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      <video:title>"Além de boa comida, temos axé, que significa saúde", diz Carol do Acarajé</video:title>
      <video:description>Ouça e siga aqui o podcast   
 

 A baiana do acarajé, Carolina Brito, mora em Portugal há 21 anos. A aventura da vinda para Portugal começa na praça central do bairro de Itapuã em Salvador da Bahia, onde até hoje se encontram as baianas do acarajé. Carol trabalhava na banca da mãe quando um casal de portugueses em férias na Bahia passou a ir todos os dias comer no local. Certo dia, perguntaram à mãe da jovem se poderiam levá-la para Portugal. Foi um convite que mudou a vida dela. Hoje, com dois restaurantes em Lisboa, está se preparando para abrir um no Porto. 

 Nascida e criada em Salvador, a ancestralidade de Carol está ligada a mítica Lagoa do Abaeté, de água escura e cercada de areia branca, imortalizada por Caetano Veloso na música It’s a Long Way. “Esse pedaço da música me lembra muito da minha infância. Sou neta de ganhadeiras de Itapuã, lavadeiras que eram pagas para fazer esse serviço. Minha mãe lavava roupa, minha avó lavava roupa, minha bisavó, também. Todas lavavam roupas ali na lagoa do Abaeté. Há muito mistério naquela lagoa. Ali tem muito choro e resiliência e muita superação também”, recorda. 

 Mais nova de 14 filhos, Carol ajudava a mãe no tabuleiro de acarajé, enquanto o pai tinha uma barraca na beira do mar. Os empresários portugueses, Cristiane dos Santos e Nelson Almeida, se encantaram com aquela menina. “Eles ficaram uma semana inteira indo na banca. No dia da minha folga, por acaso, foram lá e falaram com a minha mãe que queriam me levar para Portugal. A minha mãe se assustou e me perguntou se eu queria. Era um convite para trabalhar no restaurante Mineirão, no Cais de Gaia no Porto”, conta. 

 A simpatia do casal fez com que Carol aceitasse o convite para cruzar o Atlântico e aportar em terras portuguesas. “Nós falamos de destino, não é? Eu acho que foi mais assim no calor da coisa. Minha mãe argumentou se era muito longe e ressaltou que eu não conhecia ninguém em Portugal. Respondi que tinha gostado deles. Que iria e, se não desce certo, depois de três meses, voltaria para a B</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Lá no Xepangara&lt;/i&gt; a recordar José Afonso num registo ao vivo, no Dia Mundial da Música</video:title>
      <video:description>O projecto tem o mesmo nome da canção que agora volta à ribalta num registo ao vivo:  Lá no Xepangara . A gravação foi feita no Teatro Narciso Ferreira, Riba d’Ave, Famalicão, no mesmo mês em que o projecto se estreou, na Casa das Artes de Famalicão, no âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril de 74.   Lá no Xepangara, a cultura africana em José Afonso   junta um colectivo formado pelo guitarrista e compositor Manuel de Oliveira (guitarra e braguesa), que actualmente integra as vozes de Karyna Gomes (Guiné-Bissau), Selma Uamusse (Moçambique), Isabel Novella (Moçambique), Edu Mundo (Portugal), Fred Martins (Brasil), além dos instrumentistas Dilson Pedro (bateria), Carlos Garcia (teclas) e Albano Fonseca (baixo). O jornalista Viriato Teles é, desde o início, consultor do projecto. 

 Em Janeiro, nas vésperas da estreia, Manuel de Oliveira explicou ao PÚBLICO que esta era uma ideia que já tinha “há muitos anos”.   Muxima  , projecto de homenagem ao Duo Outo Negro, fora a sua primeira incursão pela música africana. “Na altura, em conversa com o Janita Salomé, falávamos muito da relação que o Zeca Afonso tinha com África. Aprendi a tocar guitarra com as músicas do Zeca, que sempre estiveram muito presentes na minha vida. Quando se começou a falar nos 50 anos do 25 de Abril, achei que era uma boa altura para materializar esta ideia.” Pôs-se a investigar a fundo a relação de José Afonso com África e, na sequência disso, quis montar um espectáculo onde não só realçasse o papel da sua música e da sua arte “na luta pelos direitos”, mas também evidenciar o carácter universal dessa arte. 

 Após a estreia, em Famalicão, o espectáculo  Lá no Xepangara, a cultura africana em José Afonso  foi também apresentado em Madrid, por ocasião das comemorações do 25 de Abril. Agora vai apresentar-se ao vivo pela primeira vez em Lisboa, no próximo de 10 de Outubro, às 21h, no Auditório da Reitoria da Universidade Nova de Lisboa, como primeiro concerto do Ciclo Liberdade na Nova. Neste ciclo, actuarão ainda o cantor e composi</video:description>
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      <video:title>Aguiar-Branco sobre o OE: “Uma negociação deve ser discreta, recatada”</video:title>
      <video:description>Foi ministro da Justiça de Santana, da Defesa de Passos Coelho, esteve alguns anos dedicado à advocacia e regressou para ser a segunda figura do Estado, como presidente da Assembleia da República, depois de uma eleição atípica, faz hoje seis meses. Em entrevista ao programa Hora da Verdade, do PÚBLICO e da Rádio Renascença, José Pedro Aguiar-Branco defende que os portugueses não querem novas eleições e que "não compreenderiam que os políticos na Assembleia da República não encontrem o consenso" que permita não haver uma terceira eleição em três anos. 

 Leia a  entrevista .</video:description>
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      <video:title>Espécie de caracol extinta encontrada após 40 anos na Polinésia Francesa</video:title>
      <video:description>Pela primeira vez em 40 anos, foram encontrados caracóis adultos da espécie  Partula tohiveana  que se reproduziram na natureza. Estes caracóis ficaram quase extintos na década de 1980 e início de 1990 e, agora, graças ao trabalho árduo de conservacionistas de todo o mundo, há esperança para o pequeno animal, lê-se na  BBC . 

 Estes caracóis ficaram quase extintos após a introdução na Polinésia Francesa de uma outra espécie de caracóis ( Euglandina rosea ), cujo objectivo era controlar os caracóis  Lissachatina fulica  – mas a espécie predadora acabou por preferir os pequenos caracóis, deixando-os quase extintos em várias partes do território. No início da década de 1990, um grupo de conservacionistas (em colaboração com mais de 15 jardins zoológicos) resgatou alguns dos caracóis ainda existentes e estudaram-nos e criaram-nos em cativeiro. Foram eles a base para reintroduzir a espécie no seu habitat. 

 “Numa altura em que a natureza enfrenta desafios sem precedentes, estes pequenos caracóis são um símbolo de esperança para a vida selvagem global”, afirmou Paul Pearce-Kelly, responsável pela secção de invertebrados do Zoo de Londres e dirigente do programa de conservação dos caracóis  Partula , citado num comunicado do Zoo de Londres. 

 Segundo Pearce-Kelly, os caracóis começaram a ser reintroduzidos há cerca de dez anos: ao todo, foram mais de 30 mil caracóis da espécie  Partula  libertados na Polinésia Francesa. Os especialistas dizem que, agora, a espécie está bem estabelecida no seu habitat. Só este ano foram devolvidos 6000 destes caracóis à natureza, na ilha de Moorea, tendo viajado mais de 15 mil quilómetros desde os jardins zoológicos onde tinham sido criados. 

 Agora, os cientistas têm provas de que estes caracóis se reproduziram na ilha. Para ajudar os cientistas a seguir e estudar estes pequenos animais, os caracóis foram marcados com tinta fluorescente. Estes pequenos caracóis medem entre um a dois centímetros e alimentam-se de matéria morta de plantas e fungos. Segundo os cientistas, volta</video:description>
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      <video:title>Carlos Moedas: "Os sem-abrigo tornaram-se quase um negócio"</video:title>
      <video:description>Em entrevista ao programa Hora da Verdade do PÚBLICO e Rádio Renascença, Carlos Moedas recusa falar em recandidatura à Câmara de Lisboa. Acusa PS de “bloqueios” na cidade e no país e culpa reforma “incompleta” de António Costa por lixo nas ruas. O autarca quer menos cruzeiros e TVDE em Lisboa e garante que "não tem instrumentos" para reduzir o número de veículos. 

 Leia  aqui  a entrevista na íntegra.</video:description>
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      <video:title>Exército israelita destrói casas e estradas na Cisjordânia, mas diz que está dentro da lei</video:title>
      <video:description>Israel intensificou as operações militares por terra em alguns locais da Cisjordânia, sobretudo nas cidades de Tulkarm e Jenin. Em imagens recolhidas no final de Agosto e Setembro, é possível ver  as F orças de Defesa de Israel (​IDF)  a destruírem casas, edifícios e várias lojas com retroescavadoras militares​. Tornaram várias ruas intransitáveis que impedem a circulação de viaturas de emergência médica.   

 Em resposta ao The New York Times, as IDF disseram que se trata de rusgas, em busca de armas escondidas, e de acções de desminagem de estradas. Lamentaram a destruição das habitações e das ruas, mas alegaram serem fundamentais para as acções desenvolvidas no terreno. 

 Na guerra com Israel já morreram mais de 40 mil pessoas e mais de 95 mil pessoas estão feridas. Milhares continuam debaixo de escombros em Gaza. Só em Setembro, segundo a ONU, dez escolas foram atingidas em ataques que fizeram 86 mortos. Os obstáculos à entrada de ajuda continuam e o risco de fome persiste, com 2,1 milhões de habitantes a necessitar urgentemente de ajuda alimentar e de subsistência.</video:description>
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      <video:title>Guterres: "Os povos do mundo não podem permitir que o Líbano se torne numa Gaza"</video:title>
      <video:description>No seu discurso de abertura do Debate da 79.ª sessão da Assembleia Geral da ONU, o secretário-geral António Guterres criticou o nível de impunidade "politicamente indefensável e moralmente intolerável" praticado por "um número crescente de Governos" em todo o mundo, desde o Médio Oriente até ao "coração da Europa" ou no Corno de África. 

 "Eles podem atropelar o direito internacional. Podem violar a Carta das Nações Unidas. Podem fechar os olhos a convenções internacionais de direitos humanos ou decisões de tribunais internacionais. Podem fazer pouco caso do direito internacional humanitário. Podem invadir outro país, devastar sociedades inteiras ou desconsiderar completamente o bem-estar do seu próprio povo. E nada vai acontecer", disse Guterres. 

 A quatro meses do fim do seu mandato, o Presidente dos EUA Joe Biden subiu ao púlpito e procurou acalmar as tensões, numa altura em que a guerra de quase um ano entre Israel e os militantes palestinianos do Hamas na Faixa de Gaza sitiada ameaça agora o Líbano – onde Israel atingiu mais de mil alvos do Hezbollah na segunda-feira, matando quase 500 pessoas, incluindo mais de 30 crianças.</video:description>
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      <video:title>"Estamos a intensificar os nossos ataques no Líbano", diz ministro da Defesa de Israel</video:title>
      <video:description>A Reuters descreve os bombardeamentos da manhã desta segunda-feira como os mais vastos que Israel realizou em simultâneo desde Outubro do ano passado, quando o conflito com a milícia xiita apoiada pelo Irão ressurgiu, depois de um brutal ataque do Hamas contra comunidades israelitas ter desencadeado a mais devastadora guerra de sempre de Israel na Faixa de Gaza. 

 Em resposta, o Hezbollah diz ter lançado dezenas de  rockets  contra várias instalações militares de Israel e as IDF confirmaram que a defesa aérea “interceptou com êxito uma séria de projécteis”, enquanto outros caíram “em zonas abertas”. 

 Estes ataques acontecem dias depois de Israel ter assassinado um importante comandante do Hezbollah, Ibrahim Aqil, num bombardeamento em Beirute que fez pelo menos 12 mortos, incluindo cinco crianças. Aqil foi morto na sexta-feira, um dia após o líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, ter admitido um "golpe duro" e anunciado uma "resposta à altura" aos ataques inéditos da semana passada, quando milhares de bipes usados pelo Hezbollah explodiram por todo o Líbano, antes das explosões de  walkie talkies , em duas vagas que fizeram pelo menos 37 mortos, incluindo civis e crianças. 

 Leia mais sobre o  conflito .</video:description>
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      <video:title>Manila estreiam &lt;i&gt;Estas ruínas&lt;/i&gt;, segundo anúncio do seu primeiro EP, &lt;i&gt;Domingo à Tarde&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Nas plataformas digitais, deram-se a conhecer em Maio, com   Domingo à tarde   e um videoclipe com ilustrações animadas por vários autores. O nome era já tema-título de um EP que há-de surgir até ao final do ano, assinado por um quinteto que se apresenta como Manila: Gerard Torres (teclas), Ricardo Pedrosa (baixo), Carmo Braga da Costa (voz), João Serra (guitarra) e Zé Lobo da Costa (bateria). Seis meses passados, eles estão de volta com um novo tema do prometido EP, o single e videoclipe de  Estas ruínas , que se estreia esta sexta-feira. É, segundo o texto que acompanha o lançamento, “um tema que se recusa a afundar na tristeza, num olhar divertido sobre a dor de expectativas amorosas defraudadas” e que espelha uma diferente perspectiva “sobre o desamor, onde a dor da perda se entrelaça com momentos de reflexão e humor cínico, sem nunca perder a típica nostalgia portuguesa em que a banda se inspira”. O EP, afirmam, será “uma pequena colecção de histórias, zangas e resoluções”, numa atmosfera indie pop onde a música portuguesa se mistura com influências da música negra norte-americana, soul, jazz e rhythm &amp; blues. Ao vivo, os Manila estarão no espaço NAV, em Lisboa,  no dia 17 de Outubro.</video:description>
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      <video:title>"A comida de boteco é a minha inspiração", diz o &lt;em&gt;chef&lt;/em&gt; Alexandre Saboya</video:title>
      <video:description>Ouça aqui o podcast   
 

 O chef Alexandre Saboya, há seis anos em Portugal, é dono do Restaurante Soul Carioca, em São Pedro do Estoril, área nobre na região metropolitana de Lisboa. A casa tem como objetivo fazer valer a culinária brasileira da forma mais próxima da que se vê no Brasil. O carro-chefe do cardápio é a feijoada. Quando o restaurante foi inaugurado, o prato era servido apenas aos domingos, mas a constante procura pelos clientes por esse clássico fez com que Saboya o incluísse no menu todos os dias da semana. 

 “Depois da pandemia, as pessoas passaram a ligar diariamente no restaurante perguntando se tinha feijoada. Percebi, então, que deveríamos oferecer esse prato todos os dias, tanto no almoço quanto no jantar. A feijoada é um sucesso de vendas”, comemora.  

 Um dos segredos para se fazer uma boa culinária de outro país é encontrar os ingredientes certos, com qualidade para todas as receitas. O chef explica que o começo em Portugal foi um pouco complicado. “Cheguei a preparar a minha carne seca. Comprava a peça de carne, salgava, deixava na geladeira, fazia a troca da salga e, depois, fazia o inverso, tirava o sal para, finalmente, fazer o preparo dos pratos", relata. 

 Ele conta que, com o tempo, começaram a surgir, em território luso, alguns lugares com produtos brasileiros. "Isso nos ajudou muito. Já o torresmo, por exemplo, nós encontramos fácil em Portugal. Aliás, a carne de porco portuguesa é excelente. Com isso conseguimos fazer muito bem as receitas brasileiras no nosso restaurante”, assinala. 

 Além da feijoada, o cardápio conta com a diversidade da culinária. E, no caso do Soul Carioca, o passado de Saboya pesa muito, devido à influência que sofreu da cozinha italiana, tão presente no dia a dia de todos os brasileiros.  

 “Temos filé a parmegiana, que comemos muito no Brasil. Outro prato com influência italiana que sempre servimos, mas no inverno, é a rabada com polenta. É brasileira, mas também é italiana", diz. "Como tenho formação da culinária italiana, consigo col</video:description>
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      <video:title>Navio com bandeira portuguesa transporta material para fabrico de armas em Israel</video:title>
      <video:description>Afinal, o navio com bandeira portuguesa que foi impedido de aportar na Namíbia transporta material que será usado por três fabricantes de armamento e um deles é israelita. A informação foi avançada, em entrevista ao PÚBLICO-Renascença, pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, que diz ter obtido mais dados do armador do navio. 

 Leia  aqui  a entrevista na íntegra.</video:description>
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      <video:title>Imagens de mais uma noite de combate às chamas. "Não vamos largar estes criminosos", avisa Montenegro</video:title>
      <video:description>O incêndio que deflagrou na terça-feira em Castro Daire alastrou-se na última noite até Arouca. Quatro auto-estradas e seis estradas nacionais permanecem cortadas esta quarta-feira e mais de 50 concelhos de nove distritos do continente estão ainda em perigo máximo de incêndio. 

 Em apenas três dias, 2024 tornou-se  o quarto pior  ano da década em área ardida. O Governo anunciou a elevação de situação de alerta para situação de calamidade “nos municípios afectados” e mão pesada para os criminosos responsáveis pelos incêndios florestais. Morreram, até ao momento,  sete pessoas  nos fogos que tiveram início no fim-de-semana.  

 Saiba mais  aqui .</video:description>
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      <video:title>Beatriz Felício lança em videoclipe um dos temas do seu concerto de Junho no CCB</video:title>
      <video:description>Em Junho deste ano, no mesmo dia em que lançou o seu  álbum de estreia , a fadista Beatriz Felício apresentou-se ao vivo no CCB para mostrar esse disco ao público. De tudo o que então cantou, e foi gravado, escolheu agora um tema para publicar em videoclipe:  Não sei o que fazer , com letra de Ana Lúcia e música de um fado tradicional, o Fado Varela. Na guitarra portuguesa está Rui Poço, na guitarra clássica João Domingos e no baixo André Moreira. A realização e edição é de Sebas Ferreira e a captação de som de Tiago Ferreira. 

 Depois desse concerto no Pequeno Auditório do CCB, em Lisboa, na noite de 21 de Junho e integrado no ciclo Há Fado no Cais, Beatriz Felício tem corrido outros palcos, no país e fora dele. Na próxima sexta-feira, 20 de Setembro, é uma das convidadas especiais de Camané na Culturgest, num espectáculo de retrospectiva de carreira deste fadista. E na semana seguinte, no dia 25 de Setembro, actuará no Festival de Fado de Marrocos. 

 O videoclipe de  Não sei o que fazer  vem juntar-se a outros que serviram de apresentação do disco homónimo de Beatriz Felício, como   Poema do amor corrido   ou   A canção da Bia  .</video:description>
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      <video:title>As imagens de uma madrugada de combate às chamas em Portugal</video:title>
      <video:description>Subiu para quatro o número de vítimas mortais na sequência dos incêndios que assolam Portugal, desde domingo. Durante a última noite, morreu uma mulher de 83 anos em Mangualde. Na segunda-feira, uma pessoa ficou carbonizada em Albergaria-a-Velha e outra sofreu um ataque cardíaco no incêndio de Sever do Vouga. Um bombeiro já tinha perdido a vida no domingo. 

 A Polícia Judiciária e a Guarda Nacional Republicana detiveram, desde sábado e até ao momento, quatro pessoas suspeitas da autoria de crimes de incêndio florestal. 

 Na amanhã desta terça-feira permanecem cortadas seis auto-estradas e a circulação ferroviária continua suspensa nas linhas do Douro e Vouga. Já as viagens da rede Expressos entre Lisboa - Porto - Bragança retomaram esta manhã e há apenas condicionantes no percurso entre Porto e Viseu. 

 Saiba mais  aqui .</video:description>
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      <video:title>Imagens de &lt;em&gt;drone&lt;/em&gt; mostram dimensão do incêndio em Albergaria-a-Velha</video:title>
      <video:description>No centro da cidade de Albergaria-a-Velha há quem vá correndo e tentando abrigar-se do ar poluído. Quem está no exterior vai usando máscaras cirúrgicas e máscaras FFP2, que ficam acizentadas por causa do fumo. 

 Dezenas de pessoas ficaram resguardadas no Cine-Teatro Alba, onde as autoridades disponibilizam água e alguma comida. A meio da manhã, algumas fagulhas dos incêndios iam caindo e queimando pequenos terrenos em volta, incluindo na berma da estrada e perto da câmara municipal. 

 Acompanhe  ao minuto .</video:description>
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      <video:title>"Fazer drinques é o meu mundo", diz a &lt;em&gt;bartender&lt;/em&gt; Flavi Andrade. Ela dá dicas</video:title>
      <video:description>Ouça e siga aqui o podcast   
	 
 

 A brasileira Flavi Andrade, 45 anos, nascida em Brasília, mudou-se para a Europa em 2008 com uma missão bem definida: fazer doutorado em jornalismo, em Sevilha, Espanha. Mas os altos custos do curso e as despesas do dia a dia foram, aos poucos, a empurrando para outro caminho, que, para ela, era apenas um modo de sobrevivência: o de  bartender . “Me ajudou muito a bancar minhas despesas”, diz.  

 O tempo passou e o que surgiu como um bico, um complemento de renda, transformou-se em paixão. “Realmente, me encontrei”, relata Flavi. “A cada dia, percebia que era exatamente o que eu queria da vida”, complementa a brasiliense, dona de uma técnica particular para o preparo de drinques.   

 A fama daquela jovem, espalhada no boca a boca, acabou lhe rendendo, há 11 anos, um emprego como  bartender  em um restaurante no Algarve. Flavi sabia que o percurso traçado até ali, que muitos acreditam ser território puramente masculino, acabaria desaguando em Lisboa, o que não demorou muito para acontecer. Um convite do Rossio Gastrobar, que estava sendo montado, foi arrebatador. “Disse sim, e pronto”, conta.  

 Flavi e o marido, Guilherme, também especialista na arte de preparar coqueteis, fizeram as malas e aportaram na capital portuguesa. Desde então, no comando do bar do Rossio, o que é um feito, ela não para de colecionar prêmios. “O fato de ser mulher não foi um desafio para me tornar  bartender , o que me motivou foi dar o meu melhor dentro dessa profissão”, afirma. "Nunca colocar a questão de gênero à frente, mas, sim, a capacidade de fazer o melhor dentro da profissão", acrescenta.  

 O primeiro grande prêmio conquistado por Flavi foi em 2015, eleita a melhor  bartender  de Portugal. No ano passado, levou o prêmio de Melhor Bar de Hotel e o Top Cocktail Bar, na Espanha, segundo o Lisbon Bar Show. No início deste ano, o Rossio Gastrobar conquistou o prêmio de Melhor Bar de Restaurante de Portugal, concedido pelo Mesa Marcada, um dos mais conceituados no ramo da gastronom</video:description>
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      <video:title>Mundial sub-19 de hóquei em patins: bola fura a rede, árbitro não viu e Portugal perde</video:title>
      <video:description>Mundial sub-19 de hóquei em patins: bola fura a rede, árbitro não viu e Portugal perde</video:description>
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      <video:title>Mastiksoul celebra com a UTAD “a união entre a música e as tradições académicas”</video:title>
      <video:description>Foi há um ano que o músico, produtor e DJ Mastiksoul (o português Fernando Figueira) reuniu centena e meia de pessoas para um projecto feérico: criar num ferry abandonado na zona da Mitrena, em Setúbal, um ambiente de festa e projectá-lo num videoclipe. Deu-lhe o nome de   Animal Noturno   e, na altura, deu que falar. Agora volta a abraçar mais um projecto colectivo, desta vez associado à vida universitária. No dia em que começam as aulas nas universidades em Portugal, estreia-se, em single e videoclipe, o tema  UTAD é nossa , criado e gravado de parceria com a Associação Académica da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, e com a participação das quatro tunas daquela universidade. Pretendendo reflectir “a identidade da cidade transmontana, bem como o espírito de união e orgulho académico sentido pelos estudantes da UTAD”, o videoclipe do tema  UTAD é nossa  é um projecto onde Mastiksoul procura celebrar, à sua maneira, “a união entre a música e as tradições académicas.” A letra e música são dele, tal como a produção, engenharia sonora, programações, mistura e masterização. O videoclipe, com realização da Black Dot, conta com Ângelo Freire (guitarra portuguesa) e Nuno Marinho (voz).</video:description>
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      <video:title>Nancy Vieira lança gravação ao vivo de &lt;i&gt;Ta cundum cundum&lt;/i&gt;, com os Fogo Fogo</video:title>
      <video:description>Foi no dia 8 de Março, Dia Internacional da Mulher (já lá vão seis meses) que a cantora cabo-verdiana Nancy Vieira estreou com um concerto no Teatro Municipal São Luiz, em Lisboa, o seu mais recente álbum,   Gente  . Anunciara-o com dois singles,   Sol di nha vida  , da autoria de Mário Lúcio, e   Singa  , de (e gravado com) Remna Schwarz. Editado em 15 de Março, pela editora alemã Galileo Music, e co-produzido por Amélia Muge, António José Martins e a própria Nancy,  Gente  é o sétimo álbum de Nancy, sucessor de  Nôs Raça  (1995),  Segred  (2004),  Lus  (2007),  Pássaro Cego  (2009, este em parceria com Manuel Paulo),  Nô Amá  (2012) e  Manhã Florida (2018).  No concerto de estreia, além dos músicos que aqui a acompanharam (Vaiss, guitarra acústica e cavaquinho; Olmo Marín, guitarra acústica, eléctrica e cavaquinho; Jorge Cervantes, baixo e charango; e Iúri Oliveira, percussão), Nancy Vieira teve ao seu lado vários convidados que também participaram no disco: Acácia Maior, Amélia Muge, Fogo Fogo, Mário Lúcio, Martín Sued, Paulo Flores e Remna Schwarz. Resultado de um desses momentos é o vídeo que hoje se estreia, onde Nancy é acompanhada pelos  Fogo Fogo  em  Ta Cundum cundum , um funaná da autoria de Ano Nobo e celebrizado pelo histórico grupo cabo-verdiano Tubarões. Um momento de festa e de celebração musical, agora na gravação ao vivo do concerto do São Luiz.</video:description>
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      <video:title>Pedro Duarte: "Portugueses vão viver melhor com ou sem orçamento aprovado?"</video:title>
      <video:description>O ministro dos Assuntos Parlamentares Pedro Duarte, que esteve esta semana reunido com todos os partidos na segunda ronda de reuniões com vista a negociar a aprovação do Orçamento do Estado (OE) para 2025, garante que o Governo está "com humildade" a conduzir este processo e diz que o PS será ouvido sobre a privatização da TAP antes de o Executivo tomar uma decisão sobre a sua venda. A entrevista Hora da Verdade pode ser ouvida na íntegra na Renascença esta quinta-feira às 23 horas. 

 Leia a entrevista  aqui .</video:description>
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      <video:title>Ouvida na AR, Lucília Gago ignora questões sobre "campanha orquestrada contra o MP"</video:title>
      <video:description>Lucília Gago foi ouvida esta quarta-feira na Assembleia da República, na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias. A cerca de um mês do fim do seu mandato à frente da Procuradoria-Geral da República (PGR), revelou que em 2023 registaram-se 10.563 intercepções telefónicas em investigações. Um valor muito inferior às 15.441 registadas em 2015, como fez questão de referir. 

 Questionada sobre a demora dos primeiros interrogatórios judiciais após a detenção de arguidos, fazendo uma alusão ao caso da Madeira em que os arguidos estiveram 21 dias a aguardar a aplicação de uma medida de coacção pelo juiz de instrução criminal, a Procuradora-Geral da República afirmou que o caso foi uma "excepção" à regra. 

 Apesar das perguntas insistentes sobre a tal "campanha orquestrada contra o Ministério Público" que denunciou, Lucília Gago não pronunciou uma única palavra.  

 Saiba mais  aqui .</video:description>
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      <video:title>Divergências, rumores e muita tensão. O resumo do primeiro debate entre Trump e Harris</video:title>
      <video:description>No primeiro debate entre Trump e Harris, antes das presidenciais norte-americanas de 5 de Novembro, os dois candidatos vincaram divergências em torno da economia, aborto, imigração, política externa e o caos pós-eleitoral de 2020. 

 Sobre o abroto, Trump acusou os democratas de permitirem "execuções" de bebés após o parto nos estados que governam, sendo objecto de um dos primeiros momentos de verificação de factos por parte dos moderadores. “Não há nenhum estado neste país onde seja legal matar um bebé depois de nascer”, anotoua jornalista Linsay Davis. Harris apontou os riscos de quadros legais restritivos ao nível dos estados, referindo casos de mulheres "a sangrar em parques de estacionamentos", vendo recusada assistência médica após abortos espontâneos devido ao alegado receio de médicos e enfermeiros de consequências legais. 

 Em Filadélfia, o candidato republicano voltou a relacionar a imigração ilegal com os desafios económicos da classe média norte-americana e com uma suposta subida da criminalidade no país. Trump referiu, ainda, um boato de que imigrantes ilegais do Haiti estarão a roubar cães e gatos de estimação na cidade de Springfield, no Ohio, para depois se alimentarem dos animais. Um dos moderadores do debate afirmou que a ABC News tinha já falado com o autarca da cidade e que este não tinha qualquer informação credível que corroborasse o rumor. 

 Na política internacional, a guerras na Ucrânia e em Gaza dividiram os dois candidatos. Trump reafirmou que, consigo novamente na Casa Branca, os EUA dialogarão com Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky. Quanto a Israel e Gaza, Harris repetiu o que tem dito: que os EUA mantêm os seus compromissos históricos perante o Estado hebraico, mas que a Administração Biden continua a trabalhar em vista a um cessar-fogo e a um acordo de libertação de reféns. 

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      <video:title>Inês Apenas anuncia o primeiro álbum para Outubro com a estreia do tema-título, &lt;i&gt;Éter&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Depois de vários singles e três EP (  Um Dia Destes  , 2022;   Leve(mente)  , 2023; e   Acústico  , 2023), a cantora, compositora e pianista Inês Apenas prepara-se para lançar em Outubro, no dia 11, um primeiro álbum a que deu o nome de  Éter . E é esse o título da canção que hoje estreia em single e videoclipe, um mês antes da publicação do álbum, que trará também a canção   Se ao menos  , gravada em dueto com Irma e já lançada em Maio deste ano. Em 2023, Inês Apenas foi  finalista  no Festival RTP da Canção com   Fim do mundo  , de sua autoria. 

  Éter , o álbum, gravado inteiramente em português, é, segundo a autora, “inspirado na Teoria das Ideias de Platão” e “espelha as incongruências da vida e os obstáculos constantes que enfrentamos na nossa sociedade, numa dualidade de realidades, sejam elas verdade ou mentira, sejam elas criadas na nossa mente, observadas ou sentidas com os nossos cinco sentidos”. 

 A canção que lhe dá título e agora se estreia, foi, ainda segundo Inês Apenas, no texto que acompanha o lançamento, “escrita e composta como uma introdução a este universo. Falo sobre os pensamentos intrusivos que invadem, diariamente, a nossa mente e de como os nossos sentidos, aparentemente, nos enganam sem darmos conta.  Éter  é uma realidade para além do infinito e das estrelas, um universo puro e eterno que marca uma viragem artística pensada ao pormenor.  Éter  é ilusão, é sonho, é engano e mistério”. 

 O álbum de Inês Apenas que agora se anuncia foi co-produzido por ela juntamente com Constantino, Ned Flanger, miguele, Left., Luar, Dør e Yanagui. O videoclipe de  Éter  foi realizado por Ana Viotti e tem a participação do coreógrafo e bailarino Renato Garcia.</video:description>
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      <video:title>Boémia levam ao &lt;i&gt;Avante!&lt;/i&gt; o seu apelo para um “cessar-fogo imediato” na Palestina</video:title>
      <video:description>O videoclipe estreou-se há um mês, mas este sábado os Boémia estarão na Festa do   Avante!   (no  Palco Paz , às 17h30) com a canção que o motivou. Chama-se  Nem Jeová Vai Lá (à Palestina)  e é um apelo a um “cessar-fogo imediato”, vincando a urgência da paz naquele que é, e continua a ser, um campo de sofrimento e morticínio. Após o inominável ataque do Hamas a Israel em  7 de Outubro de 2023 , matando e raptando centenas de civis, o sangue não tem parado de correr há quase um ano e sem fim à vista. Os Boémia, grupo português cujo mais recente trabalho,   Génese  , se centrou no cinquentenário do 25 de Abril, em canções nascidas de histórias relacionadas com a implantação da democracia em Portugal, quiseram fazer esta canção, de pendor militante, como, afirmam, “homenagem a todos os homens, mulheres e crianças que morreram ao longo dos últimos 76 anos, 10 meses e 2 dias e a todos os que lutam por uma  Palestina  Livre.” Com letra e música de Rogério Oliveira e arranjo e direcção musical de Marco Ferreira,  Nem Jeová Vai Lá (à Palestina)  conta com Rogério Oliveira (voz), Marco Ferreira (piano e coros), Patrick Simeão (bateria percussão e coros), Isa Peixinho (flauta transversal), Hélia Silva (acordeão), Jorge Anacleto (guitarra acústica e coros), Ricardo Duarte (baixo eléctrico e coros). O videoclipe, com imagens de estúdio captadas por André Soares e recurso a imagens do conflito, de autores desconhecidos, é também assinado por Rogério Oliveira. A gravação, mistura e masterização é da autoria de Suse Ribeiro e foi feita em Julho de 2024, nos estúdios da Valentim de Carvalho.</video:description>
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      <video:title>Pierre, Moacyr e Gabriel unem artes e vozes numa “carta de amor” a São Paulo</video:title>
      <video:description>O cantor e compositor brasileiro Pierre Aderne reincide nas cartas de amor em forma de canção. Três meses depois do lançamento de   Nossa terra é o mar  , que compôs em parceria com Moacyr Luz, Elmo Lage e David Pasqua, anunciada como “carta náutica de amor à relação de brasileiros e portugueses” (com um vídeo onde participou António Zambujo), chega-nos agora “uma carta de amor em single, composta para a cidade de São Paulo”. Chama-se  Mar do Copan  e resulta de uma parceria que, além de Pierre e Moacyr, inclui Gabriel Moura. Cariocas, os dois últimos, e quase carioca o primeiro, já que, tendo nascido em Toulouse, França, filho de mãe brasileira e pai português (de Ourém), passou a infância entre Brasília e o Rio de Janeiro. Gravada em Maio deste ano entre o Brasil (São Paulo e no Rio De Janeiro) e Portugal (Lisboa e Porto), onde Pierre Aderne reside desde 2011,  Mar do Copan  é cantada a três vozes pelos seus autores, com Gabriel Moura no violão e Carlos Fuchs (que também assegurou a mistura e masterização) no piano. O design gráfico do single é de Victor Hugo Cecatto, a partir de uma fotografia do arquitecto e fotógrafo Cristiano Mascaro. São também de Mascaro as fotografias usadas no videoclipe, com edição de Maia Balduz e Tiago Tamberline. A produção do videoclipe é de Pierre Aderne. 

 A letra de  Mar do Copan  cita, explícita ou implicitamente, Rita Lee, Itamar Assunção, Adoniran Barbosa, Demónios Da Garoa e Sílvio Santos, e o seu nome refere-se a um dos mais icónicos edifícios da cidade de São Paulo, o Copan, concebido por Oscar Niemeyer e projectado por Joaquim Cardozo. Inaugurado em 1966, o nome Copan, pelo qual é conhecido, é um acrónimo da designação da instituição que o encomendou, a Companhia Pan-Americana de Hotéis e Turismo. Localizado na Avenida Ipiranga, com 32 andares e 115 metros de altura, a sua forma ondulada sobressai, altiva, na “cidade pungente de prédios gigantes” de que fala esta canção.</video:description>
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