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      <video:title>Contar histórias para que o mundo não mude a nossa humanidade</video:title>
      <video:description>Os contos populares e histórias tradicionais são um universo profundo: considerados património cultural imaterial, são objecto de investigação há décadas. Em Portugal, circulam mais de duas mil versões de contos, mas estas histórias, que conhecemos em português, saltam fronteiras e adaptam-se a todas as paisagens.  

 Por cá, as histórias tradicionais têm saltado de geração em geração. Foram sendo contadas e cantadas noite fora, nas tabernas ou nos largos, em casa junto à lareira, ou mesmo nos intervalos do trabalho do campo. Os seus contadores são, desde sempre, “gente do povo”. Muitos não sabiam ler nem escrever, mas decoravam as histórias à força de as ouvir.  

 Agora, há contadores de histórias profissionais que não deixam estes contos morrer — e os levam a todo o lado. São histórias “de liberdade, de revolução, de insubmissão". E são hoje mais “urgentes” do que nunca. 

 Leia a reportagem completa  aqui .</video:description>
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      <video:title>Pulsar - Companhia do Corpo e a Lita Folk Band evocam juntos a voz do povo ucraniano</video:title>
      <video:description>De Marco Santos, baterista e compositor português, já tínhamos dado conta do seu trabalho em discos como   Evocations  , um projecto audiovisual desdobrado em videoclipes onde a música, a dança e o cinema se entrecruzam e que contou com a participação de 25 criadores, entre músicos, artistas visuais e bailarinos. Porém, a par do seu trabalho a solo como criador musical (cujo primeiro disco foi   Ode Portrait  , de 2013), Marco é também fundador da Pulsar - Companhia do Corpo, e foi com ela que, juntamente como o grupo Lita Folk Band, formado por três cantoras ucranianas, refugiadas devido à invasão russa (Kateryna Sidelnikova, Ivanna Korzh e Sofiya Tsyvinska), gravou o videoclipe que aqui se apresenta. 

 Denominado  Pulsar &amp; Lita , misturam-se nele sons e movimentos dos corpos com vozes por onde passam ecos de “cantares históricos polifónicos sobre amor, destino e humor, nos quais se sente a voz do povo ucraniano”. Com direcção e criação de Marco Santos, assistência de coreografia de Miguel Oliveira e direcção de vídeo de Paulo Pinto, a interpretação está a cargo de Andre Tasso, Cristina Clara, Denys Stetsenko, Gonçalo Pereira, Ivanna Korzh, Kateryna Sidelnikova, Marco Santos, Mariana Camacho, Mariana Frazão, Marília Rangel, Miguel Oliveira, Pedro do Vale, Popo Poliana Tuchia, Rafaela Amodeo, Rui Aires, Sofiya Tsyvinska, Sofia Sequeira e Ulisses Ruedas. 

 Criada por Marco Santos em Maio de 2022, a Pulsar - Companhia do Corpo junta 20 artistas, bailarinos, músicos, actores, artistas circenses e artistas plásticos “que têm em comum o gosto pela improvisação, a coragem para atravessar a incerteza, a persistência na busca da inovação. O trabalho centra-se na multidisciplinaridade, no diálogo entre Música, Dança e Teatro, através de um único instrumento: o Corpo”. Em conjunto, exploram “os seus movimentos e as suas relações com o espaço”, num trabalho onde “a percussão corporal expressa uma narrativa que compõe uma dramaturgia, podendo assim evocar um campo poético, teatro.” 

 O seu princípio é este: “Da mesm</video:description>
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      <video:title>Filipe Sambado anuncia com &lt;i&gt;Talha dourada&lt;/i&gt; o álbum &lt;i&gt;Três Anos de Escorpião em Touro&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Em meados de Junho, Filipe Sambado estreou   Mau olhado   e agora apresenta, em single e videoclipe, o tema  Talha Dourada , a antecipar um novo álbum,  Três Anos de Escorpião em Touro , com lançamento previsto para o dia 29 de Setembro de 2023. Com três álbuns editados,  Vida Salgada  (2016),  Filipe Sambado &amp; Os Acompanhantes de Luxo  (2018) e   Revezo   (2020), Filipe Sambado descreve assim, no comunicado que acompanha o lançamento, o tema agora em estreia: “Ao longo dos três anos de criação deste disco permiti-me ir a um número infindável de soluções, que podem ir duma simplicidade sintética ao Rococó e dar às canções a vida própria que elas merecem. Quis ser sempre extra e assumir os significados, ilustrar as imagens, impor o risco de sobrecarregar e entulhar, criando e reconstruindo. Os aspectos sónicos e sonoplásticos acompanham a composição e a interpretação, na procura pela intensificação sensorial do texto cantado e do texto musical. O vídeo procura na mesma linha, pela transdisciplinaridade da comunicação, ampliar os códigos e a memória das imagens.” 

 O tema  Talha Dourada  apresenta-se, no comunicado atrás referido, como “uma canção sobre libertação, a luta contra as ‘cordas no pescoço’”: “Com uma sonoridade que convida ao movimento leve, despreocupado, e à dança, uma euforia de quem se torna mais si mesma, não é por acaso que Sambado canta ‘sou mais eu quando não tenho medo de ser’.” Sendo pessoa não binária, Filipe Sambado terá (segundo os promotores) no novo álbum que agora se anuncia,  Três Anos de Escorpião em Touro , o seu “disco mais íntimo” até à data.</video:description>
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      <video:title>A vida no campo: &lt;i&gt;As janelas são de abrir&lt;/i&gt;, o novo &lt;i&gt;single&lt;/i&gt; de André Henriques</video:title>
      <video:description>O que vemos: plantas ressequidas, algumas, poucas, verdes, algumas em flor; um homem que pega numa guitarra acústica e faz música. A música que ouvimos: a guitarra em  loop , tapeçaria delicada; uma voz pensativa; um clarinete que tudo agracia, percussão e pouco mais. A canção começa lenta e acaba sem drama, como quem deixa uma conversa interrompida. 

 Eis  As janelas são de abrir , assim se chama o segundo  single  do segundo álbum de André Henriques (o homem que canta entre as plantas), vocalista e guitarrista dos Linda Martini. O vídeo, que o Ípsilon apresenta aqui em primeira mão, é realizado por Paulo Segadães, fotógrafo, realizador e também músico, velho conhecido de Henriques. 

 Foi filmado num “plano sequência em câmara lenta”, numa “estética cinematográfica que dá espaço à música e à sua contemplação”, resume Henriques ao Ípsilon. 

 A estética condiz com o momento da vida do músico, que se estreou a solo com   Cajarana  , em 2020. "Se no primeiro disco falava no desejo de fuga da cidade, agora que finalmente fugi dou por mim a cantar sobre a cidade que ainda trago cá dentro”, diz-nos, por escrito. 

 Assim é, ouçamo-lo na cantiga: “ Agora que troquei aviões por pássaros / Sei que trazem menos gente e as janelas são de abrir / Agora que troquei multidões encarceradas por rebanhos nas encostas ”. 

 “Todos os dias, depois de deixar os meus filhos na escola, passo por um monte onde estão umas ovelhas a pastar”, explica ao Ípsilon. “Quase sempre coincide com a informação de trânsito na rádio. Enquanto desacelero antes da curva para ver melhor o rebanho, oiço relatos de acidentes, demoras, filas, estradas a evitar e alternativas para chegar ao destino. Fico retido na memória das horas infinitas que gastei dentro do carro, no comboio e no metro, a caminho de um trabalho que me pagava as contas, mas que me deixava profundamente infeliz. Esta canção começou nessa curva e foi talvez a primeira que fiz depois da mudança de casa.” 

 Para a gravação do novo álbum, André Henriques esteve em estúdio co</video:description>
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      <video:title>Passada &lt;i&gt;A festa&lt;/i&gt;, Edmundo Inácio está de volta às canções com &lt;i&gt;Agora vira&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Três meses depois do Festival RTP da Canção, onde o vimos (e ouvimos) defender   A festa  , canção de sua autoria que ficou em segundo lugar na final, Edmundo Inácio está de volta às canções com um tema ajustado à crise. Chama-se  Agora vira  e surge num momento em que ele se encontra a preparar o seu primeiro álbum, que deverá ser lançado em 2024. Começa assim: “Nunca pedi emprestado/ Pra não ficar a dever./ Já dizia a minha mãe,/ Pobre de quem se atreveu/ De viver pra Inglês ver”; e mais adiante: “Vivemos numa sociedade/ Onde o pensador vira aldrabão./ Andamos por aqui desorientados,/ Com nossos tostões contados/ E ninguém nos dá a mão.” E o refrão sublinha: “E agora vira a nossa vida,/ Porque assim tem de ser./ Pra pagar aquela dívida/ Que custa a perceber.” A letra e música é de Edmundo Inácio, que partilha a produção com Jon e a realização do vídeo (filmado ao alto, em formato telemóvel) com Joana César. A coreografia é de Sara Pina e a masterização do tema é de Sassá Nascimento. 

 Nascido em Portimão, em 2 de Junho de 1999, Edmundo Inácio estudou Formação Musical e Guitarra Dedilhada no Conservatório portimonense e Cinema na Coventry University Faculty of Arts and Humanities, no Reino Unido. Desde cedo que participa em programas televisivos, interpretando temas que vão da Ala dos Namorados a Jorge Palma. Vencedor, em 2010 (com 11 anos), do Prémio Infantil do Festival Chaminé d’Ouro, em Portimão, participou depois em programas como Canta Comigo (TVI, 2011), The Voice Portugal (RTP, 2021) e no Festival RTP da Canção (2023). Segundo a sua biografia, publicada no âmbito desse festival, Edmundo tem Freddy Mercury como referência, misturando “música portuguesa, espanhola e médio-oriental” com “o compromisso de respeitar e modernizar ao mesmo tempo as suas raízes com uma mistura de rock, pop alternativo, música electrónica, tradicional e fado”. Em 2022, cantou  Flor sem tempo   em dueto com Paulo de Carvalho  (intérprete original da canção) na final do The Voice, e cantou  Sol de Inverno  no concerto de encerra</video:description>
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      <video:title>Apreensivos ou confiantes: habitantes de Moscovo reagem à instabilidade russa</video:title>
      <video:description>Depois de um fim-de-semana de tensão, com o anúncio de que os combatentes do grupo Wagner tinham tomado o controlo da cidade de Rostov, no Sul do país, e que se dirigiam para Moscovo, os habitantes da capital russa revelam-se divididos sobre o futuro do país. 

 “Vejo as coisas com calma e confiança. Não sabia qual seria o desfecho, mas tinha a certeza que seria positivo. Porquê? Porque não há outra opção”, disse Andrei, habitante de Moscovo que não quis revelar o apelido e a idade. 

 Também sem revelar o sobrenome, Viktor considera que “a mudança há-de vir” e que é preciso que alguém “explique o que está exactamente a acontecer”. 

 O líder do Grupo Wagner, Yevgeny Prigozhin, recorreu esta segunda-feira ao Telegram para oferecer a sua versão sobre os acontecimentos de sábado, garantindo que não teve como objectivo derrubar o Governo russo com a sua marcha até Moscovo. 

 De acordo com Prigozhin, os alegados ataques do Kremlin a acampamentos do grupo Wagner com recurso a mísseis e helicópteros motivaram o sentimento de "injustiça" e a consequente mobilização para as imediações de Moscovo.  

 Saiba mais: 

 
	 
	   Prigozhin diz que não tinha como objectivo derrubar o Governo russo</video:description>
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      <video:title>Chile inundado por águas castanhas após chuvas fortes</video:title>
      <video:description>Na passada sexta-feira (23 de Junho), os habitantes da capital do Chile, Santiago, foram surpreendidos por uma grande massa de água castanha que descia pelo leito do rio Mapocho, o principal curso de água da cidade, que subiu substancialmente com as recentes chuvas fortes. 

 As inundações em torno do rio Mapocho atingiram as famílias que vivem nas suas margens, deixando pequenas povoações isoladas. 

 O governador da Região Metropolitana de Santiago, Claudio Orrego, disse que "esta é a pior frente meteorológica que tivemos nos últimos dez anos". 

 As autoridades declararam "alerta vermelho" e ordenaram evacuações preventivas em várias cidades no sul de Santiago.</video:description>
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      <video:title>O que é um golpe de calor?</video:title>
      <video:description>Um golpe de calor acontece quando, perante temperaturas ambiente muito altas, os nossos mecanismos de controlo de temperatura deixam de funcionar e o nosso corpo deixa de conseguir manter uma temperatura interna saudável. 

 Antes de o corpo entrar em choque, ainda é possível tratar um golpe de calor sem ajuda de profissionais de saúde. Mas os sinais nem sempre são fáceis de identificar e um golpe de calor pode mesmo ser fatal. Por isso, na dúvida, o mais prudente é ligar para a saúde 24, para avaliar que cuidados são necessários.  

 Como funciona a termorregulação? Em que condições acontece um golpe de calor? E como o podemos prevenir? O PQ explica e descomplica. 

  Leia também:  

 
	  O que é uma onda de calor e o que devemos fazer?  
	  Que cuidados devemos ter durante uma onda de calor?  
	  Recruta em coma induzido após sofrer golpe de calor durante Curso de   Comandos  
	  Calor a partir de quinta-feira pode elevar termómetros até aos 43 graus​  
	  O nosso corpo está preparado para vagas de calor cada vez mais frequentes?</video:description>
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      <video:title>António Mão de Ferro anuncia novo álbum com &lt;i&gt;Back&lt;/i&gt;, gravado com o britânico BJ Cole</video:title>
      <video:description>O cantor, compositor e guitarrista António Mão de Ferro escolheu o seu dia de aniversário para dar uma prenda ao seu público, que é também uma promessa: um novo single,  Back , a anunciar um álbum a editar ainda este ano. Com um videoclipe filmado no Douro por Paulo Ferreira (produtor, realizador e fotógrafo que se dedica a documentar a natureza, com trabalhos que já lhe valeram prémios em Los Angeles e noutros festivais),  Back  conta com um convidado muito especial: o célebre guitarrista britânico BJ Cole, conhecido pela sua pedal steel guitar, que já trabalhou com centenas de músicos, entre os quais os grupos Humble Pie, Procol Harum, T. Rex ou Uriah Heep, Elton John, Cat Stevens, Joan Armatrading (nos anos 70), David Sylvian, The Stranglers, k.d. lang (anos 80), John Cale, R.E.M., Björk ou Sting (anos 90). Com António Mão de Ferro (vocais, guitarra eléctrica e acústica, percussões, piano, Hammond B3 e coros) e BJ Cole (pedal steel guitar) estão Bernardo Fesch (baixo) e Julieta Mão de Ferro (coros). 

 Com música de António Mão de Ferro e letra dele em parceria com Kiko Pereira,  Back  foi masterizada nos estúdios Abbey Road, em Londres, e, segundo o seu autor e intérprete, “é uma canção que reflecte uma jornada pessoal significativa e transmite uma mensagem de resiliência, superação e esperança. Dediquei bastante tempo e esforço para criar uma experiência musical única e envolvente, com a participação muito especial do talentoso guitarrista BJ Cole.” 

 Nascido no Porto, a 25 de Junho de 1976, António Mão de Ferro teve na família uma influência musical forte, já que o seu pai, Joaquim Gualter, era membro do grupo portuense Os Tártaros, onde tocava guitarra eléctrica e cantava. Aos 13 anos, integrou um grupo de rock sinfónico, Sociofobia, vindo mais tarde a fazer parte dos Minnemann Blues Band e dos GNR, aos quais esteve ligado durante nove anos, como guitarrista. A solo, estreou-se com o álbum  Karma Train  (2007), ao qual se seguiram  Somewhere  (este assinado como AMF, editado em 2015)  António Mão de F</video:description>
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      <video:title>Um krill de gelo com três metros a derreter em Santiago pela protecção da Antárctida</video:title>
      <video:description>Na segunda-feira, activistas chilenos utilizaram uma escultura de gelo para exigir a protecção da Antárctida durante a cimeira internacional da Comissão para a Conservação da Fauna e da Flora Marinhas da Antárctida (CCAMLR). 

 Os activistas, que fazem parte de um colectivo de arte chileno chamado Bla! fizeram uma escultura de gelo em forma de krill com 3 metros de comprimento que derreteu perante os olhos dos caminhantes da capital. 

 Estima-se que as águas geladas ao largo da Antárctida contenham entre 300 milhões e 500 milhões de toneladas de krill - quase tão pesado como todo o gado do mundo. Estas criaturas minúsculas, semelhantes a camarões, são uma peça essencial do ecossistema antárctico, sustentando um grande número de espécies, desde os pinguins às baleias jubarte. 

 São também, cada vez mais, alvo de consumo humano, com a indústria da pesca em crescimento que apanha os crustáceos para a utilização em suplementos de óleo de peixe e rações para peixes. 

 O impacto do aquecimento global também ameaça as espécies que habitam a região, a maioria das quais depende, directa ou indirectamente, do krill antárctico, uma espécie fundamental para os ecossistemas e que é pilhada pelas frotas de várias nações no Antárctico. 

 A CCAMLR é composta por 27 membros - 26 países mais a União Europeia - e a sua missão é centrar-se na conservação dos recursos marinhos vivos da Antárctida.</video:description>
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      <video:title>Anunciando um &lt;i&gt;Caos&lt;/i&gt; (e concertos) para Setembro, os Paus falam-nos &lt;i&gt;Da boca do lobo&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Depois dos elogiados   Madeira   (2018) e   Yess   (2019), os Paus anunciam para Setembro um novo álbum, que há-de estrear-se ao vivo no Porto, nesse mesmo mês (dia 29, no M.ou.co) e em Lisboa, já em Outubro (dia 3, no Teatro Maria Matos). Chama-se  Paus e o Caos  e o primeiro single a revelá-lo acaba de estrear-se, também em videoclipe:  Da boca do lobo . O que motivou este novo rumo, envolvendo no título a palavras “caos”? Qualquer coisa como isto (as palavras são deles): “Bora ser mais, ser outra coisa. Um som que não dê para circunscrever nem controlar. Bora a sítios onde nunca estivemos e bora levar amigos.” 

 Com Hélio Morais, Fábio Jevelim, Makoto Yagyu e Quim Albergaria (os quatro Paus), estão, neste novo trabalho, Iúri Oliveira (percussões) João Cabrita (sopros) e Thomas Attar (guitarra). A realização do videoclipe é de Frederico Rompante (que também assegura a produção, junto com os Paus e a Mercearia das Artes) e a montagem é de Manuel Mendes. 

 Formados em 2009, os Paus já editaram seis álbuns:   Paus   (2011),   Clarão   (2014),  Bota Perna  (ao vivo, 2015),   Mitra   (2016),   Madeira   (2018) e   Yess   (2019).  Paus e o Caos  será o sétimo, sendo o seu primeiro a chegar ao mercado depois da pandemia da covid-19.</video:description>
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      <video:title>Como vão ser as cidades do futuro?</video:title>
      <video:description>Alterações climáticas ou o aparecimento de novas formas de mobilidade são algumas das variáveis a ter em conta quando se falam de cidades do futuro. No terceiro episódio do videocast  Perguntar Futuro  dedicado a pensar as cidades inteligentes, debatem o tema Rodrigo Vilas-Boas, sócio fundador da OODA, gabinete de arquitectura, e Inês Drummond Borges, Chief Transformation Officer da Sonae Sierra, responsável por desenhar a estratégia de inovação da empresa, com especial foco no sector imobiliário. 

    Perguntar Futuro    é um  videocast  apoiado pela SONAE (empresa proprietária do PÚBLICO) com oito episódios previstos, sobre temas determinantes do mundo e de Portugal.</video:description>
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      <video:title>"O capitalismo é um servo fantástico, mas um mestre terrível"</video:title>
      <video:description>Rebecca Henderson, professora na Harvard Business School e autora do  bestseller  "Reimagining Capitalism in a World on Fire", acredita que devemos repensar o modelo de capitalismo que se centra apenas nos lucros a curto prazo, aumentando as desigualdades e fomentando a polarização política dos cidadãos. "O capitalismo proporcionou enormes benefícios à humanidade" e "nos últimos cem anos, o PIB  per capita  mais do que quintuplicou, ao mesmo tempo que a população mundial triplicou", defende Rebecca Henderson. 

 Este é o primeiro episódio da série   ReImagine Talks, um  videocast  lançado pelo  think tank  Re-Imagine Europa em colaboração com os jornais Der Standard, Il Sole 24 Ore, La Vanguardia, LeSoir, Rzeczpospolita e Público. O projecto, que conta com a participação de alguns dos pensadores mais influentes do nosso tempo, propõe-se a explorar conceitos-chave que definem a forma como entendemos o mundo em que vivemos. O  videocast  é apresentado por Erika Stäel von Holstein e Luca de Biase, respectivamente, a CEO e o director de Investigação da Re-Imagine Europa.  

 Pode ver ou descarregar os episódios completos no:  Youtube ,  Spotify  e  Apple Podcast .</video:description>
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      <video:title>Will Samson anuncia com &lt;i&gt;And yet&lt;/i&gt; o seu oitavo álbum, a editar em Setembro</video:title>
      <video:description>O álbum só chegará às plataformas digitais no dia 8 de Setembro, mas Will Samson quis anunciá-lo esta quarta-feira com um single,  And yet , e respectivo videoclipe. É a primeira faixa a ser divulgada de  Harp Swells , o seu oitavo álbum, sucessor de  Balance  (2012),  Animal Hands  (2015),  Ground Luminosity  (2015),  Welcome Oxigen  (2017),  Paralanguage  (2019),  Flow State Mosaic  (2021) e   Active Imagination   (2022). Criador de peças ambientais e electrónicas, e a residir  em   Portugal  desde Janeiro de 2022, Will Samson compôs este seu novo disco em Almada e anuncia-o como “um registo anti-algoritmo”. Moldado pela sonoridade de um UHER 4200, gravador portátil dos anos 1970, é um disco pensado para ser ouvido de uma vez, do princípio ao fim. 

 Para Samson, que na faixa  And yet  contou com as vozes de Michael Feuerstack, da Bell Orchestre, e da artista performática irlandesa Maia Nunes, este é o trabalho mais ambiental e contemplativo de todos os que gravou. Tom Johnson, que assina o texto que anuncia o novo álbum, escreve a dado passo: “Ao permitir verdadeiramente que todo o ruído supérfluo se dissipe, Samson criou em  Harp Swells  Will talvez a obra mais absorvente da sua carreira, que nunca se deixou ser obstruída ou restringida pelas muitas barreiras que enfrentou desde o início. Livre de conjecturas e suposições, é um documento emocionante do que significa realmente deixar-se ir.” 

 Nascido em Oxford, no Reino Unido, em Dezembro de 1988, Will Samson teve desde a infância uma vida nómada, acompanhando os pais até à Austrália Ocidental e voltando ao Reino Unido dez anos depois. A partir daí, viveu entre Oxford e Berlim, Brighton e Lisboa, Bruxelas e Bristol, no sudoeste de Inglaterra onde gravou   Active Imagination  . Nessa altura, e já a residir em Portugal, Samson descrevia assim o seu nomadismo: “A minha árvore genealógica está tão espalhada pelo mundo, que muitas vezes penso que me está no sangue esta necessidade de mudança. Talvez na procura de um lugar que realmente me pertença.” 

 O no</video:description>
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      <video:title>Carlão satiriza no videoclipe de &lt;i&gt;Mais!&lt;/i&gt; o universo exagerado de alguma música pop</video:title>
      <video:description>É um dos temas do EP  Formas do Verbo Amar , a editar “muito em breve” e, com ele, Carlão protagoniza um videoclipe agora em estreia,  Mais! , que, segundo o texto que acompanha o lançamento, “retrata o universo exagerado de alguma música pop, com inúmeros detalhes ligados a um estilo de vida que muitas vezes se associa às grandes estrelas que dele fazem parte.” Filmado em película, “em vários locais da Grande Lisboa que remetem para um colorido sul-americano”,  Mais!  foi realizado por Cláudia Batalhão (que já assinou vídeos para Mariza, Blaya ou T-Rex) e nele participam (na dança) Andreia Antunes, Fabiana Injai, Filipe Rico e Talitha Gonçalves. A coreografia é de Vasco Alves, com Sasha Kalinina. Com letra de Carlão e música de Pedro da Linha e Carlão,  Mais!  tem arranjos de Paulo Borges e na letra podemos ouvir: “… A tua atenção é droga de eleição/ Eu dependo dela dá-me uma injecção/ Diz que eu sou rei, diz que eu sou patrão/ A minha auto-estima quer manutenção/ Fala aos teus pais, redes sociais/ As t-shirts do merch tão memo brutais/ Não me abandones, preciso de mais/ Preciso de mais porque nunca é demais…” 

 O anunciado novo EP de Carlão, além de alguns temas inéditos, incluirá canções como  A maior traição  e  Via Láctea , estas já conhecidas do público, e com colaborações da dupla de DJ Beatbombers (DJ Ride e Stereossauro) e Tatanka. A par deste novo single e videoclipe, Carlão anuncia uma série de concertos. O primeiro é já no dia 24 de Junho, em Cacilhas (no  Está Tudo em Festa , comemorações dos 50 anos da Cidade de Almada), seguindo-se Sintra, no dia 28 (Centro Cultural Olga Cadaval, com Marisa Liz como convidada especial), e Madeira (Ribeira Brava), ambos integrados nas Festas de São Pedro. Em Julho, estará em Almodôvar (dia 8), Covilhã (dia 21) e Celorico de Basto (dia 29), em Agosto actua em Portimão (dia 1) e Vila Nova de Paiva (dia 5) e em Setembro em Ponte de Vagos (dia 10).</video:description>
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      <video:title>Tyroliro abre as portas do seu &lt;i&gt;Tasco vadio&lt;/i&gt; e faz-se de novo à estrada com &lt;i&gt;Jabali&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Estreado em Março com o single e videoclipe de   Leite sagrado virgem extra curado  , o mais recente EP  Jabali , de Tyroliro, regressa à ribalta com outra canção. Desta vez é  Tasco vadio , com um videoclipe realizado por Mário Macedo, que no texto que acompanha o lançamento o descreve assim: “Tyroliro abre as portas da sua casa do vale encantado do Minho e mostra-nos a paisagem luxuriante que lhe chama de jardim, numa viagem acompanhado do seu pimba psicadélico/retrowave minhoto neste Tasco Vadio.” Além de  Leite sagrado virgem extra curado  e  Tasco vadio , cujo single e videoclipe agora se estreia, o EP conta com mais quatro canções:  Amarantina ,  Diabo na porta ,  Sal que tira o mal  e  No fundo da salada . 

 Projecto a solo (e também alter-ego) do músico e compositor famalicense e vimaranense Giliano Boucinha (Paraguaii, Utter, Colibri, Captain Boy), Tyroliro foi o vencedor da 26.ª edição do Festival Termómetro, em 2022, assegurando com essa vitória actuações nos festivais NOS Alive e Bons Sons, respectivamente em Julho e Agosto desse mesmo ano. A escolha do nome artístico tem uma explicação simples, que ele já deu em Junho de 2021, numa entrevista publicada na Comunidade Cultura e Arte: tinha um avô com a alcunha de “tiroliro” e achou “pertinente escolher esse nome” por representar o seu lado minhoto. 

 O regresso à estrada com  Jabali  começa no dia 7 de Julho, no Souto Rock, em Roriz, a que se seguirá o ACDROCK Music Fest, em Cambeses, no dia 14. Em Agosto, Tyroliro estará no palco da sala principal do Theatro Circo, em Braga, com os QUADRA, inserido no ciclo Máquina de Gelados (dia 25), e em Setembro actua no Suave Fest, em Guimarães (dia 16).</video:description>
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      <video:title>Porque é que o BCE sobe os juros para controlar a inflação?</video:title>
      <video:description>Os bancos centrais sobem as taxas de juro frequentemente. O objectivo é contrariar uma escalada da inflação. 

 O pensamento é simples: se as taxas de juro subirem, as famílias e as empresas têm mais dificuldades em recorrer a novos empréstimos - e as prestações que já pagam aos bancos sobem. Assim, cada pessoa fica com menos dinheiro para consumir e cada empresa fica com menos dinheiro para investir. 

 Com isto, há menos procura por bens e serviços – o que, em princípio, faz com que os preços caiam (ou, pelo menos, não subam tanto). É lógico: se alguém paga mais pela prestação da casa, fica com menos dinheiro para comprar um telemóvel; se há menos procura, os fabricantes de telemóveis não arriscam subir os preços. 

 Claro que há outros factores que influenciam os preços, como o nível de concorrência entre lojas e produtores. Mas estes o banco central não consegue controlar. Por isso, enquanto os preços continuarem a subir, a solução para controlar a inflação é, infelizmente, subir ainda mais as taxas de juro.</video:description>
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      <video:title>Ranking das Escolas 2022: eixo Porto-Braga volta a estar em destaque</video:title>
      <video:description>Nos últimos anos as escolas públicas têm ficado arredadas dos lugares do topo do ranking dos exames do ensino secundário. Mas quando se analisa apenas o comportamento dos estabelecimentos de ensino da rede do Estado, as escolas do eixo Porto-Braga voltam a estar em destaque. A Escola Artística do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, de Braga, voltou em 2022 a ter os melhores resultados no ensino secundário – é a 12.º no ranking geral. 

 O ranking tradicional, que junta ensino público e privado, tem à cabeça o Grande Colégio Universal, também no Porto. 

 Saiba mais: 

 
	   Rankings de escolas: burguesia forte e competição acérrima explicam sucesso do Norte   
	   “A sala de aula não está confinada às quatro paredes” nem o mundo é só “o outro lado da rua”</video:description>
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      <video:title>Luís Varatojo volta ao combate com &lt;i&gt;O conto do vigário&lt;/i&gt;, de dedo apontado à crise</video:title>
      <video:description>Foi com o single e videoclipe de   Panela de pressão   que Luís Varatojo anunciou, no início de Março, o segundo álbum do seu projecto Luta Livre, lançado no final desse mesmo mês:   Defesa Pessoal  , sucessor de   Técnicas de Combate  , este publicado em Fevereiro de 2021. Agora, regressa com novo single e videoclipe,  O conto do vigário , apresentado como “uma canção sobre fluxos monetários, CEOs e cotação bolsista, e uma espécie de swing rockabilly para dançar em cima da mesa do escritório com a gravata na cabeça e uma taça de rosé na mão. Nem toda a gente o pode fazer, é certo, são as vicissitudes da economia de mercado, para compensar os investimentos de uns é preciso que outros sofram os ajustamentos. E são sempre os mesmos a ajustar – há quem vá ao Panamá para lavar a massa, há quem fique em Massamá a chorar a taça.” 

 Uma canção que “fala do estado de permanente crise económica em que vivemos – ou em que nos querem fazer crer que vivemos – e das soluções para dele sair, que passam, invariavelmente, por apertar mais ainda os cintos dos que já vivem com eles apertados.” Enquanto o refrão mostra a outra face: “Casas com piscina, iates na marina, negócios forex. A motor ou à bolina, a maré favorece sempre quem está na mó de cima.” 

 Com letra e música de  Luís Varatojo  (Peste &amp; Sida, Despe e Siga, Linha da Frente, A Naifa, Fandango),  O conto do vigário  conta com as participações de Ivo Palitos (vozes) e Diogo Santos (piano). O videoclipe de animação é da autoria de Andreia Reisinho Costa.  Defesa Pessoal , o álbum, está disponível em todas as plataformas digitais e em CD no bandcamp.</video:description>
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      <video:title>Se a Rosalía e o Primavera fossem dos anos '90 eram assim, lo-fi e chiptune</video:title>
      <video:description>Numa altura em que qualquer  smartphone  filma em alta-definição (e são muitos os que vimos durante os concertos), o P3 entregou-se ao charme  lo-fi  de uma câmara de vídeo hi8. Na décima edição do  Primavera Sound , no Porto, o P3 apontou a câmara com cassete, dos anos 1990, a quem actuou — ​ Rosalía , Pet Shop Boys, Tokischa,  Le Tigre , entre outros  —,  desviando-a muitas vezes para quem assistiu nas primeiras filas dos cinco palcos do festival. 

 Todos os efeitos contidos nas imagens pertencem ao amplo leque que a própria câmara tem incorporados e foram accionados durante a rodagem, e não em pós-produção. Umas mensagens no OLX depois, a fita estava digitalizada. E o resultado pode ser visto em qualquer  smartphone . 

  Mais artigos sobre o Primavera Sound  

 
	  Blur fecham Primavera Sound com toda a sua fanfarronice e toda a sua elegância  
	  “Não vou dizer que estou felicíssimo”: director do Primavera Sound após décima edição  
	  Danceteria com Fred Again.., candura com Arlo Parks e o regresso dos Mars Volta  
	  Rosalía, fera e feérica, num espectáculo pop no palco, nos ecrãs, nas selfies  
	  Kendrick Lamar em noite de dilúvio no arranque do Primavera Sound Porto</video:description>
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      <video:title>A Grande Marcha de Lisboa 2023 estreia-se em videoclipe com dezenas de participantes</video:title>
      <video:description>Eleita em Março passado como vencedora do concurso da Grande Marcha de Lisboa 2023,  Menino Parque Mayer  estreia-se agora como videoclipe, para o qual o fadista  Carlos Leitão  (autor da letra e música desta marcha) convidou dezenas de nomes do teatro, da música e da televisão, que aqui surgem a “dobrar” (só na imagem) a voz do cantor. E a lista é grande (35, no total): Anita Guerreiro, Aurélio Perry, Florência, Maria Candal, Carlos Manuel, Catarina Rolo Salgueiro, Diamantina, Fernando Girão, Fernando Mendes, Hélder Moutinho, Henrique Leitão, Isabelinha, João da Silva, José Carlos Malato, José Raposo, Júlio Isidro, Lily Neves, Katia Guerreiro, Kimi Djabaté, Liliana Lobo de Carvalho, Luís Aleluia, Luísa Rocha, Mafalda Arnauth , Marta Miranda, Miguel Ponte, Paulo de Carvalho, Pierre Aderne, Sara Paixão, Silvana Peres, Sofia Ramos, Tânia Ribas de Oliveira, Tiago Salazar, Tiago Torres da Silva, Tó Zé Brito e Vânia Duarte. Com Carlos Leitão (voz, viola, produção e direcção musical), participaram na gravação de  Menino Parque Mayer  Henrique Leitão (guitarra portuguesa), Carlos Menezes (baixo) e Mário Lopes (bateria). O vídeo, assinado por João Azevo e Benjamin Pinto, foi filmado na Casa do Artista, Parque Mayer, Teatro Armando Cortez e Teatro Maria Vitória. 

 Celebrando os  100 anos do Parque Mayer , que se completaram em 2022, a marcha vencedora do concurso promovido pela Câmara Municipal de Lisboa e a EGEAC vai ser apresentada e interpretada por todos os participantes das Marchas Populares de Lisboa, no âmbito das Festas da cidade, na noite de Santo António, durante o anual desfile da Avenida da Liberdade. Carlos Leitão já se candidatara a este concurso uma primeira vez, em 2021, com   Amália, nome de Lisboa   (que passou a integrar o repertório da fadista Katia Guerreiro). Este ano, a sua  Menino Parque Mayer  foi a escolhida e nela podem ouvir-se estes versos: “Parque Mayer a noite é tua/ Porque o teatro tem mais vida que a memória/ Esta Lisboa é a tua rua/ Para festejar os teus 100 anos de glória.” Homenagem </video:description>
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      <video:title>Depois de &lt;i&gt;Gentle Dawn&lt;/i&gt; no 25 de Abril, ViaMonte estreia &lt;i&gt;Leda Madrugada II&lt;/i&gt; a 10 de Junho</video:title>
      <video:description>São ambas canções do mais recente álbum de André ViaMonte e ele quis estreá-las em duas datas marcantes na história e no imaginário português. No dia 25 de Abril, lançou em single e videoclipe   Gentle Dawn  , com a participação da cantora Beatriz Nunes e com o objectivo de assinalar o 25 de Abril com a ideia de que, “mais do que lembrar o passado, é importante resgatá-lo” criando “pontes emocionais entre gerações”. Agora, neste 10 de Junho, dia de Camões e das Comunidades, estreia o videoclipe de  Leda Madrugada II , canção que no disco surge ligada tematicamente e sequencialmente a  Gentle Dawn , e que é baseada num soneto de Luís de Camões que já inspirara uma canção a José Mário Branco, no início da década de 70:  Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades . Nele, André ViaMonte resume a história do país à sua saudade. “Do mal ficam as mágoas na lembrança, E do bem (se algum houve) as saudades.” A coreografia do videoclipe conta com o bailarino Máximo Sequeira, a sublinhar, intencionalmente, que “a Liberdade é mais que um direito, reside na essência de todos os seres. No texto que acompanha a estreia, escreve-se, a justificar o tema: “Somos um legado histórico de trocas culturais. Somos o resultado de uma era global onde o ‘colonizador’ na verdade nunca foi mais que uma nação ‘colonizada’; ‘mesclada’ com legados históricos das suas comunidades.” 

 Nascido em 1983 na Suíça, em Zurique, filho de emigrantes, André ViaMonte viveu depois em Singen, uma cidade do Sul da Alemanha, crescendo a ouvir diferentes sonoridades e culturas musicais, do folclore português ao fado, à ópera, ao jazz, à bossa nova, até vozes búlgaras. Compôs cedo os seus primeiros temas, acabando por firmar aos 22 anos, e já em Portugal, um lugar na música, enquanto se formava em musicoterapia. Tem dois álbuns a solo:   VIA   (2016) e   MONTE   (2019). Em Maio de 2022 estreou a canção   Deadfall  , “contra a guerra ou todas as guerras que se possam perpetuar”, tal como em Maio de 2020 respondera à pandemia da covid-19 com a canção   Aqui  , fe</video:description>
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      <video:title>Joana Espadinha inaugura o Verão com uma viagem ao início da sua adolescência</video:title>
      <video:description>O videoclipe começa com uma menina a ouvir num leitor de CD portátil o mais recente álbum de Joana Espadinha,   Ninguém Nos Vai Tirar o Sol   (2022). Mas a canção que ouvimos não é desse disco, é nova, e é com ela que a jovem cantora e compositora quis começar o Verão. Chama-se  Será o que será  e é, como a própria explica no texto que acompanha o single e videoclipe, uma viagem ao seu passado: “Escrevi esta canção, embalada por alguma nostalgia, não nego, a pensar na atmosfera de expectativa que antecedia estes momentos tão esperados da adolescência. Como se fosse uma enviada ao passado para avisar a minha versão  teen  que aproveite aquele momento, sem pensar demasiado, que amanhã logo se verá.” Com produção musical de Ben Monteiro (dos D’Alva), o tema conta com a participação de Matilde Bello, na “pele” de Joana em 1995. “Além da óbvia semelhança física (que ao comparar com as minhas fotos de adolescente chega a assustar), reconheço na Matilde o mesmo olhar sonhador que fazia ansiar por maiores voos”, diz Joana Espadinha. O videoclipe recria uma espécie de jogo que fazia aos 12 anos: “No meu diário, discorria sobre os meus dramas enquanto ouvia a Sheryl Crow, ou o Bon Jovi, assistindo imperturbável da parede do meu quarto graças à revista  Super Pop  que consumia religiosamente. Sempre que me sentia insegura a dançar, eu e a minha melhor amiga tínhamos um código para ganhar confiança: fazíamos um símbolo com as mãos e começávamos o Jogo do Espelho, que consistia em esquecer os presentes e dançar como se estivéssemos em frente do mesmo. Era quase um superpoder, e funcionava mesmo. Bem que gostaria de o ter utilizado mais vezes na vida…” 

 Nascida em Junho de 1993, Joana Espadinha licenciou-se em Direito na Nova, em Lisboa e iniciou os estudos musicais no Hot Clube, de onde passou, em 2006, para o Conservatório de Amesterdão, ainda a estudar jazz. Terminado o curso, começou a dar aulas de canto na Escola de Jazz Luís Villas-Boas, do Hot, e de jazz na Universidade de Évora. Como compositora e intérprete, f</video:description>
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      <video:title>Nos 25 anos do Oceanário de Lisboa o desejo é “continuar a inspirar” visitantes</video:title>
      <video:description>O Oceanário de Lisboa celebra este ano o 25.º aniversário. Mais de duas décadas e 28 milhões de visitantes depois, o aquário continua “a inspirar” gerações e a sensibilizá-las para a importância da conservação das espécies. 

 São mais de oito mil os animais e plantas que por lá se encontra. Alguns chegaram em 1998, ano em que abriu portas. Um sinal de que “estão bem, saudáveis e vivem com conforto nas nossas instalações”, defende o presidente executivo do Oceanário de Lisboa. 

 João Falcato faz um balanço positivo dos últimos 25 anos e garante: “não tenho dúvidas de que existem hoje pessoas que pensam diferente porque vieram ao Oceanário quando eram crianças; pessoas que decidiram ser biólogas marinhas, porque vieram ao Oceanário de Lisboa.” “Esta literacia e este conhecimento que as pessoas passam a ter quando nos visitam são muito importantes para nós”, acrescenta. 

 Leia a entrevista na íntegra  aqui .</video:description>
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      <video:title>Imagens de drone mostram destruição em barragem hidroeléctrica perto de Kherson</video:title>
      <video:description>As autoridades ucranianas acusaram esta segunda-feira as tropas russas de fazerem explodir a barragem da central hidroeléctrica de Nova Kakhovka e pediram aos residentes nas zonas junto ao rio Dnipro, no sul da Ucrânia, que abandonem as habitações. 

 O Comando Sul das Forças Armadas ucranianas avançou a destruição da infra-estrutura, que fica a 60 quilómetros da cidade de Kherson, e indicou que está a investigar a extensão dos danos, bem como a velocidade e a quantidade de água que deverá afectar as áreas vizinhas. 

 Já Vladimir Saldo, o governador da região de Kherson, na Ucrânia, nomeado pela Rússia, afirma que Kiev atingiu a barragem de Nova Kakhovka para desviar as atenções da contra-ofensiva "falhada" no leste do país. A TASS citou os serviços de emergência dizendo que a Ucrânia atingiu a região com mísseis Storm Shadow que foram fornecidos a Kiev pelo Reino Unido. 

 De acordo com o governo ucraniano, cerca de 80 vilas enfrentam risco de inundações. As autoridades russas, por sua vez, estimam que 22 mil residentes possam ser afectados e mais de 600 casas tenham sido já inundadas. Quanto à central nuclear de Zaporijjia, a Agência Especial de Energia Atómica avança que a instalação não enfrenta "perigo imediato".</video:description>
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      <video:title>Escolas à Descoberta de Abril. “Não tinha noção do quão perto de mim estava”</video:title>
      <video:description>À boleia do projecto   Escolas à Descoberta de Abril, 25 de Abril 50 Anos  , alunos entre os 14 e os 18 anos ficam a saber que a liberdade de que hoje desfrutam nem sempre existiu, que a escolaridade de hoje é uma conquista à beira de comemorar cinco décadas. 

 Os agrupamentos de Escolas Gardunha e Xisto, do Fundão, e de Escolas de São João do Estoril integram a iniciativa da sociedade civil — de quatro antigos estudantes do Instituto Superior Técnico — com o patrocínio do Conselho Nacional de Educação. O primeiro do interior, o segundo do litoral. 

 Em ambos, alunos do 9.º e do 12.º anos recolheram testemunhos de vida e preparam vídeos sobre o país que Portugal era antes do 25 de Abril de 1974. Neste trabalho, cada escola tem as suas peculiaridades. Uma reportagem para ler na íntegra no  P2 .</video:description>
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      <video:title>Educação | Tecnologia dentro da sala de aula: perigos e oportunidades</video:title>
      <video:description>Quais os impactos da utilização da tecnologia em contexto de sala de aula? E que oportunidades, desafios e perigos se abrem quando os professores usam novas ferramentas para apoiar o ensino? Estes são alguns dos temas abordados no segundo episódio do  videocast  do PÚBLICO  Perguntar Futuro  que juntou para a conversa Dulce Garcia, professora de educação especial e membro da direcção do projecto Mentes Sorridentes, e Kyriakos Koursaris, director tecnológico na United Lisbon International School. 

    Perguntar Futuro    é um  videocast  apoiado pela SONAE (empresa proprietária do PÚBLICO) com oito episódios previstos, sobre temas determinantes do mundo e de Portugal, como a educação ou as cidades do futuro.</video:description>
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      <video:title>Criatividade e inteligência artificial: aliadas ou inimigas?</video:title>
      <video:description>A criatividade humana está ou não ameaçada pela inteligência artificial? Este é um dos temas discutidos no primeiro episódio do novo   videocast   do PÚBLICO,   Perguntar Futuro.   Uma conversa moderada por Diana Duarte que neste episódio conta com Paulo Dimas, líder de Inovação na  Unbabel , que aplica inteligência artificial à tradução, e Edson  Athayde , publicitário, escritor, CEO e  creative  director da  FCB  Lisboa.   

    Perguntar Futuro    é um  videocast  apoiado pela SONAE (empresa proprietária do PÚBLICO) com oito episódios previstos, sobre temas determinantes do mundo e de Portugal, como a educação ou as cidades do futuro.</video:description>
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      <video:title>Mafalda Castro: "O luxo não é ofensivo. A ostentação é que é"</video:title>
      <video:description>Mafalda de Castro tinha 16 anos quando começou a partilhar o que vestia ou as suas viagens de sonho num blogue. Já passaram 12 anos: saltou da blogosfera para o Instagram, daí para a rádio e para a televisão. Quem a segue viu-a concretizar todos os desejos a que aspirava na adolescência. Tem uma vida de sonho, mas sempre com os pés assentes na terra, sem ostentar. “Toda a gente quer ter esse bocadinho de luxo que está nas pequenas coisas”, acredita. 

 Leia a reportagem completa  aqui .</video:description>
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      <video:title>Na secundária que lidera o ranking da equidade os alunos "aprendem a pensar"</video:title>
      <video:description>Oficina de teatro, clube ciência viva, badminton, basquetebol, ténis de mesa e uma revista escolar de divulgação de ciência, a  BioHeitor , são alguns exemplos da extensa lista de projectos extracurriculares da escola secundária Frei Heitor Pinto, na Covilhã. Com mais de 300 alunos, esta escola lidera o ranking de equidade, um indicador do Ministério da Educação que permite aferir os níveis de sucesso educativo dos alunos de condições socioeconómicas mais vulneráveis.  

 O segredo? Para o director do agrupamento está, em grande parte, na diversidade de clubes e actividades que se estendem para lá do quadro curricular. "Sou do tempo em que vínhamos para a escola, o professor escrevia no quadro e nós tínhamos de passar o que lá estava. A escola já não pode ser vista assim. Em vez de estarem a assistir à aula de Português ou de Matemática, estes alunos vão ter um dia diferente, novas vivências, vão ver coisas novas, vão discutir", defende Marco Santos. "Esta geração precisa muito disto, de ser posta a pensar." 

 Nesta secundária, 96% dos alunos com acção social escolar (ASE) garantiram um percurso sem chumbos, isto é, terminaram o ensino secundário nos três anos previstos, segundo dados de 2020/2021. Este valor está bem acima da média nacional de estudantes com perfil semelhante (65%), facto que lhe garantiu o lugar cimeiro na lista anual.  

 Nina Crisóstomo, aluna do 11.º ano do curso de Humanidades, é uma das estudantes beneficiárias deste apoio e integra, também, o clube de teatro da secundária. “O teatro foi a melhor coisa que aconteceu comigo na escola, porque para além de promover a minha criatividade e o meu amor pela arte, consegui desenvolver capacidades sociais” diz. E acrescenta “é muito importante no meu percurso escolar”.</video:description>
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