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      <video:title>Chuvas torrenciais provocaram inundações repentinas em Nova Iorque</video:title>
      <video:description>Um aviso de inundações rápidas entrou em vigor para a cidade de Nova Iorque, com previsões de grandes quantidades de chuva num curto espaço de tempo, informou o Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA. 

 A precipitação extrema levou a governadora de Nova Iorque, Kathy Hochul, a declarar estado de emergência na cidade de Nova Iorque, em Long Island e no vale do Hudson. 

 As inundações causaram grandes perturbações no sistema de metro de Nova Iorque e no serviço de comboios suburbanos Metro North, de acordo com a Agência Metropolitana de Transportes. Algumas linhas de metro foram totalmente suspensas, incluindo a G, que liga Brooklyn e Queens, e muitas estações foram encerradas. 

 Cerca de 18 milhões de pessoas na área metropolitana de Nova Iorque e noutras grandes cidades ao longo da Costa Leste estavam sob avisos de inundação, vigilância e aconselhamento do serviço meteorológico.</video:description>
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      <video:title>Associações preparam protesto pela habitação: "Não se resolve esta crise porque não há vontade política"</video:title>
      <video:description>Dias antes do mega protesto pela habitação e clima  marcado para 30 de Setembro, em mais de 20 cidades portuguesas , há encontros organizados pelas associações para preparação de cartazes. A Chão das Lutas, uma das associações que faz parte da plataforma Casa para Viver, organiza esta sexta-feira mais uma sessão de materiais na Labuta, um “espaço organizativo de lutas na cidade de Lisboa” que acolhe as associações Chão das Lutas, A Coletiva e Precários Inflexíveis.  

  As mais de cem associações ligadas ao movimento   Casa para Viver pedem um controlo rigoroso do mercado da habitação, que limite os aumentos das rendas e que respeite o direito à habitação na Constituição.  Dezenas de associações surgiram nos últimos anos a pedir mais medidas de protecção para os moradores das cidades. O aumento generalizado das rendas, provocado pelo turismo e pelas taxas Euribor, é uma das principais queixas. 

 Depois do primeiro protesto pela habitação do dia 1 de Abril, junta-se agora a luta pela justiça climática com o apelo à produção de energia 100% renovável em todo o país até 2025 e a gratuitidade dos transportes públicos para todos os cidadãos. 

 Leia mais sobre  habitação .</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Monumento Catástrofe&lt;/i&gt;, um documentário sobre as histórias que ficaram por construir</video:title>
      <video:description>Os Left Hand Rotation também acharam que estava na  “ hora de contar outras histórias”. É daqui que parte o documentário  Monumento Catástrofe , que o colectivo espanhol começou a filmar em 2020, indo de norte a sul de Portugal à procura de monumentos em honra a vítimas colectivas. 

 Inserida no projecto  A volta ao mundo em 80 catástrofes , a longa-metragem coloca os memoriais no centro da narrativa. Estes símbolos da memória colectiva são observados criticamente, com a dupla espanhola a ir além da história neles entalhada, contando “as outras” que ficaram por assinalar.  

 A função do monumento enquanto detentor da memória colectiva é desconstruída ao longo do filme, que passa pelo Monumento às Vítimas da Tragédia Entre-os-Rios, em Penafiel, a Capela dos Ossos, em Campo Maior ou pelo Monumento à Tragédia no Mar, em Matosinhos.  As filmagens detêm-se também nos Açores, na ilha do Faial. Aqui, conta-se a história dos inúmeros baleeiros que perderam a vida no mar, mas também das mortes que nunca se contaram, as das baleias.  

 &lt;span style="font-size:15.0pt;
font-family:"Georgia",serif;color:#333333"&gt;    

 Para os autores do  guia turístico com 24 monumentos , a memória “é algo horizontal, que se transforma”. Por oposição, os monumentos são construções “verticais”, construídas a partir de materiais não perecíveis e “símbolos do poder hegemónico instituído”.  Monumento Catástrofe  procura desconstruir concepções históricas onde ainda prevalece uma retórica colonialista dominante, descrevem. “É preciso uma restauração da história”, atiram. 

 Talvez um dos desfechos mais inesperados do documentário que pode agora ser visto gratuitamente, comenta o colectivo sediado em Lisboa, seja confrontar quem o vê com a própria mortalidade. Para os criadores, assumir que “somos seres vulneráveis” é imperativo para que a nossa relação com a natureza, “e com o outro”, não seja ditada pela dominação, mas antes “baseada na humildade”, defendem. 

  Texto editado por Renata Monteiro</video:description>
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      <video:title>Audiência histórica: em Estrasburgo, seis jovens portugueses acusaram 32 países de inacção climática</video:title>
      <video:description>São seis jovens portugueses que estão a acusar  32 Estados de não fazerem o suficiente em matéria de acção climática. Esta quarta-feira, em Estrasburgo, f oram ouvidos no Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, perante um júri que está a analisar o caso. Na berlinda estão os 27 Estados-membros da União Europeia, somando-se o Reino Unido, a Suíça, a Noruega, a Rússia e a Turquia (a Ucrânia chegou a estar neste grupo, mas foi retirada do processo depois da invasão russa). 

 A ideia surgiu em 2017, o caso chegou ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH) em 2020 e, três anos depois, finalmente chegou o dia da grande audiência. Trata-se de um caso inédito, tendo em conta que o tribunal, apesar da sua jurisprudência já alargada em matérias ambientais, nunca tomou decisões sobre casos relacionados com o   clima   de forma mais específica. 

 Os jovens esperam que o TEDH reconheça que alguns direitos previstos na Carta Europeia dos Direitos Humanos estão a ser violados em resultado da insuficiência dos Estados em matéria de acção climática. Nomeadamente, que as alterações climáticas causadas pela acção humana — e que ainda é possível mitigar, como têm mostrado os diversos estudos científicos ao longo dos anos — estão a interferir com o direito à vida, o direito à vida privada, à proibição de tortura e à proibição de discriminação (neste caso, em função da idade). 

 Os jovens trazem vários factos sobre o seu quotidiano para provar que os seus direitos humanos estão em a ser postos em causa pelo impacto das alterações climáticas, que decorrem com esta intensidade, alegam, devido à inacção dos Estados. Agravamento da asma, cansaço, dificuldades de concentração, impossibilidade de fazer as suas actividades normais ao ar livre em determinadas alturas do ano.</video:description>
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      <video:title>Alberto João Jardim no rescaldo das eleições: “Luís Montenegro está a demonstrar ser muito caloiro”</video:title>
      <video:description>Nenhum homem é uma ilha, mas há ilhas que se confundem com homens. Na sua casa de toda a vida, no Funchal, Alberto João Jardim recebeu o PÚBLICO poucas horas depois de a coligação PSD/CDS não ter conseguido a maioria absoluta nas eleições regionais da Madeira. O rosto político mais conhecido do arquipélago não tem dúvidas: “Também não governava sem maioria absoluta”, apesar de acreditar que o PSD não devia “ter chegado a este ponto”.</video:description>
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      <video:title>Sem maioria absoluta na Madeira, líder do PSD celebra: "Luís Montenegro 1 - António Costa 0"</video:title>
      <video:description>Luís Montenegro chegou à sede eleitoral pelas 22h45. Foi cantar vitórias, comparando o resultado da coligação PSD/CDS na Madeira com o de António Costa: “Luís Montenegro 1— António Costa 0”, disse, vangloriando-se pelo tamanho da vitória. Foi antes de Albuquerque, como que dando o corpo às balas. Questionado sobre a eventual demissão do presidente do Governo Regional, disse que essa seria uma questão em que não se imiscuiria.</video:description>
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      <video:title>Beatriz Felício lança &lt;i&gt;A Canção da Bia&lt;/i&gt;, a antecipar o álbum de estreia para 2024</video:title>
      <video:description>Não é um diminutivo que nos seja estranho, Bia. Já o vimos aplicado a uma grande fadista, Beatriz da Conceição, quando Fernando Tordo escreveu e compôs, em sua homenagem,   O fado da Bia  , que viria a ser gravado mais tarde por Helder Moutinho; ou à popularíssima actriz  Beatriz Costa , a quem o cineasta Artur Semedo chamava carinhosamente Biafranja. Mas também o vimos imortalizado noutro fado, mais antigo,  A Bia da Mouraria  (de António José Lampreia e Nóbrega e Sousa), cantado por fadistas como  Maria Armanda  ou  Carminho . 

 Mas esta Bia é outra. Chama-se Beatriz Felício, já passou por certames televisivos como  Uma Canção Para Ti  (TVI, 2011),   The Voice Portugal   (RTP, 2015) e o  Festival RTP da Canção  (em 2017, como Beea, com um tema da autoria de Jorge Fernando) e desde muito nova que se ligou por paixão ao fado, procurando aprender com os mais velhos nas Casas de Fado de Lisboa. No próximo dia 29 de Setembro (dia do seu aniversário) vai actuar no palco principal do Festival Santa Casa Alfama, lançando no mesmo dia, em single,  A canção da Bia , que integrará o seu álbum de estreia, a lançar em 2024 em disco e ao vivo, no dia 21 de Junho desse ano, em Lisboa, no Ciclo Há Fado no Cais, no Pequeno Auditório do CCB (21h). 

 Ora é precisamente  A canção da Bia  que aqui se estreia num videoclipe realizado por Pedro E. Semedo, com produção musical e arranjos de Ângelo Freire, autor da música. A letra é de Tiago Correia, que a descreve como “um retrato da Beatriz”: “Um retrato da menina que, toda luz de alma, aprendeu com a vida a gingar e a saborear o amor, que sempre existiu no seu modo de estar e de ser, mas que se foi descodificando ao longo dos anos à medida que o foi entendendo os porquês do amor.” Depois mostrou a letra a Ângelo Freire: “Quando recebi a letra do Tiago, ele não me disse para quem a tinha feito, então fiz a música num ápice e disse-lhe que só uma pessoa podia cantá-la, a Beatriz Felício, e foi aí que ele me disse que tinha feito a letra para ela… Acho que a energia do tema defin</video:description>
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      <video:title>Último dia de campanha na Madeira em quatro minutos</video:title>
      <video:description>A baixa do Funchal viveu nesta sexta-feira as arruadas finais da campanha às eleições regionais. Foi uma tarde para avaliar a capacidade de mobilização dos vários partidos que concorrem a estas eleições da Madeira, ainda que a coligação PSD/CDS tenha evitado fazer uma típica arruada para evitar as comparações com tempos de João Jardim. 

 A fotografia da tarde foi, por isso,  importante para a imagem final  que aparecerá nos  Telejornais  da noite. E a imagem que ficou é a de um líder do PSD, Luís Montenegro, colado à popularidade do actual presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque. O momento foi de desconforto para ambos: Montenegro está em terreno que não domina e Albuquerque não quer ver o líder nacional tomar como sua uma vitória pelo qual não teve qualquer responsabilidade. 

 Do continente chegam reforços com caras mais conhecidas do que alguns candidatos regionais. Paulo Raimundo, do PCP, e André Ventura, do Chega, já andavam pela ilha, mas nesta sexta-feira o BE recebeu a visita da coordenadora nacional, Mariana Mortágua, a IL teve Rui Rocha, e o PSD contou com a presença de Luís Montenegro.</video:description>
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      <video:title>Dia sem carros em Bogotá. “É bom, mesmo que seja apenas uma vez por ano”</video:title>
      <video:description>A cidade de Bogotá, na Colômbia, viveu um dia sem carros para alertar os habitantes para os níveis de poluição provocados pelo uso do carro particular. 

 Mais de 640 mil ciclistas circularam pelas ruas da capital colombiana e mais de dois milhões usaram os transportes públicos. Em Bogotá vivem mais de sete milhões de pessoas. 

 As autoridades locais esperam que a medida tenha reduzido em 57% as emissões de dióxido de carbono numa das piores cidades, a nível de tráfego, da América Latina. 

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      <video:title>Expresso Transatlântico estreiam &lt;i&gt;Ressaca Bailada&lt;/i&gt;, “um baile consciente do futuro”</video:title>
      <video:description>O álbum só estará disponível no dia 29 de Setembro, mas os Expresso Transatlântico quiseram estrear antecipadamente mais um tema, desta vez o que dá título ao disco:  Ressaca Bailada . É o terceiro, depois de   Barquinha  , com Conan Osíris como convidado (estreado em Novembro de 2022) e de   Bombália   (publicado em Maio de 2023). Nestes temas, como se afirma no texto que acompanha o actual lançamento, há uma sonoridade que é “fruto de muita estrada nos últimos dois anos, que foram trazendo muitas ideias e vontade de experimentar novos sons.” Sons que “prometem uma música que nos leva de viagem, com um copo na mão, e nos acolhe com a força de um comboio à chegada.”  Ressaca Bailada  é, para eles, “um baile consciente do futuro”. 

 O videoclipe, tal como tem sido hábito, foi filmado inteiramente em 16mm, com realização de Sebastião Varela, tem a participação de João Cachola, Inês Pires Tavares, Vicente Wallenstein e Nuno Nolasco e, dizem, “mostra-nos a concretização de vários elementos do imaginário da banda”: “A personificação de Neptuno (  Quando Neptuno deu à costa  ), o homem que procura a liberdade ( Bombália ) e novos elementos que nos mostram o espectro presente nas emoções humanas. Da exaltação e euforia, à tristeza. De uma saída à noite, até ao conforto de casa. ”  

  Ressaca Bailada , o álbum, além do trio que compõe os Expresso Transatlântico (Gaspar Varela, guitarra portuguesa, guitarra eléctrica, viola; Rafael Matos, bateria; e Sebastião Varela, guitarra eléctrica) conta com a participação de Tiago Martins (baixo), Zé Cruz (trompete, teclados, sopros, percussão adicional), Iúri Oliveira (percussão) e Ricardo Pinto (trompete). Além de Conan Osíris, como artista convidado, no tema  Barquinha . Ao vivo, o disco vai ser apresentado em Outubro, com concertos em Lisboa (no  B.Leza , dia 12) e no Porto (Plano B, dia 14).</video:description>
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      <video:title>Músicos e lojistas do Stop vivem na iminência do despejo</video:title>
      <video:description>Com um pé na rua e outro ainda lá dentro, para garantir que a porta do Stop não se fecha, vivem ansiosos com o desfecho de todo este processo que pôs cerca de 500 músicos em sobressalto e em estado de ansiedade – a Câmara do Porto  já encerrou uma vez  o antigo  shopping  e anunciou, na sequência de um  parecer dos serviços jurídicos  da autarquia elaborado à luz de um relatório de uma inspecção realizada pela Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC), que o mesmo voltará a acontecer, não nesta sexta-feira,  como se previa inicialmente , mas daqui a dez dias, porque só nesta quinta-feira é que um despacho assinado por Rui Moreira chegou às mãos da administração do condomínio. 

 De um lado, músicos, lojistas e artistas de outras áreas  vivem no limbo  por não saberem o que é que vai acontecer. Do outro, entre avanços e recuos, a autarquia adianta agora que o cenário pode passar por se manter a actividade no centro comercial, que desde a segunda metade da década de 1990 funciona como um centro cultural informal. E diz estar disponível para participar em acções que visam angariar fundos para que se corrijam os problemas de segurança do espaço. Só que assinala: a bola agora  está do lado dos proprietários . 

 Leia a   reportagem completa  .</video:description>
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      <video:title>"A educação ética e moral deve ocupar um lugar de destaque no ensino superior"</video:title>
      <video:description>Entrevistado no novo episódio do podcast Re-Imagine Talks, o professor de Ética e Tecnologia da Universidade de Tecnologia de Delft,  Jeroen  van den Hoven, defende que a ética deve ocupar o seu devido lugar, trabalhando lado a lado com a inovação, uma vez que hoje é mais fácil "esquecer os interesses dos outros por estarmos tão envolvidos na prossecução dos nossos próprios interesses". 

 "Não podemos partir do princípio de que todos serão capazes de assumir responsabilidades e agir de forma responsável em relação às novas tecnologias e às suas aplicações. A tecnologia deve ser direccionada e utilizada para resolver problemas urgentes e relevantes", diz o professor. 

 Este  videocast  é da autoria da Re-Imagine Europa em colaboração com os jornais Der Standard, Il Sole 24 Ore, La Vanguardia, LeSoir, Rzeczpospolita e Público. O projecto, que conta com a participação de alguns dos pensadores mais influentes do nosso tempo, propõe-se a explorar conceitos-chave que definem a forma como entendemos o mundo em que vivemos. O  videocast  é apresentado por Erika Stäel von Holstein e Luca de Biase, respectivamente, a CEO e o director de Investigação da Re-Imagine Europa.  

 Pode ver ou descarregar os episódios completos no:  Youtube ,  Spotify  e  Apple Podcast .</video:description>
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      <video:title>Elisa Rodrigues leva-nos a viajar &lt;i&gt;Até ao Sol&lt;/i&gt;, num EP e ao vivo no Planetário</video:title>
      <video:description>Já lá vão cinco anos desde que  Elisa Rodrigues  lançou  As Blue As Red  (2018), o seu segundo álbum, sucessor de  Heart Mouth Dialogues  (2011), este produzido pelo pianista e compositor Júlio Resende. Desde então, atravessados os anos da pandemia, tem vindo a lançar um single por ano com vista à edição de um EP, que chega esta sexta-feira à plataformas digitais com o título Até ao Sol e cinco temas, três dos quais já haviam, sido lançados em single e videoclipe:   Amor perfeito   (em Outubro de 2021),   Sonhar  , com Rita Onofre (em Outubro de 2022) e   Sem medo  , com Joana Alegre (este lançado em Maio de 2023). Agora, no mesmo dia em que o EP é editado, estreia um quarto single com videoclipe,  Lava , apresentado pela cantora como uma canção de desamor que é simultaneamente uma “ode à raiva, como emoção ultra necessária”. A quinta canção do EP é  Tanto , uma “canção de mãe” escrita após o nascimento do filho. 

 Com letra de Elisa Rodrigues e música assinada por ela e por Luís Figueiredo, que produziu o EP,  Lava  conta com a participação, além de Elisa (voz) e de Luís Figueiredo (sintetizadores), dos músicos Pedro Vasconcelos (bateria), Gonçalo Galvão, Paulo Alves, Rui Ferreira, Thierry Redondo (trombones) e Mia Tomé ( spoken word ). No videoclipe, que tal como os anteriores foi realizado por Edgar Keats (também aqui director de fotografia), participam ainda, como figurantes, Joana Alegre, Mafalda Santos, Mariana Fonseca e Marlene Jordão. 

 O EP de Elisa Rodrigues, o seu primeiro trabalho cantado inteiramente em português, vai ser apresentado ao vivo em Lisboa num espectáculo singular, marcado para dia 29 de Setembro no espaço do  Planetário da Marinha , em Belém (às 21h30). “Um concerto que não será só um concerto”, promete. “Será um universo particular, bem longe da cidade sem sair dela.” Neste concerto, Elisa Rodrigues contará com Joana Alegre e Rita Onofre como convidadas.</video:description>
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      <video:title>Tânia Oleiro canta &lt;i&gt;Lisboa e o fado&lt;/i&gt;, antes de mostrar em Oeiras o que o fado já lhe deu</video:title>
      <video:description>Nas lides do fado há duas décadas, Tânia Oleiro lançou um primeiro álbum em 2016, com a chancela do Museu do Fado, que na verdade só começou a ser divulgado dois anos depois, em 2018. Um tempo para aferir da sua maturidade. “Quis consolidar os temas, pesquisar, aprender um bocadinho mais sobre o fado, os seus autores, os seus compositores, os intérpretes”,  disse ela  ao PÚBLICO em 2018, a justificar o atraso no lançamento de   Terços de Fado  , assim se chamava o seu disco de estreia. Desde então, passaram-se cinco anos, com uma pandemia pelo meio, e Tânia Oleiro não tem parado. Em Março de 2020, lançou em single e videoclipe   De Pé s  obre o silêncio   e agora estreia um novo tema,  Lisboa e o fado , precisamente na véspera de se apresentar em concerto, no  Ciclo Vozes do Fado  de Oeiras. É este sábado, dia 23, no Auditório Municipal Eunice Muñoz, no centro histórico da vila, às 21h30, e nele, além dos nos temas, percorrerá parte do repertório que tem vindo a criar em vários palcos e nas casas de fado. 

  Lisboa e o fado , com letra de Mário Rainho e música de José Fontes Rocha (1926-2011), é mais um tema a antecipar o EP que Tânia Oleiro se prepara para lançar em breve. Com ela (voz), estão Pedro Amendoeira (guitarra portuguesa), Pedro Pinhal (viola de fado) e Paulo Paz (viola baixo). A produção musical, captação, mistura e masterização são de Fernando Nunes. Tudo por uma paixão, retratada neste fado: “Dizem que Lisboa, agora,/ Vive em estado de pecado./ Pois, a cidade namora/ Com um velho chamado Fado./ Dou a quem fala um conselho,/ Deixem-na andar à toa,/ Com aquele a quem chamam velho/ E é mais novo que Lisboa.”</video:description>
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      <video:title>Cristina Branco lança &lt;I&gt;Mãe&lt;/I&gt; e guia-o com &lt;I&gt;Passos certos&lt;/I&gt; “no caminho de volta a casa”</video:title>
      <video:description>Depois de   Amoras Numa Tarde de Outono  , álbum lançado em Maio de 2022, onde a voz de Cristina Branco se juntou ao piano de João Paulo Esteves da Silva, a cantora e fadista regressa com um novo trabalho, a que chamou  Mãe  e que descreve como “o caminho de volta a casa”, explicando: “A verdade é que nunca me debrucei tão profundamente sobre o fado tradicional como aqui. Se é ‘o’ fado ou o meu fado, não sei, mas é no processo de aprendizagem e descoberta do caminho que o disco se construiu.” Anunciado em Setembro com o single e videoclipe   Senhora do Mar Redondo  , com letra de Lídia Jorge e música do Fado Cravo de Alfredo Marceneiro, o álbum coincide agora com o lançamento de novo single e videoclipe,  Passos certos , este com letra da também fadista Teresinha Landeiro e música de Cristina Branco e Bernardo Couto: “O medo de pisar em chão errado/ Leva-me sempre ao avesso/ Então tiro os sapatos do passado/ Escolho para mim outro começo.” E este “outro começo” é, na já longa carreira nacional e internacional de Cristina Branco, um regresso ao fado tradicional, recorrendo a poemas de Lídia Jorge, Natália Correia, David Mourão Ferreira e Fernando Pessoa, a par de letras para fado escrita por Manuela de Freitas, Aldina Duarte e Teresinha Landeiro, que no disco assina três dos temas. 

 Gravado em Abril de 2023 nos Estúdios Valentim de Carvalho, Paço de Arcos,  Passos certos  conta com Cristina Branco (voz), Bernardo Couto (guitarra portuguesa), Bernardo Moreira (contrabaixo) e Luís Figueiredo (piano), sendo a produção assinada pelos quatro. O disco, com edição de autor e distribuição da  Locomotiva Azul , chega esta sexta-feira às plataformas digitais e às lojas, em formato físico (CD e vinil). Ao vivo, Cristina Branco tem vários concertos marcados pela Europa até 2024. Em Setembro actuará na Finlândia (Helsínquia, 26; Tampere, 27) e na Suécia (Malmö, 29 e 30), em Outubro na Eslovénia (Ljubljana, 15), Leiria (21) e Tenerife (28), em Novembro no Porto ( Casa da Música , 30) e em Dezembro no Algarve (dia 1 em Lagoa</video:description>
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      <video:title>Lura estreia &lt;i&gt;Cetam&lt;/i&gt; com Angélique Kidjo no dia em que lança o novo álbum &lt;i&gt;Multicolor&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>No mesmo dia em que é lançado o seu sétimo álbum,  Multicolor , Lura estreia mais um dos temas desse disco, o terceiro, depois de   Bla Bla Bla   e   SiSi  , todos eles em single e videoclipe.  Cetam , assim se chama a nova canção, foi composta por Lura em parceria com a cantora franco-beninense Angélique Kidjo e no vídeo vemo-las a cantarem-na juntas, em Maio deste ano, na Elbphilharmonie de Hamburgo, no Festival Reflecktor, do qual Angélique foi curadora. “Eu escrevi o tema, mostrei-lho e ela escreveu a parte cantou numa língua do Benim”, explica Lura ao PÚBLICO. “Pedi-lhe que criasse ali algo dentro do contexto. Ela fala sobre as crianças, de um mundo melhor através de uma aposta nas crianças.  Cetam  quer dizer aceita-me. Aceita-me como eu sou, com as minhas diferenças, porque todos somos diferentes uns para os outros. E o videoclipe retrata mesmo isso. Tenho ali uma querida amiga com albinismo e pessoas diferentes, para mostrar que podemos conviver de forma saudável com todas as pessoas.” 

 Realizado por Pedro E. Semedo e filmado pela equipa da GARAGEM, no videoclipe Lura “juntou amigos e família para uma tarde passada em torno de memórias da sua carreira, boa música e a partilha de histórias à mesa”, conforme se explica no texto que acompanha o lançamento. A participação de Kidjo, com imagens do concerto já citado, deve-se a uma ligação antiga: “A Angélique remete-me à minha carreira, porque ela acompanha-me pelo menos desde o  Di Korpu Ku Alma , há dezanove anos. Eu já a admirava imenso, foi a primeira cantora da world music que tive a oportunidade de conhecer (vi-a em Paris e depois em Nova Iorque), mas quando ela me chegou com esse meu disco,  Di Korpu Ku Alma , e me disse que a tinha inspirado muito para o que ela estava na altura a gravar, foi para mim um orgulho enorme.” 

 Após o lançamento de  Multicolor , esta sexta-feira, Lura vai apresentá-lo ao vivo em Novembro, primeiro em França, Paris (dia 2), depois no Luxemburgo (dia 7) e por fim em Lisboa, no CCB (dia 13). Com Lura, estarão três músic</video:description>
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      <video:title>Mimi Froes apresenta &lt;i&gt;Lembra-me de respirar&lt;/i&gt; na véspera do seu primeiro álbum, &lt;i&gt;Contornos&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Nas vésperas da publicação do seu primeiro álbum,  Contornos , sucessor de dois EP (  Vamos Conversar  , 2020;   E a Cantar  , 2021), a cantora e compositora Mimi Froes estreia esta quinta-feira um novo single com videoclipe,  Lembra-me de respirar . É o terceiro a ser divulgado do álbum, depois de   Vai ruir   (estreado em Abril) e   Não vás já   (lançado em Junho). À excepção desta última, com letra e música e Luísa Sobral, todas as canções do novo álbum são da autoria de Mimi Froes que, com ela (voz), tem neste álbum as participações de Tomás Marques (na produção), Manuel Oliveira (piano), Rodrigo Correia (contrabaixo), Guilherme Melo (bateria) e Manuel Rocha (guitarra). Masterização e mistura estiveram a cargo de André Tavares. 

  Lembra-me de respirar , com videoclipe de Victor Hugooli, fala, segundo Mimi Froes, “do luto, fala da superação do mesmo com o outro, conectado a quem vive a mesma perda. Fá-lo num pedido concreto, que me lembre de respirar, que me acalme, que me agarre para que eu possa chorar e crer que é um no outro que essa vida não morreu.” Quanto ao álbum,  Contornos , a cantora e compositora diz que a palavra do título a conduz “à ideia de controlo”: “Pintar dentro das linhas, ter o cuidado de não as trespassar. Este disco reflecte a minha certeza de que a vida nos ensina a errar e a desistir do perfeccionismo. Fala sobre a perda desse controlo, a tentativa de o recuperar e sobre a frustração desse processo, mas também da esperança de encontrar paz no mesmo”.  Contornos,  que chegará às plataformas digitais na próxima sexta-feira, dia 22 de Setembro, terá apresentação pública em Lisboa, no  Teatro Maria Matos  (29 de Novembro, às 21h) e no Porto, na Sala 2 da  Casa da Música  (dia 1 de Dezembro, 21h30).</video:description>
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      <video:title>LuizGa e Edgar Valente estreiam parceria com &lt;i&gt;Haux Haux&lt;/i&gt;, a anunciar o álbum &lt;i&gt;Aiê&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Edgar Valente, que conhecemos do colectivo  Criatura  e do duo  Bandua  (com Bernardo D’ Addario), tem um novo projecto em duo, desta vez com LuizGa, alter-ego de Luiz Gabriel Lopes, apresentado com um “artista brasileiro criado no interior de Minas Gerais e com raízes espalhadas por muitos territórios”. O seu álbum de estreia chamar-se  Aiê , terá lançamento nas plataformas digitais em 13 de Outubro e edição física (CD e vinil) em 24 de Novembro, tudo com o selo da editora sueco-germânica ajabu! records. Gravado em 2020 durante a pandemia por Paulo Lourenço (PT), o disco foi finalizado e co-produzido por Guilherme Kastrup (BR). Entre estas duas datas, o disco será apresentado ao vivo em Lisboa, no  Teatro da Trindade , num concerto programado para o dia 24 de Outubro, às 21h, integrado no Ciclo Mundos. 

 Antes disso, porém, há um tema em estreia, em single e videoclipe, a antecipar o álbum. Chama-se  Haux Haux  e é assim descrito por LuizGa e Edgar, no texto que o acompanha: “Haux Haux é uma expressão sagrada que aprendemos com os nossos professores indígenas do povo Huni Kuin, oriundos do Acre, Floresta Amazónica, Brasil. Este trabalho é resultado de alguns anos de pesquisa artística e poética sobre cruzamentos e ressonâncias possíveis entre diferentes territórios, ancestralidades e egrégoras espirituais. Por ter sido filmado na região portuguesa da Beira Baixa, o vídeo conta com a participação do célebre construtor de adufes José Relvas, como símbolo guardião da memória e do conhecimento ancestral local.”  Por sua vez,   Aiê  , o título do álbum, designa, em  Yoruba , o “mundo dos vivos”: “O mundo onde acontecem os encontros físicos, onde se celebra a presença e a magia do improviso, onde a música e a palavra são provas vivas da força da vibração e abrem portais para o contacto com mundo espiritual.”  

 O videoclipe, filmado na Beira Baixa, conta com a participação do construtor de adufes José Relvas, guardião da memória e do conhecimento ancestral local. A realização é de Baco Dionísio, alter-ego de Gil</video:description>
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      <video:title>PÚBLICO na Escola apresenta a TRUE, plataforma de criação de jornais digitais</video:title>
      <video:description>TRUE  é o nome da nova plataforma de criação de jornais escolares digitais desenhada pelo PÚBLICO, a empresa de tecnologias digitais MOG e a Universidade de Aveiro. 

 O mote para a apresentação oficial foi a conferência “ O jornalismo escolar hoje ”, dinamizada pelo PÚBLICO na Escola, que contou com a presença de professores, alunos e interessados pela área da literacia mediática. 

 Esta ferramenta surge de uma necessidade encontrada no terreno, explica a jornalista e coordenadora do  PÚBLICO na Escola  Bárbara Simões, e passa agora a estar disponível com acesso totalmente gratuito através do  website  do projecto de literacia mediática do PÚBLICO.</video:description>
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      <video:title>Antes de se mostrar &lt;i&gt;Fora de Formato&lt;/i&gt;, Nuno Melo traz-nos amor e nostalgia em &lt;i&gt;Polka dot&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>A canção já tivera honras de estreia, no Verão passado, nas sessões  Ao Vivo na Porta 253  (o vídeo foi publicado no YouTube em 28 de Junho de 2022), mas só agora surge em single e videoclipe, a anunciar aquele que será o primeiro álbum a solo de Nuno Melo, músico que já conta com cerca de duas décadas de vida profissional. Chama-se  Polka dot  e, juntamente com canções como  Vendaval ,  Brexit lá em casa ,  Astrofísica  ou  O que achares melhor , todas elas estreadas na já referida sessão da Porta 253, integrará esse álbum, intitulado  Fora de Formato , com edição prevista para o início de 2024.  Polka dot , segundo Nuno Melo, citado no texto do que acompanha o lançamento, é uma canção que se veste “com ritmos lusófonos” e se adorna “de linguagem pop”, sugerindo “a vontade de transcender por alguém, sabendo-o impossível.” O videoclipe, idealizado por Nuno Melo e Alberto Almeida, procura (diz o texto) “enaltecer tanto a ideia de um amor terno e perene como o sofrimento em que a sua falta se traduz”. 

 Na gravação de  Polka dot  participaram Nuno Melo (guitarras e voz), Edu Mundo (bateria e voz), Manu Idhra (percussão), Tomás Marques (baixo), Pedro Pinheiro (cavaquinho), Klênio Barros (trombone) e Gonçalo Palmas (piano). O tema foi gravado entre os estúdios da Aguda, de Quico Serrano (que fez a masterização), e o de Nuno Melo (que assegurou a mistura). O videoclipe, realizado por Alberto Almeida, foi gravado no Estúdio Pendavas, com apoio de Nielsen Gomes. O álbum a editar em 2024 é fruto de uma colaboração contínua de Nuno Melo com o músico Edu Mundo “num ano de certa clausura pandémica” (devido à covid-19).</video:description>
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      <video:title>João Couto abre &lt;i&gt;Caixas&lt;/i&gt;, enquanto passeia as &lt;i&gt;Canções Sobre o Meu Carro e o Meu Quarto&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Já lá vão oito anos desde que  João Couto  saiu vencedor do programa  Ídolos , da SIC (em 2015), o que lhe permitiu gravar um primeiro álbum,   Carta Aberta   (2018), com influências que iam desde os Beatles até Miguel Araújo. Nascido em 29 de Setembro de 1995, em Vila Nova de Gaia, voltaria à televisão em 2019, deste vez ao Festival RTP da Canção para interpretar  O jantar , a convite de Pedro Pode, e reincidiria nos álbuns com   Boa Sorte   (2021). Colaborações, ao longo destes anos, teve várias, partilhando autorias (Os Azeitonas, Tomás Adrião, Joana Almeida, Samuel Úria, Janeiro, Pedro de Tróia) ou palcos (Miguel Araújo, D’Alva, Joana Espadinha, Virgem Suta). Agora, regressa em dose dupla: um single,  Caixas , que se estreia esta sexta-feira; e a digressão de um espectáculo,  Canções Sobre o Meu Carro e o Meu Quarto , que começa no sábado. Neste último, João Couto pretende “reinventar num formato intimista” canções já escritas e estrear novas, com esta premissa: “Todas as minhas canções (ou grande parte delas) têm uma temática comum, a do espírito de descoberta e fuga, personificado pela imagem do carro, e a intimidade e introspecção, personificada pela imagem do quarto”. 

 A digressão começa sábado, dia 16, em Chaves, na Sala Amarela, seguindo para Argoncilhe (Santa Maria da Feira) no dia 21 de Outubro. Em Novembro actua em Lisboa (Auditório Carlos Paredes (dia 17) e em Dezembro no Porto (dia 3, na sala Novo Ático do Coliseu Porto Ageas). No mesmo período, participará também no Sofar Sounds, dia 30 de Setembro, num concerto secreto no Porto. A gravação, como é hábito desta plataforma, será depois publicada no Youtube. 

 Quanto à canção agora estreada em single e videoclipe,  Caixas , João Couto explicou-a assim no texto que acompanha o lançamento: “Foi inspirada num Verão em que testemunhei vários fins de relação no meu grupo de amigos e num dia em particular, numa mudança de casa de uma amiga, em que uma coisa que ela me disse chamou-me a atenção: quando eu ia começar a pegar numa caixa com plant</video:description>
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      <video:title>Vídeo: destruição e milhares de mortos após passagem da tempestade &lt;em&gt;Daniel&lt;/em&gt; na Líbia</video:title>
      <video:description>Mais de 2000 pessoas morreram na Líbia por causa das inundações causadas pela tempestade Daniel — a mesma que, na semana passada, matou 18 pessoas na Grécia e provocou o caos na região da Tessália. O número de vítimas mortais na última actualização das autoridades líbias apontava para os 61 mortos na segunda-feira, mas passou para a ordem dos milhares, quando as equipas de socorro conseguiram finalmente aceder à cidade de Derna. 

 Texto completo: 

 
	   Tempestade Daniel destrói cidade na Líbia e provoca milhares de mortos</video:description>
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      <video:title>Vasco Barata: Os hotéis “estariam muito melhor alocados” aos estudantes</video:title>
      <video:description>A crise na habitação não olha a idades, mas com o arranque do ano lectivo à porta os jovens estão a sofrer particularmente com a subida dos preços dos quartos e a falta de oferta de alojamento estudantil. Em entrevista ao Toma Partido, Vasco Barata, membro da associação pelo direito à habitação Chão das Lutas e deputado municipal de Lisboa pelo Bloco de Esquerda, acusa o Governo de estar a “patinar nas metas prometidas” relativas às camas para estudantes e às casas construídas pelo Estado e vaticina que o programa Mais Habitação "não será suficiente" para resolver os problemas na habitação. 

 Num episódio dedicado às dificuldades no acesso à habitação dos jovens e estudantes, o também porta-voz do movimento Casas para Viver defende que "é preciso atacar o problema onde ele existe", ou seja, na "procura externa ilimitada financeiramente". Mas censura os socialistas por historicamente terem "ignorado o problema" da habitação e, agora, "nem as medidas mais simples" estarem "disponíveis para tomar", como alargar o prazo mínimo dos contratos.</video:description>
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      <video:title>Equipas de resgate operam nas regiões mais isoladas de Al-Haouz em Marrocos</video:title>
      <video:description>Equipas com cães de busca e resgate estiveram esta segunda-feira nas aldeias mais isoladas da província de Al-Haouz, em Marrocos. Muitas construções destas localidades isoladas são feitas de terra, um método tradicional no país. 

 Reportagem completa: 

 
	   Marrocos: “O importante é ajudar as pessoas”, o resto “é para esquecer”</video:description>
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      <video:title>Nos escombros das vilas de Marrocos: “Muitas pessoas vinham cá tirar fotografias”</video:title>
      <video:description>O  terramoto  de magnitude 6,8 teve o epicentro a 72 quilómetros a sudoeste de Marraquexe, arrasando aldeias inteiras nas colinas das montanhas do Atlas, enquanto as pessoas dormiam, na sexta-feira à noite. No domingo, uma réplica de magnitude 4,5 abalou a mesma região onde as casas em aldeias remotas são construídas com tijolos de lama. Durante o dia, canais de televisão marroquinos transmitiram imagens aéreas que mostram aldeias inteiras destruídas na região de al-Haouz, que registou 1351 mortes. 

 Leia a reportagem: 

 
	 Depois do sismo, nas aldeias da montanha: “ Temos muito pouca comida para tantas pessoas ”</video:description>
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    <loc>https://www.publico.pt/2023/09/10/video/noite-relento-comercio-reaberto-marraquexe-24-horas-sismo-20230910-095317</loc>
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      <video:title>Noite ao relento e destroços nas ruas. Marraquexe 24 horas depois do sismo</video:title>
      <video:description>Até à noite de sábado, foram contabilizadas mais de 2.000 mortes na sequência do sismo em Marrocos, de acordo com o Ministério do Interior do país. Há mais de 2.059 feridos, dos quais 1404 estão em estado crítico. 

 Al Haouz, a sul de Marraquexe, é a província com mais vítimas, com 394 mortes. Marraquexe é uma das localidades mais atingidas pelo abalo, com vários edifícios colapsados no centro histórico, património mundial da UNESCO. 

 No território português, segundo o IPMA, o sismo foi sentido entre Torres Vedras e Faro. 

 Saiba mais: 

 
	  Sismo em Marrocos: “As próximas 24 a 48 horas serão críticas para salvar vidas”  
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      <video:title>Turistas em Marrocos regressam a França após o sismo: “achei que tinha chegado a minha hora"</video:title>
      <video:description>O número de vítimas mortais do forte sismo que abalou Marrocos na noite de sexta-feira subiu para 1037, de acordo com novo balanço do Ministério do Interior marroquino, citado pela AP. Contam-se, até ao momento, mais de 1200 feridos. A maioria das mortes terá ocorrido em zonas montanhosas de difícil acesso. O sismo foi também sentido, com menor intensidade, em Portugal e Espanha. 

 Há registo de dois portugueses feridos, pai e filha. Ambos já receberam assistência hospitalar e encontram-se fora de perigo. 

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      <video:title>Papa recebe presidente da JMJ em Portugal e agradece a mais de um milhão de jovens</video:title>
      <video:description>“Sejam missionários, sejam propagadores, sejam testemunhas do que viveram. E obrigado, obrigado pelo testemunho que vocês deram”, disse num vídeo que gravou nessa audiência dirigindo-se a mais de um  milhão  de jovens que participaram no  encontro  em Agosto, em Portugal. 

 "Mantenham viva essa recordação que viveram na jornada, não a anestesiem" e sejam "testemunhas do que viveram". Francisco já tinha sublinhado que esta JMJ foi "a melhor preparada" das quatro a que presidiu durante o seu pontificado.</video:description>
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      <video:title>As imagens da devastação em Marraquexe após o sismo</video:title>
      <video:description>O forte sismo que abalou Marrocos na noite de sexta-feira matou mais de mil pessoas. A maioria das mortes terá ocorrido em zonas montanhosas de difícil acesso. 

 O terramoto de magnitude estimada entre os 6,9 graus (IPMA) e os 7,2 (autoridades locais) aconteceu às 23h11 de sexta-feira, com o epicentro localizado entre Marraquexe e Agadir. O hipocentro ocorreu a cerca de 18 quilómetros da superfície. 

 Marraquexe é uma das localidades mais atingidas pelo abalo e há vários edifícios colapsados no centro histórico de Marraquexe, património mundial da UNESCO. 

 Este sismo é o mais violento registado em Marrocos nos últimos 120 anos. O último grande terramoto no país, um abalo de 6,3 graus de magnitude matou mais de 600 pessoas em 2004. 

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  ​Vídeo corrigido a 13 de Setembro, altura em que se retiraram as imagens de um edifício a ruir, disponibilizadas pela agência Reuters. Posteriormente verificou-se que o prédio tinha desabado em Dezembro de 2022, em Casablanca, e não em Marraquexe na noite de 8 de Setembro, conforme noticiou a Reuters a 9 de Setembro.</video:description>
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      <video:title>Os Bela Noia garantem que &lt;i&gt;Os Miúdos Estão Bem&lt;/i&gt; e reafirmam-no com &lt;i&gt;Canção da Lua&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Que os miúdos estão bem era coisa que já sabíamos, pelo menos desde que os britânicos The Who gravaram   The Kids Are Allright   (em 1965) ou que a norte-americana Lisa Cholodenko estreou (em 2010)  um filme com o mesmíssimo nome  e com Annette Bening, Julianne Moore e Mark Ruffalo no elenco. O que nessa altura não sabíamos é que, sem ligação evidente com tal disco ou tal filme, os portugueses Bela Noia dariam ao seu primeiro álbum o nome  Os Miúdos Estão Bem . Soubemo-lo em Abril, quando se estreou o primeiro single com videoclipe,   Para quê voltar  , e confirmámo-lo em Julho com um segundo single,   Paranóia  . Agora, a uma semana da publicação do álbum, estreia-se o terceiro single (também com videoclipe),  Canção da Lua . 

 Projecto do músico viseense Pedro Vieira, os Bela Noia produziram e gravaram o seu álbum de estreia no espaço de um mês.  Canção da Lua , com letra e música de Pedro Vieira (que a canta, assinando também a realização e edição do videoclipe), conta com Miguel Rodrigues nas percussões, com Gonçalo Alegre na produção e arranjos e Teresa Melo Campos (das Sopa de Pedra), Mariana Machado, Hugo Cardoso e Daniela Castro nos coros. A gravação foi feita nos Estúdios da Paz, por Gonçalo Alegre, com mistura e masterização de Nuxo Espinheira. 

 Os Bela Noia, que só se tornaram uma banda depois do disco estar pronto, são: Pedro Vieira (voz e guitarra), Leonardo Outeiro (guitarra), Gonçalo Alegre (baixo), Miguel Rodrigues (bateria e percussão). Uma semana após o lançamento do álbum, a 15 de Setembro,  Os Miúdos Estão Bem  vai ser apresentado ao vivo em Viseu, no dia 22, no Jardim da Casa do Miradouro.</video:description>
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