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      <video:title>Vídeo: na mensagem de Natal, Montenegro apela à “mentalidade Cristiano Ronaldo”</video:title>
      <video:description>“ Estamos num momento histórico em que temos de nos desprender da mentalidade do “deixa andar” e temos de adquirir e trabalhar a mentalidade da superação ” ,  “ a mentalidade Cristiano Ronaldo ” , apelou o primeiro-ministro na mensagem de Natal dirigida aos portugueses. Luís Montenegro aproveitou, ainda, para referir a  distinção atribuída  a Portugal pela revista  The Economist  de  “ economia do ano ” .  “ Não é um prémio teórico ” , disse, antes de apontar a criação de riqueza como um dos principais objectivos da sua governação,  “ o meio para sermos uma sociedade com mais justiça, com mais liberdade e com mais felicidade. ”</video:description>
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      <video:title>Prova dos Factos: há celebrações de Natal canceladas por causa de muçulmanos?</video:title>
      <video:description>Recentemente, o vereador do Chega na Câmara de Braga disse haver escolas no concelho que desincentivavam as celebrações natalícias como forma de respeito pelas minorias religiosas. 

 Esta situação é mais um exemplo de uma ideia que se divulga, em várias publicações nas redes sociais, nos últimos anos: a de que a presença de imigrantes, principalmente muçulmanos, tem levado ao cancelamento de celebrações de Natal e à erosão de tradições culturais e religiosas. 

 Há nisto uma narrativa subjacente: a teoria da "grande substituição". Esta narrativa conspiracionista (umas vezes expressa, outras tácita) pretende justificar atitudes racistas, xenófobas e de intolerância religiosa através do argumento de que há uma tentativa de substituir, etnicamente e culturalmente, a população ocidental. 
 
 Leia mais:  

 
	 
	  Cancelamento de celebrações do Natal por causa de muçulmanos é uma narrativa anual e falsa  
	 
	 
	  Escola em Lisboa proibiu festa de Natal para alunos? É falso  
	 
	 
	  “Islâmicos humilham cristãos” ao destruir árvore de Natal em Portugal? Falso</video:description>
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      <video:title>Ex-colega de Cláudio Valente: “A única explicação que consigo dar é um problema de saúde mental”</video:title>
      <video:description>Dois antigos colegas de  Cláudio Valente , na licenciatura de Engenharia Física Tecnológica no Instituto Superior Técnico de Lisboa, recordam o português, suspeito do homicídio de  Nuno Loureiro , professor do MIT, e do tiroteio na Universidade de Brown. 

 “Todos os que conhecemos o Cláudio pensamos que estaremos a falar de um claríssimo problema de saúde mental”, refere Nuno Morais. O biólogo computacional, antigo colega de turma de Cláudio Valente e Nuno Loureiro, entre 1995 e 2000, lamenta a “tragédia inimaginável” e refere que foi com “grande transtorno e choque” que a notícia foi recebida. 

 Já Filipe Moura, físico-matemático, que deu aulas a Cláudio, quando era monitor no mesmo curso, aponta a desilusão do antigo colega com a academia. 

 Saiba mais: 

 
	  Físico português que dirigia laboratório no MIT morto a tiro à porta de casa em Boston  
	  Cláudio Valente suspeito de matar Nuno Loureiro e de tiroteio na Universidade Brown  
	  Cláudio Valente: a cronologia do tiroteio na Universidade Brown e homicídio de Nuno Loureiro, professor do MIT ​</video:description>
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      <video:title>Cláudio Valente: todas as imagens que mostram o suspeito de homicídio na zona da casa do professor do MIT</video:title>
      <video:description>As autoridades norte-americanas identificaram o autor do ataque na Universidade de Brown e o responsável pelo assassínio do português Nuno Loureiro, professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), morto a tiro à porta de casa, em Brookline, Estados Unidos, na segunda-feira. 

 Cláudio Valente, de 48 anos, ex-aluno da Universidade de Brown, também é português e foi encontrado morto na noite de quinta-feira com um ferimento de bala auto-infligido, anunciou o chefe de polícia de Providence, no estado norte-americano de Rhode Island, Oscar Perez, em conferência de imprensa. Perez disse que, segundo a investigação, o suspeito terá agido sozinho. 

  Leia mais:  

 
	 
	  É português o suspeito do homicídio de professor do MIT e do tiroteio na Universidade de Brown  
	 
	 
	  O que é o programa de vistos por sorteio para os EUA agora suspenso por Trump?  
	 
	 
	  O que se sabe sobre Cláudio Valente, o português suspeito do tiroteio em Brown e homicídio de professor do MIT</video:description>
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      <video:title>Quinta do Bill revisitam &lt;i&gt;A saudade aperta&lt;/i&gt; com Tiago Nogueira, dos Quatro e Meia</video:title>
      <video:description>Em 2021, a Quinta do Bill decidiu  regravar, com convidados , uma dúzia de temas do seu repertório para assinalar os 25 anos de  No Trilho do Sol , terceiro álbum de estúdio da banda, lançado originalmente em 1996. E em Junho de 2024, cumprido tal objectivo, anunciaram “um novo tempo de canções” com um novo tema,   A saudade aperta  , com letra de Tiago Nogueira, dos Quatro e Meia, e música de Carlos Moisés, um dos fundadores do grupo. Ora é essa mesma canção que agora regressa, numa nova versão na qual participou também Tiago Nogueira. 

 Razões para isso? “Após o lançamento da versão original, a canção tornou-se rapidamente num dos maiores sucessos da banda em palco, com o público a cantar do início ao fim, num momento de total comunhão entre a plateia e a Quinta do Bill”, explica-se no texto que acompanha o lançamento, acrescentando: “Esta nova versão procura capturar e ampliar essa ligação emocional, apresentando novos arranjos vocais e uma subtil alteração na estrutura da canção, sem perder a essência que a tornou tão especial”, mantendo “o seu carácter intimista, cruzando a emoção de uma balada com elementos folk, numa interpretação aveludada, marcada por vozes distintas que dialogam e se complementam em perfeita harmonia.” Com cerca de 40 concertos ao alongo do ano, a Quinta do Bill despede-se assim, em festa, de 2025.</video:description>
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      <video:title>Depois de Sophia, eis Sebastião da Gama na arte musical de Marco Oliveira e José Peixoto</video:title>
      <video:description>Segundo tema de um álbum anunciado para 23 de Janeiro de 2026, estreia-se esta sexta-feira em single e videoclipe  Canção de Marinheiro , com poema de Sebastião da Gama. Antes, em Maio, Marco Oliveira e José Peixoto tinham-nos dado a ouvir   Fundo do mar  , canção composta a partir de um poema de Sophia de Mello Breyner Andresen. O álbum, que além destas canções, incluirá outras com poemas de Eugénio de Andrade, Miguel Torga, Alda Lara, Paio Soares de Taveirós ou Francisco Rodrigues Lobo, chama-se  Caminho é Quanto Fica da Viagem , frase retirada de uma canção inédita de José Mário Branco (1942-2019, produtor do anterior álbum de Marco Oliveira,   Ruas e Memórias  , lançado em 2021), que também fará parte do disco,  Fado das nuvens . 

 A história do novo álbum de Marco Oliveira, desta vez em  parceria com José Peixoto  (álbum “centrado na poesia marítima e nas vidas de marinheiros” e “inteiramente dedicado aos grandes poetas portugueses”), é, diz-se no texto que acompanha o lançamento de  Canção de Marinheiro , “inspirada na vida de  António dos Santos  (1919-1993) marinheiro e fadista que viajou longos anos no mar e que personifica as histórias de marinheiros presentes nas canções”. 

 Com voz, guitarra, realização e edição de vídeo e produção executiva de Marco Oliveira, e guitarra clássica, arranjos e produção musical de José Peixoto,  Canção de Marinheiro  começa assim: “Deixei no mar meu cachimbo, minhas camisas de cor.../ os meus livros preferidos/ e aquele beijo de amor/ que tu me deste à partida”; e assim termina: “Só não deixei minha boca, para que falasse do Mar.../ Só não deixei os meus olhos,/ para todos que nos virem/ saberem que andei no Mar.”</video:description>
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      <video:title>Austrália: dois minutos para explicar o ataque de pai e filho que matou 15 pessoas em Sidney</video:title>
      <video:description>Uma celebração da festa das luzes, ou Hanukkah, uma das principais festividades judaicas, foi atingida por um ataque terrorista na praia de Bondi, em Sydney, na Austrália, neste domingo. 

 Dois homens armados fizeram pelo menos 15 vítimas mortais, entre as quais uma criança e um sobrevivente do Holocausto, e 38 feridos. Um dos atacantes foi morto pela polícia e o outro foi atingido e encontra-se no hospital, em estado crítico. 

 Leia mais: 

 
	 
	  Austrália: pai e filho dados como autores do ataque terrorista que matou 16 pessoas  
	 
	 
	  Ahmed al-Ahmed, o homem que desarmou um dos atiradores no ataque em Sydney  
	 
	 
	  Uma criança e um sobrevivente do Holocausto entre as vítimas mortais do ataque em Sydney</video:description>
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      <video:title>Raquel Soeiro de Brito: "Gostava de ter ido à Lua"</video:title>
      <video:description>Foi uma das primeiras mulheres a obter um doutoramento em Portugal e filmou a erupção do vulcão dos Capelinhos, nos Açores, entre 1957 e 1958. No mês em que celebra 100 anos, Raquel Soeiro de Brito recorda "o momento mais bonito" da sua vida científica. Sobre o que faltou fazer, diz: "Gostava de ter ido à Lua".  

  As imagens de arquivo foram cedidas pelo Instituto de Geografia e Ordenamento do Território e pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas.  

  Leia a entrevista na íntegra  
Raquel Soeiro de Brito:  “Pode ser ridículo, mas não me sinto velha”</video:description>
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      <video:title>Lucas Ortet anuncia com &lt;i&gt;Mantém distância&lt;/i&gt; o álbum &lt;i&gt;Me &amp; My Guitar&lt;/i&gt; para Janeiro de 2026</video:title>
      <video:description>É mais um caso de sucesso nas redes sociais, em particular no TikTok, onde, de acordo com os seus promotores, já somará 18 milhões de visualizações. Mas Lucas Ortet não despertou para a música num repente: aquilo que tem vindo a escrever, compor e publicar resulta de um processo iniciado na infância, quando – diz-se na sua ainda curta biografia – “pegava em todas as guitarras” que lhe apareciam “e fingia que tocava “. Nascido em Lisboa, com ascendência angolana e cabo-verdiana, cresceu no Cacém (Linha de Sintra) e aos 8 anos os pais inscreveram-no no Conservatório de Música de Sintra, aí se formando até ao 5.º grau. Incentivado pelo pai, começou a escrever canções aos 9 anos, aos 14  já publicava vídeos  nas redes sociais e aos 16 publicou, também nas redes, a sua primeira canção original. Seguiram-se outras, somando seguidores e visualizações. Agora, mantendo as influências que o nortearam até aqui (a “estética urbana brasileira, entre o R&amp;B e a música pop”), publica um primeiro single e videoclipe pela Universal Music Portugal, prenúncio do seu álbum de estreia,  Me &amp; My Guitar , a publicar em Janeiro. 

 “Sinto-me profundamente entusiasmado com esta nova fase e por poder passar os meus originais das redes para o  streaming ”, afirma Lucas Ortet, citado no texto que acompanha o lançamento. “Estou, também, bastante aliviado por poder finalmente entregar ao meu público o que me pedem há tanto tempo.” Ainda segundo Ortet,  Mantém distância  fala de “um coração partido devido a uma traição”, e a inspiração para escrever esse tema (a letra é dele e a música é uma parceria com Sebastian Crayn, que produziu o anunciado  Me &amp; My Guitar ) foi esta: “A revolta com a minha geração quando se fala em relacionamentos, por não serem levados muito a sério. O mais frequente é que existam de uma forma fútil e com conexões e ligações fracas”. Com Luis Ortet (guitarra acústica, bateria), participaram na gravação de  Mantém distância  Sebastian Crayn (bateria, produção), Alex Parker (guitarra eléctrica, teclados, baixo) e Daniel </video:description>
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      <video:title>O que está em causa com a greve geral de 11 de Dezembro?</video:title>
      <video:description>Pela primeira vez em 12 anos, CGTP e UGT, as duas centrais sindicais, concordaram agendar uma greve geral para quinta-feira, 11 de Dezembro.  

 Em causa, está a reforma laboral proposta pelo Governo e a forma como a ministra do Trabalho, Rosário Palma Ramalho, tem conduzido as negociações.  

  Saiba mais:  

 
	  Reforma laboral: seis medidas que estão na origem da greve geral  
	  Podcast Soundbite: Luís Montenegro perdeu os trabalhadores?  
	  Perguntas e respostas: a greve, quem a pode convocar e quem está abrangido</video:description>
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      <video:title>Candidaturas ao E-Lar abrem dia 11 de Dezembro. Saiba como concorrer</video:title>
      <video:description>O programa E-Lar está prestes a arrancar pela segunda vez. Os seleccionados ganham vales de apoio à aquisição de fornos, placas e termoacumuladores eléctricos e mais eficientes.  

 São elegíveis ao E-Lar tanto famílias que possuem Tarifa Social de Energia Eléctrica, como pessoas singulares que não são consideradas vulneráveis economicamente. Contudo, os apoios e os valores atribuídos são diferentes para cada grupo. 

  Saiba mais:  

 
	  Afinal, o E-Lar só abre dia 11. Saiba como concorrer ao programa de electrodomésticos</video:description>
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      <video:title>Prova dos Factos: Portugal vai emitir notas de 7 euros com o rosto de Cristiano Ronaldo?</video:title>
      <video:description>Várias páginas nas redes sociais têm feito circular imagens de uma suposta nota de 7 euros com o rosto de Cristiano Ronaldo, mas é falso que o Banco de Portugal o esteja a equacionar.  

 Na verdade, já não é a primeira vez que este tipo de informação circula pelas redes sociais. Em Janeiro, por exemplo, começaram a surgir imagens de uma suposta moeda que seria lançada para celebrar a carreira do jogador. 

  Leia mais:  

 
	 
	  Portugal vai emitir notas de 7 euros com o rosto de Cristiano Ronaldo? Falso  
	 
	 
	  Moeda comemorativa de Cristiano Ronaldo não é real — nem será tão cedo</video:description>
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      <video:title>Conduzimos o ID.Cross, o carro que antecipa o próximo SUV compacto eléctrico da VW</video:title>
      <video:description>Só deverá chegar ao mercado lá para meados do próximo ano, mas a versão conceptual já andou por Cascais. Referimo-nos ao próximo SUV compacto 100% eléctrico da Volkswagen, que, por agora, é conhecido por ID.Cross Concept. 

 O modelo de produção deste carro será um género de versão SUV do ID.Polo, versão de produção do conceito ID.2 all, que está prevista para o primeiro semestre de 2026. Até porque os dois modelos partilham a plataforma e a maioria dos componentes, incluído o moto eléctrico de 155 kW (211 cavalos) e a bateria que deverá, no caso da variante SUV, permitir uma autonomia até 420 km (ciclo WLTP). 

 A plataforma usada, denominada MEB+, tem motor instalado à frente, em conjunto com os componentes principais, como o carregador interno e conversor AC/DC. Uma arquitectura que permitiu ganhar espaço no interior, incluindo na mala. Na verdade, esta foi a característica que, no breve contacto que tivemos com o ID.Cross Concept, mais nos impressionou: apesar das dimensões exteriores compactas (4,161 metros de comprimento por 1,839 de largura e 1,588 de altura), a habitabilidade interior pareceu-nos generosa, incluindo para os passageiros no banco de trás. 

 Novo é também o sistema de infoentretenimento, centrado num ecrã táctil de 13 polegadas, que agora apresenta uma interface mais “limpa” e que nos pareceu mais intuitiva e de resposta mais rápida. Sistema que, segundo nos disseram os responsáveis da marca, será implementado nas próximas versões do ID.3 e ID.4. 

 Ainda no campo da ergonomia da interface, destaque para os botões tradicionais no volante, que substituem os muito criticados painéis tácteis, e por baixo do ecrã, que permitem acesso directo às funcionalidades mais utilizadas.</video:description>
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      <video:title>Jovens na União Europeia vão poder conduzir a partir dos 17 anos</video:title>
      <video:description>A nova directiva da União Europeia para as cartas de condução entrou em vigor esta terça-feira, 25 de Novembro, permitindo que jovens de 17 anos conduzam veículos ligeiros acompanhados por um condutor experiente e introduzindo a carta de condução digital como principal formato. 

 Cada Estado-membro dispõe agora de quatro anos para transpor e aplicar as disposições aprovadas no mês passado pelos eurodeputados, em Estrasburgo, no sentido de modernizar procedimentos e melhorar a segurança rodoviária. 

  Leia mais:   

 
	 
	  Novas regras para cartas de condução na UE: jovens poderão conduzir aos 17 anos</video:description>
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      <video:title>Silvana Peres reúne treze fadistas “num hino de combate a todos os tipos de violência”</video:title>
      <video:description>O Dia Internacional dos Direitos Humanos, celebrado anualmente a 10 de Dezembro, desde 1950, por decisão das Nações Unidas, foi o escolhido pela fadista e cantora Silvana Peres para lançar um tema que fará parte do seu terceiro e próximo álbum,  A Todas as Mulheres . Chama-se  Violência , e Silvana não o quis gravar sozinha, convidando para cantar com ela no estúdio treze fadistas de diferentes gerações: Ana Margarida Prado, Ana Rita Prada, Beatriz Felício, Cristina Branco, Joana Amendoeira, Lina, Maria Emília, Marina Mota, Marta Rosa, Matilde Cid, Sandra Correia, Sara Paixão e Sofia Ramos para, como é sublinhado no texto que acompanha o lançamento, “uma colaboração intensa e emocional, unindo diferentes forças artísticas numa só voz, num gesto de empatia que resultou num hino de combate a todos os tipos de violência”. É, afirma-se ainda no já referido texto, “um tributo a todas as vítimas, amplificando uma mensagem de resistência, coragem e solidariedade feminina”. 

 A letra e música de Violência são da autoria de Marina Mota, que, no mesmo texto, alerta: “A violência continua a existir e desenganem-se os que pensam que ela é uma característica exclusiva de algum extracto social ou de alguma faixa etária, não é! Ela grassa por aí e também não atinge só as mulheres. Existe violência doméstica no masculino, embora, obviamente, as mulheres sejam maioritariamente as vítimas.” Gravado no estúdio Canoa, o tema contou ainda com os músicos Ângelo Freire (guitarra portuguesa e produção musical) e Manuel Oliveira (piano). O vídeo é de Margot Rient e a gravação teve o apoio das seguintes entidades: República Portuguesa/Cultura, Juventude e Desporto, CIG - Comissão Para a Cidadania e Igualdade de Género, SPA-Sociedade Portuguesa de Autores e Museu do Fado. 

 Nascida em Lisboa, no dia 21 de Abril de 1987, mas desde sempre residente em Cascais, Silvana Peres começou a ligar-se ao fado aos 14 anos, tendo até agora gravado dois álbuns,   Fado no Pé   (2017) e   Água Nova   (2022), onde o fado surge a par de outros géneros</video:description>
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      <video:title>Mike El Nite lança novo álbum em 2026 a vai apresentá-lo ao vivo em clubes nacionais</video:title>
      <video:description>Já tínhamos sido apresentados a Simplesmente Miguel, alter-ego de Mike El Nite (o músico e  rapper  português Miguel Caixeiro), quando este lançou em Setembro   Existencisensual (é complicado)  , primeiro tema de um álbum a publicar no início de Fevereiro de 2026 e cujo título será, precisamente,  Existencisensual . Quase a completar dez anos de carreira, Mike El Nite marcou para Março meia dúzia de concertos em clubes nacionais onde apresentará este seu novo trabalho e projecto. Começa no dia 12 no  B.Leza , em Lisboa, seguindo-se o  Maus Hábitos  (13, Porto), o  Lustre  (14, Braga), o  Salão Brazil  (21, Coimbra), o  Texas Club  (27, Leiria) e o  Bang Avenue  (28, Torres Vedras). Outros se seguirão, no decorrer do ano. 

 Entretanto, há mais um tema para ver e ouvir: O prazer é meu, sátira ao gosto ao autor: “Entre um jogo de padel e uma folha de Excel/ Convido-te a trabalhar na empresa do Miguel/ Especialista em energia sustentável/ Dominei a concorrência como um cartel”. Ou, na descrição do texto que acompanha este lançamento: “A canção brinca com a tensão entre a formalidade do escritório e o  flirt  que insiste em infiltrar-se por baixo do  dress code . É uma música sobre códigos de conduta corporativa, sobre a linha subtil entre respeito e desejo, sobre aquilo que sentimos, mas não devemos dizer - pelo menos não em horário laboral.” 

 Quanto ao álbum, ele também já nos tinha sido apresentado: nele, Mike El Nite, agora como Simplesmente Miguel, “revisita e reinventa universos: do revivalismo dos bares de música ao vivo dos anos 80 e 90 em Lisboa, à estética dourada da canção romântica, passando pelo italo-disco ‘portugalizado’, pelo neomelódico napolitano, até ao city pop e jazz-fusão japoneses.” Ou, nas palavras do músico: “É como se Ricardo Landum vivesse em Tóquio, e lá houvesse uma Lisboatown de vida nocturna.” E pretende ser também, diz, “um retrato do artista de variedades: o  entertainer  que faz os outros sorrirem, mas que agora expõe a vulnerabilidade por detrás do palco. Quem anima o público,</video:description>
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      <video:title>Dez anos depois de &lt;i&gt;Breath&lt;/i&gt;, Neev une-se aos Seeb e a 11Lit3s num novo tema, &lt;i&gt;Saudade&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>É um reencontro curioso, este. Em 2016, o tema   Breath  , single de estreia do duo norueguês de música electrónica Seeb (composto pelos músicos Simen Eriksrud e Espen Berg) contou com a voz convidada de um português, Neev, nome artístico de Bernardo Neves. Escrito por ele juntamente com Tiago Carvalho (11Lit3s) e com a dupla norueguesa, o tema teve posterior produção e edição dos Seeb, recebendo notável difusão e aceitação em vários países europeus. 

 Passados quase dez anos, voltaram a juntar-se, desta vez para um tema com título em português,  Saudade . Num texto onde explica o reencontro, Neev recorda como tudo começou: “A minha voz deu vida a  Breathe , o single de estreia dos Seeb – uma canção que, inesperadamente, abriu todas as portas da minha carreira. Não entrei na música a correr atrás de fama, números ou impulso. Entrei porque era onde me sentia em casa.” Depois, afastou-se: Não de repente — devagar, silenciosamente. Expectativas, pressão, a promessa do que poderia acontecer a seguir. A indústria tem uma forma curiosa de nos empurrar para salas, conversas e versões de nós próprios que nunca pedimos para ser.” Até que, no Verão de 2024, se deu o reencontro, numa “pequena cave transformada em estúdio no interior do Porto”. 

 Ali estavam Simen Eriksrud, 11Lit3s e ele. “E, naquela sala, algo voltou a encaixar. Foi como estar exactamente no lugar de onde nunca devia ter saído — com as pessoas que devia ter abraçado desde o princípio. Não o ruído, não as expectativas, não a máquina… apenas a música e as pessoas que a fazem parecer verdadeira. Foi enraizante. Foi familiar. E lembrou-me porque é que alguma vez abri a boca para cantar.” E assim nasceu  Saudade , “palavra que capta o anseio, a memória e essa estranha dor de faltar algo que continua a viver dentro de nós”. 

 Uma canção-espelho: “Reflectiu a versão de mim que pensei ter perdido e a descoberta de que, afinal, talvez nunca tivesse desaparecido… apenas me tinha desligado dela.”  Saudade , diz Neev, é o primeiro passo de regresso ao lugar on</video:description>
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      <video:title>Cais Sodré Funk Connection lançam EP de Natal e estreiam-no com dois videoclipes</video:title>
      <video:description>Depois da celebração dos seus 15 anos com   Um Quarto Na Rua Cor de Rosa  , lançado no dia 25 de Setembro, os Cais Sodré Funk Connection resolveram atirar-se com toda a sua verve ao Natal e vão lançar no próximo dia 12 de Dezembro um EP intitulado  Christmas Soul Party Vol. 1 , com cinco temas, dos quais estreiam esta quinta-feira dois em single e videoclipe:   Rocking around the Christmas tree   e   Jingle bell rock  . Os outros temas incluídos no EP são  Little drummer boy ,  Gee whiz, It's Christmas  e  Merry funky Christmas . 

 Com esta incursão na temática natalícia, os Cais Sodré Funk Connection anunciam uma série que terá continuidade nos próximos anos (daí o Vol. 1) e com a qual pretendem, segundo o texto que acompanha o lançamento, cumprir “a tradição das maiores bandas de funk e soul, de revisitar os clássicos natalícios em versões cheias de groove e soul power”. Nos dois temas que agora estreiam, as vozes de de Tamin (em  Rocking around the Christmas tree ) e NBC (em  Jingle bell rock ) são acompanhadas pelo saxofone de João Cabrita, a guitarra de David Pessoa, os teclados de João Gomes e João Cardoso e a secção rítmica de Francisco Rebelo no baixo e Rui Alves na bateria. A fotografia da capa, que aqui se reproduz, é de Francisco Quera Gomes.</video:description>
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      <video:title>O que faz o Presidente da República?</video:title>
      <video:description>O Presidente da República é o chefe de Estado e representante da nação. Não governa no dia-a-dia do país, mas tem o papel de vigiar e garantir que as leis e a Constituição são respeitadas. Há funções que se destacam. 

 É o Presidente da República que, consoante os resultados das eleições, nomeia o primeiro-ministro e o Governo e é também ele que tem poder para o demitir. Mas atenção, não pode fazê-lo de ânimo leve: só quando essa decisão for imprescindível para “garantir o regular funcionamento das instituições democráticas”. 

 Leia mais: 

 
	  O que faz o Presidente da República?</video:description>
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