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      <video:title>Em &lt;i&gt;Vaga-lumes&lt;/i&gt;, Tainá canta a beleza da infância e das "pequenas coisas"</video:title>
      <video:description>Tudo começou com uma conversa casual com uma amiga (também cantora), Picas, sobre as coisas que faziam lembrar o quanto vale a pena viver. Tudo ia dar à infância. Exemplo disso são os pirilampos que iluminavam a noite da cidade no Brasil onde Tainá, actualmente com 26 anos, cresceu. Foi assim que nasceu  Vaga-lumes , segundo  single  de  Âmbar , que conta com a participação de Tiago Nacarato e cujo vídeo se estreia esta sexta-feira. 

 Neste vídeo, com o embalo da bossa-nova, as paredes enchem-se de pinceladas com os temas da infância de que fala a letra – muitos deles associados à natureza. É de propósito: Tainá admite em entrevista ao P3, que acredita “todos os ensinamentos da vida” lhe chegam através da Natureza e é por isso que “acaba por ser 80%” do que escreve. 

 Cinco anos depois de  Tainá , o primeiro álbum da cantora,  Âmbar  tem lançamento previsto para Setembro e traz uma estética quente, com  “ cheiro a maresia ”  que bebe da experiência da cantora em Portugal, onde já vive há oito anos. Traz mais “mensagens de luz” e “maturidade” do que o trabalho anterior. 

 O seu percurso na música já vai longo. Começou aos 13 anos, altura em que estudou piano, canto e guitarra. Depois, seguiu para a faculdade para tirar uma licenciatura em Música. Chegou a cantar em casamentos, mas o seu caminho artístico só começou realmente quando veio para Portugal, em 2017, e se cruzou com um grupo de músicos que cantavam no Bairro da Bica, em Lisboa. Desafiada pelos amigos, juntou-se e interpretou uma versão de  Corcovado , clássico do cantor brasileiro Tom Jobim. Sem saber, cantou com a banda do músico e cantor norueguês Erlend Oye, membro dos Kings of Convenience, que, no dia seguinte, iria actuar no Capitólio. Aí, foi convidada para ir ver o concerto e, enquanto cantava à porta da sala do espectáculo,  Oye  ouviu-a e pediu-lhe para actuar nos concertos seguintes em Portugal. 

  Texto editado por Inês Chaíça</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Nossa terra é o mar&lt;/i&gt;, “carta náutica de amor à relação de brasileiros e portugueses”</video:title>
      <video:description>Foi gravada entre o Rio de Janeiro, Lisboa e Madrid e apresenta-se como “uma carta náutica de amor à relação de brasileiros e portugueses, propondo uma travessia metafórica pelas correntes atlânticas que aproximam os dois países”.  Nossa terra é o mar , assim se chama a canção, foi composta a várias mãos, por Pierre Aderne, Moacyr Luz, Elmo Lage e David Pasqua e o vídeo que dela nasceu, e hoje se estreia, foi filmado em Lisboa e no Rio de Janeiro, entre o rio Tejo e a Baía de Guanabara, pelo director de fotografia carioca Manuel Águas e pelo lisboeta João Guerreiro. 

 A montagem é de Tiago Tambeline e a realização é de Pierre Aderne (criador e dinamizador do colectivo  Rua das Pretas , onde se cruzam culturas brasileiras, portuguesas e africanas), que deu voz ao tema ao lado de Moacyr Luz e António Zambujo, com a preciosa contribuição de Carlos Chaves (violão e cavaquinho) e do premiado engenheiro de som Carlos Fuchs (mistura). A locução é do actor André Gago. Colaboraram ainda neste projecto Maria Santos, Júnior De Oliveira, Luis Filipe De Lima, Roberta Nistra, Ruy e Pat Cividanes, Elmo Lage e Felipe Rodolfo Carvalho. 

  Nossa terra é o mar  começa assim: “Em Portugal não fui jamais/ embora de lá tenha vindo/ graças aos meus ancestrais/ que mostraram a língua quando eu tava parindo// Hoje, navego na Guanabara/ como se no Tejo, tivesse a navegar/ Camões disse que era inveja/ do povo com medo de emigrar”. E termina com esta quadra: “Às estrelas lusitanas/ tua história vou contar/ somos todos uns bacanas/ nossa terra é o mar.”</video:description>
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      <video:title>Catarina Branco celebra a música popular no novo EP &lt;i&gt;Não Me Peças Mais Canções&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Foi em 2019 que Catarina Branco lançou um primeiro EP,   Tá Sol  , a que se seguiu, em 2022, um álbum a que deu o nome de   Vida Plena   – e do qual viria a regravar  em formato acústico  dois temas no ano seguinte, 2023, de parceria com Guarda-Rios. Agora, sob o título  Não Me Peças Mais Canções , lança esta sexta-feira um novo EP com versões de canções tradicionais, cinco ao todo, incluindo   A minha saia velhinha  ,   Se passares pelo adro   (lançadas previamente em singles),  Tinta verde ,  A mulher que me quer bem  e  Ao romper da bela aurora . Destes, há um videoclipe onde Catarina se acompanha à braguesa, gravado nas sessões ao vivo do CLAV, Centro e Laboratório Artístico de Vermil, e estreado no YouTube em finais de 2023. 

 É um disco com a particularidade de ser, também, uma homenagem ao Grupo Coral e Musical da Casa de Pessoal do Hospital de Caldas da Rainha, onde os pais de Catarina (que nasceu nas Caldas, em 1996) tocam e trabalham. O grupo foi fundado em 2001 pelo seu pai, Júlio Branco, e foi através do contacto com o cancioneiro do grupo que Catarina começou a embrenhar-se mais na música, como ela explica no texto que acompanha o lançamento: “Passada uma temporada a tocar guitarra, apercebi-me de que o instrumento que queria verdadeiramente aprender era o piano e o meu pai encorajou-me a ter aulas do instrumento no conservatório das Caldas da Rainha. Quando me senti mais à vontade neste instrumento, decidi que queria acompanhar a banda dos meus pais ao piano e, durante uns anos, toquei estas canções com eles.” Pouco depois, começaram a surgir as primeiras canções, lançadas no EP  Tá Sol . 

 Este novo EP vai ser apresentado ao vivo por Catarina, acompanhada pelo Grupo Coral e Musical da Casa de Pessoal do Hospital de Caldas da Rainha, no dia 7 de Junho na Escola Básica e Secundária de São Martinho do Porto e no dia 9 de Junho no Coreto do Parque D. Carlos I, nas Caldas da Rainha. A solo, estará no dia 20 de Junho no Porto (Radioclube Agramonte), 21 em Guimarães (Centro para os Assuntos da Arte </video:description>
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      <video:title>Obras na Avenida da Boavista reduzirão as condições para ciclistas</video:title>
      <video:description>Na experiência de Adalberto Teixeira, a velocidade é mesmo o principal problema. O programador informático costuma passar diariamente pela Boavista, em direcção a Matosinhos, e é um experiente utilizador de bicicleta na cidade do Porto. Com a perda de espaço na avenida, narra vários episódios de ultrapassagens rasantes (que não são novidade). 

 Já o percurso de Sandra Alves passou a sofrer um desvio pela Rua de Sidónio Pais. “Conduzo uma bicicleta de carga para transportar os meus dois filhos. Agora, os carros vão muito mais juntos e eu fico sem espaço para passar”, descreve a funcionária administrativa de 50 anos. Apesar dos vários problemas de desenho, a avenida tinha uma ciclovia entre a Casa da Música e o Estádio do Bessa, que desapareceu com a instalação do canal de  metrobus , cuja primeira fase das obras deverá ficar concluída até este Verão. 

 Nas partes já asfaltadas da Boavista, nalguns pontos das secções que já reabriram ao trânsito depois da intervenção, começa a verificar-se um cenário idêntico ao que Gaia tinha até hoje: via ocupada por carros estacionados em segunda fila e por veículos de cargas e descargas.  

  Sobre possíveis medidas de protecção dos utilizadores mais vulneráveis da estrada, a autarquia presidida por Rui Moreira responde apenas que vai “avaliar a possibilidade” de, nas intercepções da Boavista, pintar um rectângulo no chão a sinalizar que as bicicletas podem esperar à frente dos carros. São as designadas “  bikeboxes  ”.</video:description>
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      <video:title>Mirza Lauchand estreia &lt;i&gt;Sunset love&lt;/i&gt;, a anunciar o segundo volume de &lt;i&gt;Híbrido&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Já integrou grupos como os Gospel Collective ou os Soul Gospel (que o levaria ao palco do Teatro Villaret, em Lisboa, com o musical Oh Happy Days), em concertos e viagens onde ia partilhando palcos como nomes como Bernardo Sasseti, Dengaz, L1NK, Legendary Tiger Man, NBC, Matay e Selma Uamusse. Mas foi em 2021 que o moçambicano Mirza Lauchand lançou um primeiro EP com três canções (  Far away  ,   The funk   e   Dear God  ) a que deu o título de  Híbrido (Vol. 1) . Pois esse EP vai ter continuação, em  Híbrido (Vol. 2) , do qual resolveu apresentar agora uma primeira canção,  Sunset love , com música, letra e mistura de 40D. 

 No texto que acompanha o lançamento, Mirza Lauchand explica como chegou a  Sunset love : “Cantei esta canção ao vivo logo nos meus primeiros concertos ao vivo em 2021. Quis perceber se as pessoas sentiam o mesmo do que eu, de que este  beat  nos entra no coração com uma ginga própria, cheia de personalidade e que quase nos obriga a dançarmos sozinhos com a mão ao peito. Não me enganei! O público à minha frente reagiu como eu, com uma felicidade nos olhos, com uma leveza no corpo que poucos sons nos despertam ao longo da vida. As certezas estavam escritas – este seria um dos singles do meu próximo EP –  Híbrido Vol. 2 .” 

 Mas  Sunset love  ganhou uma nova roupagem depois disso, afirma: “Ficou ainda mais volumoso e com uma identidade única. Não seria mentira se dissesse que é um dos temas mais improváveis do meu caminho até aqui. Não foi musicado por mim, nem teve a minha caneta na escrita, pela primeira vez. O mestre disto tudo é 40D, um produtor moçambicano que se cruzou na minha vida pelo acaso. Depois o também produtor Tayob J. completou a tela desta bonita canção com um bom gosto fora de série. A escola World Academy tratou de tudo isto como se fosse um filme. Para o vídeo, imaginei o Wilds Gomes como a personificação de um amor próprio que tantas vezes negligenciamos. Acho que fizemos eternidade!”</video:description>
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      <video:title>Beatriz Felício estreia mais um tema do seu álbum, a um mês do concerto no CCB</video:title>
      <video:description>É o terceiro tema a ser divulgado do álbum de estreia da fadista Beatriz Felício. Depois de   A canção da Bia  , publicada em Setembro de 2023, e   Inverno sem lareira  , em 24 de Maio, agora é a vez de  Poema do amor corrido , com letra e música de Cátia Mazari Oliveira (A Garota Não), produção e arranjos de Ângelo Freire e mistura e masterização de Nelson Canoa. 

 Beatriz Felício, cujo álbum de estreia vai ser lançado no dia 21 de Junho com chancela do Museu do Fado, passou por certames televisivos como  Uma Canção Para Ti  (TVI, 2011),  The Voice Portugal  (RTP, 2015) e o Festival RTP da Canção (em 2018, com um tema da autoria de Jorge Fernando) e desde muito nova que se ligou por paixão ao fado, procurando aprender com os mais velhos nas Casas de Fado de Lisboa. No dia em que é publicado o disco, haverá um concerto de lançamento no Pequeno Auditório Centro Cultural de Belém, em Lisboa, no ciclo  Há Fado no Cais  (às 21h), onde Beatriz Felício (voz) será acompanhada por Rui Poço (na guitarra portuguesa), João Domingos (na viola de fado) e André Moreira (no baixo). 

 O videoclipe de  Poema do amor corrido , que agora se revela, foi realizado por Diogo Branco, que, no texto que acompanha o lançamento, o descreve como “uma declaração de amor de uma fadista pelo fado”. Uma declaração de amor “em que nesse encontro da mesma com a sua arte tudo à sua volta diminui, esvanece. Imagina luzes, focos, mas que iluminam o seu sentimento, o seu interior e não o mundo em redor. Nesse espaço íntimo pode viver o seu amor sem receios. Mas por muito que se escureça o mundo à volta e se tente viver num sítio seguro, há sempre luzes externas que contaminam a sua. O amor crescerá sempre quando são dois a querer: A arte e o/a artista. E aí, nem o sol tem luz suficiente para mexer com essa ligação.”</video:description>
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      <video:title>Tatiana Duarte mergulha em &lt;i&gt;Apneia&lt;/i&gt; numa nova canção da sua carreira a solo</video:title>
      <video:description>Estreou-se a solo com   Erros teus  , em Março de 2023, e está de volta às canções com  Apneia . Chama-se Tatiana Duarte, e se  Erros   teus  tinha letra, música e produção de Agir, esta nova canção tem letra dela, assinada em parceria com Maria Castro e Inês Apenas, e música de Maria Castro e Guerra. Ligada à música desde muito cedo, Tatiana aproximou-se dos ritmos latinos, conforme se escreve no texto que acompanha este novo lançamento, devido às “suas viagens frequentes a Espanha para visitar a família”, ingressando aos 14 anos no Conservatório Nacional de Música para estudar piano e canto, “destacando-se no canto lírico”. Mas não foi este o caminho que seguiu, vindo a integrar (após ter participado, em 2019, no concurso de novos talentos La Banda, da RTP) o grupo  BMRNG , representado pela Sony Music Portugal, grupo que partilhou palcos com cantores como Carolina Deslandes, Mickael Carreira ou Mia Rose. A dissolução dos BMRNG em 2021 levou-a, nos anos seguintes, a uma carreira a solo.</video:description>
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      <video:title>Ataque israelita a Rafah. “Estava a deitar os meus filhos quando o fogo irrompeu”</video:title>
      <video:description>A Força Aérea israelita atingiu, no domingo, uma zona de deslocados  em Rafah . Pelo menos 50 pessoas foram mortas e um incêndio no local provocou a destruição de grande parte das tendas que as abrigavam.  

 O alvo foi o bairro de Tel Al-Sultan na zona ocidental de Rafah, para onde milhares de pessoas tinham fugido, após uma incursão na zona oriental da cidade que começou há mais de duas semanas. 

  A agência da ONU de apoio aos refugiados palestinianos ( UNRWA ) afirmou que as imagens terríveis do ataque mostram que Gaza é “o inferno na Terra”. Na passada sexta-feira, o Tribunal Internacional de Justiça ordenou a Israel a suspensão “imediata” da ofensiva em  Rafah .  

 Ainda no domingo, foram disparados oito projécteis da zona de Rafah contra Telavive, na primeira vez em quase quatro meses que o Hamas lança um ataque contra a zona central de Israel. A maioria dos projécteis foi interceptada, com o ataque a provocar alguns ferimentos ligeiros.</video:description>
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      <video:title>Os Senhores voltam aos videoclipes, com outro tema do álbum &lt;i&gt;Sr. Saraiva&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Regresso&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Primeiro veio   Sonha  , em Outubro de 2023, a anunciar o álbum com que  Os Senhores , no mês seguinte, haviam de fazer a sua estreia discográfica:   Sr. Saraiva  . E em Fevereiro de 2024, já com o álbum a rodar pelos palcos, lançaram um novo single e videoclipe,   Indiferente  . Agora, quando anunciam mais um concerto da banda, desta vez em Peso da Régua, na 4.ª edição do Douro Wine City, no dia 7 de Junho, Os Senhores dão a conhecer novo videoclipe a partir de um terceiro tema do álbum, com ilustrações e animação de Tiago Albuquerque,  Regresso . 

 Para David Pinheiro, líder do grupo, este é um tema que “fala sobre a importância que o mar pode ter na vida e na criatividade de uma pessoa. Sobre a importância deste tipo de elementos para nos sentirmos completos enquanto seres humanos”. E, acrescenta, “é também uma história de Amor”. Ou seja, escreve David Pinheiro: “O mar ganha uma importância tal que até o Amor se encontra lá. A personagem principal do vídeo volta a ser o Sr. Saraiva, que se percebe que esteve muito tempo afastado do mar por razões que o ultrapassam... Porém, a vida encaminha-nos sempre para o sítio certo, para o devido lugar e neste caso o Sr. Saraiva regressa ao mar. Ainda assim e durante todo o tempo que esteve afastado do seu destino, nunca deixou de acreditar e de procurar ao mesmo tempo aquilo que nos une a todos, o Amor. E quem sabe se não foi também isso que lhe permitiu o tal regresso. É uma metáfora simples da vida que nos mostra que nunca devemos deixar de lutar por aquilo em que acreditamos.” 

 Criado por David Pinheiro (voz e viola), o quarteto integra dois membros dos Amor Electro, Tiago Pais Dias (bateria e baixo) e Ricardo Vasconcelos (pianos e sintetizadores), e Bruno Jardim Fernandes (guitarra). Na capa do álbum  Sr. Saraiva  e nas imagens divulgadas pela banda não há fotografias, apenas desenhos da autoria de Hugo Makarov, sendo todos os videoclipes animados por Tiago Albuquerque. Em entrevista ao PÚBLICO, em Março deste ano, David Pinheiro explicou porquê: “Todos os dis</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;O que for será&lt;/i&gt;, dizem e cantam os Sogranora, no dia em que publicam um novo EP</video:title>
      <video:description>Já lá vão oito anos desde que o trio foi criado, ou seja, quando Tomás Andrade, Vasco Gomes e Ricardo Sebastião se conheceram num clube de basquetebol e decidiram unir os seus conhecimentos musicais num grupo a que deram o nome de Sogranora. Tomás e Vasco haviam estudado no Hot Clube, Ricardo seguiu a via autodidacta, e agora, a par da banda que criaram, são todos eles professores de música, com formação pela ETIC e pela ESML. 

 O que os inspirou? Segundo a biografia do trio, não lhes faltam influências, de John Mayer a Tame Impala, Capitão Fausto, Ornatos Violeta, Vampire Weekend, Radiohead, The Beatles, Beach Boys, Fausto, Chet Baker, Depeche Mode ou Massive Attack, entre outros. Após a criação do grupo, em 2016, lançaram um primeiro single em 2019,   Semilisboeta  , a que se seguiram (além de outros singles) os EP   Altivez e Castigo   (2020) e   Amarílis   (2023). No início de Maio, publicaram o single e videoclipe de   Sereias do mal  , primeiro tema do seu novo EP,  Dançar Sobre Arquitetura , que é lançado esta sexta-feira, e que conta com um novo videoclipe,  O que for será . O novo EP, diz-se no texto que acompanha o lançamento, “é o primeiro em que todos os elementos da banda assumem a voz principal e inclui 5 canções com letra, música e produção da própria banda”, constituída por Ricardo Sebastião (voz, guitarra, baixo, sintetizadores), Tomás Andrade (guitarra, baixo, sintetizadores, voz) e Vasco Gomes (bateria, sintetizadores, voz).  O que for será , dizem, é “um grito de libertação e crescimento pessoal, uma necessidade de despertar e um mantra que nos lembra que a vida fluirá sempre como tiver de ser, de forma genuína e não forçada”. 

 Quanto ao EP, e ainda citando o trio, contém “histórias e pensamentos sobre desamor”: “O Frank Zappa disse uma vez que ‘falar sobre música é como dançar sobre arquitectura’. Gostámos muito deste conceito e achámos que faria sentido para estas músicas, que são canções sem grandes preconceitos ou racionalizações. São apenas para se sentir e levam-nos a dançar sobre</video:description>
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      <video:title>Directo. Noite eleitoral na Madeira com Ana Sá Lopes, Helena Pereira e Ruben Martins</video:title>
      <video:description>Na noite eleitoral da Madeira, Ana Sá Lopes, Helena Pereira e Ruben Martins reúnem-se para analisar as eleições regionais e seguir os resultados ao minuto. Vai continuar o PSD a liderar o Governo da Madeira? Quem terá força para liderar o governo? Como ficará Miguel Albuquerque? Dúvidas para a uma noite eleitoral em directo este domingo, 26 de Maio, a partir das 18h50.</video:description>
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      <video:title>Temido: os extremistas estão a "ganhar terreno e a marcar e impor agenda" no PE</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	  Marta Temido: Reforma da AIMA “provavelmente” podia ter sido feita de outra maneira​  
	  Temido responde a Marcelo: “PRR não tem a ver com a questão do Orçamento”​  
 

 A ex-ministra da Saúde e membro mais popular do segundo Governo de Costa admite que houve erros no processo de extinção do SEF e criação da AIMA.  Em entrevista ao PÚBLICO e Rádio Renascença, Marta Temido d efende a solução de dois Estados para o conflito israelo-palestiniano, e recusa a ideia de a União Europeia enviar tropas para a Ucrânia.</video:description>
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      <video:title>Bugalho: "As linhas vermelhas da AD no PE são as mesmas de Ursula von der Leyen"</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	  Sebastião Bugalho: “Se alguém fizer uma discriminação étnica levanto-me para sair da sala”  
 

 om 28 anos, Sebastião Bugalho é o cabeça de lista da Aliança Democrática às eleições europeias. Em entrevista ao PÚBLICO e Rádio Renascença, o comentador político diz que o PPE tem de se adaptar a um mundo em mudança, mas não defende reformas nem alterações aos tratados. Garante que cumprirá o seu mandato europeu até ao fim e mantém que a reciprocidade é um bom princípio político (mas não fará campanha por António Costa para um cargo europeu). Embora considere que as direitas europeias são diferentes das nacionais, compromete-se a traçar "linhas vermelhas" a alguns partidos do grupo Identidade e Democracia.</video:description>
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      <video:title>Sabem o que é lacrimodance? A Galeria Incerteza explica, a &lt;i&gt;Dançar na pista de choro&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Lacrimodance? Pesadelo folião? É disto, e muito mais, que se reivindica a Galeria Incerteza, o mais recente projecto musical do portuense Rui Garcia da Costa, que passa a maior parte da sua vida nos montes, mais concretamente em Vila Nova de Foz Côa, como afiança a sua biografia. Nascido no Porto, em 1997, deu os primeiros passos musicais a partir de 2013, em bandas punk, integrando grupos como os Mukipus e Super Gorila, além de compor para uma banda punk para crianças que havia criado com amigos, a Panktufa. A solo, começou por apresentar-se como Oh Me, lançando dois EP (  Por Tudo o Que Caiu do Céu  , 2020; e  Olho Verde , 2023) e um álbum ( Império de Sabão , 2022). Não tardaria a deixar cair o Oh Me, passando a apresentar-se como Galeria Incerteza, e é assim que agora lança em single e videoclipe  Dançar na pista de choro . 

 A par dos seus projectos, Rui Garcia da Costa é também produtor de trabalhos alheios, como  Porcelana Boa da Avó  (2022), dos Traz os Monstros, ou  SofaSofaSofa  (2022) dos Silverbomb, banda que acabou por integrar e com a qual editou o álbum   Olaré Jacaré   (2023). Rui faz também parte de um colectivo de artistas, a Pé em Triste, associação cultural da qual é fundador e que tem por objectivo a dinamização cultural do interior do país, mantendo um ciclo de concertos regulares intitulado ECOA. Funciona também como editora e produtora de projectos musicais,  “ realizando e produzindo tanto música como videoclipes e conteúdos digitais. Para além disso, edita ainda uma revista com uma recolha de trabalhos de artistas emergentes”. 

 Quanto ao tema  Dançar na pista de choro , que além de Rui Garcia da Costa conta com os músicos Bernardo Esteves, Ricardo Pesqueira e Rui Clemente, o texto de apresentação do single é um bom cartão de visita. Ora leiam-no: “Bem-vindos ao pesadelo folião de Galeria Incerteza. Não sabemos de onde aparece tanta necessidade de dar o corpo ao manifesto, mas nesta faixa  Dançar na Pista de Choro , vemos a noite através dos olhos de alguém que não sabe o que quer,</video:description>
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      <video:title>Alte, a aldeia que rima com arte</video:title>
      <video:description>Veja todos os  vídeos e podcasts  da Rostos na Aldeia 
 

 Alte, no município de Loulé, é uma das aldeias mais bem preservadas de todo o Algarve. Tem calçadas tradicionais, chaminés típicas, ruas cheias de flores, água a correr na ribeira. É um museu a céu aberto, com gravuras e murais a alindar as paredes e a homenagear as tradições da comunidade. Bem mais do que o postal turístico, Alte é também a aldeia onde os mais velhos se mantém activos, onde longevidade rima com actividade. É lá que está Daniel Vieira, que continua a pintar aos 87 anos, ou Aldegundes Gomes, que continua a trabalhar com o esparto aos 89. Ou, ainda, Albertina Madeira, que aos 101 anos continua a ser a directora do jornal Ecos da Serra, enviado regularmente aos emigrantes. E é lá que os mais novos, como Pedro Domingues, se empenham em celebrar as memórias e a divulgar as riquezas, sempre de olhos postos no futuro e com os pés nos pedais.</video:description>
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      <video:title>“Chove e a gente tem medo”. Relatos das cheias no Rio Grande do Sul</video:title>
      <video:description>Perante a tragédia provocada pelas cheias de  dimensão histórica  no Rio Grande do Sul, Matheus Ascari juntou-se a um grupo de amigos e iniciou uma angariação de fundos para recolha de bens de primeira necessidade em Porto Alegre. “Está feia a situação”, descreve ao PÚBLICO. “A cada dia parece que aumenta o número de desalojados. Chove e a gente tem medo”, conta. 

 "Os desalojados que estão nestes abrigos são pessoas invisíveis, pessoas que já viviam numa escassez material e emocional”, relata a psicóloga brasileira Alice Behs, que tem prestado apoio a residentes do bairro de Santo Afonso. 

  Já o professor de Ecologia da Universidade Federal do Rio Grande, Marcelo Dutra, recorda   que  “quando houve as cheias de 1941, as áreas alagadas são praticamente as mesmas de hoje, mas estas áreas em 1941 não estavam ocupadas”. “Estamos há 14 anos construindo em zonas de risco e colocando pessoas em risco”, acrescenta. 

 As cheias no Rio Grande do Sul provocaram, até ao momento, mais de 150 mortos e quase 600 mil desalojados. São mais de 2,2 milhões de pessoas afectadas, de 461 municípios.</video:description>
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      <video:title>Rewilding permite-nos coabitar com as nossas espécies carismáticas</video:title>
      <video:description>“Onde há lobo, há ecossistemas equilibrados.", diz  Sara Aliácar, directora de conservação da Rewilding Portugal.  

 O projecto LIFE WolFlux, que teve início em 2019 e prepara-se para os últimos meses de trabalho, teve como objectivo melhorar a coexistência entre o lobo ibérico e as comunidades humanas, num cenário de potencial aumento de ataques do lobo ao gado nas zonas onde há pouca abundância e pouca diversidade de presas selvagens. “Estamos a aprender a coabitar com as nossas espécies carismáticas”, explica o biólogo André Couto, da Rewilding Portugal. Para isso, é preciso pôr “todas as peças do ecossistema a funcionar”. 

 Na região de Vila Nova de Paiva, no distrito de Viseu, há alcateias estabelecidas de lobo-ibérico, mas há ainda pouca densidade de corço (estes distribuem-se mais na zona do Vale do Côa), uma das ajudas mais preciosas foi nada menos do que a dos caçadores, que puseram o conhecimento do território ao serviço do projecto. Neste momento, na maior parte do território, o corço não é uma espécie cinegética, ou seja, a sua caça ainda não é autorizada. O trabalho com as zonas de caça de Vila Nova de Paiva e Moimenta da Beira permitiu a criação de um Plano Global de Gestão do Corço, uma iniciativa inovadora que permitiu limitar a caça da espécie até que a população de corços atinja uma maior densidade nesta região. O projecto ajuda a que os “animais tenham acesso a mais recursos, portanto, mais opções”. 

 “Este movimento de Rewilding parte de uma premissa: nós não somos o principal actor disto tudo”, nota ainda Pedro Prata, director executivo da Rewilding Portugal, enquanto nos mostra o Vale Carapito, uma das propriedades que são ex-libris da Rewilding Portugal. “Estamos incluídos num grande grupo de seres vivos que compõem a biosfera deste planeta e que é interdependente para a sua própria sobrevivência neste planeta.”</video:description>
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      <video:title>Geórgia. "Tenho esperança nas pessoas que não se cansam de exigir um futuro melhor”</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	 
	  Presidente da Geórgia veta lei polémica sobre agentes estrangeiros  
	 
	 
	  Parlamento da Geórgia aprova a controversa lei dos agentes estrangeiros  
	 
	 
	  Os protestos na Geórgia e a lei dos “agentes estrangeiros” que a afasta “da via europeia”  
	 
	 
	  A Geórgia pode ser a segunda Ucrânia?  
	 
 

 A capital da Geórgia tem sido palco de vários protestos contra a lei dos “agentes estrangeiros”. Às manifestações, as autoridades têm respondido com repressão e violência: balas de borracha, gás lacrimogéneo, granadas de atordoamento, canhões de água e detenções. 

 Não é a primeira vez que esta lei de inspiração russa traz os georgianos à rua. Já tinha sido proposta em 2023, mas uma onda de contestação acabou por ditar o chumbo da lei. No passado mês de Abril, o Governo da Geórgia voltou a apresentar a legislação dos “agentes estrangeiros”, que Salomé Jashi vê como “um sinal claro de viragem para uma política semelhante à da Rússia”. Os protestos repetiram-se, mas o chumbo não. 

 Aprovada no dia 14 de Maio, a lei obriga a que todas as organizações não governamentais (ONG) ou meios de comunicação social do país, que recebam pelo menos 20% do seu financiamento do estrangeiro, se registem como grupos “ao serviço dos interesses de uma potência estrangeira”. As entidades assim registadas passam a estar sob vigilância do Ministério da Justiça, podem ser obrigadas a revelar informações sensíveis e estão sujeitas ao pagamento de multas. 

 “Estamos, na minha opinião, numa situação muito difícil neste momento.” Salomé Jashi nasceu em Tbilissi, onde ainda vive. A documentarista e directora da Associação de Documentários da Geórgia (DOCA) tinha 10 anos quando a Geórgia se tornou independente, em 1991, e acredita que a sua geração cresceu com o país e ajudou a construí-lo. “É por isso que se calhar temos este tipo de sentimento de propriedade e de responsabilidade em relação à Geórgia.” 

 Durante o último mês, os georgianos têm saído à rua, noite e dia, em protesto contra </video:description>
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      <video:title>Vídeo. Encontrado Presidente do Irão e confirmada a morte após acidente de helicóptero</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	 
	  Incerteza iraniana e saudita motiva subida ligeira do preço do petróleo  
	 
	 
	  Os momentos-chave da vida e da presidência de Ebrahim Raisi  
	 
	 
	 ​ Governo do Irão reunido de emergência. Vice-presidente no poder até às eleições  
	 
 

 O Presidente iraniano, Ebrahim Raisi, morreu num acidente de helicóptero num terreno montanhoso perto da fronteira com o Azerbaijão, confirmou o vice-presidente do Irão, Mohsen Mansouri. Também foi confirmada a morte do ministro dos Negócios Estrangeiros, Hossein Amirabdollahian. O Executivo iraniano já convocou uma reunião de emergência. 

 Os destroços carbonizados do helicóptero que se despenhou no domingo e que transportava Raisi, considerado um potencial sucessor ao líder supremo, e o ministro foram encontrados esta segunda-feira, após uma busca nocturna em condições de nevão. 

 A televisão estatal informou que as imagens do local mostram que o aparelho embateu no pico de uma montanha, embora não haja qualquer informação oficial sobre a causa do acidente. A agência noticiosa estatal IRNA disse que Raisi estava a voar num helicóptero Bell 212 fabricado nos EUA.</video:description>
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      <video:title>Dullmea estreia &lt;i&gt;A estranha esperança dos pássaros&lt;/i&gt; para nos mostrar como soa &lt;i&gt;Ñe’ese&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Dullmea (Sofia Fernandes), artista e compositora que desde 2016 tem vindo a explorar as inúmeras possibilidades da voz e da electrónica em álbuns como   Keter   (2016),   Hemisphaeria   (2019),   Orduak   (2021 , com Ricardo Pinto ) e   Lloc Comú   (2023), lança esta segunda-feira um novo álbum a que deu o nome de  Ñe’ẽsẽ  e decidiu apresentá-lo com o videoclipe de uma das faixas,  A estranha esperança dos pássaros , com realização de João Pedro Fonseca e edição adicional de Joaquim Fernandes, João Bico e Nuno Figueira.  Ñe’ẽsẽ  apresenta-se como “um álbum com componente visual que parte da recolha de elementos da natureza para a criação de material sonoro e visual”. E terá, por isso, uma edição física especial: “um marcador de livros feito com papel biodegradável de sementes, contendo um código de acesso ao álbum digital. Uma vez feito o  download , este marcador pode ser usado como qualquer marcador de livro, ou plantado, gerando as sementes nele contidas (margarida ou camomila).” 

 No texto que acompanha o lançamento, Dullmea explica como chegou a este disco: “Ao longo do último ano tenho recolhido elementos da natureza e trazendo-os para o meu processo criativo. À medida que fui ficando mais fascinada com as minhas descobertas, quis convidar o meu querido amigo João Pedro Fonseca para criar vídeos para algumas das minhas composições. O álbum foi concluído quando o meu talentoso amigo Ricardo Pinto trouxe à tona toda a emoção e maravilha que eu procurava com as suas misturas. "Ñe’ẽsẽ" significa ‘voz’ em guarani.” 

 Com seis temas ( Noite curva dia (morchella) ,  Dores de crescimento (árvore) ,  Folhas gerando vento de Outono (folha, líquen) ,  Vinte mil léguas submarinas (ouriços) ,  A estranha esperança dos pássaros  e  Folha de mão aberta (ave abanando leque) ) este novo trabalho de Dullmea terá apresentações ao vivo em finais de Maio, dia 24 na Galeria MIRA - Artes Performativas, no Porto (18h) e dia 25 no Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura, em Guimarães (17h).</video:description>
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    <video:video>
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      <video:title>Fadista Ana Margarida Prado estreia com &lt;i&gt;Rosa brava&lt;/i&gt; o seu primeiro álbum, &lt;i&gt;Laço&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Já a conhecemos como Ana Margarida e agora assina Ana Margarida Prado. É com esse nome que lança esta sexta-feira o seu primeiro álbum a solo,  Laço , com chancela do Museu do Fado. Todas as letras do disco são de João Monge (o disco tem 16 temas), sendo as composições de Agir, Luísa Sobral, Marco Oliveira, Mário Laginha, Pedro de Castro e Vitorino, além de vários fados tradicionais. Anunciado em Junho de 2023 com o lançamento de um primeiro tema,   A ver as vistas   (com música de Pedro de Castro e um videoclipe assinado por Francisco Crocco e Sebastião Crocco), o álbum teve em Março deste ano um segundo tema divulgado,   Dois altares  , com música de Agir e videoclipe de André Tentúgal. O mesmo André Tentúgal que assina o videoclipe que se estreia neste mesmo dia em que é lançado o disco:  Rosa brava , com música do Fado Sra. Do Monte, de Alfredo Marceneiro. Com Ana Margarida Prado (voz), estão Bernardo Couto (guitarra portuguesa), Bernardo Saldanha (viola de fado) e Francisco Gaspar (viola baixo). 

 Nascida em 9 de Junho de 1983, em Oliveira de Azeméis, Ana Margarida estudou piano e viola clássica dos 6 aos 18 anos e, segundo a sua biografia publicada pelo Museu do Fado, “passava horas a cantar, com a sua mãe e irmã, os fados de Teresa Tarouca, Teresa Silva Carvalho, Maria da Fé e Amália, quer fosse pela casa, quer a caminho da cidade da Guarda, terra de sua mãe”. Em 2008, recebeu o Prémio Revelação na Gala de Fado do Teatro Sá da Bandeira, passando a cantar nas grandes noites do fado do Porto. Iniciou em 2011 uma carreira internacional, passando por países como Espanha, França, Suíça, Holanda, Alemanha, Rússia, Roménia, Luxemburgo e recentemente em Marrocos, Polónia, Bélgica e Namíbia. Em Lisboa, para onde depois se mudou, começou a actuar em várias casas de fado (Sr. Vinho, Adega Machado, A Severa, Fado ao Carmo, Maria da Mouraria), participou em vários projectos musicais (um dos quais foi o  Bela Ensemble , formado na Tasca da Bela), apresentando-se a solo  no CCB , em Janeiro de 2023, no ciclo Há Fado n</video:description>
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    <loc>https://www.publico.pt/2024/05/17/video/trilogia-iniciada-picas-tatuagens-encerra-promessas-falta-album-20240517-101038</loc>
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      <video:title>Trilogia iniciada por Picas com &lt;i&gt;Tatuagens&lt;/i&gt; encerra com &lt;i&gt;Promessas&lt;/i&gt;. Falta o álbum</video:title>
      <video:description>É uma história de amor que não se esgota aqui, porque depois dela virá um álbum, o primeiro da portuense Maria Casal Ribeiro sob o nome artístico de Picas. Mas a trilogia que a compõe, essa sim, fecha esta sexta-feira com  Promessas , terceira peça de um conjunto iniciado em Janeiro deste ano com a canção   Tatuagens  , a que se seguiu, em Março, o tema   Última vez  . O videoclipe, tal como os anteriores, é de Victor Hugooli, e a produção é de Jon (Real Caviar). 

 “A música  Promessas  fala sobre não conseguirmos sair de uma relação, apesar de sabermos que é o melhor para nós”, explica a cantora no texto que acompanha o lançamento. “Existe uma certa dependência e uma memória física que nos leva sempre para o mesmo sítio: ‘O meu corpo ainda pede pelo teu.’ A perda de um amor é como um período de abstinência e carência em que perdemos também uma parte de nós. Por vezes, pode demorar mais do que desejávamos. Quando vemos relações de fora é muito fácil perceber quando é que as coisas não estão bem, mas quando estamos dentro da história é mais difícil de distinguir o preto do branco.” 

 Dada a conhecer como cantora em 2020, no concurso The Voice Portugal da RTP, onde interpretou canções de Rui Veloso, Tom Jobim ou  Aretha Franklin , Maria Casal Ribeiro lançou como Picas (o nome artístico que escolheu) um primeiro single,   Orquídeas  , com um videoclipe publicado em Junho de 2022. No mesmo ano, em Dezembro, lançou novo single e videoclipe,   Volta para mim  , este gravado em dueto com Agir. E em Maio de 2023 publicou um terceiro single, também com videoclipe, intitulado   Nos meus lençóis  . A par da trilogia publicada este ano, e que agora se encerra com  Promessas , estreou um documentário intitulado  As tuas tatuagens na ponta dos meus dedos revelam-me segredos , realizado por Afonso Batista.</video:description>
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      <video:title>Bloco afro baiano Ilê Ayê actua em Portugal, no MIMO, no ano do seu cinquentenário</video:title>
      <video:description>Completam  50 anos em 2024 , a mesma idade do 25 de Abril português, e a sua fundação também se relaciona com um desejo de liberdade. Falamos do Ilê Aiyê, nascido em Salvador da Bahia, que se apresenta como “o primeiro bloco afro do Brasil” e que, celebrando o cinquentenário, anuncia para Julho próximo uma apresentação ao vivo e um  workshop  em Portugal, no  Festival  MIMO, em Amarante. Celebrado por Caetano Veloso numa canção composta de parceria com o seu filho Moreno,   Um canto de afoxé para o bloco do Ilê   (gravada no disco  Cores, Nomes , de 1982), o Ilê Aiyê foi fundado em Novembro de 1974, no bairro da Liberdade, em Salvador, como um bloco exclusivamente “para pessoas negras, em resposta ao racismo que as afastava do circuito oficial do Carnaval da Bahia”. A sua inspiração foram os movimentos pelos direitos civis dos negros norte-americanos, tornando-se num pólo da comunidade negra baiana. Cantados por nomes como Caetano Veloso, Daniela Mercury, Gilberto Gil ou Margareth Menezes, só em 1984 gravaram um primeiro disco em nome próprio, Canto Negro I, que incluía a canção Que bloco é esse? O segundo,  Canto Negro II , foi editado cinco anos depois, em 1989, lançando o terceiro (Canto Negro III) em 1996 e o gravando o quarto,  Ilê Aiyê 25 Anos , em 1998. Os seus 40 anos foram celebrados em 2015, com a gravação de um CD e DVD intitulado  Bonito de Se Ver .</video:description>
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    <loc>https://www.publico.pt/2024/05/16/video/primeiroministro-eslovaquia-estavel-condicoes-graves-20240516-121632</loc>
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      <video:title>Primeiro-ministro da Eslováquia "estável", mas em condições "muito graves"</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	 
	  Primeiro-ministro eslovaco já não corre risco de vida após tentativa de assassínio  
	 
 

 O primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, encontra-se em estado “muito grave” mas estável, segundo a responsável do hospital onde foi internado depois de ter sido baleado cinco vezes numa tentativa de assassínio que pôs a nu as profundas divisões políticas do país. 

 Fico, de 59 anos, que já tinha sido primeiro-ministro, sendo levado a afastar-se depois de um escândalo de corrupção, venceu as mais recentes eleições legislativas na Eslováquia, no final do ano passado, com o seu partido de centro-esquerda populista a aliar-se a um partido mais moderado e europeísta e ao Partido Nacionalista Eslovaco (SNS), ultranacionalista e assumidamente pró-russo, que tem na sua direcção ex-membros dos neonazis do Partido do Povo-Nossa Eslováquia (LSNS).</video:description>
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    </video:video>
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    <loc>https://www.publico.pt/2024/05/15/video/joao-oliveira-ha-sa-convivencia-uniao-europeia-extremadireita-20240515-151545</loc>
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      <video:title>João Oliveira: "Há uma sã convivência da União Europeia com a extrema-direita"</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	  João Oliveira: “Há uma sã convivência da UE com a extrema-direita e da extrema-direita com a UE”  
 

 Ex-líder parlamentar do PCP, João Oliveira candidata-se ao Parlamento Europeu em nome de uma outra política "contra as imposições" orçamentais da zona euro e contra a opção da União Europeia (UE) em se "armar até aos dentes". Em entrevista ao PÚBLICO/Rádio Renascença, insiste que a UE "não é um projecto de boas vontades solidárias e fraternas", mas um "projecto construído para servir os grandes interesses económicos".</video:description>
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      <video:title>O &lt;i&gt;Carrossel&lt;/i&gt; de NBC continua a girar, agora com “um hino ao coração que bate por bater”</video:title>
      <video:description>Chama-se  Até um dia  e é o segundo tema a ser divulgado do novo álbum de NBC, anunciado para o segundo semestre deste ano. O primeiro foi o tema-título do álbum,   Carrossel  , e é precisamente num carrossel que o vemos agora a cantar um tema que oscila entre os “sentimentos de despedida e esperança em meio às reviravoltas da vida”, como se escreve no texto de lançamento. NBC, no texto citado, diz que  Até um dia  “representa o adeus depois de tantas voltas e reviravoltas que a vida nos proporciona. É o hino ao coração que bate por bater, mas ainda com esperança de um reencontro lá num outro futuro depois da cura.” Com música, letra, mistura e masterização de NBC, foi gravado no estúdio Toda a Gente Pode Ser Tudo. O videoclipe é de Rita Seixas. 

 Nascido Timóteo de Deus em 1974, em São Tomé e Príncipe, NBC (sigla que significa Natural Black Color) lançou um primeiro álbum em 2003,   Afro-Disíaco  , ao qual se seguiram   Maturidade   (2008),   Toda a Gente Pode Ser Tudo   (2016),  NBC no Estúdio Showlivre (Ao Vivo)  (2018),  EPiderme  (2021) e  Tour EPiderme 2022 (Ao Vivo)  (2023). Em 2019, participou no Festival RTP da Canção com   Igual a Ti  , que ficou em segundo lugar (o vencedor desse ano foi Conan Osíris).</video:description>
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    <loc>https://www.publico.pt/2024/05/14/video/montenegro-anuncia-aeroporto-luis-camoes-alcochete-solucao-unica-20240514-223924</loc>
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      <video:title>Montenegro anuncia Aeroporto Luís de Camões em Alcochete como solução "única"</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	 
	  Montenegro: aeroporto único em Alcochete “é decisão mais adequada aos interesses do país”  
	 
	 
	  Novo aeroporto em Alcochete vai chamar-se “Luís de Camões” e custar pelo menos 6105 milhões  
	 
 

 Está finalmente decidida a localização do novo aeroporto internacional de Lisboa. O primeiro-ministro, Luís Montenegro, defendeu que a opção por um aeroporto único em Alcochete é a decisão mais adequada aos interesses estratégicos do país, não apenas porque esta solução tem "margem de expansão física” da futura infra-estrutura, mas também porque “salvaguarda a manutenção e o crescimento possível do hub da TAP em Portugal", além de que “assegura sustentabilidade tendo já tido declaração de impacte ambiental, que entretanto caducou”.</video:description>
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    <loc>https://www.publico.pt/2024/05/13/video/cai-sol-sobe-lua-rod-krieger-anuncia-album-inspirado-portugal-20240513-121655</loc>
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      <video:title>Com &lt;i&gt;Cai o Sol e sobe a Lua&lt;/i&gt;, Rod Krieger anuncia um álbum inspirado em Portugal</video:title>
      <video:description>É o primeiro tema de um álbum que deverá sair em Outubro, o segundo de Rod Krieger, cantor e compositor gaúcho que escolheu Portugal para viver há quatro anos e agora divide a residência entre o oeste português (o distrito de Leiria) e o sul da Bahia, no Brasil.  Cai o Sol e sobe a Lua , o tema que anuncia o álbum, vai ser lançado esta sexta-feira nas plataformas digitais e o respectivo videoclipe, realizado por Rod Krieger, tem imagens do próprio e de Daryan Dornelles, conhecido fotógrafo brasileiro que reside em Lisboa. O álbum, anuncia-se no texto que acompanha este lançamento, “vai compor um filme que tem como pano de fundo a pequena aldeia de Sobral do Parelhão, no concelho do Bombarral, distrito de Leiria, onde Krieger gravou o disco de 2021 a 2023”. Krieger explica porquê: “Sobral do Parelhão é uma pequena aldeia que não tem nem 200 habitantes. Foi uma experiência intensa viver por mais de três anos lá. Guardo com muito carinho as lembranças, cada morador tem um espaço reservado no meu coração e eles sabem disso.” 

 Baixista, durante 15 anos, da banda de rock brasileira Cachorro Grande, Rod Krieger lançou um primeiro single solo em 2018,   Louvado Seja Deus  , com a participação de Arnaldo Baptista, um dos fundadores (com Rita Lee e Sérgio Dias) da banda Os Mutantes. Dois anos depois, sairia em Março de 2020 o seu primeiro álbum a solo,   A Elasticidade do Tempo  . E em 2022 foi lançado o álbum   Mbaraeté  , do compositor e produtor musical indígena Owerá, que ele co-produziu. Rod continua a trabalhar com Owerá, como director musical, naquele que será o seu segundo álbum.</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Porque nada tem um fim&lt;/i&gt;, os Expresso Transatlântico continuam a sua &lt;i&gt;Ressaca Bailada&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>No mesmo ano em que começaram a trabalhar num  filme-concerto  onde se propõem desafiar “o estatuto intocável da tradição”, os Expresso Atlântico continuam a dar rosto videográfico aos temas do seu álbum de estreia, Ressaca bailada, publicado em Setembro de 2023. Depois de   Barquinha   (com Conan Osíris),   Bombália   e   Ressaca bailada  , agora é a vez de Porque nada tem um fim, com um videoclipe que, filmado na Serra da Estrela durante uma residência artística da banda, procura, segundo o texto que acompanha o lançamento, “explorar novos caminhos, utilizando para esse efeito uma diversidade de formatos que contribuem para a criação de uma narrativa em harmonia com o espaço onde foi filmado”. A agenda do trio composto por Gaspar Varela (guitarra portuguesa, viola, guitarra eléctrica), Rafael Matos (bateria) e Sebastião Varela (guitarra eléctrica) continua, a par disso, bem preenchida. Representaram Portugal na Feira do Livro de Buenos Aires, na Argentina (feira que decorreu entre 25 de Abril e 13 de Maio), estão nomeados para os PLAY - Prémios da Música Portuguesa nas categorias de “Artista Revelação” e “Melhor Videoclipe”, com Barquinha (a cerimónia é já no dia 16, no Coliseu dos Recreios), e actuarão em festivais de Verão como o Primavera Sound Porto, Ageas Cool Jazz ou Bons Sons.</video:description>
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      <video:title>Macklemore lança música pró-Palestina: "Quero um cessar-fogo, que se lixe uma resposta do Drake"</video:title>
      <video:description>As redes sociais têm sido o palco de  HIND’S HALL  desde terça-feira, 6 de Maio, quando o rapper Macklemore lançou a música de apoio aos  protestos estudantis pró-Palestina que estão em marcha em todo o mundo , especialmente nos Estados Unidos. O vídeo que começa com uma bandeira palestiniana é ainda uma homenagem a Hind Rajab, criança palestiniana de seis anos que foi morta há dois meses pelo exército israelita. 

 Em menos de três minutos, o rapper desconstrói a posição dos Estados Unidos pelo financiamento de Israel e por querer silenciar os estudantes que estão a acampar nas universidades em defesa da Palestina. “O problema não são os protestos, é o que eles estão a protestar/ Isso vai contra o que o nosso país está a financiar”, diz. 

 A letra menciona ainda directamente  Netanyahu , George Latimer, ex-membro da Assembleia do Estado de Nova York, e Jim Banks, membro da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos pelo Partido Republicano. McDonald’s, Starbucks e Meta, empresa que detém o Facebook, Instagram e WhatsApp, o Comité Americano de Assuntos Públicos de Israel (AIPAC) e a organização Cristãos Unidos por Israel (CUFI) também são alvos de críticas por não apoiarem um cessar-fogo em Gaza. 

 Macklemore acusa o Ocidente de fingir que as pessoas em Gaza não existem e diz que Biden “tem sangue nas mãos”. A música ironiza ainda o verso “the land of the free” (traduzido, “a terra da liberdade”), um excerto da letra do hino dos Estados Unidos. 

 A indústria musical não ficou de fora e é acusada de “estar calada” e priorizar disputas entre artistas, como Drake e Kendrick Lamar, em vez da guerra de Israel na Palestina. A música termina com “Se o Ocidente estivesse a fingir que não existes/ Quererias que o mundo se erguesse e foi isso que os estudantes finalmente fizeram”. 

 O rapper garante que todos os lucros da música irão para a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Oriente Próximo (UNRWA, na sigla em inglês).</video:description>
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    <video:video>
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      <video:title>André Amaro lança esta sexta-feira Labirinto, álbum marcado pelas “cicatrizes da vida”</video:title>
      <video:description>Três anos passados sobre a sua estreia a solo, com  O Meu Lugar , publicado em Maio de 2021, André Amaro lança esta sexta-feira o seu novo álbum, intitulado  Labirinto . Anunciado no início de 2023 com o tema   Por orgulho  , a que se seguiu, há escassos dias, o single e videoclipe  Chama por mim , o álbum  Labirinto  é composto por dez temas assinados pelo próprio André Amaro, por Agir, os ATOA e José Gonçalez.  Chama por mim , o mais recente single, é da autoria de Agir. 

 No texto que acompanha o lançamento do álbum,  Labirinto  é explicado desde modo pelo cantor: “A filosofia subjacente é que o labirinto é a vida e a música, e que eu vou passando por ela, respondendo aos vários chamamentos, com vitórias e derrotas nesse percurso de Vida, e de Música. Percurso que faço perdendo partes de mim, respondendo aos vários chamamentos, caindo, levantando-me, perdendo-me no labirinto às vezes, mas tentando sempre seguir a voz que chama por mim e que me vai guiando pelo caminho.” Para concluir, com optimismo: “Assim, chego ao fim do labirinto, com as cicatrizes da vida, mas mais forte e capaz, e sobretudo Vivo.” 

 Este novo álbum de André Amaro vai ser apresentado ao vivo no Lounge Casino de Lisboa no dia 15 de Maio, às 21h30, com entrada livre.</video:description>
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      <video:title>Os Cassete Pirata publicam &lt;i&gt;A rotina&lt;/i&gt;, última preparação para &lt;i&gt;A Família&lt;/i&gt; que aí vem</video:title>
      <video:description>E vão quatro: os Cassete Pirata revelam esta sexta-feira o quarto e último single com videoclipe do seu novo disco, A Família, anunciado para 24 de Maio. Chama-se A rotina e apresenta-se como “uma confissão que nos fala abertamente sobre os caminhos desamparados do tédio”. Para, como se escreve no texto de apresentação deste novo tema, “os momentos em que os sonhos nos parecem refúgios ao quotidiano”, surgem aqui “estas palavras de rendição: ‘Tudo se destrói, a nossa liberdade/ Preciso estar sozinho, perder-me p’lo caminho outra vez’.” O primeiro single do novo álbum a ser divulgado foi   Tanta vida pra viver  , em Maio de 2023, seguindo-se-lhe, ainda nesse ano,   Ninguém fica a perder   (Novembro) e, em Fevereiro de 2024,   Tens o meu coração  . 

 Formados por Pir (João Firmino, voz e guitarra), João Pinheiro (bateria e percussão), António Quintino (baixo eléctrico), Joana Espadinha (teclas e voz) e Margarida Campelo (teclas e voz), os Cassete Pirata deram-se a conhecer em 2017 através de um EP homónimo produzido por Benjamim (Luís Nunes), que viria também a produzir o primeiro álbum da banda,   A Montra   (2019), seguindo-se-lhe   A Semente   (2021). Tal como os singles anteriores, este novo tema tem letra e música de Pir e foi gravado nos estúdios Namouche, em Lisboa. O videoclipe, com realização de Martim Torres, é protagonizado por Joana Calado e Ricardo Viegas.</video:description>
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      <video:title>Leo Middea relança &lt;i&gt;Mãe&lt;/i&gt; ao vivo e anuncia concertos para celebrar 10 anos de carreira</video:title>
      <video:description>Não é um tema novo, mas é como se fosse: o cantor e compositor brasileiro Leo Middea gravou-o no álbum  Vicentina  (2020) e quis recuperá-lo para os seus concertos, relançando-o num videoclipe que surge a público entre as comemorações do Dia da Mãe em Portugal (5 de Maio) e no Brasil (12 de Maio). Porque é esse o tema da canção,  Mãe , aqui apresentada num registo áudio ao vivo, que surge acompanhado por uma montagem de vídeos familiares caseiros. A gravação foi feita no Bang Venue, em Torres Vedras, por Leo Middea (voz) e Giovanni Barbieri (teclados). A viver em Portugal há sete anos, Leo Middea nasceu no Rio de Janeiro, em 27 de Abril de 1995, e já tem cinco álbuns gravados, dois no Brasil ( Dois , 2014, e  A Dança do Mundo , 2016) e três em Portugal,  Vicentina  (2020),  Beleza Isolar  (2020) e   Gente   (2023). Este último foi lançado num ano em que deu um total de 65 concertos em oito países e três continentes. Este ano, 2024, concorreu ao Festival RTP da Canção, ficando em terceiro lugar na final com a canção  Doce mistério . E vai celebrar os seus 10 anos de carreira com dois espectáculos em Outubro: dia 10 no Porto, na Sala 2 da  Casa da Música ; e dia 12 em Lisboa, no  Estúdio Time Out  (ambos marcados para as 21h30).</video:description>
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      <video:title>O cante alentejano e o jazz dão as mãos no mais recente álbum de Carlos Martins, &lt;i&gt;Vagar&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Chegou esta quinta-feira às lojas o mais recente trabalho discográfico de Carlos Martins, que já havia sido pré-anunciado com um videoclipe (realizado por João Pedro Moreira) que lhe desvenda o propósito: cruzar o cante alentejano e a música improvisada, em particular o jazz. Lançado agora em CD, é apresentado ao vivo no dia 17 de Maio, às 21h,  no CCB , em Lisboa. 

  Vagar , o disco, é explicado deste modo por Carlos Martins no texto que faz a sua apresentação: “A música de  Vagar , o vagar difícil de traduzir tal como a saudade, foi escrita como um ecossistema criado de raiz que se inspira na cultura Mediterrânica para juntar o Cante a uma forma livre de compor e de improvisar. É uma conversa entre mundos para ajudar a reflectir sobre o que nos rodeia na luta pela preservação da Natureza cada vez mais em decadência, mais doente.” E é um trabalho colectivo, que reúne, além de Carlos Martins (sax tenor, composição e arranjos), “o escritor José Luís Peixoto, o fotógrafo José Manuel Rodrigues (Prémio Pessoa) e os cantadores Hugo Bentes e Pedro Calado, todos alentejanos”, estes últimos integrados no Grupo Procante, de que fazem também parte Francisco Pestana, Luís Aleixo, Carlos Franco Nobre, Moisés Moura, Luís Soares e Francisco Bentes. E, a par deles, os músicos Manuel Linhares (voz), Alexandre Frazão (bateria), Carlos Barretto (contrabaixo), João Bernardo (piano e sintetizador), Joana Guerra (violoncelo e efeitos) e Paulo Bernardino (clarinete baixo e efeitos). Como convidados, participaram também nas gravações André Fernandes (guitarra) e João Barradas (acordeão). 

 Apresentado como “contraproposta à velocidade que nos dias de hoje revela o mundo frenético e desalmado que estamos a viver”, o disco propõe, ainda segundo Carlos Martins, “uma pausa para a escuta, uma base para a tranquilidade, para respirar e para parar a estranha normalidade dos nossos dias. É também uma reflexão sobre o devir, como sempre foi o vagar alentejano, e é uma proposta alternativa ao papel da música na sociedade actual repensando </video:description>
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    <loc>https://www.publico.pt/2024/05/09/video/estudantes-ocupam-faculdade-fim-fossil-genocidio-palestina-20240509-113140</loc>
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      <video:title>Estudantes ocupam Faculdade de Psicologia pelo fim do fóssil e do "genocídio" na Palestina</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	 
	  Os rostos dos estudantes que pedem o corte da U. Porto com Israel — pela Palestina  
	 
	 
	  Estudantes voltam a acampar numa faculdade de Lisboa, mas protesto pró-Palestina não pára aulas  
	 
 

 Vários estudantes ocuparam a Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa e protestam pelo fim ao combustível fóssil até 2030 e do "genocídio" na Palestina. 

 "Exigimos, como exigimos ao outro Governo, que nunca aconteceu, um corte relações com Israel, a expulsão o embaixador de Israel e isso nunca aconteceu até hoje", diz Ana Nicolau, activista da Plataforma Unitária de Solidariedade com a Palestina (PUSP). A estudante Catarina Bio pede "o fim deste sistema que coloca o lucro acima da vida" e que permitem "massacres em nome do benefício do colapso climático e do genocídio que está a acontecer em Gaza".</video:description>
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    <loc>https://www.publico.pt/2024/05/07/video/amelia-muge-estreia-25-composicao-michales-loukovikas-celebrar-revolucao-20240507-125400</loc>
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      <video:title>Amélia Muge estreia &lt;i&gt;25&lt;/i&gt;, composição com Michales Loukovikas a celebrar a revolução</video:title>
      <video:description>A cantora e compositora Amélia Muge está de regresso às canções, depois do muito aplaudido álbum   Amélias   (editado em 2022), com um tema dedicado aos 50 anos do 25 de Abril de 1974, intitulado, simbolicamente,  25 . A letra é dela e a música compô-la em parceria com o cantor e compositor grego Michales Loukovikas, com quem já gravara os seus dois discos anteriores a  Amélias :   Periplus, deambulações luso-gregas   (2012)  e  Archipelagos   (2017). Tudo começou, explica Amélia no texto que acompanha o lançamento, numa conversa entre ambos, durante as férias, acerca do 25 de Abril: “Observámos esses dois lados de olhar o dia da revolução: um de celebração, regozijo, festa, presença no espaço público e outro mais de reflexão sobre o acontecido, suas origens e posterior desenvolvimento dessa situação que originou a queda do regime. E ambos concordámos que quando falta o segundo olhar, o primeiro tem tendência a ritualizar-se nos actos cerimoniosos e de manifestação popular, sempre mais ou menos parecidos, como quaisquer outros que são dignos de ser festejados e recordados.” Nesse mesmo dia, influenciada pela conversa, Amélia escreveu “um poema que começava com esse lado mais reflexivo para ir desembocar na ‘hora de celebrar’”. Mostrou-a a Michales, que propôs que o musicassem em conjunto, ficando ela com a parte inicial e ele com a parte final.  

 “Curiosamente”, escreve Amélia, “quando fui contar as frases, reparei – e só nesse momento – que eram 25. Parece de propósito mas não foi. Começou por chamar-se ‘25 frases’ mas depois achámos que ‘25’ bastava. Esta gravação e vídeo surge de uma vontade grande de estar e trabalhar com músicos de que gostamos muito: Juntou-se à minha voz a do José Barros, que também disponibilizou o estúdio e ainda as vozes de José Manuel David e Rui Vaz. Foi um dia alegre, visível na foto do Michales que entra no vídeo.” Vídeo esse que, ainda segundo Amélia, partiu de um desejo de arranjar qualquer coisa muito simples, mas que fosse de todos eles, original: “Rasguei o envelope onde vi</video:description>
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    <loc>https://www.publico.pt/2024/05/07/video/exercito-israelita-entrou-rafah-video-mostra-destruicao-sul-gaza-20240507-112759</loc>
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      <video:title>Exército israelita entrou em Rafah. As imagens da destruição no sul de Gaza</video:title>
      <video:description>O exército israelita entrou, esta terça-feira, em Rafah, no sul de Gaza, e  assumiu o controlo  do posto fronteiriço com o Egipto. Num vídeo partilhado pelas Forças de Defesa de Israel vêem-se tanques com bandeiras israelitas a atravessar a região. 

 A agência de notícias palestiniana  WAFA  avançou que pelo menos 20 pessoas foram mortas pelo ataque israelita, incluindo crianças e mulheres.  

 Em Rafah estão mais de 1,5 milhões de palestinianos deslocados por causa do conflito, entre os quais mais de metade do total de crianças que vivem em Gaza. Com passagem para o Egipto cortada, os pontos de fuga são ainda mais limitados. Os palestinianos ficam assim sem possibilidade de sair do território, enquanto enfrentam mais uma ofensiva israelita, que está a ser levada a cabo apesar dos avisos explícitos dos Estados-Membros da União Europeia e dos Estados Unidos. 

 Já esta terça-feira, a autoridade de saúde liderada pelo Hamas em Gaza actualizou o número de vítimas deste conflito. De acordo com a mesma fonte, o ataque militar de Israel ao território matou, até ao momento, 34.789 palestinos e feriu mais de 78 mil pessoas.</video:description>
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      <video:title>O denunciante do negócio do camarão</video:title>
      <video:description>O denunciante do negócio do camarão</video:description>
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      <video:title>Manhouce, a aldeia onde até as pedras cantam</video:title>
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 “A música anda sempre aliada a quem quer que tenha nascido e posto o pé aqui nesta terra, nestas serras e nestes montes”. A terra é Manhouce, a serra é a Gralheira e os montes são de perder de vista e vestem um inesquecível traje de gala quando as giestas os pintam de amarelo. A frase é de Isabel Silvestre, a mais conhecida voz de Manhouce, e enquadra o sentimento de pertença que os habitantes desta aldeia de São Pedro do Sul têm para com as suas colectividades e tradições. O segredo é a juventude olhar para a aldeia não como um lugar que os prende, mas como uma terra que os cativa.</video:description>
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      <video:title>Provesende, onde as vindimas são uma festa</video:title>
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 A história de Provesende ajuda-nos a contar toda a história do Douro Vinhateiro. Estão lá as casas senhoriais e os grandes proprietários das quintas que produzem Vinho do Porto. Localizada num planalto da margem direita do Douro, a cinco quilómetros da foz do rio Pinhão, Provesende é a mais antiga freguesia do concelho de Sabrosa, e tem sabido preservar um património de séculos. A aldeia mantém muitas das tradições que desde há séculos a transformaram numa das mais importantes do Douro, ao mesmo tempo que vai acomodando a inovação tecnológica, as alterações climáticas e a procura turística.</video:description>
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      <video:title>Barcos, uma aldeia que é uma família</video:title>
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 Situada numa curiosa plataforma geológica onde o altiplano beirão se aproxima do vale profundo do Douro, a paisagem de Barcos conjuga as penedias serranas com os vinhedos que lhe permitiram inscrever-se na rede das Aldeias Vinhateiras do Douro. Fica no concelho de Tabuaço, tem um centro histórico bem recuperado e conservado, é palco de animadas festas na altura das vindimas. É nesse centro histórico que a população mais idosa vive e se junta para partilhar os dias, afagar as memórias e dar as boas vindas a todos os visitantes que procuram a aldeia para conhecer o seu interessante património.</video:description>
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      <video:title>Bisalhães, o barro preto ainda é o que era</video:title>
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 São cada vez mais raros os momentos em que os fornos escavados na terra, em plena aldeia de Bisalhães em Vila Real, se enchem de peças de barro, se vestem de fogo e de fumo, e cozem a louça que se tornou um símbolo de concelho e Património da Humanidade. São raros, mas existem e resistem. Longe dos tempos em que havia mais de 60 oleiros na aldeia de Bisalhães, e que o forno comunitário mal chegava para cozer tanta louça, ainda há três oleiros. A tradição do barro preto de Bisalhães ainda é o que era -, e há quem esteja empenhado em que continue a ser.</video:description>
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      <video:title>Podence, muito mais do que um entrudo</video:title>
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 No Carnaval, a aldeia rebenta pelas costuras com os visitantes que querem ver os Caretos de Podence, e explode de alegria com os emigrantes que regressam à terra. Não foi sempre assim. Aliás, a tradição, cuja origem se perde no tempo, andou perto de se perder de vez. Com a vaga de emigração primeiro, e com a guerra colonial depois, faltavam homens à aldeia e Caretos à rua. Agora, a felicidade de fazer parte de algo que é Património da Humanidade só acrescenta ao orgulho que os habitantes de Podence têm por ver uma das suas mais antigas tradições a reinventar-se. Dizem que é o Carnaval mais genuíno de Portugal – e continuam a conseguir vivê-lo.</video:description>
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      <video:title>Alvito, terra do fresco e do cante</video:title>
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 É um dos concelhos mais pequenos de Portugal, com apenas duas freguesias, cuja população junta não chega aos 2.300 habitantes. No coração do Alentejo, bem servida pela ferrovia e por infra-estruturas de comunicação, Alvito e Vila Nova da Baronia são duas pequeníssimas vilas onde há uma grande concentração de pintura mural a fresco e vestígios manuelinos. E, garante quem lá mora, há qualidade de vida, há beleza e há comunidade. E há futuro. Também no cante.</video:description>
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      <video:title>Figueiró e Freixo, as resilientes aldeias da Serra</video:title>
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 Depois dos incêndios de 2017 e 2022, os habitantes da única freguesia do concelho de Gouveia, que teve uma taxa de variação positiva nos últimos censos, querem mostrar porque é que as aldeias de Figueiró da Serra e Freixo da Serra são comunidades vivas e aldeias resilientes. A Veredas da Estrela é o melhor cartão de visita de um território onde ainda há pastores e floresta, memória e passado e, sobretudo, onde há horizonte. E futuro.</video:description>
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      <video:title>Uva: planalto, pombais e italianos</video:title>
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 Uva é uma aldeia com 50 pessoas, 40 pombais, sete burros e dez italianos. E é diferente de todas as outras. Por tudo isso, e também pelo incrível ambiente comunitário que junta pessoas de várias gerações e geografias no café da aldeia. Um café que só existe para financiar as festas anuais em honra da padroeira, e por onde agora também circula Olmo, ainda num carrinho de bebé. A mãe é francesa. O pai é italiano. Mas Olmo “é de Uva”. “Já cá não nos nascia um bebé há 20 anos. E este é lindo como o sol”.</video:description>
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      <video:title>Alcaide, histórias e memórias e cogumelos</video:title>
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 O Alcaide é uma das mais antigas povoações da Serra da Gardunha, com uma longa história. Foi berço de figuras políticas como João Franco, ministro de D. Carlos, e de Cunha Leal, deputado constituinte. Ficou conhecida por causa da organização do festival dos Míscaros e por atrair milhares de pessoas à Serra da Gardunha, no que poderia parecer pouco convidativo mês de Novembro. Com cerca de 580 habitantes, o Alcaide é uma aldeia que merece ser visitada o ano todo. E é a aldeia que alguns urbanos já escolheram para viver.</video:description>
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