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      <video:title>Herlander canta &lt;i&gt;deixa-me em paz&lt;/i&gt;, que irá apresentar ao vivo no NOS Alive’25</video:title>
      <video:description>Nasceu no Seixal, viveu em Londres e foi aí que lançou um primeiro EP, em 2018. No YouTube tem em nome próprio cinco singles, dois lançados em 2020 (  if you give it to me what's luv got to do with it? ...  e   quem diriaiaia  ), dois em 2021 (  Gisela   e   woohooo!!!  ) e um em 2022 (  daZona (Collage)  ). Agora, Herlander estreia  deixa-me em paz , canção que irá apresentar ao vivo a 11 de Julho no Palco Coreto do festival NOS Alive’25, no Passeio Marítimo de Algés. 

 Compositor de música para teatro e para instalações, Herlander tem colaborado com artistas como Ana Moura, Extrazen ou Odete. Desta sua nova canção, diz ele no texto que acompanha o lançamento do single, com videoclipe assinado por Valdir Furtado: “Quando escrevi este tema estava numa fase muito turbulenta da minha vida”, explica Herlander. “Comecei a complicar o simples, a sobrecarregar, ‘overproducing’, a tentar esconder a minha própria voz debaixo das várias camadas que me orgulhava de ter criado, sem perceber que estava, na verdade, a construir uma prisão sonora. Permiti-me não ter medo de tomar espaço, não ter medo de errar, de experimentar, não ter medo de ser ainda mais pessoal e vulnerável mesmo que isso me deixe a mim e aos outros desconfortáveis. Sem máscaras. Sem distrações. Sem me esconder por detrás de camadas e camadas de produção pesada. Sem pedir desculpas. Aos demais… deixem-me em paz.”</video:description>
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      <video:title>Matilde Leite estreia-se com &lt;i&gt;Sem ti&lt;/i&gt;, a anunciar o seu primeiro álbum como autora</video:title>
      <video:description>É mais uma jovem estreia, que traz consigo o lastro de várias aprendizagens: jazz pelo Hot Clube, canto e teatro musical, coros escolares, concursos televisivos (The Voice Kids e  The Voice Portugal ) e agora uma primeira canção que lhe serve de bilhete de identidade. Ela chama-se Matilde Leite e a canção é  Sem ti , escrita por ela de parceria com Rita Onofre, com produção de miguele, Hugo Portugal nas guitarras e Inês Apenas ao piano. Revelada esta sexta-feira,  Sem ti  pretende ser uma amostra do álbum que aí vem, onde se cruzam fado e pop. O videoclipe tem a assinatura de Sebas Ferreira. 

 Acerca da canção, e deste seu começo, escreve Matilde Leite no texto que acompanha o lançamento: “Não me fazia sentido começar este novo caminho com outra canção senão esta, que fala de recomeço, sobre o início de toda uma nova fase. Aborda o tema do fim e do recomeço e da escuridão que passa a luz. É a canção de superação, que dá origem a todos os outros sentimentos e processos abordados no álbum que aí vem. Junto do Sebas, quis transparecer o que é esse processo de cura. É uma representação próxima daquilo que vivi e mostra alguns dos elementos que ajudaram neste processo. Quase como numa memória, cada  take  representa a dor, a incerteza, a vontade de seguir, os tropeços pelo caminho, e no fim a destruição das memórias que ficam para trás.”</video:description>
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      <video:title>Katia Guerreiro anuncia com &lt;i&gt;Capitães da areia&lt;/i&gt; o concerto dos 25 anos de carreira</video:title>
      <video:description>A fadista Katia Guerreiro está de volta às canções, três anos depois de ter lançado o seu mais recente álbum,  Mistura . Em estreia esta sexta-feira,  Capitães da Areia  apresenta-se como “um cântico à liberdade, uma celebração da intensidade, inocência e plenitude de um amor vivido com o corpo e com a alma, sem filtros nem amarras”. A letra é de  Helder Moutinho , a música de  Toli Cesar Machado  e a acompanhá-la ao piano está João Bernardo. Capitães da areia é também uma forma de anunciar o concerto comemorativo dos 25 anos de carreira de Katia, com um concerto marcado para 16 de Julho no Grande Auditório do  Centro Cultural de Belém , inserido no ciclo Há Fado no Cais, em parceria com o Museu do Fado. Neste concerto, Katia Guerreiro terá consigo Davide Ribeiro (guitarra Portuguesa), André Ramos (viola) e Francisco Gaspar (viola-baixo). 

 Katia Guerreiro lançou até agora dez discos, entre álbuns de estúdio, ao vivo e colectâneas:  Fado Maior  (2001),  Nas Mãos do Fado  (2003),  Tudo ou Nada  (2005),  Fado  (2008),  Os Fados do Fado  (2009),  10 Anos - Nas Asas do Fado  (2011, uma colectânea em CD duplo),  Katia Live At The Olympia  (2012, CD+DVD),   Até Ao Fim   (2014, produzido por Tiago Bettencourt),   Sempre   (2018, com produção de José Mário Branco) e   Mistura   (2022, produzido por Pedro de Castro). Em 2021, ainda o mundo recuperava lentamente da pandemia da covid-19, Katia celebrou os seus  20 anos de carreira  com um concerto no Tivoli BBVA, no dia 18 de Junho.</video:description>
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      <video:title>Nunca Mais Era Sábado estreiam-se com &lt;i&gt;Maria do Monte&lt;/i&gt;, pela mão do MIC de Coimbra</video:title>
      <video:description>A “culpa” é do MIC, Música Independente de Coimbra, que se pôs à descoberta de “novos talentos da região”, não só com o objectivo de, garantem, “apoiar a criação e a promoção da música emergente”, mas também de incentivar a profissionalização dos seleccionados. Este ano, anuncia o MIC, a selecção incluiu oito nomes: Bárbara Pina, Smoked Falmon, Traz Os Monstros, Bela Noia, Gaivota, The Bumps, Mariana Mavis e Nunca Mais Era Sábado. E é destes últimos que agora se estreia um primeiro single, com videoclipe assinado por Tiago Cerveira. 

 Trata-se de  Maria do Monte , uma canção que, segundo o texto que acompanha a estreia, se apresenta como “uma narrativa que nos conduz pela noite dentro, numa floresta onde o perigo pode espreitar a cada passo”: “Entre cenários imaginários moldados pela ruralidade misteriosa da lua cheia e a ameaça do lobo, até à presença de sonoridades mais electrónicas, a canção é apenas um conto. Prontos para se perderem na floresta?” 

 Os Nunca Mais Era Sábado são um trio: Diogo Félix, Eduardo Ricarte e Daniel Silva, “três amigos que partilham o amor pela música e pela cultura popular portuguesa”. Ei-los.</video:description>
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      <video:title>Colapso de glaciar soterra aldeia suíça de Blatten</video:title>
      <video:description>A aldeia suíça de Blatten ficou soterrada por lama e rochas, esta quarta-feira, após o colapso de um glaciar. 

  
A região já tinha sido evacuada há 10 dias devido ao risco de deslizamento de terras. Ainda assim, uma pessoa está desaparecida, segundo as autoridades locais. 

 Saiba mais: 

 
	  Aldeia suíça soterrada por lama e rochas após colapso de glaciar. Há um desaparecido</video:description>
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      <video:title>Foguetão Starship avaria e cai no oceano Índico. As imagens do nono teste</video:title>
      <video:description>O foguetão Starship, com o qual a SpaceX do magnata Elon Musk tenciona conquistar Marte, partiu-se e caiu no Índico depois de perder combustível no nono voo de teste. A descolagem foi bem-sucedida, um progresso tendo em conta que os dois últimos testes terminaram numa explosão poucos minutos depois, e a nave atingiu a órbita terrestre.  

 A Administração Federal de Aviação (FAA) deu luz verde à SpaceX para aumentar o seu número de voos de teste para 25 por ano, apesar das críticas de grupos ambientalistas. 

 Saiba mais: 

 
	  Foguetão Starship atingiu órbita da Terra antes de avariar e cair no oceano Índico</video:description>
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    <loc>https://www.publico.pt/2025/05/27/video/ministro-israelita-ultranacionalista-visita-esplanada-mesquitas-setima-20250527-171806</loc>
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      <video:title>Ministro israelita ultranacionalista visita Esplanada das Mesquitas pela sétima vez</video:title>
      <video:description>A Esplanada das Mesquitas é o terceiro local mais sagrado do Islão, sendo que é controlada por Israel após a tomada da Cidade Velha de Jerusalém durante a Guerra dos Seis Dias (1967). No local, apenas resta o Muro das Lamentações e a Mesquita de Al-Aqsa. 

 Saiba mais: 

 
	 
	  Egipto condenou visita de ministro de Israel à Esplanada das Mesquitas</video:description>
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      <video:title>Bunker Live Sessions: Miguel Lunet</video:title>
      <video:description>Miguel Lunet, 23 anos, é compositor e letrista. A sua ligação à música começou cedo, com formação em piano na Academia de Música de Espinho, e desde então tem mantido uma produção autoral consistente, com três álbuns de originais publicados. Depois de passar por vários projectos, incluindo uma banda com que se apresentou em programas como Got Talent e MasterClass, estreou-se a solo em 2021 com o álbum  Ensaios , seguido de  Em bom português  (2022), onde consolidou o seu estilo narrativo ao piano. 

 Em 2024, Miguel lança  Tanto p’ra dar , álbum que simboliza a evolução do seu percurso musical. Produzido por João Salcedo e João Bessa, o disco conta com uma banda de seis elementos – dois irmãos e três amigos - que acompanha Miguel tanto em palco como no processo criativo, enriquecendo as suas composições de maneiras que o mesmo não preveria. 

 As Bunker Live Sessions são o novo projecto da Bunker Records, coordenado pelo músico Miguel Dinis, que o P3 vai partilhar nos próximos meses. As sessões, gravadas nos estúdios Bunker, no Porto, podem ainda ser ouvidas na Rádio Nova. Aqui ficam três perguntas feitas ao músico. 

  Como foi o dia de gravação para as Bunker Live Sessions?   
Estamos habituados a ensaiar sempre na cave de casa dos meus pais. Sempre que chegamos a um novo estúdio existe algum entusiasmo e nervosismo. O Bunker Records não foi excepção. O conceito do projecto é excelente e combina várias artes: nós tocamos, eles gravam e editam a canção, preparam um videoclipe e documentam toda a experiência. Sinto falta deste tipo de iniciativas para ajudar os artistas emergentes. 

  ​​Qual o significado da música que trouxeste? Houve alguma memória que te fez escrevê-la?  
O álbum começou a ser produzido no Verão de 2023. Em Setembro desse ano, fizemos uma pausa, porque fui de Erasmus para os Países Baixos. No momento da despedida, já no aeroporto, toda a minha família chorou, mas eu não. Eu também estava triste por ficar tanto tempo afastado das pessoas de quem mais gosto, mas, naquele dia, as lágri</video:description>
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      <video:title>"As pessoas limitam muito as mulheres, quando é uma mulher trans, o limite vem em dobro"</video:title>
      <video:description>Ouça o podcast  aqui   
 

 Mulher trans, a empresária Giovanna Tavares fica com voz embargada quando remonta à sua infância no Brasil. "Fui apedrejada  na porta da escola  com 13 anos e ninguém fez nada", conta, para salientar a importância de educar para a diferença na escola. Mas, hoje, tem certeza de que tem servido de referência para outras mulheres trans. "Sou exemplo de que é possível superar o estigma de que toda mulher trans está condenada à prostituição", afirma. 

 Giovanna, que vive em Portugal, onde toca seus negócios, conta que tem sido muito procurada por mães de mulheres trans em busca de conselhos. "Não é fácil para as mães lidarem com esse tema. É compreensível. Minha orientação é a de que sempre deem amor e atenção para filhas e filhos. Posso dizer que foi o amor da minha mãe e da minha avó que me fez chegar onde estou", relata. 

 A brasileira criou a  marca de lingerie  trans, a Tlovet, que se tornou referência para esse público, conquistando vários prêmios. Para ela, independentemente da opção sexual, todos têm direito de ser feliz e serem respeitados. Ela diz que reforça esse discurso como um mantra diante da intolerância que vem sendo propagada por representantes da extrema-direita.</video:description>
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      <video:title>Nova emboscada na Casa Branca: Trump recebe Ramaphosa com imagens de falso “genocídio branco” na África do Sul</video:title>
      <video:description>O Presidente dos Estados Unidos recebeu esta quarta-feira, 21 de Maio, na Casa Branca o homólogo sul-africano, Cyril Ramaphosa, com imagens com as quais pretendia provar o "genocídio branco" que diz estar em curso na África do Sul. 

 Nos últimos meses, Donald Trump tem feito sucessivas acusações falsas e infundadas à África do Sul, que tem nos Estados Unidos um dos seus mais importantes parceiros comerciais. O ambiente constrangedor e hostil na Sala Oval deitou por terra esperanças de reconciliação entre os dois países. 

 O "genocídio branco" na África do Sul é uma teoria da conspiração da extrema-direita, promovida por Elon Musk no passado, que alega que a população branca está a ser alvo de perseguição sistemática no país. 

  Saiba mais:  

 
	  Trump recebe Ramaphosa com imagens de um falso “genocídio branco”  
	  Grok, o chatbot de IA de Elon Musk, responde “genocídio branco” a perguntas sem relação com o tema​</video:description>
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      <video:title>Uma demissão, um estreante e a vitória da direita. Os discursos da noite eleitoral</video:title>
      <video:description>"O povo quer este Governo e não quer outro. O povo quer este primeiro-ministro e não quer outro", anunciou ao final da noite Luís Montenegro. Com todos os mandatos do território nacional atribuídos, a Aliança Democrática (AD) venceu com 32,7% dos votos e elegeu 89 deputados.  

 "Acho que honrei a história do partido, foi o que tentei fazer", disse Pedro Nuno Santo antes de anunciar a demissão do cargo de secretário-geral do Partido Socialista. Chega e PS contam o mesmo número de deputados: 58.  

 Iniciativa Liberal e Livre celebraram o crescimento nestas eleições. Também Filipe Sousa, do Juntos Pelo Povo (JPP), festejou a estreia na Assembleia da República. É a primeira vez que um partido de perfil regionalista, com sede numa região autónoma, consegue chegar ao parlamento nacional. 

 Paulo Raimundo, da CDU, aplaudiu a participação da juventude na campanha, "uma expressão eleitoral que teve frutos no presente e vai ter frutos no futuro". Já PAN, Bloco de Esquerda assumiram, "com humildade", a derrota.  

 Saiba mais: 

 
	  AD mais forte, Pedro Nuno sai de cena, Chega abala o regime  
	  A eleição que abalou a esquerda, elevou o Chega e reforçou Montenegro. O filme da noite  
	  Conheça os vencedores de cada distrito e concelho  
	  As surpresas, os que ficam de fora e o pesadelo da esquerda</video:description>
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      <video:title>Legislativas 2025: com que país acordamos esta segunda-feira?</video:title>
      <video:description>É um país "politicamente diferente" aquele com que acordamos esta segunda-feira, 19 de Maio. A AD venceu de forma clara as eleições legislativas, mas continuam a escassear soluções duradouras para governar o país. Nunca a direita foi tão forte em Portugal, com o Chega a disputar com o PS a liderança da oposição. Pedro Nuno Santos já anunciou a sua saída de cena. 

  Saiba mais:  

 
	  AD mais forte, Pedro Nuno sai de cena, Chega abala o regime​  
	  Os distritos laranja, as vitórias do Chega, a queda do bastião da esquerda: conheça o vencedor em cada distrito  
	  Com o terceiro pior resultado de sempre, Pedro Nuno desiste da liderança. Mas voltará  
	  Em seis anos, Chega sobe de 1,3% para 23% e empata com PS</video:description>
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      <video:title>Os números da vitória da AD, da subida do Chega e da derrota histórica do PS</video:title>
      <video:description>Nunca a direita foi tão forte em Portugal como nestas eleições legislativas de 2025. A AD conseguiu o objectivo de reforço eleitoral, tendo Montenegro garantido a "maioria maior" que pediu. O Chega ainda pode vir a eleger mais deputados do que o Partido Socialista, numa ultrapassagem histórica. Pedro Nuno Santos sai da liderança do PS abrindo a porta a um novo rumo no partido. Neste cenário tão fragmentado, que soluções há para assegurar a governabilidade do país? 

 Saiba mais: 

 
	  AD mais forte, Pedro Nuno sai de cena, Chega abala o regime  
	  A eleição que abalou a esquerda, elevou o Chega e reforçou Montenegro. O filme da noite  
	  Conheça os vencedores de cada distrito e concelho  
	  As surpresas, os que ficam de fora e o pesadelo da esquerda</video:description>
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      <video:title>Chega à frente do PS em vários distritos fragiliza liderança de Pedro Nuno Santos</video:title>
      <video:description>Às 20h30, hora em que gravámos esta análise, o Chega estava em primeiro lugar em Faro e em segundo em Viana do Castelo, Lisboa, Braga, Viseu, Santarém, Leiria, Portalegre e Évora. Na análise de Sónia Sapage, o resultado do Partido Socialista estará relacionado com a forma foi conduzia a campanha eleitoral e revela que os portugueses consideram que a queda do Governo se deve ao PS e não à Spinumviva. 

 Acompanhe a noite eleitoral  ao minuto .</video:description>
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      <video:title>“Dêem comida às crianças que morrem à fome em Gaza”: o protesto do co-fundador da Ben and Jerry’s</video:title>
      <video:description>O co-fundador dos gelados Ben and Jerry’s Ben Cohen foi detido, nesta quinta-feira, pela polícia do Capitólio, em Washington D.C., por se manifestar contra as políticas da Administração Trump durante a audiência do secretário da Saúde dos EUA, Robert F. Kennedy. 

 Ao mesmo tempo que os agentes iam ao seu encontro, o empresário judeu continuou: “O Congresso mata as pobres crianças de Gaza ao comprar bombas, e paga-as retirando crianças do Medicaid nos EUA.” 

 Kennedy Jr., secretário da Saúde dos EUA, testemunhou no Congresso sobre decisões que levaram à demissão de milhares de funcionários de agências de saúde e sobre o surto de sarampo, doença que continua em crescimento no país. 

  Leia mais:  

 
	 
	  Kennedy Jr. vai ao Congresso explicar demissões em massa na saúde e aumento de casos de sarampo  
	 
	 
	  Kennedy Jr. repete mentira, mas a vacina contra o sarampo não tem células de fetos abortados</video:description>
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      <video:title>Tito Paris estreia &lt;i&gt;Feitice e amor&lt;/i&gt;, a anunciar novo álbum e um concerto para Dezembro</video:title>
      <video:description>É com “uma ode à cidade do Mindelo, às raízes da música cabo-verdiana e ao amor pelo seu país” que o cantor e compositor Tito Paris regressa às canções, anunciando ao mesmo tempo um novo álbum e um concerto único no Coliseu de Lisboa, no dia 12 de Dezembro. A notícia surge no mês em que Tito Paris se prepara para completar 62 anos (no dia 30 de Maio) e o tema que agora se publica em single e videoclipe,  Feitice e amor , é o primeiro inédito que ele publica desde o seu mais recente álbum   Mim Ê Bô  , lançado em 2017. Para o Coliseu dos Recreios, em Lisboa (onde ele celebrou  40 anos de carreira  e 60 de vida em Novembro de 2023, apresentando-se dias depois no Coliseu do Porto), está em preparação um espectáculo “num formato inovador de palco 360º” onde o disco será apresentando pela primeira vez ao vivo. 

 Nascido em Cabo Verde, no Mindelo, ilha de São Vicente, em 1963, a música sempre rodeou Tito Paris, na família ou entre amigos. Teve lições de Luís Morais e Chico Serra e em 1982 rumou a Lisboa, a convite de Bana, para integrar o grupo Voz de Cabo Verde. Pensava que vinha tocar baixo, mas como  precisavam  de um baterista, acabou por tocar bateria. Mais tarde, foi por pressão de Dany Silva que se tornou cantor. Já mais fixado nas guitarras, acústica e eléctrica, lançou um primeiro álbum de estúdio em 1994,  Dança Ma Mi Criola , seguido de  Graça De Tchega  (1996),  Live In Lisbon, no Club B.Leza  (1998),  27/07/1990  (gravado ao vivo em 1990 mas lançado em 2001),  Guilhermina  (2002),  Acústico, Ao Vivo na Aula Magna  (2005) e, por fim,  Mim Ê Bô  (2017). Em 2017, recebeu do Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, a distinção de Comendador da Ordem do Mérito pelo seu papel na promoção da cultura lusófona.</video:description>
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      <video:title>Prova dos Factos: os líderes europeus não consumiram droga a caminho de Kiev</video:title>
      <video:description>Começaram a surgir nas redes sociais acusações de que os líderes do Reino Unido, Keir Starmer, de França, Emmanuel Macron, da Alemanha, Friedrich Merz, e da Polónia, Donald Tusk, teriam consumido droga enquanto se dirigiam a Kiev.  

 Uma das vozes foi a de Maria Zakharova, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia. No Telegram, faz referência a “apetrechos” relacionados com o consumo de droga, dizendo tratar-se de um saco de cocaína e de uma colher para o consumo. As imagens de alta resolução permitem perceber que é falso. 

  Saiba mais:  

 
	  Rússia acusa líderes europeus de consumirem droga em Kiev. É falso​  
	  Líderes europeus focados nas decisões que podem tomar sem os EUA para apoiar Zelensky</video:description>
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      <video:title>Inês Monstro estreia &lt;i&gt;Antídoto&lt;/i&gt;, parceria com Conan Osíris e produção de Choro</video:title>
      <video:description>Foi em Outubro de 2023 que Inês Monstro, nome artístico de Inês Laranjeira, lançou o seu primeiro álbum,   Brilho  , com um total de oito canções que já vinham sendo anunciadas nos singles e videoclipes de   Porque te quero  ,   Tanto tempo   e   Hipnose  . Agora, já com um novo álbum na mira, estreia um novo tema, Antídoto, escrito em parceria com Conan Osíris e produzido por Choro. Trabalhar com Conan Osíris foi, para Inês, “um sonho tornado realidade”, como ela explica no texto que acompanha o lançamento: “É, sem dúvida, um dos artistas portugueses com quem mais me identifico artisticamente e por quem nutro um profundo respeito. Todo este processo criativo foi vivido com muita alegria e entrega.” 

 Quanto à canção propriamente dita, Inês diz que escolheu ligá-la “ao símbolo da serpente, um ícone de transformação, cura e renascimento, muitas vezes associado à medicina”. E acrescenta: “Canto que ‘todo o veneno tem um antídoto’ e acredito que tudo tem, em si, o potencial da cura. Aquilo que nos fere, muitas vezes, também é aquilo que mais amamos. A serpente representa, para mim, essa dualidade.” No videoclipe, realizado por Leonor Bettencourt Loureiro (as fotografias são de Carlota Barrento), Inês quis incorporar a simbologia da canção “através de  pole dance , remetendo para a imagem da serpente e o seu movimento fluído e sensual”. “Sempre fui fascinada pela leveza e força das bailarinas, e quis honrar essa arte com o devido respeito”, diz. “É, de facto, uma disciplina exigente e poderosa, que encaixa na mensagem e força sonora da canção.” 

 Conhecida a partir da sua participação no  programa Ídolos , da SIC, em 2009, tinha então 16 anos, Inês de Sousa Laranjeira nasceu a 13 de Fevereiro de 1993, em Alcochete. Atraída pelas artes, estudou Canto e formou-se como actriz na Escola Superior de Teatro e Cinema, em Lisboa, licenciando-se em Teatro. Como actriz, cantora e  performer , tem colaborado com artistas de várias áreas, nacionais e internacionais, actuando a solo em salas como o Musicbox, e festivais com</video:description>
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      <video:title>Filipe Raposo estreia &lt;i&gt;Suão&lt;/i&gt;, a antecipar o último volume da sua Trilogia das Cores</video:title>
      <video:description>O pianista e compositor Filipe Raposo vai publicar na próxima semana o terceiro e último volume da sua Trilogia das Cores, iniciada em 2019 com   Øcre  , de 2019 e continuada em 2022 com   Øbsidiana  . Agora, com lançamento marcado para 22 de Maio (pela Tinta-da-China) está  Variações do Brancø , também em livro-disco como os anteriores, e do qual já foi publicado no dia 13 de Abril um dos temas,   A idade do pão  , estreia um novo tema,  Suão . No texto que acompanha o lançamento, escreve Filipe Raposo: “O vento Suão aparece em textos antigos e na poesia, geralmente como um vento quente, seco, vindo do sul ou sudeste, associado ao calor do verão. Para o poeta Palestiniano Mahmoud Darwish, o vento sul simboliza os temas do exílio, da memória, da identidade, perda, e desejo de regresso à sua terra natal. Impossível não mencionar a terrível tragédia humana que neste momento assombra a Palestina.” 

 E acerca da trilogia que agora encerra, acrescenta: “A Trilogia das Cores parte de uma reflexão artística sobre a influência da cor ao longo da História, mas também no meu percurso enquanto músico: vermelho (ØCRE vol.1), preto (ØBSIDIANA vol.2), e o branco (VARIAÇÕES DO BRANCØ vol.3), as três cores de Orfeu. Partindo de uma lista simbólica, como o branco-cal, o branco-pão, o branco-gelo, o branco-linho, o branco-luz, ou a noite branca, a cor, vai-se desdobrando em múltiplas e renovadas colheitas. Neste ensaio sonoro, qual rio lento que se afeiçoa à paisagem por onde flui, a cor vai sugerindo e moldando o processo composicional e dramatúrgico.” 

 O terceiro e último volume da Trilogia das Cores vai ser apresentado ao vivo em três concertos. Dia 23 de Maio em Viseu, no  Teatro Viriato  (21h), dia 13 de Junho em Idanha-a-Nova, no Centro Cultural Raiano, e dia 19 de Junho em Lisboa, no  CCB  (20h).</video:description>
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      <video:title>Bunker Live Sessions: Migas</video:title>
      <video:description>Migas, artista de 24 anos natural do Porto, conquistou o público com letras emotivas e um  storytelling  autêntico. Numa fase de experimentação produziu quatro  singles  e descobriu o próprio espaço no mundo musical, um rap melódico característico. A sua mais recente canção,  Outro Lado , dá o pontapé de saída a uma série de novidades que Migas promete para 2025. Embora ainda não tenha datas definidas, Migas mostra um grande desejo de estrear-se em palco — um passo que considera o mais gratificante, pela ligação directa que cria com quem o ouve.  

 As Bunker Live Sessions são o novo projecto da Bunker Records, coordenado pelo músico Miguel Dinis, que o P3 vai partilhar nos próximos meses. As sessões, gravadas nos estúdios Bunker, no Porto, podem ainda ser ouvidas na Rádio Nova. Aqui ficam três perguntas feitas aos músicos. 

  Como foi o dia de gravação para as Bunker Live Sessions?  
Foi dos melhores projectos que realizei. Foram cumpridas todas as datas, horários e comodidades pedidas, o que ajudou a que todo o processo de adaptação à recriação do projecto corresse tranquilamente e dentro de todas as conformidades. 

  Qual o significado da música que trouxeste? Houve alguma memória que te fez escrevê-la?   
Como um artista observador, uma grande parte das letras que produzo são baseadas em histórias comuns do nosso quotidiano ou até mesmo histórias próximas de mim, seja de relações de amizade como de relações familiares. Escrevo o que vivo. Quando escrevi a  Longe  agarrei-me a um cenário de um casal que me rodeava, após ter entendido que muito do que se passou se poderia equiparar a outros tantos ouvintes que passaram ou estão a passar pelo mesmo. 

  Quais são as tuas inspirações? Existe alguma banda com menos reconhecimento que queiras partilhar?  
Dentro do panorama musical português as minhas maiores inspirações actualmente são o Bispo e o Gson, embora em tenra idade tenha ouvido artistas como Sam The Kid e Dealema, que ofereciam um rap menos comercial do que o produzido actualmente, o que me </video:description>
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      <video:title>Robert de Niro ataca Trump em Cannes: “Temos de agir agora”</video:title>
      <video:description>Em Cannes para receber a Palma de Honra, Robert de Niro atacou no seu discurso as tarifas de 100% sobre os filmes estrangeiros propostas por Donald Trump e os cortes nos apoios e financiamentos feitos pelo Presidente dos Estados Unidos.  

 "Não se pode colocar um preço na criatividade, mas, aparentemente, pode-se colocar uma tarifa sobre ela", afirmou o actor de 81 anos, apelando a "todos os que se preocupam com a liberdade" para se mobilizarem contra Trump. 

 Robert De Niro é crítico de longa data de Donald Trump. Em 2024, antes das eleições norte-americanas, disse que o que mais odeia no Presidente dos EUA é a "intimidação" e que "é isso que define Trump". Em Maio do mesmo ano, De Niro deslocou-se ao tribunal onde Trump estava a ser julgado por abusos sexuais e apelou à sua condenação e detenção. "Nunca vi um tipo safar-se de tantas coisas e todos nós sabemos disso, toda a gente no mundo sabe disso", disse o actor numa conferência de imprensa com a fachada do tribunal atrás de si. 

 Leia mais:  

 
	 
	  Trump impõe tarifa de 100% a filmes estrangeiros para salvar Hollywood  
	 
	 
	  Ninguém percebe o filme-catástrofe das tarifas de Trump sobre Hollywood  
	 
	 
	  Trump condiciona verbas de bibliotecas e museus em prol do “patriotismo” e do “excepcionalismo americano”</video:description>
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      <video:title>Fritz Kahn e &lt;i&gt;Freedom&lt;/i&gt;, EP “de intervenção sobre a liberdade como estado transitório”</video:title>
      <video:description>Quem esteve atento à produção musical de  Fritz Kahn and The Miracles , projecto artístico do cantor e compositor Gonçalo Serras, saberá que ele não tem parado de escrever e lançar canções desde que se publicou, em 2021,   Jonah, the Whale  , preenchendo o hiato de 20 anos entre esse disco e o seu primeiro álbum, homónimo, publicado em 2001. Só em 2024 lançou dois discos, o álbum  Gunthi , reunindo 17 canções que em grande parte tinham sido lançadas previamente em single, e   Attila, the Crow  , EP editado em Dezembro desse ano. Cinco meses passados, ei-lo de volta aos discos, desta vez com  Freedom , um EP “de intervenção sobre a liberdade como estado transitório”, assim é definido esta terça-feira, no texto do lançamento. 

 Com um total de cinco temas ( Love   know s,  Going home ,  The great escape ,  Jeremy the outlaw  e  The end ), o álbum é acompanhado pelo vídeo de  Love knows , canção que pretende ser “um olhar sobre a perda”, falando “das vozes que desapareceram, das memórias que resistem e da fé num amor transformador, mesmo em contextos de violência e esquecimento”. Escrita por Gonçalo Serras (voz), com produção musical de Rúben Alves (piano e orquestração),  Love knows  conta ainda com as participações de Mário Delgado (guitarras) e Miguel Amado (contrabaixo e baixo acústico). O videoclipe, que faz uma ligação directa com a capa do EP (onde uma onda se desfaz na areia) foi produzido nos Estados Unidos pela ViewManiac.</video:description>
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      <video:title>Expresso Transatlântico revelam &lt;i&gt;Flor trovão&lt;/i&gt;, primeira amostra de um álbum para 2026</video:title>
      <video:description>Lançado em álbum em 2023 e motor de um  filme-concerto  estreado em 2024,   Ressaca Bailada  , dos Expresso Transatlântico, já tem sucessor anunciado e um dos seus temas é revelado esta terça-feira em single e videoclipe:  Flor trovão . Quanto ao álbum, ainda sem título, programaram-no para 2026, já com dois concertos de lançamento agendados. O primeiro será no Porto, na Casa da Música, em 13 de Março do próximo ano, seguindo-se, no dia 14, o Capitólio, em Lisboa. 

 Anunciado o novo álbum, no texto que acompanha o lançamento do single, como um trabalho “que irá marcar um ponto de viragem na sua trajectória musical”, os Expresso Transatlântico compuseram a faixa  Flor trovão  entre a Serra da Estrela, a Foz do Arelho e Brotas, contando o videoclipe (realizado, como sempre, por Sebastião Varela e filmado em formato miniDV) com a participação dos actores Vicente Gil, Catarina Rabaça, Salvador Gil e Vasco Dias. O álbum anunciado para 2026 terá produção de Paulo Furtado (The Legendary Tigerman). 

 Trio composto por Sebastião Varela (guitarra eléctrica e teclados), Gaspar Varela (guitarra portuguesa) e Rafael Matos (bateria), os Expresso Atlântico  estrearam-se em 2021  com um EP homónimo, ao qual se seguiu o seu primeiro álbum,  Ressaca Bailada  (2023), que não apenas consolidou a notoriedade do grupo na cena nacional como lhe abriu portas para outros voos, com dezenas de concertos em diversos palcos e festivais nacionais e também fora do país.</video:description>
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      <video:title>Uma alimentação saudável está longe de dietas radicais</video:title>
      <video:description>Ouça e siga aqui o  podcast    
	 
 

 Ter uma alimentação saudável requer cuidados, mas está longe de dietas radicais, dizem a nutricionista Ângela Moraes e a jornalista Cláudia Maximino, especialista no assunto e colunista do PÚBLICO Brasil. Para elas, uma boa alimentação passa bem longe de alimentos ultraprocessados, um mal para a saúde. 

 Cláudia explica que, para se ter saúde, não existe fórmula mágica. "Não precisamos gastar dinheiro com suplementos ou fazer dietas específicas. É só ter uma alimentação com comida de verdade. O velho ditado: descascar mais e desembalar menos”, afirma. 

 Para Ângela, pode-se comer de tudo, desde que com equilíbrio. "Todo excesso é prejudicial", assinala. Ela recomenda às pessoas que desejam se reeducar que procurem profissionais especializados, pois o acompanhamento é a garantia de sucesso da empreitada em busca de mais saúde. Outra recomendação importante: conciliar a boa alimentação com exercícios físicos.  

 O jornalista e escritor norte-americano Michael Pollan tem uma fórmula ótima para aqueles que querem se alimentar bem: “Coma comida, ou seja, o que a sua bisavó reconheceria como comida. Não muita, mas que seja, principalmente, plantas — frutas, verduras, leguminosas, nozes e castanhas". Na avaliação de Cláudia, não é tão tão difícil.</video:description>
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      <video:title>Vladimir Putin celebra Dia da Vitória ao lado de Xi Jinping</video:title>
      <video:description>Vladimir Putin, Presidente da Federação Russa, usou parte do discurso que fez esta sexta-feira, em Moscovo, na parada militar de comemoração dos 80 anos da vitória da União Soviética sobre a Alemanha Nazi na II Guerra Mundial, para assegurar que o país inteiro apoia as Forças Armadas do país na guerra na Ucrânia. 

 “Todo o país, a sociedade e o povo apoiam os participantes na operação militar especial”, afiançou Putin, que recusa chamar à “invasão” à ofensiva militar russa do território ucraniano lançada em 2022. 

 Saiba mais: 

 
	  Putin diz que “todo o país, a sociedade e o povo” da Rússia “apoia” a invasão da Ucrânia</video:description>
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      <video:title>Matheus Paraizo estreia &lt;i&gt;Amor de cinema&lt;/i&gt; no dia em que publica o seu primeiro álbum</video:title>
      <video:description>Foi em Julho de 2024 que Matheus Paraizo publicou um primeiro single em nome próprio,   Nada muda  . Era a primeira das canções que prometiam um álbum, seguindo-se, nesse mesmo ano,   Compreender   (em Outubro) e   Mais   (em Dezembro), vindo a juntar-se ao lote, já em Fevereiro de 2025,   Boas vibes!!  . A estas quatro canções, junta-se agora uma quinta,  Amor de cinema , integrando todas elas o álbum que Matheus Paraizo lança esta sexta-feira nas plataformas digitais e a que deu o título  Na vdd,  (ou seja, ‘na verdade,’ segundo a escrita abreviada usada nas redes sociais). Às cinco canções lançadas até hoje em singles, juntam-se no álbum mais sete:  Messy/imaturo ,  Gerir teu ego ,  Quieto ,  Padrão ,  Não vale a pena ,  Virtude/suplício  e  Dopamina . 

 Luso-brasileiro, nascido no Brasil mas há anos residente em Portugal, onde começou a ser notado devido às suas participações em concursos televisivos como  Uma Canção Para Ti  (TVI),  Factor X  (SIC) ou  The Voice Portugal  (RTP), Matheus Paraizo vai apresentar ao vivo o seu álbum no dia 5 de Junho, no Musicbox, em Lisboa. No texto que acompanha o lançamento do álbum e do novo videoclipe, ele explica o que o motivou: “Depois de anos a tentar construir-me como artista e pessoa, constantemente frustrado por não cumprir o que o propunha para mim mesmo, entendi que o que me faltava para crescer era verdade. Para uma melhoria, seja interior ou do nosso contexto, é necessário sermos violentamente verdadeiros connosco e com os outros. Perfeccionista como sou, tinha uma repulsa enorme de o fazer porque, embora perfeitamente humano, estava longe de bonito, polido e coeso. Tinha pré-concepções do que achava de mim, do mundo e das pessoas à minha volta que, ‘Na vdd,’ revelaram-se muito mais complexas.” E foi isso que o levou a conceber este disco, num processo que ele explica assim: “Este álbum compôs-se em andamento para o trabalho, atrás de armários num sótão, no chão da cozinha, em paragens de autocarro, estações de comboio e jardins de Lisboa. Começou tudo com um </video:description>
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      <video:title>"Um só povo, sempre em paz", o apelo do novo Papa Leão XIV</video:title>
      <video:description>O fumo branco saiu da chaminé da Capela Sistina pelas 18h08 locais (17h08 em Lisboa). Foram 133 os cardeais que escolheram o cardeal  Robert  Prevost para a liderança da Igreja Católica. 

 Nascido nos Estados Unidos, o até agora cardeal Robert Francis Prevost é conhecido como o “pastor de duas pátrias” porque passou grande parte da sua vida missionária no Peru, país onde foi arcebispo. Foi, ainda, superior geral da Ordem de Santo Agostinho. 

 Saiba mais: 

 
	 
	  Leão XIV: Igreja Católica escolhe um norte-americano moderado como líder  
	 
	 
	  Ao minuto. Cardeal norte-americano Robert Prevost é o novo Papa. Escolheu o nome Leão XIV  
	 
	 
	  Nome de Leão XIV cria expectativa sobre atenção a questões sociais pelo novo Papa</video:description>
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      <video:title>Victoria Leuca, da música tradicional moldava à pop e ao R&amp;B, estreia-se com &lt;i&gt;Só&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O título é curtíssimo e lembra de imediato um célebre disco de Jorge Palma:  Só . Mas as semelhanças ficam-se por aí. A canção de estreia da jovem cantora Victoria Leuca, que alguns recordarão da sua passagem pelo concurso  The Voice Portugal , da RTP, foi escrita por ela em parceria com Inês Monstro, na letra, e com Inês Monstro e Pedro Afonso, na música. 

 Com Pedro Afonso na guitarra eléctrica, Xavier Lousada no baixo e gravada no HAUS com produção de Constantino,  Só  é uma canção que, segundo a cantora (citada no texto de lançamento), aborda os sentimentos resultantes da ruptura de uma relação: “Qualquer tipo de relação, na verdade – passando pela tristeza, a solidão e, no final, a superação. É uma canção, melancólica com uma identidade muito forte e sinto que é um ponto de partida interessante para iniciar a minha carreia enquanto artista. Musicalmente, viaja para muitos sítios e vai ao encontro do que são as minhas raízes musicais e a minha identidade”. O videoclipe de  Só  foi realizado por João Barbosa, João Viana e Vasco Souto. 

 Nascida em Portugal, no seio de uma família oriunda da Moldávia, Victoria Leuca cresceu a ouvir e cantar música tradicional moldava que, segundo a curta biografia que acompanha esta sua estreia, será a sua principal referência. Não só: ainda criança, começou a cantar fado mas também pop, jazz, soul e R&amp;B, géneros que foi absorvendo no seu universo sonoro. Estudou piano, teatro musical, canto lírico, formou-se em Ciências Musicais e, além do The Voice Portugal, cantou também no  Got Talent Roménia  (“onde surpreendeu ao cantar fado”), e actuou em duas edições do Festival Caixa Alfama (2015 e 2019).</video:description>
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      <video:title>Mirror People deixa no ar &lt;i&gt;Million questions&lt;/i&gt;, a anunciar novo álbum para Setembro</video:title>
      <video:description>No ano em que celebra o décimo aniversário de   Voyager  , o álbum de estreia do projecto  Mirror People , o músico, produtor, DJ e teclista dos  X-Wife  Rui Maia anuncia com um novo tema,  Million questions , mais um álbum como Mirror People, a ser publicado no dia 26 de Setembro deste ano. Esse álbum, sucessor de  Voyager  (2015) e de   Heartbeats etc.   (2022), vai chamar-se  Desert Island Broadcast . Quanto a  Million questions , que pretende abrir “um novo capítulo” na discografia de Mirror People, foi composta e produzida por Rui Maia com letra de Rö (nome artístico de Maria do Rosário), que lhe dá voz, com Ana Vieira &amp; Isa Gomes nos coros e a participação especial de João Cabrita no saxofone. 

 Depois do álbum  Heartbeats etc ., Mirror People já lançou cinco EP:   Shut Up   e  Unknow Movement , ambos em 2023;   Dancing Days   e  Mp88 , em 2024; e   Madragoa  , em 2025.</video:description>
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      <video:title>Matilde Jacob estreia &lt;i&gt;Lágrimas ao mar&lt;/i&gt;, nascida “do silêncio deixado por uma ausência”</video:title>
      <video:description>Já lá vão seis anos desde que Matilde Jacob se aventurou a lançar os primeiros temas em público. De início, foram apenas versões, como   I’ll always remember us this way  , de Lady Gaga, lançada em 2019 (que também cantou no concurso da RTP  The Voice Portugal , onde participou), ou   Don’t start now  , de Dua Lipa, publicada em 2021. Depois vieram os primeiros temas em português, contando já com a sua assinatura e escritos em parcerias:   Lua Cheia  , em Janeiro de 2023, e   Ouvi dizer  , em Maio desse mesmo ano. Agora, Matilde Jacob regressa às canções com um novo tema,  Lágrimas ao mar , que, segundo a própria (citada no texto que acompanha o lançamento), “surgiu do silêncio deixado pela ausência”: “É uma homenagem à minha avó paterna que partiu, mas deixou em mim um mar inteiro de lembranças. Nesta canção, habitam metáforas do que não chegou a acontecer, e também de tudo o que ainda vive em mim. Porque há algo de eterno na linha onde o céu e o mar se cruzam e se fundem num só. E eu gosto de acreditar que, de algum modo, a minha avó agora vê o mar a partir do céu. E quando os meus olhos se perdem nessa linha longínqua, sinto que, por um instante, voltamos a estar juntas.” 

 Com letra e música assinadas por Bruno Mota, Diogo Lopes, João Nicolau Quintela, Leonor Andrade e Matilde Jacob,  Lágrimas ao mar  tem um videoclipe dirigido por Eva Mina.</video:description>
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      <video:title>Depois de se estrear com &lt;i&gt;Inconstante&lt;/i&gt;, Matilda traz-nos &lt;i&gt;cem flores&lt;/i&gt;, escrita por Agir</video:title>
      <video:description>Março foi o mês da estreia discográfica de Matilda, nome artístico de Matilde, nascida numa família onde a música está sempre presente – é neta de Carlos do Carmo e filha de Cila do Carmo. O seu primeiro single,   Inconstante  , já tinha letra e música de Agir, em colaboração com Rita Rocha e pós-produção de Jon. Passados dois meses, regressa com  cem flores , também com letra e música de Agir, uma canção que, segundo o texto que acompanha o seu lançamento em single e videoclipe, “mergulha numa reflexão profunda sobre relações que ficam para trás”, com uma música que “combina sonoridades de R&amp;B e pop, criando um ambiente envolvente, que reflecte tanto a fragilidade como a força de quem enfrenta esse tipo de perdas”. Com  cem flores , Matilda dá mais um passo no desvendar daquele que será o seu primeiro álbum. 

 Estreando-se a cantar aos 12 anos, em 2014, ao lado do avô, durante o Cruzeiro do Fado onde Carlos do Carmo celebrava os seus 50 anos de carreira, Matilde (agora Matilda) aprendeu piano e guitarra e aos 14 anos já cantava com a irmã em público. Depois, aos 19 anos, instalou-se em Boston, nos Estados Unidos, para estudar no Berklee College of Music, trabalhou “muitos anos como jornalista”, segundo os seus promotores. O seu primeiro álbum a solo sairá este ano.</video:description>
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      <video:title>Cardeais fechados à chave para eleger novo Papa</video:title>
      <video:description>O primeiro dia de conclave começa com uma missa na Basílica de São Pedro. E só durante a tarde, a partir das quatro e meia, os cardeais se fecham em clausura na capela sistina, que é esvaziada de não-participantes e cujas entradas são seladas. São 133 os cardeais chamados a decidir entre si quem os irá representar e aos 1,4 mil milhões de católicos de todo o mundo num ritual  preciso a que terão de obedecer. 

 Saiba mais sobre os  133 cardeais  que vão eleger o novo Papa.</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Tem de ser&lt;/i&gt;: os Cais Sodré Funk Connection lançam um novo álbum depois do Verão</video:title>
      <video:description>Lembram-se de   Mau perder  , lançado em Março de 2024? Foi com esse tema, lançado em single e videoclipe, que os Cais Sodré Funk Connection consolidaram a colaboração com NBC, um dos pioneiros do hip hop em Portugal. Foi ele que transformou esse tema, escrito originalmente em inglês, de modo a ser cantado em português. Ora isso volta a acontecer agora, quando os Cais Sodré Funk Connection celebram 15 anos de carreira e anunciam um novo álbum para depois do Verão, com o tema Tem de ser, que NBC novamente adaptou. 

 No texto que acompanha o lançamento, diz João Cabrita, saxofonista e um dos fundadores do grupo: “No passado, já temos abordado vários temas de carácter mais social ou político, mas esta foi a primeira vez em que o assunto saltou para primeiro plano. Este manifesto por direitos iguais para todos já existia na versão em inglês, escrita ainda em tempos de confinamento, e o NBC conseguiu adaptá-la brilhantemente para português.” NBC, por seu turno, acrescenta: “Escrevi esta letra com o Cabrita – que também é o produtor do tema – e, mais do que palavras, é quase um desabafo. Fala sobre igualdade, sobre o mundo que eu acredito que devia ser de todos, sem distinções. A chuva é de todos. O sol é de todos. Acreditar nisso devia ser simples, mas não é. E foi por esse motivo que quis pôr isso em música – porque, às vezes, a música chega onde as palavras soltas não chegam.” Em síntese: “ Tem De Ser  é uma canção que fala do que nos une, que defende o amor, a justiça, a dignidade de quem ainda não teve direito a sentir o calor do sol por igual. E se a música servir para despertar nem que seja um pensamento, uma conversa, já valeu a pena.” 

 A formação dos Cais Sodré Funk Connection mantém-se a mesma: Francisco Rebelo (baixo), João Gomes (teclas), David Pessoa (guitarra), Rui Alves (bateria), João Cabrita (saxofone e direcção da secção de sopros), Tamin (Telma Santos) (voz) e NBC como “mestre-de-cerimónias”. O videoclipe de  Tem de ser  foi realizado por Francisco Quera Gomes.</video:description>
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      <video:title>Os Bermim já têm álbum e vão apresentá-lo ao vivo nos Açores nos dias 16 e 17 de Maio</video:title>
      <video:description>Bermim é nome de planta e é também o nome de um projecto nascido entre os Açores e o Porto, pela mão do pianista, produtor e compositor Filipe Fonseca. Acabam de lançar um primeiro álbum e estreiam esta terça-feira uma das suas canções em videoclipe,  Renascer . Trio composto por Filipe Fonseca, Duda (Maria Eduarda) e Marcos Fernandez, os Bermim são um projecto acústico que se diz “inspirado na resiliência, serenidade e paz da planta que lhe dá o nome”. 

 Para o álbum recém-lançado, homónimo, escolheram dez canções que trazem a assinatura de músicos açorianos como  Carlos Alberto Moniz ,  Zeca Medeiros , António Bulcão, Aníbal Raposo,  Luís Alberto Bettencourt  e Filipe Fonseca, contando também com composições a partir de poemas de Natália Correia, Gabriela Silva ou Victor Rui Dores, que a propósito do álbum de estreia dos Bermim escreveu que “o que escutamos é um misto de emoções, sentimentos e estados de alma a par de inquietações que questionam o sentido das coisas e da vida”. Bermim, o disco, vai ser apresentado ao vivo nos dias 16 e 17 de Maio no Teatro Faialense, às 21h30 (na Horta, Faial), no âmbito do 50.º aniversário da RTP Açores.</video:description>
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      <video:title>Prova dos Factos: salário mínimo subiu 62%, o médio 42% e as pensões 41% nos governos PS?</video:title>
      <video:description>É verdade que durante os governos do Partido Socialista, o salário mínimo subiu 62%, o médio 42% e as pensões aumentaram 41%, como disse Pedro Nuno Santos, do PS, no debate com Paulo Raimundo, pela CDU, a 21 de Abril? Fomos verificar. 

 E as contas de Pedro Nuno Santos relativas ao salário mínimo não coincidem com os valores oficiais. 

  Saiba mais:  

 
	  Vistos gold, Mercosul e importações explicadas com Legos. Os factos do 12.º dia de debates​  
	  Pedro Nuno Santos e Paulo Raimundo sabem o que ambos fizeram nos verões passados</video:description>
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      <video:title>Fadista LINA_ vai lançar em Junho um álbum com Jules Maxwell, dos Dead Can Dance</video:title>
      <video:description>As aventuras internacionais da fadista LINA_ continuam a somar parcerias. Depois de   Lina_Raül Refree  , de 2020, gravado com o produtor e músico catalão Raül Refree (que obteve em 2021 o  Prémio Carlos do Carmo , da SPA), de   Fado Camões   (2024), com produção do músico, compositor e produtor britânico Justin Adams, e do EP   O Fado   (2025), parceria com o pianista e compositor espanhol Marco Mezquida, é agora anunciado para Junho um álbum em duo com o irlandês Jules Maxwell, compositor e teclista dos Dead Can Dance (à semelhança do que este gravara em 2021 com a cantora australiana Lisa Gerrard, vocalista dos Dean Can Dance). 

 A antecipar o álbum, que terá por título  Terra Mãe  e que será editado no dia 27 de Junho pela Atlantic Curve (Schubert Music Europe), estreia-se esta sexta-feira um primeiro tema,  Não deixei de ser quem sou , com letra originalmente escrita em inglês por Jules Maxwell (como  The person I always was ) e adaptada para português por LINA_ e pela cantora e compositora Amélia Muge, que já colaborara com LINA_ no álbum  Fado Camões . A produção é do britânico James Kenneth Chapman, conhecido por Maps. 

 “Há uma melancolia gloriosa em grande parte das baladas escritas na Irlanda e em Portugal. Esta canção [ Não deixei de ser quem sou ] explora esse mesmo sentido de melancolia”, afirma Jules Maxwell, citado no texto que anuncia o lançamento. “A Irlanda e Portugal situam-se no extremo Ocidental da Europa, olhando para o Atlântico, para as Américas e mais além. Há uma longa tradição, em ambos os países, de rumar a Oeste em busca de uma vida melhor. Esta canção é sobre esse sentimento de ambição, esse desejo de ser uma pessoa melhor, e a constatação de que, apesar da luta, acabamos muitas vezes por ser a pessoa que sempre fomos.” 

 LINA_, por sua vez, observa: “Esta música é uma afirmação de personalidade e tem uma mensagem muito forte. Na vida, é importante mantermo-nos fiéis a nós mesmos, preservar a nossa essência mesmo que em alguns momentos tenhamos vontade de ser o que não somo</video:description>
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      <video:title>Marco Oliveira canta o &lt;i&gt;Fundo do mar&lt;/i&gt; de Sophia (e outros poetas) com José Peixoto</video:title>
      <video:description>Ruas e Memórias  , o álbum que Marco Oliveira gravou com produção de José Mário Branco e que, lançado em 2021, viria a dar origem a um álbum ao vivo em 2023 (  Uma Noite em Lisboa  ) já tem sucessor, anunciado para Setembro deste ano: chama-se  Caminho é Quanto Fica da Viagem  e é um trabalho feito em parceria com o guitarrista José Peixoto, que nele assume também os arranjos e a produção musical. É desse disco que se estreia esta sexta-feira um primeiro tema,  Fundo do mar , a partir de um poema de Sophia de Mello Breyner Andresen que começa assim: “No fundo do mar há brancos pavores,/ Onde as plantas são animais/ E os animais são flores”. 

 Centrado na poesia marítima e nas vidas de marinheiros,  Caminho é Quanto Fica da Viagem  anuncia-se como “um disco inteiramente dedicado aos grandes poetas portugueses”, incluindo, além de Sophia, também canções baseadas em poemas de Miguel Torga, Eugénio de Andrade e Sebastião da Gama. E surgiu, segundo o texto que o anuncia, da necessidade de Marco Oliveira “de aprofundar novas canções e percorrer com um outro olhar as mesmas ruas pela mão de um amigo comum” – José Peixoto foi convidado de Marco Oliveira num concerto  no São Luiz , em 2021, nascendo daí este “abraço musical”. 

 Com Marco Oliveira (voz, guitarra) e José Peixoto (guitarra clássica, produção, direcção musical e arranjos), o videoclipe de  Fundo do mar , montado e editado por Marco Oliveira,  “ contou com o apoio da Associação Portuguesa do Lixo Marinho, associação que tem como missão a defesa e preservação do ambiente face aos impactos do lixo marinho e ainda a sensibilização da sociedade para valores de consumo sustentável e iniciativas que promovam a literacia do Oceano”.</video:description>
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      <video:title>LIBRA estreia &lt;i&gt;Purity&lt;/i&gt; no dia de lançar o seu primeiro álbum, &lt;i&gt;Everyone’s First Breath&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Anunciado com   Spells  , em Fevereiro, e com   Use your pain wisely  , em Março, chega esta sexta-feira às plataformas digitais o primeiro álbum da rapper, cantora e compositora LIBRA. E chega também a single e videoclipe, no mesmo dia, mais uma das suas faixas,  Purity , apresentada no texto que acompanha o lançamento como “um novo capítulo na narrativa de LIBRA, onde a vulnerabilidade se transforma em poder”, resgatando “a ideia de pureza não como um valor imposto, mas como um processo de reencontro com a própria essência. A canção, envolta em produção minimalista e introspectiva, reforça o tom confessional que marca todo o disco.” 

 Antes de  Everyone’s First Breath , e dos três singles que o antecederam, LIBRA lançara em 2021 um EP,   Sleepwalker  , antecedido apenas por um single que foi a sua estreia,   Neck gold   (2020). Em 2022 publicou o single  Land of the brave  e em 2023  Head or tails ,  Gioconda  e  Flex . 

 O álbum agora em estreia,  Everyone’s First Breath , é apresentado como um disco “com sonoridades que fundem rap consciente, soul e r&amp;b” que “parte da dor para encontrar cura – tanto individual como colectiva”. É, afirmam os promotores, “um trabalho que reflecte sobre a forma como a sociedade se relaciona com o feminino e com as múltiplas violências normalizadas que o atravessam, propondo uma linguagem de denúncia, mas também de reconstrução”. 

 No videoclipe de  Purity , realizado por Cristiana Morais, participam, além de LIBRA, Rhayra Silva, Constança Quinteiro, Angela Alves, Pilar Botelho de Araújo, Yasmin Falcão, Nayr Faquirá, Mingas Loforte e Lira. A letra, que reflecte aquilo que pretende ser o espírito do álbum, termina assim: “Cansei-me de procurar pela pureza/ Cansei-me de suportar a dor/ Cansei-me de fingir que está tudo bem para mim/ A vossa moral não passa de grilhetas”</video:description>
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      <video:title>Ana Mariano dá som e imagem às marcas do tempo com a canção &lt;i&gt;No Calendário&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Desde que publicara o álbum  Nuvem , em Maio de 2024, que a cantora e compositora Ana Mariano não lançava nenhuma canção. Esse hiato interrompe-o agora, com a canção  No Calendário , que, segundo ela, “é uma reflexão sobre o tempo e as marcas que vai deixando.” Citada no texto que acompanha o lançamento do single e videoclipe, Ana Mariano diz que a canção “nasceu da vontade de celebrar a simples sorte de estarmos vivos, da sensação de improvisar a vida, um dia de cada vez, e do quão bom é ter mais um dia no calendário.” Quanto à letra, “fala da perda de inocências, dos desafios e das transformações que vão acontecendo ao longo dos anos mas, também, da beleza que ainda se encontra no meio disso tudo, nas pequenas coisas do quotidiano”. Com ela (voz e guitarras), participaram nas gravações Inês Apenas, ao piano, Tomás Martin, no saxofone, e um coro composto por Janeiro, LEFT., Guilherme Salgueiro, Sara Cruz, MALVA e Daniela Gandra. 

 A realização do videoclipe coube ao fotógrafo e videógrafo Guilherme Cabral, a partir de um conceito trabalhado com Ana Mariano e com o designer gráfico Prod Peter e que Ana explica do seguinte modo: “O objectivo era mostrar a passagem do tempo que a canção evoca – essa ideia de dias que se acumulam, deixam marca e nos transformam. O videoclipe percorre metaforicamente várias fases da minha vida, como um retrato em movimento daquilo que é crescer, mudar e continuar. Foi filmado em mais de 30 localizações diferentes, com amigos a aparecer, condições meteorológicas muito variadas, no fundo com todos os desafios que existem ao longo da vida. Cada cenário, cada momento captado da forma mais pura possível, ajuda a contar essa história como se fosse transportada para a realidade”. 

 Nascida em Aveiro, Ana Mariano estreou-se em 2022 com a canção   Girassóis à Beira-Mar  , à qual se seguiram vários singles ( Poeta ,   Enquanto voas  ,   Recomeço  ,   Esse teu riso   e   Senhor pintor  ), que na quase totalidade viriam a integrar o seu álbum de estreia,  Nuvem , em 2024. Este repertório, </video:description>
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      <video:title>Mariana Mortágua: "Voto útil é uma maldição porque transforma a política num jogo"</video:title>
      <video:description>A coordenadora nacional do Bloco de Esquerda afirma que o voto útil é uma maldição que "transforma a política num jogo de contas imediatas em que, no fim, nada muda". "Há um voto útil e esse voto útil é o voto que baixa o preço das casas", apela. 

 Em entrevista ao PÚBLICO, Mariana Mortágua fala sobre o combate à crise da habitação, de um possível entendimento com o PS e da polémica sobre os despedimentos no BE, "que serviu uma campanha e um propósito".  

  
Saiba mais: 

 
	   Mariana Mortágua: "Os socialistas deram mau nome à esquerda em muitos casos"</video:description>
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