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      <video:title>Depois de &lt;i&gt;Flor trovão&lt;/i&gt;, os Expresso Transatlântico trazem-nos uma &lt;i&gt;Avalanche&lt;/i&gt; musical</video:title>
      <video:description>É mais um tema do anunciado novo álbum dos Expresso Transatlântico. Depois de   Flor trovão  , publicado em Março, estreia-se esta sexta-feira  Avalanche , que os próprios apresentam como “uma onda sonora densa e envolvente, carregada de tensão e mistério, que absorve a força e a liberdade das paisagens por onde passámos no processo de composição deste trabalho: a Serra da Estrela, a Foz do Arelho e Brotas”. O videoclipe, tal como os anteriores do trio, foi realizado por Sebastião Varela, a partir de filmagens feitas com uma câmara miniDV entre Lisboa, Tóquio e Osaka, durante a digressão japonesa dos Expresso Transatlântico, como ele explica no texto que acompanha o lançamento: “Numa posição de descoberta imersiva, quase voyeurística, as imagens acabam por reflectir a capacidade explorativa da música num tom descomprometido.” 

 Trio composto por Sebastião Varela (guitarra eléctrica e teclados), Gaspar Varela (guitarra portuguesa) e Rafael Matos (bateria), os Expresso Atlântico estrearam-se em 2021 com um EP homónimo, ao qual se seguiu o seu primeiro álbum,   Ressaca Bailada   (2023), que não só consolidou a notoriedade do grupo na cena nacional como lhe abriu portas para dezenas de concertos em diversos palcos e festivais, em Portugal e no estrangeiro. O anunciado novo álbum do trio sairá em 2026, com produção de Paulo Furtado (The Legendary Tigerman) e vai ser apresentado ao vivo em dois concertos, em dias consecutivos, em Março desse ano. O primeiro será no Porto, na Casa da Música, dia 13, e o segundo em Lisboa, no Capitólio, no dia 14.</video:description>
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      <video:title>Tatiana Duarte lança um EP onde quis “transformar cada sentimento em música”</video:title>
      <video:description>Passados dois anos e meio sobre a sua estreia a solo, com   Erros teus  , Tatiana Duarte lança agora o seu primeiro EP,   Tua ou de Mais Ninguém  , cujo tema-título foi lançado em single e videoclipe no passado dia 26 de Setembro. Antes dele, haviam sido lançados outros dois singles também com videoclipe,   Mal que me fazes   (em Janeiro) e   Apneia   (em Maio). 

 A acompanhar o lançamento do EP, é publicado hoje mais um single com videoclipe,  Parva , com letra de Tatiana Duarte e Maria Castro e música de Maria Castro (na guitarra) e Guerra, que também assina a produção. O EP conta ainda, além das canções já descritas, com mais três:  Santa paciência ,  Outra vez  e  Mais pequena , a editar também em videoclipe. 

 Segundo a cantora, citada no texto que acompanha o lançamento, este trabalho constrói “uma narrativa sobre uma relação que nunca soube permanecer, mas que deixou marcas profundas”: “É uma viagem que passa por paixão, dor, expectativa, desilusão e autodescoberta. O EP não é sobre o outro. É sobre mim. Sobre aprender a ouvir-me, a dançar no meio da dor e a transformar cada sentimento em música que toca quem já passou pelo mesmo”.</video:description>
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      <video:title>Colectivo CRUA reinventa &lt;i&gt;A canção beiroa&lt;/i&gt; como manifesto artístico contra a xenofobia</video:title>
      <video:description>Há quase um ano, em Novembro de 2024, o colectivo portuense CRUA pegou num tema da Beira Baixa,   Moda da tosquia  , e levou-o para as ruas do Porto, ali gravando um videoclipe realizado por Tiago Pereira e Abel Andrade. Pouco depois, em Dezembro, lançou em single outro tema tradicional, a   Canção da vindima  . Agora, para assinalarem mais um Dia Mundial da Música, 1 de Outubro, as CRUA (grupo constituído por seis mulheres urbanas que “criam e compõem entre a música de transmissão oral e o Adufe”) foram buscar uma canção que o cantor e compositor portuense João Lóio escreveu originalmente em 1987,  A canção beiroa , reinventando-a – segundo o texto que acompanha o lançamento – “numa leitura musical e política que coloca no centro as questões da imigração e da convivência plural”. 

 Realizado por Francisca Marvão (Uma Ova Associação), o videoclipe conta com “16 pessoas migrantes e refugiadas residentes no Porto, que se tornam corpo político e poético neste trabalho, algumas até sem poder assumir identidade por razões de segurança”. A interpretação vocal e musical está a cargo das CRUA (Ana Beiradomar, Bárbara Trabulo, Diana Ferreira Martins, Liliana Abreu, Raquel Melo e Rita Só), com um sampler de O Gringo sou Eu (com apoio Tropikaustica). Neste contexto, afirma-se ainda no texto já citado, A Canção Beiroa afirma-se como “manifesto artístico contra a xenofobia, o racismo e os retrocessos democráticos”, reposicionando a canção “num presente marcado pelo crescimento da extrema-direita”.</video:description>
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      <video:title>Mostramos-lhe os novos &lt;em&gt;gadgets&lt;/em&gt; da Xiaomi: dos &lt;em&gt;smartphones&lt;/em&gt; aos carros</video:title>
      <video:description>A Xiaomi é um dos maiores fabricantes de tecnologia da China. Esta marca tem uma grande variedade de produtos, desde escovas de dentes a automóveis. Por cá, a Xiaomi é mais conhecida pelos  smartphones . E há uma novidade de peso neste segmento: a  série 15T, que se apresenta com várias características de modelos topo de gama , mas com preços do segmento médio. 

 Mas, para Portugal, a notícia é a  entrada da Xiaomi no mercado dos grandes electrodomésticos . Para já, com um frigorífico de quatro portas e uma máquina de lavar e secar roupa. Depois, com ar condicionado. Todos estes aparelhos são inteligentes, ou seja, podem ser ligados à Internet e geridos através da aplicação da Xiaomi.</video:description>
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      <video:title>“No Porto tudo se discute e tudo se põe em causa”: Rui Moreira despede-se da autarquia</video:title>
      <video:description>Rui Moreira está de saída sem sobressalto nem receios de ter saudade. Acredita que a tensão permanente nas instituições da cidade ou a pressão sobre a câmara são sinais de uma sociedade civil dinâmica e exigente. "O Porto é a cidade mais irresoluta do mundo", diz.  

 Leia a entrevista na íntegra: 

 
	  Rui Moreira: “Portugal é hoje muito mais centralista do que era há 12 anos”</video:description>
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      <video:title>Gestão do lixo foi “enxotada” para juntas em 2014, defende Moedas</video:title>
      <video:description>Autarca diz que se apercebeu “há muitos anos” da situação da higiene hurbana, porque o problema do lixo “tem muitos anos”, quando foi feita descentralização de competências para as freguesias. Mas recusa que haja mais lixo nas ruas e que a cidade esteja mais suja. E afirma existir uma “frente da esquerda que quer diabolizar o turismo”. 

 Leia a entrevista na íntegra: 

 
	  Moedas: “A cidade está mais suja? Não está. Tem mais lixo? Não tem”</video:description>
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      <video:title>Veja estes robôs a adaptarem-se a quase tudo — até ao corte das pernas</video:title>
      <video:description>Sabemos que são máquinas, mas ao ver este vídeo é difícil não sentir alguma pena deles. Afinal, são “vítimas” de maus-tratos, tudo para demonstrar a capacidade da tecnologia em adaptar-se às mais variadas falhas e problemas — desde empurrões que provocam desequilíbrios a avarias em determinados membros. 

 Os robôs, da  startup  norte-americana Skild AI, foram desenvolvidos “para que nada os possa parar”, segundo uma  publicação da empresa no X  (antigo Twitter). E, de facto, o vídeo mostra uma resiliência e uma capacidade de adaptação impressionantes. 

 Segundo a informação divulgada pela Skild AI, o robô — ou melhor, os algoritmos de inteligência artificial que o controlam — nem sequer sabem como é o corpo da máquina. Estes algoritmos foram concebidos para se adaptarem rapidamente aos mecanismos e condições existentes. É por isso que podemos ver uma espécie de cão-robô a transformar-se em bípede quando duas das pernas são desactivadas, ou a alterar o comportamento quando essas mesmas pernas são prolongadas com uma espécie de andas.</video:description>
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      <video:title>Alexandra Leitão diz que freguesias devem ter mais competências de fiscalização</video:title>
      <video:description>Na entrevista ao PÚBLICO, Alexandra Leitão diz que as juntas devem assumir um protagonismo maior em vários campos, como já o fizeram com a higiene urbana. A candidata da frente de esquerda lamenta a recusa do PCP em participar na coligação para estas autárquicas.</video:description>
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      <video:title>"A mim dá-me mais gozo a obra social". Sílvia Pinto despede-se da Câmara de Arraiolos</video:title>
      <video:description>Sílvia Pinto vai deixar a autarquia de Arraiolos desde sempre dominada pelo PCP num quadro político “preocupante”. Hoje lamenta o esquecimento dos dias em que o avô se escondia para ouvir a Rádio Moscovo 

 Leia a entrevista na íntegra: 

 
	  "Não entendo como as pessoas se esqueceram tão depressa do passado"</video:description>
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      <video:title>De Mike El Nite a Simplesmente Miguel, houve um caminho que é &lt;i&gt;Existencisensual&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Dez anos como  Mike El Nite  levaram Miguel a relançar-se como Simplesmente Miguel. Com este nome, adoptado como alter-ego, lança esta sexta-feira um primeiro tema, que pretende marcar “o início de uma nova fase na sua carreira”, que completa dez anos em 2026. 

 O single, com videoclipe, chama-se  Existencisensual (É complicado) , que este será também o título do próximo álbum. A nível musical, de acordo com o texto do lançamento, Simplesmente Miguel “revisita e reinventa universos: do revivalismo dos bares de música ao vivo dos anos 80 e 90 em Lisboa, à estética dourada da canção romântica, passando pelo italo-disco ‘portugalizado’, pelo neomelódico napolitano, até ao city pop e jazz-fusão japoneses.” 

 Ou, nas palavras do músico: “É como se Ricardo Landum vivesse em Tóquio, e lá houvesse uma Lisboatown de vida nocturna.” E pretende ser também “um retrato do artista de variedades: o  entertainer  que faz os outros sorrirem, mas que agora expõe a vulnerabilidade por detrás do palco. Quem anima o público, quem consola, também sente.”</video:description>
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      <video:title>Catarina Guinot e &lt;i&gt;Ode ao des(amor)&lt;/i&gt;, cinco canções escritas “como forma de terapia”</video:title>
      <video:description>Apresentado, progressivamente, com os singles e videoclipes   Metade de mim   (Outubro de 2024),   Orações   (Fevereiro de 2025) e   Não corro atrás   (Maio de 2025), o primeiro EP de Catarina Guinot  completa-se agora  com o tema-título  Ode ao des(amor) , hoje publicado, também com videoclipe, e com  Foco , totalizando cinco temas. Trata-se, como a cantora explica no texto de lançamento, de canções escritas “como forma de terapia”: “São as palavras e melodias que precisei de ouvir em cada momento de uma situação de desamor. É a minha verdade, porque um fim não tem sempre de ser melancólico ou triste, pode ser e é uma aprendizagem e a procura de felicidade”. Este EP é, por isso, “um abraço para quem precisa de se reerguer após uma situação de desamor. Representa as várias fases do fim de um relacionamento, sempre de uma perspectiva de superação e valorização pessoal. Espero que esta  Ode ao des(amor)  chegue a quem precisa de ouvir estas músicas e possa libertar-se de alguma forma”. 

 Com um videoclipe realizado por Ana Viotti e com coreografia de Renato Garcia, a canção  Ode ao des(amor)  foi escrita e composta por Catarina Guinot e Inês Apenas e produzida por Choro. Além deste, participaram na produção do EP Left. e Ned Flanger, enquanto nas letras e melodias Catarina Guinot teve a colaboração de Inês Apenas e Clara Duailibi. 

  Ode ao des(amor) , EP de estreia de Catarina Guinot, vai ser apresentado ao vivo no Tokyo, em Lisboa, no dia 24 de Outubro (22h). Na primeira parte actuará a cantora e compositora Dreia que editou também em 2025 o seu primeiro EP, intitulado  Ganhar Voz .</video:description>
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      <video:title>O novo álbum do projecto Mirror People é “uma emissão de rádio de uma ilha deserta”</video:title>
      <video:description>Anunciado com   Million questions  , é finalmente lançado esta sexta-feira o novo álbum do projecto Mirror People, do músico, produtor, DJ e teclista dos  X-Wife  Rui Maia. Chama-se  Desert Island Broadcast  e vem acompanhado de um single e videoclipe que se estreia no mesmo dia do seu lançamento. Segundo Rui Maia, citado no texto que anuncia o álbum,  Desert Island Broadcast  é como “uma emissão de rádio de uma ilha deserta – um espaço imaginário onde diferentes estilos e referências se encontram e coexistem”. Rui Maia diz ainda que “quis criar um álbum que soasse simultaneamente familiar e inesperado, como uma transmissão perdida que encontra quem a escuta no momento certo. É uma celebração da música como companhia, mesmo em lugares isolados”. Segundo o seu autor,  Desert Island Broadcast  completa a trilogia iniciada com o álbum de estreia do projecto Mirror People,  Voyager  (2015), publicado há dez anos, e continuada com  Heartbeats.etc  (2022). O disco, criado e composto entre 2022 e 2025, contou com participações de Rö (nome artístico de Maria do Rosário), “presença regular em estúdio e em palco”, Ryoko Imai (percussões) João Cabrita (saxofone) e Ana Vieira e Isa Gomes (vozes de apoio). 

 O álbum  Desert Island Broadcast  vai ser apresentado ao vivo em quatro datas: esta sexta-feira, 26 de Setembro, numa “listening party” no Incógnito, em Lisboa, com Groove Armanda e Rui Maia; dia 11 de Outubro no Lustre, em Braga, com DJs Senõr Pelota e Rui Maia; 24 de Outubro no Maus Hábitos, no Porto; e 25 de Outubro no Badassery, Lisboa.</video:description>
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      <video:title>É com uma &lt;i&gt;Ruminação&lt;/i&gt; de toque pop que os Tempo Livre nos levam até à &lt;i&gt;Terra Nova&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Já ouvíramos em   Introdução   e   Campo Dourado  , lançados em single e videoclipes em Junho e Julho deste ano. Agora, a dupla Pedro Tavares e Luís Neto dá-nos a conhecer  Ruminação , um novo tema resultante do projecto a que deram o nome de Tempo Livre, lançando-o no mesmo dia em que publicam o seu álbum de estreia,  Terra Nova . No texto que acompanha o lançamento, Ruminação é descrito como um tema que “funde rock progressivo, folk e música ambiente, com um toque pop. Tal como o álbum que integra, é uma peça emocionalmente densa e aberta à experimentação, onde a forma e a repetição constroem um espaço de reflexão interna”. 

 No texto já citado diz-se que Pedro Tavares se tem dedicado, através do seu projecto “funcionário”, “à exploração da vida quotidiana como um mosaico de sensações, através de colagens sonoras que ligam a memória e a imaginação”. Quanto a Luís Neto, que tem colaborado com projectos como Pedro Ricardo, Shell From Oceanic ou redoma, é um músico, produtor e engenheiro de som “com experiência que atravessa o jazz fusão, o metal progressivo e a música experimental”, sendo ainda co-fundador do selo turva e membro do duo electrónico AG.R97. O álbum Terra Nova vai ser apresentado ao vivo em Outubro, primeiro no Porto, no Passos Manuel, no dia 16, e depois em Lisboa, na Casa Capitão (ex-Musicbox), no dia 18. O videoclipe foi gravado no Centro de Memória e a fotografia da dupla é de Elisa Azevedo.</video:description>
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      <video:title>Com &lt;i&gt;Vou viver&lt;/i&gt;, os Cais Sodré Funk Connection lançam &lt;i&gt;Um Quarto Na Rua Cor de Rosa&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Primeiro foi   Mau perder   (Março de 2024), depois   Tem de ser   (Maio de 2025) e agora, à terceira, é de vez: com novo single e videoclipe, em estreia esta-quinta-feira, os Cais Sodré Funk Connection lançam em simultâneo o seu novo álbum. O tema chama-se  Vou viver . E o álbum, por ser o quarto e por nascer associado à rua onde o grupo se formou (no Musicbox, agora com novo nome e nova sede, a  Casa Capitão , ao Beato), tem por título  Um Quarto Na Rua Cor de Rosa . Com um total de dez temas, todos eles cantados em português (aos três já apresentados juntam-se  Doce como tu ,  De corpo e alma ,  Má rês ,  Louca ,  Não dá para ficar ,  Até ao fim do mundo  e  Estrada fora ), o álbum vai ser apresentado ao vivo no dia 22 de Outubro na Casa Capitão, às 21h. Um concerto que é também uma celebração dos 15 anos dos Cais Sodré Funk Connection, formados em 2010 e com quatro álbuns de originais em carteira:   You Are Somebody   (2012),   Soul, Sweat &amp; Cut the Crap   (2016, que já trazia um tema cantado em português   Mãe negra  , na voz de Paulo de Carvalho como convidado especial),   Back On Track   (2019) e, agora,  Um Quarto Na Rua Cor de Rosa  (2025). 

 Com Francisco Rebelo (baixo), João Gomes (teclas), David Pessoa (guitarra), Rui Alves (bateria), João Cabrita (saxofone e direcção da secção de sopros, com José Raminhos na trompete e Miguel Marques no trombone) e as vozes de Tamin (Telma Santos) e NBC, este como “mestre-de-cerimónias” desde a saída de Silk Nobre para uma carreira a solo, os Cais Sodré Funk Connection gravaram o novo álbum nos estúdios Namouche, entre 2022 e 2024. 

 O tema que é agora publicado em single e videoclipe,  Vou viver , é uma parceria de João Cabrita (música e arranjos) com David Pessoa (letra e linha vocal), que, no texto que anuncia o lançamento, o explica assim: “A letra é uma reflexão positiva sobre a fugacidade da vida e a constatação de que o tempo que nos resta neste plano terreno é finito e, simultaneamente, a única certeza que temos. É, no fundo, um apelo para a necessidade</video:description>
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      <video:title>De &lt;i&gt;alma e cinzel&lt;/i&gt;, Cristina Maria molda os seus fados &lt;i&gt;Entre a Pedra e a Canção&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Escultora e também cantora e fadista, Cristina Maria anuncia para Novembro um álbum a que deu o título  Entre a Pedra e a Canção . Não é o primeiro, pois estreou-se em 2008 com o álbum   O Outro Lado   (com o guitarrista e compositor Custódio Castelo), com ele correndo palcos em Portugal e além-fronteiras. Um álbum a que se seguiram outros três,   Percursus   (2010),   A Voz das Mãos   (2014) e   Livremente   (2018), com actuações em salas e festivais, passando pelo  Museu do Fado . A anunciar o seu novo álbum, o quinto, é agora lançado um videoclipe onde as artes de esculpir e cantar se mostram juntas:  A alma e o cinzel . 

 Gravado em Ponte de Sor, Gavião e Batalha, Leiria (no atelier Gárgula Gótica), onde se vê Cristina Maria a trabalhar a pedra, e algumas das suas esculturas, o videoclipe de  A alma e o cinzel  conta com os músicos Ricardo Silva (guitarra portuguesa), Bernardo Saldanha (guitarra clássica), Jorge Carreiro (contrabaixo) e João Maneta (percussão). 

 O novo single será publicado no dia 10 de Outubro, com um concerto no dia seguinte, no Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria, às 21h30, onde Cristina Maria terá por convidados a cantora e também fadista Ana Laíns e o violoncelista Davide Zaccaria.</video:description>
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      <video:title>Supertufão Ragasa chega à China e provoca várias mortes</video:title>
      <video:description>Ventos violentos e chuvas fortes levados pelo tufão  Ragasa  chegaram ao Sul da China, depois de o ciclone tropical ter sido responsável pela morte de 17 pessoas em Taiwan, onde várias pessoas continuam desaparecidas depois das águas de uma barragem terem transbordado. 

 Já em Hong Kong há relatos de destruição com a passagem do  Ragasa  e pelo menos 90 pessoas sofreram ferimentos, escreve a BBC, que relata que pedaços de metal que se soltaram de edifícios voaram pelas ruas vazias, utilizadas apenas por veículos da polícia.  

 O Centro Meteorológico Nacional da China já tinha classificado o  Ragasa  como a pior tempestade já registada no planeta em 2025, comparável ao  Mangkhut  (2018) e ao  Hato  (2017). 

 Leia mais:  

 
	 
	  Supertufão Ragasa chega à China. Em Taiwan, 17 pessoas morreram  
	 
	 
	  Cidades costeiras têm “uma necessidade urgente” de adaptação aos riscos climáticos</video:description>
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      <video:title>"Não é legal, é anti-americano." Kimmel está de regresso e critica cancelamento</video:title>
      <video:description>O programa de Kimmel foi cancelado por comentários que o humorista fez sobre Charlie Kirk, influente activista ultraconservador assassinado a tiro no dia 10 de Setembro. No monólogo de abertura de um programa, o comediante criticou o Presidente dos Estados Unidos e agradeceu o apoio recebido nos últimos dias. Criticou também as afiliadas da estação televisiva ABC pela decisão de retirar o programa do ar. "Isso não é legal. Isso não é americano. É anti-americano", acusou.​ 

 Leia mais: 

 
	  Jimmy Kimmel está de regresso à televisão e critica Trump: “Fez tudo para cancelar o meu programa”</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1121492647</video:player_loc>
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      <video:title>"Este país precisa de muita gente". Paulo Fernandes despede-se da Câmara do Fundão</video:title>
      <video:description>Paulo Fernandes, presidente da Câmara Municipal do Fundão, pegou nos problemas da interioridade do Fundão e deu-lhes a volta com a aposta baseada na tecnologia e na imigração. Há quem o considere o melhor autarca do país 

 Leia a entrevista na íntegra: 

 
	  Paulo Fernandes: “O país tem de ser visto como um todo em nome do interesse nacional”</video:description>
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    </video:video>
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      <video:title>"Há quem defenda que Braga pode vir a ser a capital do Norte". Ricardo Rio despede-se da Câmara de Braga</video:title>
      <video:description>Em 12 anos, diz Ricardo Rio, Braga tornou-se um pólo de referência nacional nas áreas da economia, da cultura, da ciência e da inovação. Foi das cidades portuguesas que mais cresceu entre os últimos censos e tornou-se uma referência nacional e internacional de desenvolvimento. 

 Na hora do adeus à presidência do município, Ricardo Rio faz o balanço da obra feita com “saudade” e pena de não fazer mais um mandato para concluir obra em curso. Da sua experiência, fica a lição: o país desperdiça o potencial de realização do poder local. Na sua opinião, “Portugal ainda olha para o poder local como o parente pobre da democracia”. 

 Leia a entrevista na íntegra: 

 
	  Ricardo Rio: “Não sei se Braga já não é hoje a cidade mais dinâmica do Norte do país”</video:description>
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    </video:video>
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      <video:title>Kia EV4 em teste: generoso no interior, estiloso no exterior</video:title>
      <video:description>O Kia EV4 é o novo 100% eléctrico da Kia. Apresenta muitas das características que já conhecíamos a família EV, a começar por um design diferenciador, que, na nossa opinião, foi “longe demais” na versão Fastback, a mais longa. 

 Mas a versão Hatchback, adaptada e produzida na Europa, tem trunfos importantes, sobretudo nas áreas do conforto e tecnologia, para conquistar muitas famílias portuguesas. Até porque, como não é um SUV, acaba por ter vantagens na eficiência. Aliás, mesmo na versão mais acessível com bateria de menor capacidade, a autonomia anunciada ultrapassa os 400 quilómetros. 

 Infelizmente, para manter o preço controlado, o EV4 não disponibiliza a arquitectura de carregamento de 800 volts que encontramos no  EV6  e  EV9 . Ainda assim, a potência de carregamento chega aos 135 kW na versão com bateria de maior capacidade e 100 kW na versão com bateria de menor capacidade. O que se traduz em tempos de carregamento de cerca meia hora para carregar dos 10 aos 80%.</video:description>
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      <video:title>496 km/h: BYD bate recorde mundial de velocidade</video:title>
      <video:description>Num teste realizado na Alemanha, o modelo da  BYD  ficou a apenas 4 km/h de ultrapassar a barreira dos 500 km/h, superando a marca anterior do Bugatti Chiron Super Sport 300+, que em 2019 atingira os 490,48 km/h. A notícia, inicialmente divulgada pelo  site  especializado  CarNewsChina , está a gerar enorme burburinho no universo automóvel — até porque estamos habituados a ver este tipo de recordes a ser conquistados por fabricantes ocidentais, com longo historial desportivo e motores de combustão. 

 Importa, contudo, sublinhar que, tal como aconteceu com a Bugatti, o recorde do YangWang U9 foi alcançado apenas num sentido. Para ser oficialmente homologado, teria de resultar da média de duas passagens, uma em cada sentido. Ainda assim, este detalhe técnico não diminui a relevância do feito: atingir uma velocidade tão elevada é uma conquista monumental para qualquer automóvel, e o facto de se tratar de um eléctrico torna-a ainda mais simbólica. 

 O que explica, então, tamanha rapidez? O YangWang U9 é uma obra de engenharia extremamente sofisticada. Está equipado com quatro motores eléctricos que, em conjunto, produzem quase 3000 cavalos de potência. A isto soma-se uma plataforma de 1200 volts — uma das primeiras do género no mundo — que contribui para o desempenho excepcional e para a redução do peso. 

 Apesar da performance de cortar a respiração, o YangWang U9 Extreme não será para todos. A produção estará limitada a apenas 30 unidades, exclusividade que reforça a dimensão do recorde alcançado. Embora o preço ainda não tenha sido divulgado, é de esperar que esteja à altura de um carro com estas características. Ao que tudo indica, o futuro da velocidade já fala com sotaque chinês — e tem motor eléctrico.</video:description>
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    <loc>https://www.publico.pt/2025/09/20/video/ps-vai-ressurgir-partido-basilio-horta-despedese-camara-sintra-20250920-180428</loc>
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      <video:title>“PS vai ressurgir como o grande partido”: Basílio Horta despede-se da Câmara de Sintra</video:title>
      <video:description>Crítico do actual rumo do CDS, Basílio Horta, 81 anos, recorda a fundação do partido, que hoje "vive permanentemente à sombra de outro". Na hora do adeus à Câmara de Sintra, que preside desde 2013, deixa um aviso: “as pessoas devem saber que quando votam no Chega votam numa mudança de regime, ponto.”  

 Já quanto ao Partido Socialista, com quem mantém uma relação há mais de duas décadas, diz estar confiante de que "ressurgirá como o grande partido". Basílio Horta sai dos Paços do Concelho de Sintra, mas vai continuar “ao lado de Sintra”, promete. 

 Leia a entrevista na íntegra:  

 
	  Basílio Horta. "A palavra forte de hoje não é esperança, é desilusão"</video:description>
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    <loc>https://www.publico.pt/2025/09/18/video/programa-jimmy-kimmel-suspenso-pressao-administracao-trump-comentarios-charlie-kirk-20250918-123651</loc>
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      <video:title>Programa de Jimmy Kimmel suspenso por pressão da Administração Trump por comentários sobre Charlie Kirk</video:title>
      <video:description>O  talk show  televisivo do humorista Jimmy Kimmel na estação norte-americana ABC encontra-se suspenso com efeitos imediatos e sem data prevista para o seu regresso, anunciou na noite de quarta-feira o canal de televisão detido pela Disney, em mais um aparente episódio de interferência da Administração Trump no exercício da liberdade de expressão no espaço público norte-americano. A União Americana para as Liberdades Civis (ACLU) descreve a decisão como um acto de "censura" que "ultrapassa o macartismo". 

 O anúncio surge poucas horas depois de o presidente da Comissão Federal de Comunicações (FCC), Brendan Carr, nomeado pelo Presidente norte-americano Donald Trump e um dos autores do Projecto 2025, ter sinalizado que o órgão regulador ia agir contra o programa televisivo, acusando Kimmel de “uma das mais doentias condutas possíveis”. 

 Em causa está um excerto do monólogo de abertura do episódio desta segunda-feira do  Jimmy Kimmel Live!  em que o humorista associa o presumível autor do assassinato de Charlie Kirk, um importante rosto do trumpismo e da direita radical, ao próprio movimento MAGA. 

  Leia mais:   

 
	 
	  Charlie Kirk: programa de Jimmy Kimmel suspenso pela ABC por pressão da Administração Trump  
	 
	 
	  J.D. Vance apresenta programa de Charlie Kirk e apela à denúncia de críticos  
	 
	 
	  Trump declara Antifa como organização terrorista após assassinato de Kirk</video:description>
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      <video:title>Manifestação junta milhares de imigrantes no Parlamento</video:title>
      <video:description>Os manifestantes falam para dentro da Assembleia da República, onde se poderia alterar aquilo que contestam: documentos para todos, o fim das notificações para abandonarem o país porque “trabalhamos e contribuímos”, como se ouve, em uníssono, por vezes. 
 
Vieram do Algarve, Alentejo, do Norte e de Lisboa, de muitas cidades do país, naquela que será uma das maiores manifestações organizadas pela Solidariedade Imigrante nos últimos tempos. 

 Leia mais:  

 
	  “Imigrantes contribuem para o país e para a economia, mas têm sido retratados como criminosos”</video:description>
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      <video:title>Crise do alojamento: quanto pagas por um quarto em Lisboa?</video:title>
      <video:description>O arranque do novo ano lectivo em Lisboa volta a deixar visíveis as dificuldades sentidas pelos estudantes deslocados em relação ao alojamento. Apesar de o Governo ter prometido mais 19 mil camas até 2026, até Abril só tinham sido disponibilizadas 2139. A  procura excede em muito a oferta , e muitos jovens acabam por dividir casa com várias pessoas ou arranjar soluções alternativas. Mas as condições precárias não reduzem os preços. 

 Lisboa alberga 30 das 97 instituições de ensino superior existentes em Portugal, o que faz com que seja o destino escolhido por muitos dos que querem continuar a estudar. Contudo, é também a cidade com quartos para arrendamento mais cara em Portugal: o preço médio ronda os 500 euros mensais, segundo o  Observatório do Alojamento Estudantil . 

 De acordo com os dados dos últimos anos, existem cerca de 120 mil estudantes deslocados no país e menos de 20 mil vagas em residências de instituições públicas. 

 O PÚBLICO foi ao  campus  da Universidade de Lisboa conversar com os estudantes sobre a situação de alojamento. Diana foi uma das sortudas: conseguiu ser colocada numa residência logo quando chegou à capital, assim como Érica. Pelo contrário, António Faria espera até hoje resposta acerca da sua inscrição para as residências universitárias. Foi obrigado a pagar 420 euros por um quarto, onde vive com outra pessoa, sem contrato de arrendamento. Ana teve de ficar a viver com um familiar e Lucas paga 350 euros por um quarto numa casa que divide com mais seis pessoas. Todos eles, mesmo Haruki, um estudante vindo do Japão, concordam que a crise do alojamento se faz sentir (e muito) em Lisboa.</video:description>
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      <video:title>Multi-instrumentista Rodrigo Correia anuncia com &lt;i&gt;Dumbo&lt;/i&gt; o seu álbum de estreia a solo</video:title>
      <video:description>Já o conhecemos do seu trabalho como multi-instrumentista, compositor e produtor, com nomes como Carolina Deslandes, Bárbara Bandeira, Ivandro, Mizzy Miles ou Milhanas. Mas agora Rodrigo Correia resolveu estrear-se a solo com um tema com o qual anuncia um álbum que deverá ser lançado ainda este ano. O tema é  Dumbo  e o álbum, do qual ainda será lançado um segundo single ( On white ), intitula-se  Promessa  e reunirá, segundo os seus promotores, não menos do que “22 músicos de diferentes gerações do jazz e da música improvisada, entre os quais nomes incontornáveis como Mário Laginha, João Paulo Esteves da Silva, José Salgueiro, Alexandre Frazão, João Moreira, André Fernandes e João Lencastre, além de vozes fortes da nova geração como José Soares, Tomás Marques”, bem como João Barradas e Ricardo Toscano, que Rodrigo convidou para a gravação de  Dumbo . 

 “Para mim, música e arte podem ser tudo e nada”, afirma Rodrigo no texto que acompanha o lançamento. “Não devem existir caixas, fórmulas ou regras. Procuro que quem me ouça sinta algo, ainda que não seja necessariamente o mesmo que eu senti ao compor. É nessa variedade de sentimentos e interpretações que está a magia”. O álbum, gravado no estúdio Vale de Lobos e masterizado por Nicolas Baillard (La Buissonne, França), tem audição de lançamento marcada para 31 de outubro, em Lisboa, e o tema agora revelado conta com Rodrigo Correia (composição, produção e guitarra eléctrica), João Barradas (acordeão), Ricardo Toscano (saxofone alto) e Manuel Oliveira (piano e teclados). A realização do videoclipe é de Maria Beatriz Castelo, com direcção criativa de Tiago Pestana.</video:description>
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      <video:title>Imagens de Trump e Epstein projectadas em Windsor, na chegada do Presidente dos EUA ao Reino Unido</video:title>
      <video:description>Quatro pessoas foram detidas na terça-feira à noite por “projecção não-autorizada” de imagens antigas de Donald Trump e do falecido agressor sexual norte-americano Jeffrey Epstein em duas das torres do Castelo de Windsor, no Reino Unido, que será palco do primeiro dia da segunda visita de Estado do Presidente dos Estados Unidos ao país. 

 Na génese do “protesto” estão as acusações e as suspeitas dos críticos do Presidente norte-americano de que este não está a ser totalmente transparente sobre os contornos da sua relação com Epstein, investidor e empresário acusado de tráfico sexual de menores, que morreu na cadeia, em 2019, e com quem Trump teve uma relação de amizade nos anos 1980 e 1990, antes de, segundo este último, terem cortado relações. 

 O “caso Epstein” também tem estado no centro da discussão pública recente no Reino Unido, depois de Keir Starmer, primeiro-ministro trabalhista britânico, ter decidido afastar Peter Mandelson, embaixador do país nos EUA, por causa da relação próxima com o agressor sexual norte-americano, isto depois de o jornal Sun ter divulgado emails trocados entre os dois. Também o Príncipe André foi alvo acusações de uma das vítimas de Epstein. 

  Leia mais:   

 
	 
	  Quatro detidos por projecção de imagens de Trump e Epstein no Castelo de Windsor  
	 
	 
	  Reino Unido afasta Mandelson do cargo de embaixador nos EUA por ligações a Epstein  
	 
	 
	  Trump e Clinton estão no livro da vergonha de Epstein. Republicanos contradizem-se em desmentidos</video:description>
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    <loc>https://www.publico.pt/2025/09/16/video/israel-cometeu-genocidio-gaza-conclui-comisao-nacoes-unidas-20250916-163902</loc>
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      <video:title>Israel cometeu genocídio em Gaza, conclui comissão das Nações Unidas</video:title>
      <video:description>Uma comissão de inquérito das Nações Unidas concluiu esta terça-feira que Israel cometeu genocídio em Gaza e que altos responsáveis israelitas, incluindo o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, incitaram os actos em causa. Israel considera a acusação "escandalosa". 

 "O genocídio em curso em Gaza é um escândalo moral e uma emergência legal", declarou esta terça-feira em Genebra Navi Pillay, jurista sul-africana que lidera a comissão de inquérito, e que foi anteriormente juíza do Tribunal Penal Internacional e Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos.  

 Esta posição ainda não é assumida pela ONU, que ainda não usou oficialmente o termo "genocídio" para se referir ao prolongado ataque israelita contra a população palestiniana em Gaza. 

  Saiba mais:  

 
	  Comissão das Nações Unidas conclui que Israel cometeu genocídio em Gaza​  
	  Israel começa invasão da cidade de Gaza e milhares de palestinianos fogem</video:description>
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    <loc>https://www.publico.pt/2025/09/12/video/bolsonaro-condenado-golpe-estado-opositores-festejam-apoiantes-pedem-aministia-20250912-134009</loc>
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      <video:title>Bolsonaro condenado por golpe de Estado. Opositores festejam, apoiantes pedem amnistia</video:title>
      <video:description>O ex-Presidente brasileiro Jair Messias Bolsonaro foi condenado por vários crimes relacionados com uma tentativa de golpe de Estado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), numa decisão histórica confirmada esta quinta-feira. O colectivo definiu uma pena de 27 anos e três meses de prisão em regime fechado. 

 Bolsonaro e outros sete réus foram considerados culpados dos crimes de tentativa de abolição violenta do Estado de direito, golpe de Estado, dano qualificado por violência e grave ameaça, organização criminosa armada e deterioração de património classificado. 

 A grande esperança de Bolsonaro e dos seus aliados reside agora no Congresso, onde decorrem negociações para que venha a ser aprovada uma amnistia para todos os envolvidos na insurreição de 8 de Janeiro de 2023.  

 Leia mais: 

 
	 
	  Bolsonaro condenado: vai ser já preso? O que pode fazer a defesa?  
	 
	 
	  Brasil: a condenação de Bolsonaro é o fim do bolsonarismo?  
	 
	 
	  Marco Rubio promete resposta dos EUA após condenação de Bolsonaro</video:description>
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      <video:title>Com &lt;i&gt;No Silêncio mora a Música&lt;/i&gt;, Gil do Carmo está mais próximo do &lt;i&gt;Mediterrâneo&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O primeiro passo foi dado em Junho, com o single e videoclipe de   No dia em que o Sahara chegar ao Tejo  . Nessa altura, o cantor e compositor Gil do Carmo anunciava para Outubro um novo álbum de originais, a que deu o título de  Mediterrâneo . Entrados no Outono, eis que lança um segundo tema desse seu novo trabalho,  No Silêncio mora a Música , também em single com videoclipe. Um tema que, segundo os seus promotores, nos “propõe uma escuta interior, numa procura do espaço entre as notas musicais e o pensamento, que revela memória e encontro”. É o que sentimos, ao ouvi-la: “Ao caminhar/ Não sei passarei toda esta duna/ Imerso pesadelo ao acordar/ A música mora no silêncio/ Procura da toada a assobiar/ No trilho do Oásis vem a água/ Submersa equação a desbravar.” O videoclipe do tema, filmado em terras do Oeste português, foi realizado, tal como o anterior, por João Vasco. 

  Mediterrâneo  será o sexto álbum a solo de Gil do Carmo, a solo depois de  Mil Histórias  (1997),  Nus Teus Olhos  (1999),  Sisal  (2008),  A Uma Voz  (2016) e  Sê  (2022). A canção  No Silêncio mora a Música , que agora se revela, foi gravada no Canoa Estúdios entre 14 e 24 de Setembro de 2024, com arranjo e produção de Gil do Carmo e Tiago Santos. Além de Gil do Carmo (vozes) e Tiago Santos (guitarra acústica), participaram Rodrigo Correia (contrabaixo), Daniel Bernardes (piano) e Vicky Marques (bateria e percussões).</video:description>
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      <video:title>Protestos da geração Z no Nepal continuam. Novo Governo interino ainda a ser negociado</video:title>
      <video:description>Desde segunda-feira, o Nepal tem sido palco de manifestações depois de o Governo ter bloqueado o acesso a várias redes sociais. Em causa está o crescente descontentamento dos jovens para os líderes políticos e a corrupção entre os membros do Parlamento nepalês. 

 O primeiro-ministro, K.P. Sharma Oli, demitiu-se na terça-feira numa tentativa de conter as manifestações. Pouco tempo depois da demissão, os manifestantes incendiaram o edifício do parlamento. 

 Morreram, pelo menos, 34 pessoas, e há cerca de 400 feridos, mas os números poderão aumentar, visto que os protestos ainda decorrem. O Exército nepalês deverá continuar as negociações com os representantes da geração Z, esta quinta-feira, para decidirem quem irá substituir o primeiro-ministro demissionário. 

 Leia mais:  

 
	 
	  Geração Z já tem preferida para Governo interino do Nepal, mas negociações continuam  
	 
	 
	  Protestos no Nepal. É tudo por causa das redes sociais? Quem será primeiro-ministro?  
	 
	 
	  Primeiro-ministro do Nepal demite-se devido a onda de protestos contra bloqueio de redes sociais</video:description>
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      <video:title>Veja os &lt;em&gt;gadgets&lt;/em&gt; que mais nos impressionaram na maior feira de tecnologia da Europa</video:title>
      <video:description>A edição deste ano da IFA ficou marcada, como seria de esperar, pela inteligência artificial, cada vez mais omnipresente. Os  chatbots  e os algoritmos estão a chegar a praticamente todos os dispositivos. Desde auriculares que gravam todo o nosso dia para apresentar um resumo diário do que mais importante se passou, a televisores que geram “obras de arte”. 

 Conheça a lista completa dos  gadgets  que mais nos impressionaram no artigo  “Os melhores gadgets da maior feira de tecnologia da Europa” .</video:description>
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      <video:title>Estás à espera de receber o prémio salarial? Será pago no final desta semana</video:title>
      <video:description>O pagamento do prémio salarial já está a ser emitido. A devolução das propinas será feita no final da segunda semana de Setembro, como tinha anunciado a Autoridade Tributária e Aduaneira.  

 Não estão, para já, a ser aceites novos pedidos, nem foi anunciado um prazo para os submeter em 2025. O ministro da Educação, Fernando Alexandre, disse que, no que toca aos futuros pedidos, os recém-diplomados terão de optar entre o prémio salarial e o IRS Jovem. 

  Sabe mais:  

 
	  Devolução de propinas será efectuada no final da segunda semana de Setembro​  
	  Propinas do superior vão subir para os 710 euros no caso das licenciaturas. Acção social reforçada  
	  Propinas não foram devolvidas e Governo não diz quando vão ser. É um “veto de gaveta”, acusa deputada socialista</video:description>
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      <video:title>Imigrantes não são inimigos, são a solução para Portugal, dizem ativistas</video:title>
      <video:description>Ouça o  podcast   aqui   
 

 Os imigrantes se tornaram alvo principal dos ataques da direita populista radical em Portugal, dizem as ativistas Anabela Rodrigues, filha de pais cabo-verdianos, e Priscila Valadão, brasileira, em participação no  podcast  do PÚBLICO Brasil. 

 Para elas, os imigrantes, que têm dado forte contribuição econômica para Portugal, não podem ser "responsabilizados por tudo de mal que ocorre no país". Na avaliação de Anabela e de Priscila, o Estado português não tem sido capaz de atender às demandas dos cidadãos estrangeiros que escolheram viver em território luso. 

 Dirigente da organização Solidariedade Imigrante e  ex-eurodeputada , Anabela diz que a sociedade portuguesa deve repudiar a xenofobia e o racismo que se acentuaram em Portugal. 

 Representante do movimento Vida Justa, Priscila complementa: “Sofremos todas as consequências desse movimento anti-imigração. Mas o fluxo migratório vai continuar, porque o país precisa de imigrantes, que trabalham, pagam impostos, mas não são compreendidos. Os imigrantes são um rio de dinheiro para o país". 

 
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 Anabela assinala que os imigrantes não são um problema e que a integração deles à sociedade é necessária. Ela alerta para a onda de desinformação disseminada para extrema-direita que coloca os imigrantes como criminosos. "São trabalhadores que estão em busca de melhores condições de vida", enfatiza. 

 Na avaliação das ativistas, o Conselho das Migrações não cumpre as suas finalidades e não funciona, pois representa os interesses do Estado, não os dos imigrantes. “Não me identifico e nem me sinto representada pelo Conselho”, diz Anabela. 

 Priscila defende que os imigrantes tenham acesso a políticas públicas iguais às voltadas aos portugueses. “Isso se chama integração, que é necessária", frisa. Segundo ela, o que se vê, no entanto, é um distanciamento, pois "se criou um inimigo próximo, e este é o imigrante”.</video:description>
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      <video:title>As imagens do incidente com o barco da Flotilha para Gaza</video:title>
      <video:description>Um barco da Flotilha Global Sumud para Gaza ( GSF)  terá sido atingido por um  drone  na madrugada desta terça-feira, quando se encontrava no porto de Tunes, na Tunísia. Nos vídeos partilhados pela organização, percebe-se que o ataque quase atingiu dois activistas que se dirigiam para o local da embarcação alvejada. 

 A embarcação, que tem bandeira portuguesa e é conhecida como o “Barco da Família”, sofreu danos após um incêndio no convés principal e no armazenamento abaixo do convés, acrescentou o GSF num comunicado, podendo prosseguir viagem para Gaza esta quarta-feira. Os seis passageiros e a tripulação estão a salvo.  

 Contudo, a Guarda Costeira tunisina garantiu esta madrugada através de um comunicado que "não existe qualquer acto hostil nem ataque externo", sugerindo que o motivo do incêndio, de acordo com a investigação preliminar das autoridades tunisinas, é que "partiu dos coletes salva-vidas" do navio. 

 A flotilha é uma iniciativa internacional que visa entregar ajuda humanitária a Gaza através de barcos civis apoiados por delegações de 44 países. Há três portugueses a bordo: o activista Miguel Duarte, a coordenadora do Bloco de Esquerda, Mariana Mortágua, e a actriz Sofia Aparício.  

  Saiba mais:  

 
	  Barco da Flotilha para Gaza atingido por  drone . Danos foram “superficiais” e seguirá viagem​  
	  Flotilha para Gaza lança apelo urgente por protecção e corredor de   ajuda​  
	  Flotilha rumo a Gaza volta a sair de Barcelona depois de paragem por mau tempo  
 

 
  Actualizado às 15h12 com o comunicado da Guarda Costeira tunisina.</video:description>
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      <video:title>A tecnologia do iX3, o primeiro carro da nova era da BMW</video:title>
      <video:description>Sentados ao volante do novo BMW iX3, percebemos de imediato que não estamos perante uma mera evolução. Apesar de manter o nome, o novo iX3 pouco tem em comum com o modelo anterior. Estreia uma nova plataforma, 100% eléctrica, e até tem um formato diferente. Já não é bem um SUV, mas sim o um Sports Activity Vehicle (SAV), um género de carrinha elevada, que a marca de Munique anuncia como o primeiro modelo da chamada “Neue Klasse” a chegar ao mercado. Nas palavras da empresa, este é o "maior projecto focado no futuro", uma arquitectura que irá sustentar cerca de quarenta novos modelos e actualizações até 2027. O objectivo, como a própria BMW o define, é reinterpretar o "prazer de conduzir" para a era eléctrica. 

 Primeiro contacto no artigo:   Novo iX3: e a BMW nunca mais será a mesma</video:description>
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    <loc>https://www.publico.pt/2025/09/05/video/caes-ladram-mau-olhado-passa-prestes-publicar-album-setembro-20250905-090632</loc>
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      <video:title>&lt;i&gt;Os Cães Ladram&lt;/i&gt; e O Mau Olhado passa, prestes a publicar um álbum em Setembro</video:title>
      <video:description>Um homem, uma  loopstation , várias percussões e uma guitarra: foi assim que nasceu,  nas ruas do Porto ,  O Mau Olhado , projecto do músico portuense João Cardoso,  one-man band  instrumental com o objectivo de estabelecer “pontes entre o erudito e o popular, o ocidente e o oriente, o passado e o futuro”. Com dois EP editados até agora,  Advogado do Diabo  e  II  (com uma tiragem limitada de 200 cópias), estreia esta sexta-feira um novo single, a que deu o título de #4 feira, e que antecipa o seu primeiro álbum, Os Cães Ladram, com data de lançamento marcada para o próximo 26 de Setembro e estreia ao vivo nesse mesmo dia, no Maus Hábitos (no Porto), às 21h. 

 O álbum, segundo o texto que anuncia o lançamento, irá reunir “o percurso já trilhado nas ruas do Porto e em palcos por todo o país, entre temas inéditos e composições que já conquistaram ouvintes em concertos”. #4 feira, por sua vez, é apresentado como “um tema que transforma a rotina em poesia sonora”: “Inspirado num dia comum, a composição reflecte a tensão entre luz e sombra, entre o quarto fechado e a rua aberta”, viagem sonora “marcada por escalas orientais e contrastes que oscilam entre intensidade e clareza ” . O tema, tal como o videoclipe, pretende ser  “ um retrato íntimo e universal de um quotidiano que ganha nova vida através da música.” 

 Além do lançamento oficial do disco, no Maus Hábitos, O Mau Olhado tem várias datas em agenda para estes meses. Esta sexta-feira actuará em Ourém, no Festival de Setembro, e sábado, dia 6, estará em Vila das Aves. Dia 20 é a vez de Ceira (Coimbra), num concerto integrado nas celebrações do aniversário da ARMC (Associação Recreativa e Musical de Ceira), poucos dias antes da apresentação no Maus Hábitos. Em Outubro, estará dia 2 no Porto (nas Quintas de Leitura no Teatro do Campo Alegre), dia 5 no Funchal (Festa do Socorro, no Barreirinha Café) e dia 7 em Coimbra (no Convento de S. Francisco).</video:description>
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      <video:title>O que terá acontecido no Elevador da Glória? Uma explicação técnica sobre electricidade e contrapesos</video:title>
      <video:description>O Elevador da Glória descarrilou ao final da tarde desta quarta-feira, fazendo um total de 16 mortos e 23 feridos, cinco deles em estado grave. A causa do acidente, apurou o PÚBLICO, está na quebra do cabo ou dos seus elementos que asseguram a ligação entre as duas cabines. 

 Há dúvidas sobre a manutenção do elevador da Glória, externalizada até Agosto à empresa MAIN, suscitadas sobretudo por fontes sindicais, embora a Carris garanta que todos os procedimentos estavam em dia. 

 Leia mais:  

 
	 
	  Empresa responsável pela manutenção do Elevador da Glória não encontrou falhas nove horas antes do acidente  
	 
	 
	  Com “dor que não tem nacionalidade”, Montenegro promete celeridade na investigação sobre acidente com o Elevador da Glória  
	 
	 
	  Guarda-freio da Carris, com 40 anos, e funcionários da Santa Casa entre as vítimas do acidente com o Elevador da Glória</video:description>
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    <loc>https://www.publico.pt/2025/09/04/video/destino-catia-goncalves-revela-nova-peca-anunciado-ep-20250904-102214</loc>
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      <video:title>Com &lt;i&gt;Se o destino&lt;/i&gt;, Cátia Gonçalves revela mais uma nova peça do seu anunciado EP</video:title>
      <video:description>Em Abril, deu-nos a ouvir   Diz-me se ela   é mais  ; e neste Setembro dá voz a  Se o destino . É assim, aos poucos, que Cátia Gonçalves, mais uma voz do R&amp;B cantado em português, se vai aproximando de um EP que conta lançar no início de 2026. Com letra e música assinadas por ela, tal como no tema divulgado em Abril,  Se o destino  volta a contar com o mesmo grupo de músicos: a par de Cátia Gonçalves (voz), participam Rebeca Miranda, no piano; Tonny Teixeira, na guitarra; Sérgio Marques (Ginho), no baixo; e Luís Inácio Martins, na bateria. Os sopros estiveram entregues a Samuel Silva (arranjos e direcção), João Sêco e João Sousa. 

 A canção  Se o destino  pretende ser “ao mesmo tempo uma conversa íntima, uma carta de despedida e uma libertação emocional”, refere-se no texto que acompanha o lançamento. Ou, nas palavras de Cátia: “Para deixar entrar coisas melhores, temos de nos libertar de outras”. 

 Nascida em Ovar, em 1998, dizem os seus promotores que foi aos 11 anos que Cátia descobriu a sua paixão pela música, quando comprou a primeira guitarra e música nunca mais a largou, tocando “na rua, em bares e em grandes palcos onde tem descoberto as suas influências”.</video:description>
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      <video:title>José Peixoto e Nuno Cintrão propõem-nos uma &lt;i&gt;Visita&lt;/i&gt; em duo à obra de Carlos Paredes</video:title>
      <video:description>Foi em 2023 que o guitarrista e compositor José Peixoto e o também guitarrista, compositor e professor Nuno Cintrão lançaram um primeiro álbum em duo,   Fragmentos Imaginários  , dando ao duo o nome de  Combinatorium . Vencido esse desafio, Peixoto e Cintrão escolheram outro: homenagear, num novo disco, a obra do genial guitarrista e compositor Carlos Paredes, cujo centenário este ano se celebra. O álbum, a que deram o nome de  Visita: Diálogos com Carlos Paredes , será publicado no dia 10 de Outubro pela Galileo Music e foi dividido em duas partes, cada qual com cinco temas:  Visitas  e  Diálogos . A antecipar essa edição, é lançado esta sexta-feira um single duplo com os temas   Verdes anos   e   Canto de Alcipe  , ambos com videoclipes. 

 Os arranjos reflectem as opções estéticas do duo. Começando por  Verdes anos , tema incluído na primeira parte do disco: “Sendo uma peça muito interpretada – explica Nuno Cintrão no texto que acompanha o lançamento – optámos por usar guitarras eléctricas, procurando uma liberdade tímbrica que abrisse espaço para o nosso arranjo”. Quanto a  Canto de Alcipe , que integra a segunda parte do álbum (e que Carlos Paredes compôs a partir da  Canção de Alcipe  de Afonso Correa Leite e Armando da Câmara Rodrigues), é José Peixoto quem explica as opções do duo, no texto citado: “A partir de uma ideia de arranjo do Nuno Cintrão, criámos uma ‘história melódica’ com rédea curta à vista da melodia original. O desafio e a motivação foram precisamente esse lugar diferente que convidou toda a progressão deste tema.” 

 O álbum  Visita:   Diálogos com Carlos Paredes  vai ser apresentado ao vivo no  Misty Fest  nos dias 14 de Novembro em Lisboa (São Luiz) e 1 de Dezembro no Porto (Casa da Música).</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;O Mundo Bem Monstro&lt;/i&gt; anuncia um álbum dos Lavoisier com poetas contemporâneos</video:title>
      <video:description>Depois de terem dedicado em 2019  um álbum inteiro à poesia de Miguel Torga  (1907-1995), os Lavoisier vão lançar em Outubro um disco com canções feitas a partir de poemas inéditos de dez poetas contemporâneos, que responderam positivamente ao desafio. Para este trabalho, o duo formado por Patrícia Relvas (voz) e Roberto Afonso (guitarra eléctrica) convocou mais três músicos: o baterista Diogo Sousa, o baixista Ricardo Dias Gomes e o guitarrista Pedro Branco. A anteceder o álbum, estreiam hoje o tema  O Mundo Bem Monstro , com poema de Raquel Nobre Guerra, poeta e tradutora, autora de  Groto Sato  (2012, prémio Primeira Obra do PEN Clube Português e Prémios Novos da Culturgest-CGD),  SMS de Amor e Ódio  (2013);  Saudação a Álvaro de Campos  (2014),  Senhor Roubado  (2016) e  Divisão da Alegria  (2022). 

 Com videoclipe de João Ferro Martins,  O Mundo Bem Monstro  apresenta-se como uma reflexão “sobre o mundo como lugar opressor e confinado” na perspectiva de alguém “que procura não ser turista da própria vida”, mas “a liberdade de se sentir em casa na sua pele”. Além de Patricia Relvas (voz) e Roberto Afonso (guitarra eléctrica e acústica, efeitos e campaniças), que também asseguraram a produção, participaram na gravação deste tema Pedro Branco (guitarra eléctrica), Ricardo Dias Gomes (baixo) e Mário João Santos (adufe). 

 O álbum que agora se anuncia será o sexto do duo, sucessor de   Projecto 675   (2014),   É Teu   (2017),   Viagem a um Reino Maravilhoso   (2019, este em torno da obra poética de Miguel Torga),   Aí   (2022) e   Polifonias Singulares Vol. 1   (2023). Esta sexta-feira, dia em que se estreia o seu novo videoclipe, os Lavoisier vão actuar na Feira do Livro do Porto, pelas 19h.</video:description>
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      <video:title>Elevador da Glória: 51 segundos que explicam um descarrilamento mortal em Lisboa</video:title>
      <video:description>Quinze pessoas morreram e 18 ficaram feridas, cinco com gravidade, na sequência do  descarrilamento  do elevador da Glória, o ascensor que liga a Praça dos Restauradores à R. de São Pedro de Alcântara, em Lisboa. A origem do acidente estará na quebra de um cabo de segurança. 

 A cabine desceu a grande velocidade embatendo contra o edifício no cotovelo da Calçada da Glória. A manutenção deste elevador foi externalizada há dois anos, tendo os trabalhadores da Carris reportado “por várias vezes” uma “deficiente manutenção”. 

 Leia mais:  

 
	 
	  Quinze pessoas morreram no descarrilamento do elevador da Glória. Há 18 feridos  
	 
	 
	  Elevador da Glória: cabo de segurança partiu e originou acidente que provocou quinze mortes</video:description>
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      <video:title>Montanhas dificultam operações de salvamento após sismo no Afeganistão</video:title>
      <video:description>Mais de 800 pessoas morreram e pelo menos 2800 ficaram feridas em resultado de um sismo de magnitude 6 na escala de Richter que atingiu três províncias orientais do Afeganistão. Os trabalhos de busca e salvamento decorrem com muita dificuldade por causa dos maus acessos e da fraca cobertura de rede móvel. 

 Saiba mais: 

 
	  Sismo no Afeganistão provoca centenas de mortos</video:description>
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