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      <video:title>"Os imigrantes são fundamentais para Portugal", diz Andréa Zamorano</video:title>
      <video:description>Ouça e siga aqui o podcast   
	 
 

 A trajetória da empresária e mulher de cultura Andréa Zamorano em Portugal começou há 16 anos, quando abriu o Café do Rio, na Baixa de Lisboa. “Foi a primeira hamburgueria gourmet de Portugal. Naquela altura, os hambúrgueres ainda estavam conotados como uma coisa fast food, trash, menos boa, que não eram saudáveis. E nós viemos com uma nova proposta, que era um hambúrguer sem pão”, conta.  

 Carioca, mas que viveu quase metade de sua vida em Lisboa, Andrea até trouxe um termo para o português de Portugal: hamburgueria. “Na época, chamavam de casas de hambúrgueres. Nós cravamos esse nome. Depois, vieram centenas de hamburguerias”, diz.Autora de livros publicados em Portugal e no Brasil, entre eles,  A Casa das Rosas , Andréa tem uma coluna mensal na Revista Blimunda, da Fundação José Saramago. Mas essa veia artística não se restringe à literatura. Ela manteve, por anos, o Samambaia, refúgio da música de qualidade, mesmo durante a pandemia do novo coronavírus.  

 Foi um bar que teve muito sucesso e que marcou uma nova era, tornando-se um lugar de referência para a cultura brasileira em Lisboa. Muita gente legal passou por lá, artistas novos, que estão despontando no Brasil, como Felipe Cato e Letrux, e artistas consagrados, como Danilo Caymmi, Ben Gil, Moreno Veloso”, detalha a empresária. O Samambaia foi vendido e ganhou um novo conceito. 

 Dificuldades 

 Nesse período em Portugal, Andréa enfrentou todas as dificuldades que a maioria das empresárias encara: administrar os negócios e ser mulher. “Acho que ser mulher e empresária é difícil em qualquer lugar do mundo, não é uma particularidade de Portugal. Continuamos a ser mulher, continuamos a ter casa para gerir, continuamos a ter filhos para educar e a contar com as estruturas que a sociedade, que os países nos oferecem”, diz.  

 Sobre o desejo de empresários brasileiros se instalarem em Portugal, ela afirma que, antes de atravessarem o Atlântico, se inteirem de tudo, das leis, do perfil dos consumidores, da</video:description>
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      <video:title>Cheias em Espanha deixam mais de 70 mortos e rasto de destruição</video:title>
      <video:description>Saiba: 

 
	  Cheias repentinas causam mais de 70 mortos em Espanha. Há pelo menos sete desaparecidos  
 

 Pelo menos 72 pessoas morreram nas últimas 24 horas depois de chuvas torrenciais inundarem cidades no Sudeste de Espanha. A maioria das vítimas mortais foi registada na Comunidade Valenciana. Equipas de protecção civil e de militares que estão no terreno, mas continuam sem acesso a várias zonas.</video:description>
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      <video:title>Cheias em Espanha provocam dezenas de mortos e desaparecidos</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	  Cheias repentinas causam mais de 50 mortos em Espanha. Há pelo menos sete desaparecidos  
 

 Pelo menos 51 pessoas morreram depois de chuvas torrenciais inundarem estradas e cidades no sudeste de Espanha na terça-feira, levando as autoridades das zonas mais afectadas a aconselhar os cidadãos a ficarem em casa e evitarem viagens não essenciais. Há pelo menos sete desaparecidos, um em Valência e seis em Letur.</video:description>
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      <video:title>Kamala Harris &lt;em&gt;vs&lt;/em&gt; Donald Trump: o poder do carisma</video:title>
      <video:description>Saiba mais:  

 
	 Acompanhe  toda a cobertura  do PÚBLICO sobre as presidenciais americanas de 5 de Novembro 
	  Opinião de Teresa de Sousa : Qual é a palavra certa para definir Trump? Fascismo? 
	 A uma semana das eleições norte-americanas, os  grandes contrastes  americanos não estão a ser seriamente chamados à conversa na derradeira batalha 
 

 A partir de meados do século XX, a palavra carisma instalou-se na imprensa norte-americana "como um sinónimo chique de charme, popular, sedutor, muito ligada à indústria do entretenimento e à cultura das celebridades", explica José Pedro Zúquete, investigador principal no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Marina Costa Lobo, directora do mesmo instituto, refere que "a televisão marca um antes e um depois da mediatização" das figuras políticas, em que a personalidade dos líderes se tornou num dos aspectos centrais na projecção dos partidos e das suas ideias. José Jorge Duarte, actor que dá formação a políticos, aponta a fragilidade como uma possível estratégia de aproximação entre candidatos e eleitorado. 

 O "pseudo-carisma" teve o seu início, em termos práticos, com a presidência de John F. Kennedy, nos Estados Unidos. O país pioneiro na evolução "para um caminho da política como entretenimento". Seis décadas depois,  Donald Trump e  Kamala  Harris dividem o eleitorado n  uma das mais renhidas eleições presidenciais norte-americanas.     

 As entrevistas foram gravadas no espaço  Brotéria .</video:description>
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      <video:title>Chek1 brincou com &lt;i&gt;Tinder&lt;/i&gt; e agora dá &lt;i&gt;Sinais&lt;/i&gt; de inquietação a anunciar o primeiro álbum</video:title>
      <video:description>Foi em Junho que nos brindou com   Tinder  , uma paródia à conhecida plataforma de encontros  online , e esse era já um anúncio, em single e videoclipe, de um primeiro álbum em preparação. Agora, o  rapper , produtor e músico portuense Chek1 (Bernardo Ribeiro, natural de Gaia) estreia mais um tema desse anunciado álbum, que já tem data de lançamento (15 de Novembro) e título, Sinais. Pois é precisamente o tema-título,  Sinais , que Chek1 agora revela, de novo em single e videoclipe. E, ao contrário do que sucedia em  Tinder , aqui não há sinais de paródia, mas sim de inquietação.  Sinais , diz-se no texto do lançamento, “relata um episódio de pós-surto psicótico. No vídeo que acompanha a música, os pensamentos ganham forma como corpos negros que perseguem a personagem principal. Ao tentar escapar dos intrusos, Chek1 vê-se a revisitar os mesmos corredores e as mesmas sensações dentro de uma casa apodrecida”. Um tema bem actual, dado o número de pessoas afectadas por doenças mentais em Portugal. 

 Fundador dos  Enigmacru , em 2007, juntamente com Each1 (Rui Peres), e membro do colectivo 6Sentido, Chek1 estreou-se a solo com o single   Água  , em 2019, ao qual se seguiram o EP   Burlena - Primeira temporada   (2020), e os singles   Ainda não é tarde   (2021) e   Genesis   (2023).  Sinais , a publicar no dia 15 de Novembro, será o seu primeiro álbum em nome próprio.</video:description>
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      <video:title>Wolf Manhattan volta à sua &lt;i&gt;Real Life&lt;/i&gt; e convida-nos a respirar fundo em &lt;i&gt;Breathe&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Lançado em Abril,  Real Time Is Overrated , o mais recente álbum de Wolf Manhattan, um projecto do portuense João Vieira (X-Wife, DJ Kitten, White Haus), já tivera, a anunciá-lo, o single   Can’t always win  , publicado em finais de Fevereiro. Agora, quase a fechar o ano, estreia-se um novo single com videoclipe,  Breathe , canção que “fala sobre a ansiedade social e o prazer de passarmos tempo sozinhos, às vezes sabe bem desligar”. E respirar fundo, pois. 

 Escrita por João Vieira,  Breathe  é cantada com Jenna-Marie Laine, cantora e compositora finlandesa que ele descobriu no YouTube a cantar versões dos Velvet Underground (há várias, já com mais de 15 anos, como   After hours   ou   Femme fatale  ). Contactou-a para cantar numa das canções do disco, ela aceitou, mas “a voz e interpretação dela acabaram por funcionar melhor neste tema”, explica o músico. “Composta na guitarra, inicialmente não foi pensada em ser um dueto, só após a gravação da maquete é que surgiu a ideia de ser uma canção a dois. Talvez pelo facto de a canção precisar de respirar mais nos versos, a necessidade de tornar a canção mais leve e de certa forma mais pop.” O videoclipe, filmado por Vasco Mendes e editado por André Tentúgal, recorre a um fantoche feito por Mariana Fernandes, do  Estúdio Lavandaria , ali manobrado pelo actor  Ivo Romeu Bastos . E os tapetes de céu azul usados como fundo são da autoria de  Sam Baron  para a marca portuguesa de tapetes GUR. A ideia de fazer assim o vídeo partiu do João Vieira, “inspirado nas prestações de Debbie Harry nos Marretas e de Feist na Rua Sésamo”. Quis criar um ambiente semelhante, recorrendo à sugestão de um piquenique. 

 Personagem inventada por João Vieira, Wolf Manhattan foi apresentado como um produtor que, numa época não determinada, vivia por cima de uma loja de discos em Nova Iorque e, “rodeado pela colecção de discos do tio, um gravador de 4 pistas e uma guitarra dos anos 50 (que pertencia a um conhecido artista da Rough Trade), descobriu que a única forma de acalmar a solidão se</video:description>
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      <video:title>Lena d’Água lança o álbum &lt;i&gt;Tropical Glaciar&lt;/i&gt; em Novembro e anuncia-o &lt;i&gt;Sem Pressa&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>É mais uma, desta vez a terceira e última canção de apresentação do novo álbum de Lena d’Água, que já tem data de lançamento marcada para 15 de Novembro. O álbum chama-se  Tropical Glaciar  e a canção, revelada esta sexta-feira, intitula-se  Sem pressa . Depois de   O que fomos e o que somos  , lançada em Abril, e de   Pop toma  , publicada em Junho,  Sem pressa  é mais um tema escrito por Pedro da Silva Martins para a voz de Lena d’Água e que integrará o disco sucessor do aclamado   Desalmadamente  , lançado em 2019. Com Pedro Silva Martins e Luís J. Martins (guitarra e coros), Nuno Prata (baixo e coros), Miguel Ferreira (teclados e coros), Sérgio Nascimento (bateria, percussão e coros), Hugo Menezes (percussão), Cat Falcão e Marta Falcão (coros), Lena d’Água viu esta canção chegar “ao fim da tarde do último dia da primeira semana de estúdio”: “O Pedro chamou-me ao jardim com uma surpresa. Era a cereja no topo do bolo.” O vídeo que acompanha este novo tema tem realização, produção e edição de Susana Fernando. Três dias antes da sua publicação, o álbum  Tropical Glaciar  vai ser apresentado ao vivo, em ante-estreia, no  Teatro São Luiz , em Lisboa. Será no dia 12 de Novembro, às 20h.</video:description>
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      <video:title>Inês Marques Lucas entrou em &lt;i&gt;Curto-circuito&lt;/i&gt; depois de se revelar em &lt;i&gt;Horas Mortas&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Muitos lembrar-se-ão de Inês Marques Lucas no concurso The Voice Portugal, primeiro em 2014 e depois em 2021. Nessa altura, andava ela já embrenhada na música desde muito nova, primeiro a aprender piano, depois guitarra, bandolim e flauta transversal. Quando se estreou ao vivo, já fora de concursos, no Palco Coreto no NOS Alive, em Julho de 2023, tinha apenas duas músicas suas conhecidas do público,   Do avesso   e   Não restou nada  . Mas não tardou a juntar-lhes mais seis ( Dormente ,   Sofá  ,  Pago a renda em canções ,  Cedeu ,  Trambolhões  e  Eu já me habituei ) e a lançar, em Setembro desse mesmo ano, um primeiro álbum a que chamou  Horas Mortas . 

 Agora está de volta às canções, com  Curto-circuito , mais uma canção de sua autoria, com música dela em parceria com Choro, que a produziu, misturou e masterizou. Na gravação, participaram apenas os dois, Inês na voz e guitarra e Choro na guitarra, baixo, teclados e percussão. O videoclipe, editado por ela, foi filmado no Cine-teatro Turim.</video:description>
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      <video:title>Marta Lima revela o tema-título do EP que vai lançar em Janeiro, &lt;i&gt;Postal em Branco&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Lançou um primeiro EP em 2023,   Murmúrio  , e prepara-se para publicar o segundo, já com data de lançamento marcada para 6 de Janeiro de 2025. Mas enquanto tal não sucede, Marta Lima vai revelando algumas das suas novas canções. Começou com   Passos marcados  , em Março deste ano, e agora mostra-nos, em single e videoclipe, o tema-título do seu futuro e já anunciado EP:  Postal em Branco . E se  Passos marcados  se baseava numa lenda japonesa segundo a qual um fio vermelho “conecta duas almas gémeas desde o nascimento”, partindo, dizia a autora, da crença “na existência de um plano para todos nós e que tudo tem uma razão de ser/acontecer, ou seja, que tudo é predestinado”,  Postal em Branco  (também segundo ela, no texto do novo lançamento) transmite, “através de uma linguagem poética e simbólica”, uma “sensação de prisão interior e o desejo de libertação. A metáfora do ‘postal em branco’ capta o conflito de quem tem muito para dizer, mas que, por medo ou incompreensão, guarda tudo para si. O sujeito poético procura uma forma de lidar com os sentimentos reprimidos e alcançar o bem-estar emocional”. 

 Gravada, como a anterior, nos Great Dane Studios e produzida por Ben Monteiro, a canção conta com Marta Lima (voz, bandolins, piano, coros), Afonso Lima (guitarras, bandolins, sintetizadores), Ben Monteiro (baixo, sintetizadores, bateria), Mariana Martins (bandolins, coros) e Maria Seabra (coros). O videoclipe é de Carolina Bastos e Claudia Moreno. 

 Nascida em Lagos, em 1999, Marta Lima iniciou-se cedo na música, começando aos 5 anos a estudar na Academia de Música de Lagos, onde viria a aprender bateria, piano e guitarra. Após um hiato, ditado pelo imperativo de concluir uma licenciatura em Administração Pública e um mestrado em Relações Internacionais, iniciou em 2020 novos estudos musicais, desta vez na escola de jazz do Hot Clube. O EP  Murmúrio , segundo os seus promotores, valeu-lhe em 2023 a realização de mais de três dezenas de concertos, com participações no NOS Alive, Festival F, Festival Arte Doce </video:description>
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      <video:title>De olhos no futuro, Montenegro encerra o congresso do PSD com sete promessas</video:title>
      <video:description>Ambiente, segurança, coesão territorial, educação, saúde e imigração são os sete temas chave do discurso que encerrou o 42.º Congresso do PSD. 

 Veja também 

 
	 
	  As sete decisões de Montenegro: da água à segurança, passando pela imigração e saúde  
	 
	 
	  Montenegro anuncia mais videovigilância e Cidadania sem “projectos ideológicos”  
	 
	 
	  Opinião. Montenegro e o “futuro”</video:description>
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      <video:title>"Informação e planejamento são fundamentais para empreender", diz Verônica Fernandes</video:title>
      <video:description>Ouça e siga aqui o podcast   
	 
 

 Informação, planejamento e conhecimento do mercado são os ingredientes para o sucesso para quem deseja empreender, principalmente, em outro país, ensina a carioca Verônica Fernandes, que está em Portugal há quase nove anos. Ela conhecia o país como turista e, quando a família decidiu que queria morar fora do Brasil, Portugal foi logo a primeira opção. 

 No Rio de Janeiro, Verônica teve uma produtora cultural. Organizou shows, exposições e espetáculos. Não apenas no Rio, mas em várias cidades do Brasil. Em Lisboa, é sócia com o marido, Neco Pedrosa, de duas cervejarias. Experiência, trouxeram na bagagem. 

 As atividades parecem distintas. Mas Verônica explica que podem ter pontos em comum. “Quando se faz uma produção artística, tem-se a preocupação com a satisfação do público. Hoje em dia, nós preocupamos com a satisfação do cliente. Ele é o nosso foco principal, o mais importante. É óbvio que as semelhanças terminam aí, porque toda a estrutura de empreendimento é muito diferente”, afirma.  

 Com a decisão tomada de mudar para Portugal, primeiro, vieram pesquisar o mercado e o país. Olharam tudo de forma diferente de quando eram turistas. Passaram um período para perceber como realizar o sonho. Nessa vinda, já abriram conta em um banco, aportaram uma parte do capital e constituíram a empresa. Quando retornaram ao Brasil solicitaram um visto como empreendedores. 

 “Na época, não havia tantas informações disponíveis sobre como fazer a legalização, como hoje em dia. Viemos para cá para recomeçar do zero e um novo ramo, o da cerveja” lembra Verônica. Outra diferença entre os setores, apontada pela empresária é que, na produção cultural, o processo leva tempo. Entre elaborar o empreendimento, levantar recursos até a sua concretização, temos um prazo longo. Já no ramo de bares e restaurantes tudo tem que estar pronto diariamente. 

 O casal é sócio nas cervejarias Delirium Café Lisboa, no Chiado, e Gulden Draack, em Picoas. “É um casamento expandido. Nós já éramos s</video:description>
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      <video:title>Montenegro no congresso do PSD: dois novos militantes, IRS jovem e imigração</video:title>
      <video:description>Acompanhe o 42º Congresso do PSD  ao minuto . 

 O líder do PSD e primeiro-ministro subiu ao palco pelas 11h10, uma hora depois da abertura da reunião magna do partido, e de ter sido exibido um vídeo de mais de quatro minutos que recordou as medidas aprovadas pelo Governo da AD desde que tomou posse em Abril.</video:description>
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      <video:title>Pedro Nuno Santos: "O PS não podia passar cheques em branco"</video:title>
      <video:description>Um dia depois de ter assumido que vai propor a viabilização do Orçamento do Estado da AD à sua direcção, o líder do PS deu uma entrevista ao PÚBLICO e à Renascença onde explica que fez questão de que houvesse negociação para promover alguns recuos na proposta do Governo e porque "o PS não podia passar cheques em branco".</video:description>
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      <video:title>Afonso Cabral estreia um novo original, gravado com o músico japonês Shugo Tokumaru</video:title>
      <video:description>Chama-se  Demorar , mas na verdade já não demora. O novo álbum a solo de Afonso Cabral (vocalista e letrista dos You Can’t Win, Charlie Brown) tem lançamento já marcado para 8 de Novembro e concerto de lançamento no Lux Frágil em 27 de Fevereiro de 2025, no qual terá ao seu lado António Vasconcelos Dias, David Santos, Inês Sousa, João Correia, Margarida Campelo e Pedro Branco. Enquanto tal não acontece, estreia-se esta sexta-feira mais um tema do novo álbum (depois de   Indivisível  , revelado em finais de Setembro), este numa parceria com o músico japonês Shugo Tokumaru:  Confusão  / ざわめき. 

 Porquê o Japão? Por reminiscências de infância, como explica o músico do texto que acompanha o lançamento: “O imaginário pop nipónico anda comigo desde que sou pequeno. Entrou primeiro pela TV com o Dragon Ball, os Cavaleiros do Zodíaco e o Oliver e Benji, e foi criando raízes mais fortes numa juventude que contava com as personagens de diversos Final Fantasy e os mundos do Hideo Kojima como companhia frequente.” Idas recentes ao Japão, com a banda de Bruno Pernadas, reavivaram-lhe o desejo de fazer qualquer coisa com um músico japonês. “O primeiro nome que me veio à cabeça foi Shugo Tokumaru, um artista que me foi mostrado pelo meu querido amigo e também ele muito talentoso Salvador Menezes, também conhecido pelo nome artístico Tipo. Lembro-me que foi em 2013. Apaixonei-me pelo vídeo criativo e milimétrico de Katachi, que se tornou viral (se essa expressão já existia) na altura. O fascínio manteve-se em 2016 com o álbum  Toss , que ainda por cima contava, na bateria, com outro dos meus heróis talentosos, o Greg Saunier, dos Deerhoof”. Faltava-lhe só compor a canção adequada ao convite. “Assim que os primeiros acordes da  Confusão  começaram a soar, percebi que havia ali um casamento feliz a pedir para acontecer. Gravei uma maquete e fui à internet procurar um endereço email. Enchi-me de lata e escrevi ao muito talentoso Shugo Tokumaru, que ouço há 11 anos, a apresentar-me e a saber se queria escrever uma parte da música</video:description>
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      <video:title>PZ inventou Joe Zé e pô-lo a tocar para uma mega-estrela pop em single e videoclipe</video:title>
      <video:description>Não é de hoje que o portuense Paulo José Pimenta, vulgo PZ e um dos fundadores da editora independente Meifumado, inventa alter egos e novas identidades para expressar em canções a sua verve satírica e irónica. Com álbuns como   Anticorpos   (2005),   Rude Sofisticado   (2012),   Mensagens da Nave-Mãe   (2015),   Império Auto-Mano   (2017),   Do Outro Lado   (2019),   Selfie-Destruction   (2021) e   O Fim do Mundo em Cuecas   (2024), criou agora uma personagem a que deu o nome de Joe Zé, com a qual deverá lançar em 2025 um álbum intitulado  Apocalypse Later . Quem é Joe Zé, segundo PZ? “Um português engenheiro de som e ‘multi-instrumentalista’ radicado nos Estados Unidos que desenvolveu uma relação platónica pela Taylor Swift no início da carreira da agora rainha do Pop Mundial. Inspirado pelo amor correspondido (apenas na cabeça dele) escreveu, tocou e produziu o tema  The day Taylor Swift (TS) became legit , na esperança de um dia a música chegar aos ouvidos da sua musa inspiradora.” É com esta história por pano de fundo que  The day TS became legit  se estreia esta sexta-feira, em single e num videoclipe realizado por Alexandre Azinheira (seu colaborador habitual), com imagens captadas no dia do concerto de Taylor Swift no Estádio da Luz, em Lisboa. E se será Joe Zé a assinar  Apocalypse Later  (“aos comandos de uma nova ofensiva contra o final da espécie Humana”), PZ não se deixará obscurecer, pois comemora em 2025 os 20 anos do seu primeiro álbum,  Anticorpos , anunciando desde já “concertos especiais (de corrida) em que irão participar as múltiplas personagens que construiu ao longo de duas décadas”. É esperar para ver (e ouvir).</video:description>
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      <video:title>Sofia Hoffman gravou um álbum com produção de Ivan Lins e estreia-o com &lt;i&gt;[In]LOVE&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>A cantora Sofia Hoffman já tem um sucessor para os álbuns   One Soul   (2019) e   Rebirth   (2021). Chama-se  [In]LOVE , vai ser lançado ainda este ano e, como forma de o apresentar, é publicado esta sexta-feira, em single e videoclipe, o tema-título. Produzido pelo cantor, compositor e pianista brasileiro Ivan Lins, músico que mantém uma ligação antiga com Portugal, o álbum, segundo o comunicado que o anuncia, “pretende explorar o conceito do Amor nas suas várias vertentes, com uma linguagem musical mais simples mas sempre sofisticada, transparecendo as experiências musicais que Sofia Hoffmann reuniu ao longo dos últimos anos e transformou em temas cujo género musical navega entre o jazz, os blues, a bossa nova e a música do mundo”. No tema que agora se revela, Sofia Hoffman toca sitar, instrumento indiano no qual se iniciou com ‘Acharya’ Roop Verma, seu mestre, que fora por sua vez discípulo de Ravi Shankar e Ali Akbar Khan, dois grandes nomes da música clássica indiana. Após a morte de Roop Verma, em 2017, Sofia continuou a aprender sitar com o filho, Arjun Verma, residente em São Francisco, Califórnia, e por via dele conheceu músico Gaurav Mazumdar, que veio a ser seu professor. 

 Segundo Sofia Hoffman, o álbum [In]LOVE “foi escrito para todos, pois todos precisamos de Amor, e cada vez mais, de viver em Amor.” E é esse, reafirma, o seu propósito: “Convida-nos a resgatarmos o melhor que há em nós a nível de qualidades humanas, e a olharmos para o mundo com mais amor - o tal que nos permite sermos melhores connosco e com os que nos rodeiam”.</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Barbarizando Geral&lt;/i&gt; une dois grandes músicos brasileiros: Fred Martins e Marcos Suzano</video:title>
      <video:description>Desde   Ultramarino   (2021) que o cantor e compositor brasileiro Fred Martins não lançava um álbum a solo. Pois esse hiato é interrompido esta terça-feira com  Barbarizando Geral , gravado em Lisboa (onde Fred vive há 14 anos) e no Rio de Janeiro, e é resultado de uma parceria com Marcos Suzano, um dos maiores e mais procurados percussionistas do Brasil. Lançado pela Biscoito Fino, o álbum surge a par da publicação do seu primeiro single e videoclipe,  Além do qualquer , que conta com a participação de Martín Sued, bandoneonista argentino também a viver em Portugal, Este tema, nas palavras de Fred, citado no texto que acompanha o lançamento, “é uma espécie de libelo, em forma de samba/tango, que clama por um mundo em que a vida, a arte, a beleza, a justiça, possam acontecer em plenitude, e que não sejam soterradas pelo império da mediocridade, burrice, mentira e bizarria orgulhosas de si, tão presentes em tempos de desrazão”. 

 O álbum, acrescenta, vai no mesmo sentido: “Tem muito de crónica social em forma de samba. Aborda problemas como a desigualdade social, o autoritarismo financeirizado e a destruição absoluta do meio ambiente.  Barbarizando  nasce da inquietude em relação à eclosão e aumento do discurso ultraconservador, fascista mesmo, que naturaliza e semeia o ódio e a violência. O disco comenta uma série de situações que acontecem dentro desse quadro desolador, mas também reafirma a única saída possível, que é o que a vida nos pede: uma relação amorosa consigo mesmo e com o mundo.” Além de composições do próprio Fred Martins (letra e música), o disco tem também parcerias com nomes como Roberto Bozzetti, Manoel Gomes, André Sampaio e Marcelo Diniz. Quanto aos arranjos, são todos de Fred, exceptuando  O rancho da seita suicida , com arranjo de sopros da excelente violonista Elodie Bouny. A produção musical do disco é de Fred Martins e Marcos Suzano, com produção executiva de Nei Barbosa. A fotografia de Suzano e Fred que aqui se reproduz é da autoria de Alfredo Matos. 

 Até ao final do corrente ano,</video:description>
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      <video:title>Ana Margarida Prado tem uma &lt;i&gt;Estrela da vida&lt;/i&gt; a anunciar o seu concerto no Maria Matos</video:title>
      <video:description>Quatro meses após o lançamento do seu primeiro álbum a solo,   Laço  , todo ele com letras de João Monge, a fadista Ana Margarida Prado vai apresentá-lo ao vivo em Lisboa, no  Teatro Maria Matos , no dia 21 de Outubro às 21h. E terá como convidados Camané, Carlos Bica e Mário Laginha, autor de uma das músicas do álbum,  Se ele passar . Além deles, estarão em palco músicos que co-produziram com ela o álbum: Bernardo Couto (guitarra portuguesa), Bernardo Saldanha (viola) e Francisco Gaspar (viola-baixo). Quanto à cenografia, assina-a o artista plástico Pedro Cabrita Reis, apresentado como “amigo e admirador” da jovem fadista. 

 Como forma de trazer de novo esse disco à ribalta, anunciando ao mesmo tempo o concerto do Maria Matos, Ana Margarida Prado estreia um novo videoclipe de  Laço , depois de   Dois altares  ,   A ver as vistas   e   Rosa brava  . Desta vez, trata-se de  Estrela da vida  e foi gravado ao vivo no espaço BOTA (Base Organizada da Toca das Artes), em Setembro deste ano. A música é de Pedro da Castro e a acompanhar a fadista está o trio já citado: Bernardo Couto (guitarra portuguesa), Bernardo Saldanha (viola) e Francisco Gaspar (viola-baixo). 

 Nascida no dia 9 de Junho de 1983, em Oliveira de Azeméis, Ana Margarida iniciou em 2011 uma carreira internacional, passando por países como Espanha, França, Suíça, Holanda, Alemanha, Rússia, Roménia, Luxemburgo e mais recentemente em Marrocos, Polónia, Bélgica e Namíbia. Em Lisboa, para onde depois se mudou, começou a actuar em várias casas de fado (A Severa, Sr. Vinho, Adega Machado, Fado ao Carmo, Maria da Mouraria), participou em vários projectos musicais (um dos quais foi o  Bela Ensemble , formado na Tasca da Bela), apresentando-se a solo no CCB, em Janeiro de 2023, no ciclo Há Fado no Cais, ainda como Ana Margarida mas estreando alguns temas do disco  Laço , que irá servir de base ao concerto no Teatro Maria Matos.</video:description>
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      <video:title>Depois de &lt;i&gt;Nada muda&lt;/i&gt;, Matheus Paraizo revela mais um tema do seu álbum: &lt;i&gt;Compreender&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Já há alguns anos que o vemos a participar em concursos televisivos como   Uma Canção Para Ti   (TVI),   Factor X   (SIC) ou   The Voice Portugal   (RTP). Mas foi este ano que Matheus Paraizo lançou, com um single (e videoclipe) intitulado   Nada muda  , a “primeira pedra” daquela que será a sua carreira a solo. Isso foi em Julho e Matheus tinha com ele Gui Salgueiro, nas teclas, Gabriel Salles, no baixo, e Ned Flanger na guitarra. Ned Flanger foi, aliás, como Matheus já tem afirmado em entrevistas, um dos músicos – juntamente com Kidonov, Luar, miguele ou Stefan Silva – que o incentivaram a gravar um álbum, que ele prevê lançar no próximo ano. 

 Luso-brasileiro, nascido no Brasil mas há anos residente em Portugal, a ligação de Matheus à música, segunda a sua biografia, começou cedo, quando cantou com a irmã (tinha ele 8 ou 9 anos) “num pequeno espectáculo de ópera organizado pela freguesia onde vivia”. Hoje, além de músico é também  performer  e professor de canto (iolanda ou Maudito foram seus alunos). Do álbum que anuncia para 2025 revela esta sexta-feira uma nova canção,  Compreender . Que, segundo ele, citado no texto do lançamento deste tema, “é sobre a dor de vermos quem amamos seguir em frente com outra pessoa mas, mais importante, é sobre a procura da maturidade de compreender. Porque, na verdade, é a única coisa produtiva a fazer numa situação destas.” O tema remete-nos também para um diário do músico, tal como sucedia já com  Nada muda .</video:description>
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      <video:title>Os Tais que querem um &lt;i&gt;Bar Dançante&lt;/i&gt; em disco são Lil Noon, Mike El Nite e João Não</video:title>
      <video:description>No Verão de 2023, as noites portuenses agitaram-se em festas que, primeiro, se estrearam como  Bar Dançante  no Maus Hábitos, pela mão de Mike El Nite e João Não, e depois, ainda com esta dupla no comando, avançaram para um formato a que chamaram  Verão Dançante  que se instalou na sede da Associação de Moradores da Bouça, com consentimento desta. O programa constava de festas aos sábados, a partir das 16h, que incluíam concertos e DJ sets de, como foi noticiado à época  no P3 do PÚBLICO , João Não &amp; Lil Noon, Mike El Nite, Nel Monteiro, Paulo Cunha Martins, António Bandeiras e Duo Baixa Fidelidade. 

 Um ano depois de tais danças, o trio João Não, Lil Noon, e Mike El Nite resolveu assumir-se como grupo, sob a designação de Os Tais (não confundir com os Tais Quais, navegadores noutras ondas), e prepara um álbum para ser lançado no ano que vem, celebrando “a nostalgia e o presente na pista de dança”. Extensão óbvia e assumida do  Bar Dançante , é com esse mesmo nome que decidiram baptizar o primeiro single, lançado esta sexta-feira, e que traz já a marca da sua proposta musical. Que, segundo se diz no texto que anuncia o tema, é esta: “Inspirados pelo imaginário da época de ouro das bandas de baile portuguesas, Os Tais transportam-nos para o ambiente da discoteca suburbana do final dos anos 90 e início dos anos 2000, com uma sonoridade que mistura Kizomba, House, Piseiro e Disco”. O conceito e realização do vídeo são de Pedro Lopes e a produção é do Pigeon Team (Marta Sampaio e Luís Azevedo).</video:description>
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      <video:title>As imagens da destruição após a passagem do furacão &lt;em&gt;Milton&lt;/em&gt;</video:title>
      <video:description>O furacão atingiu a costa por volta das 20h30 locais de quarta-feira (1h30 em Portugal continental) como um furacão de categoria 3, com ventos máximos sustentados de quase 200 quilómetros por hora perto de Siesta Key, disse o Centro Nacional de Furacões dos EUA. 
 
Num estado já devastado pelo furacão Helene há duas semanas, cerca de dois milhões de pessoas receberam ordens de evacuação e outros milhões vivem na trajectória prevista da tempestade. 
  

 Saiba mais sobre o  furacão Milton .</video:description>
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      <video:title>Paraguaii anunciam o novo álbum para Novembro e revelam &lt;i&gt;Waiting in the mountains&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>A promessa vai mesmo cumprir-se: os Paraguaii vão lançar um novo álbum antes do final do ano, em Novembro. Até lá, continuam a publicar singles (com videoclipes) dos temas que hão-de integrar esse disco, intitulado  Après Ski . Depois de   Red river  , publicado em Maio de 2022, de   Bella donna  , em Fevereiro de 2023, e de   Please say it’s over  , este último lançado em Março de 2024, chega a vez de  Waiting in the mountains , que conta com um videoclipe criado por Rolando Ferreira com recurso a Inteligência Artifical. O novo tema, segundo dizem os Paraguaii no texto que acompanha o lançamento, “é uma viagem sonora que propõe uma experiência sensorial imersiva” que nos leva “desde momentos de introspecção até à euforia de uma pista de dança, proporcionando uma montanha-russa de emoções”. Marcando, dizem, uma “clara ruptura com a abordagem mais pop a que a banda nos habituou”, revela “uma sonoridade mais experimental e profunda”. Com o novo álbum, os Paraguaii dizem querer criar algo que reflicta a essência da banda, pensando sobretudo nas performances ao vivo. 

 Formados em Guimarães, os Paraguaii foram de início um duo, com Giliano Boucinha e Zé Pedro Caldas, que mais tarde viria a ampliar-se para trio, com a entrada de Rolando Ferreira. Editaram em Dezembro de 2014 um primeiro single,  She , pela Elephante MUSIK, seguindo-se-lhe, em Março de 2015, um segundo single,  Black Ships , abrindo caminho, nesse mesmo ano, a um EP cujo título era o próprio nome do grupo,  Paraguaii . Desde então percorreram vários palcos pelo país, parte deles em festivais, e lançaram mais quatro álbuns:   Scope   (2016),   Dream About The Things You Never Do   (2017),   Kopernikus   (2019) e   Propeller   (2021).</video:description>
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      <video:title>Pinto Luz: "O Governo não vai fazer birra ou amuar se o PS não viabilizar o OE"</video:title>
      <video:description>O ministro das Infra-Estruturas e da Habitação Miguel Pinto Luz é o convidado desta semana do Hora da Verdade, programa semanal do PÚBLICO e da Rádio Renascença, transmitido todas as quintas-feiras.</video:description>
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      <video:title>Furacão &lt;em&gt;Milton&lt;/em&gt; aproxima-se da Florida. “Estou nervoso, tudo é um projéctil aqui”</video:title>
      <video:description>“Toda a península da Florida está sob alguma forma de vigilância ou alerta”, avisou esta quarta-feira o governador deste estado norte-americano, Ron DeSantis, a poucas horas da passagem do furacão  Milton . O Centro Nacional de Furacões dos EUA (NHC) alerta que “os residentes da Florida devem preparar-se” para deixar as suas casas se forem orientados pelas autoridades locais e que  Milton  é “um furacão extremamente perigoso”. 
 
Esta pode ser “a pior tempestade na Florida num século”, alertou o Presidente dos Estados Unidos Joe Biden, à margem de uma reunião com os seus conselheiros na Casa Branca para fazer um balanço dos preparativos. “Devem retirar-se agora, é uma questão de vida ou de morte”, realçou ainda o chefe de Estado norte-americano, num apelo aos residentes do terceiro estado mais populoso dos Estados Unidos. 

 Saiba mais  aqui .</video:description>
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      <video:title>Merai volta às canções com uma visão própria de um clássico em &lt;i&gt;Ser (Mito de Orfeu)&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Desde 2019, há cinco anos, que Merai (nome artístico de Mariana Frangioia Portela, nascida em Lisboa, no ano 2000, filha de pai português e mãe angolana) tem vindo a mostrar canções de sua autoria. Começou com  Luz  e  Balão , ambas de 2019, e lançou até à data três EP:  Meta-Física , em 2020 (com canções como  Terra  ou  Sonda Alma ),  Fénix , em 2023 (incluindo canções como   Fénix   ou   Mazelas  ) e   Inverno de Dentro  , em Janeiro de 2024. Pelo meio, foi lançado alguns singles, como   Quando   (2021),   Deixa-te Levar   (2023) ou   O Meu Corpo Não   (2023), canção-manifesto contra a violência sexual. Agora, arriscou, num novo single com videoclipe intitulado  Ser (Mito de Orfeu) , reinterpretar à sua maneira o mito de Orfeu, dando um novo sentido a esta figura da mitologia clássica grega, já antes revisitada por vários músicos e poetas. 

 Ei-lo, segundo Merai, citada no texto que acompanha este lançamento: “Orfeu era um músico extraordinário, tão talentoso que quebrava as leis da Natureza, esbatendo as fronteiras entre o mortal e o imortal. Mas faltava-lhe algo, embora nem ele, nem o mundo, o soubessem ainda. A presença é necessária para se perceber a ausência, e vice-versa. Após a sua descida ao Inferno, Orfeu retorna com uma ausência que preenche, um vazio que se abre às mais elevadas formas de Arte. É testemunha da dualidade da Vida, do ciclo que dá e tira. Seguimos Orfeu porque também queremos aprender a ver no escuro e a ser inteiros.” Com letra, música e voz de Merai,  Ser (Mito de Orfeu)  conta com os músicos Baltasar Martinho, na guitarra, e Mariana Neves, no violoncelo. Quanto ao videoclipe, foi realizado pela própria Merai em colaboração com Pedro Cardoso.</video:description>
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      <video:title>Videocast: O carioca que transforma a cozinha portuguesa numa experiência múltipla</video:title>
      <video:description>O convite foi repentino. O chef Matheus Franklin teve apenas um mês para largar tudo o que fazia no Brasil para assumir a cozinha do restaurante ZaZah, em Lisboa. Na capital portuguesa, ele pratica uma cozinha que mistura várias influências, sem abrir mão dos sabores brasileiros. 

 “Tenho escola francesa bem forte. E, como passei por alguns restaurantes estrelados, foi uma verdadeira escola. Tenho uma base forte da culinária francesa, mas o que faço acaba sendo contemporâneo, pois sempre busquei muito da gastronomia asiática, especialmente, a japonesa e a coreana. Então tenho também essa influência”, diz Matheus. 

 Nem por isso, ele deixa de ter uma marca carioca naquilo que faz. “Essa identidade carioca creio que nunca vai ser perdida, mesmo tendo várias influências”, acrescenta ele. 

 O chef acredita que Portugal aparece muito na sua forma de cozinhar. “Acretido que o clima influencia muito nos preparos e, em Lisboa, consigo fazer coisas diferentes”, revela. Ele cita, por exemplo, a fermentação de ingredientes. 

 A mudança para terras lusitanas fez com que Matheus encontrasse novos produtos. Exemplo disso é a alheira, que colocou no menu do ZaZah em croquetes. “Eu não conhecia, e é um embutido incrível”, ressalta. Ou mesmo o porco, que é diferente do brasileiro, com suas várias raças: o alentejano, o bísaro, o malhado de Alcobaça. 

 Adaptação 

 Houve dificuldades no começo para conseguir cozinhar em Portugal do jeito que ele queria. “No início, foi difícil para mim achar os produtos que eu precisava, como paio ou outras coisas. Eu não sabia onde encontra”, lembra. 

 O carioca teve que enfrentar a barreira da língua: alguns produtos em Portugal têm nomes diferentes dos mesmos produtos no Brasil. “Foi um tempo bem confuso. Outro dia, fui descobrir que nossa fraldinha é lombelo. Mas acho que, daqui a um tempo, isso vai ser automático para mim”, acredita. 

 Avaliando sua experiência, Matheus considera que o caminho está aberto para chefes brasileiros em Portugal, desde que tenham qualidade. </video:description>
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      <video:title>Vídeo topo Cândido</video:title>
      <video:description>Vídeo topo Cândido</video:description>
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      <video:title>Yosune continua a dar forma a &lt;i&gt;Madre Tierra&lt;/i&gt;, agora com &lt;i&gt;Lámpara (mi deseo)&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O novo EP da cantautora venezuelana Yosune já tem data de lançamento, a primeira quinzena de Novembro, e a partir desta sexta-feira tem mais um tema publicado:  Lámpara (mi deseo) , que agora se estreia em single e videoclipe, sucede a   Ser   (o primeiro, revelado em Abril) e integrarão ambos EP  Madre Tierra , o primeiro gravado em Portugal, onde vive há sete anos. Se o tema anterior,  Ser , era apresentado como uma “conversa entre a alma e o corpo, um hino de auto-aceitação em todas as suas vertentes”,  Lámpara (mi deseo) , dizem-nos agora, “fala-nos de perda, saudade e de um distante e doloroso afastamento. Mas também de um amanhã que pode e deve ser harmonioso, da esperança e do reencontro”. Ou ainda: “Um retrato da experiência humana” e “a procura de um caminho que nos leve a aprofundar a percepção e conexão positiva entre todos nós, através da beleza das palavras e das emoções desta arrebatadora canção”. O videoclipe, com realização de Marcello Freire, e foi gravado em Cabanas, Monte Córdova, Santo Tirso. Quanto ao EP  Madre Tierra , produzido por Quico Serrano, anuncia-se portador de “histórias de carácter social e de protesto, inspiradas na música hispano-americana, na canção de autor e na música urbana”, mas também, como promete a cantora, “uma celebração da vida e da nossa breve passagem por este planeta, um elogio ao solo que nos sustenta a todos, um apelo à nossa natureza feminina divina e, uma homenagem à mãe que tudo dá e nada pede em troca.” 

 Yosune começou aos 7 anos a tocar cuatro, um cordofone venezuelano, cantando canções populares do seu país. Em 2011, rumou ao Brasil, por ter ganho uma bolsa de estudos em São Paulo. Ali estudou música brasileira (na EMESP) e lançou o seu primeiro álbum,   Yoyo Borobia  , (2016) produzido por Dj Deeplick “com a participação de grandes músicos brasileiros e cubanos” e misturando “sonoridades latino-americanas, brasileiras e orientais”. Nesse período, andou em digressão por 35 cidades de 10 países, de 2015 a 2017, entre a América (Uruguai, Argentina, Brasil</video:description>
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      <video:title>Chega no Outono, mas é uma &lt;i&gt;Flor de Verão&lt;/i&gt; para a futura &lt;i&gt;Sala de Espera&lt;/i&gt; dos Biloba</video:title>
      <video:description>O projecto, criado em Lisboa por Francisco Nogueira, já tem cinco anos. Chama-se Biloba é um quinteto composto por Nazaré da Silva (voz e teclas), Simão Bárcia e Diogo Lourenço (guitarras), Miguel Fernández (bateria) e Francisco Nogueira (baixo, voz e autor das letras). Em Dezembro de 2021 deram-se a conhecer com um single,   Tabuada  , ao qual se seguiu, em Abril de 2022,   Bulles de savon  , que, junto com o primeiro, viriam depois a integrar o EP de estreia da banda,  Biloba , publicado em Junho de 2022. Enquanto isto, os Biloba iam mostrando o que valia o seu trabalho nalguns festivais, como o Emergente, o Sintra Con-cê e o Termómetro. Integraram a colectânea de 2022 dos Novos Talentos Fnac e, no ano anterior, receberam o prémio de “Melhor Projecto Musical 2021” atribuído pela Restart Creative Education. 

 Agora, ainda que já estejamos no Outono, estreiam  Flor de Verão , primeiro tema daquele que será o seu álbum de estreia,  Sala de Espera . É, dizem no comunicado que acompanha este lançamento, “uma canção que nasceu de forma intuitiva, quase como se já estivesse escrita, esperando o momento certo para ganhar forma”. “Com pensamentos soltos, a canção explora como a busca pessoal se transforma no encontro com o outro e o que existe no espaço entre essas duas jornadas”, acrescentam. Francisco Nogueira, autor da canção (letra e música), citado no referido texto, explica que “há uma dicotomia constante na música: uma melodia longa, seguida por uma resposta instrumental, versos de reflexão pessimista que desaguam num refrão carregado de esperança”. O videoclipe foi realizado por Nicolas Bouchez.</video:description>
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      <video:title>O momento que marcou o debate dos candidatos a "vice" dos EUA</video:title>
      <video:description>Em Nova Iorque, em directo para a CBS, Vance e Walz conversaram amenamente sobre a situação internacional, a economia, a imigração, a saúde, o aborto, a imigração, os cuidados infantis ou o controlo das armas, admitindo diversas vezes que concordavam um com o outro. O grande momento de demarcação surgiu só no final dos 90 minutos de debate, quando as moderadoras Norah O’Donnell e Margaret Brennan questionaram os candidatos sobre o estado da democracia norte-americana. 

 Leia o  texto  completo sobre o debate.</video:description>
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      <video:title>Depois de &lt;i&gt;Hollywood&lt;/i&gt;, Extrazen estreia &lt;i&gt;Stunt&lt;/i&gt;, mais um tema a anunciar o próximo EP</video:title>
      <video:description>O seu nome é Francisco Andrade, nascido há 25 anos em Santo Tirso, mas no mundo da música, onde começou cedo, por volta dos 15 anos, usa o nome artístico de Extrazen. Cantor, compositor, letrista e produtor, o seu primeiro videoclipe como Extrazen, estreou-se no dia 14 de Fevereiro de 2020, pouco antes de ser declarada a pandemia da covid-19. Chamava-se   With you  . Mas antes já ouvíramos temas seus, como   Miss me   (publicado em Dezembro de 2018),   Vegas   (Fevereiro de 2019) ou   Jack n’Rose   (Julho de 2019). Em 2021, ainda durante a pandemia, publicou  Pinewood St.  (Abril) e  Cleopatra , este com LEFT. e Yanagui (Maio). 

 O primeiro EP,  I Thik I Think Too Much , lançou-o em Setembro de 2022, com temas como   Revolver  ,   Outta sight  ,   5 minutes   ou   Party in LA  . Agora prepara um novo EP, do qual já publicou em Julho, em single e videoclipe, a canção   Hollywood   (com a colaboração de Herlander e Odete) e esta quarta-feira estreia um novo tema,  Stunt , escrito e produzido por ele, com videoclipe realizado por João Morgado e produzido pela One House Only.</video:description>
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      <video:title>Vídeo: Irão lança novo ataque com mísseis contra Israel</video:title>
      <video:description>Acompanhe  ao minuto . 

 Múltiplas explosões foram avistadas nos céus de Telavive cerca das 19h40 locais, 17h40 em Portugal continental, no que as Forças Armadas israelitas descrevem como um ataque de mísseis balísticos disparados a partir do Irão. Uma segunda vaga de mísseis chegou a Israel cerca das 19h50 locais. As autoridades israelitas indicam que o ataque terá envolvido cerca de 100 mísseis. Há relatos de que vários dos projécteis não foram interceptados pela defesa anti-míssil e que terão atingido o solo. 

 As autoridade israelitas declararam que o ataque iraniano desta terça-feira ainda não terminou, que é esperada uma nova vaga de mísseis, e que a população deve permanecer abrigada em  bunkers .</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Violento&lt;/i&gt;, gravado com o rapper L-ALI, é o primeiro tema de LEFT. a sair do &lt;i&gt;Limbo&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Já soma quase uma década o caminho de António Graça pela música, primeiro como Antony Left e depois como LEFT., nome artístico com o qual concorreu ao Festival RTP da Canção em 2024, com tema   Volto a ti   (que não passou à final). Vencedor do Concurso Nacional de Bandas da Antena 3, em 2015, estreou-se com o álbum  Influence  (ainda como Antony Letf), seguindo-se vários singles, todos eles em inglês (  Indigo  ,  Love ,  Confident ,   Gods of nothing  ,   Sympathize  ), a anunciar, já como LEFT., um novo álbum,  Perspective , lançado em 2021, a que se seguiu o EP   Pop-Snacks  , em 2023. Como produtor, tem trabalhado com nomes como Aurea, Diogo Piçarra, Rita Redshoes, Fernando Daniel, Tainá ou Edmundo Inácio, assinando, para estes últimos, a produção dos temas com que concorreram ao Festival RTP da Canção, em 2021 e 2023, respectivamente, Tainá com   Jasmim   e Edmundo Inácio com   A festa  . 

 E é no ano em que concorreu ao festival com um tema em português que LEFT. anuncia a edição do seu primeiro álbum em português, que terá por título Limbo. Saído do Limbo, literalmente, é agora dado a conhecer um primeiro tema,  Violento . Podia ter sido outro,  Siga , mas LEFT. deu a palavra aos seus seguidores nas redes sociais, numa espécie de jogo em que é dado ao ouvinte o poder de “decidir que canções pretende ouvir antes do disco ser editado”. Com um videoclipe realizado por Daniel Gordon e direcção de fotografia de Edgar Esteves,  Violento  foi gravado em colaboração com o rapper e, como ele, também produtor L-ALI, e conta com uma participação especial de Rossana, cantora e multi-instrumentista portuguesa radicada em Londres. Na imagem que aqui se reproduz vêem-se LEFT. (à esquerda) e L-ALI fotografados por Cátia Serro.</video:description>
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      <video:title>Filme-concerto dos Expresso Transatlântico, &lt;i&gt;Ressaca Bailada&lt;/i&gt; estreia-se no Doclisboa</video:title>
      <video:description>De um álbum publicado em Setembro de 2023, os Expresso Transatlântico fizeram um filme com o mesmo nome:  Ressaca Bailada . É  um filme-concerto , cujas filmagens decorreram em vários locais (Marvila, Guincho, Bairro Alto) entre os dias 13 e 17 de Abril deste ano e agora vai finalmente estrear-se no  Doclisboa , primeiro no Cinema São Jorge, no dia 19 de Outubro, às 19h15 (sala Manuel de Oliveira), e depois no Pequeno Auditório da Culturgest, dia 21, às 14h. 

 Além do trio que compõe os Expresso Transatlântico, Gaspar Varela (guitarra portuguesa, viola, guitarra eléctrica), Rafael Matos (bateria) e Sebastião Varela (guitarra eléctrica), o filme tem ainda a participação dos músicos Tiago Martins (baixo), Zé Cruz (trompete, teclados, sopros, percussão), Iúri Oliveira (percussão) e, como convidado, Conan Osíris (voz num dos temas). Além de sete actores e actrizes, nas partes ficcionadas do filme: João Cachola, Rita Blanco, Laura Dutra, Vicente Wallenstein, Inês Pires Tavares, Rodolfo Major e Nuno Nolasco. Na sinopse agora divulgada,  Ressaca Bailada  é assim apresentado ao público: “Uma casa grande, com marcas temporais bem fincadas que se apresenta em cima de um ‘altar’ intocável. A relação individual com a liberdade, a união e/ou falta dela. A celebração da tradição enquanto a questionamos e encostamos à parede, num caminho que se aclara através da música.” 

 Em Abril, durante a rodagem, Sebastião Varela (responsável pelo argumento e pela realização) explicou deste modo ao PÚBLICO o que se pretende com este filme: “Queríamos fazer uma gravação ao vivo para lá dos videoclipes, uma cena mais orgânica, para podermos partilhar e apresentar a banda ao vivo sem ser só áudio. Entretanto, começámos a falar e pensámos que podia ser giro incluirmos aqui a estética e a imagética que usamos nos videoclipes.” O álbum, aliás, deu origem a quatro:   Barquinha   (com Conan Osíris),   Bombália  ,   Ressaca bailada   e   Porque nada tem um fim  . Somando-lhe “elementos de narrativa” e novas ideias, estabeleceram um fio condut</video:description>
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