<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<urlset xmlns:video="http://www.google.com/schemas/sitemap-video/1.1" xmlns="http://www.sitemaps.org/schemas/sitemap/0.9">
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/28/video/mulher-produtora-cultural-portugal-20250328-170316</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/videocast96882.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>A batalha diária das produtoras que difundem a arte brasileira em Portugal</video:title>
      <video:description>Não ter medo do fracasso é a primeira regra de quem quer produzir cultura em Portugal. É assim que as produtoras culturais Carol Deguti e Márcia Damasceno definem a receita para dar certo no país. “Num dia você cai, no outro, você resolve o que tinha que resolver e começa tudo de novo. Às vezes, o plano que a gente fez não sai como o esperado”, diz Carol. 

 E quando o público não comparece, quem sofre é o produtor. “O artista, com certeza, não fica muito bem. Mas, como ele, na maioria das vezes, tem o cachê garantido, quem sempre acaba pagando tudo é o produtor. O risco é sempre nosso”, afirma Márcia. 

 
	  Quer receber notícias do PÚBLICO Brasil pelo WhatsApp? Clique aqui.  
 

 Carol também conta como é ser mulher no mundo da produção no mercado das artes. “Falo que estou sempre na luta pelo posicionamento da mulher, que, infelizmente, ainda é muito fechado para nós. Temos essa dificuldade. O homem não tem essa necessidade de se posicionar”, explica. 

 Carol e Márcia produziram a primeira lavagem da Igreja de Santo Antônio, em Lisboa, festa que reproduz, em Portugal, a lavagem do Senhor do Bonfim de Salvador. Foram mais de 5 mil pessoas presentes. Neste ano, diz Márcia, o evento ainda está em produção, sem data definida para ocorrer. Conheça as histórias das produtoras no  videocast  do PÚBLICO Brasil.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1071036230</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/28/video/bunker-live-sessions-mau-olhado-20250328-121915</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/thumbnail_capa%20publico96881.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Bunker Live Sessions: O Mau Olhado</video:title>
      <video:description>O Mau Olhado é uma  one man band  originária do Porto. João Cardoso dá vida ao projecto com a guitarra como elemento central das suas composições. Com uma linguagem marcadamente portuguesa, mas influenciada por sonoridades de várias partes do mundo, a sua música reflecte a diversidade cultural que se vive actualmente no Porto. 

 O projecto destaca-se pela complexidade harmónica e pelas melodias intrincadas, sem nunca perder a energia rítmica e dançável. O Mau Olhado estabelece pontes entre o erudito e o popular, entre a música ocidental e oriental, entre tradição e modernidade. Cada composição propõe ao ouvinte uma viagem musical com ponto de partida no Porto e destino aberto à exploração sonora global. 

 As Bunker Live Sessions são o novo projecto da Bunker Records, coordenado pelo músico Miguel Dinis, que o P3 vai partilhar nos próximos meses. As sessões, gravadas nos estúdios Bunker, no Porto, podem ainda ser ouvidas na Rádio Nova. Aqui ficam três perguntas feitas ao músico. 

  Como foi o dia de gravação para as Bunker Live Sessions?  
“Foi fixe! A malta recebeu-me bem, o estúdio é confortável. Estava tão à vontade que gravei a música no 1.º  take .” 

  ​ Qual o significado da música que trouxeste? Houve alguma memória que te fez  escrevê-la?  
 A Dança d'O Mau Olhado  é uma das primeiras músicas que fiz a pensar em  loops , já deve ter uns oito anos e vai finalmente sair no meu álbum, a lançar este ano. De alguma forma, acho que é uma música que me representa porque tem vindo a mudar comigo. A maneira como eu a tocava há cinco anos é diferente de como a toco agora. 

  Quais são as vossas inspirações? Existe alguma banda com menos reconhecimento que queiram partilhar?  
As minhas principais influências são: Django Reinhardt, Carlos Paredes e Jimi Hendrix. Cada um de maneira diferente. O Django é o que tem maior influência directa na minha maneira de tocar, Paredes pela portugalidade e o Hendrix pela irreverência.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/bFL4R6H-_VA</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/28/video/sismo-77-birmania-20250328-104048</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/198824696880.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Birmânia em estado de emergência após sismo de 7,7</video:title>
      <video:description>A Birmânia tremeu às 12h52 locais (4h52 em Portugal continental). Há vítimas mortais e inúmeros desmoronamentos de edifícios.  Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos, o número de mortos poderá atingir os milhares.  

 Registou-se um segundo sismo com magnitude de 6,4 na escala de Richter. 

 Saiba mais: 

 
	 
	  Forte terramoto na Birmânia sentido na China e na Tailândia</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1070282745</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/28/video/lc3-20250328-000625</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>lc3</video:title>
      <video:description>lc3</video:description>
      <video:content_loc>https://static.publico.pt/s3/videos/2025/3/2025328062511_lc3_1280x720.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/28/video/lc2-20250328-000027</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/video-capture-t000096878.00seg-542796878.png?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>lc2</video:title>
      <video:description>lc2</video:description>
      <video:content_loc>https://static.publico.pt/s3/videos/2025/3/2025328002746_lc2_1280x720.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/27/video/lc-20250327-234021</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://static.publico.pt/files/site/assets/img/p-logo-brand.png</video:thumbnail_loc>
      <video:title>lc</video:title>
      <video:description>lc</video:description>
      <video:content_loc>https://static.publico.pt/s3/videos/2025/3/202532723402125_lc_1280x720.mp4</video:content_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/27/video/milhao-dizer-grand-pulsar-gravam-mim-taina-20250327-152854</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/PulsarFoto96876.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Com um milhão de coisas para (e por) dizer, os Grand Pulsar gravam &lt;i&gt;Para mim&lt;/i&gt; com Tainá</video:title>
      <video:description>Músicos e produtores, os portugueses Alex Mey e Diogo Brandão estrearam-se em disco como dupla, sob o nome de Grand Pulsar, em 1917, com o single   Por agora, só depois  . Em 2018 veio   Meia Lua  , em 2019   Antevi-me herói   e em 2021 um EP que já levava o nome do álbum que agora chega às plataformas digitais,  1000000 de Coisas Para e Por Dizer . Entre esse EP e o álbum, ainda lançaram singles como   Só mais um   (2022),   És sempre a mesma coisa   (2023) e   Se eu pudesse   (2024). A assinalar o lançamento do álbum, a dupla formada entre Coimbra e Lisboa decidiu gravar um videoclipe com um dos temas que compõem o álbum,  Para mim , com a participação da cantora e compositora brasileira Tainá. A mensagem, dizem eles no texto que acompanha o lançamento do single e do videoclipe, é simples: “Para mim és mais do que pensas ser, disso não duvides.” Mas o ambiente sonoro que a envolve é menos simples: “ Para mim  foi gravada numa afinação especial a 432Hz, diferente da frequência standard da música moderna (440Hz). A ressonância Schumann, frequência de vibração do campo magnético da Terra, também vibra a 432Hz, e foi nessa sintonia que a banda quis trabalhar. O resultado? Uma versão mais quente, mais meiga, mais natural, onde tudo finalmente fez sentido.”</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/GM2W7LDyHJ4</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/27/video/tresporcento-voltam-cancoes-dedicados-anunciando-novo-album-2025-20250327-151949</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/3centoFoto96875.PNG?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Trêsporcento voltam às canções com &lt;i&gt;Dedicados&lt;/i&gt;, anunciando um novo álbum para 2025</video:title>
      <video:description>Já vem de longe o trabalho dos Trêsporcento, quinteto lisboeta composto por Tiago Esteves, Lourenço Cordeiro, Salvador Carvalho, Pedro Pedro e António Moura. Estrearam-se em 2011 com o álbum   Hora Extraordinária  , ao qual se seguiram   Quadro   (2012) e, passados cinco anos,   Território Desconhecido   (2017), o terceiro álbum de estúdio. Entre os dois últimos, lançaram ainda um álbum ao vivo, gravado no Teatro Aberto:   Lotação 136   (2014). E depois o silêncio mas não a inactividade, pois todos os componentes do grupo se mantiveram ocupados “entre trabalhos a solo e famílias a crescer”, como agora recordam. Foi preciso chegar a 2025 para ouvirmos uma nova canção da banda,  Dedicados , lançada em single nas plataformas digitais no dia 14 de Março e que agora ganha novo fôlego num videoclipe realizado pelo colectivo ABCC (formado por Alexandre Camarao e Bernardo Simões Correia), que também assina a capa do single. 

  Dedicados , explica-se no texto que acompanha o lançamento, “é o primeiro tema de avanço de um disco que verá a luz do dia ainda em 2025 e que marca o regresso ao formato preferido da banda: gravações em ensemble, numa linha de continuidade entre a sala de ensaios e o estúdio de gravação – que desta vez é o Namouche, em Lisboa.” Mais do que trabalhar para um resultado planeado, os Trêsporcento dizem “dar prioridade ao processo como resultado em si mesmo. É com impaciência que esperam o momento de poder mostrá-lo a toda a gente.”</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/a59lymin5ZI</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/27/video/serie-adolescencia-falar-incels-quem-sao-eles-20250327-142347</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/incels96874.png?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>A série &lt;i&gt;Adolescência&lt;/i&gt; pôs-nos a falar de &lt;i&gt;incels&lt;/i&gt;. Quem são eles?</video:title>
      <video:description>Incels,  abreviatura para celibatários involuntários, são homens que não conseguem ter relações sexuais ou amorosas com mulheres e, por isso, odeiam-nas e fantasiam sobre matá-las. Nos fóruns onde partilham discurso de ódio, fazem apologia da violação e idolatram "heróis  incels " que já perpetraram violência contra mulheres. A premissa base é que o feminismo foi longe demais e, por causa dele, estão a ser privados de um direito que defendem ser-lhes devido à partida — o de fazer sexo.  
  

  Sabe mais:  

 
	  Nos fóruns de  incels , os homens fantasiam sobre matar as mulheres que não conseguem conquistar  
	   A    dolescência:    “Pensamos que os filhos estão seguros no quarto, mas o mundo entra-lhes pelas mãos”  
	  O que aprender com  Adolescência , o fenómeno Netflix do momento</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1069946371</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/26/video/ledher-blue-vao-album-abril-anunciamno-sorrows-of-amended-hearts-20250326-172829</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/LedherFoto96867.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Ledher Blue vão ter um álbum em Abril e anunciam-no com &lt;i&gt;Sorrows of amended hearts&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Em Abril de 2024 deram-nos   Libertine   e em Abril de 2025 vão publicar um álbum, o primeiro da dupla Ledher Blue. Projecto criado em Guimarães por dois amigos, Zé e Pedro Duarte, que se conheceram naquela cidade durante a adolescência, os Ledher Blue anunciam para o início de Abril um álbum chamado  Fait Divers , do qual estreiam agora, em single e em videoclipe, a faixa  Sorrows of amended hearts . Um tema que, segundo anunciam no texto que acompanha o lançamento, “fala sobre o inevitável retorno a casa, às caras conhecidas”, focando-se na relação da personagem “com os amigos da infância com quem já quase não partilha interesses nem ideais; com quem já não vê o mundo nem a vida da mesma forma; com particulares, de um arquétipo social que odeia, que não consegue odiar”. E mais adiante: “Num álbum denso envolto na mistificação do Rei D. Sebastião, parece que a mesma analogia aos amigos de infância se pode fazer à cultura, nação e portugueses do Antigo, que por mais calamidade ou burrice que fizessem não mancham totalmente a nossa bondade… será pela proximidade? Será esta a anátema social do Nascimento?” Depois da sua estreia com   JA R , em Junho de 2022, os Ledher Blue lançaram o EP  Downside Up! , que além de  JAR  incluía   Sand castles  ,   Tears in the rain  ,   Blue lights   e   Sunday morning  . Em 2023 e 2024 lançaram os singles   Fun   e   Libertine  .</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/eNfjRLiQTDg</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/21/video/rodrigo-leao-anuncia-abril-rapaz-montanha-hoje-confessanos-ja-sabia-20250321-121552</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/RLe%C3%A3o%20Foto96851.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Rodrigo Leão anuncia para Abril &lt;i&gt;O Rapaz da Montanha&lt;/i&gt; e hoje confessa-nos: &lt;i&gt;Já sabia&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>É mais um trabalho de fôlego a juntar à já vasta discografia do músico e compositor Rodrigo Leão. Chama-se  O Rapaz da Montanha , vai ser editado no dia 25 de Abril pela Galileo Music e é apresentado pelo próprio como “o disco mais português da sua carreira, destacando-se por uma sonoridade colectiva dos coros e uma marcada presença da percussão”. Não se apresenta como ruptura, “mas como uma evolução natural e coerente com o percurso do compositor, mantendo sempre viva a identidade musical que define a sua carreira”. Assim é descrito o novo álbum de Rodrigo Leão no texto que anuncia mais um single, o terceiro, depois de   O Rapaz da Montanha   (publicado em Dezembro e   Andava eu   (em Fevereiro deste ano). 

 Agora é a vez de  Já sabia , com música de Rodrigo Leão (voz, sintetizador e baixo) e letra de Ana Carolina Costa (voz) e na gravação do qual participaram ainda Ana Vieira (voz), Sofia Leão (voz), Pedro Oliveira (voz), José Peixoto (guitarra clássica), Celina da Piedade (acordeão), Viviena Tupikova (violino), Bruno Silva (viola), Carlos Tony Gomes (violoncelo) e Frederico Gracias (bateria e percussão). No videoclipe, realizado por João Eleutério, participam Amélia Eleutério, Ana Carolina Costa, Ana Vieira, António Eleutério, António Quadros e Costa, Bruno Silva, Carlos Tony Gomes, Cátia Cunha, Celina da Piedade, Francisco Palma, João Eleutério, José Peixoto, Luís Carvalho, Manuel Venade, Pedro Gama, Rita Calado, Rita Martins, Rodrigo Leão, Sofia Leão, Susana Jesus e Teresa Eleutério. 

 O álbum  O Rapaz da Montanha , com produção conjunta de Rodrigo Leão, João Eleutério e Pedro Oliveira (sucessor de   Piano Para Piano  , que ele gravou com os seus filhos e foi lançado em 2023) já tem vindo a ser parcialmente apresentado ao vivo. Nos dias 28 e 29 de Janeiro, Rodrigo Leão esgotou o Centro Cultural de Belém, em Lisboa, e no dia 29 de Março estará na Casa da Música, no Porto. Na sua agenda, há também dois concertos marcados para Maio, o primeiro em Madrid, no dia 6, e o segundo em Paredes, no Centro Cultura</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/-KrYv9VxMYY</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/20/video/viver-marco-chuvoso-longe-20250320-171053</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/mariana96850.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Estamos a viver o Março mais chuvoso de sempre? Ainda estamos longe disso</video:title>
      <video:description>O ano de 2001 teve o mês de Março mais chuvoso desde 1931, seguido de Março de 2018. Este mês, apesar de ainda não ter acabado, já entra no ranking dos 40 marços mais chuvosos e está, por enquanto, na posição 34.ª. 

 A temperatura das águas superficiais oceânicas tem estado persistentemente acima da média (em alguns locais 3 a 4ºC acima) e este aquecimento contribui para o desenvolvimento de massas de ar mais quentes, húmidas e instáveis, que atingem o nosso país sob a forma de tempestades ou depressões como  Jana ,  Konrad ,  Laurence  e  Martinho . 

 Saiba mais: 

 
	  Março já conta com quatro depressões, um recorde para este mês  
	  Mau tempo causa mais de seis mil ocorrências. Chuva e vento forte vão manter-se nos próximos dias</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1067856478</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/20/video/chuva-vento-carros-destruidos-rasto-depressao-martinho-20250320-162444</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/Sequence%202396849.00_00_03_1696849.Still00296849.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Chuva, vento, carros destruídos: o rasto da depressão &lt;i&gt;Martinho&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>A depressão  Martinho  causou mais de seis mil ocorrências até à manhã desta quinta-feira, 20 de Março, sobretudo por causa de queda de árvores, objectos e estruturas. 

 As zonas mais afectadas foram a Grande Lisboa, a península de Setúbal e o Oeste, mas também Coimbra e o Porto. Em Lisboa, foram registados seis feridos, entre polícias, bombeiros e civis. Em Sintra, uma mulher foi atingida por uma árvore,  encontrando-se  internada com "prognóstico muito reservado". Em Miragaia, no concelho da Lourinhã, 13 pessoas ficaram desalojadas devido a danos causados nas habitações causados por ventos fortes. 

 Este cenário de chuva e vento forte vai manter-se nos próximos dias,  pelo menos até sábado . A Protecção Civil pede que se evitem “riscos desnecessários” e alerta para a possibilidade de ocorrência de inundações. 

  Saiba mais:   

 
	  Mau tempo causa mais de seis mil ocorrências. Chuva e vento forte vão manter-se nos próximos dias  
	  ​  O que pode (e deve) fazer já para enfrentar a depressão Martinho? Dez simples medidas</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1067810681</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/20/video/rumia-estreia-quarto-tema-novo-album-sair-abril-old-enough-to-save-myself-20250320-133810</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/RumiaFotoOk96848.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Rumia estreia quarto tema do novo álbum a sair em Abril, &lt;i&gt;Old Enough to Save Myself&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Rumia, nome artístico de Blanca Pereira, revela esta sexta-feira mais um tema, o quarto, de um novo álbum com publicação prevista para 4 de Abril,  Old Enough to Save Myself . Depois de uma versão de   Desfado  , de Ana Moura, lançada em Junho de 2024, de   Emergency   (Setembro) e de   Shift in the Air   (publicado em Fevereiro de 2025), é agora revelado Role Model, apresentada como uma canção “sobre crescer e libertar-se das expectativas externas”, mas também “um lamento silencioso que se transforma em libertação”. O novo álbum de Rumia será apresentado ao vivo na véspera do lançamento, num  showcase  na loja de discos madrilena Marilians. 

 Esse método será também usado pera divulgar o disco em Portugal, com uma série de sessões programadas para as lojas Fnac,ao longo do mês de Abril: dia 11 no Chiado, 18h30, e, sempre às 17h, dia 12 em Cascais, dia 13 em Almada, dia 18 no Marshopping, Matosinhos, dia 19 no Gaiashopping, dia 20 em Coimbra, dia 26 em Aveiro e dia 27 em Viseu. Também em Anril, iniciará uma série de concertos em Espanha, na Alemanha e em Portugal, onde actuará, em finais de Maio, no CAAA, em Guimarães (dia 24), no espaço BOTA, em Lisboa (dia 29), no Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco (dia 30) e na S.H.E., em Évora (dia 31). 

 Meio espanhola, meio portuguesa, radicada em Berlim, Rumia gravou até à data vários singles, três EP ( Reborn , 2020;   Next Round  , 2020;  Acoustic Collection , 2023) e um álbum,  Forget Me Not  (2022), com temas como   Like a pearl  ,   The best lines  ,  What a show  ou  Our sofá .</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/8w6gxrVEDXI</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/20/video/jazzy-moon-regressa-album-dar-vida-cor-caught-in-the-middle-20250320-110024</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/JazzyFoto96847.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Jazzy Moon regressa ao seu primeiro álbum para dar vida e cor a &lt;i&gt;Caught in the middle&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Nascida em Cascais, a cantora que se deu a conhecer em 2021 como Jazzy Moon começou cedo na música, ou não fosse filha de um músico (Valdjiu, dos  Blasted Mechanism ). Estreou-se com o single   Bulletproof  , que viria a integrar o seu primeiro EP,  If You Were Listening , ainda em 2021, que incluiu canções como   The boy who cast a spell  . Outros singles se seguiram, até apresentar o primeiro álbum,  Words Left Unspoken , editado em 2024, que incluiu temas como   Bad girl  ,   Your eyes   ou  Caught in the middle . E foi este último que deu origem ao videoclipe agora em estreia. O tema foi composto por ela em conjunto com Riic Wolf, numa sessão nos estúdios Mogno, em 2022, e o videoclipe tem a assinatura de Valdjiu. Nas gravações, participaram ainda David Gonçalves, na bateria (outro filho de um dos músicos dos Blasted Mechanism, Fred Stone). 

 Em  Caught in the middle  Jazzy Moon diz que “queria captar a batalha interna entre a lógica e a emoção – a luta de amar alguém que também nos traz dor. O sentimento de estar dividido entre fazer o que a razão nos avisa e o que o coração sente – e que nos faz rotular o garantido desfecho doloroso que se antecipa como ‘uma possibilidade’.” A canção, acrescenta, reflecte “essa incerteza, onde cada momento que partilhamos com essa pessoa nos traz tanto conforto como conflito. É perdermo-nos na ligação, questionarmos as nossas escolhas e deixarmos por dizer o que realmente sentimos por recearmos a forma como será recebido. No fundo, a realização de que conseguimos ser o nosso pior inimigo torna claro que só com amor próprio é que conseguimos verdadeiramente ser livres – rejeitando a ‘pequenez’ de moldes alheios que nos tentam impor – que, na realidade, nunca foram feitos para servir quem verdadeiramente somos.”</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/jpc2-I82W14</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/20/video/manuel-antunes-estreiase-mantu-tema-autoria-deixa-crianca-20250320-105540</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/MantuFoto96846.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Manuel Antunes estreia-se como mantu num tema de sua autoria, &lt;i&gt;Deixa de ser criança&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O concurso The Voice Portugal continua a dar frutos em termos de estreais discográficas. Desta vez, trata-se do  finalista de 2023 , Manuel Antunes, que se estreia esta sexta-feira, sob o nome artístico de mantū com um tema a solo intitulado  Deixa de ser criança . É, segundo o próprio, citado no texto que anuncia o lançamento, um tema que “retrata o sentimento de enevoamento das memórias de uma criança que se perdeu por entre as dores de se tornar adulto”. O tema, acrescenta, “intensifica a presença de um ‘eu’ adulto angustiado e consumido pela vontade de reavivar a felicidade do seu ‘eu’ criança, tendo plena consciência da impossibilidade desse desejo.” Gravado com a voz, piano (Luis Sanches) e violoncelo (Beatriz Almeida), o piano e a voz foram registados em simultâneo, “num único  take , quase como se de um concerto acústico se tratasse”. O videoclipe é de Tiago Carvalho, com cinematografia de André Pêga, e conta com os bailarinos Duarte Valadares (autor da coreografia) &amp; Afonso Gonçalves.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/K18QlJTzQLw</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/20/video/tigres-malafaia-prestam-homenagem-mulheres-minho-mariana-sobe-serra-20250320-105214</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/MalafiaFoto96845.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Tigres da Malafaia prestam homenagem às mulheres do Minho com &lt;i&gt;Mariana sobe a serra&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>É mais um projecto musical nascido em Guimarães, a juntar a tantos outros. Desta vez, trata-se de uma dupla, constituída por Giliano Boucinha e Pedro Ribeiro sob a designação de Tigres da Malafaia. Unidos por uma afinidade musical e uma amizade pessoal que remonta a 2015, nos seus percursos cruzam-se projectos como os Paraguaii, Captain Boy e Tyroliro. Agora, dizem querer trazer “uma nova visão que funde stoner, trip hop e canto coral, com uma forte veia de intervenção social e cultural”. Estrearam-se em Novembro de 2024 com   Mel dos rochedos   e esta sexta-feira lançam um segundo single, desta vez com videoclipe, intitulado  Mariana sobe a serra  e que, segundo eles, “narra o nascimento e a tentativa da chegada à luz”: “Cada passo de Mariana é um movimento de superação, uma dança entre o possível e o imaginário. Uma homenagem à resiliência das mulheres do Minho, que mesmo na escuridão, com passos largos sempre fizeram tremer o chão.” O videoclipe, idealizado pela dupla e filmado por Pedro Alves, “é inspirado nos movimentos em serpentina, uma expressão artística corporal que surgiu no final do século XIX”. É mais um passo para um disco que deverá sair no final deste ano. Antes disso, o primeiro concerto dos Tigres da Malafaia está anunciado para o próximo diz 28 de Março no CAAA de Guimarães, incluído na sétima edição da mostra de artes performativas  Mapa , que tem vindo a ser organizada anualmente pela Associação Astronauta.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/3-HYyjYcZ9s</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/19/video/carros-tesla-incendiados-ataque-concessionaria-las-vegas-eua-20250319-155502</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/tesla96843.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Carros da Tesla incendiados em ataque a concessionária em Las Vegas, nos EUA</video:title>
      <video:description>Incêndios provocados em concessionária da Tesla em Las Vegas, no estado norte-americano de Nevada, terão danificado pelo menos cinco veículos da marca de Elon Musk na madrugada desta terça-feira, 18 de Março. A Procuradora-Geral norte-americana Pam Bondi classificou o ataque como "terrorismo doméstico".  

 As autoridades acreditam que o suspeito, que aparece vestido de preto em imagens divulgadas pelo Departamento de Polícia de Las Vegas, terá usado um  cocktail  Molotov e uma arma para realizar o ataque. Activistas têm realizado protestos contra a Tesla para manifestar o seu desagrado com o seu CEO, Elon Musk, e o papel que este tem cumprido na administração Trump.  

  Saiba mais:   

 
	  Da “era dourada” ao risco de recessão. Trump muda discurso económico e vende Teslas na Casa Branca  
	  João Manzarra livra-se de Tesla, marca alvo de boicotes e protestos contra Elon Musk</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1067395141</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/19/video/finalmente-terra-regresso-astronautas-presos-espaco-nove-meses-20250319-112302</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/frame96842.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Finalmente em Terra: o regresso dos astronautas presos no espaço há nove meses</video:title>
      <video:description>Os astronautas da Crew 9 regressaram à Terra esta terça-feira, 18 de Março, a bordo de uma cápsula da SpaceX, designada  Dragon Freedom , que amarou cerca das 22h de Portugal continental no golfo do México, junto à costa do estado norte-americano da Florida. 

  Butch  Wilmore  e Sunita Williams contavam ficar apenas uma semana na Estação Espacial Internacional, mas a missão acabou por estender-se por nove meses devido a problemas técnicos na cápsula   Starliner  , da Boeing.   

  Saiba mais:   

 
	  Após nove meses, astronautas retidos na Estação Espacial Internacional estão de volta à Terra  
	  Como é que as viagens espaciais afectam a saúde dos astronautas?</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1067295412</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/18/video/viola-fado-poesia-recitada-miguel-silva-dar-voz-ama-joao-monge-20250318-132413</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/MSilvaFoto96841.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Viola de fado e poesia recitada? É Miguel da Silva a dar voz a &lt;i&gt;Quem ama&lt;/i&gt;, de João Monge</video:title>
      <video:description>Músico, compositor e produtor nascido em Palmela, Miguel da Silva já leva década e meia a pôr a sua viola e a sua arte ao serviço de trabalhos musicais e teatrais com nomes como Dulce Pontes, Ana Moura, António Chainho, Filipe La Féria, Ricardo Neves-Neves, Maria João Luís, Beatriz Rosário, Bia Caboz, Pedro Jóia, Amélia Muge, José Manuel Neto, Ricardo Parreira, Liana, Paulo Flores, entre outros, nos mais diferentes palcos, em Portugal e no estrangeiro. 

 De tais experiências, e da forma como tem explorado as capacidades do instrumento, nasceu a ideia de gravar um álbum onde, segundo os seus promotores, “se propõe explorar e desenvolver a ligação única entre a música instrumental para viola de fado e a poesia recitada, sob uma abordagem inovadora e cheia das múltiplas influências que caracterizam o seu percurso”. 

 Desse álbum, com data de publicação anunciada para Outubro deste ano, é publicado esta sexta-feira, 21 de Março, Dia Mundial da Poesia, um primeiro tema,  Quem ama , onde um poema de João Monge é dito pelo actor Pedro Lamares enquanto Miguel da Silva na viola de fado e Iúri Oliveira nas percussões criam o ambiente sonoro que o envolve. Com produção do próprio Miguel da Silva, o videoclipe tem a assinatura de Márcia Filipa Moura.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/f0bO-NnOc9w</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/18/video/acontece-durante-ramadao-ataque-israel-gaza-faz-dezenas-mortos-20250318-130643</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/PALESTINIANS-GAZA96840.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>"Isto acontece durante o Ramadão?". Ataque de Israel a Gaza faz centenas de mortos</video:title>
      <video:description>Mais de 400 pessoas morreram esta madrugada na sequência de uma vaga de ataques israelitas sobre a Faixa de Gaza. A ofensiva atingiu o enclave de norte a sul, incluindo a Cidade de Gaza, Khan Younis e Rafah, e há civis e crianças entre as vítimas. Após os pesados ataques, os mais mortais desde que as duas partes chegaram a um acordo para o cessar-fogo, o exército israelita emitiu ordens de evacuação para várias zonas de Gaza. 

 Saiba mais: 

 
	  Cessar-fogo estilhaçado e mais de 400 mortos. “Esta noite regressámos ao combate em Gaza”, anuncia Israel  
	  Famílias acusam governo israelita de abandonar os reféns que ainda estão em Gaza​</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1066936811</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/14/video/bunker-live-sessions-anabela-20250314-192847</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/capa%20publico96831.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Bunker Live Sessions: Anabela</video:title>
      <video:description>Anabela é uma cantora e compositora portuguesa cuja música reflecte a riqueza da  folk  dos anos 60 e 70, com influências de artistas como Joni Mitchell, Bob Dylan e Simon &amp; Garfunkel. A sua voz doce e emotiva, aliada a uma escrita honesta e envolvente, transporta o ouvinte para um universo de histórias sinceras e melodias intemporais, conectadas pela natureza. 

 Ao longo do seu percurso, Anabela lançou o álbum  Clouds  em 2022 e o single  Don't Be Blue  em 2024, que integrará o seu novo EP, a ser lançado ainda este ano. Com uma abordagem intimista e uma forte ligação ao público, a artista continua a conquistar ouvintes com as suas interpretações genuínas e a sua dedicação à arte de contar histórias através da música. 

 As  Bunker Live Sessions  são o novo projecto da Bunker Records, coordenado pelo músico Miguel Dinis, que o P3 vai partilhar nos próximos meses. As sessões, gravadas nos estúdios Bunker, no Porto, podem ainda ser ouvidas na Rádio Nova. Aqui ficam três perguntas feitas à artista. 

  Como foi o dia de gravação para as Bunker Live Sessions​?  

 O dia da gravação foi muito tranquilo. Eu não conhecia ninguém da equipa nem tinha trabalhado com eles antes, mas fizeram-me sentir como se já os conhecesse há imenso tempo e tivéssemos trabalhado juntos várias vezes. Criaram um ambiente tão acolhedor que parecia que estávamos a gravar em casa. 

 Tiveram atenção a todos os detalhes e fizeram-nos sentir super confortáveis. A certo ponto, até nos esquecemos de que estávamos ali para gravar. Ao mesmo tempo, tudo aconteceu muito depressa – acho que conseguimos captar a essência do momento rapidamente, sem necessidade de muitas repetições. Isso deve-se ao facto de termos trabalhado com uma equipa tão profissional.  

  Qual é o significado da música que trouxeste? Houve alguma memória que te fez escrevê-la?  

 A música que gravei chama-se  How Slow is Slow . Foi composta por mim, mas a letra foi escrita por um amigo meu, Jorge Vieira. A letra fala sobre a dificuldade que muitas vezes temos em co</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/2laYXkg_ZZI</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/13/video/tomas-rocha-estreiase-carne-osso-dueto-carolina-deus-20250313-212141</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/Tom%C3%A1s%20e%20Carolina96830.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Tomás Rocha estreia-se com &lt;i&gt;Feitos de carne e osso&lt;/i&gt;, num dueto com Carolina de Deus</video:title>
      <video:description>Há sempre uma maneira de começar, e Tomás Rocha resolveu estrear-se no mundo das canções com  Feitos de carne e osso , gravando-a em dueto com a também jovem cantora e compositora Carolina de Deus, que já lhe leva três anos de avanço: estreou-se com um primeiro single em 2022,  Talvez ; lançou em 2023 o primeiro álbum,   Dores de Crescimento  ; e em Dezembro de 2024 tinha registado um dueto com João Só em   Põe-te na minha pele  . Quanto a Tomás Rocha, dizem os seus promotores que nasceu em Lisboa, onde teve aulas de guitarra dos 6 aos 16 anos na New Music School, ali estudando também canto. Da infância, guarda nas suas memórias musicais, como referências, o que então mais ouvia enquanto estudava guitarra: Beatles, Pink Floyd, Eagles, Led Zeppelin, John Mayer. Posteriormente, ainda segundo o texto que acompanha esta estreia, “conectou-se mais com a música portuguesa e identifica-se especialmente com a forma de escrever de Miguel Araújo, que influenciou a abordagem de Tomás Rocha à composição.” Isso levou-o a compor, letra e música,  Feitos de carne e osso , uma forma de mostrar ao público o tipo de música que pretende continuar a fazer. Além de Tomás Rocha e Carolina de Deus (vozes), participaram na gravação Marco Reis (guitarras eléctricas e acústicas) e Vasco Teodoro (beat, percussões, baixo, piano, teclados), que também assinam os arranjos. O videoclipe e fotografias são de Sebas Ferreira e a coreografia de Renato Garcia (iolanda, Jüra, Inês Apenas).</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/rmhTJjCnMfE</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/13/video/discurso-terceira-dissolucao-marcelo-20250313-161829</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/198476496829.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>O discurso da terceira dissolução de Marcelo</video:title>
      <video:description>Após a moção de confiança apresentada pelo Governo ter sido chumbada,  o Presidente da República ouviu todos os partidos e reuniu-se esta tarde com o Conselho de Estado. Às 20h falou ao país, confirmou a dissolução do Parlamento, que acontecerá a 19 de Março, e convocou eleições legislativas para o dia 18 de Maio. 

 No discurso, o Presidente da República sublinhou que "só a democracia" tem a "capacidade de enfrentar e superar crises" e apelou a um debate eleitoral "que dê força à democracia" e que "dê força a Portugal". 

 Esta é a terceira dissolução do Parlamento durante a presidência de Marcelo Rebelo de Sousa. A segunda aconteceu em 2024, na sequência da demissão de António Costa. 

  Nota: O PÚBLICO é alheio à falha técnica na imagem.  

 Saiba mais: 

 
	  Presidente marca eleições legislativas para 18 de Maio e pede debate “digno e esclarecedor”  
	 
	  Um PSD desesperado ainda pode ganhar as eleições?</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1065662499</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/12/video/novos-romanticos-mesa-posta-darem-provar-album-final-ano-20250312-181715</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/Novos%20Rom%C3%A2nticos%20OK96828.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Os Novos Românticos têm a &lt;i&gt;Mesa posta&lt;/i&gt; para nos darem a provar um álbum no final do ano</video:title>
      <video:description>Foi em 2023 que a banda pós-punk do Porto Novos Românticos lançou o primeiro disco, um  EP   homónimo , repetindo a façanha no ano seguinte com um novo EP,   Saudade Internacional   (2024). Como não há duas sem três, a banda composta por David Félix (vocalista e produtor), Emanuel Ribeiro (baixo) e Marcos Cândido (teclados) prepara para finais de 2025 outro disco, que será o seu primeiro álbum, e do qual revelam esta quinta-feira o primeiro tema,  Mesa posta . 

 O videoclipe que acompanha o single recorre a imagens de arquivo para acompanhar uma reflexão, proposta no tema, “sobre a dualidade política e histórica portuguesa, numa convocação simbólica de figuras como Ramalho Eanes, Salgueiro Maia, Mário Soares e Sá Carneiro para um olhar crítico sobre os caminhos da democracia.” Nas palavras de David Félix, citado no texto que acompanha este lançamento, “a mesa foi posta quando, em  Abril de 1974 , os militares portugueses nos libertaram do regime, consolidando em Novembro de 1975 o fim do Processo Revolucionário Em Curso. E a mesa está a ficar cada vez mais deposta, quando nos esquecemos, e a cada dia que passa somos cada vez mais coniventes com quem quer destruir aquilo que outrora foi construído”. 

 O videoclipe de Mesa posta, com letra e música de David Félix, foi realizado e editado por Vítor Pinto, também autor do design da capa. Este e outros temas ainda inéditos vão ser apresentados ao vivo no próximo dia 28 de Março no Auditório do RCA – Radioclube Agramonte, no Porto, num concerto onde os Novos Românticos revisitarão também temas dos dois discos anteriores.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/P9OtLfSw9dQ</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/12/video/bunker-live-sessions-friends-will-20250312-163158</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/capa%20publico%20friends%20will96827.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Bunker Live Sessions: Friends Will</video:title>
      <video:description>Friends Will é o mais recente projecto do músico manwill, que explora o lado orgânico e humano de tocar em banda. O álbum, com o mesmo nome da banda, lançado em Janeiro, transforma composições que poderiam ter-se tornado batidas programadas em interpretações vivas e espontâneas. 

 Com vários concertos já realizados e um  feedback  positivo do público, o grupo continua a sua jornada, procurando fazer a fusão entre a sua música e novos palcos, desenvolvendo novos temas pelo caminho. 

 Friends Will é composto por Guilherme Minnemann no teclado, António Tocas na guitarra, Diogo Caldas na bateria e João Rato no baixo. 

 As Bunker Live Sessions são o novo projecto da Bunker Records, coordenado pelo músico Miguel Dinis, que o P3 vai partilhar nos próximos meses. As sessões, gravadas nos estúdios Bunker, no Porto, podem ainda ser ouvidas na Rádio Nova. Aqui ficam três perguntas feitas aos músicos. 

  Como foi o dia de gravação para as Bunker Live Sessions?  
Foi óptimo. Já conhecíamos a malta e o espaço, portanto estávamos todos bastante à vontade. A malta da Bunker trabalhou bem, foi fixe, recebeu bem o projecto e achamos que é grande iniciativa para artistas emergentes ou que não tenha tanta estrutura por trás. 

  Qual o significado da música que trouxeram? Houve alguma memória que te fez escrevê-la?  
Para escrever, eu não penso muito no que quero transmitir. Não é algo como “estou triste, então vou fazer uma música triste”. Tem mais a ver com a direcção das coisas e com como elas me fazem sentir. Às vezes, uma melodia soa bem activa, e no caso da  MBD , foi isso que aconteceu. 

 Quando escrevi, fui construindo aos poucos, camada por camada. Começo com um primeiro acorde e penso: "Para onde vou a seguir? Tenho esta nota, como posso harmonizar?" Vou montando tudo de forma que as peças se encaixem e criem um sentimento. Não começo com algo definido desde o início. 

 Na verdade, ela não tem um significado específico. E esse é justamente o significado: não ter um.  MBD  pode ser o que quiseres. Acho</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/h88nR_FtGSs</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/11/video/governo-cai-fim-344-dias-sao-proximos-passos-20250311-211628</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/helena3396826.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Governo cai ao fim de 344 dias. Quais são os próximos passos?</video:title>
      <video:description>Como se antecipava, a moção de confiança foi chumbada esta terça-feira na Assembleia da República, o que ditou a queda do Governo de Luís Montenegro ao fim de 344 dias. O que se segue? Quais os próximos passos a tomar pelo Presidente da República? Helena Pereira, editora executiva do PÚBLICO, responde. 

  Saiba mais:  

 
	  Moção de confiança rejeitada. País vai para   eleições  
	  Vinte e quatro dias que abalaram o país e vão levar à queda do Governo​</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1064857282</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/11/video/governo-cai-portugal-vai-eleicoes-debate-mocao-confianca-5-minutos-20250311-194948</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/montenegro96825.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Portugal vai a eleições. O filme do braço de ferro entre Governo e PS</video:title>
      <video:description>Quase cinco horas depois do início do debate da moção de confiança apresentada, esta terça-feira, pelo executivo da Aliança Democrática, confirma-se a anunciada queda do Governo.  

 À excepção do PSD, CDS e IL, todos os restantes partidos com assento parlamentar votaram contra o texto apresentado pelo ​Governo de Montenegro​. Portugal deverá ir a eleições em Maio. 

 Saiba mais: 

 
	  No precipício das eleições, Governo e PS deram passo em frente</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1064865498</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/11/video/guitarrista-manel-ferreira-volta-sessao-bota-cantar-ouvir-dizer-20250311-162724</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/MFerreiraFoto96824.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>O guitarrista Manel Ferreira volta à sessão do BOTA, desta vez para cantar &lt;i&gt;Ouvi dizer&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Um mês após o lançamento do tema   De Sintra a Jerez  , gravado ao vivo no espaço BOTA (aos Anjos), o guitarrista, compositor e cantautor Manel Ferreira lança em single e videoclipe mais um tema resultante dessa mesma sessão, onde actuou em trio, tendo com ele (na guitarra de sete cordas), os músicos Carlos Garrote (contrabaixo) e Luati González (percussão). O tema em causa é  Ouvi dizer  e é o único tema cantado dos que serão publicados a partir dessa sessão. 

 “É um tema da minha autoria, com letra do Marco Pombinho, um músico e compositor/letrista fenomenal, que já tem escrito para artistas como a Gisela João e a Carolina Deslandes”, explica o guitarrista no texto que acompanha o lançamento. “Quando fiz o tema lembrei-me imediatamente de pedir ao Marco que escrevesse para ele, e pedi-lhe que fosse alguma história de amor/desamor. Escreveu este poema, que fala sobre alguém que perdeu a vontade e a capacidade de amar, e que se mudou para uma casa à beira-mar, feliz por já não ter que amar. Com o tempo acaba por encontrar outra pessoa na mesma situação e os seus caminhos vão-se entrelaçando.” 

 Marco Pombinho, por sua vez (citado no mesmo texto), acrescenta: “Queria dizer na letra que o Amor, a capacidade de amar, de uma pessoa, cansou-se e foi-se embora. Diz quem viu que mora agora numa casinha à beira-mar, a cantar e a dançar, a amar não ter que amar. Acontece que àquele bocadinho de terra à beira-mar chegou passado um tempo outro Amor, também já exausto de amar e aí, conversa vai conversa vem, as cicatrizes de um e de outro encaixam bem e enrolam-se com aquelas ganas que só a mistura de sol com água salgada concede. E aí o amor volta e fim.”</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/jOACghrksmY</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/10/video/vamos-eleicoes-antecipadas-mocao-censura-mocao-confianca-20250310-131441</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/mocao96823.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Vamos para eleições antecipadas? O que é uma moção de censura e uma moção de confiança?</video:title>
      <video:description>Esta terça-feira é votada no Parlamento a moção de confiança que deverá ditar a queda do Governo. O que é que isto significa? Vamos para eleições antecipadas novamente? E como chegamos aqui? A jornalista Liliana Borges explica. 

  Saiba mais:  

 
	  Governo e PS preparam o último embate já a olhar para as eleições  
	  Há no Governo quem não queira eleições?</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1064291255</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/08/video/neta-carlos-carmo-estreiase-cancoes-matilda-cantar-inconstante-20250308-130649</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/Matilda%20ok96816.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Neta de Carlos do Carmo estreia-se nas canções como Matilda e a cantar &lt;i&gt;Inconstante&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Foi em 2014 que se estreou a cantar, e logo ao lado do avô, durante o Cruzeiro do Fado onde  Carlos do Carmo  celebrava os seus 50 anos de carreira. Matilde de seu nome, filha de Cila do Carmo, foi-se apegando à música enquanto abraçava outras actividades. Depois dessa inusitada estreia sobre as águas, tinha ela apenas 12 anos, quis estudar música e aos 19 anos instalou-se em Boston, nos Estados Unidos, para estudar no Berklee College of Music. Trabalhou “muitos anos como jornalista”, dizem os seus promotores, “mas a música nunca a abandonou e foi experimentando estilos em atuações ocasionais, em estúdio e em palco”. A paixão pelo hip-hop e pelo rhythm and blues, vulgo R&amp;B, conduziu-a às gravações daquele que será o seu primeiro álbum, a lançar este ano, e do qual revela agora a primeira canção,  Inconstante , em single e videoclipe. Com letra e música de Agir, em colaboração com Rita Rocha, e pós-produção de Jon,  Inconstante  aborda, segundo o texto que acompanha o lançamento, “a intensidade de um amor tão forte que, apesar da inconstância, nos faz sentir que não conseguimos resistir.” Assim se estreia Matilde como Matilda, num tema com videoclipe assinado por Manuel Casanova.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/vr0i-fBu2jo</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/07/video/biloba-ja-estao-sala-espera-convidamnos-ouvir-amor-tempos-guerra-20250307-104215</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/BilobaFoto96812.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Os Biloba já estão na &lt;i&gt;Sala de Espera&lt;/i&gt; e convidam-nos a ouvir &lt;i&gt;Amor em tempos de guerra&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Como prometido, os Biloba têm finalmente o seu primeiro álbum. Lançado esta sexta-feira nas plataformas digitais,  Sala de Espera  já tinha vindo a ser anunciado em singles e videoclipes, primeiro com uma   Flor de Verão   lançada no Outono (Outubro de 2024) e depois com   Se Deus demora   (só áudio, Novembro),   Rei dos animais   (Janeiro de 2025) e   Quando for para ir   (Fevereiro). Agora, no mesmo dia em que o álbum é publicado, estreiam um novo single e videoclipe,  Amor em tempos de guerra . A ideia expressa no título do álbum, segundo o criador do grupo, Francisco Nogueira (citado no texto que acompanha o lançamento), assenta nas dúvidas de uma geração: “O elo de ligação do disco é esta incerteza guardada no peito de tantos que, como eu, estão numa sala de espera, sem ideia do que lhes reserva o futuro”. 

 Daí que as canções do álbum reflictam temas actuais como as crises da habitação ( Quando for para ir ) ou do ambiente ( Hoje não é ontem ), o consumo desenfreado ( Rei dos animais ) ou as guerras que nos atormentam ( Amor em tempos de guerra ). “Se há uma mensagem principal neste disco, é que a autoconsciência e a reflexão nos fazem reconhecer onde estamos, que prisões ou salas de espera nos encerram, e que é com essa mesma introspecção que iluminamos a porta de saída”, acrescenta Francisco Nogueira no texto atrás citado. O novo single,  Amor em tempos de guerra , foi inspirado por um filme de Lars von Trier,  Melancolia  (2011): “Apesar do derrotismo que pode parecer aparente, quis passar uma outra mensagem, tanto na letra como no balanço alegre da canção. Qualquer amor, mesmo que breve e efémero, merece ser celebrado em cada segundo que exista – e essa própria festa pode ser a melhor arma contra o fatalismo”.  

 Projecto criado em 2029, em Lisboa, por Francisco Nogueira (baixo, voz e autor das letras), os Biloba são um quinteto de que fazem também parte Nazaré da Silva (voz e teclas), Simão Bárcia e Diogo Lourenço (guitarras) e Miguel Fernández (bateria). Publicaram em Dezembro de 2021 um primeir</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/155MsNvsYnY</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/06/video/francisco-papa-queria-lembrado-ternura-20250306-181036</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/pope96811.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>"Lembrem-se de mim com ternura". Francisco, o Papa que ofereceu esperança</video:title>
      <video:description>O Papa Francisco morreu nesta segunda-feira aos 88 anos. A notícia foi anunciada pelo Vaticano. 
 
 Veja também:  

 
	  Morreu Francisco, o Papa favorito do povo e dos ateus  
	  O mundo reage à morte do Papa Francisco  
	  O que acontece após a morte de um Papa?</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1063286515</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/03/video/riolisboa-assinalam-dia-mulher-cantora-tais-reganelli-mar-junto-mim-20250303-195209</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/RioFOTOok96803.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>RioLisboa assinalam o Dia da Mulher com a cantora Taïs Reganelli e &lt;i&gt;O mar junto de mim&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Em 2024, os RioLisboa lançaram um álbum intitulado   RioLisboa Cantam Revolução  , para com ele assinalar os 50 anos do 25 de Abril. Foi o seu terceiro álbum, sucessor de   Aqui e Ali   (2013) e   Moça Morena   (2018). Agora, chegados a 2025, e num processo de transformação em quarteto, lançam este sábado, 8 de Março, para assinalar o Dia da Mulher, um tema que havia sido gravado durante a pandemia da covid-19 e que tem por título  O mar junto de mim . 

 Da autoria de Bruno Fonseca (composição, arranjos, direcção musical, guitarra clássica, guitarra portuguesa e voz), o tema conta a participação, como convidada, da cantora brasileira Taïs Reganelli. Além dela e de Bruno, participaram na gravação Tiago Machado (piano acústico, programação de sample da viola de arco e do violoncelo), Denys Stetsenko (violinos), André Moreira (baixo eléctrico) e Iúri Oliveira (percussão). A mistura e masterização foram de Edu Miranda, com produção da Sons da Bica e vídeo e pós-produção de imagem da Lusimagem. 

 Nos concertos que darão em 2025, os RioLisboa surgirão já como quarteto, com Taïs Reganelli (voz e flauta transversal), Bruno Fonseca (direcção musical, guitarra clássica, guitarra portuguesa e coros), Carlos Menezes (contrabaixo) e Marcos Alves (percussão e piano acústico). É assim que poderemos vê-los em Lisboa no dia 6 de Julho, às 18h, na Casa do Comum, ao Bairro Alto.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/dmkuZ_dWT-M</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/03/video/stay-little-longer-novo-single-maya-blandy-fechar-ciclo-stardust-20250303-191831</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/MayaBlandyOK96802.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>&lt;i&gt;Stay a little longer&lt;/i&gt; é o novo single de Maya Blandy, a fechar o ciclo de &lt;i&gt;Stardust&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Nascida na Austrália, criada na Madeira e com raízes familiares inglesas e alemãs, a cantora Maya Blandy lança esta quinta-feira em single e videoclipe mais um tema do seu álbum  Stardust   Deluxe , edição aumentada do seu álbum de estreia,  Stardust , lançado em Maio de 2024. Aos dez temas do álbum inicial, todos eles cantados em inglês, Maya Blandy juntou outros cantados em português, como   Calor  ,   Nas tuas mãos  ,   À luz da Lua  , uma versão de   Guarda-me esta noite  , de Valter Lobo e   Loving in my life  , cantada em português e inglês. 

 O novo videoclipe,  Stay a little longer , realizado pelo madeirense Michel de Freitas, surge num momento em que Maya Blandy anda em digressão por Inglaterra (Newcastle, Leeds, Sheffield, Manchester e Nottingham) como cantora convidada da banda brasileira Gustavo Andrade and the Brasukas e em que a sua canção   Disco nights   ganhou novas versões de música de dança com um lote de remisturas assinadas por Opolopo e Mannix, para a editora Dafia Records. 

 Produzido e composto de parceria com Jake Wherry (The Herbaliser), o álbum  Stardust  contou com músicos como Adam Phillips (Tina Turner, Richard Ashcroft, Britney Spears), Trevor Mires (Incognito, Tom Jones, Jamiroquai), Patrick Dawes (Groove Armada) e Ryan Quigley (John Scofield, Joe Lovano). O tema agora lançado,  Stay a little longer , assinado por Maya, Wherry e Miles, conta com Maya Blandy (voz), Jake Wherry (baixo, sintetizadores), Adam Phillips (guitarra acústica), Bruce Dent (guitarra elétrica) e Trevor Miles (trombone).</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/s4VT__UgjpQ</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/03/video/grito-janeiro-flavio-torres-buscar-cosmo-pop-tema-vamos-20250303-191138</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/FlavioFoto96801.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Depois do &lt;i&gt;Grito&lt;/i&gt; de Janeiro, Flávio Torres foi buscar a &lt;i&gt;Cosmo Pop&lt;/i&gt; mais um tema, &lt;i&gt;Vamos&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Já passaram mais de dez anos desde que o cantautor covilhanense Flávio Torres lançou o seu álbum de estreia,   Canções de Bolso   (2012), com notórias influências folk e blues. O segundo,   Canalha   (2014), seguiu pelo mesmo caminho, com algumas canções de forte crítica social e política, como o tema-título,   Político sinistro   ou  Perde por perder . Em 2020 lançou um EP,  Sinopse , com canções como  Olá meu bem  ou   Na minha mão  , e finalmente em Janeiro de 2025 publicou um novo álbum, a que deu o título de  Cosmo Pop , um álbum que, segundo os seus promotores, se propunha “explorar as dualidades da existência, navegando entre luz e sombra, intimismo e explosões de energia”. 

 Numa atmosfera mais pop, rock e electrónica, o novo álbum abre com um tema que Flávio Torres decidiu agora lançar em single e videoclipe, a canção  Vamos , que segundo o texto que acompanha o lançamento, é uma reflexão “sobre autenticidade e resiliência, num tempo em que a aparência muitas vezes se sobrepõe à essência”. Este é o segundo single a ser lançado do novo álbum, depois de   Grito  , lançado em 17 de Janeiro, onde Flávio contou com a participação e José Cid e do saxofonista Cabrita.</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/wypruTl6efU</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/03/video/gregorio-duvivier-comediantes-jornalistas-comum-compromisso-sagrado-sinceridade-20250303-162112</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://i.vimeocdn.com/video/1988976732-c01dac568c9c43971ca53fc13e246144a5212d7b630310143bbee7f178749c45-d_1920x1080?&amp;r=pad</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Gregorio Duvivier: “Comediantes e jornalistas têm em comum o compromisso sagrado com a sinceridade”</video:title>
      <video:description>Neste editorial em vídeo, Gregorio  Duvivier  conta como foi "forjado" pela língua portuguesa, que o faz sentir-se "em família, mais do que em casa".  No 35. º   aniversário  do PÚBLICO, o director convidado é o actor e humorista brasileiro  Gregorio Duvivier , um dos criadores do fenómeno Porta dos Fundos, que os portugueses bem conhecem.   

  “Da minha língua vê-se o mundo” é o tema deste  aniversário  e vamos festejar com   debates   e uma edição especial esta quarta-feira, a 5 de Março.  

 Veja alguns trabalhos que preparámos para esta edição especial: 

 
	 Pedimos a Marco Neves que nos explicasse a   origem de algumas das palavras-chave   de uma série especial de trabalhos dedica à língua portuguesa até ao dia 5​ 
	 O número de estrangeiros adultos a aprenderem português tem vido a aumentar e fomos   assistir a uma aula   no Liceu Camões, em Lisboa 
	 O futuro do português joga-se num contexto em que a   inteligência artificial   pode ditar a forma como falamos, pensamos e sonhamos</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1062073125</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2025/03/03/video/anora-vencedor-oscares-aqui-vence-filme-internacional-20250303-085737</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202503/Novo%20Projeto%20(5)96799.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Anora é o grande vencedor dos Óscares. Ainda Estou Aqui vence Filme Internacional</video:title>
      <video:description>Anora , de Sean Baker, foi o grande vencedor da noite dos 97.ºs Óscares, com cinco prémios em seis nomeações. Mikey Madison, protagonista do filme, ganhou o Óscar de Melhor Actriz.  

 Adrien Brody ( O Brutalista ) foi eleito Melhor Actor outra vez, depois de aos 29 anos se ter tornado o mais novo premiado na categoria. Já Kieran Culkin ( Uma Verdeira Dor ) arrecadou o prémio de Melhor Actor Secundário. E o Brasil ganhou o seu primeiro Óscar de Filme Internacional com Ainda Estou Aqui. 

 Saiba mais: 

 
	  Óscares 2025, a noite em que ganhou o indie Anora e Hollywood não tomou   partido  
	  A resistência passou pelos Óscares?​</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1061956177</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
</urlset>