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      <video:title>Picas inicia com &lt;i&gt;Tatuagens&lt;/i&gt; uma nova trilogia de singles envolta numa história de amor</video:title>
      <video:description>Foi em 2020 que se deu a conhecer como intérprete, no concurso The Voice Portugal da RTP, onde deu voz a temas de Rui Veloso, Tom Jobim ou  Aretha Franklin . Nascida Maria Casal Ribeiro, no Porto, lançou como Picas (nome artístico) o primeiro single,   Orquídeas  , com um videoclipe publicado em Junho de 2022. No mesmo ano, em Dezembro, lançou novo single e videoclipe,   Volta para mim  , gravado em dueto com Agir. E em Maio de 2023 publicou um terceiro single, também com videoclipe, intitulado   Nos meus lençóis  . Agora, aos três singles já publicados, promete juntar mais três, dos quais acaba de publicar o primeiro,  Tatuagens , com produção de Jon (Real Caviar), videoclipe de Victor Hugooli e participação dos músicos Rodrigo Correia, Manuel Oliveira, Christian Tavares e Gui Melo. 

 Segundo afirma a cantora, no texto que acompanha o lançamento, “ Tatuagens  é o primeiro capítulo de uma trilogia que conta uma história de amor, levando-nos a viajar numa narrativa musical”. A sua publicação faz parte, acrescenta, de “um processo de crescimento e de autodeterminação” e também de “descoberta pessoal e musical”. O lançamento de  Tatuagens  foi antecedido por uma exposição organizada por Picas no Teatro da Luz,  E as tuas tatuagens revelam-me segredos , na qual treze pessoas, através de fotografias e vídeos realizados por Afonso Batista, deram a conhecer as histórias por detrás das suas tatuagens. Nessa exposição foram também estreados os videoclipes dos singles desta trilogia.</video:description>
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      <video:title>Manifestação pelo direito à habitação. "Abril exige casa para viver"</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	 
	  Em marcha até ao centro da gentrificação por casas que se possam pagar  
	 
	 
	  O direito à habitação sai à rua. “As pessoas não aguentam mais a pressão”  
	 
 

 O início da manifestação parecia mais tímido do que as anteriores, mas as 15 horas trouxeram a multidão esperada. Da Alameda ao Arco da Rua Augusta não faltaram cartazes, tambores e palavras de ordem. No meio do alvoroço, o pedido é claro: casa para viver. 

 Depois das manifestações dos dias 1 de Abril e 30 de Setembro de 2023, a plataforma Casa para Viver convocou a terceira saída à rua pelo direito à habitação, com mais de 15 pontos de encontro por todo o país. Para a organização, a proximidade das eleições legislativas “é o momento de vir à rua ainda com mais força e exigir que se assumam as soluções propostas por esta Plataforma Casa para Viver”.  

 A plataforma sugere soluções como aumentar o parque de habitação pública do Estado, baixar as prestações, “pondo os lucros da banca a pagar” e baixar e regular as rendas, assim como prolongar a duração dos contratos. Quanto aos despejos, reivindicam o fim dos mesmos “sem alternativa de habitação digna”. A plataforma Casa para Viver sugere ainda - e entre outras soluções - que se coloquem “os imóveis devolutos dos grandes proprietários, fundos e empresas” no mercado. 

 Em Lisboa, a manifestação tinha como destino o Arco da Rua Augusta, onde um palco aguardava a multidão. Foi ali que os organizadores da plataforma Casa para Viver discursaram. Depois das intervenções, deu-se lugar à música com Luís Severo, Catarina Branco, Luca Argel e John Douglas. 

 No ano em que se comemoram os 50 anos do 25 de Abril, milhares de pessoas pediram hoje, pelas ruas de Lisboa, que se cumpra Abril.</video:description>
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    <loc>https://www.publico.pt/2024/01/26/video/medidas-provisorias-tribunal-internacional-justica-20240126-150610</loc>
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      <video:title>Israel tem de aliviar crise humanitária em Gaza e punir incitamento ao genocídio</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	 
	  Tribunal Internacional de Justiça decreta medidas provisórias contra Israel  
	 
	 
	  África do Sul no TIJ: “O genocídio nunca é uma resposta permitida”  
	 
 

 Na sequência de um pedido da África do Sul, o Tribunal Internacional de Justiça (TIJ) impôs hoje medidas provisórias a Israel. 

 Segundo o Tribunal Internacional de Justiça, Israel deve "tomar todas as medidas ao seu alcance para impedir a perpetração de todos os actos no âmbito do artigo 2.º da convenção [do genocídio]", aliviar a crise humanitária em Gaza e impedir e punir o incitamento à prática de genocídio. 

 Israel deve ainda preservar provas relacionadas com o caso e apresentar um relatório que comprove o cumprimento das medidas anunciadas no prazo de um mês.</video:description>
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      <video:title>Um &lt;i&gt;Acaso&lt;/i&gt; que nos traz Dela Marmy a solo e em português, agora a cantar &lt;i&gt;Espanta-me&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Aos poucos, a cantora Dela Marmy (Joana Duarte, ex- Happy   Mess ) tem vindo a divulgar canções do álbum a solo anunciado para o próximo dia 2 de Fevereiro. O primeiro foi o tema-título,   Acaso  , em Setembro de 2023 (com participação das Sopa de Pedra), seguido de   E se o céu se apagar  , em Novembro, e   Desejo  , em Dezembro. Agora, a poucos dias da publicação do álbum, estreia um quarto tema,  Espanta-me , com um videoclipe realizado e produzido por Boaventura (Art Studio). 

 Depois de vários singles e um EP, todos eles cantados em inglês e publicados entre 2019 e 2021, a cantora optou por fazer um álbum integralmente cantado em português, com composições assinadas por ela e produção de João Correia. Um  Acaso  que não surgiu por acaso, e onde, com Dela Marmy (voz, sintetizadores, teclados, piano e coros) e João Correia (arranjos, guitarras acústica e eléctrica, baixo, teclados, bateria, percussão e coros), estiveram António Vasconcelos Dias (teclados, piano e sintetizadores) e quatro vozes das Sopa de Pedra, numa participação especial no tema-título: Inês Campos, Maria Vasquez, Mariana Gil e Rita Campos Costa. 

 No texto que acompanha o lançamento deste quarto single, Dela Marmy explica como chegou a este disco: “Apercebi-me, assim que esbocei a primeira canção em português,  E se o céu se apagar , que me deparava perante um momento inequívoco de viragem artística, pois estava a ser ocupada, completamente tomada, por uma avalanche de sentimentos, pensamentos e referências – até ali mantidos em silêncio – que gritavam para ser escritos e entendidos. Eu, sempre consciente, só desejava mergulhar profundamente no novo lugar que acabava de emergir e agarrar com todas as forças esse acaso, essa rota desconhecida, sem qualquer receio do que estaria do lado de lá, no seu futuro. Só me importava atravessar.” E essa travessia, pelo que descreve, acabou por levá-la a bom porto: “Fecho os olhos e estas canções são hoje inteiramente uma parte do que sou, ou tudo o que fui no momento em que as criei, nas suas dife</video:description>
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      <video:title>NBC está de volta à ribalta com &lt;i&gt;Carrossel&lt;/i&gt;, canção-título de um álbum a lançar este ano</video:title>
      <video:description>Estreia-se esta sexta-feira nas plataformas digitais o primeiro tema do próximo álbum de NBC, com lançamento previsto para o segundo semestre de 2024. Chama-se  Carrossel , tal como o álbum agora anunciado, e o videoclipe foi gravado na Quinta do Mocho por escolha do músico, por ser “um bairro de Lisboa predominantemente africano e de pessoas muitas vezes não referenciadas na sociedade na qual vivemos, mas no qual a música tem um espaço enorme nas suas vidas”. 

 Nascido Timóteo de Deus em 1974, em São Tomé e Príncipe, NBC (sigla que significa Natural Black Color) lançou um primeiro álbum em 2003,   Afro-Disíaco  , ao qual se seguiram   Maturidade   (2008),   Toda a Gente Pode Ser Tudo   (2016),   NBC no Estúdio Showlivre (Ao Vivo)   (2018),   EPiderme   (2021) e   Tour EPiderme 2022 (Ao Vivo)   (2023). Em 2019, participou no Festival RTP da Canção com   Igual a Ti  , que ficou em segundo lugar (o vencedor desse ano foi Conan Osíris). 

 Para NBC, que ao longo da sua carreira participou em trabalhos de  Sam The Kid , Expensive Soul ou Regula, este seu novo trabalho “marca um momento muito importante” na sua vida de criador de canções, conforme escreve no texto que acompanha o lançamento. “Depois da pandemia”, acrescenta, “achei necessário reinventar-me e seguir por novos caminhos, que sempre fizeram parte de mim mas nunca tinha tido a oportunidade de explorar antes.” Daí o  Carrossel : “Hoje, com uma maior experiência de vida e de estrada, larguei alguns preconceitos pessoais e decidi avançar para este carrossel de emoções e quis contar a história com esta musicalidade.”</video:description>
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      <video:title>FeMa. propõem um olhar sobre o ser humano em &lt;i&gt;Vontade, vontadinha&lt;/i&gt; e anunciam &lt;i&gt;HOMNiA&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Estrearam-se em 2022 com um EP denominado   Uma Palavra Chamada Folha   a anunciam para 5 de Abril deste ano um novo EP,  HOMNiA , do qual estreiam esta sexta-feira um primeiro tema, em single e videoclipe, Vontade, vontadinha. Chamam-se FeMa. (assim mesmo, com um ponto a seguir ao nome) e são um projecto de Diogo Félix, nascido em Alcobaça há 23 anos, e que, ao vivo, conta com Diogo Félix (guitarra, voz e teclados), Camila Romão (guitarra), Daniel Silva (baixo) e Eduardo Ricarte (percussão). 

 O tema agora em estreia,  Vontade, vontadinha , cujo videoclipe foi realizado por Rodrigo Correia e Luísa Félix, é apresentado como “um olhar sobre o ser humano, sobre os prazeres, vícios e desejos e como existe uma forte correlação natural com os comportamentos humanos”, falando “sobre a dualidade entre o medo do desconhecido, que se torna mais intenso no escuro da noite, e a sensação de liberdade e renascimento que o nascer do dia traz, sendo também uma divagação de como os nossos desejos e vontades nos controlam e uma reflexão de como esta procura será sempre algo que distancia o ser humano da natureza.” 

 Nas gravações de  Vontade, vontadinha , além de Diogo Félix (letra e música, voz, coros, guitarra, sintetizadores), participaram João Valente (sintetizadores) e Eduardo Ricarte (coros).</video:description>
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      <video:title>Mais de um milhão saíram à rua na Alemanha contra a AfD</video:title>
      <video:description>O partido Alternativa para a Alemanha (AfD) motivou manifestações em várias cidades alemãs entre sexta-feira e domingo, depois de o  site  de jornalismo de investigação Correctiv ter divulgado uma reunião de elementos da AfD com formações da extrema-direita e elementos neonazis. Na reunião, terá sido apresentado um plano para deportação de estrangeiros e expulsão de cidadãos alemães “não integrados”. Segundo o Correctiv, a reunião aconteceu em Potsdam, também palco de manifestação. Hamburgo, Colónia, Berlim e Munique são algumas das cidades que gritaram ser "anti-AfD". 

 O chanceler alemão, Olaf Scholz, diz ser "certo" e "bom" que os cidadãos se manifestem. "Se há algo na Alemanha que nunca mais deverá encontrar lugar, é a ideologia racial nacional dos nazis."</video:description>
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      <video:title>Jorge Moreira da Silva: “A população de Gaza está em risco de uma diminuição brutal”</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	 
	  Jorge Moreira da Silva: “Vi frigoríficos solares, bonecas, livros para colorir, botijas de oxigénio, tudo rejeitado” por Israel  
	 
 

 Jorge Moreira da Silva, director executivo do Escritório das Nações Unidas para Serviços de Projectos e subsecretário-geral das Nações Unidas, esteve na última semana em Gaza. Relata como no terreno Israel está a dificultar a entrada de ajuda humanitária e conta, em entrevista ao PÚBLICO-Renascença, que, neste momento, cada criança tem apenas um litro de água por dia para viver e existe “apenas um chuveiro para cada 1850 pessoas”.</video:description>
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      <video:title>Na véspera de lançar &lt;i&gt;não és tu, nem sou eu&lt;/i&gt;, Mariana Reis divulga videoclipe homónimo</video:title>
      <video:description>Na véspera do lançamento do seu primeiro álbum, sucessor do EP  coisas por dizer , Mariana Reis dá a conhecer o quinto single com videoclipe deste seu novo trabalho. E é precisamente com o tema que lhe dá título,  não és tu, nem sou eu , realizado por Diogo Costa (MLN Studios). Com Mariana Reis (letra, música, voz, piano, guitarras), participaram na gravação Sérgio Mendes (produção, guitarras) e Diogo Arranja (bateria). Antes do tema  não és tu, nem sou eu  (com letra e título sem maiúsculas, como todas as canções que tem publicado), já tinham sido publicados quatros singles e viodeoclipes deste álbum. O primeiro foi   e se eu te disser  , em Novembro de 2022, seguindo-se, em 2024,   mais uma sobre ti  , em Janeiro,   alguém que só sonha contigo  , em Abril, e   lado a lado  , em Maio, gravado em dueto com João Pedro Pais. Escrita em 2017/18, é “uma canção que fala de amor, do lado mais bonito e esperançoso de uma relação”, a retratar “uma fase muito feliz” que viveu nesse momento. 

 Nascida em Almada, em 1996, Mariana Reis teve aulas de piano durante onze anos e aprendeu a tocar guitarra sozinha enquanto se formava em gestão de empresas. Dá aulas de piano e compõe para si própria e para outras vozes. Em Abril de 2022 lançou um EP intitulado   coisas por dizer  , centrado em relações acabadas, que retratou em canções como  engana-me hoje,   eu deixo ,  coisas por dizer ,  há brilho na noite  e  ainda ando assim . O álbum  não és tu, nem sou eu  vai ser apresentado nas lojas Fnac em Fevereiro (17 Gaia, 18 Porto, 24 Coimbra e 25 Leiria) e Março (Lisboa), antes de um concerto no Musicbox, já marcado para o dia 10 de Abril, às 21h30.</video:description>
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      <video:title>RioLisboa &lt;I&gt;Cantam Revolução&lt;/I&gt;, num disco que celebra os 50 anos do 25 de Abril</video:title>
      <video:description>Aos trabalhos musicais que desde finais de 2023 têm vindo a surgir com o objectivo de celebrar os 50 anos do 25 de Abril, juntar-se-á nos próximos meses mais um. Chama-se  RioLisboa Cantam Revolução  e será o terceiro álbum de um grupo que desde a sua formação, em 2013, tem procurado reflectir na sua música o encontro cultural entre Portugal e o Brasil. Sucessor de   Aqui e Ali   (2013) e   Moça Morena   (2018), o álbum  RioLisboa Cantam Revolução  vai ser lançado este ano e, a antecipar esse trabalho os RioLisboa publicam esta quarta-feira em single a canção  Amanhã , com um videoclipe realizado por Aurélio Vasques. 

 Com o autor da letra e da música da canção, Bruno Fonseca (guitarra clássica e direcção musical), participaram nas gravações Carlos Menezes (contrabaixo), Marcos Alves (percussão e piano acústico), André Mota e Francisco Fonseca (coros), e, como convidados, André Dias (guitarra portuguesa) e duas cantoras: a jovem fadista Cassandra Cunha e Luanda Cozetti, dos Couple Coffee, que já havia participado  no álbum anterior  dos RioLisboa,  Moça Morena . 

 Neste novo disco, diz-se no texto que acompanha o lançamento do single e videoclipe, os RioLisboa tiveram “como ponto de partida a temática da Liberdade. No contexto da Revolução de Abril, e da celebração dos 50 anos sobre o seu acontecimento, Bruno Fonseca, mentor do grupo, encontrou o pretexto para dar início a este novo trabalho. A sua afinidade a esta temática seria igualmente partilhada pelos outros membros, que abraçaram a ideia de imediato.”  Cantam Revolução  é também, afirmam, “um grito perante os acontecimentos no mundo”.</video:description>
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      <video:title>João Caetano anuncia um novo disco e dá a conhecer, em estreia, &lt;i&gt;A tua ausência&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Nasceu em Macau, filho de pais portugueses, estudou música em Inglaterra e acabou por integrar a banda britânica Incognito, da qual faz parte há 15 anos, depois de ter tocado com nomes como Leona Lewis, Jesse J, Dionne Bromfield e, mais tarde, Chaka Khan. Até que um dia, o músico e produtor João Caetano, que começou a tocar percussão desde pequeno, quando ouvia todo o tipo de música portuguesa (“Desde Amália a Zeca Afonso, passando por António Variações, Dulce Pontes, Sérgio Godinho, Vitorino, Rui Veloso”, conforme disse numa entrevista ao PÚBLICO em 2016), resolveu empenhar-se num projecto a solo, mais ligado às raízes portuguesas, como cantor e percussionista. Começou a trabalhar nele em 2011 e em 2015  estreou-o em Lisboa , no Museu do Oriente. Foi um EP homónimo, a que se seguiu um álbum intitulado   Rhythm &amp; Fado   (2019). 

 Agora, anuncia para Março um novo disco, o EP  Cada Vez Mais , revelando, em estreia, o seu primeiro single,  A tua ausência . O tema foi gravado entre Lisboa e Londres, com a participação de André Dias, Inês Vaz e Seth Tackaberry, com mistura e masterização de Mo Hausler, engenheiro de bandas como U2 ou The Script, com quem João trabalha “há mais de 12 anos”. A letra de  A tua ausência  é de Paulo Abreu de Lima (1952-2021), autor da maior parte dos temas do disco e com o qual, segundo o texto que acompanha o lançamento, João Caetano tinha uma relação “de grande amizade e proximidade […] onde não faltavam guitarras, ritmos portugueses e africanos, bombos e adufes”.  Cada Vez Mais  promete, assim, seguir a via aberta no seu EP de estreia, numa reinvenção da música de raiz tradicional onde guitarra portuguesa, acordeão e percussões (incluindo os bombos de Lavacolhos) ganham, juntos, uma dimensão quase épica. 

 O novo EP de João Caetano será apresentado ao vivo em Lisboa, no Teatro Maria Matos, no dia 15 de Abril, às 21h. A par disso, segundo os seus promotores, tem também para este ano concertos marcados em Espanha, Inglaterra e Bulgária.</video:description>
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      <video:title>Israel divulga imagens de ataque aéreo a "célula terrorista" na Cisjordânia</video:title>
      <video:description>Israel anunciou esta quarta-feira que matou vários membros de "uma célula terrorista" na Cisjordânia. As Forças de Defesa de Israel (IDF) divulgaram imagens do alegado ataque de drone a um veículo no campo de refugiados de Balata. 

 Os alvos do ataque israelita seriam membro de um grupo liderada por Abdullah Abu Shalal, que, segundo Israel, era responsável pela principal "infra-estrutura terrorista" na Cisjordânia, de onde teria dirigido vários ataques em 2023, como o tiroteio de Abril no bairro de Sheikh Jarrah, em Jerusalém Oriental, e um ataque à bomba em Outubro. 

 As IDF afirmam que foram encontradas armas no veículo. Já esta quarta-feira, Israel anunciou que matou um espião palestiniano do Hamas em Khan Younis, na Faixa de Gaza. Bilal Nofal era, segundo os militares israelitas, um agente da contra-espionagem e o seu desaparecimento irá trazer “impactos significativos na organização terrorista”. 

 Saiba mais: 

 
	  Israel diz que matou um espião e desmantelou célula   terrorista  
	  Israel enfrenta acusação de genocídio. "Hipocrisia", diz Netanyahu​  
	  “Uma história grosseiramente distorcida”. Israel nega acusação de genocídio​</video:description>
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      <video:title>Vocalista dos extintos Mosh lança-se a solo como Dark Miles e com um disco a condizer</video:title>
      <video:description>Já o conhecemos como Pedro Lima, nos tempos em que era vocalista de uma banda portuense de rock chamada  Mosh , em actividade entre 2004 e 2010. Passados mais de dez anos do final da banda, e pondo fim a um hiato musical que começou a desfazer-se durante a pandemia da covid-19, Pedro volta às canções como Pete Miles e com um projecto intitulado Dark Miles. Já tem um disco já gravado e com nome a condizer,  10 Miles into the dark , e que se apresenta como “uma viagem às profundezas da alma, guiada pelo som de uma geração que resiste ao teste do tempo”. Desse disco, previsto para Abril, estreia-se esta sexta-feira o tema  Your heart is an empty street.  

 O disco, em grande parte gravado no estúdio de André Indiana, que assegurou as misturas (a excepção foram três temas gravados nos estúdios de Mário Pereira), tem masterização de Mário Barreiros e produção de Paulo Praça, que também participou como músico, a par de André Indiana (nas guitarras e baixos), de Paulo Gravato (saxofone), Eurico Amorim (teclas), Bruno Oliveira (bateria), Sérgio Silva (bateria) e Miguel Martins (guitarra), que participaram em projectos tão diversos como Os Azeitonas, Pedro Abrunhosa, os Expensive Soul ou os Zen. 

 O anunciado disco de estreia do projecto Dark Miles foca-se, segundo se assegura no texto que acompanha o lançamento de  Your heart is an empty street , em influências musicais dos anos 80 e 90, que “vão desde Depeche Mode, David Bowie, Iggy Pop, Peter Murphy, The Sound, Psychedelic Furs, Peter Gabriel, até Mad Season, Stone Temple Pilots, Chris Cornell, Mother Love Bone, Temple of the Dog, Mark Lanegan, etc.” O disco da nova banda de Pedro Lima (agora Pete Miles) pretende, afirma-se ainda, “homenagear essas duas décadas brilhantes da música internacional”.</video:description>
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      <video:title>Depois de revisitar &lt;i&gt;Ginger Ale&lt;/i&gt;, Joana Espadinha começa o ano a &lt;i&gt;Vestir a camisola&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Cantora e compositora, Joana Espadinha já gravou, até à data, três álbuns:  Avesso  (2014),  O Material Tem Sempre Razão  (2018) e   Ninguém Nos Vai Tirar o Sol   (2021). E anuncia para 2024 um quarto, do qual já revelou dois temas,   Será o que será ,  e uma  releitura de  Ginger Ale  , canção que escreveu para Diana Castro defender no  Festival RTP da Canção de 2022 , regravando-a com mais cinco cantoras (Ana Bacalhau, Diana Castro, Luísa Sobral, Marisa Liz e Selma Uamusse), desta vez associada uma campanha de sensibilização para o trabalho da Associação OVO - Observatório de Violência Obstétrica em Portugal. A canção foi publicada, nesta nova versão, em single e videoclipe, no dia 24 de Novembro de 2023, sinalizando o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres. 

 Agora, passados dois meses, Joana Espadinha assinala a entrada no novo ano com mais um tema dos que integrarão o seu quarto álbum,  Vestir a camisola , com um videoclipe assinado por Tiago Brito. Encenado num enorme tabuleiro de xadrez, e explorando a partir daí diversas texturas, simboliza a dança dos adversários que aguardam o momento certo para mover uma peça. No texto que acompanha o lançamento, Joana traça uma paralelismo com o amor: “O amor pode ser assim também ao início, com os seus avanços e recuos, mas é muito melhor quando os jogadores percebem que jogam na mesma equipa. Esta canção fala sobre essa viagem, que torna as relações mais fortes e imunes às mudanças de vento.” 

 A produção é de António Vasconcelos Dias, que assegura vários dos instrumentos (bateria, baixo, piano e sintetizadores, guitarras acústica e eléctrica e programações), Nas gravações participaram ainda João Firmino (guitarras eléctrica) e Manuel Pinheiro (percussão).</video:description>
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      <video:title>Álbum de Lina dedicado a Camões é lançado esta sexta-feira e tem mais um videoclipe</video:title>
      <video:description>Já conhecíamos   Desamor   e   O que temo e o que desejo  , singles com videoclipes divulgados em Outubro e Novembro de 2023. Agora, chega-nos um terceiro tema,  Se de saudade morrerei ou não , também em single e videoclipe, no mesmo dia em que é finalmente editado o novo álbum da cantora e fadista Lina, intitulado   Fado Camões  . Gravado no Fórum Municipal Luísa Todi, em Setúbal, o videoclipe foi realizado por Aurélio Vasques. A produção é de Justin Adams, músico, compositor e produtor britânico responsável pela produção de álbuns de Robert Plant, Rachid Taha, Tinariwen, Jah Wooble ou Souad Massi, a par de colaborações com Brian Eno, Sinéad O’Connor e vários músicos árabes e africanos. Neste disco, Lina é acompanhada pelos músicos Pedro Viana (na guitarra portuguesa), John Baggott (piano, teclas e arranjos) e, em dois dos temas, Ianina Khmelik (violino). Outra participação de relevo neste trabalho é a da cantora e compositora Amélia Muge, que, além de contribuir com uma canção (letra e música), ajudou também na adaptação das letras. Como sucedeu com  O que temo e o que desejo , cuja música se baseia no Fado Triplicado, de José Marques Piscalarete (1899-1967), discípulo de Armandinho. 

 O novo álbum de Lina, que celebra o 500.º aniversário do nascimento do poeta Luiz Vaz de Camões, sucede ao celebrado   Lina_Raül Refree  , de 2020, gravado com o produtor e músico catalão Raül Refree, e que obteve em 2021 o  Prémio Carlos do Carmo , da SPA.</video:description>
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      <video:title>Irão ataca “quartel-general da espionagem” de Israel no Iraque</video:title>
      <video:description>Acompanhe ao minuto os conflitos no Médio Oriente: 

 
	 
	  Irão ataca “base da Mossad” no Iraque  
	 
 

 Guardas da Revolução iranianos reivindicaram o ataque contra uma “base da Mossad", o que dizem ser um “quartel-general da espionagem” de Israel, no Iraque. 

 Nas últimas semanas, ataques israelitas mataram um responsável dos Guardas da Revolução, Razi Mousavi, que faria a coordenação da aliança militar entre a Síria e o Irão, em Damasco; o vice-líder do comité político do Hamas, Saleh al-Arouri, em Beirute; e um dos rostos do comando militar do Hezbollah, Wissam al-Tawil, no Sul do Líbano. Os Guardas da Revolução iranianos são a poderosa força de elite próxima do Guia Supremo iraniano 

 O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Hossein Amir Abdollahian, avisou os Estados Unicos e o Reino Unido para "pararem imediatamente com a guerra contra o Iémen". No mesmo dia, o  ministro dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido afirmou que " ninguém pode dizer que os EUA e o Reino Unido não deram aos houthis, apoiados pelo Irão, todos os avisos possíveis para desistirem."​</video:description>
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      <video:title>Navio norte-americano atingido por míssil na Costa do Iémen</video:title>
      <video:description>Um navio norte-americano foi atingido, esta segunda-feira, por um míssil na Costa do Iémen. De acordo com o Centro de Comando dos Estados Unidos, o navio não apresenta danos significativos e não há registo de vítimas. 

 Os iemenitas houthis têm atacado navios comerciais no mar Vermelho, no que dizem ser uma demonstração de apoio à Palestina e uma resposta directa aos recentes bombardeamentos dos EUA e Reino Unido de posições no Iémen controladas pelo grupo rebelde. 

 Os EUA tinham já abatido, no domingo, um míssil disparado pelos houthis, que tinha como alvo um contratorpedeiro norte-americano. O mar Vermelho é uma das vias marítimas mais importantes para o comércio internacional. 

 Saiba mais: 

 
	  EUA continuam a atacar posições dos houthis no Iémen  
	  Um ataque dos EUA era precisamente o que os houthis queriam  
	  Houthis dizem que ataques no Iémen "não ficarão impunes ou sem resposta"</video:description>
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      <video:title>Nova erupção na Islândia ameaça cidade piscatória de Grindavik</video:title>
      <video:description>Um  vulcão  entrou em erupção no Sudoeste da  Islândia , na madrugada de domingo. A pequena cidade piscatória de Grindavik, próxima do local da erupção, tinha já sido evacuada no dia anterior e não há, por isso, pessoas em perigo. 

 No entanto, a lava já entrou na cidade e destruiu várias habitações e os acessos a Grindavik permanecem cortados. 

 Esta é a segunda erupção vulcânica na península de Reiquiavique, no Sudoeste da Islândia, em menos de um mês e a quinta erupção desde 2021.</video:description>
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      <video:title>“Uma história grosseiramente distorcida”. Israel nega acusação de genocídio</video:title>
      <video:description>A equipa legal de Israel foi, esta sexta-feira, ouvida no Tribunal Internacional de Justiça, onde considerou infundadas as  acusações de genocídio  movidas pelo Governo da África do Sul. 

 Tal Becker, conselheiro jurídico do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel, afirmou que a guerra na Faixa de Gaza é “contra o Hamas, não contra o povo de Gaza”. “Não queremos destruir, mas proteger o povo de Gaza”, acrescentou.  

 A equipa de defesa de Israel acusou, ainda, a África do Sul de “transformar o termo genocídio numa arma contra os israelitas”. 

 Saiba mais: 

 
	  Israel enfrenta acusação de genocídio. "Hipocrisia", diz Netanyahu  
	  Governo israelita nega genocídio em Gaza: “Se houve actos de genocídio, foram perpetrados contra Israel”</video:description>
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      <video:title>Houthis dizem que ataques no Iémen "não ficarão impunes ou sem resposta"</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	 
	  Governo britânico justifica ataque anglo-americano contra os houthis no Iémen com “legítima defesa”  
	 
	 
	  EUA e Reino Unido bombardeiam posições dos houthis no Iémen  
	 
 

 A operação militar conjunta foi apresentada como uma resposta directa aos ataques do grupo rebelde que controla partes do território iemenita a navios comerciais e de outro tipo no mar Vermelho. 

 Apoiados pelo Irão, os houthis dizem que as suas acções bélicas numa das vias marítimas mais importantes para o comércio mundial são uma forma de demonstrar solidariedade com o povo palestiniano por causa da guerra na Faixa de Gaza. Muitos dos seus alvos recentes não estão, ainda assim, directamente ligados a Israel.</video:description>
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      <video:title>Israel enfrenta acusação de genocídio. "Hipocrisia", diz Netanyahu</video:title>
      <video:description>Começou, nesta quinta-feira, o julgamento do processo por genocídio movido contra Israel pelo Governo sul-africano. Nesta primeira audiência no Tribunal Internacional de Justiça (TIJ), estiveram presentes quinze juízes do principal órgão judicial da ONU. 

 A acusação de genocídio na Faixa de Gaza foi movida a 29 de Dezembro pela África do Sul. O país alega que Israel está a violar a Convenção do Genocídio de três modos: cometer genocídio, não impedir um genocídio, e não impedir e punir incitamento a genocídio. 

 “É o primeiro genocídio da história em que as suas vítimas transmitem a sua própria destruição em tempo real, na desesperada e até agora vã esperança de que o mundo faça alguma coisa”, defendeu Blinne Ní Ghrálaigh, advogada irlandesa e consultora da equipa legal da África do sul. 

 Benjamin Netanyahu já reagiu e acusa o Governo da África do Sul de “hipocrisia”. “O mundo está de pernas para o ar. As Forças de Defesa de Israel, o exército mais moral do mundo, que faz tudo para evitar prejudicar os não-combatentes, é acusada, pelos representantes destes monstros, de genocídio. A hipocrisia da África do Sul é de bradar aos céus”, disse o primeiro-ministro de Israel, nesta quinta-feira. 

 Saiba mais em: 

 
	  África do Sul avisa para risco de “danos irreparáveis” em Gaza e pede “medidas provisórias”  
	  Tribunal Internacional de Justiça começa processo contra Israel por genocídio  
	  Diana Buttu: “Pagámos um preço muito alto pela nossa liberdade, por nos defendermos da brutalidade de Israel”</video:description>
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      <video:title>Voluntários que limpam praias na Galiza não sabem onde deixar os &lt;i&gt;pellets&lt;/i&gt; — então levam-nos para casa</video:title>
      <video:description>Leia aqui a reportagem completa:  Pellets  na Galiza: “O Prestige era a maré negra, isto é a maré branca”  
 

 Dezena e meia de pessoas e estão de joelhos, curvadas, empenhadas numa só tarefa: identificar pequenas esferas de plástico e retirá-las, entre algas, conchas e detritos, da areia da praia de Madorra, em Nigrán. São voluntários que tentam, com as próprias mãos, combater uma nova uma crise ambiental na costa do norte de Espanha, mais de 20 anos depois do desastre do  Prestige . 

 Estima-se que o navio, propriedade da Maersk, uma das maiores transportadoras do mundo, perdeu seis dos contentores que transportava, os quais continham mil sacos de 25 quilos, num total de 25 toneladas. 

 Nestes dias, entre as 16h e até ao pôr-do-sol, os voluntários, com luvas e munidos de baldes, pás e coadores, vão recolhendo o plástico. É um trabalho complexo, que exige paciência. Ali os plásticos opacos têm de ser separados dos restantes resíduos – entre os quais outras minúsculas bolas de esferovite que também poluem as praias - e de algas.  

 Para quem mora na região, a explicação preocupa e o medo é real. “A Galiza vive da indústria pecuária, e se o peixe morre, a indústria morre também”, avisa Alba, uma das voluntárias a trabalhar na limpeza da praia da Madorra. A invasão dos  pellets  tem “impacto na fauna marinha e nós, indirectamente, também ficamos afectados”.</video:description>
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      <video:title>António Mão de Ferro estreia um novo álbum, &lt;i&gt;Back&lt;/i&gt;, com o videoclipe de &lt;i&gt;Old times&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Dois anos após a estreia de  Lunatic , o cantor, compositor e guitarrista portuense António Mão de Ferro está de volta com um novo álbum, significativamente intitulado  Back . E esta sexta-feira, o mesmo dia em que o disco chega às plataformas digitais, assinala este regresso com um single e videoclipe,  Old times . O álbum, apresenta-o como um disco “bastante pessoal” que espelha vários momentos seu passado, como ele escreve no texto que acompanha o lançamento: “Faz um apanhado de histórias que vivi e cada uma tem o seu momento, a sua influência, o seu estilo. Isto é o que se sente ao ouvir o disco. É quase um  medley  de estilos e influências! A banda sonora de memórias, histórias pessoais vividas ao longo de muitos anos. Acho que esse é o verdadeiro conceito, não é um disco de blues, folk ou rock. É um disco de momentos.” 

 Em  Back , onde António Mão de Ferro volta a contar com Bernardo Fesch nas letras e no baixo, a par do seu irmão Diogo Mão de Ferro (guitarra “slide”), de Diogo Santos (teclado) e de Leandro Leonet (bateria), participam ainda como convidados o guitarrista britânico BJ Cole (que tocou, entre muitos outros, com Elton John, Humble Pie, Cat Stevens, Uriah Heep, Procol Harum, Björk ou R.E.M.), o baixista norte-americano Gerald Calhoun (Kashmere Stage Band) e o guitarrista Fernando Nascimento, que fez parte do histórico grupo portuense Arte &amp; Ofício. 

 Nascido no Porto, a 25 de Junho de 1976, António Mão de Ferro estreou-se com   Karma   Train   (2010), a que se seguiram   Somewhere   (2015),   António Mão de Ferro   (2017) e   Lunatic   (2021).  Back , o seu quinto álbum, já tinha sido anunciado com o  tema-título , em Junho de 2023, num single com videoclipe realizado por Paulo Ferreira. Já o vídeo que agora se estreia,  Old times,  foi realizado por Alberto Almeida com as participações, como actores, de Filipe Maia (padre), Daniel Boone (polícia), Ricardo Vila Verde ( barman ) e António Carvalheira (velho amigo). 

 Se no caso de  Lunatic , António Mão de Ferro imaginou a sua apresenta</video:description>
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      <video:title>“É angustiante”. Inundações na República Democrática do Congo fazem mais de 300 mortos</video:title>
      <video:description>Mais de 300 pessoas morreram nos últimos meses devido a inundações em toda a República Democrática do Congo. Na quarta-feira, o rio atingiu 6,20 metros acima do nível do mar, o valor mais alto em mais de 60 anos. 

 “O que é mais angustiante é que chegou a este ponto, em que se espera que crianças, jovens, famílias inteiras sofram desastres ambientais, e que nenhuma medida tenha sido tomada para ajudá-los a superar esta tragédia”, afirma Passou Onima Ketsia, activista pelo clima. 

  Cerca de 300 mil famílias foram afectadas pelas inundações e dezenas de milhares de casas foram destruídas. As águas das cheias arrastaram milhares de garrafas de plástico e outros detritos que agora entopem as ruas.   

 O mau planeamento urbano e as fracas infra-estruturas tornaram alguns países africanos vulneráveis a inundações repentinas após chuvas intensas, que se tornaram mais frequentes devido às alterações climáticas. 

 Saiba mais  aqui .</video:description>
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      <video:title>Próximas semanas vão ser fundamentais para a vacinação alerta directora-geral da saúde</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	  Rita Sá Machado: “Iremos manter um excesso de mortalidade nos 65 mais e também nos 45-64 anos”  
 

 Numa altura em que o frio se mantém e o número de infecções respiratórias ainda é grande, a directora-geral da Saúde assume que o excesso de mortalidade acima dos 45 anos se vai manter esta semana. Fica o apelo à vacinação, que poderá ser alargada a mais pessoas. 

 Em entrevista ao PÚBLICO e Rádio Renascença, Rita Sá Machado refere que a Direcção-Geral da Saúde (DGS) está a estudar a imunização relativamente ao Vírus Sincicial respiratório, também responsável por internamentos de crianças com menos de dois anos e idosos. 

 Num olhar para o futuro, assume que quer modernizar a casa que vai ocupar nos próximos cinco anos e diz que é fundamental haver reforço de recursos humanos na saúde pública.</video:description>
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      <video:title>Porta-voz da OMS descreve cenário “caótico” no interior do Hospital de Al-Aqsa</video:title>
      <video:description>O Exército israelita bombardeou, esta quarta-feira, um edifício residencial a poucos metros do Hospital dos Mártires de Al-Aqsa, em Gaza. Segundo o gabinete de comunicação do Governo de Gaza, o ataque fez mais de 40 feridos. A mesma fonte adianta, ainda, que há registo de “dezenas” de vítimas mortais. 

 “Este hospital opera, neste momento, com 30% dos profissionais com que contava há dias”, relata Sean Casey, enviado da Organização Mundial de Saúde. “Ontem tinham um médico a trabalhar durante a noite neste serviço de urgências, com centenas de vítimas diárias”, acrescentou, numa mensagem onde descreve o cenário “caótico” que se vive no hospital.  

 De acordo com a Al-Jazeera, o edifício bombardeado servia de refúgio para palestinianos deslocados e abrigava várias famílias. A mesma emissora avança que entre os dias 5 e 7 de Janeiro foram mortos 225 palestinianos e 296 ficaram feridos, em consequências de ataques do Exército de Israel.</video:description>
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      <video:title>“Vêm matar-nos, entraram na estação”. Criminosos invadem televisão pública no Equador</video:title>
      <video:description>Um grupo de homens armados invadiu nesta terça-feira os estúdios da televisão pública do Equador na cidade de Guayaquil, interrompendo a emissão em directo. O Presidente do Equador, Daniel Noboa Azin, declarou, entretanto, o estado de “conflito armado interno” no país e as autoridades terão conseguido reassumir o controlo do canal.  

 A polícia equatoriana resgatou os reféns e deteve os 13 criminosos. Na véspera do ataque, o Presidente tinha já decretado o estado de emergência, em resposta à escalada de violência. Pelo menos sete agentes da polícia terão sido raptados e há relatos de explosões em várias localidades e de ataques a estabelecimentos comerciais e universidades. 

 Vários grupos criminosos disputam entre si o controlo do tráfico de cocaína, que tem no porto de Guayaquil um dos principais pontos de escoamento de droga para os mercados internacionais.  

 De acordo com a agência Reuters, há relatos de uma presença militar visível em torno de edifícios do Governo, na capital Quito. Esta medida é uma resposta à alegada fuga de Adolfo Macias, líder do grupo criminosos Los Choneros, de uma prisão onde cumpria uma pena de 34 anos. 

 Saiba mais: 

 
	  Homens armados nas universidades, reféns na televisão e fugas da prisão. O que se passa no Equador?</video:description>
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      <video:title>Pongo dança no caminho difícil</video:title>
      <video:description>Uma queda levou-a à fisioterapia, a fisioterapia levou-a a descobrir o kuduro, surpresa escondida na estação de comboios de Queluz, o kuduro levou-a a descobrir o mundo. Aos 15 anos, Engrácia Domingues, então Pongolove, agora Pongo, dava voz e energia a  Kalemba (Wegue Wegue) , enorme sucesso dos Buraka Som Sistema. 

 Depois dessa aventura, Pongo fez-se artista a solo, sempre inspirada pelas danças e brincadeiras de criança em Angola. Agora, conquista salas de concertos na Europa, em especial em França, onde conheceu Emmanuel Macron.</video:description>
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      <video:title>Tempestade de Inverno cobre de branco o nordeste dos EUA</video:title>
      <video:description>A primeira tempestade de Inverno da temporada está a atingir o nordeste dos EUA. No Maine, a neve começou a cair ao fim da tarde de sábado (6 de Janeiro), segundo os meios de comunicação locais.  

 A agência e as autoridades estatais exortaram os 16 milhões de pessoas que se encontravam na zona afectada pela tempestade de Inverno a manterem-se vigilantes, uma vez que a neve da tempestade poderia cobrir as estradas e derrubar árvores e linhas eléctricas, tornando as viagens traiçoeiras e cortando a energia. 

 As imagens mostram pessoas de todo o Leste dos EUA a limpar a neve e a tirar fotografias no que parecia ser um país das maravilhas do Inverno. De acordo com os meios de comunicação social locais, várias comunidades de Massachusetts registaram 30 cm de neve.</video:description>
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      <video:title>Análise: o "pedronunismo" começou este domingo</video:title>
      <video:description>Chegou hoje ao fim o 24.º Congresso do PS. Ao terceiro e último dia, o encerramento do encontro ficou a cargo do novo secretário-geral do partido. 

 No último discurso do congresso, Pedro Nuno Santos sublinhou que o capítulo de António Costa "está prestes a chegar ao fim". "Agora é a nossa vez de iniciar uma nova etapa e é sobre nós que recai a enorme responsabilidade de escrever um novo capítulo no livro da governação do PS e do desenvolvimento do país." 

 O novo líder socialista cumpriu a promessa de revelar as prioridades do partido e enumerou medidas concretas, "para que os portugueses saibam ao que vimos". A reforma das fontes de financiamento do sistema de Segurança Social, "para que a sustentabilidade futura deste não dependa apenas das contribuições pagas sobre o trabalho", e um novo indexante de actualização das rendas, porque "em anos de inflação elevada, a evolução das rendas não pode estar desligada da evolução dos salários", são exemplos das medidas anunciadas. Aos professores, o PS promete "aumentar os salários de entrada na carreira docente" e reduzir as diferenças entre os primeiros e últimos escalões. 

 O 24.º Congresso do PS decorreu entre 5 e 7 de Janeiro na FIL, em Lisboa. 

 Veja também: 

 
	 
	  Um discurso, dois slogans: a saída apoteótica de António Costa  
	 
	 
	  Análise: o primeiro discurso de Pedro Nuno Santos no congresso do PS  
	 
	 
	  Economia “selectiva”, professores a ganhar mais e dentistas no SNS. O que propõe Pedro Nuno Santos  
	 
	 
	  Pedro Nuno Santos encerra “capítulo” Costa, mas promete “rumo disciplinado e sem rupturas”</video:description>
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      <video:title>Análise: o primeiro discurso de Pedro Nuno Santos no congresso do PS</video:title>
      <video:description>No segundo de três dias de congresso do PS, o novo secretário-geral do partido discursou pela primeira vez neste encontro. 

 Pedro Nuno Santos falou sobre a ambição de vencer as eleições regionais, autárquicas, europeias e presidenciais, deixando de fora as legislativas. Falou sobre o seu contributo enquanto membro dos três governos encabeçados por António Costa e sublinhou o orgulho no legado do primeiro-ministro demissionário. Depois de elogiar os governos de Costa e a "solução governativa de que muitos duvidaram, mas que se revelou virtuosa", assumiu querer "abrir um novo ciclo no país". 

 No PSD vê um vazio: de projecto, visão, liderança, credibilidade, experiência e decisão. Acusa o PSD de ter criado um vazio à direita que fez nascer o Chega e a Iniciativa Liberal. Sobre os dois partidos, o novo secretário-geral socialista diz ainda serem frutos da austeridade de Passos Coelho. 

 Pedro Nuno Santos volta a discursar amanhã, no encerramento do 24.º Congresso do PS, onde promete deixar claras as prioridades do partido e revelar "algumas medidas concretas, para que os portugueses saibam ao que vimos". 

 Veja também: 

 
	 
	  Um discurso, dois slogans: a saída apoteótica de António Costa  
	 
	 
	  Pedro Nuno Santos prepara “novo ciclo” sem afirmar a ambição de ganhar legislativas  
	 
	 
	  Congresso: Costa diz que o PS recuperou num mês de uma “situação traumática”  
	 
	 
	  Opinião. As muitas tarefas que Pedro Nuno Santos tem pela frente</video:description>
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      <video:title>Um discurso, dois slogans: a saída apoteótica de António Costa</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	  A marca registada de Costa e o quase elogio a Pedro Nuno Santos  
	  O melhor discurso da campanha  
 

 "Podem ter-me derrubado, mas não me derrotaram" foi a mensagem incontornável do discurso de despedida de António Costa na abertura do congresso do PS, seguido do potente momento "vamos estar prontos para a luta e para vencer sempre, sempre, sempre" e uma ovação dos militantes socialistas presentes na Feira Internacional de Lisboa. 

 Em 29 minutos de um discurso que pareceu de improviso, António Costa enumerou as conquistas do partido durante os oito anos de governação e intitulou o PS como o "partido da Liberdade". Referiu-se à direita como o "diabo", numa referência às declarações de Pedro Passos Coelho quando, em Julho de 2016, disse "gozem bem as férias que em Setembro vem aí o diabo", durante a primeira "geringonça". 

 O recém-eleito secretário-geral do partido teve algum destaque no discurso, mas sem enormes elogios. Costa afirmou que "Pedro Nuno vai ser o primeiro primeiro-ministro que nasceu depois da Revolução de Abril" e que esse será um "sinal do significado do que é um partido que tem 50 anos, que tem uma longa história ao serviço de Portugal e ao serviço dos portugueses".</video:description>
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      <video:title>Sincelo: o fenómeno do nevoeiro gelado</video:title>
      <video:description>O sincelo “corresponde a um depósito de gelo, constituído por grãos mais ou menos separados por bolhas de ar, às vezes com ramificações cristalinas”, explica o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). Este fenómeno meteorológico resulta da combinação de humidade no ar com baixa temperatura. 

 Os cristais gelados depositam-se sobre superfícies e formam lâminas de gelo que parecem sopradas. À medida que o sol as derrete, caem e estilhaçam-se como vidro. Pode parecer neve, mas não é. Enquanto a neve e o granizo são formas de precipitação, o sincelo é um fenómeno de deposição.  

 Nestas imagens, vê-se sincelo sobre Trancoso, cidade no distrito da Guarda com uma altitude média de 750 metros. Em 1894, Carlos Pimentel escrevia sobre o sincelo em Trancoso no livro “ Arvores giganteas de Portugal ”:  “No inverno quando a friagem é intensa, as ramificações cobrem-se de sincelo, o que lhe dá apparencia maravilhosa, simulando uma arvore de cristal” . 

 Orfeu Bertolami, físico teórico e professor na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, descreve o fenómeno como "típico do Inverno em regiões com altitudes mais elevadas". Em Portugal, o sincelo continua a cobrir de branco algumas zonas do Nordeste Transmontano e da Beira Alta.</video:description>
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      <video:title>Madalena Palmeirim anuncia um novo álbum, &lt;i&gt;Morna Mansa&lt;/i&gt;, e vai estreá-lo no B.Leza</video:title>
      <video:description>No seu álbum de estreia,   Right As Rain  , a cantora, compositora e multi-instumentista portuguesa Madalena Palmeirim já incluía, entre canções cantadas em português e em inglês, uma morna em crioulo cabo-verdiano,  M’cá sabê . Isto porque, como ela disse então ao PÚBLICO, ganhou um fascínio por Cabo Verde e pela sua música ao viajar até São Vicente, onde ficou um mês, em férias e trabalho. Uma “experiência super enriquecedora”, disse, que a levou a transformar um fado, da autoria de Pedro Faro, em morna: “Pedi emprestada essa canção, já composta e escrita em português, traduzi-a para crioulo e pedi a uma amiga que está em Cabo Verde que a corrigisse.” 

 Quatro anos após  Right As Rain  (2019) e  M’cá sabê , que ganhou um videoclipe gravado em Cabo Verde com a participação da violinista Ana Luísa Valdeira, Madalena anuncia para 19 de Janeiro um novo álbum, a que deu o título de  Morna Mansa  e que vai ser apresentado ao vivo na véspera, no B.Leza, em Lisboa. Foi criado em Cabo Verde, na ilha de São Vicente, onde Madalena se refugiou durante a pandemia. Ali conheceu John D’Brava, e foi com ele que gravou o primeiro single do seu novo álbum,   É bô  , lançado em videoclipe no dia 10 de Novembro do ano passado. 

 Agora, revela esta sexta-feira uma nova canção,  Mudjer , também lançada em single e videoclipe, com a participação da cantora cabo-verdiana Milanka Vera-Cruz. Antes de a gravarem, Madalena e Milanka já cantavam juntas no Mindelo, em encontros que este tema celebra, como diz o texto que acompanha o lançamento: “No Mindelo, Madalena assistia a um concerto da Milanka e trazia consigo um cavaquinho, que não durou muito encostado ao balcão. O single  Mudjer  é sobre esses encontros, uma ode cantada em crioulo, uma homenagem à sororidade, uma celebração de uma geografia sentimental ancestral para lembrar que: nenhuma mulher é (nem alguma vez será) uma ilha.” Com música e letra de Madalena Palmeirim,  Mudjer  conta com a participação de Aldina da Luz, Carolina Graça Costa, Lourdes Fonseca, Nádia dos Santos</video:description>
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      <video:title>Políticos devem habituar-se a um “escrutínio que é por vezes injusto”, diz Rangel</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	 
	  Rangel estranha “coincidências” e diz que “há” mão invisível contra Montenegro  
	 
 

 Paulo Rangel, eurodeputado e vice-presidente do PSD, comenta a recente polémica com a casa em Espinho do líder do partido, Luís Montenegro, e defende a honra de Marcelo Rebelo de Sousa no caso das gémeas luso-brasileiras. Sobre Pedro Nuno Santos, acusa o recém-eleito secretário-geral socialista de estar a tentar passar por quem não é e, por causa disso, não passar de "um tigre de papel". O PSD aprova esta quinta-feira, em reunião do Conselho Nacional, a nova AD, com CDS, PPM e independentes.</video:description>
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      <video:title>Veja na íntegra a mensagem de Ano Novo de Marcelo Rebelo de Sousa</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	 
	  Marcelo apela à mobilização para as legislativas de Março  
	 
 

 No rescaldo do auge da crise política e com três eleições no horizonte, o Presidente da República fez um forte apelo à mobilização para as escolhas que os eleitores terão de fazer, associando-as ao futuro dos próximos 50 anos. Na mensagem de Ano Novo, transmitida em directo a partir do Palácio de Belém, Marcelo deixou recados ao Governo demissionário 

 Depois de ter considerado, há um ano, que 2023 seria um ano “decisivo”, o Presidente reconhece que o ano acabou com “mais desafios e mais difíceis do que aqueles com que havia começado”.</video:description>
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