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      <video:title>Monte Cara estreiam &lt;i&gt;Dia já manche&lt;/i&gt; no B.Leza, a festejar 50 anos das independências</video:title>
      <video:description>A história já foi contada há três anos, quando ressurgiu a banda Monte Cara: por proposta do músico e programador Alcides Nascimento, filho do célebre cantor cabo-verdiano Bana (1932-2013), conhecido como “Rei da Morna”, a banda residente no Monte Cara  ia voltar ao activo , reconstituída. O Monte Cara era um clube e restaurante que  Bana  criou em 1976 em Lisboa, perto do Largo do Rato, e que foi até 1991 um ponto de encontro obrigatório da música e da cultura cabo-verdiana em Portugal. E essa banda lançaria um disco, para o qual, após um concerto de apresentação no B.Leza, em 27 de Maio de 2021, foi aberto um processo de  crowdfunding . O disco foi gravado e  estreou-se no B.Leza  em Abril de 2022. 

 E a banda continuou, viva e activa. Este mês lançou um novo tema,  Dia já manche  (Já amanheceu), convidando para essa gravação os cantores e músicos Micas Cabral (Tabanka Djaz, Guiné-Bissau), Mário Marta (Cabo Verde) e Chalo Correia (Angola). Pela Banda Monte Cara, participaram neste tema Toy Vieira (piano e teclados), Manuel Paris (baixo), Zé António (guitarra), Tito Paris (guitarra), Toy Paris (bateria) e Kau Paris (percussão), com Carla Correia, Luz Maria e Tee Amayo nos coros. 

 Ora esse tema,  Dia Já Manche , vai estrear-se ao vivo este sábado, dia 1 de Novembro,  no B.Leza , em Lisboa, pelas 22h30, com a Banda Monte Cara e os seus três convidados (Micas Cabral, Mário Marta e Chalo Correia). O concerto, denominado Afrika Aki, além de festejar os 50 anos das independências africanas (1975-2025), celebra também o legado do mítico clube lisboeta Monte Cara, lembrado como “o verdadeiro coração da modernidade musical africana em Lisboa”.</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Roda da máscara&lt;/i&gt; é mais um passo de Xico Gaiato rumo a um álbum, em Abril de 2026</video:title>
      <video:description>É mais um nome que nos chega dos concursos televisivos, neste caso o  The Voice Portugal , da RTP (integrou, em 2022, a equipa de Carolina Deslandes) e que, após essa experiência, arriscou candidatar-se ao Festival da Canção já este ano com   Ai     Senhor!  , que não passaria da 1.ª semifinal, em Fevereiro, e que ele lançou, no mesmo mês, em  single e videoclipe . 

 Xico Gaiato, nome artístico de Francisco Barata, nasceu no Fundão e, segundo a biografia difundida pelos seus promotores, cresceu “num ambiente familiar marcado pela música de intervenção, MPB e jazz, a par da pop internacional que foi descobrindo por si”. Estudou na Academia de Música e Dança do Fundão e depois Escola Superior de Música, em Lisboa. Já depois de  Ai   Senhor! , lançou outra canção,   Sem perdão  , também em single e videoclipe. 

 Agora, fruto do trabalho de composição que está a desenvolver para lançar em Abril de 2026 o seu primeiro álbum, Xico Gaiato estreia  Roda da máscara , tema por ele composto em parceria com Rossana (cantora radicada em Londres e já com dois álbuns,  The Entertainer , 2023; e  À La Portugaise , 2024) e Constantino, que assegurou a produção. Além de Xico Gaiato (voz, adufe, percussões), Rossana (voz, piano, adufe, percussões) e Constantino (teclados, percussões), participou nas gravações Fernando Mota (guitarra braguesa). 

  Roda da máscara  foi criada durante uma residência artística de três dias no Cabeço do Pião, Fundão, e, de acordo com o texto que acompanha o lançamento, “foi construída a partir da estrutura poética clássica em que o primeiro verso de uma quadra retoma o último verso da anterior, num ciclo contínuo, uma roda que nunca pára.” Para a atmosfera da canção contribui o adufe: “Instrumento presente tanto na obra de Xico como na de Rossana, reforça o carácter quase hipnótico da canção, evocando as canções pastorais e rituais antigos.”</video:description>
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      <video:title>“Uma chacina”: operação policial no Rio de Janeiro terá resultado em 130 mortos</video:title>
      <video:description>O número de mortos na sequência da megaoperação policial contra o Comando Vermelho, realizada na terça-feira nos complexos do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro, pode ultrapassar os 130. Pelo menos 81 pessoas foram detidas. 

 Mais de 70 corpos foram recuperados por moradores e reunidos na Praça São Lucas, no bairro da Penha, para identificação pelos familiares e amigos. "O que eles fizeram foi uma chacina", desabafou a mãe de uma vítima. 

 Sessenta e três corpos foram encontrados numa área de mata e outros em diferentes pontos da comunidade. Governo Federal e autoridades fluminenses trocam acusações, enquanto entidades como a Amnistia Internacional alertam para violação de direitos humanos. 

  Saiba mais:  

 
	  Número de mortos na operação do Rio de Janeiro ultrapassa os 130  
	  Megaoperação policial no Rio de Janeiro faz pelo menos 64 mortos</video:description>
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      <video:title>Carros submersos e ruas alagadas: mau tempo no Algarve não deu tréguas</video:title>
      <video:description>Carros submersos, ruas alagadas, inundações, árvores derrubadas.  O mau tempo que se fez sentir no Algarve não deu tréguas na manhã desta terça-feira, sobretudo em Faro e Vila Real de Santo António.  

 O aviso emitido para o distrito de Faro foi elevado para vermelho devido à intensidade da chuva até às 15h. Foram registadas 229 ocorrências em Lisboa, mais de mil em todo o território Portugal continental. 

  Saiba mais:   

 
	  Mau tempo continua: mais de mil ocorrências; Faro com alerta vermelho</video:description>
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      <video:title>Operação policial mais letal da história do Rio de Janeiro faz 64 mortos</video:title>
      <video:description>Quatro polícias e pelo menos outras 60 pessoas morreram nesta terça-feira no Rio de Janeiro, na sequência de tiroteios numa megaoperação policial contra o grupo criminoso Comando Vermelho (CV), nos complexos da Penha e do Alemão, na zona Norte da cidade.  

 Com os números mais recentes avançados pela imprensa brasileira, esta é já a operação policial mais letal da história do Rio de Janeiro. 

 A Operação Contenção, da qual faz parte esta iniciativa, “visa combater a expansão territorial do CV, e capturar líderes criminosos do Rio de Janeiro e outros estados”, lê-se numa nota divulgada pelo governo estadual. 

  Saiba mais:  

 
	  Megaoperação policial no Rio de Janeiro faz pelo menos 64 mortos</video:description>
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      <video:title>Rita Braga está de volta com &lt;i&gt;Fado tango&lt;/i&gt;, a anunciar para 2026 o álbum &lt;i&gt;Fado Tropical&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>“Rita Braga surgiu perante nós, nos anos 2000, de ukulele nas mãos e voz ágil. Essa imagem não desapareceu, mas Rita Braga multiplicou-se”. Assim escrevia Mário Lopes no Ípsilon, em 2023, a propósito de   Illegal Planet  , quarto álbum desta cantora, compositora e multi-instrumentista nascida em Lisboa em 1985 e ali descrita como “viajante, inventora de novos mundos”. Com quatro álbuns publicados até à data (  Cherries That Went to the Police  , 2011;   Bird on the Moon  , 2018;   Time Warp Blues  , 2020; e  Illegal Planet , 2023) e um EP pelo meio (  Gringo in São Paulo  , 2015, este fruto de uma residência criativa no Brasil), Rita anuncia para Março de 2026 um novo álbum,  Fado Tropical , deixando antever o que nele nos espera com o single  Fado tango . Será, dizem os seus promotores, “o seu primeiro disco cantado integralmente em português, no qual atravessa os primórdios do fado, conduzindo-o a novos territórios sonoros ”, prometendo ser “u m trabalho arrojado, repleto de surpresas e colaborações especiais.” 

  Fado tango  foi inspirado numa gravação de 1930 da fadista e actriz Ercília Costa (1902-1985), resgatando um tema do passado e vestindo-o “de arranjos elegantes e cinematográficos, onde a voz e ukulele de Rita se cruzam com a marimba de Ryoko Imai, o violoncelo de Bruna Moura e o saxofone de João Cabrita”. No videoclipe, realizado por Joana Linda, Rita Braga “presta homenagem às vozes esquecidas das mulheres pioneiras do género — das cantadeiras meretrizes do século XIX às actrizes de revista das primeiras décadas do século XX”.</video:description>
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      <video:title>Seguro: “Há uma ameaça à democracia. É altura de os democratas saírem do sofá e juntarem-se a mim”</video:title>
      <video:description>Em entrevista ao PÚBLICO, António José Seguro recusa ser um candidato de esquerda e aponta "divisões artificiais" na sociedade portuguesa. "Dirijo-me a todos os portugueses", garante.  

 Leia a entrevista completa: 

 
	  Seguro é de esquerda? “Por que me tentam arrumar em gavetas?”</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Formigas&lt;/i&gt;, dos Manila, ou quando a ansiedade cresce e se instala como uma praga</video:title>
      <video:description>Em Novembro de 2024, os Manila lançaram um primeiro EP,  Domingo à tarde , antes anunciado com três singles e videoclipes: o  tema-título ,   Estas ruínas   e   Fuga em fá  . Agora, passado um ano, partem para o álbum de estreia (ainda sem título nem data de lançamento) com uma canção a que deram o título de Formigas e que, estreada esta terça-feira, tem um videoclipe com animação de Pedro Filipe Lopes. 

 Com letra e música da banda, a nova canção é assim apresentada no texto do lançamento: “ Formigas  veste a pele de uma canção de amor, mas é a ansiedade que canta por debaixo. A banda subverte a fórmula pop para explorar como é viver com ansiedade. O tema, que arranca descontraído e  groovy , vai acumulando tensão, espelhando, na própria estrutura musical, aquilo que descreve liricamente: a ansiedade, que, como uma praga, vai crescendo e se instala. Na voz, canta-se ‘eu não sei viver sem ti, mas queria tanto sentir calma’, uma confissão íntima que se transforma num crescendo emocional e se liberta ao longo da música.” 

 Quinteto formado por Gerard Torres (teclas), Ricardo Pedrosa (baixo), Carmo Braga da Costa (voz), João Serra (guitarra) e Zé Lobo da Costa (bateria), os Manila quiseram abordar, no seu primeiro EP, “temas como o amor, a solidão e outras dicotomias existenciais, num registo onde o groove e a ambiência convidam à dança e à introspecção”, com seis canções envoltas numa atmosfera indie pop onde o espírito da música portuguesa se mistura com influências da música negra norte-americana, soul, jazz e rhythm &amp; blues. Veremos agora aonde nos conduzem com o seu prometido álbum, depois de soltarem estas  Formigas .</video:description>
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      <video:title>Bermim estreiam &lt;i&gt;Cupido&lt;/i&gt; em videoclipe e apresentam-se ao vivo em Vila do Conde</video:title>
      <video:description>Bermim é nome de planta e também de um projecto nascido entre os Açores e o Porto, pela mão do pianista, produtor e compositor Filipe Fonseca, num duo composto por ele e pela cantora Maria Eduarda (Duda). Em Maio deste ano lançaram um primeiro álbum, homónimo, com dez canções assinadas por músicos açorianos como Carlos Alberto Moniz, Zeca Medeiros, António Bulcão, Aníbal Raposo, Luís Alberto Bettencourt e Filipe Fonseca, contando também com composições a partir de poemas de Natália Correia, Gabriela Silva ou Victor Rui Dores, que, a propósito deste álbum de estreia dos Bermim, escreveu que “o que escutamos é um misto de emoções, sentimentos e estados de alma a par de inquietações que questionam o sentido das coisas e da vida”. 

 Apresentado  ao vivo nos Açores , nesse mesmo mês de Maio (no Teatro Faialense, no âmbito das comemorações dos 50 anos da RTP Açores), do álbum  Bermim  já havia saído um single com videoclipe,   Renascer  , canção com letra e música de Filipe Fonseca. Agora lançam novo videoclipe, desta vez com  Cupido , com música de Carlos Alberto Moniz e letra de Liliana Lima. Após este lançamento, os Bermim vão apresentar ao vivo o seu álbum no dia 28 de Novembro no Auditório Municipal de Vila do Conde, pelas 21h30.</video:description>
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      <video:title>Trump destrói ala este da Casa Branca para fazer salão de baile de 259 milhões de euros</video:title>
      <video:description>Está mesmo já em curso a demolição completa da ala este da Casa Branca, uma zona histórica da sede da Presidência norte-americana que tinha sido inaugurada em 1902, para abrir agora caminho a um salão de baile muito desejado por Donald Trump. 

 Em vez dos 200 milhões de dólares (aproximadamente 173 milhões de euros) iniciais, o Presidente prevê agora uma despesa de 300 milhões (perto de 259 milhões de euros), pagos do seu bolso e por o de "alguns amigos". 

  Saiba mais:  

 
	  “Vai tudo abaixo”: Trump destrói ala este da Casa Branca para fazer salão de baile​  
	  Começou “demolição” na Casa Branca. Trump faz salão de baile por 172 milhões de euros</video:description>
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      <video:title>teste sam the kid</video:title>
      <video:description>teste sam the kid</video:description>
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      <video:title>Como ter direito ao &lt;i&gt;intra-rail&lt;/i&gt; gratuito?</video:title>
      <video:description>O Programa ANDA Conhecer Portugal anunciou que vai estender o alcance para jovens até aos 30 anos. Anunciado ainda por António Costa, a ideia do programa era oferecer aos jovens que terminaram o ensino secundário entre 2023 e 2025 a possibilidade de viajar gratuitamente pelo país, de comboio, e ainda de pernoitar em pousadas da juventude de norte a sul de Portugal. 

 Este ano, a medida passa a abranger todos os jovens até aos 30 anos, além daqueles que terminaram o secundário em 2025. Até porque, tal como o PÚBLICO anunciou no ano passado, a medida não teve grande adesão. 

  Saiba mais:   

 
	 
	  Intra-rail passa a ser grátis para todos os jovens até aos 30 anos</video:description>
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      <video:title>Balsemão (1937-2025): morreu o militante n.º1 do PSD e o primeiro patrão dos &lt;em&gt;media&lt;/em&gt;</video:title>
      <video:description>Morreu Francisco Pinto Balsemão, aos 88 anos. Fundador e presidente do PSD, Balsemão foi vice-presidente da Assembleia Constituinte, parlamentar, governante e primeiro-ministro. Patrão da imprensa, a sua obra mais conhecida sempre foi o semanário que lançou em 1973, o  Expresso . 

 Saiba mais: 

 
	  Pinto Balsemão (1937-2025). Um liberal e primeiro patrão dos media  
	  Balsemão,  moderno e liberal com pose de príncipe  
	  Reacções à morte de Francisco Pinto Balsemão: “Um lutador”, “um vulto”, o cigarro aceso e a bateria</video:description>
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      <video:title>Rui Costa: "Não irei prometer aos sócios do Benfica que não temos de vender jogadores"</video:title>
      <video:description>Rui Costa promete receitas de 500 milhões de euros e uma redução do passivo do Benfica de 100 milhões. Sobre a centralização dos direitos televisivos defende que se adie a lei se ela não for benéfica.</video:description>
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      <video:title>Luiz Caracol lança &lt;i&gt;Bazem de Gaza&lt;/i&gt;, em homenagem aos que vão perdendo a vida no conflito</video:title>
      <video:description>Dois anos após o lançamento do álbum   Ao Vivo no Namouche   (2023) e quase um ano passado sobre o espectáculo   Sou  , que se estreou em Novembro de 2024 no Misty Fest (Lisboa e Porto), o cantor e compositor Luiz Caracol volta às canções com um tema que pretende ser “uma espécie de relato musical de uma das maiores tragédias humanitárias deste século”:  Bazem de Gaza . 

 Com letra de  Luiz Caracol  e música dele e de Rui Pity, é apresentada como “uma canção que traz consigo a intenção de poder lembrar e homenagear os milhares de homens, mulheres e crianças inocentes, que perderam as suas vidas ou as suas famílias nesse conflito, assim como os médicos, os enfermeiros, os jornalistas, e as múltiplas equipas de ajuda humanitária, que lhes tentaram levar esperança e dignidade”. Não é, sublinham os seus autores, “uma canção sobre ideais políticos, étnicos ou religiosos”, mas sim “sobre o silêncio e a falta de humanidade de uma parte da humanidade, e a ausência de respeito de um Estado para com um povo”. 

 Uma canção onde ouvimos dizer “Parem com a chacina/ Guerra não é doutrina/ Soltem a Palestina” e, mais adiante, isto: “O medo grita, alguém o escuta?/ E a toda a hora, a gente cala/ A fome agita, mas segue a luta/ A malta assiste, só não se rala?/ Atinge o drone, que ninguém pára/ Falha-se a bomba, junta-se a bala / Toda a cegueira, tem sede rara/ E a vingança já nem se fala”. 

 Com Luiz Caracol (vozes, guitarras e percussões) e Rui Pedro Pity (baixo, piano e programações), participaram na gravação Ivo Costa (bateria) e Eduardo Cardinho (teclas e vibrafone), além de um coro de crianças (Alice Vaz, Pilar Vaz, Assunção Vaz, Vicente Vaz, Emília Caracol e Lucas Caracol). O vídeo, design gráfico e capa do single são de Gustavo Liberdade e Raquel Reis.</video:description>
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      <video:title>Nicolas Sarkozy já chegou à prisão. Estão a prender “um homem inocente", diz</video:title>
      <video:description>Ao som dos aplausos de uma multidão de apoiantes que o esperava e que até entoou o hino francês,  La Marseillaise ​, o antigo Presidente francês Nicolas Sarkozy deixou a sua casa em Paris de mãos dadas com a esposa, Carla Bruni, na manhã desta terça-feira, 21 de Outubro, e dirigiu-se para a prisão La Santé para cumprir a pena de cinco anos de prisão a que foi condenado no fim de Setembro. 

 Sarkozy foi condenado por associação criminosa no caso do financiamento da Líbia à sua campanha presidencial de 2007. O ex-Presidente francês afirma que estão a prender “um homem inocente.” 

 Leia mais:  

 
	 
	  Nicolas Sarkozy dá entrada na prisão de La Santé para cumprir pena de cinco anos  
	 
	 
	  Nicolas Sarkozy e Carla Bruni. Do Eliseu à vida familiar longe do poder (mas nunca pacata nem comum)</video:description>
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      <video:title>Noronha Lopes: “Adeptos que causem castigos ao Benfica não poderão estar no estádio”</video:title>
      <video:description>"Todos os adeptos que estiverem nos estádios para apoiarem o Benfica são bem-vindos", defende João Noronha Lopes. Quanto àqueles que causem castigos ao clube, "obviamente que não podem estar no estádio", garante o candidato à presidência do Benfica. 

 Leia a entrevista completa: 

 
	  Noronha Lopes: “Com outro candidato não sei, comigo o Bernardo volta de certeza”</video:description>
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      <video:title>Os carros voadores do Dubai</video:title>
      <video:description>O PÚBLICO esteve na  Gitex Global , apresentada como a "maior feira de tecnologia,  startups  e IA do mundo", que decorreu entre 12 e 17 de Outubro no Dubai. Um evento cheio de tecnologia de "encher o olho", nomeadamente na área dos veículos autónomos: terrestres e aéreos. Isto porque o Dubai tem sido um dos locais escolhidos pelas empresas que desenvolvem estas tecnologias para  testes em ambientes reais . Consequência das condições atractivas que a monarquia dos Emirados Árabes Unidos apresenta, a começar por uma regulamentação que permite o voo de protótipos de eVTOL (veículos eléctricos de descolagem e aterragem vertical). Aliás, os Emirados Árabes Unidos querem abrir a maioria do espaço aéreo a estes veículos nos próximos anos. 

 A Gitex Global 2025 também foi palco de debates e revelações de tecnologia na área da inteligência artificial. Até porque o Dubai quer atrair empreendedores e empresas nesta área, já que o  emirado pretende ser o centro do mundo na IA . E, para dar o exemplo, o próprio governo dos  Emirados Árabes Unidos já recorre à IA para disponibilizar uma série de serviços aos cidadãos .</video:description>
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      <video:title>Depois de perdido no momento, a revelação: JP Coimbra já tem um novo álbum a solo</video:title>
      <video:description>Anunciado em Junho com   Lost in the moment  , em single e videoclipe, o novo álbum a solo de JP Coimbra é revelado na íntegra esta sexta-feira, enquanto se estreia, também em single com videoclipe, o tema-título:  Revealing . Fundador da banda pop Mesa (que voltou aos palcos em Maio deste ano, com ele e Mónica Ferraz juntos para  dois concertos , no Porto e em Lisboa) e integrante ou colaborador de grupos como os Bandemónio de Pedro Abrunhosa, Três Tristes Tigres, Osso Vaidoso, Coldfinger ou o seu projecto  Vibra , foi deste último (com o qual lançou um álbum em 2020) que JP Coimbra (João Pedro Coimbra) partiu para criar o disco actual. 

 “Se o  Vibra  era uma investigação da ressonância dos lugares, o  Revealing  é uma escuta da minha própria ressonância, numa paisagem sonora mais íntima e vulnerável”, explica ele no texto que acompanha o lançamento. Gravado entre duas cidades, Porto e Londres, o disco foi produzido por Leo Abrahams, britânico que já trabalhou com Brian Eno, ANOHNI, Florence + the Machine, Pulp ou David Byrne. A ele juntaram-se neste trabalho o baterista e percussionista norte-americano Chris Vatalaro – colaborador habitual de Mark Ronson, Jarvis Cocker, Bat For Lashes, Florence + The Machine e Foals, entre outros – e a violoncelista croata Klara Romac – que tem trabalhado com músicos como Nick Cave &amp; Warren Ellis e Roger Waters. 

 Para JP Coimbra,  Revealing  é uma reflexão sobre “o papel da tecnologia na sociedade e, por consequência, na Música e na Arte. Tendo surgido para optimizar processos e possibilitar operações – na agricultura, na guerra, nas revoluções industriais –, a tecnologia é hoje transversal, ao ponto de se ter tornado parte do nosso dia-a-dia, desde a medicina ao uso já comum da IA. Este processo ‘pós-humano’, talvez demasiado rápido, despoleta uma série de situações que me interessa explorar: o digital como mediador do nosso quotidiano – o modo como transforma a forma como sentimos, criamos e existimos.” Além disso, acrescenta, existe neste novo trabalho “também um lad</video:description>
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      <video:title>Gaerea testam as fronteiras do black metal num novo álbum e actuam de novo em Portugal</video:title>
      <video:description>Nasceram como banda no Porto, há quase dez anos (em 2016), mas é fora de fronteiras que têm conseguido maior reconhecimento. Chamam-se Gaerea, estrearam-se no mesmo ano da fundação com um EP homónimo e desde então já lançaram quatro álbuns:   Unsettling Whispers   (2018),   Limbo   (2020),   Mirage   (2022) e   Coma   (2024). Cultores do black metal, actuaram no EVIL LIVE Festival, em Lisboa, em Junho deste ano, lançando em Agosto mais um single,   Submerged  . E é com um novo single respectivo videoclipe,  Hellbound , que os Gaerea (que actuam sempre de máscara, ocultando as identidades dos músicos que os integram) anunciam dois concertos em Portugal em Dezembro, dia 4 no Hard Club, no Porto, e dia 5 no LAV – Lisboa ao Vivo. 

 Estas actuações seguem-se a duas digressões europeias: a primeira, onde têm vindo a apresentar-se em nome próprio em várias salas e festivais como Brutal Assault (República Checa), Alcatraz (Bélgica) e Summer Breeze (Alemanha); e uma segunda onde actuarão como convidados especiais dos  Orbit Culture , esta num total de 30 concertos a começar em Hamburgo, Alemanha, no próximo dia 21, e acabar no dia 30 de Novembro em Copenhaga, Dinamarca. Além de mais concertos nos dois países já citados, esta digressão tem datas agendadas na Polónia, República Checa, Áustria, Suíça, Bélgica, Reino Unido, Países Baixos, Suécia, Finlândia e Noruega. 

 O tema agora em estreia,  Hellbound , antecipa o quinto álbum dos Gaerea,  Loss , com lançamento marcado para 20 de Março de 2026.  Loss , segundo os seus promotores, “é o som dos Gaerea a continuarem a definir-se e a redefinir-se, incorporando elementos do passado pós-black metal da banda com uma sonoridade mais afiada e melodias assombradas. Encontra os Gaerea a sair da crisálida criativa e a irromper em algo tão envolvente quanto inesperado: há voz cantada. Há refrões tão cativantes e apaixonados como os das melhores canções de rock e metal. Ainda assim, por entre o tumulto carregado de emoção, é inconfundivelmente Gaerea.”</video:description>
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      <video:title>Ironia é o que não falta, neste Senhor Doutor que a cantar deseja &lt;i&gt;As melhoras ao país&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Passaram sete anos desde que Senhor Doutor se estreou com um  EP homónimo : Isso foi em 2018 e, em quatro canções ( Simão ,  Miguel ,  Dama de honor  e  Quarta-feira ), ficámos a conhecer o novo projecto do músico Jorge Ferreira, nascido em Cantanhede (Coimbra) no dia 10 de Dezembro de 1981 e ou ex-integrante dos projectos  The Guys from the Caravan  e  Pinto Ferreira . O seu primeiro álbum como Senhor Doutor   O Amor é Sempre a Mesma Coisa  , foi lançado em 2022, e nele contou com a colaboração de António Quintino (Cassete Pirata, Dead Combo, Samuel Úria), Catarina Falcão (Golden Slumbers), Carolina Bernardo e Benjamim. Agora, no mesmo ano em que assinou, como Jorge Ferreira e em parceria com Beato, um tema para o Festival da Canção 2025 (  Sobre nós  , ali defendido por Du Nothin), lança um novo EP,  As Melhoras ao País , estreando esta quinta-feira o tema-título com um videoclipe à medida da sátira político-social que o inspirou. 

 Além de  As melhoras ao país , o EP conta com mais três canções:  Chance ao bom humor  (“uma nota de quem sacode a tristeza dos ombros”),  Graça e juventude  (“retrato magnético de quem vive a máxima ‘antes parecer do que ser’”) e   Farda austera   (“com letra cedida por Samuel Úria, que apela à fuga das normas impostas e à aceitação da distinção individual”). Mas é com  As melhoras ao país  que abre o EP. Assim: “Estás envelhecido/ E não confundas com crescido, tem cuidado./ Que Deus te dê saúde,/ Que a saúde está internada num privado.” Uma sátira relativista, como se sublinha no texto do lançamento: “A letra, entoada por uma voz que observa de longe um país enfermo, enumera e denuncia os já típicos tópicos de um potencial esbanjado, pelos protagonistas de sempre. Contudo, no universo irónico de Senhor Doutor, a desgraça é relativizada quando surge a possibilidade da fama: no dia em que as portas da televisão se abrirem, o infortúnio transforma-se em alegre tema de canção, porque ‘o que interessa é aparecer’”. 

 Além de Jorge Ferreira (voz, guitarra, sintetizadores), partici</video:description>
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      <video:title>"Eu espero que a minha música chegue a muitas pessoas", afirma Camila Masiso</video:title>
      <video:description>Ouça o podcast no  Spotify  ou  Apple  e siga para receber todos os episódios  
 

 Camila Masiso está completando 15 anos de carreira cheia de planos. O mais premente deles, levar seu novo trabalho,  Arrudeio , a um número maior de ouvintes. "Eu espero que a minha música chegue a um número maior de pessoas, porque, quando a gente faz arte, é para se conectar com pessoas que estão na mesma frequência que a gente", diz. 

  Arrudeio  foi gravado ao vivo em um  show  em Natal, cidade que Camila nasceu e deixou há oito anos para cruzar o Atlântico e fazer o tão sonhado mestrado em Portugal. "Eu queria muito estudar música, e decidi me mudar de país com minha filha que, à época, tinha apenas 2 anos. Tive de me focar muito, me estabilizar financeiramente, fazer tudo o que um imigrante precisa. Mas deu certo", diz. 

 Depois de se apresentar em Lisboa, em 23 de outubro, na Casa do Capitão, ela seguirá paras as Ilhas Canárias e, no início de 2026, retornará ao Brasil em turnê por Ceará, Rio Grande do Norte e São Paulo. "Estou feliz em reencontrar meu público no Brasil e por me apresentar para aqueles que ainda não me conhecem em Portugal", destaca. 

 Novos compositores 

  Apesar de estar toda voltada para a promoção de  Arrudeio , Camila já pensa no futuro trabalho, que, segundo ela, é seu sonho: lançar um álbum somente com músicas inéditas. "Quero, com esse disco, usar tudo o que apreendi na academia estudando música e toda a experiência que acumulei como cantora nesses anos todos", ressalta. Ainda não há um prazo para que o projeto saia do papel. 

 A cantora diz que, hoje, há uma leva excelente de novos compositores, mas reconhece que muito do trabalho desses artistas está pulverizado pela internet. Por isso, segundo ela, há a impressão de que ficou um vácuo entre as novas gerações e aquela que reúne Caetano Veloso, Chico Buarque de Holanda e Gilberto Gil, todos com mais de 80 anos. 

 "Tem muita gente boa produzindo música, mas, com o advento da internet, tudo se espalhou", enfatiza Camila. "Além de</video:description>
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      <video:title>O essencial dos resultados das autárquicas em 100 segundos</video:title>
      <video:description>O PSD é o vencedor indiscutível em número de câmaras municipais conquistadas e será deste partido a presidência da Associação Nacional de Municípios. Apesar de não conquistar Lisboa e Porto, o PS celebra algumas conquistas simbólicas como Faro, Viseu, Bragança ou Évora. O Chega, que chegou a meter a fasquia na conquista de 30 autárquicas, consegue apenas vencer em: São Vicente, Albufeira e Entroncamento.  

 Saiba mais: 

 
	  PSD ganha autárquicas, PS tem novo fôlego, Chega atrás do CDS  
	  “Lisboa acima de qualquer interesse”: Moedas diz que oposição “tem de respeitar a opinião do povo”  
	  Pedro Duarte, o presidente do Porto, quer ser “o novo líder do Norte de Portugal”</video:description>
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      <video:title>Montenegro é o vencedor “inequívoco” das autárquicas</video:title>
      <video:description>O PSD conquistou, nestas eleições autárquicas,  mais câmaras  e centros urbanos populosos como Lisboa, Porto, Braga, Sintra, Gaia e Cascais.  O PS ganhou fôlego  e conseguiu evitar a repetição da hecatombe das legislativas de Maio. O grande derrotado da noite foi mesmo o Chega de André Ventura, que ficou aquém do objectivo traçado e a léguas de replicar o resultado das legislativas. 

 Saiba mais: 

 
	  PSD ganha autárquicas, PS tem novo fôlego, Chega atrás do CDS</video:description>
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      <video:title>Com que país acordamos hoje, depois das eleições autárquicas?</video:title>
      <video:description>Depois de uma noite bem longa, é um país em tons laranja que acorda nesta segunda-feira pós-eleitoral. PSD venceu as autárquicas, conquistou o maior número de câmaras e Porto e Lisboa, mas o PS também protagonizou vitórias importantes. 

 O país autárquico continua a ser o país do bipartidarismo — o Chega ficou muito aquém daquilo que desejava. 

  Saiba mais:  

 
	  PSD ganha autárquicas, PS tem novo fôlego, Chega atrás do CDS​  
	  PS é a fénix renascida: não ganha, mas relega Chega para quinto e assume-se alternativa ao PSD</video:description>
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      <video:title>Palestinianos regressam ao Norte de Gaza: “É o dia mais feliz das nossas vidas”</video:title>
      <video:description>Com o cessar-fogo em vigor na Faixa de Gaza desde o meio-dia desta sexta-feira (10h em Portugal continental) e o recuo das tropas israelitas para a linha acordada, um mar de gente começou a sua caminhada de regresso ao Norte do enclave, para as suas casas ou as ruínas onde antes se encontravam. 

 "É o dia mais feliz das nossas vidas", confessou Ali Rihan, à Reuters, agradecendo ao Egipto, Turquia, Qatar e a Donald Trump. 

 A partir do momento em que o Exército declarou o seu recuo, começou a contagem para as 72 horas que o Hamas tem para libertar todos os reféns, vivos ou mortos, e Israel libertar mais de 2000 palestinianos. O Exército de Israel continua, nesta fase, ainda a ocupar 58% do território.  

  Saiba mais:  

 
	  Israel retira tropas para linha acordada na Faixa de Gaza: “o cessar-fogo está em vigor”  
	  Governo de Israel aprova acordo com Hamas para libertar reféns e pôr fim à guerra em Gaza  
	  Dois anos de guerra: a destruição da Faixa de Gaza, um símbolo de cada vez</video:description>
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      <video:title>O que precisa de saber sobre o Orçamento do Estado?</video:title>
      <video:description>As taxas de IRS vão voltar a baixar, há um reforço de 40 euros por mês no Complemento Solidário para Idosos e um aumento de 56,58 euros para a Função Pública. 

 Conheça as algumas das principais medidas do Orçamento do Estado. 

   

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	  Orçamento do Estado: o que precisa de saber em oito pontos  
	 
	  Mexidas no IRS deixam alívio dependente do ritmo de aumentos salariais. Veja as simulações</video:description>
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      <video:title>Como é que o Orçamento do Estado afecta o teu dia-a-dia?</video:title>
      <video:description>Onde é aplicado o dinheiro do Orçamento do Estado? E de onde vem esse dinheiro? Neste vídeo, explicamos de forma simplificada como beneficiamos e contribuímos para o Orçamento do Estado. 

 Da saúde à educação, são muitas as medidas com impacto nas nossas vidas (e nas nossas carteiras) que ficam definidas no documento do Orçamento do Estado, que é entregue todos os anos até ao dia 10 de Outubro. Depois de estar entregue, seguem-se 50 dias para debater e a aprovar a proposta, para encontrar a melhor forma de gerir todas as receitas e despesas do Estado. No final, segue para o Presidente da República e, se for promulgado, entra em vigor no dia 1 de Janeiro do ano seguinte. 

 Espreita o vídeo para conheceres o caso do Rodrigo e da Beatriz.</video:description>
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      <video:title>Susana Travassos revela gravação com Toninho Horta de &lt;i&gt;Luz do Sertão&lt;/i&gt; de Fernando Brant</video:title>
      <video:description>De um encontro antigo, e emotivo, no Brasil, a cantora Susana Travassos guardou um registo em áudio e vídeo que agora publica, como single de estreia do seu novo trabalho, sucessor de   Oi Elis   (2008),   Tejo Tietê   (2013) e   Pássaro Palavra   (2019, gravado na Argentina e preenchido com canções sobretudo escritas  por mulheres : ela própria, Ana Terra, Déa Trancoso, Luísa Sobral, Melody Gardot ou Mili Vizcaíno). Gravado em Belo Horizonte, Minas Gerais, este encontro envolve várias figuras do mítico Clube da Esquina, fundado na década de 1960 com músicos como Milton Nascimento, Lô Borges, Wagner Tiso, Márcio Borges, Nivaldo Ornelas, Toninho Horta, Paulinho Braga e Tavinho Moura. A ocasião foi o lançamento, em 2012, em Belo Horizonte, do DVD  Como Se a Vida Fosse Música , do poeta Murilo Antunes, também ligado ao Clube da Esquina. Foi ali, quase de imediato, que a cantora portuguesa juntou a sua voz à guitarra de Toninho Horta e gravaram em dueto  Luz do Sertão , com letra de Fernando Brant (que viria a morrer três anos depois, em 2015) e música de Yuri Popoff, com registo vídeo de Grazie Pacheco. 

 O lançamento, esta quinta-feira, de  Luz do Sertão  coincide com o aniversário do nascimento de Fernando Brant (9 de Outubro de 1946) e a produção, conforme se lê na nota de lançamento, “reúne o trabalho e a memória de amigos que já partiram – Demerval Filho (Dedé) e Flávio Henrique –, tornando o momento ainda mais impregnado de afecto e gratidão”. Além disso, e citando o referido texto, “ Luz do Sertão  é uma homenagem profunda ao Brasil, país que ajudou Susana a encontrar a sua identidade artística, o seu posicionamento e a sua liberdade. Surge num momento simbólico, quando a justiça brasileira afirma a democracia, julgando quem tentou derrubá-la, e coincide com o aniversário do poeta Fernando Brant, autor da letra, um dos grandes nomes do Clube da Esquina, que Susana teve o privilégio de conhecer.” Esta e as outras canções do novo álbum de Susana Travassos,  De Passagem , contam com desenhos originais do arti</video:description>
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      <video:title>Mimicat volta aos originais com &lt;i&gt;Santa&lt;/i&gt;, “canção autobiográfica” que é como um espelho</video:title>
      <video:description>Foi há um ano que Mimicat deu uma reviravolta na sua carreira, ao lançar um álbum quase todo cantado em português e que ela apresentou como uma “casa de emoções”:   Peito  . Depois de vencer o Festival RTP da Canção em 2023 com   Ai coração  , Mimicat deixava para trás dois álbuns em inglês,   For You   (2014) e   Back In Town   (2017), abraçando,  como aqui se escreveu  por altura do lançamento de  Peito , “uma exuberante mistura pop onde a música popular portuguesa e o fado se cruzam com influência soul, jazz, swing, aqui e ali a puxar à dança”. 

 E é a partir do caminho aberto com esse disco que Mimicat tem vindo a trabalhar, gravando ainda em 2024 um single com André Viamonte (  Agora é hora  ) e outros dois em 2025,   Agostinho   (em Abril) e   Perfume de mulher   (com Ágata, em Setembro). Agora, quase a fechar o ano, estreia  Santa , um novo capítulo no seu percurso musical. Escrita por ela e co-produzida por Filipe Survival (com quem já trabalhara em  Peito ),  Santa  é, nas palavras da cantora e compositora, citada no texto do lançamento, “uma canção autobiográfica sobre a vontade de ir contra todas as probabilidades do meio que nos rodeia e partir em busca de uma verdade nossa, seja ela qual for. É sobre o medo que nos prende mas, sobretudo, sobre a coragem de o enfrentar. É um espelho – olho para dentro e vejo a urgência de ser fiel ao que sinto”. 

 Nascida ao piano, a canção “ganhou forma e arranjos na colaboração com Filipe Survival”, que assina a música juntamente com Mimicat. E a sonoridade que dela se desprende, e que de alguma forma já se insinuava nos temas do álbum publicado em 2024, é, segundo a cantora, “um selo, uma assinatura que define a sonoridade Mimicat. Quase como se a Amy Winehouse viesse aos fados e bebesse um tinto com a Simone de Oliveira”. O videoclipe de Santa foi, segundo os promotores, desenvolvido pela cantora com o realizador Rodrigo Pedras.</video:description>
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      <video:title>Num mundo cada vez mais complexo, "as talentas" fazem a diferença, diz Beia Carvalho</video:title>
      <video:description>Ouça o podcast   aqui   
 

 A futurista e palestrante Beia Carvalho arrancou aplausos da plateia em um evento realizado recentemente no Porto. Numa de suas intervenções no debate que tratava sobre a necessidade de talentos num mundo cada vez mais complexo, ela disparou: "O mundo está precisando de talentas". O neologismo nasceu do inconformismo da brasileira. Para ela, quando se fala de talentos, a primeira imagem que vem na cabeça das pessoas é de um homem, nunca de uma mulher. 

 A provocação de Beia levou um dos presentes no Diáspora Prime Portugal, Gonçalo Terenas, a criar um projeto que fomentasse a discussão em torno das "talentas". E nasceu o Beia  &amp; Friends, um talk show em que mulheres de destaque nas áreas que atuam contam suas histórias e mostram como superaram as barreiras impostas por um sociedade patriarcal. A primeira edição, com as participações de Paula Russo,  head  de inovação da alemã Emma, e Ana Rodrigo, à frente da Academia da Confederação das Indústrias Portuguesas (CIP), está marcada para 14 de outubro. 

 Beia conta que, desde que lançou o termo "talentas", tem sido indagada por várias pessoas. Mas, antes de expor seu pensamento, ela devolve a pergunta. "Questiono as pessoas sobre como elas veem a expressão. Algumas me dizem que é uma provocação. Outras, que não sabem o que pensam ou associam o termo à inclusão. E há aquelas que acham o oposto, que a palavra 'talentas' não inclui a comunidade LGBTQIA+, que poderia ser 'talentes', abarcando 'todes'. Acredito que esse neologismo nos faz refletir", ressalta. 

 
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 Na avaliação da brasileira, o fato de a expressão gerar polêmica, curiosidade e discussão confirma a necessidade do debate. "Apesar de a palavra talento ser de gênero neutro, no mercado corporativo, quando você fala em talentos, na cabeça de cada pessoa da empresa vem a imagem de um homem. Eu gosto da palavra 'talentas' porque ela ilumina um assunto que tem a ver com todos os mercados no mundo </video:description>
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      <video:title>“A Palestina vencerá”: centenas receberam os portugueses detidos em Israel no Aeroporto de Lisboa</video:title>
      <video:description>Mariana Mortágua, Sofia Aparício, Miguel Duarte e Diogo Chaves, os portugueses que integraram a Flotilha Global Sumud, que levava ajuda humanitária à população palestiniana em Gaza e foi interceptada pelas forças israelitas, aterraram no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, pelas 22h40 deste domingo. 

 Siba mais: 

 
	  “Vimos um soldado israelita, com os nossos passaportes, a falsificar as nossas assinaturas”</video:description>
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      <video:title>O momento da demolição das chaminés que marcavam a paisagem de Sines</video:title>
      <video:description>Esta quinta-feira, 2 de Outubro, a EDP levou a cabo a demolição de duas chaminés de 225 metros que faziam parte da antiga central termoeléctrica de Sines, no distrito de Setúbal. A demolição, com recurso a explosivos, faz parte de um programa de desmantelamento e demolição da central até 2028, revelou a EDP à Lusa. 

 Segundo a mesma fonte, “a operação foi conduzida com elevados padrões técnicos e de segurança, e em estreita articulação com as autoridades competentes”. 

 A central movida a carvão, construída na década de 70 e  encerrada em 2021 , chegou a abastecer um terço da electricidade consumida em Portugal e a empregar cerca de 250 trabalhadores. A EDP referiu ainda que a empresa está a “trabalhar em novas soluções na área da central assentes em energia limpa”. 

 O desmantelamento desta central segue um compromisso estratégico da empresa, que tem como objectivo o abandono total da produção de energia através do carvão. Para além disso, a EDP pretende tornar-se 100% verde em 2030.</video:description>
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      <video:title>Vieira: "Casos? Que eu saiba, o Trump tem processos na Justiça e é presidente dos EUA"</video:title>
      <video:description>Luís Filipe Vieira, antigo presidente das “águias”, diz que Rui Costa deixou património do clube degradar-se, diz-se inocente em todos os processos e aponta inédito pentacampeonato como objectivo de vida. 

 Leia a  entrevista completa .</video:description>
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      <video:title>Vídeo: tema a tema, Carminho revela o seu novo álbum, &lt;i&gt;Eu Vou Morrer de Amor ou Resistir&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>É fado, mas nele se escutam instrumentos históricos como o Ondes Martenot ou o Cristal Baschet, guitarra eléctrica, a voz de Laurie Anderson e a poesia de Ana Hatherly. É o regresso de Carminho:  Eu Vou Morrer de Amor ou Resistir  tem edição agendada para 10 de Outubro.  

 “Digo-o muitas vezes e vou continuar a dizer: não tenho pretensões de mudar o fado. Gosto é de cantar fados e aquilo que faço são processos de experimentação, formas de desafiar as suas leis da gravidade”,  disse a fadista  a Gonçalo Frota na entrevista que dá a capa da edição desta sexta-feira do Ípsilon. 

 Neste vídeo, realizado por Duarte Sarmento e disponibilizado pela editora Sony Music, a fadista desfia os temas que compõem o seu novo álbum. No final, ouvimos Carminho e os seus músicos a interpretar, ao vivo dos Estúdios Namouche, em Lisboa,  Trazes-me tanta saudade , um exemplo de como este fado é elástico, desafiante, aventureiro — sem nunca deixar de ser fado. 

 
	   Leia a entrevista com Carminho</video:description>
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      <video:title>Israel intercepta flotilha e detém Mariana Mortágua, Sofia Aparício e Miguel Duarte</video:title>
      <video:description>A líder e deputada do Bloco de Esquerda Mariana Mortágua e a actriz Sofia Aparício foram detidas esta quarta-feira, juntamente com outros activistas, como Greta Thunberg, pela Marinha israelita durante a intercepção da flotilha humanitária que se aproximava de Gaza.  

 Marcelo Rebelo de Sousa garantiu, numa breve nota publicada no site da Presidência, que os portugueses que seguiam a bordo da flotilha terão apoio consular. 

 Leia mais: 

 
	 
	  Flotilha: Israel detém Miguel Duarte. Greve geral convocada em Itália em protesto  
	 
	 
	  Israel intercepta flotilha humanitária e detém Mariana Mortágua</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Preciso d’um copo&lt;/i&gt; são os Conjunto!Evite a anunciar para Novembro a &lt;i&gt;Suite Giacometti&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Já andam nisto há mais de dez anos, durante os quais somaram quatro discos:   Conjunto!Evite   (2014),   Ondas e Marés   (2016),   Se Isto É um Disc o  (2019) e   Penso Logo Desisto   (2021). Pois o quinto vem a caminho, em resposta a um desafio que o  Festival Giacometti  lhes lançou em 2023, ano em que ali actuaram, com um espectáculo “inspirado na mecanização agrícola e no território alentejano”. A anunciar esse seu novo álbum, os  Conjunto!Evite  (quinteto nascido em Rio Maior e hoje composto por Vicente Santos, teclados e voz; Fábio Neves, guitarra eléctrica e  lapsteel ; Manuel Belo, guitarra eléctrica e efeitos; Sebastião Santos, bateria e voz; e Zé Devesa, baixo) estreiam esta sexta-feira o tema  Preciso d’um copo , single gravado no estúdio A Casinha, com a colaboração da multi-instrumentista Ana Santos e do cantor e compositor Paulo Ribeiro (Tais Quais, Anonimato, Baile Popular), ambos naturais de Beja. O videoclipe, com o Alentejo por inspiração e mote, foi realizado por Vicente Santos com recurso a imagens de arquivo da RTP. 

 Criada em pleno confinamento da pandemia da covid-19,  Preciso d’um copo  nasceu de uma maqueta que Vicente Santos gravou para o computador. “Tinha quatro instrumentos – um sample que define a harmonia, o beat e baixo, um piano midi arpeggiator, um beat midi para dar gordura ao sample e umas melodias etéreas de sintetizador. Eu sentia que havia espaço para vozes, tipo um rap meio falado, ou então uma cena hoy nation, alusivo ao género de canções rock como  TNT  ou  Thunderstruck  dos AC/DC, em que tens um grupo grande de pessoas a gritar algo repetidamente, tipo claque.” E a base foi evoluindo, conforme recorda Sebastião Santos no texto que acompanha o lançamento: “Saltámos para 2023, a discutir ideias para o  Giacometti  e dentro do conceito de trabalho maquinal e ‘música feia’, foi só ligar o telemóvel e pôr a canção a tocar. Depois o Vice fez a letra e melodia, meio abstracta e sinestética, como um delírio febril mas cheio de dicas.” Manuel Belo acrescenta, por sua vez: “ </video:description>
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      <video:title>De Serpa, entre Alentejo e ritmos latinos, Lucy Val recorda no Outono o &lt;i&gt;Calor&lt;/i&gt; do Verão</video:title>
      <video:description>Foi em Abril que Lucy Val deu a conhecer   Enfim  , primeiro tema de um álbum co-produzido por Pedro da Linha, num mistura de ritmos latinos (cumbia, reggaeton, bachata, bolero) com electrónica e ecos de raízes alentejanas. Sem se desviar desse caminho, lança agora um novo tema,  Calor , remetendo, já no Outono, para memórias do Verão. A produção é de Lucy Val, Pedro da Linha, Benny e Bruno Mota e o tema, “criado no silêncio das planícies de Serpa”, transforma, segundo o texto de lançamento, “o quotidiano do sul da Europa em música: o calor das tascas entre cartas e risos, das mãos calejadas que trabalham a terra, dos corredores onde o sol entra pelas janelas, quente e lento, dos baldes de água fresca e do derreter dos gelados.” 

 Primeiro conhecido como FRNKL, em 2017, foi a partir dessa altura que começou a trabalhar com Kidonov, com quem lançou canções como   Monster  ,   Te quiero   ou   Lucy   – e foi o nome desta última que fez a ponte para o novo projecto de João Giga, que em 2020, adoptando já o nome artístico de Lucy Val, publicou três singles:  Valentino ,  Bicho  e  Zero . Não tardaria o primeiro EP,  Serpentino , lançado em 2023, ao qual se seguiria, em 2024, um novo single,   Aqui se faz, aqui se paga  , com Pedro da Linha e The Legendary Tiger Man (Paulo Furtado).</video:description>
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