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      <video:title>Biden "fraco" e Trump "criminoso". As trocas de acusações no primeiro debate</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	 
	  Biden fez um debate “desastroso” contra Trump e deixou os democratas em “pânico”  
	 
 

 Debater com Donald Trump é ingrato e exasperante, mas, desta vez, Joe Biden teve tudo o que pediu – a data do embate, o arranque em vez da declaração final – e tudo o que queria – microfones silenciados durante as respostas do opositor, ausência de público… Mas de nada valeram as regras ou as décadas de experiência e os dias de intensa preparação. Rouco, titubeante, mais à defesa do que ao ataque, escolhendo, por vezes, insultos (“perdedor”, “idiota”, “choramingas”, “com a moral de um gato de rua”) em vez de argumentos, o Presidente norte-americano surgiu fragilizado face a um adversário confiante e imperturbável.</video:description>
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      <video:title>André Duarte celebra com &lt;i&gt;Château Margaux&lt;/i&gt; o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+</video:title>
      <video:description>Depois de publicar um primeiro EP,   Meu Lugar  , em Maio de 2023 (EP que além do tema-título incluía as canções   Promessas  ,   Tu não vês   e   Pertencer a alguém  ), André Duarte lançou quase de imediato   Tempo de parar   e, já em 2024, voltou aos singles e videoclipes com   Nossa canção  . Desta vez, escolheu o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, 28 de Junho, para não só lançar um novo tema,  Château Margaux , como anunciar um álbum,  Complexos . 

 E se este se apresenta como “um álbum que mergulha na profundidade das emoções humanas, apresentando 11 personagens com personalidades contrastantes e cores correspondentes que, juntas, formam o artista completo”, o single que o anuncia traz por título o nome de um dos melhores e mais caros vinhos franceses. E escolhe a cor vermelha para, como se diz no texto que anuncia o lançamento, retratar “a dinâmica de uma relação íntima entre duas pessoas que se desejam e procuram, mas que conscientemente optam por não aprofundar a conexão”, aceitando a realidade “de que nem todas as conexões estão destinadas a durar”. 

 Com composição de André Duarte e Riic Wolf e produção de N Drew,  Château Margaux  conta com um videoclipe realizado por Diogo Costa e produzido nos MLN Studios.</video:description>
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      <video:title>Assange chega a acordo com EUA e viaja para Saipan</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	 
	  WikiLeaks: Julian Assange chega a acordo com EUA e sai da prisão  
	 
	 
	  Porque é que Julian Assange está a voar para a ilha remota de Saipan no Pacífico?  
	 
 

  
Depois de cinco anos de prisão e quase década e meia de incerteza, o fundador da  WikiLeaks , Julian Assange, está mais próximo de colocar um ponto final a uma longa batalha judicial que já percorreu diversos países. O denunciante aceitou declarar-se culpado de conspiração para obter e divulgar ilegalmente informações confidenciais, num acordo com a justiça dos EUA, e já saiu da prisão. Vídeos curtos dos acontecimentos foram partilhados pela página do WikiLeaks nas redes sociais, podendo ver-se Julian Assange no aeroporto londrino de Stansted e, momentos depois, a entrada no avião.</video:description>
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      <video:title>No Maka estão de volta com &lt;i&gt;Sozinho&lt;/i&gt;, mas acompanhados pela voz de Mike Flowers</video:title>
      <video:description>Estrearam-se há onze anos, com   Levanta a mão  , single e videoclipe, e desde essa altura não têm parado. Como No Maka, os produtores e DJ portugueses Duarte Carvalho e Emanuel Oliveira passaram do projecto electrónico inicial a apresentações ao vivo como banda, já com teclados, guitarras, bateria e voz. Com vários discos no activo, além de numerosas produções para outros artistas, participaram no Festival RTP da Canção de 2024 com o tema   Aceitar  , que ali defenderam junto com a cantora Ana Maria, ficando em 11.º lugar na final. Mas muito antes disso, em 2018, tinham assinado um tema que viria a fazer sucesso na voz de  Blaya ,  Faz gostoso , que  Madonna  incluiu em 2019 no seu álbum  Madame X , num dueto com Anitta. 

 Agora, a juntar a canções da autoria da dupla como  A noite é nossa ,  Allez Portugal ,   Sextou   (com ILFB e Favela Lacroix),   Nota 100   (com Laton) ou   Tranquilo   (com Mike Flowers), os No Maka estreiam  Sozinho , juntando-se do novo a Mike Flowers (Miguel Flores). Sozinho, segundo o texto que acompanha este lançamento, “é uma música intensa e emocional que aborda as fases pelas quais ninguém quer passar numa relação”: “mentiras, promessas que falharam, corações partidos e a saudade que permanece apesar de todos os dramas vividos.” 

 Com letra e música assinadas por Duarte Carvalho, Emanuel Oliveira, Mike Flowers, Rafael Martins e Pedro Gonçalves, a gravação de  Sozinho  contou com Duarte Carvalho, João Umbelino e Márcio Silva nas guitarras e Duarte Carvalho e Emanuel Oliveira nas teclas.</video:description>
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      <video:title>Diogo Marrafa regressa a MONiMO com &lt;i&gt;open lights&lt;/i&gt;, a anunciar um primeiro EP</video:title>
      <video:description>Projecto do guitarrista e compositor setubalense Diogo Marrafa ( Loosense , Sheila e  Esfera ), MONiMO estreou-se em Outubro de 2023 com   the swing of sonder  , single acompanhado de um videoclipe de animação, assinado pelo próprio músico. E é também ele que assina, numa animação em 3D, o videoclipe que acompanha o lançamento do seu novo single,  open lights . 

 Apresentada como uma reflexão sobre “como somos iludidos pelos desejos e sobre como, por vezes, achamos erroneamente que é o contexto que nos acorrenta”, a canção  open lights  contém uma história que é assim descrita no texto do seu lançamento: “O gigante acorda preso numa caverna, tendo metade do seu corpo apoderada pelas rochas e com minerais em si formados. Em toda a parte vê caminhos e túneis luminosos, os quais o monstro não consegue alcançar. Evidencia-se a angústia do protagonista, enquanto admira a vegetação e os insectos que pela caverna voam livremente. A personagem, tentando-se libertar da situação em que se encontra, acaba por ser consumida pelas rochas na sua totalidade, revelando que o mundo, do outro lado, não é assim tão mau, e era, na verdade, tudo o que procurava, entrando num oceano de movimento e luzes, no qual nada livremente até encontrar um sítio demasiado luminoso, que o assusta e o faz retornar à caverna, mas, desta vez, preso debaixo de água.” 

 Com animação e música dos MONiMO, este tema foi  gravado nos estúdios Nimbo, em Setúbal, de (e por) Diogo Arranja e Sérgio Miendes, contando ainda como a participação de Filipe Paes, Nuno Aleluia, Luís Lucena (vozes) e Iúri Oliveira (percussão). O lançamento do primeiro EP dos MONiMO está previsto para este Verão e deverá contar com cinco músicas.</video:description>
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      <video:title>A abrir o Verão, só podia mesmo ser &lt;i&gt;Uma canção de Verão&lt;/i&gt;, pelos Montanha Mágica</video:title>
      <video:description>O Verão sempre foi a praia dos Montanha Mágica, duo composto pelos músicos Rui Freire e Hugo Costa (Rita Red Shoes, Entre Aspas, dR. Estranhoamor). Hão-de lembrar-se da canção   Ana Cláudia  , estreada em Junho de 2021 (“E naquela praia/ Enrolar na areia / Perder o juízo / Pel’Ana Cláudia”) ou da sua sucessora,   Marta e Maria  , de Agosto de 2022 (“Marta está farta/ Só queria ser Maria/ Ir à praia todo o dia/ E bailar e bailar”). Pois agora  Uma canção de Verão  leva-nos numa “road trip”, ao som “de ondas numa praia distante” com uma animação (tal como sucedeu nos dois temas já citados) que desta vez se assume como “uma homenagem aos jogos de computador dos anos 80 e 90”, com a assinatura dos Sparks Studios, “dupla que já trabalhou com bandas como Animal Collective, Panda Bear ou Kaiser Chiefs”. 

 O dia escolhido para esta estreia não podia ser mais adequado: é a 20 de Junho que começa oficialmente o Verão e esta canção pretende ser, como se afirma no texto de lançamento, “uma homenagem a todas as canções de verão que nos acompanham pela vida. É também um hino às memórias fotografadas dos melhores momentos da estação de todas as loucuras – da  road trip  inesperada, àquele fim-de-semana com amigos, passando por um pôr do sol inesquecível.” 

 O tema, antes de nos pormos a olhar para imagens que nos eram familiares nos antigos jogos de computador, onde se procurava compensar na vivacidade das cores o primarismo dos gráficos, abre com esta história: “A 21 de Setembro de 1999, uma turista italiana tirou uma fotografia do pôr do sol na Ilha Baker, momentos antes de conhecer o futuro marido. A imagem foi partilhada pela filha, quase trinta anos depois, tornando-se viral. Era a última fotografia de verão dos anos 90.” Verdadeira ou não, dizem os Montanha Mágica, “uma história, como uma canção, é sempre uma boa alternativa a uma realidade tantas vezes desinteressante”.</video:description>
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      <video:title>Os vizelenses Must Be Blue dão rosto videográfico a &lt;i&gt;E.G.O.&lt;/i&gt; e partem para novo álbum</video:title>
      <video:description>Já lá vão dois anos desde que os Must Be Blue se estrearam com   Papoila  , single e videoclipe publicado no YouTube em 20 de Maio de 2022. Passado um ano, em Junho de 2023, um outro single, também com videoclipe, surgia a anunciar o primeiro álbum deste duo português fundado em Vizela:   New Age  , que viria a integrar o álbum  Must Be Blue , lançado em 28 de Janeiro de 2024, e que, além do tema citado, incluía outros oito:  Fiction factory ,  Addictive mood ,  Breathing ,  The ethereal song ,  Deep field ,  E.G.O. ,  (Bad) weather  e  A dark place . 

 Pois é precisamente um destes oito temas,  E.G.O. , que agora se estreia como videoclipe, já a fazer a passagem para um novo álbum do duo composto por Pedro Caldas Costa (guitarra, teclas e voz) e Maria Damasceno (voz e teclas). Letra e música são do duo, enquanto o vídeo, com clips de Cottonbro &amp; Tima Miroshnichenko, tem edição do próprio Pedro Caldas Costa. 

 Na apresentação ao vivo do seu primeiro álbum, em Fevereiro deste ano, no  Café Casa da Música , no Porto, os Must Be Blue foram apresentados como uma dupla “que pratica uma sonoridade melancólica, atmosférica, por vezes sombria, numa estética que cruza dois subgéneros do rock alternativo (dream pop e shoegaze) com o electro pop”.</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Farewell, my stomach&lt;/i&gt;: a Portuguese family story</video:title>
      <video:description>Farewell, my stomach is a news story full of generosity and humanity, which demonstrates the power of science in everyday people’s lives. It features scientists, physicians and a Portuguese family in the North part of the country that are fighting a rare disease. 

 Ana, Isaura and Jorge welcomed us at their home in January 2023 and shared with great generosity the courage of Rafael as well as their farewells and hopes. 

 Scientists worldwide are researching the genetic basis of a rare syndrome since the 1990’s. Portuguese scientists and physicians at Institute for Innovation and Research in Health (i3S) – Oporto University have been part of this syndrome research collective effort. An inspiring example of how scientist’s curiosity and endeavour, beginning at the lab, can save many lives. 

  Para ver esta reportagem em português, clique aqui.</video:description>
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      <video:title>Maya Blandy, australiana que cresceu na Madeira, anuncia &lt;i&gt;Calor&lt;/i&gt; para este Verão</video:title>
      <video:description>Nasceu na Austrália, de família inglesa e alemã, mas cresceu na Madeira e aí viveu grande parte da sua vida – segundo a mini-biografia que acompanha o lançamento de  Calor , canção que marca a sua estreia em português. Falamos de Maya Blandy, que depois de ter lançado vários temas avulsos, todos eles em inglês, publicou em Maio deste ano um primeiro álbum, integrando vários dos temas já lançados em single e videoclipe, como   Stardust   (título desse álbum e também do seu single de estreia, lançado em 2023),   Disco nights   ou   Lemons  . 

 Escrita de parceria com Jake Wherry, fundador da banda britânica The Herbaliser,  Calor  conta com Maya Blandy (voz), Jake Wherry (teclados, baixo, produção) e George Wherry (guitarra). O videoclipe foi filmado na ilha da Madeira, onde Maya Blandy irá actuar nos dias 20 de Julho ( Summer Opening , Funchal) e 15 Agosto ( Algazarra Festival , Porto Santo). Mas antes vai apresentar-se ao vivo em Lisboa, no  Musicbox , no dia 27 de Junho às 21h30.</video:description>
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      <video:title>PS vence europeias, AD assume derrota e Chega "não atingiu objectivos"</video:title>
      <video:description>Numas eleições em que a abstenção, em Portugal, baixou para 62,50%, descendo seis pontos percentuais em relação a 2019, o PS alcançou 32,10% e elegeu oito deputados. Já a AD, coligação entre o PSD e o CDS, teve 31,12% dos votos e subiu a sua votação em cerca de dois pontos percentuais face às anteriores europeias.  

 Habituado a consecutivos bons registos eleitorais, o presidente do Chega voltou a elevar a fasquia nestas europeias, apontando como objectivo vencer. André Ventura não só não venceu, como ficou em terceiro e em linha com a IL.  

 Saiba mais:  

 
	  Os vencedores e os vencidos nas europeias  
	  PS à frente da AD com mais um deputado, IL colada ao Chega, PCP e BE baixam  
	  O “talentoso” e “disruptivo” Bugalho não levou a AD à vitória por 1 ponto  
	  Iniciativa Liberal elege dois e proclama-se a grande “vencedora” da noite</video:description>
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      <video:title>Meloni vence em Itália e Macron convoca eleições. O resumo da noite eleitoral na UE</video:title>
      <video:description>As forças pró-europeias e progressistas, defensoras de uma maior integração política da União Europeia, estarão em clara maioria na décima legislatura do Parlamento Europeu, que arranca no próximo dia 18 de Julho, tendo garantidos mais de 400 votos num total de 720. 

 O Partido Popular Europeu (PPE, centro-direita), onde vão sentar-se os eurodeputados da Aliança Democrática, voltará a ter a maior bancada do hemiciclo, com 189 eurodeputados. E os Socialistas &amp; Democratas (S&amp;D, centro-esquerda), onde está o PS, deverá eleger 135 eurodeputados. 

 Depois de três eleições consecutivas a perder lugares no Parlamento Europeu, o grupo democrata-cristão consegue, este ano, aumentar a sua representação. 

 Saiba mais: 

 
	  O centro aguentou e o “sonho” de Meloni e Le Pen de uma maioria de direita caiu por terra  
	  Orbán sofre golpe na Hungria  
	  Alemanha: radicais da AfD em segundo, à frente do SPD de Scholz  
	  Tusk consegue vitória clara na Polónia​</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Não dá mais&lt;/i&gt;, canta Mariana, entre ansiedade, frustrações e um sentimento de liberdade</video:title>
      <video:description>É mais um tema lançado este ano pela jovem Mariana Aleixo, depois de   É só querer  , publicado em Fevereiro, e dos temas que já tinham ficado para trás, como   Tanto faz   ou   Plutão  , ambos de 2022. Todos eles inspirados nas experiências da sua vida pessoal e profissional, tal como Não dá mais, que agora publica em single e videoclipe. Apesar de ter começado a relacionar-se com a música desde cedo, com aulas de piano aos 11 anos e um impulso para escrever as primeiras canções, só mais tarde começou a apostar a sério na música. A pandemia da covid-19 interpôs-se, mas não a travou: começou a fazer aparições ao vivo na plataforma Twitch, a conquistar adeptos e a conseguir algum retorno financeiro desse seu trabalho. “Comecei a fazer  live streaming  de uma forma mais profissional e séria: foi quando o crescimento exponencial começou. Tive muito apoio da comunidade, comecei a ganhar números e fãs, e percebi que estava no caminho certo!”, escreve ela no comunicado que anuncia este seu novo lançamento. 

  Não dá mais , gravado num tom confessional, tem letra, música e produção de Mariana Aleixo, que também aqui toca piano, ela e João Umbelino. Esta tema, escrevem os promotores no referido texto, “foi todo ele escrito numa noite, num momento de reflexão e numa tentativa de escapar do silêncio e das amarras que tinha em si própria”. O facto de se expor, no que vai compondo e divulgando, não é, para ela, um problema, diz: “Nós, enquanto artistas e criativos, quando fazemos a nossa arte, estamos a expor a nossa verdade, os nossos sentimentos, para toda a gente poder ver. E isso é aterrorizador mas, ao mesmo tempo, muito libertador.”</video:description>
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      <video:title>Lena d’Água está de volta às canções com &lt;i&gt;Pop Toma&lt;/i&gt;, de Pedro da Silva Martins</video:title>
      <video:description>Dois meses passados sobre   O que fomos e o que somos  , apresentada como “uma canção sobre amor e esperança”, Lena d’Água volta aos inéditos com Pop Toma, uma canção embebida em ironia estival também da autoria de Pedro da Silva Martins. É o segundo tema a ser divulgado daquele que será o seu novo álbum de originais, sucessor do aclamado  Desalmadamente , de 2018. Tal como sucedeu com  O que fomos e o que somos , é Cristina Viana quem volta a animar esta canção em videoclipe. Diz a letra: Queres o discurso vazio / Que não levante má onda/ Queres o sujeito passivo/ Que não seja impulsivo/ E não te peça contas/ Queres a história de vida,/ a desgraça, o exemplo/ A curta biografia/ É melhor morrer nova/ Do que velha e louca / Lembra-te sempre da outra.” Mas afinal, quem é, ou o que é, esta outra, a que se responde “Queres pop, toma”? No texto que anuncia o lançamento, Pedro da Silva Martins explica: “Na linha de montagem da indústria musical, temos muita dificuldade em lembrar-nos da “outra”, uma vez que a ‘outra seguinte’ já se perfila (de ‘corpo fit’ e com a ‘roupa da moda’) numa  playlist  de rádio com mais uma canção ‘orelhuda’, vazia de conteúdo e igual a tantas ‘outras’ canções formatadas para esse fim. Numa sociedade em que todos os ‘outros’, depois dos seus escassos e esmifrados minutos de fama, são simplesmente descartados e condenados ao esquecimento, a Lena d’Água tem toda a propriedade para dizer: ‘queres pop, toma!’”. 

 Neste novo single, Lena d’Água (voz) gravou com Pedro Silva Martins e Luís J. Martins (guitarras e coros), Nuno Prata (baixo e coros), Miguel Ferreira (teclados e coros), Sérgio Nascimento (bateria, percussão e coros) e Cat Falcão e Marta Falcão (coros). Um grupo que, com ligeiras alterações, é quase a mesma banda que a acompanha agora ao vivo: Nuno Prata, Pedro da Silva Martins, Luís Martins, Sérgio Nascimento, Cat Falcão e Vicente Santos.</video:description>
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      <video:title>Cinco mistérios sobre Camões</video:title>
      <video:description>O mais antigo documento em que surge mencionado o nome de Luís Vaz de Camões é uma carta de perdão de 1553, guardada na casa forte da Torre do Tombo, em Lisboa. Camões esteve preso na Cadeia do Tronco por agredir uma pessoa num dia de procissão solene em Lisboa, no Dia de Corpo de Deus. O poeta feriu um homem no pescoço, “junto dos cabelos do toutiço”, como se lê no documento. A vítima, Gonçalo Borges, perdoou-o um ano depois e este saiu em liberdade, rumo à Índia. 

 O que não se sabe sobre este episódio é a razão do perdão e se Camões tinha amigos influentes, na corte, capazes de convencer o rei a libertá-lo. No mesmo documento, Camões é descrito como "mancebo e pobre que vai servir o rei para a Índia”. Isabel Almeida, professora e especialista em literatura portuguesa dos séculos XVI e XVII, explica alguns mistérios em torno de Luís Vaz de Camões, através da escassa documentação que resistiu até aos dias de hoje.</video:description>
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      <video:title>Rumia grava pela primeira vez em português, numa versão do &lt;i&gt;Desfado&lt;/i&gt; de Ana Moura</video:title>
      <video:description>Chama-se Blanca Pereira mas adoptou o nome artístico de Rumia e foi com ele que gravou, até à data, vários singles, três EP ( Reborn , 2020;   Next Round  , 2020;  Acoustic Collection , 2023) e um álbum,  Forget Me Not  (2022), com temas como   Like a pearl  ,   The best lines  ,  What a show ,  Our sofa ,  If I ever see you again  ou  Everything I did, I did it just for you . Meio espanhola, meio portuguesa, radicada em Berlim, Rumia tem gravado as suas canções sempre em inglês. Até agora, quando resolveu fazer uma versão sua, de base electrónica, de uma das canções mais conhecidas de Ana Moura,  Desfado , da autoria de Pedro da Silva Martins (ex-Deolinda, agora nos Cara de Espelho). É o primeiro single, aqui em estreia, daquele será o seu próximo álbum, e ela canta-o em português. O videoclipe deste outro  Desfado , com realização de Silvia Coca, foi inteiramente filmado no interior de Portugal, em Pedras Salgadas, Boticas e Chaves. Com o lançamento do novo álbum previsto para 2025, Rumia vai apresentar-se ao vivo em Lisboa, no próximo dia 14 de Junho, na Associação Cultural Com Calma. A entrada é gratuita.</video:description>
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      <video:title>Porque &lt;i&gt;A saudade aperta&lt;/i&gt;, os Quinta do Bill anunciam “um novo tempo de canções”</video:title>
      <video:description>Foi há três anos que os Quinta do Bill resolveram regravar uma dúzia de temas, todas eles com convidados, para assinalar os  25 anos de  No Trilho do Sol  , terceiro álbum de estúdio da banda, lançado originalmente em 1996. Agora, anunciam “um novo tempo de canções” com um novo tema, chamado  A saudade aperta , com letra de Tiago Nogueira, dos Quatro e Meia, e música de Carlos Moisés, um dos fundadores do grupo. Com Carlos Moisés (voz), participaram nesta gravação Cató Calado (guitarra acústica e eléctrica), Pedro Cruz (piano e acordeão), Paulo Bizarro (baixo), André Moinho (bateria e coros), Carla Santos (violino), Diana Martinez (coros e produção vocal) e João André (produção). Nas palavras de Tiago Nogueira, citado no texto que acompanha o lançamento, é este o significado de  A saudade aperta : “Num mundo onde a norma domina e a esmagadora maioria das pessoas se limita a cumprir o calendário, num trajecto monótono entre a cama e a secretária, sobressaem os que se recusam a apenas sobreviver. Quando a cidade dorme, liberdade pertence aos que desfrutam da música, do silêncio, do calor, do frio, do escuro, da luz e de todas as pequenas coisas que definem a vida.” E porque a saudade aperta, os Quinta do Bill já têm mais 30 datas marcadas para este Verão em vários palco e cidades do continente e ilhas, fazendo-se à estrada, dizem, para “matar saudades com um público que com ela comunga um caminho de canções, festa, alegria e emoções”.</video:description>
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      <video:title>Ela Li está de volta às canções com &lt;i&gt;Metamorfose&lt;/i&gt;, num dueto com o &lt;i&gt;rapper&lt;/i&gt; Azart</video:title>
      <video:description>A cantora e compositora Ela Li fechou 2023 com um álbum que lançou em Novembro no Super Bock em Stock. Chamou-lhe   Choradeira   e, passados seis meses, regressa às canções com Metamorfose, escrita de parceria com o rapper Azart (a música é assinada por Ela Li, Luís Sanches e Bernardo Gonçalves), com um videoclipe dirigido por Santiago Caiado e fotografias (dela com Azart, como a que aqui se publica) de Cândida Villa Lobos. 

  Metamorfose , nas palavras da sua autora, registadas no texto que acompanha o lançamento, é uma canção acerca do “facto de não podermos aceitar que o que já não nos preenche nos prenda. Como diz o Azart num dos versos: ‘tudo vai, tudo vem, tudo sai, tudo bem’. É um chegar à conclusão de que ‘toda a tristeza é feita pela natureza’, onde nada se perde, ‘tudo acaba por se transformar’, conforme canto no tema. Essa metamorfose é inevitável, só temos de enterrar o que já não nos faz falta e esperar a mudança que virá”. A música, por sua vez, reflecte um movimento, uma dinâmica de mudança, diz Ela Li: “Sinto esta música como uma canção quente, que mistura as sonoridades afro e electrónica de uma maneira dinâmica e divertida. É sobre a mudança, um tema que, para muitos, pode ser desafiante, mas que abordamos de uma maneira leve. Muitas vezes resistimos à mudança por medo e ansiedade, por não sabermos o que esperar ou por receio de sair da nossa zona de conforto”. 

 Eli Li é um projecto a solo da cantora, compositora, fotógrafa e também autora de pequenos filmes e videoclipes Rita Laranjeira, que já trabalhou com grupos ou artistas como os Mirror People, Happy Mess, Maria Reis (das Pega Monstro) ou Flak, que a escolheu para interpretar uma canção sua,  Mais brilhante que mil sóis , no Festival RTP da Canção de 2019. Nessa altura, concorreu com o nome Ela Limão, depois abreviado para Ela Li.</video:description>
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