>
      <video:description>A 28 de Maio de 1911, a médica-cirurgiã e sufragista Carolina Beatriz Ângelo tornou-se na primeira mulher a votar em Portugal (e no Sul da Europa). Conseguiu-o depois de uma batalha legal, em que desafiou o sistema: a lei eleitoral da I República permitia o voto a cidadãos portugueses, com mais de 21 anos, que soubessem ler ou escrever ou fossem "chefes de família", sem especificar o sexo. Viúva, com uma filha a seu cargo, logo "chefe de família", entendeu que reunia as condições para votar — e os tribunais deram-lhe razão. 

 Só com a Revolução dos Cravos chega o sufrágio universal, como explica a historiadora Irene Flunser Pimentel. "As primeiras eleições são em 25 de Abril de 1975 e, portanto, é a primeira vez que homens e mulheres a partir dos 21 anos podem votar. E aproveitaram essa deixa, quase 90% foram votar." 

  Saiba mais:  

 
	  Assim era Lisboa antes das primeiras eleições livres, em 1975  
	  Quando as feministas influenciaram o poder</video:description>
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      <video:title>#ComoAssim. Por dentro dos “clubes VIP” do jogo online</video:title>
      <video:description>Em Portugal, o jogo online é um mercado regulado. A lei obriga os operadores a promover o jogo responsável e a sinalizar comportamentos de risco. Mas os relatos mostram outro padrão: quando os gastos disparam, nem sempre surgem travões. Às vezes, surgem incentivos. Estatutos VIP, gestores de conta, convites para camarotes, cabazes, dispositivos electrónicos. E sobretudo bónus. 

 Neste episódio do podcast Como Assim, jogadores em recuperação descrevem o que mudou quando apostar deixou de ser apenas lazer. 

  Oiça na íntegra:  

 
	  “Quando tentava parar, davam-me bónus.” Por dentro dos “clubes VIP” do jogo online</video:description>
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      <video:title>António Mendonça: “É positivo olhar a reforma laboral com olhos para o futuro”</video:title>
      <video:description>António Mendonça defende que a reforma laboral deve ser aprovada, mas tem dúvidas de que as alterações propostas pelo Governo, e negociadas em sede de concertação social, "tenham grandes impactos em termos da alteração da estrutura produtiva" da economia nacional. Em entrevista ao PÚBLICO/Renascença, o bastonário da Ordem dos Economistas e antigo ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações de José Sócrates, assumiu ter "sérias reservas" quanto ao aumento das taxas de juro pelo Banco Central Europeu (BCE). 

  Leia mais:   

 
	 
	  António Mendonça: “Tenho dúvidas de que alterações [à lei laboral]” impactem na estrutura produtiva</video:description>
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      <video:title>Reforma laboral deve ser aprovada, mas é preciso “transformação estrutural”, diz António Mendonça</video:title>
      <video:description>António Mendonça defende que a reforma laboral deve ser aprovada, mas tem dúvidas de que as alterações propostas pelo Governo, e negociadas em sede de concertação social, "tenham grandes impactos em termos da alteração da estrutura produtiva" da economia nacional. 

 Em entrevista ao PÚBLICO/Renascença, o bastonário da Ordem dos Economistas e antigo ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações de José Sócrates, assumiu ter "sérias reservas" quanto ao aumento das taxas de juro pelo Banco Central Europeu (BCE). 

  Leia a entrevista na íntegra:  

 
	  António Mendonça: “Tenho dúvidas de que alterações [à lei laboral]” impactem na estrutura produtiva</video:description>
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      <video:title>Luís Montenegro recebe María Corina Machado, líder da oposição venezuelana</video:title>
      <video:description>Chegou, cumprimentou, entrou, saiu. A passagem da líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, por Lisboa podia ser resumida desta forma. O encontro com o primeiro-ministro português, Luís Montenegro, no Palácio de São Bento, em Lisboa, nesta quarta-feira, não ultrapassou os 40 minutos. 

 À saída, coube ao líder do Governo português fazer o resumo de uma mensagem, também ela sucinta. Tal como já se antevia, os dois falaram com um “espírito de grande esperança”, “com sentido de partilha” e, sobretudo, “perspectivando um futuro para a Venezuela, que deve passar por uma solução democrática, livre e onde os venezuelanos podem decidir o seu futuro”. Neste “momento de transição democrática”, que Montenegro espera que seja curto para permitir o regresso ao país de “exilados como ela”, antecipa-se, também, o momento em que seja possível realizar um “acto eleitoral” onde o povo venezuelano se possa manifestar de forma livre – incluindo os cerca de “400 mil compatriotas” que vivem no país. 

  Leia mais:  

 
	  Montenegro transmite mensagem de “esperança no futuro da Venezuela” a Corina Machado</video:description>
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      <video:title>João Manzarra: “Acho o estar ao telemóvel uma coisa feia”</video:title>
      <video:description>João Manzarra gosta de viajar pelo mundo sozinho pela “pura liberdade” e “adrenalina” que experiencia nesses momentos. E de preferência prefere fazê-lo sem o telemóvel, sendo especialmente crítico desse pequeno aparelho que diz dominar as nossas vidas. “Acho o estar ao telemóvel uma coisa feia. É uma coisa que a mim não me atrai num ser humano”, declara no podcast  A Vida Não é o Que Aparece . 
 
“Se vejo alguém à minha volta com um telemóvel, há ali qualquer coisa, parece que aquela pessoa se está a afastar do melhor dela, de uma vida melhor que poderia estar a ter naquele momento.” 
  

  Leia mais:  

 
	  João Manzarra: “Causa-me tristeza que a experiência da vida seja a olhar para um ecrã”</video:description>
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      <video:title>Lula assinala sintonia entre Brasil e Portugal e brinca: “Lembrem-se disso no Mundial”</video:title>
      <video:description>Luís Montenegro, Lula da Silva e Donald Trump entram num estádio. A frase podia ser o início de uma rábula, mas nasce de um desejo com contornos políticos: a de que os três estarão juntos na final do Mundial de Futebol, nos Estados Unidos, caso Portugal e Brasil lá cheguem. O cenário de disputa, invocado pelo Presidente brasileiro, parece ficar-se por aí, porque fora dos relvados a sintonia pareceu evidente. Lula resumiu-a, sobretudo na vertente económica, como um "jogo de ganha-ganha" para os dois países, numa declaração em que a imigração brasileira foi elogiada pelas duas partes. 

  Leia mais:   

 
	 
	  Alinhados na economia e imigração, Lula e Montenegro apostam no “jogo do ganha-ganha”  
	 
	 
	  Em visita a Portugal, Lula recebe apoio de brasileiros em manifestação em Lisboa  
	 
	 
	  André Ventura participa de protesto contra visita de Lula a Portugal e grita: ladrão</video:description>
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      <video:title>Manifestantes do Chega protestam contra Lula durante visita a Lisboa</video:title>
      <video:description>Manifestantes do partido de direita radical populista Chega fizeram um protesto nesta terça-feira em frente ao Palácio de Belém, onde o Presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva participou num almoço com Presidente de Portugal. O líder do Chega, André Ventura, também esteve no local. Pela manhã, Lula da Silva também teve um encontro com o primeiro-ministro Luís Montenegro, no Palácio de São Bento, e discutiram temas como a cooperação aeronáutica, ciência, tecnologia e inovação, além de questões relacionadas à imigração e ao combate à xenofobia. 

 Leia mais:  

 
	 
	  André Ventura participa de protesto contra visita de Lula a Portugal  
	 
	 
	  Ventura diz que visita de Lula a Lisboa “não vai ser igual à de Barcelona”, onde foi aplaudido</video:description>
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      <video:title>Robô chinês pulverizou o recorde humano da meia-maratona em Pequim</video:title>
      <video:description>Os robôs humanóides estão a evoluir a uma velocidade tão estonteante que à segunda meia-maratona, realizada este domingo, na China, para aferir da evolução da sua capacidade, passaram de tempos demasiado lentos para bater por vários minutos o recorde que o ugandês Jacob Kiplimo actualizou, em Março, em Lisboa, com 57m 19s.⁠ ⁠ 

 O  Lightning  ou  Raio , criado pela empresa de telemóveis chinesa Honor, terminou os pouco mais de 21 km da prova em 50m 26s, quase sete minutos menos do que o atleta mais rápido nesta distância.⁠ 

  Saiba mais:  

 
	  Veloz como um  Raio , robô chinês pulverizou o recorde humano da meia-maratona​</video:description>
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      <video:title>Padre DJ Guilherme faz homenagem ao Papa Francisco em Buenos Aires e apresenta uma versão religiosa de uma música de Bad Bunny</video:title>
      <video:description>A poucos dias de se assinalar o primeiro aniversário da morte do Papa Francisco, que se assinala esta terça-feira, 21 de Abril, uma fundação católica de Buenos Aires decidiu organizar uma homenagem pública ao antigo pontífice que incluiu uma rave do padre e DJ português Guilherme Peixoto. Mais de cem mil pessoas estiveram na festa, este sábado à noite, na capital argentina. 

 Durante a actuação, o padre Guilherme incluiu excertos dos discursos de Francisco por entre a música techno e também apresentou uma versão religiosa de  CAFé CON RON , de Bad Bunny. 

  Leia mais:  

 
	  Homenagem ao Papa Francisco com o padre DJ português teve mais de cem mil pessoas em Buenos Aires</video:description>
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      <video:title>Ricardo Araújo Pereira: “Vivemos numa época em que piadas magoam e mísseis são interessantes”</video:title>
      <video:description>"Vivemos numa época em que piadas magoam e mísseis são interessantes", atira Ricardo Araújo Pereira, reflectindo sobre uma certa "sensação de fim do mundo".⁠⁠ É o convidado da estreia do novo podcast de Ana Sá Lopes, na semana em que estreia o seu espectáculo de  stand-up  “Verificando se você é humano”. 

  Ouça o podcast:  

 
	  Ricardo Araújo Pereira: “Tenho uma auto-estima bastante baixa e isso é óptimo”</video:description>
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      <video:title>Ricardo Araújo Pereira: “Eu recomendo auto-estima baixa a toda a gente”</video:title>
      <video:description>Há um mês, Ricardo Araújo Pereira estava a preparar o guião do seu espectáculo de  stand-up comedy  que se estreia sexta-feira, no Porto. Na altura, o texto estava a ser “dolorosamente composto”. 
 
O humorista diz que não é homem de palco, que é inseguro, e que tem uma auto-estima baixa: “A minha avó estabeleceu uns parâmetros que fazem com que eu tenha uma auto-estima bastante baixa”. Mas ter auto-estima baixa talvez seja o segredo do seu sucesso: “Tenho de me esforçar mais”. 

  Ouça o podcast completo aqui:   

 
	  Ricardo Araújo Pereira: “A minha avó estabeleceu parâmetros que fazem com que eu tenha uma auto-estima bastante baixa”</video:description>
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      <video:title>Hyundai Ioniq 3, o eléctrico que parece ter saído de um rali</video:title>
      <video:description>A marca sul-coreana continua a alargar a família Ioniq com a introdução do novo Ioniq 3, um modelo que a Hyundai define através da tipologia “Aero Hatch”. Trata-se de uma proposta que pudemos conhecer numa apresentação estática e que combina um design arrojado, assente na filosofia “Art of Steel”, com uma utilização inteligente do espaço interior. O desenho privilegia a eficiência, apresentando uma frente baixa e uma linha de tejadilho contínua que permite atingir um coeficiente de resistência aerodinâmica de 0,263. Segundo as informações partilhadas pela marca, este modelo utiliza a plataforma E-GMP com uma arquitectura de 400 volts. 

 Autonomia e desempenho para o dia-a-dia 

 O Ioniq 3 estará disponível com duas opções de bateria para responder a diferentes necessidades de utilização. A versão de entrada, designada por Standard Range, conta com uma bateria de 42,2 kWh e uma autonomia prevista superior a 335 quilómetros. Já a variante Long Range utiliza uma bateria de 61 kWh, o que permite estender o alcance para lá dos 490 quilómetros, um valor que a Hyundai considera estar no topo do segmento. Curiosamente, a versão de maior autonomia apresenta uma potência ligeiramente inferior, de 135 CV (99,5 kW), face aos 147 CV (107,8 kW) da versão base. Em termos de carregamento, o sistema permite recuperar de 10% a 80% da energia em cerca de 30 minutos quando ligado a postos rápidos de corrente contínua. 

 Habitáculo inspirado no design italiano 

 No interior, o ambiente é descrito como uma “Furnished Space”, onde a Hyundai procurou criar uma atmosfera acolhedora que remete para o design de mobiliário italiano da década de 1970. O habitáculo recorre a materiais sustentáveis e oferece uma bagageira com 441 litros de capacidade, complementada por um espaço de arrumação adicional sob o piso. A tecnologia é outro pilar central, com o sistema de infoentretenimento Pleos Connect a assentar em Android Automotive OS, servido por ecrãs que podem chegar às 14,6 polegadas. O modelo inclui ainda as mais recentes ajudas </video:description>
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      <video:title>Negociações do pacote laboral “não podem durar para sempre”, avisa Paulo Núncio</video:title>
      <video:description>O líder parlamentar do CDS, Paulo Núncio, admite que o partido quer retomar propostas de incentivo à natalidade, como benefícios fiscais e apoios à fertilidade, e mostra-se confiante na viabilização do próximo Orçamento do Estado. Em entrevista ao PÚBLICO/Renascença, o centrista afasta alterações à lei do aborto e avisa que a negociação do pacote laboral "não é um  show off " e que "não pode durar eternamente". 

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	  Paulo Núncio avisa UGT: “Negociações não podem durar eternamente. Competirá ao Governo definir esse momento”</video:description>
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      <video:title>Paulo Núncio avisa UGT: “Negociações não podem durar eternamente”</video:title>
      <video:description>O líder parlamentar do CDS, Paulo Núncio, admite que o partido quer retomar propostas de incentivo à natalidade, como benefícios fiscais e apoios à fertilidade, e mostra-se confiante na viabilização do próximo Orçamento do Estado. Em entrevista ao PÚBLICO/Renascença, o centrista afasta alterações à lei do aborto e avisa que a negociação do pacote laboral "não é um  show off " e que "não pode durar eternamente". 

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	  Paulo Núncio avisa UGT: “Negociações não podem durar eternamente. Competirá ao Governo definir esse momento”​</video:description>
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      <video:title>Projecto &lt;i&gt;Peace Please&lt;/i&gt; anuncia um disco de originais e uma digressão no final do ano</video:title>
      <video:description>Chama-se  It’s just a memory  e é o primeiro tema a ser revelado de um projecto discográfico que tem por título  Peace Please  e que prepara uma digressão em palco a partir do final do ano. O seu criador é o músico e compositor português Raul Ribeiro e o projecto conta com produção musical do músico, compositor e produtor brasileiro Giovani Goulart, que já viveu em Portugal e agora reside em Salvador da Bahia. O título,  Peace Please , é o mesmo de um espectáculo que se estreou em 23 de Setembro de 2025, em Santa Maria da Feira, onde Raul Ribeiro se apresentou com a pianista Yuki Rodrigues e que foi anunciado como “um apelo sincero à paz e à unidade” em tempo de guerras sem fim à vista. Mas esse era sobretudo baseado em versões, enquanto o novo projecto que agora se anuncia é composto por originais e do anterior só recuperou mesmo o título. 

 Assim, quando às guerras activas em 2025 se vão juntando outras, é pois um  Peace Please  completamente novo aquele que se estreia com  It’s just a memory , num trabalho cujas influências musicais, como refere o texto que acompanha o lançamento, reflectem “o percurso artístico de Raul Ribeiro e incluem referências da música clássica, do jazz, do rock e de expressões sonoras de matriz étnica e tribal”. Quanto à canção em estreia, convoca “temas como a guerra, o silêncio, a perda, a memória e a fragilidade do mundo contemporâneo, transformando essas imagens numa reflexão musical intensa sobre a condição humana”, segundo o texto de apresentação. “Entre a consciência do colapso e a esperança de despertar”, acrescenta-se ainda, “ It’s just a memory  afirma-se como uma peça inaugural que traduz a dimensão poética, crítica e sensorial do projecto, antecipando o seu posicionamento artístico e a sua mensagem universal.”</video:description>
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      <video:title>Catarina Maia: “Não é sinal de fraqueza” mostrar o lado menos bonito da vida nas redes</video:title>
      <video:description>Catarina Maia é apresentadora de televisão na RTP e locutora de rádio na Mega Hits. Pelo meio, ainda actualiza os mais de 290 mil seguidores. 

 “Acho que cada vez mais é crucial que quem trabalha com redes sociais se apresente como é. De vez em quando, se estivermos tristes e o partilharmos, não é sinal de fraqueza”, defende Catarina Maia. 

 Foi por isso que decidiu partilhar um dos momentos mais difíceis da sua vida: a morte do pai. “Não quero fazer disto a minha personalidade, mas a verdade é que é inevitável não viver dessa forma depois de perder alguém que te significa tanto e tão novo. Passamos a ser consequência de algo fatal que nos aconteceu”, desabafa. O luto faz-se de avanços e recuos, confessa, descrevendo como ainda há dias em que “custa a acreditar”. 

  Ouça o podcast:  

 
	  Catarina Maia e a perda do pai: “As dores, quando são partilhadas, tornam-se mais leves”</video:description>
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      <video:title>Asus ROG GR70, o pequeno gigante</video:title>
      <video:description>Há quem defenda que o desempenho de topo nos videojogos exige obrigatoriamente um PC com uma caixa enorme a encher a secretária. O Asus ROG GR70 vem destruir esse preconceito. Trata-se de uma máquina com um design futurista que, apesar de pesar menos de três quilos e ter o volume de uma caixa de sapatos, transporta o que de melhor a tecnologia actual oferece. 

 O motor deste projecto é o processador AMD Ryzen 9, que utiliza uma arquitectura especial para acelerar o processamento de dados de forma impressionante. Acompanhado pela placa gráfica Nvidia GeForce RTX 5070, o sistema é capaz de gerar imagens ultra-detalhadas, recorrendo a técnicas de inteligência artificial para manter a fluidez constante em resoluções elevadas. 

 A experiência de utilização é marcada pela rapidez, com suporte para o novíssimo Wi-Fi 7 e capacidade para ligar cinco monitores em simultâneo. É o tipo de equipamento que fica bem em qualquer sala, sem o ruído visual das máquinas de jogo clássicas, funcionando como um centro de entretenimento poderoso e discreto. Contudo, tanta potência num espaço exíguo exige sacrifícios. Em tarefas pesadas, o sistema de arrefecimento trabalha no limite e o ruído das ventoinhas torna-se evidente. 

 Além disso, a exclusividade paga-se muito caro, ultrapassando os 3000 euros nas configurações de topo.</video:description>
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      <video:title>Amara Quartet estreiam &lt;i&gt;Tempestade&lt;/i&gt;, anunciando para Maio o seu primeiro álbum, &lt;i&gt;Lianor&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Foi em Julho de 2020 que a cidade do Porto viu nascer um quarteto composto exclusivamente por mulheres e que se apresenta como “o primeiro quarteto feminino de Fado na história de Portugal”. Chama-se  Amara Quartet  e é composto por Joana Almeida (nascida em 1993, em Vila do Conde), na guitarra acústica e composição, Susana Castro Santos (1971, Santa Maria da Feira), violoncelo e composição; Sónia Sobral (1993, Viseu), acordeão; e Laura Rui (1992, Ovar), voz. 

 Já com vários festivais no currículo (Egipto, Marrocos e Itália), as Amara Quartet andaram em 2025 em digressão por Portugal, Itália, Suíça e China, enquanto preparavam o seu álbum de estreia,  Lianor , que será lançado no dia 10 de Maio com apoio da Sociedade Portuguesa de Autores e da Direcção Geral das Artes. A antecipá-lo, as Amara Quartet estreiam esta quinta-feira, em single e videoclipe, aquele que será o tema de abertura desse disco,  Tempestade . Além dele, e dos temas entretanto já lançados em videoclipes, alguns gravados em concerto (como   Procura vã  ,   Cruel morte  ,   As coisas são como são   ou   A força do ser, mulher  ), o álbum contará com mais seis:  Lianor ,  Del alma ,  Calçada de Carriche ,  Mar ,  Cara minha inimiga  e  Papoilas do Alentejo . 

 Celebrando, segundo os seus promotores, “a representatividade feminina”  Lianor  “redefine o papel da mulher no fado e na música portuguesa através de composições originais, incluindo homenagens a Luís Vaz de Camões, e temas do fado tradicional”. A estreia, ao vivo, deste trabalho, está marcada para o dia do lançamento, 10 de Maio, no Teatro Sá da Bandeira (Porto), às 18h30.</video:description>
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      <video:title>Trump leva Marinha dos EUA para bloquear estreito de Ormuz</video:title>
      <video:description>As negociações entre Estados Unidos e Irão para um acordo abrangente de paz fracassaram na madrugada de domingo e, horas depois, o Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou um "bloqueio" do estreito de Ormuz pela Marinha do seu país, perante o que entendeu ser um acto de "extorsão" por parte de Teerão. 

 "Com efeito imediato, a Marinha dos Estados Unidos, a melhor do mundo, vai iniciar um processo de bloqueio a todos os navios que tentem entrar ou sair do estreito de Ormuz", anunciou Trump na rede social Truth Social, acrescentando que serão também interceptados "todos os navios em águas internacionais que tenham pagado portagem ao Irão".</video:description>
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      <video:title>Papa Leão XIV: "Não tenho medo da Administração Trump"</video:title>
      <video:description>O Presidente dos Estados Unidos criticou o Papa Leão XIV através de uma publicação na sua rede social, a Truth Social, no domingo, dia 12. Horas depois, numa base aérea em Maryland, Trump falou aos jornalistas e insistiu: "Não sou fã do Papa Leão". O Presidente dos EUA acusou o sumo pontífice de "não acreditar na luta contra o crime". "É um homem que acha que não nos devemos meter com um país que quer armas nucleares para destruir o mundo", atirou. 

 Na manhã desta segunda-feira, o Papa Leão XIV disse, a bordo do voo papal para Argel, onde inicia uma visita de dez dias a quatro países africanos​, que continuará a manifestar-se contra a guerra. "Não tenho medo da Administração Trump", assegurou.  

 Leia mais: 

 
	  Trump diz que Papa é “péssimo” e Leão XIV promete continuar a defender a paz  
	  Leão XIV avisa líderes mundiais: “Terão de responder perante Deus pela forma como exercem o seu poder”  
	  ​Papa Leão XIV apelou aos que “têm o poder de iniciar guerras” para que “escolham a paz​</video:description>
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      <video:title>Xpeng P7+, o eléctrico chinês de luxo com preço de gama média</video:title>
      <video:description>Num mercado que parece ter-se apaixonado perdidamente pelos SUV, a chegada de uma berlina desportiva com linhas fluidas e um perfil aerodinâmico é, por si só, uma lufada de ar fresco. Mas o Xpeng P7+ não é apenas mais um rosto bonito na multidão eléctrica; é a materialização de uma filosofia que inverte a ordem lógica da indústria automóvel tradicional. Como referiu o director de marketing da marca para a Europa durante a apresentação internacional em Barcelona, os fabricantes históricos começaram por construir carros e depois acrescentaram-lhe tecnologia, enquanto a Xpeng começou pela tecnologia e construiu o carro em volta desta. Esta premissa sente-se assim que entramos no habitáculo e, mais importante ainda, quando o conduzimos durante cerca de 200 quilómetros pelas estradas sinuosas da Catalunha. 

  Leia a nosso primeiro contacto em Xpeng P7+: um carro com cérebro de IA alimentado por um supercomputador</video:description>
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      <video:title>Mariana Reis garante que &lt;i&gt;não era amor&lt;/i&gt; – mas há-de ser mais um álbum, a sair em 2026</video:title>
      <video:description>Dois anos após o lançamento do seu primeiro álbum a solo, intitulado   não és tu, nem sou eu   (cujos concertos revisitou em 2025 em  formato acústico ), a cantora e compositora Mariana Reis está de volta aos originais com um tema que há-de integrar o seu próximo álbum, a sair em 2026. O tema chama-se  não era amor  e, segundo o texto que acompanha o lançamento, “nasce de um lugar de confronto silencioso – aquele momento raro em que a lucidez chega antes de a saudade desaparecer”. É, diz-se ainda, um tema onde a cantora “mergulha numa narrativa emocional crua” e “onde a desconstrução de uma relação se transforma num exercício de autoconhecimento”. 

 Nas palavras da autora,  não era amor  “explora a linha ténue entre aquilo que sentimos e aquilo que projectamos sentir”. “Não é apenas uma canção sobre o fim”, sublinha.  “ É sobre o reconhecimento. Sobre o momento em que se percebe que deixar ir não é perder, mas recuperar-se. É uma narrativa de desilusão que se transforma em libertação.” A produção do álbum foi de novo entregue a Sérgio Mendes, que já produzira  não és tu, nem sou eu . E realização do novo videoclipe é de Beatriz Cardoso, Diana Santos, Mariana Reis. 

 Nascida em Almada, em 1996, Mariana Reis teve aulas de piano durante onze anos, aprendeu a tocar guitarra sozinha e, a par disso, formou-se em gestão de empresas e dá aulas de piano em duas escolas, enquanto compõe para si própria e para outras vozes. Em Abril de 2022 lançou o EP   coisas por dizer  , ao qual se seguiu, em Janeiro de 2024, o álbum  não és tu, nem sou eu .</video:description>
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      <video:title>Magyar sucede a Órban. "Hungria será novamente forte aliada da União Europeia"</video:title>
      <video:description>O candidato da oposição, Péter Magyar, venceu as eleições legislativas na Hungria, deste domingo. "Livrámo-nos do regime de Orbán”, anunciou Magyar perante uma multidão, em frente ao Parlamento. 

 Ainda antes de serem conhecidos os resultados, o primeiro-ministro ultraconservador assumiu vitória da oposição. Está aberto o caminho para o fim de 16 anos de governação de Viktor Orbán. 

 Saiba mais: 

 
	  Magyar celebra vitória nas eleições: “Libertámos a Hungria e livrámo-nos do regime de Orbán”  
	  Magyar derrota Orbán e oposição vence as eleições na Hungria​  
	  Péter Magyar, o solitário a carregar uma esperança de mudança</video:description>
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      <video:title>Merai traça com &lt;i&gt;Diz-me&lt;/i&gt; as suas &lt;i&gt;Linhas Imaginárias&lt;/i&gt; entre o pop e a reflexão espiritual</video:title>
      <video:description>Depois de abordar numa canção  o mito de Orfeu , em 2024, e de lançar, em 2025, o livro  Contos e Mitos de Plorema , a cantora e compositora Merai anuncia um projecto  “ que cruza música pop com reflexão filosófica e espiritual”, a materializar-se num álbum intitulado  Linhas Imaginárias  e do qual estreia um primeiro tema,  Diz-me , com videoclipe realizado por João Marques. 

  Linhas Imaginárias , segundo os seus promotores, é “um álbum musical e poético que explora a travessia entre o eu e o todo – entre a ilusão da separação e uma ideia de unidade”, cruzando “influências da pop, do folk e da música clássica, nascendo de uma inquietação espiritual, filosófica e existencial, e materializando-se numa linguagem que equilibra intuição e conceito”. Num primeiro contacto, afirma-se no texto citado, “o tema apresenta-se imediato e acessível, mas revela também uma camada mais profunda: uma reflexão sobre a tensão entre aquilo que somos e a forma como somos vistos pelos outros. A canção propõe um gesto de libertação face às expectativas externas, afirmando a possibilidade de sermos contraditórios, mutáveis e livres.” 

 Merai (nome artístico de Mariana Frangioia Portela, nascida em Lisboa, no ano 2000, filha de pai português e mãe angolana) tem vindo desde 2019 a mostrar canções de sua autoria. Começou com   Luza   e   Balão   e lançou até à data três EP:  Meta-Física , em 2020 (com canções como   Terra   ou   Sonda Alma  ),   Fénix ,  em 2023 (incluindo canções como Fénix ou  Mazelas ) e   Inverno de Dentro  , em Janeiro de 2024. Pelo meio, foi lançado alguns singles, como  Quando  (2021),   Deixa-te Levar   (2023),   O Meu Corpo Não   (2023), canção-manifesto contra a violência sexual e, em Outubro de 2024, publicou   Ser (Mito de Orfeu)  , reinterpretando à sua maneira o mito de Orfeu.</video:description>
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      <video:title>Ártemis II: o regresso a casa depois da volta à Lua</video:title>
      <video:description>Após sobrevoarem a face oculta da Lua e se aventurarem mais profundamente no espaço do que qualquer outro ser humano, os quatro astronautas da Ártemis II aterraram no oceano Pacífico, ao largo da costa de San Diego, na Califórnia (Estados Unidos), na madrugada deste sábado, por volta das 01h07 da manhã (em Portugal continental), nem um minuto depois da hora que estava prevista. 

 “Das páginas de Júlio Verne até uma missão moderna à Lua, um novo capítulo da exploração do nosso vizinho celestial completa-se”, afirmou Derrol Nail, que narrou a aterragem na transmissão em directo da NASA. “Os astronautas da Integrity estão de volta à Terra.” 

   

  Leia mais:  

 
	  Após missão histórica, astronautas da Ártemis II aterram no oceano Pacífico  
	 
	  Sete curiosidades sobre a Lua, agora que estamos a regressar lá</video:description>
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      <video:title>A Rua das Pretas celebra o &lt;i&gt;Povo Brasileiro&lt;/i&gt; com um novo álbum e uma curta-metragem</video:title>
      <video:description>O projecto musical Rua das Pretas, criado e dinamizado por Pierre Aderne, continua a dar que falar. Depois de correr palcos em vários países, regressa com um álbum que, sob o título  Povo Brasileiro , se apresenta como “obra de criação” – e não um objecto “patrimonial”) – onde “samba, samba de roda, ijexá, mornas, fados, capoeira e pontos de candomblé se entrelaçam sem hierarquia”. Na senda do trabalho desenvolvido pelo projecto Rua das Pretas há anos (foi nessa rua lisboeta, datada de 1567, que Pierre Aderne se instalou em 2011, daí nascendo os encontros regulares entre músicos dos três continentes onde se fala português), este novo álbum reúne músicos e sonoridades do Brasil, Cabo Verde e Portugal. 

 Porque este projecto, como explica Pierre Aderne no texto que acompanha o lançamento do álbum, “funciona como um espaço cultural vivo e itinerante”, onde participam “a cantora cabo-verdiana Zulu (Boa Vista), a fadista portuguesa Ana Margarida Prado, o multi-instrumentista Nilson Dourado (São Paulo/Bahia/Sintra), a flautista Letícia Malvares (Rio de Janeiro/Madrid), Jurema De Candia (Rio de Janeiro), que se encontram com uma ala do consagrado Cordão do Boitatá, dirigido por Kiko Horta, com Paulino Dias, Quininho da Serrinha, Edu Neves, Aquiles e Everson Moraes, Bruno Aguilar, Tadeuzinho e o bandolinista Luis Barcelos e Carlinhos 7 cordas, dois expoentes das cordas brasileiras.” 

 E as dez canções que compõem o álbum, maioritariamente compostas por Pierre (letra) com o convidado especial Moacyr Luz (músicas), a par de parcerias que incluem outros nomes (Elmo Laje, David Pasquá ou o saudoso Aldir Blanc, a par de uma versão de  Mãe preta , de Caco Velho e Piratini), traduzem isso mesmo: “Neste enredo da lavagem das caravelas, intuímos com quantos ‘paus-brasis’ se fez o mar. Na oralidade cantada e tocada dessa língua portuguesa, brasileira e africana, onde se escuta os sons da mata, o espírito dos povos originários, a ressonância dos berimbaus, o balanço salgado Atlântico de Benguela à Bahia, que dá a luz ao povo </video:description>
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      <video:title>O &lt;i&gt;Álbum de Família&lt;/i&gt; de PZ tem novo quadro, com um &lt;i&gt;Empadão na Bimby&lt;/i&gt; e Emmy Curl</video:title>
      <video:description>Começou em Janeiro e manteve a cadência: PZ (alter ego do cantor e compositor portuense Paulo José Pimenta) está a construir e revelar, mês a mês, um novo disco a que deu o título  Álbum de Família , composto por canções inspiradas em momentos da sua vida familiar e todas elas gravadas com convidados. Serão, no total, 12 músicas em 12 meses e envolvendo 12 convidados.   Todo o santo dia   foi a primeira, em Janeiro, com Samuel Úria;   Quem é que vai lavar a banca  , chegou em Fevereiro, com Joana Espadinha; e   Sou pai de filhos  , lançada em Março, no Dia do Pai, teve por convidados os Retimbrar. A quarta canção, que se estreia esta sexta-feira, chama-se  Empadão na Bimby  e tem por convidada a cantora Emmy Curl. 

 É, segundo o texto que acompanha o lançamento, uma “canção desenvolvida no seio do quotidiano familiar: PZ cantava-a durante o período de confinamento ditado pela pandemia da covid-19, “como forma de aligeirar o ambiente e transformar a rotina doméstica numa fuga criativa aos problemas exteriores”. Sob uma “superfície leve e divertida”,  Empadão na Bimby  “revela-se um comentário subtil sobre a relação contemporânea com a tecnologia: o fascínio inicial, a promessa de eficiência absoluta e, inevitavelmente, a banalização”. O videoclipe, tal como os anteriores, foi gravado nos Estúdios Arda por Vasco Mendes. 

 Desde  Anticorpos , PZ publicou os álbuns  Rude Sofisticado  (2012),  Mensagens da Nave-Mãe  (2015,  Império Auto-Mano  (2017),  Do Outro Lado  (2018),  Selfie-Destruction  (2020) e  O Fim do Mundo em Cuecas  (2024). Pelo meio, fez furor com o single  Cara de Chewbacca  (2013), concorreu ao Festival da Canção 2021 com  Ao lado de mim , como O Vampiro Submarino, alter-ego com que assinou o álbum  Tempo Para Nada  (2023). Por fim, em Março de 2025, publicou  Apocalypse Later , assinando-o “PZ featuring Joe Zé.” O anunciado  Álbum de Família  deverá ser publicado em vinil no dia 11 de Dezembro.</video:description>
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      <video:title>Embalagens de plástico e metal passam a ter sistema de reembolso. Saiba como funciona</video:title>
      <video:description>A partir desta sexta-feira, 10 de Abril, Portugal passa a ter um sistema nacional de depósito e reembolso de embalagens de bebidas. Estão abrangidas pelo mecanismo garrafas e latas de plástico ou metal (incluindo o alumínio), com capacidade até três litros, desde que apresentem no rótulo o símbolo Volta. 

 A aquisição destas embalagens implica um depósito obrigatório, na hora da compra, no valor de 10 cêntimos. Para obter o reembolso deverá depositar as embalagens vazias, sem deformações, com o código de barras legível, e, no caso das garrafas, com a tampa, num ponto de recolha Volta. São cerca de 2.500 máquinas automáticas distribuídas por super e hipermercados, para além de quiosques específicos.  

 Saiba mais: 

 
	  Volta: como funciona o novo sistema de depósito de   embalagens?  
	  Devolver embalagens de bebidas terá reembolso de 10 cêntimos a partir de 10 de Abril​</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1181263105</video:player_loc>
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      <video:title>Havia mais presos políticos depois do 25 de Abril do que antes? Falso</video:title>
      <video:description>Durante a sessão solene dos 50 anos da Constituição da República, André Ventura subiu ao púlpito do Parlamento e passados poucos minutos os deputados da Assembleia Constituinte, sentados nas galerias a convite da Assembleia da República, começaram a sair da sala. O presidente do Chega dizia: “Os filhos e netos de Abril também sabem que pouco tempo depois do 25 de Abril havia mais presos políticos do que havia antes do 25 de Abril de 1974”. 

 Mas é falso, mesmo considerando agentes da PIDE, além dos presos em Setembro de 1974 e Março e Maio de 1975. No dia 25 de Abril estavam encarceradas por motivos políticos mais de quatro mil pessoas. Entre 1932 e 1974 registaram-se cerca de 30 mil presos. 

 Leia mais: 

 
	  Havia mais presos políticos depois do 25 de Abril do que antes, como disse Ventura? Não  
	  50 anos da Constituição: o “chão comum”, o protesto dos Constituintes e os alertas de Seguro  
	  Foram os elementos da PIDE/DGS presos e julgados?</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1181246578</video:player_loc>
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      <video:title>Vasco Pereira Coutinho não vai deixar de interpretar a Tia Bli</video:title>
      <video:description>Foi seminarista, trabalhou com deficientes profundos e foi terapeuta de toxicodependentes em recuperação. Tudo isto antes de começar a misturar o humor com a representação nas redes sociais, onde dá vida a inúmeras personagens, fazendo rir os mais de 209 mil seguidores. Há quem só o conheça como Tia Bli, mas é no palco que se encontra verdadeiramente. 

 “Já me disseram ‘tu não és lá das redes sociais?’ Sou. E também sou actor. Acho que uma coisa não impede a outra”, defende Vasco Pereira Coutinho. 

  Oiça o  podcast :  

 
	  Vasco Pereira Coutinho: “Já estou cansado da Tia Bli. Vou parar de fazer? Acho que não”</video:description>
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      <video:title>Os casuals são já o maior risco no futebol. Mas quem são?</video:title>
      <video:description>Vestem-se de preto, não usam adereços dos clubes que apoiam e tentam escapar ao controlo da polícia. Inspiram-se nos hooligans, mas diferenciam-se pelo secretismo dos membros. Para escapar ao enquadramento da polícia, viajam para os jogos em pequenos grupos e em viaturas pessoais. Depois de se juntarem, fazem o percurso até ao estádio, muitas vezes a pé, provocando e instigando confrontos. Na larga maioria das vezes, são interceptados pela PSP antes da violência, mas a polícia admite que não consegue evitar todos os incidentes. 

 Os maiores grupos estão em Lisboa, associados a Benfica e Sporting, mas há também casuals no FC Porto, no Sp. Braga e no V. Guimarães. Apesar de não serem conhecidos números concretos, há largas centenas de elementos no movimento em Portugal. Muitos são sócios do clube e têm lugar anual, não dependendo de ninguém para conseguirem bilhetes.</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Solidão de Faroleiro&lt;/i&gt;, por Bernardo Maria Salgado</video:title>
      <video:description>&lt;i&gt;Solidão de Faroleiro&lt;/i&gt;, por Bernardo Maria Salgado</video:description>
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      <video:title>Os carros 100% eléctricos são a solução para a subida de preços dos combustíveis?</video:title>
      <video:description>É a pergunta que paira na cabeça de muitos condutores: com o preço dos combustíveis a disparar, será que vale a pena comprar um carro 100% eléctrico? 

 Vai depender, claro, do perfil de cada um, mas a verdade é que os veículos eléctricos apresentam diversas vantagens, sobretudo se conseguir carregar o seu automóvel em casa ou no trabalho. Também os custos de manutenção são mais baixos. 

  Saiba mais:  

 
	  Top 10 de carros eléctricos usados para combater o preço dos combustíveis​  
	  Os carros eléctricos são a solução para a subida de preços dos combustíveis?  
	  Como encontrar os combustíveis mais baratos com a ajuda da tecnologia</video:description>
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      <video:title>Líder do Governo dos Açores sobre Lajes: “Deveríamos ser compensados”</video:title>
      <video:description>O presidente do Governo Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, afasta qualquer eventualidade de a região precisar de um resgate financeiro, como o PS tem afirmado, mas defende a revisão da lei de finanças regionais. Em entrevista à Hora da Verdade, do PÚBLICO-Renascença, diz que a região deve ser "compensada" pelo seu papel na defesa nacional, europeia e transatlântica. 

  Saiba mais:  

 
	  Base das Lajes: líder do Governo dos Açores pede revisão do acordo com “sentido de oportunidade”</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1179620070</video:player_loc>
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      <video:title>Carmelinda Pereira: "Soares levava-me para todo o lado, porque eu levantava-lhe os comícios"</video:title>
      <video:description>No dia em que a Constituição cumpre 50 anos, o  &lt;i&gt;Soundbite&lt;/i&gt;  convidou a deputada constituinte Carmelinda Pereira, eleita com 25 anos nas listas do Partido Socialista. Carmelinda acabou por ser expulsa do PS e fundar o POUS. Neste episódio especial recordamos as memórias de Carmelinda Pereira. 

 Saiba mais: 

 
	  Três caminhos para uma Constituição  
	  Entre aplausos, assobios e gritos de “fascista”: retalhos da vida da Assembleia   Constituinte  
	  A Constituição faz 50 anos entre o desejo de revisão e o medo do revisionismo​</video:description>
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      <video:title>Líder do Governo dos Açores sobre Lajes: "deveríamos ser compensados"</video:title>
      <video:description>O presidente do Governo Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, afasta qualquer eventualidade de a região  precisar de um resgate financeiro , como o PS tem afirmado, mas defende a revisão da lei de finanças regionais. Em entrevista à  Hora da Verdade , do PÚBLICO-Renascença, diz que a região deve ser "compensada" pelo seu papel na defesa nacional, europeia e transatlântica. 

 Saiba mais: 

 
	  Base das Lajes: líder do Governo dos Açores pede revisão do acordo com “sentido de oportunidade”</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1179576883</video:player_loc>
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    <loc>https://www.publico.pt/2026/04/02/video/artemis-ii-leva-humanos-orbita-lua-primeira-50-anos-20260402-114440</loc>
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      <video:title>A emocionante descolagem de Ártemis II com quatro astronautas em direcção à Lua</video:title>
      <video:description>Primeiro, o silêncio quase a suster a respiração, só interrompido pela contagem decrescente: 5, 4, 3, 2, 1. Depois o barulho espalhafatoso da descolagem. Os primeiros segundos trouxeram nova suspensão da respiração – e, brevemente, das palavras na transmissão em directo da NASA. Até que nada aconteceu e o foguetão continuou a sua viagem. E, por fim, o momento ansiado no público que se instalou à volta do centro espacial: as palmas de quem assistia, em jeito de ovação prolongada, ao ver o foguetão voar nos céus. A missão Ártemis II está a caminho da Lua. Mais: há finalmente humanos a caminho da Lua. É a primeira vez desde 1972 que o podemos escrever. 

 Leia mais:  

 
	  Ovação para a Ártemis II no momento da partida para a Lua</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1179530621</video:player_loc>
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    <loc>https://www.publico.pt/2026/04/01/video/novo-bmw-i3-carro-anuncia-autonomia-recorde-20260401-152121</loc>
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      <video:title>Novo BMW i3, o carro que anuncia uma autonomia recorde</video:title>
      <video:description>Depois do iX3, o novo i3 é o segundo BMW da nova geração da marca. Um carro que vai ser fabricado em Munique, numa fábrica profundamente renovada e equipada com as mais recentes tecnologias de produção.  

 Saiba mais em  Novo BMW i3 com até 900km de autonomia e capaz de carregar 400km em dez minutos .</video:description>
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      <video:title>Jacaréu estreia &lt;i&gt;Eterno Espectador&lt;/i&gt;, um álbum que mistura “poesia, crítica e ritmo”</video:title>
      <video:description>Depois da sua participação no Festival RTP da Canção de 2026 com   O-Pi-Ni-ÃO  , tema do qual foi autor e intérprete (em dueto com Ana Margarida), Jacaréu – que se apresenta como “um artista de indie-rap” – estreia esta terça-feira o seu primeiro álbum, Eterno Espectador, acompanhado de um videoclipe do tema-título. O álbum, que inclui  O-Pi-Ni-ÃO , tem um total de dez faixas (além do tema-título,  Eterno espectador , inclui  Poetas do barrote ,  Vamos a concurso ,  Jantar de família ,  Peter Pan Peter Pan ,  É mais fácil quando corre tudo bem ,  Bota Abaixo!2.0 ,  Tecnologia sem ponta  e  Fenómeno futebol ) e, segundo os seus promotores, nasceu “de uma experiência pessoal que acabou por ganhar uma dimensão mais ampla”. 

 O álbum, afirmam ainda no texto que acompanha o lançamento, “parte de uma relação de amizade que se tornou abusiva, marcada pela crítica constante e pelo julgamento, mas o conceito expandiu-se ao longo da criação para incluir todos aqueles que opinam sem conhecer – os chamados ‘treinadores de bancada’ e ‘intelectuais de sofá’, figuras que comentam e desvalorizam o trabalho dos outros sem compreender o processo criativo.” É, afirmam, um disco “que reúne poesia, crítica e ritmo”, acerca do olhar “de quem observa, comenta e julga, mas também sobre a necessidade de continuar a criar apesar desse ruído.” 

 Os temas são todos da autoria de Jacaréu, com produção de Filipe Survival, que toca guitarra eléctrica e baixo em dois dos temas. A cantora Ana Margarida, além de cantar em  O-Pi-Ni-ÃO , participa na faixa  Peter Pan Peter Pan . O videoclipe é de Iuri Policarpo e a estreia ao vivo deste trabalho está marcada para 8 de Maio na Boutique da Cultura, em Lisboa.</video:description>
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    <loc>https://www.publico.pt/2026/04/01/video/ha-estrangeiros-conseguem-obter-nacionalidade-portuguesa-hora-nao-20260401-125953</loc>
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      <video:title>Há estrangeiros que conseguem obter a nacionalidade portuguesa numa hora? Não</video:title>
      <video:description>Começaram a circular vídeos nas redes sociais no final de 2025 em que se vêem mesas cheias de cartões e pessoas a receberem passaportes. Na descrição, dizia-se que a nacionalidade portuguesa está a ser vendida em serviços do Estado numa hora. Mas os vídeos não confirmam a narrativa, que serve uma ideia de oposição entre portugueses e estrangeiros, e que ao utilizar palavras como “vergonha” ou emojis que transmitem choque tenta criar sentimentos negativos perante uma realidade que é fabricada. 

 Os vídeos são desconexos, não têm ligação entre eles. E as supostas “administrações do Estado” têm aspectos muito diferentes. O Instituto dos Registos e Notariado garantiu ao PÚBLICO que não é possível adquirir a nacionalidade portuguesa da forma descrita e apresentou queixa às autoridades competentes a propósito dos vídeos. 

 Leia mais: 

 
	  Narrativa de que estrangeiros obtêm nacionalidade numa hora em serviços do Estado é falsa  
	  Lei da Nacionalidade tremida com ameaças de chumbo do Chega e do PS  
	  Conversas até à última, maioria confiante que haverá nova Lei da Nacionalidade</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1179194951</video:player_loc>
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      <video:title>José Pedro Soares, o tipógrafo que quis levar o povo para a Constituinte</video:title>
      <video:description>Entre a memória da prisão e a promessa de um país novo, José Pedro Soares engoliu a timidez e assumiu a responsabilidade de ajudar a fazer a lei fundamental. 

 “Era entrar numa casa onde nós, as pessoas do trabalho manual, pensavam que nunca entrariam. Pensávamos que aquilo era só para juristas, doutores e tal.” 

  Saiba mais:  

 
	  José Pedro Soares, o tipógrafo que quis levar o povo para a Constituinte  
	  Três caminhos para uma Constituição</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1179177439</video:player_loc>
    </video:video>
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    <loc>https://www.publico.pt/2026/04/01/video/helena-roseta-entrou-constituinte-convicta-democracia-so-cumpre-lugar-viver-20260401-115342</loc>
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      <video:title>Helena Roseta entrou na Constituinte convicta de que uma democracia só se cumpre quando todos têm lugar para viver</video:title>
      <video:description>Chegados os 50 anos da Constituição, a habitação é um dos mais graves problemas da população residente. Aos 78 anos, Helena Roseta, a voz do direito à habitação na Assembleia Constituinte, não está pronta para desistir.⁠ ⁠  

 A Constituição “está cá — é a que resistiu mais tempo”. E, apesar das mudanças, o artigo número 65 continua igual: “Todos têm direito, para si e para a sua família, a uma habitação de dimensão adequada, em condições de higiene e conforto e que preserve a intimidade pessoal e a privacidade familiar.” 

  Leia mais:  

 
	  Helena Roseta, a voz do direito à habitação na Constituinte​  
	  Três caminhos para uma Constituição</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1179175227</video:player_loc>
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      <video:title>Sete curiosidades sobre a Lua, agora que estamos a regressar lá</video:title>
      <video:description>Mais de 50 anos depois, os seres humanos vão voltar à Lua, por agora apenas à órbita. Os quatro astronautas da missão Ártemis II prepararam-se para partir, esta quarta-feira, às 23h24 de Lisboa, do Centro Espacial Kennedy, na Florida, nos EUA. Pela primeira vez desde 1972, astronautas vão voar para fora da órbita terrestre, a caminho de uma circum-navegação à Lua.  
 
“Quando virem a Lua logo à noite, lembrem-se: devemos a vida a esta coisa linda que é a Lua”, diz o astrofísico Pedro Machado, do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço. 

 Saiba mais: 

 
	  Fim da espera. O voo de regresso dos humanos à Lua parte nesta quarta-feira  
	  “Não precisamos de duas bases lunares, mas sim de uma única base lunar internacional”  
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      <video:title>Chegou a hora de entregar o IRS. O que precisas de saber?</video:title>
      <video:description>A submissão da declaração de rendimentos de 2025 começa nesta quarta-feira, dia 1 de Abril. Tens até 30 de Junho para o fazer. O IRS Automático não está disponível para toda a gente – e também pode não ser a melhor opção. Verifica no Portal das Finanças se estás abrangido, mas não te esqueças de analisar o teu caso. 

 Se não validaste as facturas no e-Fatura até 2 de Março, podes agora corrigir os dados – mas terás de preencher a declaração manualmente. No ano passado, o tempo médio de reembolso foi inferior a duas semanas. Mas o período para receber o reembolso, ou pagar o imposto, vai até 31 de Agosto. 

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