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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Super Pai Natal</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Super Pai Natal</video:description>
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      <video:title>Costa reafirma que apoio europeu à Ucrânia é indiscutível</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	 Entrevista com António Costa:  “Devemos ouvir o que Donald Trump tem a dizer”  
	 António Costa: “ O próximo Quadro Financeiro Plurianual vai ser muito exigente ” 
 

 António Costa considera  "não há nenhuma solução de paz que não envolva a Ucrânia e que não tenha o acordo da Ucrânia" e que, graças ao telefonema de  Scholz , soube-se que "a guerra continua por vontade da Rússia, de Vladimir Putin, que quer, efectivamente, dominar os outros". O futuro Presidente do Conselho Europeu reafirma o compromisso da União Europeia com a Ucrânia e que este "não é só um compromisso para a guerra, é um compromisso para a guerra, para a paz e para a reconstrução".</video:description>
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      <video:title>António Costa defende “diálogo franco” com os Estados Unidos, apesar de Trump</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	 Entrevista com António Costa:  “Devemos ouvir o que Donald Trump tem a dizer”  
	 António Costa: “ O próximo Quadro Financeiro Plurianual vai ser muito exigente ” 
 

 António Costa acredita que um “diálogo franco” com os Estados Unidos deve continuar, apesar de Trump. Não separa os dois principais eixos das negociações com Washington: segurança e comércio. Reafirma que o apoio europeu à Ucrânia é indiscutível. O antigo primeiro-ministro inicia no dia 1 de Dezembro as suas funções de presidente do Conselho Europeu.</video:description>
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      <video:title>Costa sobre orçamento da EU: “vai ser seguramente o mais difícil que se fez”</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	 Entrevista com António Costa:  “Devemos ouvir o que Donald Trump tem a dizer”  
	 António Costa: “ O próximo Quadro Financeiro Plurianual vai ser muito exigente ” 
 

 "Temos de ter um olhar para os próximos desafios que exige maior criatividade, pensar que vamos manter tudo como está, que vamos simplesmente somar novas necessidades de financiamento e novos recursos para cobrir essas necessidades obviamente não nos leva a lado nenhum", diz António Costa que inicia no dia 1 de Dezembro as suas funções de presidente do Conselho Europeu.</video:description>
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      <video:title>Sara Megre lança a fechar o ano mais um single, &lt;I&gt;Lótus&lt;/I&gt;, que nos “fala sobre renascer”</video:title>
      <video:description>Foi em 2023 que Sara Megre se deu a conhecer com três singles em nome próprio:   Ligações  ,   Tua   e   Disco riscado  , que viriam a integrar o seu primeiro EP,  Ligações , em 2024. Este incluía ainda uma quarta canção,   Intimidade  . Seguiram-se   Fala  , em Junho, e   Será que seguiste em     frente?  , em Setembro. Agora, a fechar o ano, Sara estreia uma nova canção,  Lótus , também com videoclipe, que ela descreve deste modo no texto que acompanha o lançamento: “[ Lótus ] fala sobre renascer. Leva o ouvinte a pensar sobre como, inevitavelmente, nos reinventamos com a entrada e saída de pessoas da nossa vida. A letra é uma reflexão sobre o desejo de ser melhor na ausência de alguém que alterou a nossa personalidade, sem nunca nos ter conhecido verdadeiramente.” Quanto à música, de sua autoria (tal como a letra) em parceria com Cozy, que também assina a produção, Sara Megre diz que é inspirada “pela sonoridade de artistas como a Billie Eilish e a Carolina Deslandes, numa fusão de pop e R&amp;B. A abordagem da melodia ao rock acentua a revolta emocional do tema e as dinâmicas vocais combinadas com os elementos estilísticos dos vários géneros musicais conferem à canção a sua peculiaridade.”</video:description>
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      <video:title>José Barros estreia &lt;i&gt;EnRaízado&lt;/i&gt;, um disco de dedicatórias, ao som de uma &lt;i&gt;Reviravolta&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Já lá vão quase três anos desde que  José Barros e Navegante  anteciparam com um  grande concerto  no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra (onde o grupo foi fundado, em 1993), os seus 30 anos de actividade musical. Agora,  nesse mesmo palco , vão apresentar ao vivo no dia 13 de Dezembro (21h) um novo álbum que é lançado esta sexta-feira, estreando, a assinalar o lançamento, mais um single com videoclipe (o primeiro foi   O abelharuco  , em Outubro):  Reviravolta.  Álbum composto por onze canções, nove têm dedicatórias expressas:  O abelharuco  (à  Teresa Muge , 1953-2024),  Liberdade.pt  (aos  50 anos do 25 de Abril ),  Reviravolta  (ao  Fausto Bordalo Dias , 1948-2024),  Ága di mar e morna  (à  morna , Património Imaterial da Humanidade),  Poetas  (aos músicos/cantores portugueses),  Sim ou não  (ao  José Mário Branco , 1942-2019),  Ciz’é, Ciz’é  (a Cabo Verde e à Cize,  Cesária Évora , 1941-2011),  O jardim e os olivais  (à Tina),  Cantar de guardador  (ao  Armando Carvalhêda , 1950-2024). E as outras duas têm alvos bem precisos:  Que venha o sol  é “contra todas as pandemias” e  A vida das guerras  é “contra todas elas…”. 

  Reviravolta  foi composta por José Barros, com uma letra escrita de parceria com Teresa Muge, cantora, compositora e professora que morreu no passado dia 21 de Novembro. Também com letra dela, e a ela dedicado, é  O abelharuco , o primeiro single.  Enraízado , o álbum agora lançado nas plataformas digitais e em CD, contou com um largo lote de convidados: Rui Júnior (percussões), Dany Silva (voz), Tito Paris (voz), Teté Alhinho (voz), Maria Alice (voz), Sara Alhinho (voz), Rolando Semedo (voz), Carlos Lopes (acordeão), Pedro Calado (voz) e Zeca Medeiros, além de um coro formado por Rui Vaz, Carlos Alberto Moniz, José Manuel David e Miguel Rebelo e do coral alentejano Rancho dos Cantadores da Aldeia Nova de São Bento. Com José Barros (voz, viola braguesa, bouzouki, bandolim), estiveram Miguel Veras (guitarras eléctrica, acústica, coro), André S. Machado (bateria, percussão e coro), Mig</video:description>
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      <video:title>Mina de São Domingos: memórias de uma aldeia mineira</video:title>
      <video:description>Quase 60 anos depois do encerramento de um pioneiro complexo industrial que escavou as entranhas e deixou esta localidade raiana do concelho de Mértola com uma paisagem quase apocalíptica, hoje Mina de São Domingos é nome de aldeia com praias de bandeira azul e habitada pelos descendentes de irredutíveis mineiros. Ainda faz sentido falar de passado, e desfolhar o álbum de memórias, porque continua a ser essa herança industrial o principal recurso de uma comunidade que procura reinventar-se.  

 Veja outros episódio da série  Rostos da Aldeia .</video:description>
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      <video:title>Cabeçalho cirurgia inovadora em Gaia</video:title>
      <video:description>Cabeçalho cirurgia inovadora em Gaia</video:description>
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      <video:title>MALVA estende um &lt;i&gt;manto azul&lt;/i&gt; com Mimi Froes, a anunciar um segundo álbum para 2025</video:title>
      <video:description>Um ano passado sobre a edição do seu primeiro álbum,   vens ou ficas  , lançado em Outubro de 2023, MALVA anuncia esta sexta-feira com uma nova canção,  manto azul , um segundo álbum para 2025. Desta vez, MALVA (nome artístico de Carolina Viana) selou uma parceria com  Mimi Froes , assinando ambas a letra e a música da canção. “Conversámos sobre muita coisa, numa busca por pontos em comum”, diz ela no texto que acompanha o lançamento do single e do videoclipe. “Não foi difícil. Rapidamente percebemos que íamos falar sobre dor, daquela que corrói e nos coloca num lugar sombrio. Foi uma troca muito sincera. Um complementar das ideias uma da outra.” Segundo MALVA, esta canção só poderia ter sido escrito de forma partilhada e por ambas: “Nenhuma de nós a teria escrito sozinha. Portanto, é um bom ponto de partida para dar a conhecer este álbum que se avizinha, uma vez que o mesmo traduz a vontade de convivência e partilha”. Mimi Froes, por seu turno, acrescenta: “Talvez por girar em torno de uma metáfora, chegámos a um lado sombrio. Acho de que aquilo que mais gosto na gravação é que o desespero da canção é acompanhado pelo desespero da interpretação”. O videoclipe, realizado por Lucas Coelho, foi gravado na Adega de Arruda dos Vinhos. Com MALVA e Mimi Froes, está Beatriz Fonseca (guitarra). A fotografia é de Raquel Almeida. 

 Cantora, compositora, MC e multi-instrumentista, Carolina Viana nasceu em Viana do Castelo e vive no Porto, diz a sua biografia. Formada em Violoncelo Clássico e Ensino da Música, “tem vindo a desenvolver projectos que englobam sonoridades pop, hip hop, alternativa, spoken word e criação de música para dança, teatro e cinema, como intérprete e compositora.”</video:description>
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      <video:title>André ViaMonte grava com Mimicat uma canção contra a violência e as “relações tóxicas”</video:title>
      <video:description>O título,  Agora é hora , assinala uma necessidade de ruptura com situações extremas, de violência e de ciclos destrutivos que correm e destroem relações humanas. É o primeiro tema a ser divulgado do novo álbum de André ViaMonte e tem a participação de Mimicat e estreia-se a antecipar o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres, 25 de Novembro. Uma parte das receitas do single será, por isso, doada à APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vítima), por decisão de ViaMonte. 

 “A canção aborda a difícil, mas crucial, decisão de romper com tudo o que nos faz mal — seja uma relação tóxica ou qualquer situação que bloqueie o nosso crescimento pessoal e emocional”, diz o seu autor, no texto que acompanha o lançamento. Mimicat, por sua vez, sublinha “a capacidade de nos libertarmos da sensação de ter que ‘encolher para caber’”, num acto “de afirmação da nossa essência e do nosso valor”, num acto “de coragem que, por mais que seja frágil e por vezes solitário, será mais poderoso do que o peso das memórias do passado.” O grafismo do single e videoclipe, com ilustrações de Nicolae Negură e design gráfico de Nuno Henriques, remete para as infâncias dos dois músicos, recriando imagens dos gelados Perna de Pau (Mimicat) e dos rebuçados da Régua (ViaMonte), como “metáforas visuais para os gestos de afecto e promessas numa relação tóxica”: “Doces e atraentes à primeira vista, essas expressões de carinho revelam-se efémeras e ilusórias, tal como um rebuçado que perde o sabor ou um gelado que derrete, escondendo manipulações e dor”, concluem os promotores. 

 O single  Agora é hora  vai estar disponível em todas as plataformas digitais no dia 22 de Novembro, em antecipação do álbum  De Vez , com saída prevista para Fevereiro de 2025, álbum esse que será inteiramente cantado em português e “composto exclusivamente de duetos”, com Ana Bacalhau, Paulo Ribeiro, Mari Segura, Pedro do Vale, Janeiro e Matu Miranda. Antes, no dia 7 de Dezembro, André Viamonte encerrará a digressão deste ano no espaço cultu</video:description>
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      <video:title>"Fluxo de milionários brasileiros para Portugal não vai parar", afirma Magda Portugal</video:title>
      <video:description>Ouça e siga aqui o podcast   
 

 A empresária brasileira da área de investimentos Magda Portugal costuma brincar que os brasileiros estão recolonizando Portugal, pela intensidade da imigração verificada no país, que considera dever-se principalmente a questões de segurança. CEO da Portogallo Family, especializada na gestão de grandes fortunas, ela salienta que esse movimento se intensificou a partir de 2012. “Dia desses, durante um tiroteio no Rio de Janeiro, as pessoas se jogaram no chão em plena Avenida Brasil para se proteger. É esse tipo de coisa que faz com que os brasileiros queiram se mudar para Portugal”, diz. 

 Na opinião da especialista, as restrições aos chamados Vistos Gold não vão frear esse fluxo, porque o brasileiro milionário continuará buscando segurança e qualidade de vida. A executiva reconhece que o movimento é amplo, de integrantes da classe média e de trabalhadores que buscam um lugar melhor para viver, mas o perfil de seus clientes é um público de alto poder aquisitivo. “Nossos clientes, normalmente, são pessoas de meia ou terceira idade, que têm um pouco de dificuldade com a língua inglesa ou outras línguas e trazem bastante benefícios para a economia portuguesa, porque trazem recursos, montam empresas e geram empregos”, assinala. 

 A variedade de negócios que os empresários brasileiros estão buscando em Portugal é grande e, muitas vezes, têm ligação com as áreas de atuação que já têm ou tinham no Brasil, explica a consultora. “Muitos dos empresários vêm da região Sul do Brasil, ligados ao setor têxtil e à indústria pesada, e Portugal é visto como uma ponte para o restante da Europa”, assinala.  

 Entre os investimentos, apontados por Magda, que estão despontando em Portugal estão os do setor de  well-being , ou seja, de bem-estar e longevidade, que traz o conceito de envelhecer sem ficar velho, já muito usado na Suíça com tratamentos genéticos e geriátricos para preservar a vida com qualidade. “Todos nós envelhecemos. A única alternativa para isso seria morrer jovem. ”   

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      <video:title>Rita &amp; Os Usados de Qualidade mostram como soam e ao que vêm em &lt;i&gt;Só penso nisso&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Já tinham mostrado quem são, agora mostram como soam. Rita &amp; Os Usados de Qualidade, que anunciaram a sua existência como grupo em finais de Outubro, estreiam agora, em single e em videoclipe, a primeira das várias canções que hão-de compor o seu primeiro álbum – canção essa que faz parte, conforme já anunciaram os seus promotores, de “um repertório desenhado para surpreender e tocar o público”, marcando “uma nova fase nas carreiras de todos os envolvidos”.  

 Supergrupo formado por Rita Redshoes, José Peixoto, Manuel Paulo, João Monge, Norton Daiello e Ruca Rebordão, este seu cartão-de-visita sonoro chama-se  Só penso nisso , tem um videoclipe realizado por Arlindo Camacho e, num texto divulgado a propósito, é assim explicado pelo grupo: “Rouba-se a pulsão primordial de Adão e Eva, aquela que nos fez chegar aqui enquanto espécie. Para disfarçar o embaraço roubam-se comportamentos de outros seres que também usam coração. Assim nos sentimos integrados no imenso ‘pecado’ universal. Uma pontinha de mitologia é como a salsa, não serve para nada, mas enfeita qualquer prato. Rouba-se à escala de 12 tons os alicerces que a guitarra, o baixo, o piano e as percussões utilizam como veículo para a fuga derradeira. Escondidos na Sociedade Filarmónica Incrível Almadense regista-se tudo em vídeo para memória futura. Para prova deste conluio a seis num local de conluios centenários. Na voz de uma mulher, porque o roubo perfeito existe, desagua esta pulsão primordial. Pernas de anarquista, mãos de carteirista, boca de sacana a quem ninguém resista…” 

 Nascido, afirmam, como “uma celebração da música na sua forma mais pura”, o sexteto Rita &amp; os Usados de Qualidade reúne músicos de diferentes percursos e experiências: Rita Redshoes (cantora e compositora); José Peixoto (Shish, Madredeus, LST) na guitarra; Manuel Paulo (Ala dos Namorados, Rio Grande, Cabeças no Ar, Assobio da Cobra) no piano; Norton Daiello (Couple Coffee, Pedro Jóia Trio) no baixo; Ruca Rebordão (que também integrou os Couple Coffee) na percussão; e João Mon</video:description>
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      <video:title>Em 50 anos, perdemos 90% dos elefantes da floresta</video:title>
      <video:description>GIF - Em 50 anos, perdemos 90% dos elefantes da floresta</video:description>
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      <video:title>O maximalismo veio para ficar?</video:title>
      <video:description>Mergulhámos no mundo encantado de Marie e ouvimos a jornalista e historiadora de moda Maria João Martins no podcast #ComoAssim. Eis uma amostra. 

 Ouça o  episódio completo .</video:description>
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      <video:title>Fred Martins e Marcos Suzano satirizam em samba uma notícia falsa sobre Chico Buarque</video:title>
      <video:description>Lançado em Outubro nas plataformas digitais pela Biscoito Fino, o álbum  Barbarizando Geral  tem mais um single e videoclipe. Desta vez, o disco que juntou dois grandes músicos brasileiros, o cantor e compositor brasileiro  Fred Martins  e um dos maiores percussionistas do Brasil, Marcos Suzano, tem para oferecer a ironia de  Ahmed , envolvendo num samba-de-breque uma sátira à falsa notícia que chegou a circular no Brasil e fora dele garantindo que Chico Buarque não era o verdadeiro autor das suas canções, comprando-as a um sujeito chamado Ahmed. 

 A letra, de Roberto Bozzetti, com música de Fred Martins e a participação especial do histórico grupo MPB-4 (que manteve uma  parceria com Chico Buarque  durante cerca de uma década, nos anos 1960-70), começa assim, glosando trechos de canções de Chico ou Caetano Veloso: “Moro na filosofia/ Só quero é ser reconhecido por vocês/ Chega de Chico Buarque/ Meu nome é Ahmed/ Chegou a minha vez// Olá, eu sou o Ahmed / Meu caro amigo resolvi me apresentar/ Cansei do anonimato/ Pois saiu barato/ Todo esse tempo sem poder cumprimentar / Sequer um fã/ A cada vez que eu o ouvia alguém passar/ Assoviando a minha melodia/ Vendida a preço vil/ pra quadrilha mafiosa da canção popular.” E vai por aí, até final. 

 O álbum, no geral, mantém idêntico espírito, segundo Fred Martins: “Tem muito de crónica social em forma de samba. Aborda problemas como a desigualdade social, o autoritarismo financeirizado e a destruição absoluta do meio ambiente.  Barbarizando  nasce da inquietude em relação à eclosão e aumento do discurso ultraconservador, fascista mesmo, que naturaliza e semeia o ódio e a violência. O disco comenta uma série de situações que acontecem dentro desse quadro desolador, mas também reafirma a única saída possível, que é o que a vida nos pede: uma relação amorosa consigo mesmo e com o mundo.” 

 Além de composições de Fred Martins (letra e música), o disco tem parcerias com nomes como Roberto Bozzetti, Manoel Gomes, André Sampaio e Marcelo Diniz. Quanto aos arranjos, são</video:description>
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      <video:title>Noble quer marcar com &lt;i&gt;Gone (all over again)&lt;/i&gt; o “início de uma nova era” na sua música</video:title>
      <video:description>Desde que publicou   Secrets  , o seu segundo álbum, em Fevereiro de 2022 (o primeiro foi   Honey  , em 2019), Noble (Pedro Fidalgo) tem vindo a lançar singles como   Lost in you   (2022),   I give up  ,   Friday night (2023 live version)   e   Forever   (estes em 2023). Agora, quase a terminar o ano de 2024, avança com um novo single e videoclipe que, nas palavras do seu autor, marca “o início de uma nova era” na sua música e um “virar a página para algo novo”: “Sinto que, tal como eu senti uma vontade de me reinventar enquanto artista, a minha sonoridade foi também arrastada para essa mudança”, diz ele, no texto que acompanha o lançamento de  Gone (all over again) . Gravada no Arda Recorders, no Porto, onde Noble irá gravar o resto do álbum depois desta canção,  Gone (all over again)  resulta de uma parceria com o produtor João André: “Embora tivéssemos uma curiosidade mútua de trabalhar um com o outro, eu e o João André ainda não tínhamos tido essa oportunidade e assim que ela surgiu agarrei-a porque não há nada melhor do que trabalhar com alguém que não nos conhece, que ainda não sabe quais são os nossos ‘vícios’ enquanto artista. O João André ajudou-me a encontrar coisas que eu queria mas a que não sabia aceder.”</video:description>
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      <video:title>Nancy Vieira estreia &lt;i&gt;Fado crioulo&lt;/i&gt; em videoclipe no dia em que leva &lt;i&gt;Gente&lt;/i&gt; ao B.Leza</video:title>
      <video:description>Nancy Vieira volta esta noite à sala onde apresentou à imprensa o seu mais recente álbum,   Gente  , para o segundo e último concerto de apresentação do disco integrado no programa do Misty Fest 2024. Será no B.Leza, esta sexta-feira, às 22h, depois de uma digressão bem-sucedida no Polónia e depois de encher a Casa da Música, no Porto, no âmbito do Misty. Estreado ao vivo em Lisboa no dia 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, no Teatro Municipal São Luiz, o disco foi lançado no dia 15 e dele já foram estreados em single com videoclipe seis temas:   Sol di nha vida  ,   Singa  ,   Nôve kretchêu  ,   Praia Maria  ,   Ta cundum cundum   e   Dona Morna  . Pois esta sexta-feira, dia do concerto, estreia-se o sétimo,  Fado crioulo , composição de Fred Martins (música) e Alexandre Lemos (letra), interpretada por Nancy (voz), Fred Martins (violão) e Olmo Marín (cavaquinho). 

 Editado com a chancela da editora alemã Galileo Music e co-produzido por Amélia Muge, António José Martins e a própria Nancy,  Gente  é o sétimo álbum dseta cantora cabo-verdiana, sucessor de  Nôs Raça  (1995),  Segred  (2004),  Lus  (2007),  Pássaro Cego  (2009, este em parceria com Manuel Paulo),  Nô Amá  (2012) e  Manhã Florida (2018).  No disco, a faixa que agora renasce em single e videoclipe, foi gravada com Fred Martins, António Zambujo e Chullage, como Nancy explicou ao Ípsilon em Março: “Apaixonei-me por esta música, do disco  Ultramarino  [de 2021]. Disse ao Fred que queria gravá-la e achei que, tendo um amigo do outro lado do Atlântico, devia ter outro da terra do fado. Pensei nos meus favoritos e convidei o Zambujo, que foi muito generoso e gravou-a desta forma. O Chullage surge aqui como vontade da Amélia Muge em reforçar as palavras, ela que tem o dom da palavra como autora, para dar mais ênfase aos versos.”</video:description>
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      <video:title>&lt;em&gt;Cross&lt;/em&gt;, um agente &lt;em&gt;best-seller&lt;/em&gt; agora em &lt;em&gt;streaming&lt;/em&gt;</video:title>
      <video:description>A série de Ben Watkins é baseada na série de  best sellers  policiais de James Patterson, Alex Cross. O PÚBLICO falou com "Alex Cross" sobre uma série que mesmo antes da estreia já sabe que vai ter uma segunda temporada na Prime Video.</video:description>
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      <video:title>Ruas alagadas e milhares de pessoas retiradas de casa. As imagens das cheias em Málaga</video:title>
      <video:description>Várias regiões de Espanha estão novamente a sofrer inundações provocadas por chuvas torrenciais. Em Málaga, cerca de três mil pessoas foram retiradas de casa. A cidade espanhola está, esta quarta-feira, sob alerta vermelho. 

 As imagens de inundações na região surgem duas semanas depois das trágicas cheias em Valência, que provocaram pelo menos 223 mortes. O impacto da chuva pode ser grave devido à quantidade de lama já existente no solo. 

 Saiba mais  aqui .</video:description>
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      <video:title>Cientistas encontraram “o maior coral do mundo” nas Ilhas Salomão</video:title>
      <video:description>Cientistas encontraram “o maior coral do mundo” nas Ilhas Salomão</video:description>
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      <video:title>Paraguaii lançam o sexto álbum, &lt;i&gt;Après Ski&lt;/i&gt;, e estreiam-no com &lt;i&gt;Extraordinary beings&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Esta quarta-feira, dia em que os Paraguaii lançam o seu sexto álbum de originais,  Après Ski , estreia-se também um novo single com videoclipe,  Extraordinary beings . Tal como o anterior,   Waiting in the mountains  , o actual videoclipe foi criado por Rolando Ferreira com recurso a Inteligência Artificial. Nele, diz o texto que acompanha o lançamento, fundem-se “elementos naturais e os cenários intergalácticos”, num espaço onde o ser humano se vê confrontado “com o seu próprio mito e origem” e enfrenta “um dilema cósmico”: “Será ele apenas uma criatura moldada pela Terra e pela evolução natural, ou é, na verdade, uma entidade transcendente, um ‘deus descendente’ de uma brecha entre mundos?” O final deixa uma pergunta em aberto: “Somos filhos da Terra ou descendentes de uma raça celestial?” 

 Formados em Guimarães, os Paraguaii foram de início um duo, com Giliano Boucinha e Zé Pedro Caldas, que mais tarde viria a ampliar-se para trio, com a entrada de Rolando Ferreira. Editaram em Dezembro de 2014 um primeiro single,  She , pela Elephante MUSIK, seguindo-se-lhe, em Março de 2015, um segundo single,  Black Ships , abrindo caminho, nesse mesmo ano, a um EP cujo título era o próprio nome do grupo,  Paraguaii . Desde então percorreram vários palcos pelo país, parte deles em festivais, e lançaram mais quatro álbuns:   Scope   (2016),   Dream About The Things You Never Do   (2017),   Kopernikus   (2019) e   Propeller   (2021).</video:description>
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      <video:title>"Só concordamos com a compra quando encontramos o imóvel perfeito", diz Tiago Prandi</video:title>
      <video:description>Ouça e siga aqui o podcast   
	 
 

 O empresário Tiago Prandi chegou em Portugal há 19 anos por meio de uma proposta de trabalho e nunca mais deixou o país e aqui teve as duas filhas. Assistiu a muitas mudanças no mercado imobiliário até desenvolver uma empresa diferente para os clientes, a Conexão Europa Imóveis, que, segundo ele, é muito mais do que uma imobiliária.  

 Para ele, o atual momento de Portugal é muito diferente quando comparado com o de duas décadas atrás. “Acredito que país sempre esteve aberto a novidades, sempre recebeu muito bem as pessoas e acredito que mudou para melhor, pois está muito bem preparado para tudo o que está acontecendo”, assinala. 

 Prandi explica que um dos diferenciais da Conexão Europa, fundada há cerca de sete anos, é a busca permanente pela transparência em todo o processo de atuação. Ele garante que, na gestão voltada para o turismo, o investidor, estando em qualquer lado do mundo, vai saber exatamente o que acontece dentro do apartamento.  

 Quando a empresa é procurada para compra e venda de propriedades, oferece o serviço de busca de imóveis, mas antes cuidam da burocracia, como buscar um  número de contribuinte português (NIF)  e uma conta bancária. No caso de estrangeiros, sem o NIF e conta bancária, não é possível adquirir um imóvel. 

 O primeiro negócio de gestão do empresário foi com um amigo espanhol. Foi nesse momento que ele desenhou o modelo que segue até hoje. “Esse negócio de assessoria imobiliária foi muito divertido, porque falamos mais não do que sim para os apartamentos, sempre seguimos o que foi pedido no briefing inicial. Só concordamos com a compra quando encontramos o imóvel perfeito", afirma. 

 Quando a aquisição de imóveis envolve financiamento bancário e se define o valor que vai ser buscado de crédito, a Conexão Europa apresenta uma empresa que conhece todos os meandros do setor, pois cada instituição financeira tem as suas especificidades e critérios para emprestar dinheiro”, explica. 

 As assessorias prestadas para aluguel</video:description>
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      <video:title>Manuel Faria passou ao piano várias &lt;i&gt;Noites Acordadas&lt;/i&gt; e uma delas passou pelo &lt;i&gt;Oriente&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Músico, teclista, compositor, co-fundador dos  Trovante  em 1976, e ao longo de anos também produtor, Manuel Faria gravou um primeiro álbum a solo, que é lançado esta sexta-feira nas plataformas digitais, em vinil (LP) e em CD. Chamou-lhe  Noites Acordadas  e resulta de um desejo antigo de falar de histórias, personagens ou locais que o marcaram através do piano. No mesmo dia dessa estreia, há uma outra: a do tema  Oriente , em single e videoclipe, onde ao piano de Manuel Faria se junta o violino tradicional chinês (Erhu) de Wei-Kang Wang. O videoclipe foi realizado por Sebas Ferreira, a partir de imagens recolhidas em Lisboa (no CCB) e em Taiwan. 

 No texto que acompanha o lançamento, Manuel Faria explica o que o motivou: “Bastam cinco minutos com o meu piano para que o meu estado de espírito se alivie de tensões, medos, dúvidas; para que se revele o meu interior, numa sequência de notas que carece de explicação racional.” Um jogo que ele foi aprofundando “a pouco e pouco”: “Indo mais longe, criando imagens, acontecimentos, emoções e tentando descrevê-las, tocando. Sem a ajuda de palavras.” O resultado são dez temas onde, além da violinista Wei-Kang Wang, participam também nas gravações Rui Veloso e Frankie Chavez. “Cada música conta a sua história e partilham todas o mesmo ponto de partida: algo que me marcou, impressionou e me fez ir para o piano.”</video:description>
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      <video:title>A &lt;i&gt;Moda da tosquia&lt;/i&gt; a seis vozes, da Beira Baixa para o Porto pela mão das CRUA</video:title>
      <video:description>O colectivo portuense CRUA, constituído por seis mulheres urbanas que “criam e compõem entre a música de transmissão oral e o Adufe”, está de volta às canções no território que lhes é familiar e fértil: o cancioneiro tradicional ibérico. Depois de terem dado voz a temas como   Mãe dos trabalhos  ,   Canção da vindima   ou   Barciademera   (um tradicional da Galiza), lançam  Moda da tosquia , a antecipar um álbum do grupo. “Inspirado por uma recolha tradicional do Fundão, onde se ouve um homem a cantar enquanto realiza a tosquia, acompanhado apenas pelo som irregular das tesouras, o tema foi trabalhado ao longo de uma série de ensaios onde a banda procurou compreender e traduzir a essência do registo”, explica-se no texto que acompanha o lançamento. “O grupo procurou habitar o corpo e a perspectiva do tosquiador, num exercício de empatia e descoberta pessoal.” O resultado, dizem, “é um tema que habita a natureza tangível e intangível, entre o mundano e o etéreo, o terreno e o quase sagrado”. 

 No videoclipe de  Moda da tosquia , realizado por Tiago Pereira e Abel Andrade, participam todas as componentes do colectivo CRUA, em deambulações pelo Porto: Ana Beiradomar (voz), Bárbara Trabulo (voz e pandeiro quadrado de Peñaparda), Diana Ferreira Martins (voz e adufe), Isabel Martinez (voz), Liliana Abreu (voz e bombo) e Rita Só (voz e adufe).</video:description>
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      <video:title>Esteves anuncia com &lt;i&gt;Os fortes não choram&lt;/i&gt; um novo álbum a solo a editar em 2025</video:title>
      <video:description>Quem esteve atento aos últimos trabalhos de Esteves, desde o álbum   O Alpinista   (2022) até ao registo   Ao Vivo na Av. da Boavista   (2023), saiba que em 2025 haverá um novo álbum de originais na aventura a solo de Tiago Esteves, vocalista e letrista dos lisboetas  Trêsporcento . Em antecipação, estreia-se esta sexta-feira em single e videoclipe um primeiro tema desse futuro disco:  Os fortes não choram . Gravado nos estúdios Namouche e Louva-a-Deus, com letra e música de Esteves (vozes e guitarra acústica), este tema conta com os músicos que habitualmente o acompanham, João Gil (SAL, You Can’t Win, Charlie Brown) no piano, David Santos (Golden Slumbers, Márcia) no contrabaixo e João Sousa na bateria, com participações especiais de Pedro Branco (guitarra eléctrica) e João Capinha (sopros). 

 Apresentado como “um hino à resiliência”,  Os fortes não choram  (com videoclipe assinado por Miguel Esteves) é assim descrito pelo seu autor, no texto que acompanha o lançamento: “Os fortes choram, os homens choram, os pais choram, os músicos ainda mais. Mas, não serve a música para cantarmos não só aquilo que somos como aquilo que queremos ser?”. Desde o início da sua carreira a solo, Esteves lançou um primeiro álbum homónimo em 2019, aa qual se seguiram  O Alpinista  (2022) e  Ao Vivo na Av. da Boavista  (2023).</video:description>
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      <video:title>Pedro Moutinho grava dueto com o irmão Helder e anuncia concerto para Janeiro</video:title>
      <video:description>A música é de Mário Laginha, a letra de Amélia Muge e a canção já a conhecíamos de   Casa d’Água  , o mais recente álbum do fadista Pedro Moutinho, e que ele editou em dois EP,  Casa  e  Água , que depois se completaram num disco só. Agora, Pedro resolveu voltar a esse disco e a essa canção,  Algo que esvoaça , para a regravar em estúdio com o seu irmão e também fadista Helder Moutinho (o irmão do meio, sendo Pedro o mais novo e Camané o mais velho deste “trio” com raízes profundas no fado). “Há algum tempo que desejava colaborar com os meus irmãos. Quis o destino que fôssemos todos fadistas, e quis a sorte e o talento que tivéssemos a possibilidade de prosseguir carreiras autónomas”, diz Pedro, no texto que acompanha este lançamento. “Senti que a voz do Helder ia servir muito bem as palavras e o ambiente do tema. Ele não hesitou em dizer-me que sim e em partilhar comigo que também achava que já era tempo de irmos para estúdio juntos”. E assim foi. No estúdio Namouche, com Pedro e Helder (vozes), estiveram André Dias na guitarra portuguesa, Pedro Soares na viola e Daniel Pinto no baixo acústico. A mistura foi de Nelson Carvalho e a masterização de Mário Barreiros. E o videoclipe é da autoria de Joana Linda, que já assinara o videoclipe de   Carolina  , do mesmo álbum, em Outubro de 2023. 

 A publicação, em sigle e videoclipe, de  Algo que esvoaça , serve também de anúncio para um novo concerto de Pedro Moutinho, marcado para 25 de Janeiro no Teatro Tivoli BBVA, onde ele irá apresentar, entre outros fados e canções, o repertório de  Casa d’Água . Com ele, terá vários convidados, a anunciar brevemente. Um deles será precisamente Helder Moutinho.</video:description>
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      <video:title>LOOP TOPO AIWEIWEI ALTERADO</video:title>
      <video:description>LOOP TOPO AIWEIWEI ALTERADO</video:description>
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      <video:title>Centenas de manifestantes em Maputo dispersados com tiros e gás lacrimogéneo</video:title>
      <video:description>A polícia moçambicana dispersou, esta quinta-feira, com tiros e gás lacrimogéneo centenas de manifestantes em Maputo. Venâncio Mondlane, candidato opositor que convocou a manifestação contra os resultados eleitorais, cancelou o regresso a Moçambique por considerar que seria demasiado perigoso. 

 Recorde-se que dois dos membros da sua campanha foram assassinados a tiro, em Outubro, e desde o início dos protestos já morreram 34 pessoas. O primeiro-ministro, Luís Montenegro, disse hoje acompanhar "com preocupação" a situação no terreno em Moçambique. 

 Saiba mais: 

 
	  Manifestantes marcham em Maputo e enfrentam polícia sem Mondlane</video:description>
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      <video:title>Kamala Harris: "Só quando está suficientemente escuro é que conseguimos ver as estrelas"</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	  Kamala Harris: “Aceito a derrota nestas eleições, não o fim da luta que alimentou esta campanha”  
 

 Em frente à Universidade Howard, instituição historicamente negra e sua alma mater, em Washington D.C., Kamala Harris proferiu esta quarta-feira o seu discurso de derrota nas eleições presidenciais norte-americanas, em que apelou à continuação da "luta" por outros meios, tanto na vida política como privada.</video:description>
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      <video:title>Sofia Hoffmann estreia dueto com Ivan Lins no dia em que lança o álbum &lt;i&gt;[In]LOVE&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Em Outubro, a cantora Sofia Hoffmann revelou o primeiro tema do seu novo álbum, por sinal o tema-título,   [In]LOVE  . Agora, no dia em que este álbum chega às plataformas digitais, é estreado um segundo single,  O sonho , resultado de uma parceria com o cantor e compositor brasileiro  Ivan Lins , que produziu o disco e aqui canta em dueto com ela. 

 O álbum, segundo os seus promotores, “pretende explorar o conceito do Amor nas suas várias vertentes, com uma linguagem musical mais simples mas sempre sofisticada, transparecendo as experiências musicais que Sofia Hoffmann reuniu ao longo dos últimos anos e transformou em temas cujo género musical navega entre o jazz, os blues, a bossa nova e a música do mundo”. Com Sofia Hoffmann (voz e sitar), participaram nas gravações do disco Ivan Lins (produção, voz, teclados), Cláudio César Ribeiro (arranjos, guitarra acústica, guitarra eléctrica), Nuno Tavares (piano, teclados), Carlos Barretto (contrabaixo) e Chris Wells (bateria, percussão), com participações especiais de mais três músicos: Luís Guerreiro (guitarra portuguesa), João Moreira (fliscorne, trompete) e Gonçalo Sousa (harmónica). 

 Segundo Sofia Hoffman, o álbum  [In]LOVE  “foi escrito para todos, pois todos precisamos de Amor, e cada vez mais, de viver em Amor.” E é esse, reafirma, o seu propósito: “Convida-nos a resgatarmos o melhor que há em nós a nível de qualidades humanas, e a olharmos para o mundo com mais amor - o tal que nos permite sermos melhores connosco e com os que nos rodeiam”. Este é o terceiro álbum de Sofia Hoffmann, depois de   One Soul   (2019) e   Rebirth   (2021).</video:description>
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      <video:title>O discurso de vitória de Trump. “Muitos dizem que Deus me poupou a vida por um motivo”</video:title>
      <video:description>Donald Trump ultrapassou os 270 votos no Colégio Eleitoral necessários para vencer a eleição presidencial norte-americana. "Esta noite fizemos história por uma razão e a razão foi simplesmente o facto de termos ultrapassado obstáculos que ninguém pensava serem possíveis de ultrapassar”, disse Trump aos seus apoiantes, em West Palm Beach, na Florida.  

 O ex-chefe de Estado afirmou ainda a intenção de “ajudar o país a curar-se” e referiu que “este será para sempre recordado como o dia em que o povo americano recuperou o controlo do seu país”. 

 Kamala Harris, a candidata democrata, optou por não falar aos eleitores, para já. O anúncio foi feito pelo co-líder da campanha, Cedric Richmond, na sede de campanha na Universidade de Howard. 

 Acompanhe toda a cobertura: 

 
	  Trump reivindica vitória e promete uma “era dourada” para os EUA  
	  Trump de regresso à Casa Branca com vitória esmagadora  
	  Pequeno-almoço eleições EUA 2024: A análise no day after  
 

   Notícia alterada às 10h30 do dia 7 de Novembro com correcção de citação no título.</video:description>
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      <video:title>Trump de regresso à Casa Branca</video:title>
      <video:description>"Muitas pessoas disseram-me que Deus poupou a minha vida por uma razão. E essa razão é salvar o nosso país e restaurar a grandeza da América", disse Donald Trump, esta madrugada, em West Palm Beach, na Florida, no primeiro discurso após as eleições desta terça-feira. O regresso do ex-Presidente à Casa Branca está quase garantido. 

  Acompanhe toda a cobertura:  

 
	  Trump reivindica vitória e promete uma “era dourada” para os EUA  
	  Trump declara-se vencedor e diz que vai “ajudar o país a curar-se”  
	  Pequeno-almoço eleições EUA 2024: A análise no day after</video:description>
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      <video:title>2 TOPO AI WEIWEI</video:title>
      <video:description>2 TOPO AI WEIWEI</video:description>
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      <video:description>TOPO AI WEIWEI</video:description>
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      <video:title>Espanha envia soldados para as zonas inundadas</video:title>
      <video:description>Espanha envia soldados para as zonas inundadas</video:description>
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      <video:title>Cherry estreia novo videoclipe que remete para “o lugar na Terra mais próximo do céu”</video:title>
      <video:description>Até lançar o seu segundo álbum,  The Good Breakup , a cantora Cherry (Ana Caldeira) quis publicar singles e videoclipes de várias das suas canções. O primeiro foi   Cold wind  , em Novembro de 2019, seguindo-se-lhe   Black sugar   (Abril de 2020),   Move on   (Julho de 2020),   My little monster   (Fevereiro de 2021) e   She   (Dezembro de 2022). Pelo meio, apresentou  ao vivo  o álbum na Fábrica Braço de Prata, em Lisboa, no dia 1 de Dezembro de 2021. 

 Agora, Cherry quis dar forma de videoclipe a um sexto tema desse seu segundo álbum e escolheu  Rooftop , canção escrita “após uma madrugada passada num telhado de Lisboa, olhando o Tejo”. E foi a pensar num ponto que fosse “o lugar na Terra mais próximo do céu” que criou um mosaico feito de filmagens em cidades de Portugal e de vários países europeus, registadas por ela, por amigos e até por desconhecidos, apresentando planos que pretender reflectir o espírito da letra: “liberdade, solitude, mas não solidão”. 

 Com produção de Ivo Costa e Gonçalo Pimenta (Sara Tavares, Carminho, Dino D’Santiago, Bateu Matou, Héber Marques) e registado no estúdio Pimenta Preta, em Lisboa,  The Good Breakup  contou nas gravações com músicos como Diogo Santos, Hugo Ganhão, Ivo Costa, Miguel Cervini, Alexandre Manaia, Paulo Loureiro e Paulo Soares. Disponível nas plataformas digitais desde 6 de Janeiro de 2023,  The Good Breakup  é o segundo álbum de Cherry depois de   London Express   (2014) e foi lançado também em CD e em LP.</video:description>
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      <video:title>Canções do Sofá lançam mais um manifesto, desta vez contra a guerra: &lt;i&gt;Fome de paz&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Lançaram um primeiro single em 2023 e o título não deixava dúvidas que vinham para intervir criticamente no tecido social:   Manifesto  . No caso, com uma perspectiva do sistema educativo, reunindo, no videoclipe que acompanhava a canção, “pais, professores, crianças, profissionais de saúde e do social, associações, escolas e pessoas da comunidade que tinham vontade de partilhar o que pensam”. Nasciam assim as Canções de Sofá, nome de um grupo fundado em Santa Maria da Feira e impulsionado por Cristina e Paulo Pereira Ratanji, que assinam as composições. 

 Já este ano, em Fevereiro, publicaram um EP com seis canções,  Datilograma  (que incluía  Manifesto ), a que se seguiu, agora, já quase a fechar o ano,  Fome de paz , que se apresenta “um apelo urgente à humanidade e à necessidade de encontrar soluções pacíficas em tempos de incerteza e conflito”. “Com  Fome de paz  – escrevem ainda – reafirmamos o nosso compromisso com uma música que leva à reflexão, sendo um manifesto sonoro em prol da paz e do entendimento entre os povos”. Na gravação deste novo tema dos Canções de Sofá, com Cristina (voz) e Paulo (guitarra e voz), estiveram Ana Moreira (teclas), Nuno Riobom (baixo) e Sérgio Rodrigues (bateria). A dar som e corpo a este refrão: “De onde se escondem/ Disparam ordens de morte,/ Deixando marcas de guerra,/ Corpos caídos por terra…”</video:description>
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