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      <video:title>Nancy Vieira revela mais um tema do seu novo álbum, &lt;i&gt;Gente&lt;/i&gt;, a estrear dia 8 no São Luiz</video:title>
      <video:description>Um mês depois da divulgação do primeiro tema de  Gente , o anunciado novo álbum da cantora cabo-verdiana Nancy Vieira, estreia-se agora o segundo. Chama-se  Singa  e foi gravado ao vivo n’A Oficina, em dueto com o cantor e compositor guineense Remna Schwarz (filho do histórico compositor e poeta José Carlos Schwarz, uma das maiores referências na música da Guiné-Bissau). Foi Remna quem escreveu a canção, recebida como “um presente generoso” por Nancy Vieira, cabo-verdiana nascida em Bissau. Com ela (voz), participaram na gravação os músicos Vaiss Dias (guitarra acústica e cavaquinho), Olmo Marín (guitarra acústica e cavaquinho), Jorge Cervantes (baixo, também responsável pelos arranjos) e Diogo Melo de Carvalho (percussão). O single e videoclipe de  Singa  sucede a   Sol di nha vida  , da autoria de Mário Lúcio. A fotografia de Nancy e Remna em estúdio, que aqui se reproduz, é de Dulceneya Almeida Schwarz. 

  Gente , co-produzido por Amélia Muge, António José Martins e a própria Nancy, tem edição marcada para 15 de Março, pela editora alemã Galileo Music. É o sétimo álbum de Nancy Vieira, sucessor de  Nôs Raça  (1995),  Segred  (2004),  Lus  (2007),  Pássaro Cego  (2009, em parceria com Manuel Paulo),  Nô Amá  (2012) e  Manhã Florida (2018).  A apresentação ao vivo do disco ocorrerá uma semana antes,  no dia 8 de Março , Dia Internacional da Mulher, no Teatro Municipal São Luiz, em Lisboa (às 20h). Em palco, com Nancy Vieira, estarão Vaiss (guitarra acústica e cavaquinho), Olmo Marín (guitarra acústica, eléctrica e cavaquinho), Jorge Cervantes (baixo e charango) e Iúri Oliveira (percussão), além de vários convidados especiais: Acácia Maior, Amélia Muge, Fogo Fogo, Mário Lúcio, Martín Sued, Paulo Flores e Remna Schwarz.</video:description>
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      <video:title>Paulo de Carvalho retrata, com Carlos Mendes, a sua geração em &lt;i&gt;Os rapazes do meu tempo&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>É o primeiro videoclipe nascido do mais recente álbum de Paulo de Carvalho,  2020 , editado este mês. Chama-se  Os rapazes do meu tempo  e, nele, o cantor e compositor une a sua voz à do também cantor e compositor Carlos Mendes, amigo de longa data e parceiro na aventura dos Sheiks, nos anos 1960. Escrita e composta por Paulo de Carvalho, que divide os arranjos com Fernando Abrantes, a canção olha para esse tempo, que foi o da juventude de ambos, desta forma: Os rapazes do meu tempo/ Tinham olhos de alecrim/ Que perderam no momento/ Em que o tempo teve um fim// Os rapazes do meu tempo/ são de um tempo que não há/ E se uns deram tempo ao tempo/ Outros ficaram por lá.” Filmado em Lisboa, com chancela da Big Bit Video, o videoclipe de  Os rapazes do meu tempo    foi realizado por Rafael Pereira. 

 É, como disse Paulo de Carvalho recentemente  ao Ípsilon , “um retrato de geração”: “Quando se fala dos que ficaram por lá, não são os que morreram, mas aqueles que ficaram agarrados à ideia de que os anos 60 é que foram bons, o rock do Elvis é que era. Os outros, são os que souberam andar para a frente.”  Os rapazes do meu tempo  é uma das 12 canções de  2020 , um álbum de capa totalmente branca, apenas com o título em relevo. Um álbum musicalmente mais afro, funk, soul e eléctrico do que os antecessores, retomando as influências primordiais do cantor. 

 Neste álbum, a par de velhos amigos, como Ivan Lins ou Carlos Mendes, estão vozes como as da moçambicana Selma Uamusse, da angolana Yola Semedo, de Boss AC (nascido em Cabo Verde) e de outros que, nascidos em Lisboa, têm ascendência africana, como Orlanda Guilande, Tó Cruz e Midas; ou Luiz Caracol, com ligações musicais afro e mestiças; e ainda o fadista Duarte Coxo.</video:description>
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      <video:title>Pianista e compositora alemã Vera Bohl grava &lt;i&gt;A Liberdade&lt;/i&gt; em videoclipe e anuncia EP</video:title>
      <video:description>Nascida em Düsseldorf e actualmente a viver em Portugal, a pianista e compositora Vera Bohl esteve durante anos a trabalhar na produção e composição para outros artistas, mas agora decidiu voltar à raiz de tudo, o piano, e anunciar um disco a solo, um EP a que deu o nome de  Carrossel . Porém, um mês antes da publicação desse disco, que será editado no dia 28 de Março, quando se celebra (pela nona vez na História) o Dia Mundial do Piano, Vera Bohl publica um videoclipe do tema  A Liberdade , a primeira canção do disco a ser divulgada e que já se encontrava, mas apenas em áudio, nas plataformas digitais desde o passado dia 14 de Fevereiro. 

 Reinterpretação de   Clair de Lune  , tema clássico de Debussy,  A Liberdade  é, segundo declarou recentemente Vera Bohl à   C-Heads Magazine  , um “conceito ligado à feminilidade, retratando as mulheres como símbolos de libertação e de autonomia”. E mais adiante: “A fluidez e a versatilidade da forma feminina são um espelho da natureza e da própria liberdade. Assim como o corpo se adapta e evolui, o mesmo acontece com o conceito de liberdade.” 

 Ora liberdade é também improvisação, e no texto que acompanha o lançamento do videoclipe agora em estreia, Vera diz: “A improvisação é uma manifestação complexa da criatividade, passando por vários processos em tempo real. Ela cria a activação do processamento de informações em simultâneo e uma coordenação precisa. Processos motores em níveis mais baixos automatizam-se, enquanto recursos cognitivos se concentram em elementos mais criativos de ordem superior. O existente é avaliado por padrões transcendentais, não empíricos, e o valor é definido desafiando julgamentos e criando expressões musicais únicas.” 

 Vera Bohl viveu durante algum tempo em Londres, onde trabalhou, entre outros, com personagens tão distintas quanto Paul Allen (da Microsoft) ou Dave Stewart (dos Eurythmics), trabalhando ainda em projectos com artistas como Dido ou Céline Dion. Mais tarde, ao voltar à Alemanha, fundou em Berlim uma editora com estúdios pró</video:description>
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      <video:title>"O &lt;em&gt;ethos&lt;/em&gt; da democracia é a vontade de se envolver com factos e ideias incómodas"</video:title>
      <video:description>A democracia parece ser um conceito simples: etimologicamente, significa apenas "governado pelo povo". Mas é um sistema complexo e multifacetado que implica múltiplos elementos, incluindo eleições regulares, partidos políticos, constituições ou tribunais supremos. O nosso sistema democrático assenta no modelo de democracia que se cristalizou no século XIX e que praticamente não se alterou, apesar das grandes mudanças registadas na forma como trabalhamos, viajamos, fazemos compras ou interagimos socialmente. De acordo com Geoff Mulgan, Professor de Inteligência Colectiva, Políticas Públicas e Inovação Social na University College London, a confiança dos cidadãos nas instituições democráticas tem vindo a diminuir de forma consistente nas últimas décadas "e penso que parte da razão se deve ao facto de não termos conseguido re-imaginar a democracia". 

 A ReImagine Talks é um videocast lançado pelo  think tank  Re-Imagine Europa em colaboração com os jornais Der Standard, Il Sole 24 Ore, La Vanguardia, LeSoir, Rzeczpospolita e Público. O projecto, que conta com a participação de alguns dos pensadores mais influentes do nosso tempo, propõe-se a explorar conceitos-chave que definem a forma como entendemos o mundo em que vivemos. O videocast é apresentado por Erika Stäel von Holstein e Luca de Biase, respectivamente, a CEO e o director de Investigação da Re-Imagine Europa.  

 Pode ver ou descarregar os episódios completos no:  Youtube ,  Spotify  e  Apple Podcast .</video:description>
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      <video:title>Vasco Ribeiro &amp; Os Clandestinos voltam às canções com &lt;i&gt;O homem que falava demais&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Estrearam-se em disco em 2020, com o álbum   Mais Um Dia  , embora a sua formação seja anterior. Vasco Ribeiro &amp; Os Clandestinos, projecto criado em 2018, anunciam agora para 2024 um segundo álbum,  Formas de Estar , do qual tem vindo a publicar algumas canções. A primeira foi   O sonho  , em Julho de 2021, seguindo-se, em 2023,   Primavera   (Março),   Vida de cão   (Maio),   Canas soltas   (Setembro) e   Nada em especial   (Dezembro). 

 Agora, estão de volta com o single e videoclipe de  O homem que falava demais , canção que, nas palavras de Vasco Ribeiro (no texto que acompanha o lançamento), “fala dos extrovertidos e dos introvertidos. Sobre os que falam demais quando estão bem e saudáveis, e sobre os que por necessidade ou feitio, falam de menos. Sobre o que escuta, e também sobre o que quer ser ouvido”. Isto porque, afirma, “a vida é a incompreensão de tudo aquilo que existe. Cada um escolhe a verdade com que melhor se sente”. O videoclipe, com uma ilustração animada de Daniel Arthur, mostra duas caras de perfil. “Uma com boca grande e orelha pequena, e outra com boca pequena e orelha grande, servem para realçar a ideia da dualidade”, acrescenta ainda Vasco Ribeiro. “Há quem fale muito e quer ser ouvido, não tendo por vezes grande coisa a dizer; e há quem fale pouco, e que no silêncio e na escuta, vai fortalecendo o pensamento.” A par do videoclipe animado, estreia-se também  uma versão ao vivo  registada no BOTA Anjos, em Lisboa. 

 Projecto que pretende “reforçar um espírito revolucionário e de emancipação da liberdade humana através da canção de protesto”, Vasco Ribeiro &amp; Os Clandestinos (o título da banda que acompanha Vasco Ribeiro é igual ao de uma das obras do escritor Fernando Namora,  Os Clandestinos , livro que aliás figura num videoclipe de um tema do primeiro álbum,   Falem  ) apresenta como influências cantores portugueses como José Afonso, Sérgio Godinho, José Mário Branco ou Jorge Palma, brasileiros como Caetano Veloso e Chico Buarque e também cantautores franceses e italianos. 

 Rad</video:description>
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      <video:title>Como é que a IA vê homens e mulheres?</video:title>
      <video:description>Como é que a IA vê homens e mulheres?</video:description>
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      <video:title>Aldina tem um álbum só com letras de Capicua e estreia-o a voz e harpa com &lt;i&gt;Araucária&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Chama-se  Metade-Metade  e é o novo álbum da fadista Aldina, desta vez só com letras de Capicua. Anunciado para 22 de Março, estreia-se esta quinta-feira com um primeiro single e videoclipe que traz o nome de uma árvore antiquíssima,  Araucária , onde Aldina (voz) é acompanhada apenas por harpa, tocada por Ana Isabel Dias. O tema, como todos deste disco, foi escrito por Capicua, com música de um fado tradicional de Júlio Proença. O videoclipe, assinado por Casota Collective, tem realização de Telmo Soares, com direcção de fotografia do operador de câmara Manuel Gil. 

 No texto que anuncia este lançamento, diz Aldina Duarte: “Este disco é uma declaração de amor à natureza, à liberdade e à poesia. E, também, uma grande incerteza sobre o futuro da Humanidade; a urgência de nos reencontrarmos com a nossa forma de inteligência comunitária, de reaprender o nosso lugar no planeta, [mudando a visão antropocêntrica danosa], temos de nos salvar de nós próprios: o corpo humano não aguenta temperaturas acima dos 50° e não sobrevive sem água, por exemplo. Não é o planeta que tem de ser salvo, é a espécie humana. Não somos feitos para a virtualidade ou para a solidão, precisamos dos outros para nascer, crescer e morrer.” 

 E acrescenta, em seguida: “O sentimentalismo e a censura em vez da solidariedade e da coragem é uma desvalorização do melhor que somos capazes: pensar, sentir e criar. O dinheiro em vez do poder do conhecimento. A fama em vez da competência. A consciência em vez da negação. Este é o meu primeiro disco em que o amor romântico não é o tema, mas sim o amor universal, sendo, também, um manifesto político e social: os velhos são a esperança, enquanto espelhos de superação de guerras, doenças, ditaduras, muitas fomes e frios, com quem temos de aprender, as crianças, o futuro ameaçado, numa civilização consumista decadente que precisa de avançar quanto antes para uma civilização ecológica, mais igualitária, justa e digna para todos.” 

 A finalizar, dá contexto ao título: “Tendo estes poemas de Capicua nasc</video:description>
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      <video:title>JP Simões dedica um disco inteiro a José Mário Branco e estreia-o com &lt;i&gt;Mariazinha&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>No seu disco de estreia a solo,  1970 , JP Simões já incluíra uma canção de José Mário Branco (1942-2019),   Inquietação  . Agora, passados quase 20 anos, resolveu homenagear o cantor e compositor com um álbum inteiramente dedicado à sua obra, gravando versões de oito canções de JMB datadas de várias épocas:  As contas de Deus ,  Mudam-se os tempos mudam-se as vontades ,  Perfilados de medo ,  Travessia do deserto ,  Do que um homem é capaz ,  Mariazinha ,  Cada dia são cem  e  Sopram ventos adversos . Nas plataformas digitais a partir desta sexta-feira, o disco  JP Simões canta José Mário Branco  é acompanhado da estreia, em single e videoclipe, de  Mariazinha , que José Mário Branco gravara no seu primeiro álbum, em 1971. Com JP Simões, participam neste disco, editado pela Omnichord, os músicos Nuno Ferreira (guitarra e voz), Pedro Pinto (contrabaixo), Ruca Rebordão (percussão) e Márcio Pinto (marimba e electrónica), 

 No texto que acompanha o lançamento, escreve JP Simões: “Como uma transfusão de sangue, creio que comecei a sentir-me cada vez mais próximo da música de José Mário Branco à medida que a fui tocando e cantando, sempre que a oportunidade surgia. Como se a espessura ética e poética das suas canções fosse progressivamente ocupando e fortalecendo um lugar onde antes havia insegurança e incerteza, à medida que as fui cantando e cantando e acreditando cada vez mais no que cantava. Depois de uma muito considerável quantidade de concertos centrados no seu trabalho, que foram afinando essa proximidade, surgiu um convite para – porque não? – fazer um registo que lhe fosse inteiramente dedicado. É uma voz agora oportuna e necessária a de José Mário Branco? É pungente e transborda beleza e coragem? Sem dúvida. E aqui estamos. E o mais intrigante para mim é lançar um disco onde pela primeira vez sou exclusivamente intérprete das canções de outra pessoa e sentir que é talvez o disco mais íntimo que alguma vez produzi. Cabe-me agradecer ao autor este privilégio de me sentir mais completo e menos só, aqui na c</video:description>
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      <video:title>Maria Teresa Horta será directora do PÚBLICO no seu 34.º aniversário</video:title>
      <video:description>Maria Teresa Horta será a directora por um dia da edição do 34.º aniversário do PÚBLICO, a 5 de Março. “Ser mulher em liberdade” é o mote que inspira uma série de reportagens, ensaios e entrevistas que publicaremos nas próximas semanas e na edição especial desse dia. 

 Saiba mais: 

 
	 
	  É preciso mais do que uma revolução para mudar o mundo</video:description>
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      <video:title>“O Carnaval não termina hoje… o melhor Carnaval está por vir”, canta-se no Brasil</video:title>
      <video:description>Como ainda é Fevereiro, ainda há Carnaval, pelo menos no Brasil. E o que se canta, nesta marchinha, é diversão e política. Gravada no dia 16 de Fevereiro, entre o Rio De Janeiro, Lisboa e Porto, chama-se  Toc Toc Toc (Marchinha da Federal) , foi composta por Luís Filipe de Lima e Pierre Aderne (criador e dinamizador do colectivo  Rua das Pretas , onde se cruzam culturas brasileiras, portuguesas e africanas), e gravaram-na, a várias vozes, os próprios Pierre e Luís Filipe de Lima, Pedro Luís, Valéria Lobão, Nilson Dourado e Ilana Volcov, além do Cordão do Boitatá, composto pelos seguintes músicos: Alexandre Maionese (flauta e piccolo), Maico Lopes (trompetes), Everson Moraes (trombones e tuba), Pedro Monteiro (cavaquinho), Rodrigo Scofield (bateria) e Paulino Dias (percussão). Luís Filipe de Lima garantiu a produção musical e o arranjo e toca violão, violão de 7 cordas e pandeiro, ficando o arranjo de sopros a cargo de Gilson Santos. A mistura e masterização são de Carlos Fuchs. 

 Depois de ter lançado, com Moacyr Luz, um single e videoclipe também com função social,   Cartão de Cidadão  , no projecto SEF-Sonoridades, Estrangeiros, Fronteiras, Pierre Aderne volta a envolver-se no lançamento deste  Toc Toc Toc , um tema que está a dar que falar. A letra, incisiva e divertida, diz bem ao que vem, e responde com humor aos que, em vez de rir, preferiam espalhar o ódio nas ruas do Brasil: “No Carnaval tem familícia na prisão/ Polícia Federal vai bater no teu portão/ O gado chora, mimimi, feito gatinho/ Cantou de galo, no xadrez vira patinho// Tem capitão, tem general/ Cidadão de bem e até pastor pentecostal/ Tem 01, tem 02, tem 03/ Quem errou o golpe vai pagar lá no xadrez.” Outros carnavais.</video:description>
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      <video:title>As últimas imagens de Alexei Navalny na prisão russa “Lobo Polar”</video:title>
      <video:description>Estas imagens de Alexei Navalny foram captadas numa videoconferência com o tribunal, um dia antes dos serviços penitenciários da região de Iamalo-Nenets terem anunciado a sua morte. Alegadamente, o opositor de Putin sentiu-se mal depois de uma caminhada e terá ficado inconsciente quase imediatamente.  

 Navalny cumpria uma pena de 30 anos e foi transferido para a colónia penal IK-3 em Dezembro de 2023. Situada a norte do Círculo Polar Árctico, a prisão onde Navalny terá perdido a vida é conhecida como “Lobo Polar”. Os prisioneiros descrevem um ambiente de brutalidade física e psicológica. 

 A equipa de Navalny e a sua esposa dizem ainda não ter confirmação da sua morte. 

 Leia também: 

 
	 
	  Morreu na prisão Alexei Navalny, um dos principais opositores de Putin  
	 
	 
	  Reacções: UE diz que regime russo “é o único responsável por morte trágica” de Navalny  
	 
	 
	  ​Alexei Navalny (1976-2024): o “louco” que quis ser oposição a Putin sem sair da Rússia</video:description>
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      <video:title>Alceu Valença assinala a quadra com um novo álbum, &lt;i&gt;Bicho Maluco Beleza - É Carnaval&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Quatro meses depois de ter apresentado em palcos portugueses o seu espectáculo   Alceu Dispor  , o cantor e compositor pernambucano Alceu Valença anuncia com um novo álbum,  Bicho Maluco Beleza - É Carnaval , o seu regresso a Portugal, não no presente Carnaval mas em 2025, quando der início a uma nova digressão europeia. O álbum, acabado de lançar (a tempo do Carnaval que nele se celebra), inclui dez canções, entre solos e duetos, por onde passam os ritmos eufóricos da  tradição pernambucana  na versão eléctrica de Alceu. Duas delas foram gravados a solo,  Luar de prata  e   Maracatu  , tendo nos restantes a companhia de outras vozes:  Bicho maluco beleza , cujo videoclipe aqui se apresenta, foi gravada em dueto com Ivete Sangalo;   De Janeiro a Janeiro  , com Maria Bethânia;   Diabo louro  , com Juba (filho de Alceu);   Bom demais  , com Lenine;   Caia por cima de mim  , com Elba Ramalho;   O homem da meia-noite  , com Almério;   Quem me deu foi Lia ,  Moça namoradeira  e  Janaína  , com Lia de Itamaracá; e   Táxi lunar  , com Geraldo Azevedo. 

 Presença assídua nos palcos portugueses, e dividindo a sua vida entre o Brasil e Portugal (tem uma casa em Lisboa), Alceu Valença gravou no período pós-pandemia um número recorde de discos, seis, aos quais se junta agora  Bicho Maluco Beleza - É Carnaval  (2024). Foram eles  Sem Pensar No Amanhã  (2021),  Saudade  (2021),  Senhora Estrada  (2021, que lhe valeu um Grammy Latino na categoria “Melhor Álbum de Música de Raiz em Língua Portuguesa”),  Alceu Valença e Paulo Rafael  (2022, este gravado com o guitarrista Paulo Rafael, companheiro de longa data na banda de Alceu, que morreu no dia 23 de Agosto do 2022, vítima de cancro),  Valencianas II  (2022, gravado ao vivo em Portugal) e  Meu Querido São João  (2023, gravado ao vivo no Brasil). Do novo álbum, foram publicados já videoclipes de animação de quase todas as canções, com realização e produção de Meton Joffily, que teve como parceiro na animação Martin Richard.</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Aquário&lt;/i&gt; é um livro de Marlene Barreto mas é também uma canção de Brina Costa</video:title>
      <video:description>Primeira parte da trilogia da  Teoria do Pessimismo , da actriz e criadora Marlene Barreto, o espectáculo  Aquário  estreou-se em Dezembro de 2020 na Póvoa de Varzim, passou depois em 2021 pelo Teatro da Comuna, em Lisboa, e por Loulé, onde foi exibido nas celebrações do Dia Mundial do Teatro. Agora, regressa à Póvoa de Varzim, em forma de livro-objecto, e vai ser lançado esta quarta-feira nas  Correntes d’Escritas , no Cine-Teatro Garrett, às 19h. 

 A antecipar esse lançamento, estreia-se também esta quarta-feira um single e videoclipe com música original da brasileira Brina Costa, no qual participam  Madalena Palmeirim ,  Moreno Veloso , Paulo Mutti e Zé Manoel. O videoclipe foi realizado pela própria Marlene Barreto no primeiro laboratório artístico do espectáculo. Escreve ela: “Num mundo cada vez mais distópico,  Aquário  é uma metáfora à perda do sentido de humanidade, da destruição física, mental e emocional do ser humano, face a um capitalismo e acesso ao poder desmedidos”. 

 Depois da apresentação na Póvoa de Varzim, no encontro Correntes d’Escritas, o livro  Aquário  será apresentado noutras salas e localidades: a Livraria Greta, em Lisboa (28 de Fevereiro), a Biblioteca Sophia de Mello Breyner, em Loulé (7 de Março), os Maus Hábitos, no Porto, no podcast ao vivo FEMINA (11 de Março), e a Livraria Poetria (12 de Março).  Aquário  vai ser também apresentado no Rio de Janeiro, no dia 4 de Abril, na Casa da Escada Colorida, espaço que acolhe a segunda fase da  Teoria do Pessimismo , já em andamento, e que irá culminar em Outubro deste ano com a estreia do espectáculo MEMO.</video:description>
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      <video:title>Num trabalho sobre memória, Pedro Tudela mergulhou nas suas próprias recordações</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	 
	  Em Viseu, os ofícios em risco e a tradição que se renova vão à galeria  
	 
 

 O artista plástico Pedro Tudela, que concebeu  A Pele da Água  na sequência de um convite da VNBM (inserido no programa de quatro residências e consequentes mostras anuais desta galeria), relaciona a escassez de água no planeta com a precariedade de “algumas práticas que estão a desaparecer”. Práticas como a de António Carvalho, o último latoeiro de Viseu que é um caso sem paralelo na sua família: nenhum dos filhos e netos seguiu os seus passos.​ 

 No âmbito da exposição que está em vias de ser inaugurada, Pedro Tudela trabalhou não só com António Carvalho, como com as mais de 30 pessoas que compõem os Zés Pereiras das Cavalhadas, grupo local de percussão que anima as festas homónimas e outros eventos há 45 anos, desde que foi formalmente instituído.  

 O líder dos Zés Pereiras quando estes estão a tocar é Ricardo Patrício. Jovem de 16 anos, toca bombo há dez. Tem “motores no coração” (está a estudar para ser mecânico), mas sugere que a música talvez corra no seu sangue. “Durante os primeiros 40 anos de Zés Pereiras, tivemos só dois ritmos. Neste momento temos nove — e vamos apresentar um décimo nas cavalhadas. A aldeia fica mais rica com mais toques”, garante.</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Sonha&lt;/i&gt; foi a estreia e agora &lt;i&gt;Indiferente&lt;/i&gt; dá rosto a mais um tema do álbum &lt;i&gt;Sr. Saraiva&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Os Senhores estão de volta aos singles e aos palcos. Criado por  David   Pinheiro (voz e viola), o quarteto integra  dois membros dos Amor Electro, Tiago Pais Dias (bateria e baixo) e Ricardo Vasconcelos (pianos e sintetizadores), e  Bruno Jardim Fernandes (guitarra) . O seu álbum de estreia,  Sr. Saraiva , lançado em Novembro de 2023, foi antecedido pelo single   Sonha  , revelado em Outubro desse ano. Agora, anunciando concertos em Lisboa e no Porto,  Os Senhores  estreiam esta sexta-feira um novo single que volta a contar com um videoclipe de animação criado por Tiago Albuquerque, como sucedeu com  Sonha . 

 Chama-se  Indiferente  e, segundo o texto que acompanha o lançamento, aborda a questão da saúde mental. O autor da letra, David Pinheiro, explica: “Fala sobre sermos por vezes duas pessoas completamente diferentes. Uma confiante, outra nem tanto. Uma cheia de sonhos e outra não. Uma lutadora e outra mais frágil. É na verdade um choque de personalidades”. 

 O objectivo desta projecto musical, segundo os próprios, é “voltar aos grandes elementos que caracterizaram grande parte da música dos anos 90: a honestidade, a sinceridade, a emoção. É um regresso à importância das palavras.” Ao vivo,  Sr. Saraiva  será apresentado em Fevereiro em Lisboa ( Rock Station , dia 23, 22h) e no Porto ( Novo Ático , dia 25, 18h).</video:description>
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      <video:title>Ana Bacalhau acende um &lt;i&gt;Fósforo&lt;/i&gt; para iluminar o novo álbum que promete lançar este ano</video:title>
      <video:description>Do terceiro álbum de Ana Bacalhau, anunciado para este ano, já eram conhecidas duas canções, em single e videoclipe:   Orelhas moucas  , revelada em Junho de 2022, e   Não vás embora,     rapaz!  , que foi publicada em Maio de 2023. Agora é lançada uma terceira,  Fósforo , com letra e música de Jorge Cruz e produção de João Só, onde se compara o amor ao arder de um fósforo. “O fósforo é o início da faísca”, explica a cantora no texto que acompanha o lançamento. “Está tudo lá, pronto a arder, mas para o fogo começar, é preciso perder a cabeça. O combustível a postos para aquecer os corações só se inflama se a cabeça se lançar contra a lixa. E assim seguimos, sabendo-nos lixados à partida. Do laranja ao vermelho, do vermelho ao preto cinza. Tudo o que vive, morre, já sabemos, mas que viva intensamente, enquanto se consome.” O videoclipe é assinado por Rita Seixas. 

 Na canção, há uma referência a  Jeff Buckley  e à sua interpretação de  Hallelujah  de  Leonard Cohen . Assim: “Brilhou ofuscante, arrebatador/ Num instante/ O nosso amor/ Ardeu como um fósforo// Encheu como maremoto/ Galgou tipo fogo por pinhal cerrado/ Bateu como o  Hallelujah / Pelo Jeff Buckley em 94.” Uma razão acrescida, acrescenta Ana Bacalhau, para fazê-la sua: “Qualquer música que faça referência ao Jeff Buckley enquanto fala de amor e o compara a um fósforo merece a minha total atenção. Quando Jorge Cruz ma mostrou, soube que eu e ela éramos um “match” perfeito. Não só pelas referências deliciosas na letra, mas porque a imagem de um amor curto, mas intenso na ponta de um fósforo que arde forte e veloz me emocionou.” 

 A solo, à margem dos Deolinda, Ana Bacalhau estreou-se em 2017 com um álbum chamado   Nome Próprio  , a que se seguiu, em finais de 2022, um segundo álbum intitulado   Além da Curta Imaginação  . O terceiro álbum está previsto para este ano, ainda sem data marcada.</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Tens o meu coração&lt;/i&gt; é o terceiro tema de &lt;i&gt;A Família&lt;/i&gt;, dos Cassete Pirata, a sair em Maio</video:title>
      <video:description>E vão três: depois de   Tanta vida pra viver   e   Ninguém fica a perder  , lançados respectivamente em Maio e em Novembro de 2023, é revelado esta sexta-feira mais um single (com videoclipe) do já anunciado novo álbum dos Cassete Pirata. Chama-se  Tens o meu coração  e, segundo o texto que acompanha o lançamento, é assim apresentado por Pir, o vocalista e letrista da banda: “Esta canção fala sobre aceitarmos as duas partes, sem vergonha, sem moralização. A mais doce – que pode trazer amor e segurança – e a mais negra, e o seu potencial destrutivo para com quem nos ama. Saber pedir ajuda, mas também saber delimitar o nosso espaço para que sozinhos consigamos resolver as nossas aventuras interiores é uma missão de vida, uma aprendizagem longa e que requer muita autoanálise e honestidade.” O videoclipe é de Martim Torres. 

 Formados por Pir (João Firmino, voz e guitarra), João Pinheiro (bateria), António Quintino (baixo eléctrico), Joana Espadinha (teclas e voz) e Margarida Campelo (teclas e voz), os Cassete Pirata deram-se a conhecer em 2017 através de um EP homónimo produzido por Benjamim (Luís Nunes), que viria também a produzir o primeiro álbum da banda,   A Montra   (2019), a que se seguiu   A Semente   (2021). O álbum a lançar em 2024,  A Família , está anunciado para Maio.</video:description>
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      <video:title>Paulo Praça volta a homenagear Vila do Conde em &lt;i&gt;A minha terra&lt;/i&gt;, num dueto com Uxía</video:title>
      <video:description>Quatro dias após o lançamento do álbum   A Meias  , onde o cantor e compositor Paulo Praça recriou ao piano e em duetos com cantoras nove canções de todos os seus álbuns, estreia-se o segundo single desse disco,  A minha terra . Com um videoclipe realizado por Paulo Pinto e filmado em Vila do Conde, é nesta última, terra natal de Paulo Praça, que se centra a canção, cuja letra foi escrita pelo irmão de Paulo, Simão Praça, para o disco   Onde   (2020), dedicado a Vila do Conde. Diz a letra: “Sou destas ruas/ Das casas, do céu/ Cujo fim, se perde no olhar// A minha Terra tem tudo/ Só não tem comparação / Alma de gente do mar/ Com sol no olhar/ E pele de Verão.// Mais que a razão de aqui estar/ Este é o lugar do meu coração.” 

 Nesta regravação para o álbum  A Meias , Paulo Praça contou com a voz da cantora e também compositora galega Uxía, acompanhados ao piano por Eurico Amorim (responsável pela produção do disco) e pelo contrabaixo de Carl Minnemann. O single e videoclipe de  A minha terra  vem juntar-se àquele que primeiro promoveu o álbum, o inédito   Baloiço  , composto em parceria com Gisela João (letra) e Eurico Amorim (música) e estreado em Maio de 2023.</video:description>
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      <video:title>Nancy Vieira revela &lt;i&gt;Sol di nha vida&lt;/i&gt;, primeira canção do seu novo álbum &lt;i&gt;Gente&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Estreia-se, finalmente, esta sexta-feira, a primeira canção do anunciado novo álbum da cantora cabo-verdiana Nancy Vieira. Com edição marcada para 15 de Março, o álbum chama-se  Gente , foi co-produzido por Amélia Muge, António José Martins e a própria Nancy, e a canção agora revelada é  Sol di nha vida . Composta por Mário Lúcio, é apresentada como uma ode ao amor, “a força maior que une duas pessoas, dois corpos, no melhor dos mundos, aquele que recebe o calor do sol que, como diz o adágio, quando nasce é mesmo para toda a gente”. Quanto à música, dizem-na inspirada “num misto de funaná e samba que Kaka Barbosa impulsionou e apelidou de ‘funamba’.” Com Nancy Vieira (voz), participaram na gravação de  Sol di nha vida  os músicos Vaiss (guitarra), Olmo Marín (guitarra), Jorge Cervantes (baixo e acordeão) e Diogo Melo de Carvalho (percussão). O videoclipe foi realizado por Aurélio Vasques. 

 Quanto ao álbum, o texto que anuncia este primeiro single diz que há nele muito de Cabo Verde e não só: “Em  Gente  encontra-se também aquele mundo que só existe nas ruas de Lisboa e onde se escutam as nuances do Brasil, ecos de tantas outras Áfricas e de muitas Europas e Américas. Há morna e samba, fado e funaná, sofisticação com tons de jazz e aventura de espírito pop. Há Gente. Há vida. Este é um álbum feito agora a pensar no amanhã. Ontem só importa porque foi o que nos trouxe a todos aqui.” 

  Gente  é o sétimo álbum de Nancy Vieira, sucessor de   Nôs Raça   (1995),   Segred   (2004),   Lus   (2007),   Pássaro Cego   (2009, parceria com Manuel Paulo),   Nô Amá   (2012) e   Manhã Florida  (2018).  A editar mundialmente pela editora alemã Galileo Music no dia 15 de Março, a sua apresentação ao vivo ocorrerá uma semana antes, no dia 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, no São Luiz, em Lisboa. Em palco, com Nancy Vieira, estarão Vaiss (guitarra acústica e cavaquinho), Olmo Marín (guitarra acústica, eléctrica e cavaquinho), Jorge Cervantes (baixo e charango) e Iúri Oliveira (percussão), além de convidados especiais a</video:description>
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      <video:title>Um mês em Gaza. O relato da enfermeira Rita Costa</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	 
	  A enfermeira Rita Costa viveu em Gaza uma guerra diferente das outras  
	 
 

 Rita Costa faz parte dos Médicos Sem Fronteiras há seis anos. Era um sonho antigo, que cumpriu já com 20 anos de experiência como enfermeira. Já esteve em vários cenários de conflito, mas é incapaz de se habituar à violência. E esta guerra não é como as outras que já testemunhou: as pessoas estão encurraladas. 

 A enfermeira portuguesa, especialista em obstetrícia, esteve um mês em Rafah, a sul de Gaza, numa maternidade onde o número de partos por dia quadruplicou. Há mães em trabalho de parto que esperam por cama nas redondezas do único hospital em funcionamento ou nos abrigos, que são tendas improvisadas.  

 Rita Costa fala sobre a importância que tem, para os palestinianos, que se continue a falar de Gaza. Alerta para as vítimas indirectas da guerra, apela a um cessar fogo imediato e fala-nos do que falta em Gaza: ajuda humanitária, comida, água potável, materiais e cuidados médicos, abrigo e, sobretudo, paz. "O que nós fazemos neste momento é, de facto, muito insuficiente."</video:description>
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      <video:title>Agricultores portugueses aguardam por decisão de Bruxelas na fronteira com Espanha</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	  Porque é que os agricultores europeus estão a protestar? E em Portugal?  
 

 À medida que os protestos dos agricultores se espalham pela Europa, a Comissão Europeia propõe medidas para acalmar os ânimos e os líderes europeus reúnem esta quinta-feira em Bruxelas, onde se esperam mais protestos com múltiplos tractores e reivindicações. Dos bloqueios de estradas aos protestos em ruas e mercados, compreenda o que está em causa nestas manifestações do sector agrícola.</video:description>
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      <video:title>Hélio Morais anuncia um novo álbum a solo com &lt;i&gt;Sonhei coisa proibida&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Quem o conhece dos  Linda Martini  ou dos  Paus , já pôde ouvi-lo a solo no álbum   MURAIS  , com que se estreou em nome próprio, em 2021. Agora, Hélio Morais tem um novo álbum, que será lançado no dia 23 de Fevereiro e que vai apresentar ao vivo em Lisboa, no CCB, no dia 9 de Março. Chama-se  Pisaduras  e a estreia, em single e videoclipe, faz-se com  Sonhei coisa proibid a, onde  Hélio escreve e canta: “Tentei cantar mais baixinho,  pra  que não me ouça  ninguém/  tenho coisas cá dentro de mim, que nem eu sei explicar  bem/  a cada copo de vinho, que viras  pra  ser  alguém/  crescem coisas cá dentro de mim, que nem eu sei explicar bem…”  

 Canção e vídeo são assinados pelo próprio Hélio Morais (voz, piano, sintetizadores e percussão), que tem aqui, ao seu lado, Benke Ferraz (sintetizadores, samples e guitarras), Toca Ogan (percussão), Lumanzin (arranjos de voz), Rui Carvalho (Filho da Mãe) (guitarra clássica), Djalma Rodrigues (guitarra) e Miguel Ferrador (moog). A produção de voz é de Rita Onofre e Edgar Valente (Criatura, Bandua). O álbum, explica-se no texto que anuncia este single, foi produzido entre Lisboa, Pernambuco e São Paulo, contando, do lado brasileiro, com Benke Ferraz, dos Boogarins (que o produziu), Toca Ogan (dos Nação Zumbi) e Guilherme Kastrup, instrumentista e produtor (de Elza Soares, entre outros), que tem trabalhado com Adriana Calcanhotto, Arnaldo Antunes, Chico César, Tom Zé, Ney Matogrosso, Vanessa da Mata ou Zeca Baleiro. No concerto anunciado para o CCB, Hélio terá consigo os músicos Miguel Ferrador (teclas), João Vairinhos (percussão), LARIE (guitarra e voz) e  Tida e  Méli, percussionistas do Colectivo Gira.</video:description>
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