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      <video:title>Condutor de camião está preso há dias num buraco na estrada no Japão</video:title>
      <video:description>Na terça-feira de manhã, numa estrada de Yashio, na província japonesa de Saitama, abriu-se um buraco de dez metros de diâmetro e outros tantos de profundidade, que acabou por engolir um camião que por ali passava e o homem que o conduzia. As equipas de resgate continuam a tentar salvar o homem, depois de uma interrupção das operações na quarta-feira após o aparecimento de um segundo buraco. 

  Saiba mais:  

 
	  Japão: Condutor de camião preso num buraco na estrada há dois dias​</video:description>
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      <video:title>Bunker Live Sessions: Aníbal Zola</video:title>
      <video:description>Aníbal Zola , nome artístico de José Aníbal Beirão, é um contrabaixista de formação e cantautor por vocação, nascido no Porto em 1983. 

 Ao longo do seu percurso musical tem explorado um estilo influenciado pela música popular portuguesa e latino-americana, especialmente a brasileira, além de se inspirar em artistas como Tom Waits, Cole Porter e Duke Ellington. 

 Já editou três álbuns:  Baiumbadaiumbé  (2018),  Amortempo  (2020) e  Quem sai aos seus  (2022). As suas actuações assumem três diferentes formatos, podendo apresentar-se a solo, recorrendo a uma  loop-station  para conjugar voz e contrabaixo, actuar em trio com percussão e cordas ou em sexteto, adicionando sopros e uma segunda percussão. 

 As Bunker Live Sessions são o novo projecto da  Bunker Records , coordenado pelo músico Miguel Dinis, que o P3 vai partilhar nos próximos meses. As sessões, gravadas nos estúdios Bunker, no Porto, podem ainda ser ouvidas na Rádio Nova, às 17h. Aqui ficam três perguntas para conheceres melhor o artista convidado.  

  Como foi o dia de gravação para as Bunker Live Sessions?  
Foi um dia muito bem passado, onde conheci gente que não conhecia, gente muito boa. Em termos de trabalho, os processos foram simples, acho que o resultado foi bom. 

  ​Qual é o significado da música que escolheste? Alguma memória que te fez escrevê-la?  
A música que eu trouxe fala um pouco da azáfama da vida que todos nós levamos. Realmente há uma memória… na altura havia uma grua mesmo em frente a minha casa, então brinquei com isso e achei piada ao facto de grua rimar com lua. 

  Quais são as tuas inspirações? Existe alguma banda com menos reconhecimento que queiras partilhar?   

 “As minhas inspirações têm muito que ver com a música portuguesa, seja o fado seja a música mais folclórica portuguesa. Também vou muito beber a música africana especialmente lusófona mas não só. Também a música sul-americana brasileira e de outros países da América do Sul. 

 Em termos de inspiração, não é que tenham pouco conhecimento, que j</video:description>
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      <video:title>Chegaram à Cisjordânia prisioneiros palestinianos libertados por Israel</video:title>
      <video:description>Chegaram, esta quinta-feira, a Ramallah, na Cisjordânia, os prisioneiros palestinianos libertados por Israel. A libertação estava prevista no acordo de cessar-fogo com o Hamas, após a entrega de oito reféns, sequestrados durante o ataque de 7 de Outubro de 2023.  

 Saiba mais: 

 
	  Israel liberta prisioneiros palestinianos, mas critica “caos” na troca de oito   reféns  
	  Hamas   libertou quatro reféns e presos palestinianos também foram libertados por Israel​</video:description>
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      <video:title>Jovem militar israelita entregue pelo Hamas à Cruz Vermelha</video:title>
      <video:description>A jovem militar Agam Berger foi a primeira a ser entregue à Cruz Vermelha, em Gaza. A libertação de sete reféns sequestrados a 7 de Outubro de 2023 foi transmitida em directo na televisão. 

 Está previsto que sejam libertados cinco trabalhadores tailandeses durante o dia e aguarda-se que Israel liberte 110 prisioneiros palestinianos. 

 Saiba mais: 

 
	  Hamas liberta reféns em directo para as televisões</video:description>
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      <video:title>Vídeo mostra colisão entre avião e helicóptero militar em Washington</video:title>
      <video:description>Um avião de passageiros de uma subsidiária da American Airlines despenhou-se na noite desta quarta-feira (madrugada de quinta em Portugal) junto ao Aeroporto Nacional Reagan, em Washington DC. O avião da American Eagle era um Bombardier CRJ-700 que transportava 60 passageiros e quatro tripulantes. 

 Pelo menos 19 corpos tinham sido resgatados até cerca das 4h locais (9h em Portugal continental). Não há notícias de sobreviventes e as autoridades também não avançam ainda com um número de mortos. 

 Saiba mais: 

 
	  Avião despenha-se em Washington após colidir com helicóptero militar. Há mortes entre as 67 pessoas a bordo</video:description>
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      <video:title>Carmen Souza lança em Portugal o álbum &lt;i&gt;Port’Inglês&lt;/i&gt; com videoclipe de &lt;i&gt;Badju mandadu&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>No mesmo dia em que é lançado em Portugal o 11.º álbum de Carmen Souza,  Port’Inglês , estreia-se na plataformas digitais um novo videoclipe retirado do seu alinhamento,  Badju Mandadu . Trata-se de uma gravação ao vivo, feita em Espanha, durante o concerto de lançamento do disco, no dia 22 de Novembro de 2024, no Teatro Fernando de Rojas (do Círculo de Bellas Artes), integrado na programação do Festival Internacional Jazz Madrid. A lotação da sala esgotou e, no palco, estavam Carmen Souza (voz, guitarras), Theo Pascal (baixo), Elias Kacomanolis (batería) e Jonathan Idiagbonya (piano).  Badju Mandadu  é o segundo videoclipe de  Port’Inglês , depois de   Francis drum  , publicado a 10 de Janeiro. 

  Port’Inglês , álbum onde Carmen Souza transforma em canções a herança de 120 anos de permanência inglesa em Cabo Verde, entre o início do século XIX e o século XX, já tinha sido lançado em finais de Setembro na Alemanha e na Áustria e é lançado esta sexta-feira em França e em Portugal, onde Carmen fará uma digressão por quatro cidades: Grândola, a 7 de Fevereiro (Festival Microsons, 21h30), Lagoa, a 8 de Fevereiro (Auditório Carlos do Carmo), Portalegre (15 de Fevereiro, Centro de Artes e Espectáculo) e Loulé (10 Maio, no Festival MED, Cine-Teatro Louletano, 21h30). Desde que iniciou a sua carreira a solo, em parceria com Theo Pascal, Carmen Souza já gravou dez álbuns:  Ess ê nha Cabo Verde  (2005),  Verdade  (2008),  Protegid  (2010),  Kachupada  (2012),  London Acoustic Set  (2012, ao vivo),  Live at Lagny Jazz Festival  (2014, com DVD),  Epistola  (2015),  Creology  (2017),  The Silver Messengers  (2019),  Interconnectedess  (2022) e  Port’Inglês  (2024).</video:description>
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      <video:title>Libertação de Auschwitz foi há 80 anos. “Nunca houve tamanha crueldade no mundo”, diz sobrevivente</video:title>
      <video:description>Agnes Darvas, 92 anos, foi deportada da Hungria para Auschwitz em 1944. Na altura com apenas 12 anos, escapou à morte porque estava a vestir um casaco da mãe, que também lhe tinha cortado o cabelo para prevenir piolhos. 

 O penteado e as roupas fizeram com que parecesse mais velha aos olhos de  Josef Mengel , o "Anjo da Morte" de Auschwitz, que decidiu não a encaminhar para as câmaras de gás juntamente com as outras crianças. Este é o seu testemunho, no dia em que passam 80 anos desde a libertação de Auschwitz. 

 Saiba mais:  

 
	  Percepções anti-semitas estão a aumentar em todo o mundo, um “sinal de aviso”  
	  Sem Netanyahu nem Putin, líderes mundiais juntam-se em Auschwitz para lembrar as vítimas do Holocausto</video:description>
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      <video:title>“Estamos felizes por regressar à nossa terra”: palestinianos voltam ao Norte de Gaza</video:title>
      <video:description>As imagens impressionam: dezenas de milhares de palestinianos, muitos a pé, outros de carro, começaram esta segunda-feira a regressar ao Norte de Gaza, de onde muitos saíram no início da guerra que se seguiu ao 7 de Outubro. Em júbilo por irem reencontrar familiares ou voltarem a casa, mesmo que se preparem para montar uma tenda, entre destroços.  "Deus é grande", reage mulher palestiniana.  

 O regresso acontece depois de o Qatar, um dos mediadores do cessar-fogo entre Israel e o Hamas, ter anunciado que o movimento islamista palestiniano iria libertar uma refém civil. Israel acusava o Hamas de não cumprir a sua parte do acordo por ter libertado militares (quatro mulheres) antes de civis. 

  Saiba mais:  

 
	  “É a alegria do retorno” ao Norte da Faixa de Gaza, apesar da enorme destruição</video:description>
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      <video:title>Para abrir um negócio não basta apenas uma boa ideia, é preciso planejamento</video:title>
      <video:description>Ouça e siga aqui o podcast   
 

 O que significa empreender? Para Mariana Oliveira, fundadora da Ancestralizando, é transformar a conexão com a ancestralidade africana em um negócio que mistura moda, gastronomia e história. “O empreendedorismo, para mim, é criar e recriar. É investir em algo que reflita quem somos e, ao mesmo tempo, proporcionar trabalho para outras pessoas”, define. A marca, que oferece roupas e acessórios inspirados na cultura afro-brasileira, além de alimentos como o acarajé, busca manter vivas tradições que atravessam gerações. 

 Nilzete Pacheco, mentora empresarial, enfatiza que empreender exige mais do que boas ideias. “Um plano de negócios é essencial, mas ele precisa sair da gaveta. O segredo está na execução e na persistência”, ressalta. Em sua visão, muitos empreendedores, especialmente imigrantes em Portugal, enfrentam desafios por desconhecerem aspectos legais, como códigos de atividade econômica (CAEs) e obrigações fiscais. Segundo ela, “o empreendedor precisa não apenas conhecer seu mercado, mas também entender a legislação local para evitar erros que podem comprometer o negócio”. 

 Apesar das dificuldades, as histórias de Mariana e Nilzete mostram que criatividade e organização podem transformar sonhos em realidades sólidas. Para Mariana, empreender é também um ato de resistência e conexão. “O acarajé, por exemplo, foi o primeiro empreendedorismo das mulheres negras no Brasil. É uma história de luta e liberdade que continuamos a contar”, ressalta. Já Nilzete reforça que o sucesso requer formação e acesso a recursos, que muitas vezes estão disponíveis, mas são pouco conhecidos. Ambas deixam claro que empreender é desafiar limites e, acima de tudo, acreditar no próprio potencial.</video:description>
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      <video:title>Do teclado aos baldes, a Cremalheira do Apocalipse é reintegração, é “terapia”</video:title>
      <video:description>Este é um dia cheio para a Cremalheira do Apocalipse (leu bem), banda formada por algumas das pessoas a quem o Centro Social de Soutelo dá resposta social: o ensaio da tarde está a servir para a banda não só fazer as primeiras gravações daquele que será o seu álbum de estreia, a ser editado pela Favela Discos, como também preparar o concerto de Ano Novo (esta nossa visita aconteceu mesmo no início de Janeiro) que dará à noite, no próprio Centro Social de Soutelo. 

 Após o final do ensaio, o artista Artur Carvalho explica-nos como surgiu o colectivo. “Há uns anos, fui convidado a desenvolver um projecto com jovens desempregados aqui na zona de Gondomar. A ideia era, através da música, trabalhar uma série de questões que poderiam ajudar à reintegração das pessoas: a pontualidade, a concentração, a escuta activa… Esse trabalho foi feito durante três anos e conseguimos resultados, empregámos pessoas. Quem ficou sem resposta foram pessoas cuja condição talvez nunca permitirá a sua integração num emprego ‘clássico’. Isto, para elas, serve hoje como uma oficina de ocupação.” 

 O grupo é composto por pessoas com problemas de saúde mental e deficiência intelectual. Há quem toque instrumentos mais típicos. Há quem toque instrumentos típicos de formas menos típicas (há, no tampo de uma das mesas, uma espécie de xilofone desconstruído e simplificado: só avistamos uma quantidade reduzida das lâminas que constituem o instrumento). Há, ainda, quem trate baldes ou panelas como se fossem bombos. 

 Os instrumentos menos convencionais foram trabalhados pelos próprios elementos do grupo, numa outra oficina realizada todas as semanas no centro social que é uma oficina de madeiras, dinamizada por dois luthiers; o facto de tocarem os seus próprios instrumentos contribui para “o seu empoderamento e a sua capacitação”, diz Mariana Eugénio, coordenadora dos projectos de intervenção comunitária com metodologia artística do Centro Social de Soutelo. Por outro lado, reflecte Artur, o facto de serem objectos do quotidiano ajuda a que</video:description>
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      <video:title>Bastam uns circuitos eléctricos: Ligados às Máquinas, a música e a paralisia cerebral</video:title>
      <video:description>Cerca de dez pessoas com paralisia cerebral, todas sentadas nas suas respectivas cadeiras de rodas, fazem um semicírculo à frente do seu musicoterapeuta, uma espécie de regente. Nenhuma delas tem perto de si um bombo, ou um violino, ou um trompete... Mas são elas as responsáveis pela costura do tapete musical que estamos a ouvir. São elas as disparadoras da sucessão de  samples  que, juntos, estão a fazer canções com princípio, meio e fim. E pouco mais estão a fazer do que, por exemplo, bater num aro com a mão. 

 Este e outros objectos passíveis de conduzir pelo menos um bocadinho de electricidade estão presos a pinças tipo crocodilo. Estas encontram-se numa das extremidades de fios que, do outro lado, estão conectados a uma placa, por sua vez ligada ao computador do musicoterapeuta por USB. 

 No computador está aberto um  software  (o programa de produção de áudio Soundplant) onde é possível associar um som a cada tecla do teclado — ou, neste caso, a cada objecto condutor de corrente eléctrica que se encontre ao alcance dos diferentes elementos dos Ligados às Máquinas, a “orquestra de samples” da Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra (APCC). 

 Para tocar, cada um (e são dez, mais o “maestro” Jacob) mexe aquilo que consegue mexer: a mão, o lábio, a cabeça… Cada pessoa, ao bater no objecto que se encontra preso à pinça, “fecha o circuito eléctrico, o que diz ao Soundplant para disparar o seu som”, diz Jacob. Pedro Falcão, como “não tem movimentos precisos”, usa um aro, “que tem uma superfície de contacto maior”. Fátima Pinho, por outro lado, tem “muito mais capacidade funcional”, pelo que usa um teclado de computador, ligado ao PC de Jacob por USB, que lhe dá acesso a mais sons. 

 “Somos como os outros. Temos as nossas dificuldades, mas, com um bocadinho de ajuda das outras pessoas, a gente consegue chegar onde os outros chegam”, diz-nos, entre ensaios, a música que também faz parte dos 5.ª Punkada, outra banda nascida no seio da APCC. Ela gosta de rock e de kizomba; Hélia diz-se fã de “música ba</video:description>
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      <video:title>loop instrumentos adaptados</video:title>
      <video:description>loop instrumentos adaptados</video:description>
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      <video:title>Nomeações aos Óscares agarraram “o que de mais perturbante apareceu nos ecrãs”</video:title>
      <video:description>A actriz brasileira Fernanda Torres conquista o favoritismo, com  Ainda Estou Aqui.   Emilia Pérez  lidera nas contas, com 13 nomeações, um recorde para um filme falado em língua não inglesa.  

 Saiba mais:  

 
	  “ Go, Fernandinha, Go ”,  Emilia Pérez  e  O Brutalist a: nomeações aos Óscares</video:description>
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      <video:title>Depois do &lt;i&gt;Sol&lt;/i&gt; de Dezembro, Maria João traz-nos uma &lt;i&gt;Esperança&lt;/i&gt; a anunciar &lt;i&gt;Abundância&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O disco foi anunciado em Dezembro e será, garantiam os promotores, “uma obra que celebra a fusão das tradições com o futuro”, entre “a espiritualidade africana e a inovação electrónica”. O seu nome?  Abundância , que terá em breve lançamento mundial pela Galileo Music. Maria João volta a trabalhar com João Farinha e André Nascimento, seus cúmplices no projecto OGRE, para criar mais um disco marcado pela singularidade do seu canto e das suas experiências musicais. 

 O primeiro tema de Abundância foi revelado em Dezembro, chamava-se   Ao Sol   e contava com as vozes do coro moçambicano TP50, Xixel Langa, Xizimba, Leticia Deozina, Nadya Cosmo e Onésia Muholove. Agora publica um outro,  Esperança , que conta de novo com o coro TP50 e, com João Farinha nos teclados e sintetizadores e André Nascimento na electrónica, se revela, no dizer dos seus promotores, uma “peça em que a sua voz busca ecos de uma infância sempre presente e, em modo de abstracção pura, sobre cadência bem vincada, transporta-nos para um mundo de sonhos em que as aranhas fiam magia e as cabeças são azuis.” Maria João adaptou um texto do poeta moçambicano José Craveirinha (1922-2003, compondo a música juntamente com João Farinha. O vídeo é de Nuno Barbosa, que assina a produção vídeo com Lia Fernandes.</video:description>
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      <video:title>"A grande maioria dos imigrantes não é criminosa", diz bispa episcopal a Trump</video:title>
      <video:description>Donald Trump começou o seu primeiro dia como Presidente dos EUA, depois da tomada de posse, numa cerimónia da Igreja Episcopal em Washington. Durante o sermão foi surpreendido com as palavras de Mariann Edgar Budde, que apelou directamente ao Presidente para que protegesse os imigrantes e os direitos dos homossexuais e transgénero. 

 “Há crianças  gays , lésbicas e transgénero em famílias democratas, republicanas e independentes. Algumas temem pelas suas vidas”, disse Budde.</video:description>
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      <video:title>O TikTok foi banido e voltou horas depois aos EUA. O que aconteceu?</video:title>
      <video:description>Com a recusa da ByteDance de vender o TikTok, aconteceu o esperado  blackout  da rede social no domingo, 19 de Janeiro. 

 Mas, no próprio dia, a  app  voltou inesperadamente, com uma mensagem que indicava que o TikTok estaria a trabalhar com o "Presidente Trump" – ainda não empossado no domingo, 19 de Janeiro – para restabelecer o serviço. 

 Sabe mais:  

 
	 
	  TikTok restaura serviço nos EUA depois de Trump prometer “salvar” a aplicação  
	 
	 
	  TikTok será proibido nos EUA neste domingo: saiba o motivo e como (não) pode ser evitado</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1048706761</video:player_loc>
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      <video:title>Pelo menos 76 mortos num incêndio em estância de esqui na Turquia</video:title>
      <video:description>O incêndio deflagrou por volta das 3h30 da manhã, hora local, na zona do restaurante do hotel da estância de esqui de Kartalkaya, tendo rapidamente tomado conta do edifício, segundo o governador de Bolu, Abdulaziz Aydin. 

 Saiba mais: 

 
	  Incêndio em estância de esqui na Turquia mata 76 pessoas e obriga hóspedes a saltar das janelas</video:description>
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      <video:title>Das deportações em massa à exploração de Marte, o resumo da tomada de posse de Trump</video:title>
      <video:description>"A partir deste momento, o declínio da América terminou", anunciou o 47.º Presidente dos Estados Unidos da América durante a cerimónia oficial de tomada de posse. 

 Donald Trump confirmou o início da deportação em massa de imigrantes em situação irregular e a declarou "emergência energética nacional". 

 Saiba mais:  

 
	  "Acabar com Novo Acordo Verde" e "expandir o território". O plano de Trump para os EUA  
	  Trump, o “pacificador”, proclama “era dourada” e exige devolução do Canal do Panamá</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1048713043</video:player_loc>
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      <video:title>"Acabar com Novo Acordo Verde" e "expandir o território". O plano de Trump para os EUA</video:title>
      <video:description>No discurso de tomada de posse, Donald Trump deixou duras críticas ao Governo cessante e prometeu mudanças profundas na governação do país: uma "era dourada" e o "fim do declínio" da América. 

 Saiba mais: 

 
	  Acompanhe ao minuto : Trump toma posse e anuncia deportações e uma nova “era dourada dos Estados Unidos”</video:description>
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      <video:title>Cabreira, a aldeia dos companheiros</video:title>
      <video:description>Cabreira do Côa é uma pequena aldeia do distrito da Guarda, localizada no extremo oeste do concelho de Almeida, já bem perto da fronteira com Espanha. Com uma altitude média de 720 metros, fica numa encosta da margem direita da Ribeira das Cabras, aninhando-se num pequeno vale abrigado por pedras arredondadas. Se o património natural e edificado da aldeia é merecedor de referência e visita, o património humano é ainda de maior impacto. É na  aldeia de Cabreira  que vivem há quase 25 anos muitos dos companheiros da ASTA - Associação Socioterapeutica de Almeida, mostrando como é possível uma verdadeira inclusão social de pessoas com multideficiência.  

  Veja  outros episódio  da série   Rostos da Aldeia  .</video:description>
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      <video:title>João Camarero vai lançar um EP de homenagem a Baden Powell nos 25 anos da sua morte</video:title>
      <video:description>No ano em que se completam (em Setembro) 25 anos da morte do genial violonista e compositor brasileiro  Baden Powell  (1937-2000), outro violonista que se tem afirmado na sua linhagem gravou um EP com interpretações de cinco instrumentais de Baden. Desse disco, que chegará às plataformas digitais no dia 31 de Janeiro com o título  Baden , é publicado esta segunda-feira, em single e videoclipe, um dos temas,  Chará . Os restantes são parcerias de Baden Powell com outros músicos e autores:  Introdução ao Poema dos olhos da amada ,  O astronauta  e  Velho amigo , todos em parceria com Vinicius de Moraes, e  Voltei , com Paulo César Pinheiro. 

 Quem assina o EP, editado pela Borandá, é João Camarero, violonista e compositor nascido em 1 de Junho de 1990, em Ribeirão Preto (São Paulo), e criado na cidade de Avaré, onde aos 8 anos iniciou os estudos musicais, vindo a frequentar o Conservatório de Tatuí e a Escola Portátil de Música do Rio de Janeiro, onde actualmente é professor e monitor. Como solista, tem tocado em vários países além do Brasil (Estados Unidos, Japão, Coreia do Sul, França, Alemanha, Itália, Inglaterra, Bélgica, Países Baixos, Áustria) e como instrumentista tem tocado com inúmeros cantores e músicos como Maria Bethânia, Fagner, Mônica Salmaso, Leny Andrade, Yamandu Costa, Elton Medeiros, Cristina Buarque, ​Altamiro  Carrilho, Aquiles  Moraes, Nailor Proveta, Joel Nascimento, João Lyra, Cristovão Bastos, Leo Gandelman ou Henrique Cazes. 

 A solo, João Camarero estreou-se em disco com um  álbum homónimo , em 2014, seguindo-se-lhe   Vento Brando   (2019),   Gentil Assombro   (2022) e, no mesmo ano deste, o álbum   Divina Dádiva-Dívida  , tributo à cantora Elizeth Cardoso (1920-1990) em parceria com o cantor Celso Sim.</video:description>
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      <video:title>Bunker Live Sessions: Francisca Borges</video:title>
      <video:description>Francisca, jovem cantora e compositora, conduz-nos pelas complexidades da vida e do amor na sua música, aproximando-nos das nossas emoções. Através de melodias contagiantes e letras introspectivas, Francisca Borges convida todos a entregarem-se à intensidade dos sentimentos. 

 As Bunker Live Sessions são o novo projecto da Bunker Records, coordenado pelo músico Miguel Dinis, que o P3 vai partilhar nos próximos meses. As sessões, gravadas nos estúdios Bunker, no Porto, podem ainda ser ouvidas na Rádio Nova, às 17h. Aqui ficam três perguntas para conheceres melhor os artistas convidados, respondidas por Francisca Borges. 

  Como foi o dia de gravação para as Bunker Live Sessions?  
Eu gosto muito de estar na Bunker, já vos conheço há algum tempo, dou-me muito bem com as pessoas, sempre que estou lá é um ambiente muito fixe, composto por malta que vive pelo gosto da música e é sempre bom gravar num sítio assim. 

  Qual é o significado da música que escolheste? Alguma memória que te fez   escrevê-la?  
 ​ Todas as músicas que eu escrevo vêm um bocado da necessidade de me querer aproximar das minhas emoções, pensamentos... E como sou uma pessoa muito introspectiva sinto que elas recaem muito sobre isso. 

 Tive a sorte de escrevê-la com um amigo meu, que é o Sá Pinto, um artista incrível, e acabou por ser uma música que tenho muito carinho. 

  Quais são as vossas inspirações? Existe alguma banda com menos reconhecimento que queiram partilhar?  
As minhas inspirações, em termos de lírica e som, são neste momento Olivia Rodrigo e no doubt. Inspirações portuguesas seria a escrita de Jorge Palma, com a sua ironia e humor, tentando passar isso para as minhas músicas. Sá Pinto inspirou-se muito num estilo  Van Zee , que é um músico que ambos seguimos. 

 Adorei a segunda pergunta! Tenho uma amiga recente, a  Sara Megre . Também gostava de partilhar a Rita Vian, que não é propriamente não conhecida, e Left. Também adoro João Borsch.</video:description>
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      <video:title>Todos os jovens até aos 23 anos podem ter o passe gratuitamente. Sabe como</video:title>
      <video:description>O novo passe gratuito para todos os jovens até aos 23 anos — independentemente de estarem a estudar ou não — já está disponível. Para obtê-lo, precisas apenas de apresentar o teu cartão de cidadão como prova de idade em qualquer um dos postos de venda de bilhetes e passes. 

 Depois, tens de renovar o título todos os meses — ainda que seja gratuito. 

 Sabe mais: 

 
	  O passe gratuito deixou de ser apenas para estudantes e passou a ser para todos os jovens até aos 23 anos. O que fazer para ter?</video:description>
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      <video:title>Do “América primeiro” à “carnificina americana”: o que Trump disse em 2017</video:title>
      <video:description>A 21 de Janeiro de 2017, Donald Trump discursava na tomada de posse como o 45.º Presidente dos Estados Unidos da América. 

   

 Leia também: 

 
	  Donald Trump inaugura a era da “América primeiro”  
	 
	  As palavras de Trump: da habitual "América" (17 vezes) à inédita "carnificina"</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1047589094</video:player_loc>
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      <video:title>Cessar-fogo em Gaza adiado após noite de bombardeamentos</video:title>
      <video:description>A 15 de Janeiro, o Governo qatari anunciou que Israel e o Hamas chegaram a um acordo para cessar-fogo e libertar reféns. Horas depois do anúncio do acordo, as Forças Armadas israelitas intensificaram os bombardeamentos em Gaza, matando pelo menos 70 pessoas. 

 Esta manhã, Israel adiou a reunião destinada a aprovar o acordo de cessar-fogo na Faixa de Gaza. Benjamin Netanyahu  acusa o Hamas de estar a tentar “extorquir concessões de última hora” e  garante que só vai reunir para aprovar o cessar-fogo quando o Hamas aceitar todos os elementos do acordo. 

 Leia também: 

 
	 
	  Governo israelita acusa Hamas de exigir “concessões de última hora” e adia aprovação do cessar-fogo  
	 
	 
	  Israel ataca Gaza poucas horas depois de acordo de cessar-fogo. Morreram 32 pessoas  
	 
	 
	  Reconstrução de Gaza vai demorar muitos anos e custar milhares de milhões de dólares</video:description>
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      <video:title>Mariana Reis volta às canções dos concertos de 2024 dando-lhes nova forma em &lt;i&gt;Acústico&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Foi há um ano, em finais de Janeiro de 2024, que Mariana Reis lançou o seu primeiro álbum a solo, intitulado lança   não és tu, nem sou eu  , apresentando-o depois numa série de concertos, antecedida de uma ronda pela Fnac. Agora, chegada a 2025, quis “eternizar as versões que andava a tocar ao vivo” por vários palcos, reconstruindo num novo álbum, totalmente acústico, o alinhamento desses concertos. Com uma particularidade, anunciada com a publicação do primeiro tema: o novo álbum, intitulado Acústico, vai ser editado espaçadamente, entre 15 de Janeiro e 23 de Abril, revelando-se a cada duas semanas uma nova canção do disco. 

 Com produção e novos arranjos a cargo de Mariana Reis (letras, música e voz), Salvador Pais (guitarra acústica) e Célio Cardoso (guitarra eléctrica), e captação, mistura e masterização de Sérgio Mendes, a ordem de publicação das canções será esta: a 15 de Janeiro, mais uma sobre ti; a 29 de Janeiro, feita parva, mas tua; a 12 fevereiro, lado a lado; a 26 de Fevereiro, e se eu te disser; a 12 de Março, não és tu, nem sou eu; a 29 de Março, alguém que só sonha contigo; a 9 de Abril, um café por beber; por fim, a 23 de Abril, engana-me hoje, eu deixo. 

 Cada canção terá um novo videoclipe. Com elas, Mariana Reis quer chegar mais perto do seu público: “É bom ver as  streams  e os números a crescer, mostra que o nosso trabalho está num bom caminho, mas aquilo que dá mesmo sentido ao que fazemos, é este andar de mãos dadas com quem nos ouve. Para mim vale sempre mais receber uma ou duas mensagens de alguém de carne e osso, que partilhe comigo o impacto da minha canção, em algum momento da sua vida”. 

 Nascida em Almada, em 1996, Mariana Reis teve aulas de piano durante onze anos, aprendeu a tocar guitarra sozinha e, a par disso, formou-se em gestão de empresas e dá aulas de piano em duas escolas, enquanto compõe para si própria e para outras vozes. Em Abril de 2022 lançou um EP intitulado   coisas por dizer  , ao qual se seguiu, em 2024, o álbum   não és tu, nem sou eu  .</video:description>
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    <loc>https://www.publico.pt/2025/01/12/video/galeria-incerteza-forjou-milenio-foz-coa-dar-ouvir-novo-misterio-alt-20250112-144612</loc>
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      <video:title>Galeria Incerteza forjou um &lt;i&gt;Milénio&lt;/i&gt; em Foz Côa para dar a ouvir o novo &lt;i&gt;Mistério Alt.&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Em Maio de 2024, vimo-lo a   Dançar na pista de choro   e agora Rui Garcia da Costa está de volta com a sua Galeria Incerteza para nos dar o EP que integra esse tema e mais quatro:  Mergulho lento ,  As plantas ,  Quero poço  e  Milénio , que se estreia esta segunda-feira, junto com o EP, em single e videoclipe. Nascido no Porto, em 1997, Rui deu os primeiros passos musicais a partir de 2013, em bandas punk (Mukipus, Super Gorila), além de compor para uma banda punk para crianças criada com amigos, a Panktufa. A solo, começou por apresentar-se como Oh Me, lançando dois EP (  Por Tudo o Que Caiu do Céu  , 2020; e   Olho Verde  , 2023) e um álbum (  Império de Sabão  , 2022), passando depois a apresentar-se como Galeria Incerteza. 

 O EP agora editado, a que deu o título de  Mistério Alt. , é por ele apresentado desta forma: “ Mistério Alt.  é a demonstração perfeita do que é andar aqui sem saber o que isto é. Baseado numa série de pesadelos, são perguntas berradas em plenos pulmões para o vazio e a sentir só o buraco a aumentar. O género é Lacrimodance e as músicas são 5, vagueando entre melancolia e uma felicidade culposa, chega para mexer e brincar com as coisas que pairam dentro da cabeça. Foi gravado em Vila Nova de Foz Côa e é sobretudo fruto de lágrimas de garagem. Feito durante a primavera e o verão de 2024, entre noites que parecem não acabar, frustração, inconsciência, fissuras e vontade de provar que há coisas para fazer até quando não nos apetece fazer nada.” 

 Quanto a  Milénio , ainda segundo Rui Costa, citado no texto que acompanha o lançamento, “fala de uma distopia bem presente na qual já não se sofre da mesma forma, está tudo comprimido numa pequena invenção falhada que dá luz e que vive colada à nossa perna. Se a solidão já era algo que assolava a quem está vivo, agora bate de forma diferente, é uma solidão cheia de caras e vídeos de animais, que no final do dia não nos aquecem, só nos tornam mais frios.” Com “uma sonoridade de um synth-pop mal-amanhado e bastante visual”,  Milénio  retrata</video:description>
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      <video:title>Antes e depois: Incêndios em Los Angeles</video:title>
      <video:description>Antes e depois: Incêndios em Los Angeles</video:description>
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      <video:title>Encostados à parede. O rosto de três comerciantes do Benformoso</video:title>
      <video:description>No dia 19 de Dezembro de 2024, a rua do Benformoso foi palco de uma "operação especial de prevenção criminal", levada a cabo pela PSP.  

 Mohammad é lojista nessa rua do Martim Moniz e estava a voltar da mesquita Jam-e-Masjid, a poucos metros da sua loja. Era para lá que se dirigia​ quando foi interpelado por um agente. "Antes, quando via a polícia, sentia-me seguro", conta ao PÚBLICO. Agora, confessa que o seu coração "acelera". 

 Siddik e Mohammad Rahim Uddin​ estavam no interior das lojas onde trabalham quando a polícia lhes ordenou que saíssem à rua e se encostassem à parede. Estiveram entre uma hora e meia a duas horas na mesma posição. Siddik respeita a polícia e assume a responsabilidade de colaborar, mas lamenta que a família e amigos o tenham visto "na posição de um criminoso". "Foi uma humilhação."  

 Das dezenas de pessoas revistadas, resultaram duas detenções: uma por posse de arma branca e uma droga, outra por mandado, por suspeita de pelo menos oito roubos. Os dois detidos são portugueses. 

 Dois dias depois da operação policial, decorreu uma acção de solidariedade com a população da rua do Benformoso na qual foram distribuídos cravos vermelhos. No dia 11 de Janeiro, Lisboa recebe a manifestação " Não nos encostem à parede ", contra "o racismo e xenofobia" e pela "liberdade e dignidade". Parte às 15H da Alameda e ruma ao Martim Moniz. 

 Leia também: 

 
	 
	  Operação da PSP: dezenas de pessoas encostadas à parede e duas detenções  
	 
	 
	  “Não achamos mal a polícia vir cá. Só não percebemos porque nos encostam à parede”  
	 
	 
	  Queixa à Provedora de Justiça sobre operação da PSP no Martim Moniz reúne mais de 700 assinaturas  
	 
	 
	  PSP justifica operação no Martim Moniz com 52 participações de crimes violentos</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/1045443375</video:player_loc>
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      <video:title>Ana Margarida Prado vai lançar um EP gravado ao vivo e anuncia-o com &lt;i&gt;Mudar o mundo&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Foi no dia 21 de Outubro de 2024 que a fadista Ana Margarida Prado apresentou ao vivo, no Teatro Maria Matos, o seu primeiro álbum a solo,   Laço  , todo ele escrito por João Monge, com músicas de fados tradicionais a par de composições inéditas assinadas por Agir, Luísa Sobral, Marco Oliveira, Mário Laginha, Pedro de Castro e Vitorino. Acompanhada pelos músicos que com ela co-produziram o álbum, Bernardo Couto (guitarra portuguesa), Bernardo Saldanha (viola) e Francisco Gaspar (viola-baixo), teve por convidados Camané, Carlos Bica e Mário Laginha, num cenário concebido por um seu “amigo e admirador”: Pedro Cabrita Reis. 

 Desse espectáculo, vai ser editado este ano um EP digital, que se anuncia esta sexta-feira com a publicação, em single e videoclipe da faixa oculta (disponível na edição física, em CD, mas não na edição digital)  Mudar o mundo , com as palavras de João Monge envolvidas na densa solenidade do Fado Menor. “Levaram-te horas tardias/ Era tarde e tu sonhavas/ Não disseram para onde ias/ Nem o dia em que voltavas”, ouvimos na segunda quadra, e é impossível não pensar nos que eram levados a meio da noite, a mando da ditadura, como os cantados por Amália em   Abandono   (com poema de David Mourão-Ferreira) ou José Afonso em   Era de noite e levaram   (com poema de Luís Andrade, Pignatelli). Porém, ao não fosse cantada no ano do cinquentenário do 25 de Abril, a última quadra revela-se esperançosa: “Sei que um dia voltarás/ No meu sonho mais fecundo/ Eu sei que tu és capaz/ De um dia mudar o mundo.” 

 Nascida no dia 9 de Junho de 1983, em Oliveira de Azeméis, Ana Margarida iniciou em 2011 uma carreira internacional que passou por Espanha, França, Suíça, Holanda, Alemanha, Rússia, Roménia, Luxemburgo, Marrocos, Polónia, Bélgica e Namíbia. Em Lisboa, para onde depois se mudou, actuou em várias casas de fado (A Severa, Sr. Vinho, Adega Machado, Fado ao Carmo, Maria da Mouraria), participou em vários projectos musicais (um dos quais foi o Bela Ensemble, formado na Tasca da Bela), apresentando-se a solo</video:description>
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      <video:title>Já de &lt;i&gt;Postal em Branco&lt;/i&gt; nas mãos, Marta Lima começa a apresentar ao vivo o novo EP</video:title>
      <video:description>À terceira é de vez: depois de publicar, em single e videoclipe, as canções   Passos marcados   (em Março de 2024) e   Postal em branco   (em Outubro), a cantora e compositora Marta Lima lança esta quinta-feira o seu prometido segundo EP (sucessor de   Murmúrio  , de 2023) com a publicação de um terceiro tema,  Vi-te partir , também em single e videoclipe. A par dos atrás citados, este EP, intitulado  Postal em Branco , inclui um quarto tema,  Lima Limão , composto em parceria com Ben Monteiro (dos D’Alva), que produziu e tocou vários instrumentos no disco. 

 Segundo a cantora, citada no texto que anuncia o lançamento, este seu novo EP “encerra uma mensagem forte e com um significado pessoal muito importante”: “Representa a fase de vida em que me encontrava quando escrevi estas canções: um lugar de dor, transformação, auto-aceitação e, posteriormente, paz e leveza”. Quanto à canção  Vi-te partir , afirma, “é a consciencialização da partida de alguém que deixou um vazio imenso”. Nas gravações do EP  Postal em Branco , além de Marta Lima (voz, bandolins, piano, coros) Ben Monteiro (baixo, sintetizadores, bateria, produção), participaram Francisco Santos (bateria), Afonso Lima (guitarra, bandolim), Maria Carvalho (teclados), Mariana Martins (bandolim), Helena Lima (coros) e Maria Seabra (coros), com mistura e masterização de Vítor Carraca Teixeira. 

 A apresentação ao vivo deste novo trabalho far-se-á com uma série de concertos, dos quais já foram confirmadas duas datas, ambas em Fevereiro: dia 7 no Centro Cultural de Coura, em Paredes de Coura, e dia 26 no Musicbox, em Lisboa. Antes, haverá várias apresentações nas lojas Fnac, em Janeiro e sempre às 17h: dia 11, Oeiras; dia 12, Chiado; dia 18, Almada; dia 19, Cascais; dia 25, Vasco da Gama; e dia 26, Alfragide.</video:description>
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      <video:title>Depois de quatro anos de espera, Eça de Queiroz está no Panteão</video:title>
      <video:description>Quatro anos após a decisão do Parlamento, os restos mortais de Eça de Queiroz foram transladados para o Panteão Nacional. A cerimónia contou com um cortejo desde a Assembleia da República até à Igreja de Santa Engrácia. 

 Para Marcelo Rebelo de Sousa, o "génio de um retrato" e a "lucidez de um reparo", "a ironia auto-irónica, um patriotismo descontente" e a "nudez crua da verdade" de Eça de Queiroz tornaram o escritor único. 

 Saiba mais: 

 
	  Ao Minuto -   “  A obra de Eça de Queiroz continua a animar o imaginário dos leitores”  
	  E, finalmente, Eça de Queiroz vai para o Panteão​</video:description>
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      <video:title>Incêndio florestal com três frentes activas em Los Angeles, EUA</video:title>
      <video:description>Saiba mais:  Incêndios descontrolados em Los Angeles consomem milhares de hectares  
 

 Dezenas de bombeiros combateram um incêndio florestal na zona de Pacific Palisades, uma zona de luxo de Los Angeles, Califórnia, na terça-feira (7 de Janeiro). As imagens mostram várias casas a arder numa zona residencial, enquanto os bombeiros se esforçavam por deter as chamas. 

 Na terça-feira, um incêndio florestal de rápida propagação  assolou a zona de Pacific Palisades , destruindo casas e criando engarrafamentos de trânsito, com dezenas de milhares de pessoas abrangidas pela ordem de evacuação sob enormes nuvens de fumo que cobriram grande parte da área metropolitana. 

 Pelo menos 1800 hectares da zona de Pacific Palisades, entre as povoações costeiras de Santa Mónica e Malibu, arderam, segundo as autoridades, depois de já terem alertado para o perigo extremo de incêndio devido aos ventos fortes que chegaram na sequência de um tempo seco prolongado. 

 O fogo alastrou quando as autoridades avisaram que as piores condições de vento estavam previstas para a noite, levando a preocupações de que mais bairros poderiam ser forçados a fugir. Mais tarde, a cidade de Santa Mónica ordenou evacuações na zona norte da cidade. 

 O incêndio cresceu rapidamente numa questão de horas, uma vez que as autoridades alertaram para o facto de as piores condições de vento estarem previstas para a noite, o que levou a preocupações de que mais bairros poderiam ser forçados a fugir. Brasas voadoras incendiaram uma palmeira no cruzamento da Sunset Boulevard com a Pacific Coast Highway. 

 Os bombeiros em aviões recolheram água do mar para a lançar sobre as chamas próximas. As chamas engoliram casas e os bulldozers retiraram os veículos abandonados das estradas para que os veículos de emergência pudessem passar, segundo as imagens da televisão. Com apenas uma estrada principal que vai do desfiladeiro à costa, e apenas uma auto-estrada costeira que conduz à segurança, o trânsito ficou parado, levando as pessoas a fugir a pé. 

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      <video:title>MALVA anuncia em &lt;i&gt;manada&lt;/i&gt; um disco com “um olhar mais esperançoso sobre a vida”</video:title>
      <video:description>Já tem nome e data de lançamento o segundo álbum da cantora e compositora MALVA (nome artístico de Carolina Viana). Vai chamar-se poros e sairá no próximo dia 24 de Janeiro. Dele foi já revelado um primeiro tema,   manto azul  , criado em parceria com Mimi Froes, publicado em single e videoclipe em finais de Novembro de 2024, estreando-se esta quarta-feira uma nova canção, manada, que segundo explica MALVA no texto que acompanha o lançamento do single e videoclipe, “surgiu no contexto de uma residência artística na Floresta Encantada de Miranda, nos Arcos de Valdevez”: “Eu, a Stela, a Inês, o Zé, o Gustavo e a Fred (mais tarde juntou-se a Maria e gravou estas imagens). Fundimos realidades e o resultado foi amor.” 

 Sucessor de   vens ou ficas  , lançado em Outubro de 2023, o novo álbum,  poros , é consequência do prémio Melhor Projecto Musical Super Emergente, atribuído a MALVA pelo Festival Emergente 2023. Mantendo como base de criação dos temas a guitarra e o violoncelo, poros promete trazer, segundo MALVA, “um olhar mais esperançoso sobre a vida”, já reflectido nos dois temas entretanto divulgados,  manto azul  e  manada , este com videoclipe de Maria Roque. 

 “A certa altura tornou-se claro para mim que este era um álbum muito diferente do anterior”, explica MALVA no texto já citado. “Olho para ele como uma espécie de corredor ou passagem. A porta foi o ‘vens ou ficas’, esse que esperava uma qualquer resposta externa. Acho que me cansei de esperar e segui, mais atenta ao que me rodeia e, acima de tudo, deixando outros entrarem, com calma. São aqueles que me inspiram, que me dão fé, que me arrepiam” 

 Cantora, compositora, MC e multi-instrumentista, Carolina Viana nasceu em Viana do Castelo e vive no Porto, diz a sua biografia. Formada em Violoncelo Clássico e Ensino da Música, “tem vindo a desenvolver projectos que englobam sonoridades pop, hip hop, alternativa, spoken word e criação de música para dança, teatro e cinema, como intérprete e compositora.”</video:description>
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      <video:description>capa barco amazónia</video:description>
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      <video:title>Bunker Live Sessions: Chibatada</video:title>
      <video:description>Chibatada junta as três identidades de João Luzia, Ricardo Martins e Pedro Leal num furacão de fusão musical. Ritmos latinos dançam entre quebras  rockeiras  e evocações eruditas contrastam contra  grooves  modernos. Pinceladas de jazz, levadas de samba ou labaredas de flamenco: tudo vale na explosão sonora de Chibatada. 

 O grupo teve a sua origem na  incubadora artística Stop , no Porto. Surgiu de uma ideia inicial de criar um projecto de rua. Contudo, conforme os músicos conversavam entre si com os seus instrumentos, naturalmente o foco mudou para música original. A química entre os três foi inegável desde cedo. Criaram a Chibatada.  

 As Bunker Live Sessions são o novo projecto da Bunker Records, coordenado pelo músico Miguel Dinis, que o P3 vai partilhar nos próximos meses. As sessões, gravadas nos estúdios Bunker, no Porto, podem ainda ser ouvidas na Rádio Nova. Aqui ficam três perguntas a João Luzia para conheceres melhor os artistas convidados.  

  Como foi o dia de gravação para as Bunker Live Sessions?  
Fomos bem recebidos, sentimo-nos logo à vontade, instalações agradáveis, bom ambiente. Montámos, fizemos a nossa parte, vocês fizeram a vossa parte, portanto, a coisa correu. 

  Qual é o significado da música que escolheste? Alguma memória que te fez escrevê-la?  
A música foi composta pelo Ricardo, e é especial no sentido que foi a música que tornou o projecto “nosso”, porque as músicas anteriores a esta tinham sido compostas por mim. Nota-se uma grande diferença de estilo e composição entre as músicas do primeiro EP e esta. 

  Quais são as vossas inspirações? Existe alguma banda com menos reconhecimento que queiram partilhar?  
Nós ouvimos uma grande variedade de música e individualmente temos também uma grande variação de estilo preferencial. Para mim, a maior inspiração são os Snarky Puppy, pela sua influência na composição. O Ricardo traz mais uma vertente de drum 'n' bass e hip-hop jazz, estilos mais electrónicos. O Pedro tem uma frente mais avant-garde, coisas que ninguém está à</video:description>
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      <video:title>Mensagem de Ano Novo de Marcelo: “A pobreza de dois milhões de portugueses é um problema que a democracia não resolveu”</video:title>
      <video:description>A primeira parte da mensagem de Ano Novo do Presidente da República foi dedicada ao plano internacional com alertas sobre as consequências das eleições norte-americanas, que "deram o regresso a 2016”, para argumentar que o Presidente eleito dos Estados Unidos irá “definir a paz que quer”, tanto na Ucrânia como no Médio Oriente, bem como o tipo de aliança com a UE e, dessa forma, determinar o enfraquecimento, ou fortalecimento, da Rússia e da China.  

 Num discurso pontuado por assuntos múltiplos e sem que tenha havido um tema a ganhar primazia, o Presidente da República recuperou ainda dois temas que têm constado das suas intervenções: a questão da pobreza e da desigualdade, que esteve presente em anteriores mensagens de Ano Novo, e a importância de aplicar bem os milhões do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). 

 Saiba mais: 

 
	  Marcelo pede a Montenegro “bom senso” e “cooperação estratégica”</video:description>
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