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      <video:title>KiMiKus estreiam &lt;i&gt;Modus Novos&lt;/i&gt; com &lt;i&gt;Para nóias&lt;/i&gt; em videoclipe e com digressão nacional</video:title>
      <video:description>É um duo, composto pelos misteriosos Prof. Mikelius e Dr. K. Apresenta-se como KiMiKus e seu álbum de estreia chama-se  Modus Novos , que é revelado esta terça-feira com o single e videoclipe de  Para nóias , uma das sete canções do disco. As outras são  Jazz police ,  Telepatia ,  Lazy not your song ,  Jazz is dying (slowly) ,  Arinto  e  Lullaby . Músicos estreantes? Não. Pelo contrário. O Prof. Mikelius é o contrabaixista e compositor Miguel Ângelo e o Dr. K é Kiko Pereira, cantor e professor de canto, bem conhecido nas áreas do jazz e dos blues, que muitos conhecerão dos projectos Kiko &amp; the Jazz Refugees ou  Kiko &amp; the Blues Refugees . 

 Este projecto, cantado em português e em inglês, e assente sobretudo em voz e contrabaixo, pretende “subverter os limites do jazz contemporâneo, inspirando-se em diversas influências musicais”, como se afirma no texto de lançamento: “As composições são uma fusão intrigante de elementos clássicos do jazz, infundidos com texturas contemporâneas, indie experimental, pop e  spoken word .” As canções deste novo disco são ilustradas com uma mini história em forma de banda desenhada, criada com as fotos de Anabela Trindade e os desenhos de Yasmin Machado. 

 O disco que agora se estreia,  Modus Novos , vai ser apresentado ao vivo numa série de concertos pelo país, dos quais já é possível revelar as seguintes datas, todas elas em Maio: dia 2 no Porto, na Casa Comum da Reitoria da Universidade (18h30), no Dia Internacional do Jazz; dia 3 em Braga, no espaço Maison 826 (21h30); dia 4 em Cabeceiras de Basto, na Livraria &amp; Café Inquietação (17h30); dia 9 em Coimbra, no Quebra Costas (21h30); dia 10 em Lisboa, na Livraria Ulmeiro (18h30); e dia 11 em Faro, no Teatro Lethes (21h).</video:description>
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      <video:title>Cantautora venezuelana Yosune estreia &lt;i&gt;Ser&lt;/i&gt; e anuncia para este ano o EP &lt;i&gt;Madre Tierra&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Nascida na Venezuela e a viver em Portugal desde 2017, a cantautora Yosune dá este domingo forma de videoclipe à canção  Ser , primeiro tema de um EP a lançar este ano,   Madre Tierra  . O videoclipe é das Produções Dona Suna e, na gravação da canção, estiveram com Yosune (voz, cuatro) os músicos Geraldo Gomes (violoncelo) e Pancho Tarabbia (percussões). Ser, diz-se no texto que acompanha o lançamento do videoclipe, pretende ser uma “conversa entre a alma e o corpo, um hino de auto-aceitação em todas as suas vertentes”. As personagens que aparecem no vídeo, corporizadas pela cantora, representam – diz o texto – “a inspiração no feminino através da Sacerdotisa e da Rainha de Bastos do Tarot, junto doutros alter egos de Yosune”, mostrando “a diversidade do nosso ser, convidando assim, a abraçar as nossas vertentes e tendências dentro de nós. Um retrato da batalha por se mostrar verdadeiramente em cada momento junto da revolta que sentimos perante as injustiças que nos afligem e que nos invadem pelo mundo afora… a luta continua, por podermos ser e viver, cada dia, na liberdade do ser.” 

 As canções do agora anunciado EP  Madre Tierra , anuncia-se ainda, são “histórias de carácter social e de protesto, inspiradas na música hispano-americana, na canção de autor e na música urbana”. Com produção de Quico Serrano, o disco é também “uma celebração da vida e da nossa breve passagem por este planeta, um elogio ao solo que nos sustenta a todos, um apelo à nossa natureza feminina divina e, uma homenagem à mãe que tudo dá e nada pede em troca.” 

 Yosune começou aos 7 anos a tocar cuatro, um cordofone venezuelano, cantando canções populares do seu país. Em 2011, rumou ao Brasil, por ter ganho uma bolsa de estudos em São Paulo. Ali estudou música brasileira (na EMESP) e, ainda no Brasil, lançaria em 2016 o seu primeiro álbum,   Yoyo Borobia  , produzido por Dj Deeplick “com a participação de grandes músicos brasileiros e cubanos” e misturando “sonoridades latino-americanas, brasileiras e orientais”. Esse seu trabalho foi </video:description>
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      <video:title>Na campanha de apelo ao voto nas Europeias, os avós pedem aos netos: “Cuidem da democracia, quando eu já cá não estiver”</video:title>
      <video:description>Logo a abrir, num plano fechado, a francesa Monique Maugas-Bauzou fala de algo que guarda “no fundo” do coração, algo em que pensa “todas as manhãs”, algo que sempre cala. É a partir daqui que desfia a mensagem para o seu neto, e consequentemente para toda a Europa, no vídeo da campanha institucional do Parlamento Europeu (PE) para as  eleições europeias  que se estreia esta segunda-feira.  

  “Sabes, Robin, eu não devia estar aqui hoje. Devia ter morrido no dia 17 de Junho de 1940”, narra no filme, evocando o traumático episódio que viveu aquando da ocupação nazi. Nesse dia, aos 12 anos, viu a mãe morrer ao protegê-la das balas. Partiu pouco depois, pensando que tinha “perdido tudo”, família, roupa, casa, engrossando as fileiras do êxodo de 1940. “A minha infância terminou muito cedo”, lamenta Monique, já perante uma plateia de jornalistas, em  Bruxelas . “Não sabia o que era a democracia, só tinha 12 anos, mas o mundo estava ao contrário.”  

  Uma inesperada queda (e não os seus 96 anos) quase a obrigavam a faltar à apresentação à imprensa de    Hero  , braço da campanha  Go To Vote , mas ei-la, pronta a partilhar a mesma mensagem que a levou a participar no filme. “Eu perdi a minha mãe e pensei que não queria que as pessoas passassem pela guerra. Se estou aqui, não é por mim, há algo maior do que nós. Fico chocada por ver que há muitas crianças que não sabem como era (...) Vim para que as próximas gerações percebam o que se passou.” O neto, Robin, completa depois: “É muito importante que as pessoas recebam uma mensagem de paz.” 

  São quatro minutos de partilha de mensagens de avós para netos. Do avô que teve de ser abandonado pelos pais judeus para sobreviver, à avó que recorda a Revolução de Veludo. Que lhes dizem para nunca considerar a “democracia um dado adquirido”, que é preciso “lutar por ela”. E lhes pedem: “Cuidem da democracia, quando eu já cá não estiver”. Um filme, com versões mais curtas para se adaptar a todos os meios e em várias línguas, que culmina com uma mensagem: “Usa o teu voto ou</video:description>
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      <video:title>João Gil anuncia com &lt;i&gt;O dia mais bonito&lt;/i&gt; o seu novo álbum, a editar no dia 10 de Maio</video:title>
      <video:description>O álbum está anunciado para 10 de Maio e chama-se  Só Se Salva o Amor . Será, para João Gil, o mais recente dos seus álbuns a solo,  João Gil  (2008) e   46 JG 22   (2022), a par daquele que gravou em parceria com Luís Represas (2011) e dos seus trabalhos com vários projectos, como os Trovante, Moby Dick, Ala dos Namorados, Rio Grande, Cabeças no Ar, Filarmónica Gil, Baile Popular, Tais Quais ou Quinteto Lisboa. A antecipar o seu lançamento, João Gil publicou em single  O dia mais bonito , canção de homenagem à liberdade trazida pela Revolução dos Cravos. 

 No texto que anuncia este single, escreveu: “Este é o dia de todos os dias da Democracia, o dia que inicia todo o processo de descoberta de todos os dias. A Liberdade e a Democracia andam de mãos dadas sempre à procura de melhores condições de vida e com os olhos postos no fim da pobreza. Portugal era um País a preto e branco e muito atrasado no orgulho de estar só, amarrado mãos e pés na Ditadura. O 25 de Abril de 1974 marca na História de Portugal o arranque para a grande viagem de descobrimentos ao interior de cada português e significou o fim duma Guerra sem sentido. Em nós bate um coração de tolerância e respeito pela diferença e singularidade de cada um. Todos juntos fazemos história, graças ao dia mais bonito de sempre.” 

 Produzida por João Gil e Carlos Vales, a canção  O dia mais bonito  conta com João Gil (voz e guitarra), Mário Delgado (guitarra eléctrica) e Pedro Vaz (coros). O videoclipe, produzido pela ADLC – Audiovisuais com edição de Raquel Silva, foi criado com base numa selecção de fotografias de Rui Ochoa incluídas no livro  74-99 , que foi também título de uma  exposição na SNBA  (Sociedade Nacional de Belas-Artes), em Lisboa, de 1 de Junho a 8 de Julho de 2023. Na letra, escreveu João Gil: “Sou do tempo do porque sim/ Sou do tempo do porque não / Sem que houvesse explicação/ Ou qualquer outra razão// Sou do tempo a preto e branco/ E para ser muito franco/ Do machado ao pensamento/ Da mordaça sentimento// E quando o sol nasceu/ Raiou </video:description>
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      <video:title>“Muitos, muitos mil” saíram à rua nos 50 anos do 25 de Abril</video:title>
      <video:description>Um mar de gente, uma coisa “como nunca se viu”.  Rostos emocionados de várias gerações, de quem cresceu em ditadura, de quem nasceu  em liberdade.  As músicas foram todas entoadas. E Depois do Adeus, de Paulo de Carvalho, Grândola Vila Morena, de Zeca Afonso, Somos livres, de Ermelinda Duarte. As Cantadeiras da Essência Alentejana, vestidas a rigor, dão o tom. Espontaneamente, um coro de vozes segue-as: “Somos livres, somos livres. Não voltaremos atrás.” 

 São milhares e milhares de pessoas que percorrem a Avenida da Liberdade, em Lisboa. Tão diferentes como iguais. Mães, pais, filhos e filhas, namoradas e namorados, famílias inteiras. Seguem de mãos dadas. Há crianças às cavalitas que gritam “25 de Abril sempre! Fascismo nunca mais!” Grupos de amigos que empunham cartazes com palavras de ordem. “A paz, o pão, habitação, saúde, educação.”  

 Erica Porru, de 53 anos, distribui cravos pelas crianças para que, de alguma forma, não se esqueçam do que representa este dia. “Os meus filhos nunca falharam um desfile.” É uma força que a comove, como a muitos dos milhares que ali estão ao seu lado.” “Esta força… é preciso não dar como garantido a liberdade e os direitos que temos.” 

 Foi isso que trouxe Filipa Pereira, de 40 anos, de propósito do Porto com o marido e os três filhos. Já ali tinham estado na barriga da mãe e ainda bebés. Voltaram porque é preciso mostrar-lhes “o quanto a liberdade é importante”. “Essa ideia de que temos de lutar pelas coisas”, diz Filipa.  

 Manuel Fernando e Maria do Carmo são “do tempo em que não se podia comemorar nada”. Conheceram-se e casaram em ditadura. Manuel, de 83 anos, esteve nas lutas académicas da década de 60. Maria do Carmo, de 78, tornou-se educadora de infância numa escola dedicada à “educação para meninas”. O casamento foi a porta para a sua liberdade, depois do domínio de pais “conservadores”. Até que chegou o dia “inicial, inteiro e limpo”. Maria do Carmo queria ir para a rua, mas tinha ao seu cuidado uma filha com quatro meses. No dia seguinte foi ver a liber</video:description>
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      <video:title>25 de Abril. Da esquerda à direita, nove discursos em nove minutos</video:title>
      <video:description>Num discurso que não fez qualquer referência a anteriores governos, apostando num combate ao "populismo e desinformação", Ana Gabriela Cabilhas, a mais jovem deputada do PSD, colheu também aplausos de alguns membros da bancada do PS.  

 Já o líder da oposição, Pedro Nuno Santos defendeu que a democracia política e a democracia social e cultural "estão sob ataque", mas reafirmou que "o PS estará aqui" para as defender. "Foi uma e outra que Abril construiu. Uma e outra estão sob ataque. E uma e outra terão a nossa protecção", prometeu. 

 À direita, Chega, CDS-PP e Iniciativa Liberal criticaram as recentes declarações do Presidente da República que defendeu a necessidade de reparações às ex-colónias. À esquerda, Livre, PCP e BE centraram os discursos na celebração dos 50 anos da Revolução dos Cravos e reforçaram a necessidade de defesa dos valores de Abril.  

 Saiba mais: 

 
	  Marcelo prefere “democracia imperfeita à ditadura”. Aguiar-Branco elogia Soares  
	  Veja o discurso de Marcelo na íntegra nas celebrações dos 50 anos do 25 de Abril  
	  Aguiar-Branco homenageia quem morreu na Revolução e elogia “reconciliação” de Soares</video:description>
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      <video:title>Veja o discurso de Marcelo na íntegra nas celebrações dos 50 anos do 25 de Abril</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	 
	  Nos 50 anos do 25 de Abril, Marcelo “apaga” os crimes coloniais  
	 
	 
	  Aguiar-Branco homenageia quem morreu na Revolução e elogia “reconciliação” de Soares  
	 
	 
	  Onde está o 25 de Abril na sua vida? Estes políticos respondem  
	 
 

 Apelando a um Abril "mais forte, duradouro e promissor", Marcelo Rebelo de Sousa argumentou que mesmo as democracias "inacabadas" são "ambientalmente mais avançadas, mais livres, mais plurais, menos repressivas e menos persecutórias, mais tolerantes e mais abertas a todos - mesmo a todos -, incluindo aqueles que contestam em todo em em parte essa democracia". O Presidente foi aplaudido pelo PSD, CDS, PAN, PS e Livre, mas não pelo Chega, Bloco ou PCP.</video:description>
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      <video:title>Marcelo apelou à “inteligência de preferir sempre a democracia imperfeita à ditadura”</video:title>
      <video:description>No discurso das cerimónias dos 50 anos do 25 de Abril na Assembleia da República, o  Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa argumentou que mesmo as democracias "inacabadas" são "ambientalmente mais avançadas, mais livres, mais plurais, menos repressivas e menos persecutórias, mais tolerantes e mais abertas a todos - mesmo a todos -, incluindo aqueles que contestam em todo em em parte essa democracia". 

 Marcelo evocou os que começaram a democracia, dos militares a Soares, Sá Carneiro, Cunhal e Freitas. Falou dos jovens militares que em menos de um ano "se organizaram e concluíram que a democracia devia cair e deviam ser eles a governar - não políticos nem os grupos económicos, não os partidos, sindicatos e movimentos de resistência, não apenas os estudantes e a Igreja Católica. Só eles, ligados a todos, mas os únicos com poder militar para depor o regime que era baseado no poder militar."  

 "No fim, ganhou um sector político-militar protagonizado pelo Documento dos Nove, de que saiu o primeiro candidato a Presidente da República, essencial na transição da revolução para a democracia, sempre teimosamente avesso a todas as homenagens, incluindo a do marechalato", afirmou Marcelo, olhando para a galeria onde está o general Ramalho Eanes. Todos os deputados com excepção do PCP e do Bloco aplaudiram o antigo Presidente da República, que correspondeu com uma vénia. 

 O Presidente falou depois de "um homem que começou por ser o imediato vencedor civil da revolução", referindo-se a Mário Soares sem nunca dizer o seu nome, mas PS e PSD levantam-se para aplaudir. E também se refere ao "primeiro primeiro-ministro do hemisfério oposto [Sá Carneiro]", ao "mais antigo e mais persistente lutador contra o salazarismo, com mais provas de resistência na prisão, na clandestinidade e no exílio [Álvaro Cunhal]" - a esquerda levantou-se para aplaudir longamente, com os deputados socialistas virados para o grupo parlamentar do PCP, que só depois disso se levantou.</video:description>
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      <video:title>Aguiar-Branco homenageia quem morreu na Revolução e elogia “reconciliação” de Soares</video:title>
      <video:description>José Pedro Aguiar-Branco defende que um dos "grandes mitos" do 25 de Abril é que não houve sangue e lembra os nomes das vítimas da polícia política: Fernando Giesteiro, Fernando Barreiros dos Reis, José Arruda e José Barneto​. Expressa "gratidão" para com as vítimas e os deputados aplaudem de pé a família presente de Barreiros dos Reis. 

 O presidente da AR lembra também as conquistas de Abril, como a liberdade, a saúde, a educação, a justiça, a separação de poderes e o desenvolvimento. E refere que há outros direitos que "Abril trouxe" que "raramente valorizamos" e que "o poder político tem dificuldade em gerir", o de "exigir mais de quem nos governa" e "de concretizarmos os nossos sonhos individuais". 

 Hoje, "o país quer mais" e "tem razão", diz, afirmando que essa "pesada herança" do poder político "explica" que existam "portugueses zangados" e "tanta radicalização, tanto populismo". "Devemos culpar os portugueses por isso?, questiona, respondendo: "tenho genuínas dúvidas que a resposta seja mais ideologia, mais guerras culturais" ou "partidarização". 

 "A desilusão de uns resolve-se com boa governação, a polarização de outros com soluções, acções concretas", defende, apontando que a Assembleia "não pode servir para defender o regime" do Estado Novo nem a democracia, antes para "construir a democracia". 

 "O primeiro a percebê-lo terá sido Mário Soares", diz, elogiando o socialista por ter sido a "personificação maior de espírito de bom senso e sabedoria" a que "hoje chamamos moderação". Lembrando o seu "respeito pela diversidade de ideias", termina o discurso, pedindo que também no Parlamento haja "respeito pela diferença".</video:description>
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      <video:title>Helena Sarmento grava com Luca Argel o &lt;i&gt;Tanto Mar&lt;/i&gt; de Chico, título do seu novo álbum</video:title>
      <video:description>Há dois anos, a cantora e fadista Helena Sarmento lançou um EP intitulado EP  Liberdade, Liberdade , projecto que é também um espectáculo onde ela dá voz a canções de José Afonso, Adriano Correia de Oliveira e Amália Rodrigues, com poesias de  Jorge de Sena ,  Manuel Alegre  ou  David Mourão-Ferreira . Agora que se celebram os 50 anos do 25 de Abril, e ainda ligado a esse  Liberdade, Liberdade , o projecto é outro: chama-se  Tanto Mar , é o título do seu novo álbum a lançar em Julho, e apresenta-se como “uma viagem entre o fado e a música tradicional brasileira, elegendo a poesia e o sentimento como bússola da travessia”. Tem por mote o tema que Chico Buarque escreveu por alturas do 25 de Abril português num período em que o Brasil estava ainda sob o manto de chumbo da ditadura militar, tema esse que o cantor acabou por  gravar em Portugal  já que foi proibido no Brasil. E foi isto que escreveu: “Sei que está em festa, pá/ Fico contente/ E enquanto estou ausente/ Guarda um cravo para mim”. Mais tarde, em 1978, quando a euforia do período revolucionário esfriou, fez e gravou  uma segunda versão  sob o mesmo título, com algum desencanto mas mantendo a esperança. Assim: “Foi bonita a festa, pá/ Fiquei contente/ E inda guardo renitente/ Um velho cravo para mim/ Já murcharam tua festa, pá/ Mas certamente/ Esqueceram uma semente/ Nalgum canto de jardim”. 

 Foi na junção destas duas canções que Helena Sarmento apostou agora, gravando-as numa só faixa, com videoclipe, em dueto com Luca Argel, cantor e compositor brasileiro a residir em Portugal, no Porto. Com arranjos do também brasileiro Carlos Fuchs (piano), o tema teve a participação dos músicos Pedro Aragão (bandolim e direcção musical), Paulo Aragão (violão de 8 cordas), Marlon Júlio (violão de 7 cordas), Pedro Aune (contrabaixo), Marcos Thadeu (percussão), João Martins (guitarra portuguesa) e a participação especial de Nini Wittti (voz). 

  Tanto Mar , na fusão da duas versões aqui regravadas, é lançada com dois videoclipes: o do tema propriamente dito e um  </video:description>
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      <video:title>Jean-Baptiste Ledoux, o cientista que quer recuperar jardins de corais no Mediterrâneo</video:title>
      <video:description>Jean-Baptiste Ledoux,  investigador do Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e   Ambiental (Ciimar), em Matosinhos, arrecadou  financiamento para dois projectos de conservação e restauro de duas espécies de corais no mar Mediterrâneo: o  coral-vermelho  (​ Corallium rubrum )  e a  gorgónia-camaleão ( Paramuricea clavata ).  

 Trata-se de dois projectos diferentes, mas com o mesmo objectivo: usar a genética populacional para restaurar corais em áreas protegidas do mar Mediterrâneo – tanto em Marselha, na França, como em Catalunha, na Espanha.  As ondas de   calor marinhas   têm afectado o Mediterrâneo quase todos os anos desde 2015, com grandes prejuízos para a   biodiversidade, uma vez que esta bacia  abriga, entre outros ecossistemas, vastos jardins de corais sensíveis ao calor.  

 "As consequências do nosso trabalho são, claramente, sobre a conservar a biodiversidade, mas têm um impacto também económico local real", explica ao PÚBLICO Jean-Baptiste Ledoux, cientista do grupo de genómica evolutiva e bioinformática do Ciimar, que recebeu apoio financeiro do projecto europeu Genómica da Biodiversidade da Europa ( Biodiversity Genomics Europe , em inglês) e da organização  Pure Ocean Fund .  

  Os dois projectos contam com a participação de investigadores da Universidade de Barcelona e do Instituto de Ciências do Mar (Espanha), da Universidade de  Aix-Marseille  (França)​  e do  Centro de Ciências do Mar da Universidade do Algarve (Portugal).   

  Leia a notícia completa:  Portugal vai liderar dois projectos de protecção de corais no Mediterrâneo  ​</video:description>
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      <video:title>Aníbal Zola anuncia com &lt;i&gt;Liberdade mentirosa&lt;/i&gt; um novo álbum para Maio, &lt;i&gt;Pop dell’Fado&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Depois de   Quem Sai aos Seus  , lançado em 2022 e relançado em 2023, o cantor e contrabaixista Aníbal Zola anuncia para 4 de Maio um novo álbum, a que deu o título de  Pop dell’Fado . É um trabalho que, conforme anuncia, “tem como ponto de partida a poesia para fado tradicional” e o levou a frequentar durante nos últimos meses as casas de fado do Porto com o objectivo de testar os poemas que ia escrevendo com tal objectivo. A música surgiu depois. “Foi aprendendo com a experiência, ouvindo o que tinham para lhe dizer e sentindo as reacções às suas apresentações”, explica-se no texto que anuncia o disco. “Depois de ter compilado um conjunto de poemas, começou a dar-lhes forma utilizando linguagens musicais que o representam enquanto músico, uma mescla de inspirações e sonoridades que habitam há muito tempo o seu trabalho”. 

  Pop dell’Fado , do qual se estreia esta sexta-feira em single e videoclipe o primeiro tema,  Liberdade mentirosa , apresenta-se como “um disco onde o fado se funde com linguagens musicais que vão da América do Sul a Cabo Verde” e, a par de Aníbal Zola (voz e contrabaixo), conta com os músicos André Mariano (percussões e guitarra portuguesa), Rafael Carvalho (viola de fado), Fausto Andreé (percussionista peruano, nas percussões), Rafael Astete (charango) e Dona Rosa Meireles, nos dizeres portuenses. Gravado e produzido no Estúdio Opulento, a gravação, mistura, masterização e produção é assinada por João Bastos. O disco teve o apoio da Fundação GDA e o videoclipe de  Liberdade mentirosa  foi realizado por Catarina Santos.  Pop dell’Fado  é o quarto álbum de originais de Aníbal Zola, sucessor de   Baiumbadaiumbé   (2018),   Amortempo   (2020) e   Quem Sai aos Seus   (2022, relançado em 2023). 

 A apresentação pública do disco está marcada para o mesmo dia do lançamento, 4 de Maio, no Passos Manuel, no Porto. Com Aníbal Zola (contrabaixo, baixo eléctrico e voz), estarão Miguel Sampaio (bateria e teclados), André Mariano (percussões e guitarra portuguesa), Romain Valentino (cavaquinho e</video:description>
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      <video:title>Carlos Leitão tem &lt;i&gt;Nas mãos de Abril&lt;/i&gt; uma canção a furar a neblina e a pensar no futuro</video:title>
      <video:description>Com 44 anos e quatro álbuns editados, o fadista e compositor Carlos Leitão ganhou em 2023 o concurso da Grande Marcha de Lisboa 2023 com   Menino Parque Mayer   e este ano volta aos inéditos com o tema  Nas mãos de Abril . Não é uma canção eufórica, mas reflexiva, a pensar no que se fez e que muito que está ainda por fazer. “Mais do que a data, é na responsabilidade individual e colectiva que assenta”, escreve Carlos Leitão no texto do lançamento. “Aos 44 anos, pouco do que me foi prometido se construiu, os mais velhos sonharam e acreditaram, mas a verdade que o país criou para si mesmo está longe de me satisfazer, e pouco conta a culpa nesta fase, prefiro ver a luz lá à frente, onde o caminho se faz. Deste modo, se sempre o foi, está hoje, mais do que nunca, nas minhas mãos e nas de cada um de nós, alimentar sofregamente uma liberdade que nunca estará consumada, pertence a todos os dias, a todas e a todos os que ainda sonham Abril. E mesmo com a neblina densa e bafienta que se vai alinhando cada vez mais perto, Abril tem, aos 50 anos, a prova máxima da sua maturidade. Se ainda não a tiver, então cada uma das nossas mãos terá em si o privilégio maior de o ajudar a crescer, ou a nascer.” 

 Ou, como ele diz na canção: “Sarar todas as feridas por fechar/ Perdão a quem o usou mas não o fez/ Não é Abril que tem de se calar,/ Se as mãos estão mais vazias outra vez.// Se aqui nasci,/ Foi para morar no mês de Abril a vida inteira/ Poder nascer da liberdade aventureira/ E ser o colo de um país que não nasceu./ Se moro em ti,/ É p’ra cantar com a garganta arrebatada/ O sonho antigo que amanhã de madrugada/ Volta a nascer nas mesmas mãos onde cresceu.” Nascido em Lisboa, em 1979, os três primeiros discos de Carlos Leitão compõem uma trilogia de interiores:   Do Quarto   (2013),   Sala de Estar   (2017) e   Casa Vazia   (2019). Já o quarto,   Simples   (2021), criado na pandemia da covid-19, centra-se em exteriores (praça, rua, Lisboa) e em memórias e sentimentos (saudade, ansiedade) a eles ligados. 

 O videoclipe de  </video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Especial Liberdade&lt;/i&gt;: o &lt;i&gt;mini-doc&lt;/i&gt; da Kioskzine revela outros olhares de Abril</video:title>
      <video:description>Para celebrar uma grande data – os 50 anos do 25 de Abril – a zine fotográfica  Kioskzine  lançou uma edição extraordinária,  Especial Liberdade , composta por dois volumes, cada um contendo o trabalho de dois fotógrafos portugueses que registaram as primeiras horas e dias do pós-revolução: são eles Rui Mendes e Sérgio Valente, do Porto, e Carlos Gil (já falecido) e Guilherme Silva, em Lisboa. 

 A acompanhar essa publicação, a videógrafa do PÚBLICO  Teresa Pacheco Miranda , que integra a Kioskzine, realizou um mini-documentário que dá a conhecer o percurso e a experiência no terreno, no dia da revolução e nos que se seguiram, de cada um dos fotógrafos – excepto Carlos Gil, que é, no filme, representado pelo filho, Daniel Gil, que alude às memórias do pai. 

 A apresentação do projecto decorreu a 18 de Abril, no Fórum Maia, onde a exposição de fotografia permanecerá até 12 de Maio, com a curadoria de Paulo Pimenta (fotojornalista do PÚBLICO) e José Farina, co-fundadores da Kioskzine. A exposição dos trabalhos dos fotógrafos, onde foi apresentado o mini-documentário, pode ser vista no mesmo local; a mesma migrará, a 18 de Maio, para Lisboa, onde ficará ao abrigo do  Imago , no espaço da  associação CC11 , até 22 de Junho. 

  O texto foi actualizado às 14:30 de 20/04/2023. A edição extraordinária "Especial Liberdade" é composta por dois volumes, e não quatro.</video:description>
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      <video:title>Alexandra Leitão considera que actual composição da AR é uma “tempestade perfeita”</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	 
	  Houve um “aproveitamento propositado da ambiguidade” sobre IRS, diz Alexandra Leitão  
	 
	 
	  “Será difícil legislatura chegar ao fim” e “ainda mais se política de não-abertura continuar”  
	 
 

 Em entrevista ao PÚBLICO e à Rádio Renascença, a líder parlamentar do PS afirma que houve um “aproveitamento propositado da ambiguidade” com que Luís Montenegro anunciou uma redução de 1500 milhões de euros no IRS neste ano face a 2023. “Quando um político, ou qualquer pessoa no espaço público, percebe que, bem ou mal, as suas palavras estão a ser interpretadas de outra forma, tem obrigação de garantir que as suas palavras são percebidas como aquilo que quer dizer.” 

 "Eu diria que esta legislatura será difícil de chegar ao fim. Uma coisa também digo com verdade: será mais difícil de chegar ao fim se esta política de não abertura continuar, mas enfim, veremos", afirma Alexandra Leitão.</video:description>
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      <video:title>Pitões das Júnias, retalhos das muitas vidas na montanha</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	 Veja a página especial dedicada ao projecto  Rostos da Aldeia  
 

 Terra de lobos, terra de pastores e terra de fronteira, Pitões das Júnias é a aldeia mais visitada do Parque Nacional da Peneda Gerês. Vai-se a Pitões para fazer trilhos, visitar o mosteiro, ver a cascata, apreciar a paisagem, ver a neve no inverno, e sentir a natureza no verão. Mas também se vai a Pitões das Júnias por causa da sua comunidade, e do tanto que soube preservar e reconstruir. É uma aldeia onde há pão todos os dias, há arte nas casas e na rua e há uma comunidade orgulhosa do passado e zelosa do futuro.</video:description>
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      <video:title>Incêndio na Bolsa de Valores de Copenhaga relembra o de Notre-Dame</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	 
	  Incêndio em Copenhaga destrói antigo edifício da Bolsa de Valores  
	 
 

 Um incêndio deflagrou esta terça-feira no edifício da Bolsa de Valores de Copenhaga. Este é um dos pontos mais conhecidos da capital dinamarquesa. A polícia informou que, até ao momento, não há registo de feridos.</video:description>
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      <video:title>Irão justifica ataque com autodefesa. Israel quer retaliação e "defender o futuro"</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	 
	  Ataque do Irão volta a juntar os aliados de Israel  
	 
	 
	 Acompanhe ao minuto:  Estados Unidos rejeitam participar em ataque retaliatório israelita contra o Irão  
	 
 

 A China e a Rússia apelaram à calma entre Israel e Irão durante a reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas. "Registámos os sinais dados por Teerão de que não pretendem uma nova escalada militar contra Israel e instamos o Ocidente e Jerusalém a seguirem o exemplo e a rejeitarem a prática do uso provocativo da força no Médio Oriente, uma vez que é repleta de riscos", disse Vasily Nebenzia, embaixador da Rússia para a ONU. 

 "A China apela às partes envolvidas para que demonstrem a máxima calma e moderação e resolvam as suas diferenças e disputas", disse o embaixador chinês Dai Bing. 

 "Temos a responsabilidade partilhada de garantir um cessar-fogo humanitário imediato em Gaza, a libertação imediata e incondicional de todos os reféns e a entrega sem entraves da ajuda humanitária”, enumerou António Guterres, que condenou a operação israelita na Síria.</video:description>
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      <video:title>Operação “Promessa Verdadeira”. Irão lança mais de 200 &lt;em&gt;drones&lt;/em&gt; e mísseis contra Israel</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	 
	  Irão lançou mais de 200 drones e mísseis contra Israel  
	 
 

 Foram lançados mais de 200  drones  e mísseis contra Israel, mas a maioria foi interceptada antes de chegar ao território israelita, com a ajuda dos EUA e Reino Unido. Ainda assim, as sirenes tocaram em Israel quando a primeira vaga atingiu o país (pela meia-noite, hora de Portugal continental) e foi visível nos céus a acção da protecção aérea.  

 A investida iraniana causou danos ligeiros a uma infra-estrutura militar em Israel e uma criança ficou ferida com gravidade, no sul do país, segundo o porta-voz das Forças de Defesa de Israel.</video:description>
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      <video:title>Marco Santos volta aos discos em sexteto com &lt;i&gt;Everyone is the One&lt;/i&gt;, a lançar este ano</video:title>
      <video:description>Primeiro foi  Ode Portrait , em 2013. Depois,   Evocations  , lançado em 2022 e gravado durante o período da pandemia, trabalho multidisciplinar e de fôlego onde participaram 25 criadores, entre músicos, artistas visuais e bailarinos. Agora, chegado a 2024, o músico e compositor Marco Santos prepara-se para lançar no segundo semestre deste ano um novo álbum,  Everyone is the One , desta vez integrado num sexteto que, além dele, na bateria, conta com Ricardo Toscano (saxofone), Diogo Duque (trompete), André Rosinha (contrabaixo), Óscar Graça (piano) e Tiago Oliveira (guitarra). O disco foi antecedido de dois concertos em Lisboa: o primeiro do Auditório do Liceu Camões, no dia 14 de Fevereiro (integrados na  Temporada de Concertos Antena 2 ) e o segundo no Espaço Bota, aos Anjos, no dia 6 de Março. Nestes concertos, o trompetista foi João Moreira, devido à ausência de Diogo Duque no Brasil. Além disso, foi lançado em single um primeiro tema do disco,   Limitless  . Outros são  Everyone is the one  (o tema-título),  ManKind vs KindMan ,  State of Being ,  Innerhome  e  Humming for peace . No texto que anuncia este novo álbum de Marco Santos, ele é descrito como “um registo da memória dos seus últimos 15 anos, onde cada tema procura reconstituir uma experiência importante da sua vida ou um momento de transformação pessoal, a que o próprio autor chama de ‘cicatrizes musicais’. São memórias de momentos da sua vida pessoal e artística, mas também de muitas viagens e partilhas culturais e musicais.” 

 Nascido em Pombal, a 30 de Novembro de 1981, Marco Santos começou a tocar ainda novo numa banda filarmónica como percussionista, nos arredores de Lisboa, e foi em Lisboa que, aos 14 anos, ingressou no Conservatório Nacional de Música para estudar percussão clássica. Tocou com orquestras na área da música clássica (Orquestra Gulbenkian, Metropolitana e outras) e mais tarde começou a entrar nos territórios do jazz e da música do mundo. Estudou também no Hot Clube, embrenhou-se nas sonoridades da música africana (frequentou</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Libertine&lt;/i&gt;, dos Ledher Blue: a história de um pirralho aspirante a Barry Lyndon urbano</video:title>
      <video:description>Estrearam-se com   JAR  , single e videoclipe, em Junho de 2022, e esse era o primeiro dos temas do seu EP de estreia,  Downside Up! , lançado já no final desse mesmo ano. Os outros quatro, que foram publicando em seguida, eram   Sand castles  ,   Tears in the rain  , ambos a anteceder o EP,   Blue lights   e  Sunday morning . Agora, os Ledher Blue, projecto criado em Guimarães por dois amigos que ali se conheceram na adolescência, Zé e Pedro Duarte, estrearam um novo single e videoclipe,  Libertine , que apresentam deste modo no texto alusivo ao lançamento: 

 “O ano passado foi divertido. A ressaca do lançamento do nosso primeiro EP, já no fim de 2022, não nos deixou dormir. Fomos abrir Just Mustard e Sorry a Paris; rodámos no Westway Lab, servimos Febras em Briteiros e comemos bem no Courage em Guimarães. Sabe bem tocar num evento associado ao Paredes de Coura. Sabe melhor ter o Tio Jel a rir-se connosco, ou ver um insta-louvor do conceituado crítico musical Francisco Mendes da Silva. Pelo meio, aparecemos de roupão no Telejornal da RTP — quem diria que o Dude chegava lá… Que mais querem? Se aprendemos alguma coisa com isto tudo é que o que enche a alma esvazia o estômago. E estamos cheios de fome.” Por isso, e assim acaba a mensagem dos Ledher Blue, “aqui vai  Libertine : a história do pirralho que queria ser libertino. Do Barry Lyndon urbano”.</video:description>
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      <video:title>Os seBENTA festejam 20 anos no Tokyo e lançam versão remasterizada de &lt;i&gt;Balas de prata&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Celebram 20 anos de existência e, para assinalar a data, os lisboetas seBENTA estão a lançar versões remasterizadas de temas do seu primeiro álbum  O Beijo , de 2006. Começaram no dia 21 de Fevereiro com   Bem, pensando assim  , e agora voltam ao popular  Balas de prata , que integrou a série Lua Vermelha, da SIC. É, diz-se no texto que acompanha o lançamento, “uma história de amor/desamor que ainda hoje é tantas vezes cantada em uníssono nos concertos dos seBENTA pelos seus fãs e que se transformou num dos maiores sucessos da banda.” 

 Com letra de Paulecas, que assina a música com Doc e Carlos, o tema foi originalmente gravado em 2005 por Joel Conde nos Virtual Estúdios e nos Escalar Estúdios, com mistura de Cajó nos Estúdios Bebop. A actual remasterização é de Hugo Valverde, nos estúdios Cão Andaluz. 

 Integrado nas celebrações dos 20 anos, haverá também um concerto da banda no Tokyo, em Lisboa, no dia 18 de Abril pelas 22h. Um concerto que contará com convidados especiais.</video:description>
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    <loc>https://www.publico.pt/2024/04/09/video/anunciado-avidada-jura-estreia-coracao-novo-tema-album-sortaminha-20240409-225838</loc>
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      <video:title>Anunciado com &lt;i&gt;avidadá&lt;/i&gt;, Jüra estreia com &lt;i&gt;coração&lt;/i&gt; um novo tema do álbum &lt;i&gt;sortaminha&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Foi em Novembro de 2023 que a cantora e compositora Jüra anunciou com um videoclipe um álbum a lançar na Primavera deste ano, o seu primeiro longa-duração depois dos EP   jüradamor   (2022) e  rés.tu  (2023). Esse primeiro videoclipe foi   avidadá   (palavra escrita sem maiúsculas nem espaços entre palavras, fundindo-as numa só, como tem feito com todas as suas canções), seguindo-se, já em Janeiro de 2024,   tudoparachegarati  , que se estreou em exclusivo na  Filtr by . 

 Agora, três meses passados, lança um terceiro tema de um álbum que se intitulará  sortaminha . Chama-se coração, e conta com um videoclipe co-realizado pela própria cantora e pelo colectivo Mana a Mana. Produzido por L-Ali, Ned Flanger, DØR e Miguele, o tema nasceu durante uma residência artística em Sesimbra, com produtores e músicos, destinada a criar “sem restrições” o anunciado álbum. Que, nas palavras de Jüra, segundo o texto que acompanha o lançamento, inaugurará um nova fase na sua carreira: “Se até aqui a música era um lugar que acolhia os meus lamentos, este álbum é a celebração do amor, da reciprocidade e da minha identidade. É um álbum feliz, muito feliz, como já se pode ouvir nestas novas canções.” 

 Quanto a este single, a cantora diz que “é para não esquecer que proteger o coração é preciso”. “Se cuidarmos bem dele, do nosso e do dos outros, a vida dá mais”, acrescenta. “Mas nem todos os corações estão prontos para receber ou cuidar do outro. Por isso tem sido tão importante para mim aprender a proteger o meu. Para estar pronto para o amor que tanto ansiou viver.”</video:description>
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    <loc>https://www.publico.pt/2024/04/05/video/crise-climatica-chegou-teatro-terminal-estado-mundo-20240405-163858</loc>
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      <video:title>A crise climática chega ao teatro com &lt;i&gt;Terminal (O Estado do Mundo)&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Terminal (O Estado do Mundo)  é a criação que a Formiga Atómica estreia este sábado no Teatro Municipal de Ourém. A história da peça remonta a 2021, quando a companhia fundada por Inês Barahona e Miguel Fragata se aventurou com  O Estado do Mundo (Quando Acordas) , a primeira parte deste díptico em torno da crise climática. Ao contrário do novo espectáculo, que se destina a adultos, o antecessor era para um público infantil.  Esteve para ser um objecto “sem esperança”, como a dramaturga Inês Barahona explica ao PÚBLICO.  

  Com texto de Inês Barahona e encenação de Miguel Fragata,    Terminal (O Estado do Mundo)  , refere este último, conta “uma grande história, que é uma grande metáfora da história da humanidade, e dá-lhe contornos do foro mitológico”. 

 Através de seis figuras e das diferentes mentalidades que corporizam, nesta segunda parte do díptico fazemos “um passeio por nós próprios, um passeio por essa coisa de ser gente”, sugere Manuela Azevedo entre ensaios na Associação Cultural e Recreativa de Tondela, onde a Formiga Atómica esteve em residência e que é co-produtora do espectáculo. 

  Depois de Ourém,   Terminal (O Estado do Mundo)  tem passagem confirmada por Torres Novas, Alcanena, Torres Vedras, Viseu, Idanha-a-Nova, Aljezur e Avignon (onde, de 15 a 21 Julho, será apresentado no prestigiado festival de teatro dessa cidade francesa, na segunda edição  sob direcção de Tiago Rodrigues ).</video:description>
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      <video:title>Vídeo. Sismo de magnitude 7,5 faz nove mortes e destrói vários edifícios em Taiwan</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	 
	  Sismo em Taiwan faz sete mortos e 711 feridos  
	 
 

 Pelo menos sete pessoas morreram esta quarta-feira e 711 ficaram feridas em Taiwan, de acordo com um novo balanço, feito pelo Governo, do sismo de magnitude 7,5 na escala de Richter que abalou a costa da ilha. Presume-se que existam ainda várias dezenas de pessoas presas nos escombros dos edifícios que ruíram, com as autoridades a montarem uma operação de resgate. De acordo com a agência Reuters, há mais de 70 pessoas presas, especialmente em túneis.</video:description>
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      <video:title>Vídeo. Luís Montenegro desafiou o PS a clarificar se será “oposição” ou “bloqueio”</video:title>
      <video:description>No primeiro discursos como primeiro-ministro, Luís Montenegro desafiou PS a deixar governar até ao fim da legislatura. “Não é um cheque em branco” mas também não é “um cheque sem cobertura”, apontou, desafiando o PS, “que governou 22 dos últimos 28 anos”, a clarificar a sua atitude: “Ser oposição democrática ou ser bloqueio democrático.” 

 Aos socialistas que apontam o caminho “fácil” para resolver os problemas sociais mais urgentes do país por causa do superavit orçamental, o líder social-democrata lembra que é preciso pôr em prática “reformas estruturais”, mas sem ilusões sobre os “cofres cheios”. 

 Reiterando o compromisso de baixar os impostos, Montenegro detalhou o alívio fiscal no IRS, no IRC e na isenção do IMT para a compra de primeira casa.  

 O líder do PSD prometeu investir no combate à corrupção, que deve ser uma luta "nacional" e, para isso, vai propor a todos os partidos com assento parlamentar a "abertura de um diálogo com vista a fixar uma agenda ambiciosa, eficaz e consensual de combate à corrupção". 

 O Presidente da República começa por agradecer ao Governo de António Costa. Afirma que a participação eleitoral a 10 de Março "foi um voto de fé na democracia ao inverter a abstenção que parecia imparável", querendo dizer que o voto, a democracia e a liberdade "valem sempre a pena", e lembrando que se celebra os 48 anos da votação da Constituição.  

 "O mundo não ajuda, mas a governação interna pode ajudar", aponta Marcelo Rebelo de Sousa.</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Geografia Particular&lt;/i&gt; fala dos tempos e lugares de Mafalda Veiga, agora em videoclipe</video:title>
      <video:description>Estreia-se esta quarta-feira o último videoclipe do  EP    Geografia Particular  , que Mafalda Veiga lançou no passado dia 22 de Março nas plataformas digitais. E é precisamente o que lhe dá título. Com cinco canções por onde passam memórias e projecções de ideias que a têm estimulado no exercício de criar este disco, o EP  Geografia Particular  começou por ser anunciado em Outubro de 2022, com o single e videoclipe de   Óscar  , canção com claras referências ao cinema, seguindo-se   Esta canção  , em Fevereiro de 2023;   Madrid Ou Pequim  , em Setembro de 2023; e   De fio a pavio  , no mesmo dia em que o EP foi lançado. 

 Acerca do videoclipe de  Geografia particular , que agora se publica, disse Mafalda Veiga em entrevista ao PÚBLICO: “Foi realizado pelo Tomás Baltazar, também realizador e montador de cinema, que tem trabalhado comigo em espectáculos. E ele fez uma montagem muito bonita com filmes antigos que o meu pai fez, em Super8, meus e dos meus irmãos. Porque na realidade, do que eu estou a falar aqui, quando digo ‘geografia particular’, é dos meus lugares. Cada um de nós tem os seus, um mapa interior onde detecta as suas geografias. E aquilo que o Tomás fez foi pegar nessas imagens, filmar-me a mim também agora, e fazer uma montagem muito sensível, com momentos incríveis, que acompanham a letra da canção.” 

 O facto de Mafalda Veiga se concentrar, desta vez, em apenas cinco canções, permitiu-lhe trabalhar melhor e com mais gente, como ela afirmou na já citada entrevista: “Gostei muito de trabalhar com o João Só, que foi quem produziu os últimos três temas do disco, e com os realizadores com quem trabalhei: o André Tentúgal é um amigo de sempre; o David, um grande cineasta, que no ano passado fez uma longa que que foi muito premiada; ou o Tomás Baltazar, que é um dos nossos grandes montadores de cinema. São pessoas que de repente se tornaram próximas e tem sido muito interessante o percurso destas canções.”</video:description>
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      <video:title>Fadista Sérgio Onze lança &lt;i&gt;Sapatinhos&lt;/i&gt; a anunciar o seu álbum de estreia, &lt;i&gt;Nós&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>A estreia discográfica de Sérgio Onze está marcada para 12 de Abril, com um álbum que tem como título  Nós  e que será editado pelo Museu do Fado (EGEAC). A antecedê-lo, já tinha sido lançado um tema,   Canto ainda por alguém  , lançado em single e videoclipe no dia 5 de Março, com poema de Manuel de Andrade. Um poema que, como explicou na altura o jovem fadista, “não é nostálgico e muito menos triste: é duro e aberto como a vontade que temos de ter, tanto para o cantar, como para continuar, sempre. E materializá-lo no Fado Menor, o pai e superior de todos os fados, tornou-se na única forma possível de começar”. 

 Agora, estreia-se, também em single e videoclipe, o tema  Sapatinhos , com letra e música de Conan Osíris e produção (tal como o anterior e, aliás, todo o álbum) de Ricardo Ribeiro e Agir. “Por estranho que possa parecer, especialmente por ser um tema que não é um Fado – mas que lhe dá alegremente o braço –,  Sapatinhos  é das canções mais autobiográficas do disco”, diz Sérgio Onze no texto que acompanha o lançamento, explicando assim o tema que Conan Osíris escreveu a seu pedido: “Descreve a forma indelével como enfrento o mundo: no meio do caos, sei que há luz”, acrescenta, “na intersecção entre os dois universos em que me movo: a música e o  styling . Um cruzamento quotidiano que, com o tempo, se foi diluindo até se tornar num só”. 

 O álbum  Nós , além de Conan Osíris, tem nas letras e músicas contribuições de Joana Espadinha, Agir e Teresinha Landeiro. “Cada faixa é um nó fortalecido pelo laço e o seu desenlace – tanto desafio como processo, tanto pergunta como resposta”, diz Sérgio Onze. “São ‘nós’ que ligam produções tão antagónicas como Ricardo Ribeiro e Agir, é no seu centro que coexistem composições tradicionais e poemas clássicos ao lado das visões estelares de compositores contemporâneos.” E a terminar, afirma: “ Nós  existe em mim há muito tempo e tem sido cantado e desatado, de alguma forma, em todos os lugares. Mas agora é real.”</video:description>
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      <video:title>A &lt;i&gt;Criatura&lt;/i&gt; que Rita Onofre levou ao Festival da Canção ganha nova vida num videoclipe</video:title>
      <video:description>Foi uma das canções que chegou à final do Festival RTP da Canção 2024 e foi  ali defendida  pela sua autora, Rita Onofre, que em Fevereiro de 2023 lançara o seu primeiro álbum, a que deu o título de   hipersensível  , chamando-lhe  “um exercício intenso de honestidade” .  Criatura  nasceu depois, estreada no âmbito do Festival da Canção. O vídeo que agora se revela, com realização de Ana Viotti e filmado em Coruche, é anterior à apresentação no festival, mas manteve-se até à data inédito. A sua estreia dá, assim, nova vida à canção que Rita Onofre descreve assim no texto que acompanha o lançamento: “A criatura é um ritual de libertação em canção. É ser-se grande. É descobrir que se é grande. Por vezes escrevo para me lembrar, e esta partiu de uma primeira demo que se chamava ‘carta a mim’. O tema foi ficando cada vez mais claro na minha cabeça, e de repente estava a escrever sobre uma criança que vivia em estado constante de alerta e medo, mas que sentia uma paz enorme sempre que começava a escrever poemas, depois canções. Como criar tira o aperto no peito, o nó da garganta. É um superpoder que eu agora levo comigo”. No mesmo texto, não atribuída à cantora, há outra apreciação do tema: “Há uma componente ritualística de troca entre o ser que está a pesquisar, a vida e o que já tem em si a sapiência para iluminar caminho; entre o ser que produz beleza e o ser que observa a beleza. Este segundo, o observador, o que sabe e que faz ecoar o que sabe, liberta quem se sente preso daquilo que o prende. O que prende a criatura é o vazio, a sensação de que nunca será suficiente, a procura por um sítio seguro que nunca chega porque este só se encontra verdadeiramente dentro de si e nunca fora.”</video:description>
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