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      <video:title>Carlos Lage esteve cinco anos na prisão. Usou a canção &lt;i&gt;Guantanamera&lt;/i&gt; como alerta</video:title>
      <video:description>Por fazer oposição entre militares, Carlos Lage passou cinco anos numa prisão em Moçambique — dois anos e meio numa cela isolada. 

 Chegou a Portugal a tempo da Revolução. “O 25 de Abril abriu-me as portas da participação política”, conta.⁠ ⁠ Logo em Maio, filiou-se no Partido Socialista. Em Agosto, estava na comissão directiva. Integrou a lista daquele partido à Assembleia Constituinte, tendo sido eleito pelo círculo do Porto. 

  Saiba mais:  

 
	  Carlos Lage, um inesperado relator da Constituição  
	  Três caminhos para uma Constituição</video:description>
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      <video:title>Catarina Oliveira: “Senti-me invisível ou então infantilizada” por estar numa cadeira de rodas</video:title>
      <video:description>Tornou-se consultora para a acessibilidade quando se viu numa cadeira de rodas. Agora mostra o mundo nessa perspectiva nas redes sociais.  

 Catarina Oliveira é nutricionista, mas o capacitismo da sociedade foi o ímpeto para passar a falar de deficiência sem tabus, como palestrante ou nas redes sociais, onde tem 100 mil seguidores. 

  Ouça o podcast na íntegra:  

 
	  Catarina Oliveira: Já “me senti invisível ou então infantilizada” por estar numa cadeira de rodas</video:description>
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      <video:title>Um mar de gente contra Trump: protestos &lt;i&gt;No Kings&lt;/i&gt; chegam a mais de três mil cidades dos EUA</video:title>
      <video:description>Manifestantes encheram as ruas no sábado, 28 de Março, em mais de 3300 protestos espalhados pelos 50 estados, no âmbito do movimento  No Kings , que se apresenta como uma oposição não violenta ao que os organizadores consideram ser governantes autoritários na Casa Branca e não só.⁠ ⁠ 

 Para muitos, os líderes dos Estados Unidos estão a atropelar os valores democráticos com o agravamento das medidas contra a imigração, o recuo nos direitos ao aborto e, entre outras queixas, mais uma guerra impopular.⁠ 

  Saiba mais:  

 
	  EUA mobilizam-se contra Trump: recorde de pessoas manifesta-se em todos os estados</video:description>
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      <video:title>Rita Braga já tem um novo álbum, &lt;i&gt;Fado Tropical&lt;/i&gt;, e estreia mais um single, &lt;i&gt;Cinza e pó&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Primeiro veio   Fado tango  , em Outubro de 2025; depois   Chão de estrelas  , em Janeiro de 2026; e agora chega-nos esta quinta-feira o prometido novo (e quinto) álbum de Rita Braga,  Fado Tropical , acompanhado de mais um single com videoclipe:  Cinza e pó . Disponível nas plataformas digitais, o álbum é também editado em vinil e o tema  Cinza e pó  conta com a participação de Paulo Furtado (Legendary Tiger Man) na guitarra eléctrica, tal como os anteriores  Fado tango  e  Chão de estrelas  contaram, respectivamente, com a marimba de Ryoko Imai, o violoncelo de Bruna Moura e o saxofone de João Cabrita (no primeiro); e JP Simões (no segundo), a par de Ryoko Imai e Bruna Moura, com Rita Braga no ukulele.  Cinza e pó  tem a participação de João Cabrita (saxofone), Ryoko Imai (“junk percussion”) Suse Ribeiro (percussões adicionais e electrónica), com Rita Braga na voz e no banjolele. 

  Fado Tropical  é um álbum no qual Rita Braga “compôs música para poemas de fadistas anónimos do século XIX, encontrados na  História do Fado  de Tinop (Pinto de Carvalho, 1903, com várias reedições). Os concertos de lançamento estão marcados para os dias 14 e 15 de Maio, o primeiro no Porto, no clube RCA (“em dueto com o multi-percussionista Rui Rodrigues, com quem Rita já havia colaborado ao vivo no projecto Planet Sardiniax com o músico alemão Felix Kubin, no Porto em 2023, fruto de uma residência na Sonoscopia”), e o segundo na Galeria ZDB (com Rui Rodrigues na percussão e João Cabrita no saxofone). Antes disso haverá dois eventos de escuta do vinil seguidos de DJ set de Rita (DJ Super Braguita): no Alvine, em Lisboa (dia 26 de Abril) e no Fiasco, no Porto (2 de Maio). 

 Com quatro álbuns publicados até à data (  Cherries That Went to the Police  , 2011;   Bird on the Moon  , 2018;   Time Warp Blues  , 2020; e   Illegal Planet  , 2023), com um EP pelo meio (  Gringo in São Paulo  , 2015, fruto de uma residência criativa no Brasil), Rita Braga mantém uma agenda cheia, dentro e fora do país. Antes dos concertos e audições nac</video:description>
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      <video:title>Airto Moreira grava com Ricardo Bacelar &lt;i&gt;Mestre novo da Guiné&lt;/i&gt;, a antecipar &lt;i&gt;Maracanós&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Para Airto Moreira, lendário percussionista brasileiro que ao longo de décadas tocou com grandes nomes do jazz (como Miles Davis, Wayne Shorter, Dave Holland, Chick Corea, John McLaughlin, Keith Jarrett, Jack DeJohnette, Joe Zawinul, Jaco Pastorius ou Stan Getz) é mais um álbum a juntar a uma vasta lista de gravações a solo ou em parcerias, com a cantora Flora Purim (sua companheira na música e na vida) ou outros músicos e formações. Chama-se  Maracanós  e resulta de um projecto conjunto com o multi-instrumentista, cantor, compositor e produtor musical  Ricardo Bacelar  (ex-membro do grupo de rock Hanoi Hanoi). Resultante de uma residência artística de Airto juntamente com Flora, em meados de 2025, no Jasmin Studio de Ricardo Bacelar, em Fortaleza (Ceará), desse encontro foi já divulgado um tema,   Aqui, oh!   (da autoria de Toninho Horta e Fernando Brant), e agora é publicado outro, a antecipar a estreia do álbum:  Mestre novo da Guiné , ambos com a participação de Ricardo Bacelar. 

 Airto, que completará 85 anos em Agosto, vai ser homenageado em Abril – anunciam os seus promotores – “com o NEA Jazz Masters Fellowship, concedido pela National Endowment for the Arts, o mais alto reconhecimento oficial dedicado ao jazz nos Estados Unidos.” Nesse mesmo mês, será publicado o álbum  Maracanós . “Ficámos uma semana tocando todos os dias, desenvolvendo os temas juntos”, diz Bacelar no texto que acompanha o lançamento. “Ele canta em duas músicas, eu canto em uma. O álbum tem um carácter muito imersivo, quis ter a liberdade de fazer um disco com faixas longas, reflexões melódicas, que foge do modelo comercial comum na indústria da música de hoje em dia”. Airto, por sua vez, sublinha a importância da partilha: “A gente não pode ser dono das músicas, a gente tem que tocá-las. Tem a ver com criatividade, com deixar o ego de lado. Estou muito contente por tudo isso ter acontecido, me senti inspirado, na realidade”. 

 O videoclipe de  Mestre novo da Guiné  tem a assinatura de Gabriel Lage, explica Bacelar: “A temática i</video:description>
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      <video:title>Posso dar sangue? O que preciso de saber</video:title>
      <video:description>O Dia Nacional do Dador de Sangue assinala-se a 27 de Março. Sabias que uma doação de sangue pode salvar até três vidas?  

 Podem dar sangue pessoas entre os 18 e os 65 anos, com mais de 50 quilos e hábitos de vida saudáveis. Procura centros regionais do Instituto Português do Sangue e da Transplantação, hospitais ou unidades móveis. Ou vê qual é o local mais próximo em dador.pt. 

  Sabe mais:  

 
	  Como garantir mais dádivas de sangue? Dia pago, assinaturas de jornais e isenções nos transportes são propostas em cima da mesa</video:description>
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      <video:title>Martelar a cara, injectar &lt;i&gt;botox&lt;/i&gt; em casa: quem são os &lt;i&gt;looksmaxxers&lt;/i&gt;?</video:title>
      <video:description>Os  looksmaxxers  querem "ascender": para maximizar a aparência estão dispostos a consumir esteróides e metanfetaminas, injectar  botox  em casa e martelar as maçãs do rosto, na expectativa de que os ossos cresçam mais fortes.  

 Braden Peters, conhecido como  Clavicular , é a cara deste fenómeno. Capitaliza as inseguranças de quem o segue, dando conselhos de beleza e autocuidado em programas que podem custar 49 dólares por mês. É lá que propaga também ideias misóginas. 

  Leia mais:   

 
	 
	  Martelar a cara, injectar botox em casa:  looksmaxxers , os rapazes obcecados com a ideia de “ascender”</video:description>
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      <video:title>Rui Gomes da Silva: Seguro “matou o folhetim do Governo”</video:title>
      <video:description>A "continuar assim", Luís Montenegro "será o último primeiro-ministro do PSD". É a convicção de Rui Gomes da Silva, antigo ministro dos Assuntos Parlamentares e adjunto de Santana Lopes, que é o ministro sombra para a Justiça do Chega. Em entrevista ao Hora da Verdade, do PÚBLICO/Renascença, o antigo social-democrata (que abandonou o partido em 2025) considera que a AD não fez um acordo com o Chega no ano passado por "pressão da Europa" e defende ainda a demissão do vereador do Chega em Lisboa, Bruno Mascarenhas. 

  Leia mais:   

 
	 
	  Rui Gomes da Silva: “Seguro matou o Governo” ao “desobrigar Chega e PS” de aprovar o Orçamento do Estado</video:description>
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      <video:title>Teresinha Landeiro estreia &lt;i&gt;Não partas hoje&lt;/i&gt;, anunciando para Maio o seu quarto álbum</video:title>
      <video:description>Desde que lançou o álbum  Para Dançar e Para Chorar  (2024), onde teve a participação de outros autores, como Milhanas, Jorge Cruz, Maro, Beatriz Pessoa ou Mário Laginha, que a fadista Teresinha Landeiro não tem parado de percorrer palcos. Encheu o  Grande Auditório do CCB  em Setembro de 2025, ao passo que corria mundo: Espanha, Polónia, Turquia, China, Cabo Verde, Suíça e, já neste ano, Dinamarca e Noruega. A par disso, protagonizou duetos com António Zambujo, em   Aurora  , e Jota Pê, em   Visita inesperada  . 

 Durante esse percurso foi trabalhando num novo álbum, o quarto, sucessor de   Namoro   (2018),   Agora   (2021) e   Para Dançar e Para Chorar   (2024). Intitulado  Será Que lhe Descobres a   Poesia? , tem lançamento marcado para 22 de Maio, estreando-se esta sexta-feira um primeiro tema,  Não partas hoje , com letra e música de Mimi Froes. Além dela, o disco de Teresinha Landeiro conta com a colaboração de músicos e compositores como António Zambujo, Marcelo Camelo, Amaro Freitas, Luísa Sobral e Eduardo Cardinho. 

 “Uma despedida na noite escura pode doer com o nascer do sol, mas por vezes é como arrancar um penso: dói muito, mas dói tudo de uma vez”. Quem o diz é a própria fadista, citada no texto que acompanha este lançamento, acrescentando: “Dizer adeus, um abraço com uma réstia de amor, uns olhos onde ainda brilha a saudade, pode custar mais do que uma cama vazia na madrugada. O single  Não partas hoje  foi composto pela Mimi Froes. Assim que o recebi, foi amor à primeira vista. À medida que o fui ouvindo, e que me fui deixando conquistar, apercebi-me de que a Mimi me conhece a voz e o canto. É uma canção que encaixa muito bem no universo fadista, e acima de tudo, que me enche as medidas.”</video:description>
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      <video:title>“Seguro matou o Governo” ao “desobrigar Chega e PS” de aprovar o OE</video:title>
      <video:description>Em entrevista ao Hora da Verdade, do  PÚBLICO/Renascença , o antigo social-democrata (que abandonou o partido em 2025) considera que a  AD  não fez um acordo com o Chega no ano passado por "pressão da Europa".</video:description>
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      <video:title>Safari Zone anunciam com &lt;i&gt;Intergalactic Jazz Club&lt;/i&gt; um manifesto musical chamado &lt;i&gt;1420.fm&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Foi em 2021 que os ouvimos pela primeira vez, com o single  Lead , que viria a integrar em 2023 o EP   This World is an Anteater  . Quinteto formado em Lisboa, em 2019, e constituído por Duarte Cruz (teclados e guitarra), Carolina Trindade (voz), José Maldonado (guitarra), Pedro Lamego (baixo) e Vasco Gomes (bateria), os Safari Zone lançaram em 2024 mais dois singles,   It is Indie already?   e   Shoebox   (além de uma remistura de  Supernova , um dos temas do seu EP) e estreiam este sexta-feira  Intergalactic Jazz Club , como prelúdio do álbum  1420.fm , em preparação. 

 A letra de  Intergalactic Jazz Club , segundo o texto que acompanha o lançamento, pretende ser uma reflexão acerca da “passagem do tempo e o desgaste emocional das relações, confrontando a permanência com a mudança: “Isn’t it crazy how time flies / We stop for a drink and years go by”.” “Entre memória, distanciamento e desejo de liberdade – acrescenta-se ainda –, o narrador oscila entre a vontade de permanecer e a necessidade de partir, numa tentativa de recuperar identidade e autonomia: “Where did you go / Why did I stay”. A canção desenha assim um retrato íntimo da estagnação afectiva e da urgência de transformação pessoal. O videoclipe de animação que acompanha o single foi realizado por Bruno Caetano e Jorge Ribeiro, com direcção artística de Hugo Sequeira. A produção resulta de uma colaboração entre o estúdio português COLA Animation (reconhecido internacionalmente pelo filme   Ice Merchants  , de 2022, que recebeu vários prémios e foi nomeado aos Óscares em 2023) e a produtora Os Filmes do Pinguim.</video:description>
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      <video:title>Os Novos Românticos na &lt;i&gt;Comunidade Europeia&lt;/i&gt; com O Homem que Fugiu do Mundo</video:title>
      <video:description>O álbum já tem edição marcada: será em Abril, com apresentação ao vivo no dia 18 de Abril no Porto, no RCA, Radioclube Agramonte. Trata-se de  Criptopátria , da banda pós-punk do Porto dos Novos Românticos, constituída por David Félix (vocalista e produtor) e Emanuel Ribeiro (baixo), que em Março de 2025 (um mês antes das celebrações dos 50 anos do 25 de Abril) publicaram o primeiro tema desse disco,   Mesa posta  , “sobre a dualidade política e histórica portuguesa, numa convocação simbólica de figuras como Ramalho Eanes, Salgueiro Maia, Mário Soares e Sá Carneiro para um olhar crítico sobre os caminhos da democracia.” O segundo, conhecemo-lo em Janeiro de 2026:   Pátria  , apresentado como “uma canção de dupla face”, que “celebra e questiona, em simultâneo, os mitos fundadores da identidade nacional”. Como não há duas sem três, lançam agora um terceiro, em colaboração com O Homem que Fugiu do Mundo:  Comunidade Europeia , “uma espécie de cartografia emocional da Europa contemporânea”, num retrato fragmentado do continente europeu: “Através de uma sucessão de imagens simbólicas e referências históricas, a canção percorre diferentes cidades, acontecimentos e memórias colectivas, transformando-os em metáforas de estados emocionais e políticos: queda, revolta, fuga, promessa ou esquecimento.” 

 Formados no Porto, os Novos Românticos lançaram até agora dois EP:   Novos Românticos  , em 2023, e   Saudade Internacional  , em 2024. No álbum  Criptopátria  prometem reflectir “sobre a ameaça nuclear, as tensões geopolíticas e a polarização do mundo contemporâneo”. Neste novo single, contaram com a participação vocal de O Homem que Fugiu do Mundo, alter ego de Vítor Pinto, ficando a mistura e masterização a cargo de João Losa. Vítor Pinto e João Losa partilham com David Félix o trio Malibu Gas Station e, segundo o texto que acompanha este lançamento, “têm ainda uma história comum que remonta a 2010, quando integraram, juntamente com outros amigos, a banda O Abominável. A colaboração em  Comunidade Europeia  surge assim</video:description>
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    <loc>https://www.publico.pt/2026/03/23/video/aborto-vai-passar-legal-ate-final-gravidez-reino-unido-falso-20260323-181711</loc>
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      <video:title>Aborto vai passar a ser legal até ao final da gravidez no Reino Unido? Falso</video:title>
      <video:description>Rita Matias, deputada do Chega, diz no X que no Reino Unido foi aprovada uma emenda para legalizar o aborto durante toda a gravidez. Mas a proposta, aprovada na Câmara dos Comuns em Junho de 2025 e na Câmara dos Lordes em Março, serve para despenalizar o aborto depois das 24 semanas. 

 Ou seja, se a lei entrar em vigor, depois de percorrer todo o processo legislativo, uma mulher que interrompa a gravidez em qualquer fase não será investigada ou acusada criminalmente. Continuará a ser crime outra pessoa administrar medicamentos ou utilizar instrumentos para fazer um aborto ou para intencionalmente terminar a vida de uma criança capaz de nascer viva. 

 Leia mais: 

 
	  Reino Unido aprovou proposta para tornar o aborto legal até ao fim da gestação? Falso  
	  Câmara dos Comuns britânica aprova despenalização do aborto em Inglaterra e Gales</video:description>
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      <video:title>Líquen cruza tradição e electrónica, “do lirismo popular à critica social directa”</video:title>
      <video:description>Estreou-se em 2024 com um EP,  I  (leia-se “um”) onde se deu a conhecer com quatro canções que, segundo os seus promotores, imergiam “em contrastes íntimos e universais, explorando revoltas internas e a fragilidade humana”. Um ano depois, em 2025, Líquen (projecto musical da cantora Constança Ochoa, natural de Coimbra) saía vencedora do Festival Termómetro, participando ainda nos festivais NOS Alive e Vodafone Paredes de Coura. Nesse seu EP de estreia (com   Brisa corcunda  ,   Cinzas, cheiro a limão  ,   Frases-entrelinhas   e   Neve  ), contou com os músicos e produtores Rui Jorge Lopes, Leonardo Patrício e Luís Pedro Keating. 

 Agora, regressa com um novo tema,  Aurora , onde, citando o texto que o anuncia, “o pulsar rítmico dialoga com versos que atravessam o tempo, do lirismo popular à crítica social directa”. Abrindo com uma citação (em  sample ) de um tema tradicional alentejano cantado pela Brigada Victor Jara ( Ao romper da bela aurora ), e daí retirando o título ( Aurora ), o novo single de Líquen parte da toada popular (“Muito padece, quem ama/ Mais padece quem namora/ O pastor da choupana/ Ao romper da bela aurora”) para uma invectiva ao sabor dos novos tempos: “Soberanos e machistas não se cansam de encontrar/ Mais um dente progressista prontinho para arrancar/ Liberdades, têm-nas muitas, se calhar até demais/ Não dói nada se aos pouquinhos voltares para casa dos teus pais/ E casar, tal e qual, com aquela amiga de infância, que não quis virar o mundo,/ Nem fazer jus à existência.” 

 Uma canção que – ainda segundo o texto que acompanha o lançamento – “consciente do passado e inquieta perante o presente, atravessa o amor, o trabalho, o peso das expectativas sociais e a domesticação dos desejos. O resultado é uma peça que respeita a raiz, mas recusa a estagnação, tal como a própria letra sugere.” A realização do videoclipe é de Leonardo Patrício, Luís Pepas e Constança Ochoa e a fotografia é de Ana Carvalho dos Santos.</video:description>
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      <video:title>Dois mortos após colisão entre avião e veículo dos bombeiros em Nova Iorque</video:title>
      <video:description>Um avião da Air Canada e um veículo dos bombeiros colidiram na noite de domingo no aeroporto LaGuardia, em Nova Iorque, tendo provocado dois mortos, vários feridos e a suspensão das operações aeroportuárias, informou a imprensa local. 

 Segundo avança a agência Reuters, o piloto e o co-piloto morreram no acidente. Até ao momento, as autoridades dos Estados Unidos não se pronunciaram sobre as causas nem o número de vítimas. 

  Leia mais:  

 
	 
	  Aeroporto LaGuardia encerrado após colisão entre avião e veículo de bombeiros</video:description>
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      <video:title>O que é que o bloqueio do estreito de Ormuz tem a ver com o preço dos combustíveis?</video:title>
      <video:description>A poucas milhas náuticas de Ormuz, situa-se o porto de Fujairah, localizado no Golfo de Omã. Deste porto, saem todos os dias mais de 1,7 milhões de barris de petróleo e outros combustíveis, de acordo com dados da Kpler.  

 É o quarto maior porto de combustíveis do mundo, apenas atrás de Singapura, Roterdão e Zhoushan, na China. Fujairah também é um dos principais  hubs  a nível mundial de combinação de diferentes componentes a base de petróleo para a criação de combustíveis finais, como a gasolina.  

 Ou seja: com o caminho impedido no estreito de Ormuz, os produtos que habitualmente partem de Fujairah não estão a ser escoados ao ritmo natural – o que afecta a disponibilidade de combustíveis no mercado. 

 Leia mais:  

 
	 
	  Governo tira dez cêntimos ao gasóleo profissional e dá dez euros à botija solidária  
	 
	 
	  UE renova apelo à “máxima moderação” e garante protecção dos seus cidadãos</video:description>
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      <video:title>Portugal foi onde os combustíveis mais encareceram num grupo de 13 países? Falso</video:title>
      <video:description>O líder do Chega partilhou no X uma lista que, supostamente, mostra o aumento do preço dos combustíveis em vários países europeus devido ao conflito no Irão em vários países europeus. Em Portugal terão sido 23 cêntimos por litro, em Espanha entre 8 e 10. E nos restantes países não há aumentos acima dos nove cêntimos. 

 Mas ao consultar os Boletins da Comissão Europeia e dados do Reino Unido percebe-se que a lista partilhada por André Ventura é falsa. 

 Leia mais: 

 
	  Combustíveis encareceram mais em Portugal do que em todos os países indicados em publicação de Ventura? Falso  
	  Guerra no Irão: impacto financeiro começou nos combustíveis e pode acabar no emprego  
	  Combustíveis com nova subida, gasolina passa a ter desconto no ISP</video:description>
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      <video:title>Carlos Sanches lança o primeiro álbum, &lt;i&gt;Cães e Crianças&lt;/i&gt;, e traz com ele uma &lt;i&gt;Arritmia&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Seis anos após a sua estreia a solo, com  Devagar  (single publicado em Março de 2020), o cantautor Carlos Sanches lança esta sexta-feira o seu primeiro álbum, a que deu o título  Cães e Crianças . A acompanhá-lo, estreia também um novo single com videoclipe,  Arritmia , o terceiro tema do álbum a ser lançado em single, depois de   A minha casa   (em Maio de 2025) e   Para a Primavera nascer  , publicado há uma semana, no dia 13 de Março. Os outros temas de  Cães e Crianças  são:  Pele macia ,  Camomila, meu jardim ,  Hytte ,  Horta ,  Um Sítio  (com Teresa Queirós) e  Tudo, aos poucos, a mudar . A primeira apresentação ao vivo será no dia 22 de Maio, em Chaves, a sua cidade natal, no  Quarteirão Cultural de Chave s, às 21h30. 

 O tema  Arritmias , gravado com MALVA, centra-se num tema que infelizmente é comum e transversal a várias épocas e gerações: a violência doméstica. No texto que acompanha o lançamento, ele explica como decidiu compô-lo: “Este tema surgiu de uma reflexão sobre os relacionamentos de alguns dos meus amigos, nos quais se sentem as dinâmicas pouco saudáveis instauradas, transmitidas de geração em geração. Não são simples de desvincular, esteja a pessoa no papel da vítima ou do agressor. Isto é um reflexo das dinâmicas machistas e patriarcais, transmitidas pelas gerações passadas”. MALVA, diz ele, foi a primeira pessoa que lhe veio à cabeça quando pensou no tema como um dueto. “Tinha acabado de ouvir o  poros , o álbum mais recente da MALVA, e foi exactamente aquele tipo de vulnerabilidade cortante e único que me fez falar com ela e, felizmente, ela aceitou de imediato.” A realização do vídeo é de Beatriz Costa. 

 À estreia de Carlos Sanches com   Devagar  , seguiram-se dois EP,   Amparo   (2020) e   A Migração das Andorinhas   (2022), que incluiu um dueto com Bia Maria em   Naufrágio  . No ano seguinte, foi distinguido com uma Menção Honrosa nos Novos Talentos FNAC 2023.</video:description>
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      <video:title>Francisco César: “Quem tem de dar explicações sobre o uso das Lajes é o Governo português”</video:title>
      <video:description>O líder do PS-Açores acusa o Governo de falta de transparência no uso da Base das Lajes pelos Estados Unidos num contexto de guerra no Irão. Em entrevista ao Hora da Verdade, do PÚBLICO-Renascença, Francisco César diz que "quem tem de dar explicações sobre o uso da Base das Lajes não são os americanos, é o Governo português". 

 O dirigente socialista fala ainda numa situação “bastante” complicada nos cofres dos Açores e acusa o PSD de tentar afastar o PS do Tribunal Constitucional para condicionar a interpretação da Constituição. 

  Saiba mais:  

 
	  Francisco César: depois de Passos e Spinumviva, há “um ajuste de contas do PSD em relação ao TC”  
	  Francisco César: “probabilidade” de resgate financeiro aos Açores “é muito elevada”</video:description>
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      <video:title>Parlamento discute alterações à lei sobre a identidade de género. O que está em causa?</video:title>
      <video:description>O PSD, Chega e CDS-PP apresentaram propostas que visam alterar as regras sobre como uma pessoa pode mudar o nome e o sexo no registo civil, bem como a forma com que as escolas e o sistema de saúde devem lidar com a identidade de género. Os projectos de lei vão ser discutidos esta quinta-feira, 19 de Março, na Assembleia de República. 

 Actualmente, pessoas com mais de 18 anos podem proceder à mudança de sexo e de nome no registo civil sem terem de apresentar um atestado médico. Já os adolescentes entre os 16 e os 18 anos podem fazê-lo, desde que tenham autorização dos pais e uma declaração de um profissional de saúde a reconhecer a maturidade do jovem para tomar essa decisão.  

  Leia mais:   

 
	 
	  Alterações à legislação sobre identidade de género são “retrocesso político”  
	 
	 
	  Médicos contra “retrocesso clínico perigoso” na lei sobre identidade de género</video:description>
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      <video:title>Francisco César: “Há ajuste de contas do PSD em relação ao Constitucional”</video:title>
      <video:description>O dirigente socialista Francisco César acusa o PSD de tentar afastar o PS do Tribunal Constitucional para condicionar a interpretação da Constituição, fala num “ajuste de contas” com o Palácio Ratton e admite riscos de concentração de poder. Em entrevista ao PÚBLICO-Renascença, afirma que a união em torno de José Luís Carneiro era necessária. 

  Saiba mais:  

 
	  Francisco César: depois de Passos e Spinumviva, há “um ajuste de contas do PSD em relação ao TC”​  
	  Francisco César: “probabilidade” de resgate financeiro aos Açores “é muito elevada”​</video:description>
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      <video:title>Como é que a guerra no Irão pode aumentar as prestações da casa?</video:title>
      <video:description>Poucos dias após o início da guerra no Irão, Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu (BCE) prometeu fazer "tudo o que for necessário para assegurar que a inflação fica sob controlo para que os europeus não sofram com os mesmos aumentos de inflação em 2022 e 2023". 

 A expressão faz lembrar o famoso " whatever it takes " de Mario Draghi em 2012, no auge da crise do Euro. 

 Mas desta vez, o significado do "tudo o que for necessário" dito por Lagarde pode ser o oposto: em vez de baixar juros para apoiar a economia, o que o BCE poderá ter de fazer é voltar a subi-los. 

 Leia mais: 

 
	  Guerra no Irão: impacto financeiro começou nos combustíveis e pode acabar no emprego  
	  Guerra no Irão já começou a agravar despesa com juros em Portugal  
	  Euribor a 12 meses perto de 2,4% ameaça agravar prestação dos contratos a rever em Abril</video:description>
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      <video:title>Pedro Chagas Freitas: “Nunca me senti tão nulo e tão desimportante como ali”</video:title>
      <video:description>O autor de  O Hospital de Alfaces  recorda os momentos que viveu com o filho de seis anos, que esperava por um transplante de fígado.  "Nunca me senti tão nulo e tão desimportante como ali. Nada estava nas minhas mãos”, lamenta. “O adulto tem de ser o palhaço de serviço. É um exercício antilógico, porque estamos todos partidos e temos de fazer rir uma criança”. 

 Leia mais: 

 
	  Pedro Chagas Freitas: “Nada comove mais do que alguém querer salvar o nosso filho”</video:description>
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      <video:title>Como é que &lt;em&gt;Heated Rivalry&lt;/em&gt; se tornou um fenómeno?</video:title>
      <video:description>A adaptação televisiva de  Heated Rivalry , romance  queer  da escritora Rachel Reid passado no universo do hóquei profissional, tornou‑se um fenómeno global no final do ano passado.  

 A dinâmica entre os protagonistas – rivais em público, íntimos em privado – e a forma como a narrativa expõe a tensão entre masculinidade rígida e desejo contribuíram para transformar a obra num dos fenómenos culturais mais comentados do final de 2025 

  Oiça o episódio do podcast #ComoAssim:  

 
	   Heated Rivalry : como um romance  queer  se tornou um fenómeno global #ComoAssim  
 

  Leia mais:  

 
	   Heated Rivalry: “Há um medo geral da sexualidade   queer , do desejo feminino e do desejo  gay ”  
	   Heated Rivalry  é um sucesso (também) na Rússia, onde o conteúdo LGBTQ+ é censurado  
	  É agora que Portugal entra no fenómeno  Heated Rivalry   
	  Cinco curiosidades: como  Heated Rivalry  está a mudar vidas um pouco por todo o mundo</video:description>
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      <video:title>PZ escolhe o Dia do Pai para estrear &lt;i&gt;Sou pai de filhos&lt;/i&gt;, do anunciado &lt;i&gt;Álbum de Família&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>E vão três: desde Janeiro,  PZ  está a publicar, à razão de um por mês, quadros (fotográficos e musicais) do seu  Álbum de Família , disco que será publicado ao longo do ano, com 12 músicas em 12 meses e envolvendo 12 convidados. Depois de publicar   Todo o santo dia   em Janeiro, com Samuel Úria por convidado, e   Quem é que vai lavar a banca  , em Fevereiro, com Joana Espadinha, chega agora a vez de  Sou pai de filhos , com os  Retimbrar . E escolheu para data de lançamento o Dia do Pai, 19 de Março, o mais adequado a tal canção. “Entre o humor e o amor de Pai, PZ aborda o quotidiano familiar com a ironia que marca a sua escrita, lembrando que educar também é saber brincar e manter viva a criança interior”, lê-se no texto que acompanha o lançamento. “Na letra surgem imagens do universo doméstico e da vida com crianças — ‘andam a comer bombons e bananas e a desaparecer quando lhes apetece’ — retratos simples e reconhecíveis que misturam caos e alegria na mesma medida.” 

 Com música, letra, produção, voz, guitarra e baixo de PZ, a gravação de  Sou pai de filhos  contou com os Retimbrar, assegurando António Serginho bateria, percussão, xilofone e vozes, Sara Yasmine cavaquinho, trancanholas e vozes e Beatriz Rola violino e vozes. A gravação e mistura é de Zé Nando Pimenta e o vídeo foi realizado por Vasco Mendes. 

 Desde  Anticorpos , PZ publicou os álbuns  Rude Sofisticado  (2012),  Mensagens da Nave-Mãe  (2015,  Império Auto-Mano  (2017),  Do Outro Lado  (2018),  Selfie-Destruction  (2020) e  O Fim do Mundo em Cuecas  (2024). Pelo meio, fez furor com o single  Cara de Chewbacca  (2013), concorreu ao Festival da Canção 2021 com  Ao lado de mim , como O Vampiro Submarino, alter-ego com que assinou o álbum  Tempo Para Nada  (2023). Por fim, em Março de 2025, publicou   Apocalypse Later  , assinando-o “PZ featuring Joe Zé.” O seu  Álbum de Família  deverá ser publicado em vinil no dia 11 de Dezembro.</video:description>
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    <loc>https://www.publico.pt/2026/03/17/video/antonio-jose-seguro-novo-presidente-republica-20260317-154206</loc>
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      <video:title>Quem é António José Seguro, o novo Presidente da República?</video:title>
      <video:description>António José Seguro tem 64 anos e formação em Relações Internacionais e Ciência Política. Foi deputado à Assembleia da República durante vários anos e eurodeputado. Entre 2011 e 2014, foi secretário-geral do PS, ano em que perdeu as eleições internas do PS para António Costa, após uma disputa interna sobre a liderança do partido. Afastou-se da vida política activa nessa data.  

 Anunciou que queria ser candidato a Belém em Junho de 2025 e, embora as sondagens não o colocassem inicialmente como um dos favoritos, foi eleito na segunda volta, a 8 de Fevereiro de 2026, com mais de 3,5 milhões de votos – a maior votação que um candidato obteve numa eleição presidencial – correspondendo a 66,84% dos votos expressos.  

  Leia mais:   

 
	 
	  A vitória histórica de Seguro e a dificuldade de comparar o incomparável  
	 
	 
	  Num registo mais institucional, António José Seguro toma posse como Presidente da República  
	 
	 
	  Seguro faz primeira Presidência aberta em Castelo Branco, Coimbra, Leiria e Santarém</video:description>
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    <loc>https://www.publico.pt/2026/03/17/video/prova-factos-video-mostra-ultimo-aluno-branco-faculdade-irlandesa-falso-20260317-152742</loc>
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      <video:title>Prova dos Factos: vídeo mostra “último aluno branco” numa faculdade irlandesa? Falso</video:title>
      <video:description>Num vídeo partilhado no X e visto mais de um milhão de vezes, vêem-se jovens no que parece ser uma sala de aula. Mas não só de aulas vivem as universidades e o vídeo foi, na verdade, gravado num evento da Sociedade Africana da Universidade Tecnológica de Dublin. 

 A página que o publicou partilha frequentemente conteúdos racistas e xenófobos. Ao ler os comentários percebe-se que são quase todos racistas e muitos falam da "teoria da Grande Substituição — uma teoria da conspiração que diz que as “elites de esquerda” estão a conspirar contra os brancos da Europa para os substituir por povos de outros continentes. 

 Leia mais:  

 
	  Vídeo mostra “último estudante branco” a frequentar uma faculdade na Irlanda? Falso  
	  Feira de educação acolhe stand do Chega com cartazes anti-imigração, associados à “teoria da Grande Substituição”  
	  Investigadores denunciam “retórica racista” em stand do Chega na Futurália e pedem intervenção da organização</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1174435514</video:player_loc>
    </video:video>
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    <loc>https://www.publico.pt/2026/03/16/video/libra-lanca-one-will-save-you-parceria-rapper-brasileira-clara-lima-20260316-161121</loc>
    <video:video>
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      <video:title>LIBRA lança &lt;i&gt;No one will save you&lt;/i&gt;, parceria com a rapper brasileira Clara Lima</video:title>
      <video:description>Já passou quase um ano desde que a rapper, cantora e compositora LIBRA publicou o seu primeiro álbum   Everyone’s First Breath  , apresentado ao vivo no B.Leza (em Lisboa) e no Maus Hábitos (no Porto). O tema que serviu de mote a esses concertos,   Before I become a slave  , lançou-o em single já em Janeiro desde ano. Agora, regressa com um novo tema, cuja letra foi escrita em parceria com a rapper brasileira Clara Lima. Chama-se  No one will save you  e, segundo o texto que acompanha o lançamento,” aborda experiências partilhadas por mulheres em diferentes contextos sociais, transformando a vulnerabilidade em força e reafirmando a presença da voz feminina em qualquer língua ou geografia”. A música, dizem ainda, “fala de resistência emocional, autonomia e da coragem de assumir a própria voz em contextos de fragilidade. É uma narrativa sobre cair, atravessar o silêncio e ressurgir com maior clareza e força.” A composição musical é de um produtor brasileiro radicado em Portugal, Renato Parmi, que assina também a produção, mistura e masterização do tema. No baixo, está Gabriel Catanzaro “Gabiru”.</video:description>
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      <video:title>Eles &lt;i&gt;Comem tudo&lt;/i&gt; (e deixam nada), canta Tiago Nóia, num tempo de outros vampiros</video:title>
      <video:description>O título pode induzir em erro, mas não se trata de uma versão actualizada dos  Vampiros  de José Afonso. Tiago Nóia, cantor e compositor madeirense (de Machico) que estudou música na Irlanda e depois se fixou no Porto, anuncia este seu novo single como “uma crítica frontal ao capitalismo contemporâneo”, nele estendendo “um prato cheio de fome” e evocando “a ideia de um sistema voraz e insaciável que transforma o consumo numa nova divindade”. 

 O texto que acompanha o lançamento refere que a imagem central da canção “aponta para um capitalismo ‘canibal’, erguido como um novo Deus sobre as sociedades modernas - uma força que pune o amor-próprio e fragiliza o cuidado pelo outro. A pergunta que atravessa o tema permanece inquietante: ‘o que sobra de nós quando de nós não sobra nada?’” Com letra e música de Tiago Nóia (voz e guitarra), que assina também a produção, mistura e videoclipe (uma colagem de imagens e vídeos alheios)  Comem tudo  conta com Maria Ana Guimarães nos sintetizadores e teclados e João Quinhentas na bateria. Na letra a ironia serve-se quente. Assim: “Hora dada, hora paga./ Tu és pouco para mim,/ Eu quero mais, eu quero mais./ Dá-me mais de ti./ Eles comem tudo e deixam nada./ Porque um homem só é livre/ Depois de se vender,/ Sempre ouvi dizer./ Quando é que eu posso fugir?” 

 Depois da sua estreia, em plena pandemia da covid-19, com o tema   Reborn   (2020), Tiago Nóia lançou em 2021 três singles,   Hazy  ,  Melhor de mim  e   Vivo a desaparecer  , integrando este último um EP lançado no mesmo ano,   Facetas  . Em 2024 voltou aos singles, com Zé ninguém, seguindo-lhe, já em 2025,  Fica ,  Malmequer  e   Eu sou quem não  . Reunidos os quatro, foram republicados em Novembro de 2025 num EP chamado   Errar Melhor  . Nas suas influências musicais, Tiago Nóia inclui nomes como Ditz, Gurriers e IDLES e, no panorama nacional, cita Tó Trips, José Mário Branco e Linda Martini.</video:description>
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      <video:title>De Michael B. Jordan a &lt;em&gt;Batalha Atrás de Batalha&lt;/em&gt;: os vencedores dos Óscares</video:title>
      <video:description>O vencedor da noite dos Óscares acabou por ser  Batalha Atrás de Batalha , de Paul Thomas Anderson, com seis estatuetas nas categorias Melhor Filme, Melhor Realizador, Melhor Montagem, Melhor Actor Secundário, Melhor Argumento Adaptado e Melhor Casting. Mas  Pecadores , que quebrou o recorde de filme mais nomeado na história dos Óscares, levou para casa ainda o prémio de Melhor Actor, pela dupla personagem de Michael B. Jordan, e Melhor Fotografia, categoria em que Autumn Durald Arkapaw fez história sendo a primeira mulher a vencer. 

 O elenco de  Mr. Nobody Contra Putin , eleito Melhor Documentário, deixou uma mensagem: "Parem com todas as guerras agora".  

  Saiba mais:   

 
	 
	  Paul Thomas Anderson: de batalha em batalha até aos seis Óscares finais  
	 
	 
	  A lista dos vencedores dos Óscares de 2026, que ganharam o que esperavam</video:description>
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      <video:title>Dmitro Kuleba: “Toda a gente verá que a promessa de segurança e unidade da UE é falsa”</video:title>
      <video:description>Dmitro Kuleba era o chefe da diplomacia ucraniana quando a invasão em larga escala pela Rússia começou, e manteve-se no cargo até Setembro de 2024. Esteve recentemente em Portugal para participar no 44.º aniversário da Escola de Economia, Gestão e Ciência Política (EEG) da Universidade do Minho, em Braga, para dar conta da sua experiência como diplomata em tempos de guerra.  

 Leia a entrevista: 

 
	  Primeira parte:  “A Rússia não tem de ganhar na Ucrânia para atacar um país da NATO”   
	  Segunda parte:   “A chave para a paz na Ucrânia não está em Washington, mas sim na Europa”</video:description>
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      <video:title>Kuleba diz que UE tem de preparar os cidadãos para um eventual conflito com a Rússia</video:title>
      <video:description>Para o ex-ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, é “o campo de batalha que define a dinâmica das negociações” com a Rússia e, por isso, essa deve manter-se a prioridade das autoridades ucranianas. 

 Saiba mais: 

 
	 Primeira parte:  “A Rússia não tem de ganhar na Ucrânia para atacar um país da NATO”  
	 Segunda parte:  “A chave para a paz na Ucrânia não está em Washington, mas sim na Europa”</video:description>
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      <video:title>O conflito no Irão já é uma guerra mundial? E a ameaça nuclear é real?</video:title>
      <video:description>O Irão está a ser alvo de bombardeamentos diários por parte dos Estados Unidos e de Israel desde 28 de Fevereiro. Como resposta, o Irão tem atacado locais estratégicos em países do Golfo, muitos deles com acordos com os Estados Unidos e a Europa. 

 Mas já estamos numa guerra mundial? E a ameaça nuclear deve ser levada em conta? 

  Saiba mais:  

 
	  Enfraquecido, mas não derrotado, o Irão leva a guerra para o mar​  
	  Perante a ameaça de Israel, o Líbano pode deixar cair o plano de desarmar o Hezbollah  
	  Nem mais “um litro de petróleo”: Mojtaba fala pela primeira vez como Guia Supremo</video:description>
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      <video:title>E os Óscares vão para... As escolhas e previsões do Ípsilon</video:title>
      <video:description>Paul Thomas Anderson ou Ryan  Coogler ?   Batalha Atrás de Batalha , o último filme de Anderson, tem vencido vários prémios. O filme ganhou os Prémios da Associação de Produtores, os PGA Awards, reforçando o seu favoritismo para os Óscares, que serão entregues este domingo.  Pecadores , de Coogler, tem vindo a conquistar terreno, assumindo-se como um sério concorrente. Qual será o grande vencedor? 

  Saiba mais nos podcasts:  

 
	 
	  Os nossos Óscares; e  O Estrangeiro  de Camus que chega às salas: como olhá-lo? —​   No Escuro  
	 
	 
	  Já sabemos quem vai ganhar os Óscares ou vamos ter uma surpresa?     —   P24</video:description>
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      <video:title>Como se desenharam as negociações do acordo nuclear entre o Irão e os Estados Unidos?</video:title>
      <video:description>O ministro dos Negócios Estrangeiros do Omã, Badr al-Busaidi, sentou-se à mesa com representantes dos Estados Unidos e do Irão três vezes ao longo de Fevereiro. Al-Busaidi fazia papel de mensageiro e levava recados entre as duas delegações.  

 No dia 17 de Fevereiro, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi, do Irão disse que os dois países tinham conseguido chegar a um entendimento preliminar. Mas dias depois os Estados Unidos e Israel atacaram o Irão. Trump diz que a guerra está a terminar, mas Peter Hegseth, secretário de Defesa dos Estados Unidos, diz que estão apenas a começar. Araghchi diz que qualquer diálogo que poderia ter com os Estados Unidos está fora da agenda. 

 Leia mais: 

 
	  Quem decide quando acaba a guerra no Irão?  
	  Tornar a transição de regime grande outra vez  
	  O Médio Oriente como laboratório da guerra do século XXI</video:description>
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      <video:title>“Vamos emitir vales para apoiar os proprietários florestais a limpar os terrenos”, diz ministra do Ambiente</video:title>
      <video:description>A estratégia de ir fazendo descargas das barragens e provocar cheias controladas permitiu “evitar uma grande catástrofe”, disse a ministra do Ambiente e Energia, nesta entrevista ao PÚBLICO-Rádio Renascença. “Evitámos que Lisboa fosse inundada como há muito tempo não se via”, afirmou Graça Carvalho. 

 Agora, a prioridade é reconstruir o tanto que ficou destruído pelas tempestades, que mostram cada vez mais o que será uma nova realidade climática: um país com Invernos em que chove uma grande quantidade concentrada de água, e também com tempestades de vento e Verões tórridos, em que o risco dos incêndios florestais está ao rubro. E prevenir: para isso, o Governo vai emitir vales para "apoiar a limpeza de terrenos". 

  Leia e veja a entrevista completa:  

 
	  Graça Carvalho: “Vamos emitir vales para apoiar os proprietários florestais a limpar os terrenos”  
	  Graça Carvalho: “Há edificações que têm que ser retiradas de leito de cheia”​</video:description>
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      <video:title>Governo vai emitir vales "para apoiar os proprietários" na limpeza dos terrenos</video:title>
      <video:description>Em breve, será aberto um novo concurso para a aquisição de veículos eléctricos.</video:description>
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      <video:title>Vídeo parece mostrar míssil norte-americano a cair perto de escola atacada no Irão</video:title>
      <video:description>Num vídeo, partilhado pela Mehr News Agency (agência de notícias semioficial iraniana), vê-se um Tomahawk, a atingir a base naval perto da Escola Primária Shajarah Tayyiba, em Mibab, no Sul do Irão. Esse ataque causou, segundo as autoridades iranianas, a morte de 175 pessoas. 

 ​O Tomahawk é um míssil de cruzeiro de longo alcance que pode ser lançado a partir de navios da Marinha ou submarinos. As Forças Armadas dos EUA, que utilizaram o Tomahawk em outros ataques durante a operação, são as únicas participantes no conflito que se sabe possuírem o míssil no seu arsenal. 

 Leia mais:  

 
	  Ataques “indiscriminados” a infra-estrutura civil atingem o Irão, que abraça o “novo normal”  
	  Ataque aéreo que atingiu escola iraniana causou 148 mortos, a maioria crianças</video:description>
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      <video:title>Hugo Van Der Ding: “Agradeço a liberdade dos meus pais e a inflexibilidade da minha avó”</video:title>
      <video:description>O autor, artista, locutor e cartoonista Hugo van der Ding conta como foi a casa onde cresceu, onde recebeu de herança o prazer de estar sozinho, pensar, criar e recarregar baterias antes de ir enfrentar o mundo. Com um olhar questionador e um coração extremamente sensível, atravessou as peripécias da adolescência e a descoberta de como era viver longe de Portugal, enquanto também navegava as turbulências dos altos e baixos da bipolaridade. Foi na relação com a mãe, na terapia, nos amigos e na medicação que encontrou o equilíbrio entre os superpoderes da sua mente e as suas fragilidades, tendo na avó materna a sua maior âncora. 

  Ouça o podcast Birras de Mãe aqui:  

 
	  Birras com Hugo Van Der Ding: “Agradeço a liberdade dos meus pais e a inflexibilidade da minha avó”​</video:description>
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      <video:title>Seguro toma posse como Presidente da República: “É tempo de vencer o medo”</video:title>
      <video:description>António José Seguro fez o seu primeiro discurso como Presidente da República durante a cerimónia de tomada de posse desta segunda-feira — e da cessação do mandato de Marcelo Rebelo de Sousa, depois de dez anos em Belém. Seguro garantiu a sua cooperação institucional e saudou o Parlamento e os portugueses que nele votaram. Será, diz, Presidente de "Portugal inteiro", e por isso vai continuar a descentralizar as comemorações do 10 de Junho.  

 Falando num novo "ciclo de três anos sem eleições nacionais", Seguro aponta para uma "oportunidade de ouro" para que os partidos se entendam, rejeitando estar a falar de "unanimismos artificiais", mas de "maturidade democrática". A ideia é que todos coloquem o interesse nacional acima do resto: "Compromisso não é contra a democracia, é pela democracia."  

  Acompanhe:   

 
	 
	  António José Seguro: “Tudo farei para estancar o frenesim eleitoral  ”   — ao minuto  
	 
	 
	  Discurso de tomada de posse na íntegra: Presidente Seguro pede "maturidade democrática" aos partidos​  
	 
	 
	  Do abraço a Marcelo ao juramento sobre a Constituição: alguns momentos da tomada de posse do Presidente Seguro</video:description>
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      <video:title>Google Pixel 10a não traz (quase) nada de novo, mas convence</video:title>
      <video:description>O que mudou no Pixel 10a relativamente ao antecessor? No  hardware , quase nada. O mesmo design, o mesmo processador, as mesmas câmaras… As alterações foram, apenas, de pormenor e muitas das novidades no  software , como o sistema operativo Android 16, também estão disponíveis para o Pixel 9a. Não é um bom “começo de conversa”. E o suficiente para afastar quem já tem o modelo do ano passado. Mas, para quem tem um  smartphone  com alguns anos e procura um  smartphone  rápido q.b., com boas câmaras e acesso à IA, mas não quer gastar muito, o Pixel 10a é uma das melhores opções do mercado.</video:description>
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      <video:title>Do abraço a Marcelo ao juramento sobre a Constituição: alguns momentos da tomada de posse do Presidente Seguro</video:title>
      <video:description>Dez anos depois, Marcelo Rebelo de Sousa despediu-se esta segunda-feira da Presidência da República. António José Seguro tomou posse numa cerimónia que decorreu na Assembleia da República e que contou com 600 convidados, incluindo vários membros do Governo e chefes de Estado de outros países. Um abraço marcou simbolicamente a passagem de testemunho entre o antigo e o novo Presidente da República. 

  Saiba mais:  

 
	  Seguro garante estabilidade e aponta “oportunidade de ouro” para “soluções duradouras”  
	  Discurso de tomada de posse na íntegra: Presidente Seguro pede "maturidade democrática" aos partidos​  
	  Entra em cena o Presidente Seguro, “o anti-Marcelo”</video:description>
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    <loc>https://www.publico.pt/2026/03/09/video/discurso-integra-presidente-seguro-pede-maturidade-democratica-partidos-20260309-121432</loc>
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      <video:title>Discurso de tomada de posse na íntegra: Presidente Seguro pede "maturidade democrática" aos partidos</video:title>
      <video:description>A cerimónia de tomada de posse teve início às 10h na Assembleia da República. Após a leitura da acta da assembleia de apuramento geral da eleição, que desta vez foi mais longa por causa ao adiamento do acto eleitoral em cerca de duas dezenas de freguesias devido à tempestade Kristin, seguiu-se o juramento solene sobre a Constituição. Marcelo Rebelo de Sousa e António José Seguro trocaram de lugar na Assembleia e deu-se início aos discursos. 

 Saiba mais: 

 
	  António José Seguro: “Tudo farei para estancar o frenesim eleitoral”</video:description>
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      <video:title>As principais inovações do Galaxy S26</video:title>
      <video:description>A linha Galaxy S da Samsung foi renovada. A série S26 traz novidades relevantes na inteligência artificial e na privacidade. Por ler a análise completa da variante topo de gama em  Galaxy S26 Ultra em teste: a inteligência artificial apresenta-se ao serviço .</video:description>
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      <video:title>Catarina Branco regressa com &lt;i&gt;Onde eu me escondo&lt;/i&gt;, a anunciar um novo álbum para Abril</video:title>
      <video:description>Catarina Branco escolheu o dia do seu 30.º aniversário, 10 de Março (nasceu em 1996, nas Caldas da Rainha), para revelar o primeiro tema do seu segundo álbum, sucessor de  Vida Plena  (2022) e com publicação prometida para o dia 10 de Abril.  Onde eu me escondo , com letra e música de Catarina Branco (voz, coros, vários instrumentos, produção e mistura), conta com Sara Gonçalves (bateria), Catarina Valadas (flauta) e Mariana Camacho (coros) e, segundo o texto que anuncia este novo tema, “é uma canção sobre alguém que, na espuma dos dias, se sente invisível. A letra invoca imagens alienantes, sempre de olhos no banal, no estilo poético concreto que caracteriza a escrita de Catarina Branco.” O videoclipe foi filmado na Casa Cheia, em Lisboa, por Leonard Collette (realização, fotografia e edição) e o novo álbum vai ser apresentado no dia 9 de Abril em Lisboa, numa  listening party  anunciada para a Casa da Mully, aos Anjos. Será também nos Anjos, mas no Espaço Bota, que se realizará, no dia 2 de Maio, o concerto de apresentação. 

 Depois da sua estreia com   Carolina   (2018), Catarina Branco publicou o álbum   Vida Plena   (2022) e os EP   Tá Sol   (2019),   Não Me Peças Mais Canções   (2024) e   3 Canções   (2025). O próximo álbum promete reforçar o” universo imagético que a cantautora tem vindo a desenvolver”.</video:description>
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      <video:title>O telemóvel modular que quer acabar com o prazo de validade</video:title>
      <video:description>A ideia de um  smartphone  que se pode montar e desmontar como se de um conjunto de peças de construção se tratasse não é nova, mas a Tecno decidiu dar a este conceito um novo fôlego no  Mobile World Congress  (MWC) de 2026. O Tecno Modular Smartphone é a mais recente tentativa de levar a modularidade ao mercado, prometendo adicionar funcionalidades e desempenho sem que seja necessário substituir o aparelho por inteiro. 

 Ao contrário da maioria dos equipamentos que encontramos actualmente nas prateleiras, o conceito da Tecno afasta-se da construção selada e pouco amigável para quem deseja intervir no interior do dispositivo. Este protótipo foca-se na possibilidade de remover e encaixar diferentes blocos, que podem incluir desde sensores de câmara mais avançados até baterias de maior capacidade. Esta abordagem não só prolonga a vida útil do objecto, como também pretende atacar directamente o problema do lixo electrónico, um dos maiores desafios do sector tecnológico. 

 No espaço da marca em Barcelona, foi possível observar a facilidade com que as peças se unem. O mecanismo de encaixe parece robusto e pensado para que o processo de substituição não exija ferramentas complexas ou conhecimentos profundos de engenharia. A facilidade de manuseamento é, aliás, um dos pontos que mais se destaca nas demonstrações feitas ao vivo. 

   Hardware  flexível e personalização  

 Além da questão ecológica, a Tecno explora a vertente da personalização. A modularidade permite que cada utilizador adapte o telefone às necessidades específicas de cada momento. Se o objectivo de um dia for a fotografia de natureza, pode-se optar por um módulo de lentes mais potente; se a prioridade for a autonomia para uma viagem longa, o espaço pode ser ocupado por uma bateria adicional. 

 A marca não avançou ainda datas para uma eventual comercialização nem preços específicos, mas o interesse gerado sugere que existe um mercado curioso por soluções que ofereçam maior controlo sobre a longevidade da tecnologia. 

 A integração de inte</video:description>
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      <video:title>“O Irão está acabado — e sabe-o”. Secretário de Defesa dos EUA elogia capacidade de “pura destruição” do ataque com Israel</video:title>
      <video:description>Numa conferência de imprensa a decorrer esta quarta-feira no Pentágono, Pete Hegseth começou por dizer que "os EUA estão decisivamente a ganhar a Operação Fúria Épica". ⁠ ⁠ 

 O secretário da Defesa norte-americano disse que o ataque que começou sábado "tem tido resultados incríveis", mas que os EUA usarão "todo o tempo necessário" para alcançarem os seus objectivos. "O Irão está acabado — e sabe-o."⁠ 

  Saiba mais:  

 
	  ⁠Navio europeu atacado no estreito de Ormuz, NATO intercepta míssil iraniano na Turquia  
	  Trump teve de “corrigir” Rubio sobre motivos do ataque dos EUA ao Irão</video:description>
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      <video:title>Editorial gráfico de Eduardo Souto de Moura: A minha casa</video:title>
      <video:description>Pergunto-me porque é que faço sempre isto? Isto é uma obsessão. As coisas obsessivas têm um princípio qualquer, até psicanalítico. Se calhar devia fazer psicanálise para perguntar porque é que esta casa é sempre a mesma. Há um princípio da felicidade, em que a base é a sublimação. Nós não podemos passar a vida a pensar nos problemas. Portanto, como é que nos abstraímos desses problemas? Sublimamos. Se um tipo passa a vida a sublimar, fica um alienado. Mas de vez em quando, pontualmente, usa-se uma sublimação ou outra, consegue-se avançar para não se estar sempre a ter acidentes e a ser impedido de continuar. E como o que é preciso é continuar, usamos esse truque. E penso que isto da arquitectura é uma certa sublimação.  

  Leia  e  veja  a entrevista a Eduardo Souto de Moura. Consulte a  página dedicada  à edição especial dos 36 anos do PÚBLICO.</video:description>
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      <video:title>Primeiras impressões com os óculos da Samsung que querem bater os Apple Vision Pro</video:title>
      <video:description>Barcelona serviu de palco para aquela que é, sem dúvida, uma das demonstrações mais aguardadas do  Mobile World Congress  2026. No centro do imenso pavilhão da marca sul-coreana, os Galaxy XR surgem finalmente como uma proposta palpável, pronta para ser testada por quem visita o evento. Estes óculos representam o culminar de uma parceria estratégica entre a Samsung, a Google e a  Qualcomm , visando criar um ecossistema de computação espacial que não dependa do jardim fechado da  Apple . 

   Hardware  de topo num corpo leve  

 Ao colocar o equipamento, a primeira sensação é de conforto. Com um peso de 545 gramas, os Galaxy XR conseguem ser substancialmente mais leves do que o principal rival de Cupertino. Algo que se deve, em grande parte, à opção de manter a bateria como um componente externo. O visor utiliza dois painéis Micro-OLED com uma resolução de 3552 por 3840 píxeis por cada olho, o que resulta numa densidade de imagem impressionante, onde é praticamente impossível distinguir os pontos que formam os elementos virtuais. 

 No interior, o processador Snapdragon XR2+ Gen 2 da Qualcomm assegura que toda a acção decorre sem latência perceptível. Durante os testes em Barcelona, foi possível verificar que o mapeamento do espaço em redor é feito de forma quase instantânea, permitindo colocar janelas de aplicações ou objectos tridimensionais sobre a mesa ou as paredes com uma estabilidade notável. O preço anunciado para o mercado americano é, sem impostos, de 1799,99 dólares. Ainda não há preços oficiais para a Europa, mas os rumores apontam para um valor entre 1899 e 1999 euros, o que posiciona este produto num patamar  premium , embora mais acessível do que a concorrência directa. 

  A inteligência da Google no olhar  

 A grande alma deste projecto é o  Android XR,  o sistema operativo que a Google desenhou especificamente para esta nova era da computação. A interface utiliza uma linguagem de design denominada “Glimmer”, caracterizada por ícones arredondados e tons verdes que, segundo os engenheiro</video:description>
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      <video:title>Prova dos Factos: vídeos antigos e gerados por IA associados a guerra no Irão</video:title>
      <video:description>Sempre que começa um novo conflito armado internacional, é seguro assumir que será seguido de grandes fluxos de desinformação. Israel e os Estados Unidos atacaram o Irão no dia 28 de Fevereiro e, nas redes sociais, surgiu uma enxurrada de vídeos falsos e descontextualizados. Desde imagens geradas por inteligência artificial até vídeos gravados há anos na Ucrânia. 

 Leia mais: 

 
	  Ataque ao Irão: vídeos antigos e gerados com IA voltam a inundar redes sociais  
	  Guia Visual. A guerra de Trump que ameaça consumir o Médio Oriente</video:description>
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      <video:title>Souto de Moura: "Estou morto por fazer habitação para a classe média e habitação social"</video:title>
      <video:description>O "director por um dia" no 36.º aniversário do jornal viu a oportunidade de falar sobre as questões da arquitectura e os problemas da habitação, que continuam por resolver: “Estou morto por fazer habitação para a classe média e habitação social”, confessa. 

 Com uma carreira de mais de quatro décadas já sobejamente reconhecida e consagrada nacional e internacionalmente —​ teve o Prémio Pritzker (2011) e o Leão de Ouro da Bienal de Veneza (2018), para citar só as distinções mais renomadas —, a sua obra tem uma marca pessoal bem visível (já lhe chamaram "neoplástico"...), mas nela tudo parece “enraizado no seu próprio lugar”, como referiu o júri do Prémio Imperial do Japão (2025) sobre o autor da Pousada de Santa Maria do Bouro, do Estádio de Braga e da Casa das Histórias Paula Rego. Do que Souto de Moura verdadeiramente gosta, porém, é de desenhar casas.  

 Leia a entrevista completa: 

 
	  Eduardo Souto de Moura: “Estou quase sempre a desenhar a mesma casa”</video:description>
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      <video:title>O carro da Xiaomi com quase 2000cv fará parte da casa inteligente</video:title>
      <video:description>Quem entra no pavilhão da Xiaomi no  Mobile World Congress  deste ano depara-se com uma visão que parece saída de um filme de ficção científica, mas que tem os pneus — ou as jantes aerodinâmicas — bem assentes no presente. O Vision GT é uma manifestação física da estratégia “Human x Car x Home”. Com uma potência estimada de 1900 cavalos, este hiper-carro eléctrico foi desenhado sob o conceito de ser “esculpido pelo vento”, apresentando uma silhueta em forma de gota de água que optimiza cada passagem de ar. 

 O habitáculo, baptizado como “Sofa Racer”, rompe com a ideia tradicional de um  cockpit  apertado e desconfortável. Aqui, os materiais e as formas orgânicas criam um anel contínuo que envolve quem conduz, integrando o sistema Xiaomi Pulse. Esta tecnologia utiliza luz e som para reagir ao estado emocional do condutor, transformando o veículo num companheiro intuitivo que percebe o humor e adapta o ambiente interior em conformidade. É este nível de percepção sensorial que serve de ponte para o que a marca agora propõe para as quatro paredes de qualquer habitação. 

 A grande revelação do evento em termos de  software  é a plataforma Xiaomi Miloco. Trata-se de uma evolução profunda na forma como a inteligência artificial gere os objectos domésticos. Ao contrário dos sistemas tradicionais que obrigam à criação manual de regras e rotinas, o Miloco utiliza o modelo de linguagem MiMo para realizar um raciocínio contextual e proactivo. Na prática, garante a  Xiaomi , isto significa que a habitação deixa de ser um conjunto de aparelhos ligados à internet para passar a ser um organismo que compreende o ambiente. 

 Durante as demonstrações em Barcelona, foi possível observar o Miloco a coordenar tarefas complexas sem qualquer intervenção humana directa. O sistema consegue, por exemplo, detectar o estado de cansaço de quem chega a casa através da sincronização com os dados biométricos do relógio ou do próprio automóvel, ajustando de imediato a temperatura ambiente e a iluminação. Se o sistema detectar desarrumaçã</video:description>
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      <video:title>Guerra no Irão: como é que os países do Golfo vêem as retaliações iranianas?</video:title>
      <video:description>No dia 28 de Fevereiro, Israel e os Estados Unidos atacaram o Irão, horas depois de Trump ter dito que não estava feliz com as negociações do programa nuclear iraniano. A resposta do Irão não tardou. Poucas horas depois do ataque a Teerão, as sirenes soaram em Israel.  

 A retaliação não ficou por aí. As forças iranianas atacaram bases militares norte-americanas em vários países do Golfo. Além destes alvos, que o Irão considera “legítimos”, foram atingidos hotéis, aeroportos e zonas residenciais.  

 Leia mais: 

 
	  Guia Visual: A guerra de Trump que ameaça consumir o Médio Oriente  
	  Países do Golfo alinham-se na resposta contra o Irão, mas não são aliados</video:description>
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      <video:title>Rita Redshoes homenageia autoras portuguesas e começa com Márcia e &lt;i&gt;A tua trança&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Quem se lembrar do espectáculo de Rita Redshoes  The Other Women, ou o mundo nas canções d’Elas , por ela criado em 2012, há-de reconhecer nele uma ponte para o novo álbum que agora se anuncia para Setembro de 2026. Se nesse espectáculo Rita dava voz a um grupo de compositoras e intérpretes que admirava (como PJ Harvey, Loretta Lynn, Lhasa de Sela, Joan Jett,  Nico , Nina Simone, Dolly Parton, Joni Mitchell, Amélia Muge, Patti Smith ou Sheryl Crow), no próximo álbum, o sétimo de estúdio da sua carreira, vai centrar-se apenas em autoras portuguesas, prestando homenagem à sua arte e “às múltiplas facetas do universo feminino”. 

 O primeiro tema a ser revelado desse trabalho, que aqui se estreia em single e num videoclipe com realização, direcção de fotografia e montagem de Aurélio Vasques, chama-se  A tua trança  e foi escrito por Márcia, que a descreve como uma canção que fala de “uma força muito subtil e profunda, um super-poder que existe nas mulheres que se refazem e que se mantêm, apesar de tudo o que é injusto”. Rita Redshoes, ainda segundo Márcia (citada no texto que acompanha o lançamento), interpreta a canção “de uma forma avassaladora”: “A fragilidade que respira na sua voz é o respeito que devemos à nossa feminilidade; nela reside a nossa força maior.” 

 Quando recebeu de Márcia a canção, numa gravação caseira, Rita Redshoes sentiu-se de imediato ligada a ela: “Foi o que chegou para a minha pele se arrepiar e saber que tinha em mãos uma grande canção”, acabando por vir a interpretá-la num momento de “grande exaustão pessoal”, num “limbo entre o cansaço extremo e uma força vinda das entranhas”. Foi, conclui Rita, “uma viagem na qual me olhei ao espelho e fui obrigada a reconhecer a minha fragilidade e força a conviverem no mesmo momento.”</video:description>
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      <video:title>Google derruba muros com realidade aumentada e faz pontes para o iPhone</video:title>
      <video:description>A atmosfera na Feira de Barcelona, durante esta edição do Mobile World Congress (MWC), é de uma sofisticação que há muito não se via. No centro das atenções, a habitual Android Avenue da Google transformou-se num palco de demonstrações centradas na inteligência artificial (IA). Entre robôs coloridos e café gratuito, a gigante de Mountain View decidiu que este seria o ano de deitar abaixo alguns dos muros mais altos do mundo tecnológico, começando por aquele que separa o Android do sistema operativo da Apple. 

 A grande surpresa é, sem dúvida, a nova compatibilidade directa entre o sistema QuickShare e o Apple AirDrop. Os utilizadores de  smartphones   Pixel , a partir da geração 9, podem agora enviar fotografias e documentos para um iPhone com a mesma simplicidade com que o fazem entre aparelhos da mesma marca. Funcionalidade que está a chegar a outras marcas com sistema operativo Android. A tecnologia utiliza o modo de recepção aberta do AirDrop para estabelecer uma ponte segura e bidireccional, eliminando a necessidade de aplicações de terceiros ou de partilhas via nuvem que tanto atrasam o processo. É uma vitória para a conveniência, permitindo que a troca de ficheiros ocorra em segundos, independentemente do logótipo estampado na traseira do  smartphone . 

 Outro ponto alto das demonstrações foi a plataforma  Google XR . Trata-se de uma base de  software  concebida para alimentar uma nova geração de óculos de realidade aumentada e virtual, onde a fluidez é a palavra de ordem. Nos protótipos testados no local, o destaque vai para a integração profunda com o Google Maps, que projecta indicações de navegação directamente na lente direita, sem obstruir o campo de visão. O sistema é capaz de realizar traduções de voz em tempo real, exibindo legendas sobre a pessoa com quem se fala, um passo de gigante para a comunicação global. Esta plataforma não se limita ao  hardware  da  Google , estando aberta a parceiros que queiram construir os próprios dispositivos neste ecossistema de realidade alargada. 

 A  int</video:description>
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      <video:title>Madalena Sá Fernandes: “As redes são a antítese de tudo o que a leitura representa”</video:title>
      <video:description>Antes de publicar o primeiro livro,  Leme  em 2023, Madalena Sá Fernandes apagou todas as publicações da sua página de Instagram, onde partilhava não só pequenos textos, como também momentos da vida ou a jornada da maternidade. Tomou a decisão de começar com uma página em branco por achar que “literatura e redes sociais são aparentemente incompatíveis” ou mundos quase opostos. 

 As redes sociais, preocupa-se, beneficiam com a “dispersão da nossa atenção”, mas também acredita que nos transformam a todos em vendedores, apesar de reconhecer a sua importância na promoção dos livros. 

 No podcast  A Vida Não É o Que Aparece  convidamos personalidades que têm uma profissão que também passa pelas redes sociais e percebemos que o que vemos é apenas uma amostra de tudo. 

 Leia mais: 

 
	  Madalena Sá Fernandes: “Há uma necessidade de que toda a gente seja influencer na sua área... é desgastante”</video:description>
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      <video:title>Milhares assistiram ao funeral de crianças mortas em ataque a escola no Irão</video:title>
      <video:description>As Forças Armadas dos Estados Unidos disseram ao  The Washington Post  que estavam a “investigar” relatos de um ataque aéreo na manhã de sábado que, segundo o embaixador do Irão nas Nações Unidas, matou mais de cem crianças na escola primária para meninas  Shajarah Tayyiba, em Minab, no Sul do Irão. O último balanço das autoridades iranianas contabiliza mais de 160 vítimas mortais, a maioria menores. 

 Minab fica perto da rota marítima estratégica do estreito de Ormuz. No momento do ataque à escola, as aulas estavam a decorrer, já que a semana lectiva no Irão começa no sábado, de acordo com o costume islâmico. A escola está próxima do que parece ser uma instalação militar, de acordo com imagens de satélite e material de fontes abertas. 

 O Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos instou as "forças" por trás do ataque a investigarem e a partilharem informações sobre o incidente "horrível", sem nomear os responsáveis pelo ataque.  

 O secretário de Estado norte-americano Marco Rubio afirmou que as forças norte-americanas "não atacariam deliberadamente uma escola", depois de os meios de comunicação estatais iranianos terem noticiado que mais de 160 pessoas foram mortas no primeiro dia dos ataques conjuntos dos EUA e Israel contra o Irão. 

  As pessoas entrevistadas em vídeo disponibilizado pela Reuters não quiseram ser identificadas pelo nome.  

 Leia mais:  

 
	 
	  Ataque aéreo que atingiu escola iraniana causou 148 mortos, a maioria crianças  
	 
	 
	  Irão retalia contra embaixada dos EUA em Riad. Israel avança com forças terrestres no Líbano  
	 
	 
	  Governo autorizou uso condicional das Lajes após ataque ao Irão, diz Rangel</video:description>
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      <video:title>A consola portátil com ecrã dobrável que se pode transformar num PC</video:title>
      <video:description>A visita ao espaço da tecnológica no  Mobile World Congress  2026 permite perceber que o caminho da indústria passa, cada vez mais, pela maleabilidade dos suportes. Entre computadores que se enrolam e tablets que se expandem, o Legion Go Fold Concept capta as atenções por aplicar a tecnologia de ecrãs dobráveis ao segmento dos videojogos. O dispositivo procura responder à necessidade de quem procura uma consola portátil, mas não quer abdicar de uma área de visualização generosa quando a situação o permite. 

 Um ecrã que cresce com as necessidades 

 O dispositivo baseia-se num painel OLED flexível de alta-definição. Em modo compacto, o aparelho apresenta um ecrã de oito polegadas, facilitando o transporte e a utilização em contextos de maior mobilidade. Contudo, ao abrir a estrutura, o painel expande-se para as 12,8 polegadas, transformando o equipamento num tablet de dimensões consideráveis, ladeado pelos comandos físicos. 

 De acordo com as informações partilhadas pela marca, esta transição de formato é feita sem sacrificar a integridade do painel. A engenharia por trás da dobradiça foi trabalhada para que o vinco central seja praticamente imperceptível durante a acção, permitindo uma imersão total nos títulos mais exigentes do mercado actual. 

 Aposta na inteligência artificial e na flexibilidade 

 Embora o foco visual esteja no ecrã, a Lenovo sublinha que este protótipo foi desenhado para tirar partido de avançadas funcionalidades de  inteligência artificial . Estas ferramentas actuam na gestão energética e na optimização do desempenho gráfico, ajustando os recursos do sistema conforme o jogo detectado ou o modo de ecrã seleccionado. 

 Esta filosofia de design estende-se a outros equipamentos presentes no certame. A marca exibiu também computadores portáteis com ecrãs enroláveis que se estendem verticalmente, proporcionando mais espaço para produtividade sem comprometer o volume físico do chassis. É uma demonstração técnica que visa mostrar como a tecnologia de painéis flexíveis amadureceu no</video:description>
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      <video:title>Capital do Irão com zonas em ruínas após ataques dos EUA e Israel</video:title>
      <video:description>Imagens de Teerão mostram a capital iraniana repleta de destroços após ataques israelitas e norte-americanos que ocorrem desde sábado. A ofensiva militar conjunta tem por objectivo eliminar as ameaças representadas pelo regime do Irão, afirma Donald Trump, que ignorou os avisos norte-americanos e "se recusou a cessar a sua procura por armas nucleares". 

 Acompanhe:  

 
	 
	  Trump: Irão com armas nucleares seria “ameaça intolerável” para EUA e Médio Oriente</video:description>
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      <video:title>Caças norte-americanos "acidentalmente" abatidos pelo Kuwait</video:title>
      <video:description>Os caças da Força Aérea norte-americana foram "abatidos por engano pela defesa do Kuwait", refere um comunicado do Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM).  

 O Crescente Vermelho iraniano anunciou, através de uma mensagem no Telegram, que os ataques israelitas e norte-americanos no Irão, que ocorrem desde sábado, já fizeram pelo menos 555 mortos e foram atingidas 131 cidades e há nove hospitais com danos substanciais.  

 O exército israelita afirmou hoje que os ataques contra o Hezbollah continuarão por dias, após a milícia xiita libanesa ter atacado instalações militares no norte de Israel, que retaliou numa ofensiva que matou 31 pessoas e deixou 149 feridos.   

 Acompanhe:  

 
	 
	  EUA admitem soldados em território iraniano se necessário, França aumenta número de ogivas nucleares</video:description>
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      <video:title>É um &lt;em&gt;smartphone&lt;/em&gt;, mas também é uma espécie de robot</video:title>
      <video:description>O Honor Robot  Phone  é o regresso da marca chinesa ao território da ficção científica, mas com os pés bem assentes na realidade. Apresentado como uma “nova espécie” de dispositivo, este  smartphone  não se limita a captar imagens; o aparelho interage com o ambiente através de um braço robótico motorizado que aloja uma câmara de 200  megapixéis .  

  O grande destaque vai para a miniaturização extrema: a Honor desenvolveu o  micro-motor  mais pequeno do mundo, cerca de 70 por cento menor do que os actuais, para conseguir integrar um sistema de estabilização   gimbal   de quatro eixos num corpo de   smartphone  . Esta proeza de engenharia permite que a câmara rode e incline de forma autónoma, seguindo o rosto de quem o utiliza durante videochamadas ou criando planos cinematográficos dignos de Hollywood com o modo “AI  SpinShot ”.  

  Mas este “ telefone-robot ”, revelado no  Mobile World Congress , vai além da fotografia. Graças à inteligência artificial multimodal, o dispositivo exibe uma espécie de personalidade, reagindo com acenos de cabeça ou movimentos ritmados ao som de música. É o primeiro passo para o que a marca chama “inteligência incorporada”, onde o telemóvel deixa de ser uma peça estática para se tornar um companheiro activo que parece ter vontade própria.  

 
   ​O PÚBLICO viajou a convite da Honor</video:description>
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      <video:title>Honor Magic V6, o mais fino &lt;em&gt;smartphone&lt;/em&gt; dobrável do mundo</video:title>
      <video:description>A Honor voltou a surpreender no  Mobile World Congress  com o novo Magic V6, um dobrável que apresenta uma espessura recorde de apenas nove milímetros quando fechado. Aberto, o dispositivo reduz-se a uns incríveis quatro milímetros, tornando-o um dos  smartphones  mais finos e elegantes do mercado actual. 

 O segredo para conseguir este perfil tão esguio sem sacrificar a autonomia reside na tecnologia de bateria de silício-carbono de quinta geração. Baptizada como Silicon-Carbon Blade, esta bateria é a mais fina de sempre na indústria, apresentando células com apenas 0,15 milímetros de espessura. Graças a uma densidade energética superior e a uma maior percentagem de silício, a Honor conseguiu integrar uma capacidade generosa de 6660 mAh num corpo que parece impossivelmente estreito. 

 Este avanço tecnológico permitiu à marca redesenhar toda a estrutura interna, libertando espaço para componentes de topo, como o processador Snapdragon 8 Elite Gen 5. No fundo, o Magic V6 prova que já não é preciso escolher entre um design ultrafino e uma bateria que dure o dia inteiro. 

  O PÚBLICO viajou a convite da Honor</video:description>
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