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      <video:title>Acidente de avião na Coreia do Sul faz 179 mortos. Imagens mostram aterragem e colisão</video:title>
      <video:description>Um avião da Jeju Air teve um grave acidente na aterragem este domingo no aeroporto de Muan, no sudoeste da Coreia do Sul. A bordo seguiam 181 pessoas e 179 morreram, confirmaram as autoridades. As equipas de emergência conseguiram resgatar dois apenas tripulantes com vida da cauda do avião. 

 Nas imagens do acidente, é possível ver o avião deslizar pela pista, aparentemente sem trem de aterragem, e embater num muro com violência, incendiando-se em seguida. Ainda não há informação sobre o que motivou o acidente. 

  Saiba mais:  

 
	  Avião tem acidente na aterragem na Coreia do Sul com 181 pessoas a bordo. Há dois sobreviventes  
	 
	  Coreia do Sul: desastre aéreo põe à prova Presidente interino, no cargo há dois dias</video:description>
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      <video:title>Na Minha Estante: cinco livros que seriam proibidos antes do 25 de Abril</video:title>
      <video:description>@rosasininho   
A minha sugestão é  Pardalita  de Joana Estrela. Este livro conta a história de uma jovem que se apaixona por outra rapariga pela primeira vez. Seria proibido antes do 25 de Abril, não só pelo próprio facto de mostrar uma relação entre duas raparigas, como por ter momentos de activismo, autodescoberta e referências a músicas subversivas. Conseguimos ler este livro graças à liberdade que temos hoje de sermos nós mesmos. 

   @mariafranciscagama   
Há 50 anos,  O Amor Estragado , de Ana Bárbara Pedrosa, seria um livro proibido porque fala sobre a violência doméstica e sobre como o álcool consegue destruir uma família. E aborda, acima de tudo, como tantos conseguem olhar para esta situação e não fazer absolutamente nada. Hoje, felizmente, entre marido e mulher mete-se a colher. 

   @marianasz30   
O livro que eu escolhi para este tema foi  Esses Prazeres Violentos , da Chloe Gong, porque este livro aborda temas relacionados com a contestação de poder em Xangai, neste caso, [onde] existem dois gangues nas ruas e os nossos personagens principais vão tentar combater esta divisão de poder. Há 50 anos, este livro seria censurado para que não desse asas a ideias e formas de contestar o regime. 

   @rafaela.books   
O livro que eu acho que seria proibido há 50 anos, antes de 25 de Abril, seria  Os Sete Maridos  de Evelyn Hugo, porque este livro retrata-nos uma mulher forte, uma mulher que luta pelos seus direitos e pela igualdade entre homens e mulheres na sua carreira, e não só. Retrata ainda relações abusivas e uma mulher que se afasta delas por iniciativa própria, que se divorcia por iniciativa dela e ainda nos apresenta um romance lésbico. 

   @irisbicho   
Venho recomendar um livro que, na minha opinião, seria proibido há 50 anos, antes de 25 de Abril. É o  Heartstopper , de Alice Oseman. Quer seja pela autora, quer seja pelas temáticas que este livro aborda, sinto que não seria publicado, nem permitido, há 50 anos e é um dos meus livros favoritos. Recomendo-o a toda a gente. E quem ain</video:description>
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      <video:title>Na Minha Estante: Mariana Alvim</video:title>
      <video:description>Qual o teu género literário favorito?  
O meu género literário favorito é o romance, mas não só com beijinhos no final. Tem que acabar bem, tem que ser especial. Livros daqueles que nos fazem pensar. Recomendo  As Mensageiras da Esperança , de Jojo Moyes, e  O Rouxinol , de Kristin Hannah. 

  Qual o teu autor ou autora português favorito?  
Pergunta difícil. Gosto muito do Gonçalo M. Tavares, adoro a Isabela Figueiredo e a Dulce Maria Cardoso. São muitos, não quero magoar os outros, mas estes são especiais. 

  Qual o livro que te remete para determinada altura da tua vida?  
Tive uma fase de obsessão com tudo o que era Murakami. Lia de seguida e adorava. E outra com o Paul Auster. Há uns livros em que eu ficava muito zangada com ele, mas adorava. 

  Qual o livro que te recomendaram e que passaste a recomendar a toda a gente?  
 Estou Viva, Estou Viva, Estou Viva , de Maggie O'Farrell. É sobre as 17 vezes em que a autora quase morreu. Ela tem uma filha muito alérgica a tudo e começou a escrever para ela, que já passou por alguns sustos. Mexeu imenso comigo. Eu que me esqueço das histórias, ainda me lembro perfeitamente dele, sobretudo do primeiro capítulo. 

  Qual a tua série de livros favorita?  
Adoro os da Lucy Barton, da Elizabeth Strout. São maravilhoso os quatro livros. E depois há outra, mais leve, mas incrível, que está agora a ser traduzida e recomendo. São oito livros, sobre sete irmãs que foram adoptadas. O pai morre no início e cada livro conta a história de uma irmã e o oitavo é sobre a irmã desaparecida. É a série das sete irmãs, de Lucinda Riley. 
 
 Um livro ou mais que te fizeram chorar...  
Lembro-me perfeitamente que o primeiro livro que me fez chorar foi  A Cor Púrpura . Outro, que tive de sair da cama e ir à cozinha assoar o nariz, foi  O Rouxinol , de Kristin Hannah, e  Terra Americana , Carlos Ruiz Zafón . Mais recente, tenho um fraquinho pelo  Lições de Química , de Bonnie Garmu. Ofereço-o e toda a gente concorda. 

  O último livro que leste e o que estás a ler agora?</video:description>
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      <video:title>Na Minha Estante: André Neves (Maze)</video:title>
      <video:description>Qual o teu género literário favorito?  
O meu estilo de livros favorito é um subgénero, são as distopias. E para ilustrar isso, trouxe as distopias clássicas: o  Animal Farm  e o  1984 , de George Orwell; o  Nós , do Evgueni Zamiatine, que origina todo este subgénero; e o  Admirável Mundo Novo , do Aldous Huxley. Parece-me que as distopias são cada vez mais importantes porque estamos a viver uma distopia neste momento. 

  Um livro que te pôs a dormir...  
Para o livro que me pôs a dormir pensei em escolher um que realmente me pôs a dormir das tentativas falhadas de o ler. E é um livro que eu li na adolescência, faz parte do Programa Nacional de Leitura. Estou a falar d'  Os Maias , de Eça de Queirós. Sempre que encalhei naquela parte descritiva, desistia. E adormeci, muitas vezes, mas preferi não o trazer. Preferi trazer um livro que me pôs a dormir por boas razões, sempre, e que esteve na minha mesinha de cabeceira durante quase a vida toda, que é  O Principezinho . É um livro que aconselho a toda a gente, que revela muito sobre a natureza humana e sobre a vida. 

  Um livro que te inspirou enquanto artista...  
Um livro que me inspirou enquanto artista é este:  Do Espiritual na Arte,  de Wassily Kandinsky. Li-o enquanto estava a estudar design gráfico e inspirou-me bastante porque na altura fazia música e já escrevia e consegui estabelecer muitos paralelismos entre o processo criativo visual, o literário e o musical. Consegui perceber esta componente espiritual e abstracta que e o Kandinsky põe neste livro. 

  O teu livro preferido?  
É sempre uma pergunta horrível de responder. Escolher um entre milhares de livros, mas resolvi trazer o  Siddhartha , de Hermann Hesse, porque é um livro que me tem acompanhado durante toda a minha vida. Li-o na adolescência, depois li-o nos meus vintes, depois li-o nos trintas e, agora ao pegar nele, percebi que ainda não o li nos quarentas e vou certamente lê-lo nos próximos anos. 

  O último livro que leste...  
O último livro que li foi o  Dicionário da Erosão </video:description>
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      <video:title>Na Minha Estante: Helena Magalhães</video:title>
      <video:description>Qual o teu livro favorito?  
É impossível para mim ter só um livro favorito. Eu gosto de histórias de mulheres que me façam pensar, histórias de mulheres resilientes, como por exemplo,   Lições de Química  , de Bonnie Garmus, ou os livros de  Valérie Perrin . A minha lista é infindável, por isso eu não consigo dizer um livro favorito. Todos os que estão na estante são favoritos. Os livros de que eu não gosto não estão na minha estante. 

  Qual o livro que releste mais vezes?  
Eu releio muitos livros, mas há dois que eu reli muitas vezes quando era mais nova,  As Raparigas de Riade , de Rajaa Al-Sanea. Acho que este livro já nem está publicado em Portugal, eu li há muitos anos. E o  Virgens Suicidas , de Jeffrey Eugenides, foi um livro que eu reli imensas vezes também. No caso do   Abelhas e Trovoada ao Longe  , temos este grupo de mulheres árabes a tentar fugir das convenções, o que na altura me fascinou imenso. No  Virgens Suicidas , que eu acho que não há ninguém que não conheça, nem que seja por ter visto o filme, temos estas irmãs e tudo o que está na cabeça de cada uma delas, que sempre me fascinou muito. 

  Qual foi o último livro que leste?  
O último livro que eu li foi o  Abelhas e Trovoadas Ao Longe , de Riku Onda. Este livro é de uma autora japonesa e é fascinante. Gosto destes livros que nos mostram e nos dão a conhecer outros universos e este livro leva-nos para o universo da música clássica. É um livro cheio de musicalidade, que nos mostra outra cultura, mas também um livro que nos transporta para um mundo que eu acho que a maioria de nós não conhece. 

  Qual a tua série de livros favorita?  
Não tenho uma série favorita, mas eu tenho uma coisa que eu faço que pode ser boa ou pode ser má. Quando gosto de uma autora e descubro uma autora, eu compro tudo o que houver dessa autora. Se formos a ver a minha colecção, eu tenho todos os livros que existem em Portugal de uma série de autoras, como  Leïla Slimani ,  Elizabeth Strout ,  Meg Wolitzer , Ali Smith. 

  Tens uma sugestão de um liv</video:description>
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      <video:title>Na Minha Estante: Bárbara Tinoco</video:title>
      <video:description>Qual o teu género de livros preferido?  
Gosto muito de poesia, sempre amei fantasia e, ultimamente, acho que os meus livros preferidos são todos autobiografias, portanto sempre coisas ou muito pessoais ou muito inventadas. Tenho várias recomendações. A minha poetisa preferida é a  Adília Lopes  e eu li todos os livros dela. No género de fantasia, obviamente recomendo todos os Harry Potter a toda a malta mais nova e também recomendo muito uma saga chamada  A Saga das Pedras Mágicas , que é de uma autora portuguesa chamada Sandra Carvalho. Foram ambos livros que me fizeram muito querer inventar histórias e criar coisas. E, na autobiografia, recomendo, da  Annie Ernaux   O Acontecimento . Da Tati Bernardi li  O Homem-Objeto e Outras Coisas sobre Ser Mulher . Da Madalena Sá Fernandes li  O Leme , que é um livro muito forte e muito, muito bem escrito. Foi o primeiro livro dela e é muito incrível, podem comprar, é uma autora portuguesa. Li um livro chamado  Ainda Bem Que a Minha Mãe Morreu , de uma actriz do Nickelodeon, a  Jennette McCurdy . E recomendo ainda outro, o   Género Queer  , da Maia Kobabe. Foi um livro que me ajudou imenso a aprender sobre um assunto que me interessa bastante que é a comunidade LGBT+, sobre o que é isto de ser queer. 

  Qual o livro que te inspirou na tua profissão?  
Já referi aqui a Adília Lopes e ela foi muito importante para mim porque foi a primeira vez que eu li um livro de poesia e pensei: “Ah, OK, isto também é poesia, isto também existe.” Estudamos na escola todos os clássicos e obviamente são muito importantes, mas faltava-me um bocadinho de poesia contemporânea, que é muito mais parecida com aquilo de que eu gosto e faço. Ela é uma autora muito directa, muito pouco metafórica e com muita simplicidade diz coisas muito complexas. Por último, o  Vamos Comprar Um Poeta , do Afonso Cruz, que é um dos meus escritores preferidos. Outros livros que me inspiraram foi um da  Joan Didion , chama-se  O Ano do Pensamento Mágico , e o  Filho da Mãe , de  Hugo Gonçalves . Este livro lite</video:description>
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      <video:title>Na Minha Estante: Vítor Silva Costa</video:title>
      <video:description>Qual o teu género de livros favorito?  
É difícil porque depende muito da fase da minha vida e, essencialmente, do trabalho. Depende do projecto que estou a fazer. É-me difícil, às vezes, desligar dessa ideia do trabalho e da minha vida pessoal. Portanto, depende muito. Não tenho um género favorito, vou com o trabalho. 

  Qual o livro que leste mais vezes?  
Esse é fácil. Foi a  Insustentável Leveza do Ser , de  Milan Kundera . Li três ou quatro vezes e, na verdade, não sei muito bem porquê. Sei que é um autor de quem gosto, há uma ideia qualquer de melancolia e de confronto de uma geração para com a realidade, a sociedade e com o mundo que o rodeia, de um ponto de vista nem sempre positivo. 

  Tens um livro que inspirou a tua carreira?  
Não tenho um só, tenho vários. Quando estudei na escola de Teatro, fomos confrontados com muitos livros canónicos da história do teatro e da filosofia. Acho que esses livros foram os que mais me inspiraram e, de alguma maneira, mais me trouxeram a vontade de ler e de conhecer autores, novos autores. As obras de Constantin Stanislavski, por exemplo, inspiraram-me e fizeram-me ver e olhar para o mundo de outra forma. 

  Qual o teu livro preferido?  
Mais uma resposta difícil.  Cândido , de Voltaire. É, provavelmente, um dos meus livros favoritos, é aquele que me vem mais vezes à memória quando penso sobre isso ou quando me perguntam. É um livro sobre a criatividade, sobre poder criar sem influências morais, religiosas, e o  Voltaire  defende muito esta ideia da vida criativa livre, no sentido daquilo que as pessoas querem, que as pessoas pensam, que as pessoas querem fazer, sem terem influência externa, sem serem censuradas por isso. E isso interessa-me enquanto artista, interessa-me enquanto ser humano. E há uma ideia muito importante para mim no  Cândido : a de construir o nosso próprio jardim. 

  Qual o último livro que leste?  
O último livro que li foi, na verdade, uma peça de teatro, mas o livro que estou a ler é o  On Connection , de  Kae Tempest , que é um</video:description>
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      <video:title>Na Minha Estante: Maria João Faria</video:title>
      <video:description>Consegues escolher o primeiro livro que leste por causa do TikTok?  
O primeiro livro que eu li por causa do TikTok e do  booktok  foi  Beartown , de Fredrik Backman, que se tornou um dos livros preferidos da minha vida. Quando o fui ler, não sabia bem ao que ia, só sabia que era sobre uma cidade onde se pratica hóquei no gelo. Acabou por ser um livro que tem uma crítica à sociedade muito boa e que tem uma história muito forte e eu choro é imenso. Eu não choro com livros, mas com este parecia que a minha torneira não fechava. 

  Qual o livro que te pôs a dormir?  
Um livro que me pôs a dormir foi  Corte de Espinhos e Rosas , da Sarah J. Maas. Acho que a história tem potencial. Contudo, a cada página que eu lia, ela “só” queria pintar. Havia ali uma parte em que eu já estava tão aborrecida porque era só sobre as pinturas dela. Não deu para mim, mas vou ler o segundo. 

  Qual o livro que recomendas para ler nas férias?  
A minha recomendação de um livro para ler nas férias é  O Verão em que Quebramos Todas as Regras , de K. L. Walther. É um dos meus livros preferidos de Verão. Eu li-o no ano passado em inglês e este ano tive a oportunidade de o ler em português e tenho a dizer que é tão bom em português como em inglês. Não é um livro com uma história superforte, mas é isso mesmo que nós queremos quando estamos na praia a ler um livro. 

  Qual o livro que releste mais vezes?  
Não posso escolher só um, tem que ser dois, porque eu acho que estes dois estão ali lado a lado. O primeiro foi  Harry Potter , de J. K. Rowling. Não é só o primeiro livro, é a saga completa. Todos os anos, na altura do Outono/Inverno, releio os livros todos e revejo os filmes todos porque é uma das minhas sagas preferidas e acho mesmo que é uma das melhores fantasias que já foram escritas até agora. E o segundo livro que eu reli mais vezes foi  Divergente , de  Veronica Roth , porque me faz lembrar a minha adolescência. Eu também vi imensas vezes os filmes e cada vez que vejo os filmes sinto necessidade de reler o livro. 

  Qu</video:description>
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      <video:title>Na Minha Estante: Carlos Pereira</video:title>
      <video:description>Qual o teu género literário favorito?  
O meu género de livros favoritos são as obras relacionadas com questões sociais, raciais, questões de género, feminismo e tudo mais. Mas também tenho livros técnicos, vou viajando um bocado dentro desses dois estilos. 

  Qual é o livro que releste mais vezes?  
O livro que eu reli mais vezes é  O Riso de Deus , que é um livro de que eu gosto muito, do  António Alçada Baptista.  Outro livro que eu também já reli foi o  Caviar é uma Ova , de  Gregório Duvivier . Quando preciso de inspiração às vezes vou aqui dar uma vista de olhos. E este também:  Meio Intelectual, Meio de Esquerda , de António Prata. São dois autores brasileiros. 

  Um livro que te inspirou, principalmente para a tua profissão?  
Não tenho um livro que me tenha inspirado particularmente. Mas lembro-me de ter encontrado os livros do  Woody   Allen  quando estava na faculdade. Um deles é o  Efeitos Secundários  e outro o  Para Acabar de Vez Com a Cultura . Na altura gostei muito dos livros, da forma como escrevia, um estilo meio absurdo, meio neurótico. Lembro-me de passar as aulas da faculdade a tentar replicar aquela forma de escrever. 

  Um livro que te marcou e no qual pensas muitas vezes?  
 O Riso de Deus  é um dos livros em que penso. E um livro que também gostei muito é o  Odeio a Internet , de Jarett Kobek. Gostei muito deste livro e às vezes penso nele, não com um tom nostálgico, mas sim quando estou na internet e penso 'ai, eu odeio a internet'. E também penso neste:  Sou Um Crime , de  Trevor Noah . Também é um livro que acho lindo. 

  Qual foi o último livro que leste?  
O último livro que li foi  Tudo do Amor , de  bell hooks   e Stephanie Borges. É um livro incrível. 

  Um livro que recomendas a toda a gente...  
O livro que eu recomendo a toda a gente é esse, o  Tudo do Amor . É de facto um livro muito bom. Fala sobre um tema muito importante, o amor e da forma como nós nos desleixamos. É algo tão importante e que deveria ser algo muito mais presente, em oposição ao ódio qu</video:description>
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      <video:title>Na Minha Estante: Manel Rosa</video:title>
      <video:description>Qual o livro que estás a ler ou o último que leste?  
O último livro que eu li foi  Um Quarto Só Seu , de Virginia Woolf. Tenho mais do que uma edição deste livro. Roubei um em casa da minha avó e depois descobri que a minha mãe tinha uma edição diferente em casa. 

  Um livro que recomendas a toda a gente...  
Um livro que recomendo a toda a gente é o   Até Amanhã, Camaradas  , de Manuel Tiago. Fala da vida antes do 25 de Abril, de como era um partido ter de se organizar na clandestinidade e de todas as atrocidades cometidas pela PIDE e por aquele regime fascista. 

  Qual o teu género de livros favorito?  
Acho que por pertencer a uma geração que consome conteúdo assim muito rápido, gosto mais de livros que sejam mais curtos ou que tenham pequenas histórias, pequenos contos. Gosto muito, por exemplo, do  Contos Exemplares , de Sophia de Mello Breyner Andresen. Outro que é um dos meus livros preferidos é  Os Passos em Volta , de Herberto Helder. Tem pequenas histórias e eu gosto muito dele. 

  Um livro que te fez dormir..  .  
Um livro que me fez dormir foi o   Memorial do Convento  , de José Saramago. Nada contra o Saramago, gosto muito dele, mas colocar miúdos do 12º ano a levar com o  Memorial do Convento , quando há livros tão mais interessantes.... escolham outro. 

  Uma biografia que recomendas?  
 Trevor Noah ,  Sou um Crime . É um comediante sul-africano, que agora está a trabalhar nos Estados Unidos. O livro fala sobre ter nascido mestiço, filho de pai branco e mãe negra, na África do Sul. Tem algum humor, vale a pena. 

  Qual teu autor português favorito?  
O meu autor português favorito é Herberto Helder, mas para não repetir vou dizer Eugénio de Andrade, que é um dos meus poetas preferidos. Gosto muito da maneira como se relaciona com a natureza e como tem um novo olhar sobre coisas para as quais eu nunca olharia. Uma expressão dele que me ficou sempre na cabeça: ''Tropeçar na luz do dia". Essa relação que ele acaba por ter com coisas que não são físicas interessa-me bastante. 

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      <video:title>Na Minha Estante: Soraia Tavares</video:title>
      <video:description>Um livro que te fez chorar?  
Vou falar do primeiro livro que me lembro de ler e de me fazer chorar, que é o  Precious: A Força de uma Mulher , de Sapphire. Mais tarde houve um filme. Eu adorei esse livro porque ele é escrito pela protagonista, que não sabe escrever bem, então vamos lendo e conhecendo a história dela à medida que ela vai aprendendo a escrever e a desenvolver a sua escrita e a sua leitura. 

  Qual o teu género de livros favorito?  
Achei que seria difícil responder a esta pergunta, mas depois comecei a olhar para todos os livros que tinha gostado mais e percebi que é o romance, gosto de grandes histórias com algum suspense. Acho que no cinema é exactamente igual. Também gosto de histórias muito descritivas, que me levam para a parte visual. 

  Qual o último livro que leste e ofereceste depois a alguém?  
O último livro que eu li e que ofereci a alguém foi   Balada para Sophie  , de Filipe Melo e Juan Cavia. É uma banda desenhada que eu nunca pensei que iria gostar tanto, diria que está no meu top três de livros favoritos porque a história é muito, muito intensa. Fala sobre os nossos defeitos humanos de uma forma muito cativante e acho que nos leva para um lado super cinematográfico. Também fala muito sobre música, que é uma coisa que gosto. Acho que é obrigatório passar a vista neste livro. 

  Um livro que te inspirou na tua profissão…  
 O   Segundo Círculo , muitas vezes volto a ele, é da Patsy Rodenberg. Ela desenvolveu um método que tem a ver com os três círculos. No primeiro estamos muito virados para nós, no terceiro estamos virados para todos e por isso a energia dispersa. O segundo círculo é um meio termo. É um bom livro para actores, para oradores, acho que desenvolve muita comunicação. Este livro tem mesmo exercícios práticos de concentração que é uma coisa que toda a gente tem vindo a perder. 

  Um livro que queres ler e ainda não compraste.  
Um livro que quero ler e ainda não comprei é o  Ato Criativo , de Rick Rubin. É sobre nós nos conectarmos com a nossa própria cr</video:description>
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      <video:title>Na Minha Estante: Ayala Botto</video:title>
      <video:description>Um livro que te ajudou a mudar hábitos do dia-a-dia  
  Desafio Zero  , de Eunice Maia. É um guia muito prático, com informações simples, e explica como podemos reaproveitar, por exemplo, sobras dos alimentos e evitar o desperdício alimentar, ou como evitar o uso de resíduos excessivos nas idas ao supermercado. No fundo, como é que podemos diminuir a pegada ambiental dentro e fora de casa. 

  Um livro que te ajudou a perceber as alterações climáticas.  
Foi este [ Alterações Climáticas ], do professor  Filipe Duarte Santos . É um livro pequenino. O início é um bocadinho complicado, muito científico, mas muito importante. Explica-nos como é que o clima funciona e de que forma é que as alterações climáticas estão a ser impactadas pelas alterações no clima. E o que é que podemos fazer para diminuir todos os impactos e cumprir com os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável. 

  Um livro que te ajudou a repensar hábitos alimentares.  
  Salvar o Planeta Começa ao Pequeno-Almoço  , de Jonathan Safran Foer. Mostra números e fala da dissonância cognitiva entre saber quais são os problemas e não estar disposto a mudar os meus hábitos, nomeadamente os alimentares, para evitar as alterações climáticas. É um livro que te deixa a pensar. 

  Um livro que relaciona o clima com outras áreas.  
  A Saúde e o Planeta  , de Ana Maria Aleixo. Não trouxe o livro porque tento sempre que possível requisitar das bibliotecas ou pedir emprestado para não comprar, mas este livro é incrível porque é escrito por uma médica e mostra-nos de que forma é que as alterações climáticas e os aumentos da temperatura também nos vão impactar as nossas vidas, nomeadamente a nossa saúde. 

  Um livro sobre soluções para as alterações climáticas.  
Aconselho o livro de João Camargo, o  Manual de Combate às Alterações   Climáticas . No fundo mostra-nos os problemas que existem, quais são as grandes empresas poluidoras, como é feita a extracção de petróleo e os impactos que isso tem. E depois fala-nos da solução, que é o mais importante, e </video:description>
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      <video:title>Pierre Aderne reflete sobre o ano-novo: tradição e recomeço de mãos dadas</video:title>
      <video:description>Ouça e siga aqui o podcast   
 

 O cantor e compositor Pierre Aderne compartilha reflexões sobre o ano-novo em Portugal, comparando com suas experiências no Brasil e em outros países. Ele destaca a importância das tradições, como passar o Réveillon descalço e de branco, um costume que mantém como forma de conexão com a terra e as raízes culturais. Pierre também comenta sobre a diferença entre o caloroso espírito das festas brasileiras e a introspecção típica do inverno português.  

 Pierre lembra sua primeira celebração de ano-novo em Birmingham, na Inglaterra, aos 15 anos, marcada pela saudade do Brasil e pelo choque cultural. Apesar de desafios como esse, ele destaca a beleza do momento de recomeço que a passagem de ano proporciona. "É uma oportunidade de repensar, de estar próximo, de buscar mais generosidade em um mundo tão individualista," diz. 

 O cantor fala sobre suas conexões musicais com Lisboa e sua recente reaproximação com a capoeira, tradição brasileira que está transmitindo ao filho em solo português. Para ele, a capital portuguesa é um ponto de encontro da lusofonia, onde influências culturais e musicais de países de língua portuguesa se misturam. Pierre se diz esperançoso com o ano que está por vir e acredita que ações coletivas ajudam a superar os desafios sociais e culturais, tanto em Portugal quanto no mundo.</video:description>
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      <video:title>Mensagem de Natal: Montenegro aponta Portugal como “referencial de estabilidade”</video:title>
      <video:description>"Somos um dos países mais seguros do mundo, mas temos de salvaguardar esse activo para não o perdermos", disse o  primeiro-ministro  na mensagem de  Natal  dirigida aos portugueses. Em cinco minutos e meio, Montenegro fez um balanço do primeiro ano de governação, destacando a descida de impostos e a "valorização de salários e pensões". Da saúde à habitação, o chefe do Governo apontou Portugal como "referencial de estabilidade", num "mundo em convulsão" e despediu-se de um "ano de viragem e de mudança". 

 Leia mais: 

 
	  Montenegro sobre 2025: “Salvar o Estado social”, regular a imigração, combater a criminalidade</video:description>
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      <video:title>2024: dez catástrofes que marcaram o ano mais quente desde que há registos</video:title>
      <video:description>Chega ao fim o ano mais quente das nossas vidas   
 

 O ano de 2024 será ser o mais quente desde que há registos. Por todo o mundo, foram-se sentido os efeitos desses recordes de temperatura na forma de eventos extremos. Neste vídeo, mostramos alguns. 

 Os habitantes da capital indiana sufocaram sob um calor abrasador, com o gabinete meteorológico do país a emitir um “alerta vermelho” a 17 de Junho, no meio de uma vaga de calor prolongada. As pessoas foram vistas a caminhar nas ruas com as cabeças cobertas, debaixo de guarda-chuvas, e a beber bebidas frescas para se refrescarem. 

 Os habitantes de Baja, a 160 quilómetros a sul de Budapeste, Hungria, navegavam em barcos pelas ruas inundadas a 22 de Setembro, enquanto o rio Danúbio continuava a subir. O morador Antal Allaga disse que nunca tinha assistido a três inundações num ano, enquanto remava o seu barco através das águas das cheias. Em Budapeste, previa-se que o Danúbio atingisse os 8,5 metros  –  perto dos níveis recorde, mas ainda abaixo dos registados em 2013. 

 Em Dezembro, um incêndio florestal a noroeste de Los Angeles obrigou a evacuações, cortou a electricidade e fechou estradas. O incêndio de Franklin alastrou-se durante a noite em Malibu, perto da Pacific Coast Highway, que se situa ao longo do oceano, à saída de Los Angeles. Fred Roberts, morador de longa data de Malibu, disse que, embora o lugar seja bonito, condições como o vento e a paisagem tornaram os incêndios mais perigosos na área. 

 No Verão, enquanto os italianos se preparavam para o feriado nacional de Ferragosto e se afastam das grandes cidades para as férias, o calor intenso atingiu as cidades de Veneza e Roma. Os turistas tentavam refrescar-se nas fontes e à sombra, no meio das ruas quase vazias de habitantes. De acordo com o  site  de previsão meteorológica iLMeteo.it, a onda de calor  Charon  trouxe temperaturas que rondavam os 40 graus Celsius no sul de Itália. 

 Os incêndios florestais que lavraram no centro e norte de Portugal provocaram sete mortos, incluindo </video:description>
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      <video:title>O fim do ano em cinco tiras, com Hugo van der Ding</video:title>
      <video:description>O cartoonista, humorista, apresentador, actor e escritor de romances vindouros desenha um balanço de 2024 e previsões para 2025. A terapeuta Juliana Saavedra, a Criada Malcriada, a Doutora Messalina, a velha mas moderna Celeste da Encarnação, duas amigas e o humor de Hugo van der Ding fecham o ano no PÚBLICO.</video:description>
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      <video:title>Bunker Live Sessions: Tozé Freitas</video:title>
      <video:description>Entre o pop e o blues da  Stay , a música nesta  live   session , entre o rock e o soul, o português e o inglês, o projecto de Tozé Freitas é inundado de emoções diferentes ao longo das histórias contadas pela combinação obrigatória de guitarra e voz. 

 Conhecido entre a comunidade musical portuense pela postura positiva e extrovertida, os concertos de Tozé Freitas têm sempre presentes a genuinidade na comunicação e na presença.  

 Nesta  live session , Tozé Freitas (voz e guitarra eléctrica) está acompanhado por João Gusmão (guitarra acústica), João Paulo Rosado (baixo), João Salcedo (teclas), Ricardo Bonito (bateria) e Helena Neto e Márcio Gonçalves (coro). 

 As Bunker Live Sessions são o novo projecto da Bunker Records, coordenado pelo músico Miguel Dinis, que o P3 vai partilhar nos próximos meses. As sessões, gravadas nos estúdios Bunker, no Porto, podem ainda ser ouvidas na Rádio Nova. Aqui ficam três perguntas para conheceres melhor os artistas convidados.  

  Como foi o dia de gravação para as Bunker Live Sessions?  
Foi muita coisa, foi divertido e stressante — mas acima de tudo divertido. Na banda que reuni somos todos amigos e torna tudo muito mais leve. Foi um dia muito activo porque começámos logo de manhã, mas valeu muito a pena. 

  Qual é o significado da música que escolheste? Alguma memória que te fez   escrevê-la?  
A  Stay  apareceu numa fase em que estava num bloqueio grande no processo de escrita, devido à maneira que eu tocava música. Entretanto apareceu a pandemia e o desespero que toda a gente passou. A  Stay  sou eu a falar para mim mesmo, para me manter fiel, forte e para não desistir, porque se já passei por tanta coisa, não é agora que vou recuar e que vou desistir de fazer o que eu gosto, o que me define. 

  Quais são as vossas inspirações? Existe alguma banda com menos reconhecimento que queiram partilhar?  
Estes últimos anos no Porto levaram-me a muita gente que não conhecia tão bem. Tenho muitos amigos que me inspiraram a continuar a fazer este trabalho. As exp</video:description>
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      <video:title>“Partilhamos a mesma luta”, diz Gisèle Pelicot a todas as vítimas</video:title>
      <video:description>O francês de 72 anos também foi considerado culpado pela tentativa de violação agravada de Cillia, a mulher de um dos co-arguidos, Jean Pierre Marechal; e de ter recolhido imagens íntimas e sem consentimento da filha, Caroline, e das noras, Aurore e Céline. 

 Gisèle Pelicot, de 72 anos, foi drogada e violada durante anos pelo seu ex-marido, que a ofereceu online a dezenas de homens. O abuso do seu corpo inconsciente foi registado por ele em vídeos. 

 Outros 50 homens co-arguidos, que tiveram relações sexuais com Gisèle quando esta estava inconsciente, também foram condenados. A sentença foi recebida com celebração do lado de fora do tribunal. 

 Saiba mais: 

 
	  ​Caso Pelicot: algumas datas determinantes para o julgamento deste   processo  
	  O caso Pelicot. Em que espaço da civilização queremos estar?​</video:description>
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      <video:title>Natal de brasileiros em Portugal: tradições, sabores e encontros afetivos</video:title>
      <video:description>Ouça e siga aqui o podcast   
 

 O Natal, um marco de encontros e celebrações, adquire novos contornos para os brasileiros que residem em Portugal. Em uma conversa descontraída, no podcast do PÚBLICO Brasil, a futurista Beia Carvalho e fotógrafa e designer gráfica Pat Cividanes compartilham experiências natalinas, destacando as adaptações culturais e gastronômicas que acompanham a data. 

 Beia relembra seu primeiro Natal em terras lusitanas: “Foi com amigos, uma mudança significativa em relação ao Brasil, onde as festas eram predominantemente familiares”. Economizar nos presentes, algo que no Brasil envolvia listas intermináveis, deu lugar a investimentos em vinhos portugueses e na culinária local, transformando o bolso em aliado das celebrações.  

 A gastronomia também se destaca como ponto de adaptação e saudade. Tem quem lamente a ausência de tradições brasileiras como o tender, mas o acesso ao bacalhau de qualidade superior em Portugal é celebrado. Pat ressalta: “O salpicão dá para reproduzir, mas o tender é insubstituível”. 

 Entre as iguarias portuguesas que conquistaram o paladar dos brasileiros, a rabanada ganhou novas dimensões, como as versões recheadas de doce de ovos. Além disso, sobremesas típicas, como o almadão, encantam, reforçando a fusão entre as tradições dos dois países. 

 A decoração natalina em Portugal, com luzes e ambientes que remetem ao imaginário de um Natal europeu, é elogiada por Pat: “O clima frio faz mais sentido com o que aprendemos nas histórias e nos filmes”.  

 Mais do que presentes ou refeições elaboradas, o Natal é descrito como uma oportunidade de criar novos laços e fortalecer amizades. A pandemia e a mudança para Portugal trouxeram reflexões sobre quem priorizar nas celebrações. “O Natal transcende a tradição familiar, é uma desculpa perfeita para reunir pessoas e celebrar o afeto”, afirma Beia. 

 Contudo, os desafios da polarização política e as mudanças nas dinâmicas familiares não são ignorados. “O Natal deveria ser um momento de reconciliação, mas </video:description>
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      <video:title>Na Minha Estante: Wandson Lisboa</video:title>
      <video:description>Qual o teu género de livros favorito?  
O meu género de livros favorito é a banda desenhada e também gosto daqueles livros meio novela. Na banda desenhada, adoro O Quiosque de Anete Melece. No meu aniversário ganhei uma versão em que eu estou na capa. É uma história de uma senhora que vive dentro de um quiosque, muita gente a vai visitar e é maravilhoso. Também gosto do Antes e Depois, de Anne-Margot Ramstein e Matthias Aregui. Também recomendo   Finalmente o Verão  , de Mariko Tamak, é uma história que dá uma volta muito, muito grande e é lindo, aconselho para todo mundo que quiser um pouquinho de uma ternura bacana. Rola uma novela mexicana aqui no meio, mas é muito gostoso. Um para quem quer chorar abraçado no cobertor,  O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo , de Charlie Mackesy. 

  Qual a tua biografia favorita?  
A da Rita Lee, que é maravilhosa. A primeira, a segunda eu não tive coragem de ler ainda porque é muito pesada e a morte da Rita é muito recente, quero guardar essa memória para já. Quando estiver preparado vou ler o volume 2. Muita gente já diz que é muito forte. Outra que recomendo é a do Lula da Silva, o volume 1, que fala sobre o que o Lula passou na cadeia e o golpe que aconteceu com a Dilma e toda a política no Brasil. É muito bom. Acho que é um livro importante para a política brasileira e para a política do mundo todo. Não sei se posso contar como uma biografia, mas todos os livros da Clarice Lispector. O que eu faço muito com este livro, que reúne todos os contos, é de vez em quando abri-lo num capítulo e começar a ler um conto qualquer. Acho que é quase brincar com a sorte. 

  Qual o livro que te recomendaram e que tu passaste a recomendar sempre?  
No ano passado, eu estava na casa de uma amiga minha e ela tinha o  Tudo é Rio , da Carla Madeira. Tive um ataque de choro quando eu terminei o livro. Esse sim é um livro que devia virar novela, filme, porque a história é maravilhosa. A Carla Madeira tem-se revelado cada vez mais nos últimos tempos e nos últimos livros dela. O Vésp</video:description>
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      <video:title>Ciclone &lt;em&gt;Chido&lt;/em&gt; deixa enorme devastação em Mayotte e Moçambique</video:title>
      <video:description>Na segunda-feira as equipas de socorro deslocaram-se para encontrar sobreviventes e restabelecer os serviços no território ultramarino francês de Mayotte, onde se receia que centenas ou mesmo milhares de pessoas tenham morrido devido ao pior ciclone do século, que atingiu as ilhas do oceano Índico. O Presidente francês Emmanuel Macron visitará o arquipélago nos próximos dias. 

 Saiba mais: 

 
	  Ciclone  Chido  em Mayotte: equipas de resgate procuram sobreviventes entre muitos mortos  
	  O que é que sabemos sobre Mayotte, o arquipélago atingido pelo ciclone  Chido ?</video:description>
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      <video:title>"É uma tremenda brutalidade, estão a partir o espírito destas pessoas", diz português na Geórgia</video:title>
      <video:description>Nas últimas duas semanas tem saído à rua todas as noites para apoiar os georgianos nos protestos contra o actual Governo, que em Novembro anunciou uma paralisação nos esforços de adesão da Geórgia à União Europeia. Em Maio foi uma das vítimas dos espancamentos levados a cabo pelas autoridades ao serviço do partido no poder, Sonho Georgiano. "É de uma tremenda brutalidade o que estão a fazer. Estão a partir o espírito destas pessoas. Estão a dizer-lhes 'meus amigos vocês vão cair na égide da Rússia'", conta ao PÚBLICO. 

 "A Geórgia está numa situação semelhante à da Ucrânia", diz Anna, ao lado do marido. "A Rússia quer pôr o pé em todos estes países e o nosso tem sido um dos mias atacados". A georgiana teme pelo futuro do seu país, mas acredita que o esforço da sociedade civil para fazer frente ao actual Executivo vai permitir uma reaproximação à UE. Em mais uma noite de protestos, deixa um alerta: "se tivermos medo hoje, mais coisas assustadoras virão amanhã".</video:description>
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      <video:title>Protestos na Geórgia: "Um dia vamos acordar na Europa"</video:title>
      <video:description>A Câmara Municipal de Tbilissi tinha planeado acender, neste sábado, as luzes da grande árvore de Natal colocada em frente ao Parlamento. Perante a presença de milhares de manifestantes junto ao edifício, o autarca cancelou o plano e nas ruas da capital gritaram-se palavras de ordem contra o Governo e a favor da integração do país na União Europeia.  

 Marika, uma estudante universitária de 19 anos, confessa que todas as noites teme pela sua segurança, mas garante que "a prioridade é estar ao lado do povo georgiano". "Quero que outros países democráticos oiçam a nossa voz", diz. Ana, dentista de 30 anos que carrega uma bandeira da União Europeia às costas, não tem dúvidas: "um dia vamos acordar na Europa".</video:description>
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      <video:title>Protestos na Geórgia</video:title>
      <video:description>Protestos na Geórgia</video:description>
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      <video:title>Protestos deverão intensificar-se com nomeação do novo Presidente da Geórgia</video:title>
      <video:description>A sessão deste sábado não será muito mais do que uma mera formalidade, uma vez que o Parlamento é controlado pelo partido governamental. Pela primeira vez, o Presidente será escolhido de forma indirecta, e não por voto universal, e, para além dos deputados, votam também mais de cem representantes das autarquias e parlamentares de duas regiões autónomas. 

 O Sonho Georgiano já definiu o ex-futebolista Mikheil Kavelashvili para ocupar o cargo. Depois de uma carreira que o fez passar nos anos 1990 pelo Manchester City e vários clubes suíços, Kavelashvili ingressou na política como deputado pelo Sonho Georgiano e tornou-se conhecido como um crítico acérrimo dos valores ocidentais.</video:description>
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      <video:title>Guterres "profundamente preocupado" com ataques aéreos israelitas na Síria</video:title>
      <video:description>O secretário-geral da ONU está "profundamente preocupado com as recentes e extensas violações da soberania e da integridade territorial da Síria", disse Stéphane Dujarric, porta-voz de António Guterres. O chefe da diplomacia norte-americana Antony Blinken, que visitou a Jordânia e seguirá para a Turquia, explicou que "o objectivo das acções israelitas é tentar garantir que o equipamento militar que foi abandonado pelo exército sírio não caia em mãos erradas".</video:description>
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      <video:title>Maria João expõe-se &lt;i&gt;Ao Sol&lt;/i&gt; em Dezembro e promete-nos &lt;i&gt;Abundância&lt;/i&gt; para 2025</video:title>
      <video:description>A cantora Maria João já gravou um disco chamado   Sol   (com o Grupo Cal Viva, em 1991), mas este Sol vem de um lugar diferente. Será, anunciam os promotores, “uma obra que celebra a fusão das tradições com o futuro”, entre “a espiritualidade africana e a inovação electrónica”. O álbum chamar-se-á  Abundância  (com lançamento mundial pela Galileo Music no início de 2025) e a primeira faixa que dele nos é agora revelada chama-se  Ao Sol , com videoclipe de Lia Fernandes, João Farinha nos teclados e sintetizadores e, a juntarem-se à voz de Maria João, as vozes do coro moçambicano TP50, Xixel Langa, Xizimba, Leticia Deozina, Nadya Cosmo e Onésia Muholove. 

 Neste single, dizem ainda os promotores deste novo trabalho da cantora que tanta música já nos deu ao longo dos anos, “Maria João explora a voz como instrumento primordial, inventando palavras e sons que transcendem linguagens tradicionais.  Ao Sol  é uma celebração de luz e harmonia, onde a espiritualidade africana se cruza com paisagens sonoras inovadoras, criando um espaço imaginário de união e beleza. Tal como em   Galinhas do Mato   de José Afonso, este tema desafia categorizações e posiciona-se como uma declaração artística intemporal.” O álbum sela mais uma colaboração de Maria João com João Farinha e André Nascimento (OGRE).</video:description>
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      <video:title>Arquitetos brasileiros: as armadilhas da língua e a adaptação ao mercado</video:title>
      <video:description>Ouça e siga aqui o podcast   
 

 A chegada a Portugal trouxe desafios e oportunidades para os arquitetos brasileiros Paula Russo e Jadiel Tiago, que compartilham uma trajetória marcada na busca por adaptação e inovação. Vindos de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, o casal se estabeleceu no país em 2020, em meio à pandemia, motivado pela oportunidade de Jadiel de iniciar um doutorado e pela conexão pessoal de Paula com Portugal, onde viveu parte da infância. 

 No entanto, exercer a profissão em terras lusitanas revelou diferenças marcantes em relação ao Brasil, que vão da língua, pois vários itens usados nas obras têm nomes diferentes nos dois países, à burocracia para aprovação de projetos nas câmaras municipais. Numa obra em um banheiro de uma casa, por exemplo, quase todos os materiais têm denominações diferentes. Chuveiro em Portugal é duche e descarga, autoclismo. Nada, porém, que atrapalhe o trabalho. 

 Segundo Paula e Jadiel, a tramitação de projetos em Portugal pode ser um obstáculo, com prazos que frequentemente se estendem por anos. "Há casos de projetos em Lisboa que demoraram quase 20 anos para aprovação", comenta Paula, citando um emblemático edifício escolar que enfrentou custos elevados e cortes no projeto original devido à demora. Eles destacam que esse problema atinge tanto grandes empreendimentos quanto pequenas reformas de imóveis no interior do país. Além disso, as regras e exigências podem variar significativamente entre municípios e até mesmo entre diferentes profissionais dentro de uma mesma instituição, dificultando a previsibilidade e planejamento. 

 A dupla também aponta diferenças culturais no mercado da construção, como a fragmentação dos serviços. "No Brasil, você contrata um prestador que faz tudo; aqui, cada etapa é dividida entre profissionais diferentes", explica Jadiel. A escassez de mão de obra especializada em algumas regiões e a demanda crescente por serviços de construção aumentam os desafios, exigindo planejamento detalhado e cronogramas mais longos. Apesar d</video:description>
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      <video:title>Os Gatos Bomba despedem-se de 2024 com um novo single, &lt;i&gt;Não perguntem porquê&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Foi em finais de Outubro que os Gatos Bomba publicaram o seu primeiro álbum,  Alegria de Estar Desaparecido , lançando a partir dele, no dia 8 de Novembro, um single e videoclipe da canção   Maldita espera  . Agora, surge um novo single (com videoclipe) saído do álbum,  Não perguntem porquê , e é com ele que este quarteto formado no Barreiro se despede de 2024. 

  Não perguntem porquê , explicam eles no texto que acompanha o lançamento do novo single, “é uma balada que reflecte um exame de consciência profundo, marcado pela alienação e pela rejeição das exigências societais.” Dizendo-se inspirada por canções como  La guitarra , da banda argentina Los Auténticos Decadentes,  Não perguntem porquê  “apresenta uma trindade de desafios – ‘estudar, trabalhar, casar’ – que são questionados através da perspectiva de uma geração em busca de sentido e liberdade, mas frequentemente imobilizada pela inércia e pelo desespero. A letra traça um retrato de um personagem preso na melancolia, explorando temas como o vazio existencial, as tendências esotéricas e os sonhos não realizados.” 

 Formados por Tiago Inácio (acordeão), João Pedroso Antunes (voz e guitarra), Edgar Gama (baixo) e João Messias da Silva (bateria), os Gatos Bomba foram buscar o nome a uma ideia meio louca surgida nos Estados Unidos durante a II Guerra Mundial de usar gatos para guiar bombas pelos convés dos navios inimigos, daí os gatos-bomba. O projecto não passou da fase de testes e nunca foi posto em prática. Até o seu nome chegar à música, sem bombas nenhumas que não as do som, num grupo que desde o seu nascimento se propõe “explorar a fusão entre a música popular portuguesa e a energia crua do punk”. Haverá mais “bombas” em 2025.</video:description>
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      <video:title>Sírios procuram familiares na prisão de Sednaya em alegadas celas escondidas</video:title>
      <video:description>A prisão de Sednaya, palco de tortura e execuções de milhares de pessoas, é conhecida como “matadouro humano”. Estima-se que tenham sido mortos até 13 mil sírios na prisão entre 2011 e 2016. Muitos foram executados, outros devido a doenças e a fome, consequências das condições em que viviam. Sobreviventes libertados descrevem celas pequenas e sobrelotadas, silêncio forçado, chão coberto de fluidos corporais e ausência de luz solar. 

  Leia também:  

 
	 
	  Como os rebeldes expulsaram Bashar al-Assad da Síria em 12 dias  
	 
	 
	  Capacetes Brancos na prisão de Sednaya após rumores de presos ainda encarcerados  
	 
	  Festejos em Damasco. “Finalmente o regime caiu. Agora, o povo da Síria está unido”</video:description>
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      <video:title>Festejos em Damasco. “Finalmente o regime caiu. Agora, o povo da Síria está unido”</video:title>
      <video:description>Sírios celebram nas ruas da capital e de outras cidades e milhares são libertados das prisões. Coligação de rebeldes diz que vai transferir o poder para um governo transitório. 

 Saiba mais: 

 
	  “A cidade de Damasco foi libertada e o tirano Bashar al-Assad foi derrubado”  
	  As primeiras reacções à queda do regime de Bashar al-Assad na Síria  
	  Jihadistas, mas pouco? Aliados da Turquia? Quem são os rebeldes que avançam na Síria?</video:description>
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      <video:title>A primeira banda nas novas Bunker Live Sessions: Nunca Mates o Mandarim</video:title>
      <video:description>Chamam-se  Nunca Mates o Mandarim , mas combinam o poético mundano da língua portuguesa (olá, Eça de Queiroz) com acordes prolongados e sonhadores do indie rock, oferecendo uma tranquilizante calma melódica a quem os ouve. 

 A banda, composta por três jovens artistas portuenses — Manuel Dinis (guitarra e voz), João Amorim (guitarra e voz) e João Campello (bateria), aqui acompanhados por Ricardo Alves (baixo) —, viu a sua popularidade aumentar no último ano, graças à presença em palco e à  vibe  retro que transmitem (estão confirmados para o Primavera Sound 2025). São eles que estreiam as Bunker Live Sessions, o novo projecto da  Bunker Records , coordenado pelo músico Miguel Dinis, que o P3 vai partilhar nos próximos meses. As sessões, gravadas nos estúdios Bunker, no Porto, podem ainda ser ouvidas na Rádio Nova. Estreiam-se com a música  Boulevard,   61  ​e três perguntas para os ficares a conhecer a todos. 

  Como foi o dia de gravação para as Bunker Live Sessions? 
Manuel Dinis:  Foi um dia em que estávamos entusiasmados porque ia ser uma cena nova, um projecto que achávamos que ia ser fixe. Tocámos a  Boulevard, 61,  que era a música mais recente, e quisemos fazer um arranjo diferente. Até foi uma maneira de refinar como queríamos tocar esta música ao vivo. No final dos ajustes de áudio e luz, achámos que o produto final ficou fixe, foi um dia calmo. 

  Qual é o significado da música que escolheram? Alguma memória que te fez escrevê-la? 
João Amorim:  A essência da música é o Porto e uma espécie de actualização sobre a música  Marie , a nossa primeira música lançada. É um bocadinho sobre o ponto em que nós estamos enquanto banda. Há uma frase da música que é “Sei que não queres nada sério, mas divertido eu já não sou” e nós neste momento estamos a escrever coisas um pouco mais maduras, menos alegres, menos divertidas, menos eróticas. E é sobre as transformações da nossa cidade e a sua turistificação, sobre a beleza do Porto. 

 Comecei a escrever a música enquanto estava em Lisboa, na Avenida da </video:description>
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      <video:title>Orquestra de samples Ligados às Máquinas estreia-se em disco com &lt;i&gt;Amor Dimensional&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O nome, Ligados às Máquinas, vem do conceito do grupo (uma orquestra de samples) e também da sua condição motora, pois é composto por músicos em cadeiras de rodas, essas outras máquinas que lhes permitem locomover-se. Já com alguns anos de actividade musical, lançam esta sexta-feira um primeiro álbum,   Amor Dimensional  , pela Omnichord Records. 

 “Cruzando diferentes géneros musicais e explorando novas fronteiras criativas, os Ligados às Máquinas têm desenvolvido, com o musicoterapeuta Paulo Jacob, ferramentas e metodologias de trabalho inovadoras, que promovem a plena participação artística”, explica-se no texto que acompanha o lançamento. “O processo criativo do grupo destaca-se pelo uso, adaptação e criação de soluções de hardware e software que permitem aos integrantes – músicos com alterações neuromotoras – ter controlo e autonomia para disparar samples em tempo real em dispositivos adaptados.” Compõem esta orquestra – que, segundo os promotores, será única no mundo – Andreia Matos, Dora Martins, Fátima Pinho, Hélia Maia, Jorge Arromba, José Morgado, Luís Capela, Mariana Brás, Paulo Jacob, Pedro Falcão e Sérgio Felício. A fotografia que aqui se reproduz, mostrando um dos ensaios, é da autoria de Tiago Cerveira. 

 Em 2023, em colaboração com a Omnichord e numa residência artística no âmbito do Festival Nascentes (na Quinta da Conraria da APCC, Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra), foi iniciado “um processo de colaboração directa com diversos músicos e compositores, que cederam excertos musicais inéditos para a criação de um arquivo sonoro que potenciaria novas composições feitas a muitas mãos, vozes e corações”. Entre os que disseram “sim” a tal convite, estão Ana Deus, Bruno Pernadas, Cabrita, Carincur, Catarina Peixinho, Coro Ninfas do Lis, Dada Garbeck, Filipe Rocha, First Breath After Coma, Gala Drop, Gui Garrido, Joana Gama, Joana Guerra, João Doce, João Maneta, João Pedro Fonseca, José Valente, Lavoisier, Mano a Mano, Moullinex, Nuno Rancho, Orquestra e Coro da Gulbenkian, Pedro Marques,</video:description>
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      <video:title>Fritz Kahn estreia um novo EP, &lt;i&gt;Attila, the Crow&lt;/i&gt;, com uma evocação da Via Láctea</video:title>
      <video:description>Três após o seu segundo álbum,   Jonah, the Whale  , de 2021 (o primeiro foi  Fritz Kahn and The Miracles , gravado vinte anos antes, em 2001, e que viria a dar início a este projecto do cantor e compositor Gonçalo Serras), chega às plataformas digitais esta segunda-feira um EP assinado Fritz Kahn and The Miracles,  Attila, the Crow . Nestes três anos,  Gonçalo Serras  não parou de compor para este seu projecto musical novas canções. Desde 2022 publicou   Kyao’s river  ,  My baby star ,  Falling In grace ,  The meaning of life ,  Love won’t come easy ,   Vertigo (tribute to my father)  ,  The witness ,  Lost soul lullaby ,  Enchantment under the sea ,  Caminero  e   America  , reunindo-as depois, já em Maio deste ano, num álbum com um total de 17 canções intitulado   Gunthi  . E em Agosto lançou um novo single ,  Green eyes  . 

 Com  Attila The Crow , chega-nos um primeiro single com videoclipe,  Milky way , uma das quatro canções que compõem o disco (as outras são  Old blue ,  My hometown bells  e  Fire and gold ) e na qual Gonçalo (voz) é acompanhado por Rúben Alves no piano e Miguel Amado no contrabaixo. “Roubo momentos felizes a quem me rodeia, como um corvo que se alimenta do brilho que encontra. E devolvo-os em forma de canção”, escreve Gonçalo, a justificar o título do EP. Quanto a  Milky way , trata-se de uma reflexão acerca do nosso lugar no universo. Escreve ele: “Escrevi esta canção a pensar nesse relento chamado via láctea, onde montei acampamento. Cá em baixo, no planeta azul, é tudo tão complicado. Ler nas entrelinhas parece ser a solução para nos compreendermos e aceitarmos uns aos outros.” 

 E, noutra passagem do texto: “Qual é afinal a nossa casa? É o nosso quarto, o nosso apartamento? A nossa cidade, o nosso país? A nossa galáxia, o universo? A questão seria mais fácil de responder, se a pergunta for ‘Onde é que somos bem-vindos?’.” Para isso, Gonçalo tem uma resposta: “Sinto-me bem-vindo no relento, na cadência dos corpos estelares, das estrelas e dos planetas, os quais pressinto que me o</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Matas-me&lt;/i&gt; é o regresso de Helder Moutinho ao álbum com João Monge a publicar em 2025</video:title>
      <video:description>Iniciada em 2019, a segunda parceria de Helder Moutinho com João Monge para um álbum integralmente preenchido com letras suas (o primeiro foi  O Manual do Coração , em 2016) foi dando origem à publicação de vários fados, acompanhados por textos ficcionados criados por Helder e por desenhos de Tomás Rosa. Assim foram publicados   Nunca parto inteiramente  ,   Atrás dos meus cortinados  ,   Fado da herança  ,   Matas-me   e   Estrela Mãe  , este último lançado por altura do Natal, a poucos meses de ser declarada a pandemia da covid-19. A pandemia e o confinamento a ela associado interromperam o curso do processo, mas não o projecto original de Helder Moutinho, que em 2021 apresentou esses e outros temas  ao vivo no CCB . 

 Agora, após outras iniciativas e espectáculos nos quais se envolveu, Helder Moutinho volta aos materiais desse anunciado disco e apresenta um videoclipe do fado  Matas-me , com letra de João Monge e a música de Manuel Paulo, rodado na Tasca da Bela, com realização, fotografia e montagem de Aurélio Vasques. Na gravação áudio, feita na Maria da Mouraria, participaram Ricardo Parreira (guitarra portuguesa), André Ramos (viola) e Ciro Bertini (viola-baixo), com mistura de António Pinheiro da Silva, masterização de Fernando Nunes e produção rádio de Ana Sofia Carvalhêda. O texto ficcionado de Helder para acompanhar este fado, intitulado  Era uma vez uma   Paixão... , foi  publicado na íntegra  no PÚBLICO no dia 11 de Outubro de 2019.</video:description>
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      <video:title>Maya Blandy dá nova vida a &lt;i&gt;Stardust&lt;/i&gt; e estreia &lt;i&gt;Loving in my life&lt;/i&gt; em português e inglês</video:title>
      <video:description>Em Maio, a jovem cantora Maya Blandy, australiana que cresceu na Madeira e aí viveu grande parte da sua vida, publicou um primeiro álbum, a que deu o título de  Stardust . E em Junho, às portas do Verão, lançou uma primeira canção em português,   Calor  . Agora, com o ano a chegar ao fim, regressa ao seu álbum de estreia, reeditando-o em verão aumentada.  Stardust   Deluxe  acrescenta aos dez temas do álbum original (todo ele cantado em inglês) outros em português, incluindo uma versão de  Guarda-me esta noite , de  Valter Lobo . Em simultâneo, Maya Blandy estreia também uma nova canção,  Loving in my life , esta cantada em português e em inglês. 

 Produzido e composto de parceria com Jake Wherry (The Herbaliser),  Stardust  conta com músicos como Adam Phillips (Tina Turner, Richard Ashcroft, Britney Spears), Trevor Mires (Incognito, Tom Jones, Jamiroquai), Patrick Dawes (Groove Armada) e Ryan Quigley (John Scofield, Joe Lovano). De  Stardust , já foram publicados, em single e videoclipe, os temas   Stardust  ,   Disco nights   e   Lemons  . Em português, além de  Calor , a cantora publicou também este ano mais dois temas:   Nas tuas mãos   (em Agosto) e   À luz da Lua   (em Setembro).</video:description>
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      <video:title>Bruno Chaveiro gravou &lt;i&gt;Canção de embalar&lt;/i&gt; como símbolo de resistência e liberdade</video:title>
      <video:description>Foi em 2019 que a guitarrista Bruno Chaveiro lançou o primeiro álbum a solo,   #Desatino  , com o qual percorreu diversos palcos (CCB, Museu do Fado, Santa Casa Alfama, etc.). Passados dois anos, em Outubro de 2021, lançou   Incerteza  , single onde se aventurou com cantor. Agora, volta aos instrumentais sem descurar o canto, gravando, com a sua guitarra portuguesa, um conhecido tema de José Afonso,  Canção de embalar . O videoclipe é realizado por Susana Chaveiro (que também assegura a tradução em Língua Gestual Portuguesa) e na gravação, além de Bruno Chaveiro (guitarra portuguesa e voz, num coro com Eduardo Espinho, Luís Aleixo e Francisco Pestana) participaram Ivo Costa (bateria), Hugo Ganhão (baixo) e Paulo Loureiro (piano). 

 No texto que acompanha o lançamento do single e videoclipe, escreve Bruno Chaveiro:  “ Gravei a  Canção de embalar  de Zeca Afonso no ano em que se celebram os 50 anos do 25 de Abril, como uma forma de homenagear não só a sua obra, mas também a importância histórica deste momento. A música de Zeca Afonso sempre foi um símbolo de resistência, liberdade e esperança, valores que marcaram a Revolução dos Cravos. Ao escolher esta canção, que combina a ternura de uma melodia de embalar com a profundidade do seu conteúdo, pretendo lembrar que a luta por um futuro melhor também é feita de gestos de cuidado e amor.” 

 E conclui formulando um desejo: “Este ano, ao celebrarmos meio século de liberdade, é essencial recordar que as vitórias alcançadas no 25 de Abril devem ser mantidas e renovadas, com a mesma força e compromisso que os que nos antecederam demonstraram. A  Canção de embalar  é um canto de esperança que, com sua delicadeza, nos recorda que a liberdade também nasce nos pequenos gestos, nas palavras que nos unem e nos sonhos que nos impulsionam.”</video:description>
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      <video:title>A história dos pergaminhos portugueses com mil anos à venda no OLX</video:title>
      <video:description>Há uns anos, um operário resgatou alguns maços de jornais que tinham sido depositados junto a um contentor do lixo na Figueira Foz e guardou-os numa garagem. Anos mais tarde, descobriu que entre as páginas dos periódicos estavam documentos antigos. O que ele ainda não sabia é que tinha nas mãos pergaminhos anteriores à fundação da nacionalidade, cartas régias e documentos originais dos séculos XI ao XX. 

 Leia a  reportagem completa .</video:description>
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      <video:title>Umbelino volta a cantar o Natal, desta vez como homenagem aos familiares ausentes</video:title>
      <video:description>Não é o primeiro tema de Natal de Umbelino, na sua ainda curta carreira discográfica. O primeiro,   Se fosse Natal  , gravou-o com a cantora Ana Maria e publicou-o, em single e videoclipe, no dia 1 de Dezembro de 2023, ano em que se estreou nas gravações em nome próprio, com o single   Espera  . 

 Passado um ano, é outra vez de Natal que nos vem falar a sua canção mais recente, mas para exprimir um sentimento de perda.  Sem ti no Natal , com letra dele e de Carlota Lopes, constrói-se em torno de ausências. “É uma homenagem aos meus avós que já partiram – Álvaro, João Mário, Alice e Cinda”, explica Umbelino no texto que acompanha o lançamento. “É muito mais que uma canção; é um pedaço de mim e uma forma de manter viva a memória dos momentos preciosos que partilhei com eles. A casa onde agora tenho o meu estúdio de música é a mesma onde os meus avós viveram e onde passei tantos momentos felizes na minha infância. É neste lugar, carregado de lembranças e histórias, que gravei o meu primeiro videoclipe, Espera. E é aqui que, todos os dias, sinto a presença deles enquanto componho”. Mas, acrescenta, não é só isso: é também “sobre o sonho de um dia restaurar esta casa antiga por onde o tempo continua a passar. É uma forma de, através da música, partilhar com todos a importância dos laços familiares, especialmente em épocas festivas como o Natal”. 

 João Pedro Umbelino nasceu em Coimbra, há 27 anos, e a sua estreia, com o single  Espera , foi influenciada pela pandemia, já que foi nos primeiros tempos de confinamento que ele escreveu tal canção, apesar de só a ter publicado em Março de 2023. Nesse ano, só lançou mais um tema, o já referido  Se fosse Natal , voltando a publicar em 2024, primeiro   Diz-me   (Janeiro), depois   Game over   (Setembro, com No Maka e Mara Cortez) e, por fim,   Último esforço   (Outubro).</video:description>
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      <video:title>Leitão Amaro: Governo espera garantias de tranquilidade para retomar negociações com bombeiros</video:title>
      <video:description>Em entrevista ao PÚBLICO/Renascença, António Leitão Amaro comenta a manifestação organizada pelos bombeiros sapadores na terça-feira, em frente ao edifício do Governo, enquanto lá dentro decorriam negociações com os sindicatos.  

 O ministro da Presidência revela que a Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) está a atender 5000 imigrantes por dia e que a resposta do Estado acelerou nos últimos meses. Mais de metade dos 400 mil casos pendentes já foram tratados. 

 Saiba mais: 

 
	  Regularização de imigrantes: 113 mil processos a andar e 108 mil rejeitados  
	  Manifestações desordeiras alastram-se na Segurança Interna? “Há alguns casos pontuais preocupantes”</video:description>
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      <video:title>As dores e as delícias de ser mãe imigrante: uma jornada de desafios e união</video:title>
      <video:description>Ser mãe é um desafio por si só, mas enfrentá-lo em um país estrangeiro traz um conjunto único de dificuldades e aprendizados. Ticiana de Castro, cearense radicada em Portugal há oito anos, vive essa realidade e encontrou em redes de apoio entre mães uma forma de superar os desafios diários da maternidade imigrante. "É um suporte emocional que se torna essencial, porque estamos longe da família. Quando surge uma dúvida ou um problema, é esse grupo que acalma nossos corações e nos ajuda a tomar decisões", conta, referindo-se ao grupo ComMadres, formado por mães brasileiras e portuguesas. 

 Além do apoio emocional, a rede também ajuda na troca de informações práticas. Da escolha da creche à busca por pediatras ou hospitais adequados, as mães compartilham experiências que muitas vezes são diferentes das vividas no Brasil. Ticiana lembra momentos marcantes, como o nascimento do filho durante a pandemia e a dificuldade em lidar com o sistema de saúde público em Portugal. "Tive experiências boas, mas também situações complicadas, como xenofobia e violência obstétrica. É um cenário que pode gerar muita insegurança, mas o grupo ajuda a esclarecer direitos e a planejar cada etapa com mais confiança", afirma. 

 A maternidade, segundo Ticiana, é um aprendizado constante e coletivo. Ela se emociona ao falar sobre a importância da união entre mães: "A maternidade não é para ser vivida sozinha. Precisamos de redes de apoio, porque só nós entendemos certas questões. É algo que fortalece não apenas a mãe, mas a luta pelos direitos dos nossos filhos e por um futuro melhor". Para ela, a conexão com outras mães é também uma forma de resgatar a autoestima e encontrar novas formas de encarar os desafios diários, transformando o ato de ser mãe em uma experiência de empoderamento e aprendizado.</video:description>
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      <video:title>Buba Espinho celebra o cante num vídeo colectivo e duplica Coliseu a 18 de Janeiro</video:title>
      <video:description>Para assinalar o décimo aniversário da classificação do cante alentejano como Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO (no dia 27 de Novembro de 2014), Buba Espinho gravou um videoclipe que reuniu um grande número de cantadores, unidos numa moda intitulada  É tão grande o Alentejo . Nascido em Beja, em Abril de 1995, Buba Espinho aventurou-se também no fado, mas as suas raízes continuam a ser as do cante,  como afirmou  ao PÚBLICO por altura da sua estreia a solo com um álbum homónimo: “O Alentejo é o que me define, acima de tudo.” 

 E nem o segundo álbum,   Voltar  , lançado em 2023, veio contrariar essa premissa, agora reforçada com esta nova gravação. “Sonho com este projecto há muitos anos, talvez desde que entrei no cante alentejano”, diz Buba Espinho no texto que acompanhou o lançamento do videoclipe. “Desde o início, sempre desejei reunir a minha família, os meus amigos e os grupos corais que foram e continuam a ser as minhas maiores referências. Poder concretizar isso foi verdadeiramente especial, mas vê-los todos juntos tornou tudo ainda mais marcante: desde a criança mais nova ao senhor mais velho, todos unidos pelo cante. Foi, sem dúvida, o projecto mais feliz e especial que realizei até hoje.” 

 Participaram, por ordem alfabética, Bandidos do Cante, Bruno Chaveiro, Buba Espinho, Bubedanas, Cantadeiras de Essência Alentejana, Cantadores do Desassossego, Eduardo Espinho, Grupo de Cantares Feminino de Aljustrel, Grupo Coral e Etnográfico da Casa do Povo de Serpa, Grupo Coral e Etnográfico Os Camponeses de Pias, Grupo Coral os Ganhões de Castro Verde, Grupo Coral do Sindicato da Indústria Mineira de Aljustrel, Grupo Coral Os Vindimadores da Vidigueira, Grupo Coral Voz Activa de Santana, Hugo Bentes, Inês Gonçalves, João Guerreiro, Jorge Cruz, Jorge São Pedro, Luis Espinho, Luís Trigacheiro, Rancho de Cantadores da Aldeia Nova de São Bento, Martim Helena, Miguel Costa, Miguel Pão Mole, Os Moços da Aldêa, Pedro Guerra, Rubén Lameira, Rubén Ramos e Simão Diogo. 

 Entretanto, esgotados</video:description>
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      <video:title>Terceiro tema do EP &lt;i&gt;Domingo à tarde&lt;/i&gt;, o novo videoclipe dos Manila é uma &lt;i&gt;Fuga em fá&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O anúncio fez-se em Maio, com   Domingo à tarde  , que viria a ser o título do primeiro EP dos Manila, publicado no dia 15 de Novembro. Depois, ainda antes do lançamento, foi divulgada em Setembro uma segunda faixa,   Estas ruínas  . E agora, quase a terminar o ano, estreia-se um terceiro tema, também com videoclipe, intitulado  Fuga em fá , com assinatura da mesma realizadora do vídeo de  Estas ruínas , Fabiana Tavares. É um tema que, segundo o texto que acompanha o lançamento, “explora a relação entre amor e liberdade, questionando a ideia de que ‘love is freedom’ através de uma letra que transita entre a vulnerabilidade e a força.” Musicalmente, acrescenta-se ainda nesse texto, “a banda constrói uma atmosfera dinâmica, com versos determinados que contrastam com refrões mais fluídos e introspectivos, espelhando a complexidade das relações humanas e das suas transformações.” 

 Quinteto formado por Gerard Torres (teclas), Ricardo Pedrosa (baixo), Carmo Braga da Costa (voz), João Serra (guitarra) e Zé Lobo da Costa (bateria), os Manila dizem abordar, neste seu primeiro EP, “temas como o amor, a solidão e outras dicotomias existenciais, num registo onde o groove e a ambiência convidam à dança e à introspecção.” Isto, como já antes haviam anunciado, num lote de canções que são “uma pequena colecção de histórias, zangas e resoluções”, envolta numa atmosfera indie pop onde o espírito da música portuguesa se mistura com influências da música negra norte-americana, soul, jazz e rhythm &amp; blues. A fotografia da banda que aqui se reproduz é da autoria de Luísa Bravo.</video:description>
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      <video:title>PÚBLICO na Escola: as portas estão abertas</video:title>
      <video:description>Saiba mais sobre as visitas do  PÚBLICO na Escola , o Concurso Nacional de Jornais Escolares, o Encontro Nacional de Jovens Jornalistas, a plataforma  TRUE  e o  diretório  onde pode consultar jornais escolares de todo o país.</video:description>
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