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      <video:title>As imagens das chuvas fortes que inundaram Madrid</video:title>
      <video:description>As fortes chuvas que caíram em Espanha provocaram inundações repentinas no sudeste e no leste do país desde o início da semana. Na capital, Madrid, foram registados 100 litros de precipitação por metro quadrado nas últimas 12 horas e as equipas de emergência tiveram de actuar em 16 locais. 

 De acordo com as informações das autoridades locais e da Direcção Meteorológica, a precipitação excessiva afectou Múrcia, Valência, Catalunha e Aragão, provocando a inundação de várias casas e empresas. Também foram arrancadas árvores, houve veículos arrastados pelas cheias e assistiu-se ao desmoronamento de estradas. 

 Depois de uma precipitação historicamente baixa em Março e Abril, Espanha registou um recorde de precipitação em Maio. 

 Os especialistas em meteorologia chamaram a atenção para o impacto das alterações climáticas e afirmaram que os fenómenos de precipitação intensa e de curta duração não resolvem o problema da seca, mas apenas provocam inundações. 

 Considerando os últimos dez anos, observa-se que as chuvas fortes e as tempestades com origem no Mediterrâneo e no Atlântico aumentaram significativamente em comparação com os anos anteriores, afirmaram.</video:description>
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      <video:title>Moscovo sofre ataque de drones, dizem autoridades locais</video:title>
      <video:description>A capital da Rússia sofreu esta terça-feira um ataque de drones que causou "danos menores" em vários edifícios, disse o presidente da câmara de Moscovo, Serguei Sobianin. "Cerca de 25 drones foram projectados contra Moscovo (...). Um deles levava artefactos explosivos que não detonaram", indicou Sobianin. 

 O responsável indicou que não há feridos graves, tendo apenas duas pessoas recebido tratamento médico em ambulatório, e que uma investigação ao sucedido está em curso. Os moradores dos dois prédios afectados pelos ataques foram retirados, e falam de um estrondo "ensurdecedor" pelas quatro da manhã desta terça-feira.  

 Este alegado ataque com drones contra Moscovo ainda não foi verificado por entidades independentes. A confirmar-se, pode tratar-se do ataque mais grave contra Moscovo desde o dia 2 de Maio, dia em que as autoridades russas acusaram Kiev de um suposto ataque com aparelhos não tripulados contra o edifício do Kremlin, sede da Presidência da Rússia. 

 Saiba mais  aqui .</video:description>
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      <video:title>Gohu grava em Los Angeles uma canção que é uma metáfora para o regresso a casa</video:title>
      <video:description>Se em Março nos brindou com   Nortada  , num regresso às raízes e às memórias de infância,  Gohu  despede-se de Maio com uma nova canção que remete também para a sua infância em Portugal, e que é apresentada como “uma metáfora para o regresso a casa”. Chama-se  Tigela, Chocapic &amp; Leite  e o seu videoclipe foi filmado em Venice, Los Angeles, onde o músico e publicitário agora vive. Se em videoclipes anteriores, como   Nesga de sol   (este gravado durante a pandemia com a cantora brasileira Tainá),   Contigo como Lontra   ou   ETs, levem-me daqui   o músico não aparecia pessoalmente, mas sim através de imagens gráficas ou de um avatar que criou para o seu alter-ego artístico Gohu, neste videoclipe (tal como no anterior,  Nortada , através de imagens antigas) surge a cantar e a tocar piano, misturando a sua imagem real a variações gráficas criadas por ele. 

 Produzido em colaboração com o realizador André Gaspar, da Perfect Storm, o videoclipe é assim explicado por Gohu no texto que acompanha o seu lançamento: “Eu não gosto muito de aparecer e essa postura um pouco mais reservada tem-se revelado nos videoclips sem a minha presença. Mas a natureza mais intimista dos novos singles tem exigido que eu perca a vergonha e apareça mais. O videoclip de  Tigela, Chocapic &amp; leite  é todo gravado em  selfie-mode . Trago o público para perto. Exponho os detalhes. As rugas, os poros e o jeito acriançado de ser na intimidade.” Ao fim de dois álbuns, conclui ele, Gohu “está finalmente a perder a vergonha.” 

 Nascido na Maia, no Grande Porto, em 12 de Março de 1980, Hugo Veiga foi com 18 anos para Lisboa, para estudar na faculdade, aí ficando até 2005. Formou-se em publicidade e, a dada altura, resolveu viajar até ao Brasil, para fazer um estágio em São Paulo. Apaixonou-se pelo país e ficou lá quase duas décadas, até se mudar para Los Angeles (EUA), onde ainda reside. Como Gohu, gravou dois álbuns:  Terra da Faina  (2020) e  Imbassaí  (2022). Esta sexta-feira, 2 de Junho, actua em Lisboa, no Capitólio, assegurando a primeira </video:description>
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      <video:title>Paulo Praça grava com Sónia Tavares &lt;i&gt;Baloiço&lt;/i&gt;, canção a anunciar um novo álbum</video:title>
      <video:description>Passados mais de dois anos do  último álbum a solo , com que brindou a sua Vila do Conde natal, o cantor e compositor Paulo Praça regressa com uma canção inédita que anuncia o seu próximo álbum, a lançar ainda este ano. Chama-se  Baloiço  e conta com a participação vocal de Sónia Tavares, dos The Gift, que integrou, juntamente com Paul Praça, o projecto Amália Hoje. Além de Paulo (voz, viola braguesa e sintetizadores) e Sónia (voz), participou na gravação Eurico Amorim (piano, sintetizadores e programações), que assina a produção, ao lado de Paulo Praça. Filmado numa praia de Vila do Conde, o videoclipe foi realizado por João Rei Lima, com coreografia de Ju Vasques e a participação de Maria Tomé Vasques. 

 A letra de  Baloiço  é assinada em parceria por Paulo Praça e Gisela João, sendo a música de Paulo Praça e Eurico Amorim. “Um baloiço levou-me à calma/ Um baloiço embala-me a alma/ Que tanto me apaixona em sonhos/ É o baloiço da vida que leva e traz”, diz a canção, que ao apresentar a vida como um baloiço, pretende ser, diz o cantor, “um elogio à vida”. 

 Nascido em Vila do Conde, em 18 de Outubro de 1971, Paulo Praça foi fundador dos grupos TurboJunkie, Grace e Plaza, integrou o projecto Amália Hoje, junto com Nuno Gonçalves, Sónia Tavares (ambos dos The Gift) e Fernando Ribeiro (dos Moonspell), e colaborou com Pedro Abrunhosa e grupos como 3 Tristes Tigres, GNR ou The Gift. A solo, lançou até à data quatro álbuns:  Disco de Cabeceira  (2007),  Dobro dos Sentidos  (2010),  Um Lugar Para Ficar  (2019) e  Onde  (2020), este com canções feitas a partir de poemas de José Régio, Ruy Belo e Valter Hugo Mãe, e também da autoria de Jorge Cruz, Renato Maia, Simão Praça, Artur Cunha Araújo, José Coutinhas e do próprio Paulo Praça. Com a participação especial de  Fausto Bordalo Dias  e de  José Cid , o disco foi editado num livro de capa dura, com prefácio de Valter Hugo Mãe (poeta também ligado a Vila do Conde) e “um ensaio fotográfico de Cesário Alves”.</video:description>
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      <video:title>O anunciado álbum de Moacyr Luz e Pierre Aderne aí está. Chama-se &lt;i&gt;Mapa dos Rios&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Dez dias depois da publicação de   Prado Júnior  , revisitação do imaginário da velha boémia de Copacabana, o álbum que tem vindo a ser preparado pelos cantores e compositores brasileiros Pierre Aderne e Moacyr Luz está enfim disponível esta sexta-feira nas plataformas digitais. Chama-se  Mapa dos Rios  e, a acompanhar o lançamento, há um videoclipe que mostra como tudo começou,  desde Maio de 2022 , e se foi desenvolvendo até chegar a disco. Lançado pelo selo Mestre Sala/The Orchard e gravado entre Lisboa e o Rio de Janeiro, o álbum tem onze canções inéditas, resultantes da parceria destes dois músicos que têm em comum, além das raízes brasileiras, o facto de serem dinamizadores de dois movimentos colectivos onde a música é rainha. No Rio de Janeiro, Moacyr Luz é o dinamizador da tradicionalíssima roda  Samba do Trabalhador , às segundas, no Andaraí, enquanto Pierre Aderne promove na sua  Rua das Pretas  encontros e fusões entre as músicas brasileira, portuguesa e da África lusófona. 

 Pretendendo ser “uma crónica musical de um Rio de Janeiro Lisboeta e de uma Lisboa que tem o Rio de Janeiro no imaginário”,  Mapa dos Rios  consolidou em música uma velha amizade: “Foi como se compuséssemos para um filme, em que a sinopse é recordar o passado vivido nos bairros, lembrar de personagens, de endereços em que moramos – um álbum de família num porta-retratos com música incluída”, diz Pierre Aderne no texto que acompanha o lançamento. Por sua vez, Moacyr Luz acrescenta: “Compusemos dez músicas e trocámos mil dúvidas até florescer nesse álbum. Eu sou um cara que vem do subúrbio; ele, da Zona Sul. Temos as mesmas angústias e descobrimos uma afinidade impressionante através da música.” No disco, além de Moacyr e Pierre, participaram os músicos Nilson Dourado (percussões), Walter Areia (contrabaixo), Júnior De Oliveira (frigideira, agogô e tamborim), Allan Abadia (trombone), Diogo Duque (trompete), Fred Martins (violão) e Luís Filipe de Lima (violão de sete cordas). 

 Depois de terem actuado juntos no dia 24 de Maio, </video:description>
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      <video:title>Milhanas publica álbum de estreia, &lt;i&gt;De Sombra a Sombra&lt;/i&gt;, e novo videoclipe, &lt;i&gt;Eu de prosa&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Ao quarto single, Milhanas chega finalmente ao seu álbum de estreia,  De Sombra a Sombra , que chega esta sexta-feira às plataformas digitais. Depois de ter lançado   Lamentos  , com videoclipe, em Novembro de 2021, estreou   Mais que ao Sol   em Janeiro de 2023 e   Mundo   em Março.  Eu de prosa  surge agora, a assinalar a chegada do álbum, e, segundo a sua autora, “foi escrito durante uma fase muito escura, de descrença perante a vida”. Já o álbum, ainda segunda ela, foi crescendo à medida que ela cresceu, “tanto a nível lírico como a nível musical”: “É um disco que tem várias alusões a poetas e músicos que acompanharam o meu crescimento enquanto pessoa e enquanto artista”, diz Milhanas, “conta e explora cronologicamente todas as minhas sombras, todos os meus lamentos”. Uma forma de se explicar ao mundo e a quem a ouve: “Não quero nunca que a minha obra pareça uma ode à tristeza porque não é, é um auto-retrato. No dia em que me sentir feliz, cantarei a alegria com a mesma verdade que canto a tristeza.” O disco nasceu de um trabalho conjunto com Rodrigo Correia, ganhando depois a produção (“mais electrónica”) de Agir e Jon. 

  Eu de prosa  socorre-se de uma frase de Miguel Torga, tirada do texto introdutório à edição da sua  Antologia Poética  pela Dom Quixote (1994): “A impiedosa lucidez dos nossos dias, em que o cantor – quando se sente obrigado a prolongar a voz mediúnica de que é herdeiro – morre crucificado no próprio canto, a aperfeiçoá-lo até à exaustão, consciente de que é nele que se salva ou se perde e de que tem de o erguer imponderável como uma miragem e sólido como uma fortaleza.” Daqui, escreveu Milhanas estes versos: “Os poetas estão cansados/ De dizer o que eu não digo/ Falta-me a voz para contar/ O que eu quero e não consigo// O que dirá minha alma à vida/ Quando à morte se entregar/ Haverá quem compreenda/ E quem condene o meu pesar.” 

 Nascida em 2001, Carolina Milhanas começou a estudar música desde cedo, não fosse ela filha de um músico, Vítor Milhanas, que tem acompanhado Fausto Borda</video:description>
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      <video:title>Francisco Louçã sobre crise política: "A maioria absoluta destrói um partido"</video:title>
      <video:description>Em entrevista ao Hora da Verdade do PÚBLICO/Renascença, o ex-porta-voz bloquista considera que um cenário de eleições antecipadas é agora mais provável e que Galamba não poderá ser remodelado no futuro, mas assinala que Marcelo não irá dissolver o Parlamento, antes esperar "que o Governo se vá desgastando". Embora admitindo que Costa "carregou responsabilidades" em Pedro Nuno Santos para abrir caminho a outros sucessores, atribui a actual crise política à maioria absoluta.</video:description>
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      <video:title>Vinho da Casa: o que vamos beber hoje?</video:title>
      <video:description>Dirk Niepoort cozinhou com borras de vinho do Porto, Anselmo Mendes cantou e pôs todos a cantar com ele e, no final, Adriana Calcanhotto encantou, com as suas histórias e músicas. Foi assim, no domingo, o terceiro e último dia do Vinho da Casa. Não é qualquer vinho, não é qualquer casa, o evento organizado pelo PÚBLICO e pela Out of Paper na casa Indulgent, na Foz do Porto. 

 Saiba mais: 

 
	   Vinho da Casa com tintos de excepção, os cozinhados de Dirk Niepoort e as histórias de Adriana Calcanhotto</video:description>
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      <video:title>Uma casa onde os enólogos nos recebem como amigos</video:title>
      <video:description>“A ideia foi colocar alguns dos maiores produtores de Portugal dentro desta casa, juntos, algo que é muito raro porque não vê já muitos destes produtores em feiras ou eventos de vinhos”, explica a organizadora e curadora Simone Duarte. “É um evento sem  stands , em que se entra aqui como se os produtores estivessem recebendo nas suas casas.” Ao mesmo tempo, “era importante tentar mostrar as outras paixões dos produtores, porque quando se recebe alguém em casa, é um momento mais íntimo, um momento em que nos abrimos." 

 Na sexta-feira – e depois de servido o jantar volante a cargo de Vasco Coelho Santos, do Euskalduna, no Porto (uma estrela Michelin) – a noite terminou com um concerto da fadista Cuca Roseta, e no domingo, encerrará com  Adriana Calcanhotto , depois de Dirk Niepoort cozinhar uma receita com a qual, segundo diz, costuma fazer sucesso, e Anselmo Mendes arriscar cantar um fado – tarefa que, admite o próprio, não será fácil depois de termos assistido ao espectáculo de  Cuca Roseta .</video:description>
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      <video:title>Galamba: “Não menti ao país”, ex-adjunto “pode contar a [sua] história”</video:title>
      <video:description>A audição de João Galamba aconteceu no dia seguinte à inquirição do ex-adjunto, Frederico Pinheiro, e da chefe de gabinete, Eugénia Correia, na Assembleia da República. 

 Da revelação de que foi o gabinete do primeiro-ministro a sugerir o contacto com o Serviço de Informações de Segurança (SIS) aos relatos das chamadas telefónicas na noite de 26 de Abril, o ministro das Infra-Estruturas descreveu os dias antes e depois da exoneração de Frederico Pinheiro e “negou categoricamente” ter ameaçado o ex-adjunto. “Eu fui ameaçado e não foi pouco”, afirmou. 

 Saiba mais: 

 
	  Galamba vs. Galamba: o que mudou nas explicações do ministro entre Abril e agora.  
	  Galamba diz que foi gabinete de Costa a dizer para contactar secretas.</video:description>
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      <video:title>Ana Bacalhau de volta às canções com &lt;i&gt;Não vás embora, rapaz!&lt;/i&gt;, produzida por João Só</video:title>
      <video:description>Foi em finais de Outubro de 2022 que Ana Bacalhau lançou o seu segundo álbum a solo,   Além da Curta Imaginação  , com as marcas do confinamento e do seu “degelo”, depois de se ter estreado em 2017 em nome próprio (fora dos Deolinda) com um álbum intitulado exactamente…   Nome Próprio  . Esta sexta-feira ressurge, em single e videoclipe, num tema que parece acenar já às festas populares de Verão:  Não vás embora,   rapaz! . Com letra e música de Mariana Moreira e Tiago Nogueira (dos Quatro e Meia) e produção e arranjos de João Só, a canção ganhou vida num videoclipe realizado por Joana Campos, com Joana Alves e João Santos como actores principais. Além de Ana Bacalhau (voz), participam na gravação e no videoclipe os músicos Eugénia Contente (guitarra), Zé Pedro Leitão (baixo), Manuel Oliveira (teclas) e Guilherme Melo (bateria). 

  Não vás embora, rapaz! , que é apresentada como o primeiro single do novo disco de Ana Bacalhau, é assim descrita por Tiago Nogueira (seu co-autor) num texto que acompanha este lançamento: “Com uma sonoridade leve e ritmo contagiante, a voz de Ana Bacalhau dá vida a uma canção que transmite a energia apaixonada contida na letra e na música de Mariana Moreira. Numa descrição visualmente contagiante, viajamos pela história entusiástica de uma mulher que está disposta a agarrar-se ao seu ‘rapaz’ com unhas e dentes, aceitando o tumulto emocional que o amor, quando vivido intensamente, sempre provoca.” O resto é dança, num jogo de sedução.</video:description>
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      <video:title>António Nunes acredita que o SIRESP é hoje “uma rede confiável”</video:title>
      <video:description>Num ano em que, de acordo com o Governo, o risco de incêndio aumentou 40% só até Março, António Nunes, presidente da Liga Portuguesa dos Bombeiros (LBP), assume que se espera "um Verão exigente, mas os bombeiros estão preparados" para ele. Em entrevista ao PÚBLICO e à Rádio Renascença, que pode ser ouvida nesta quinta-feira a partir das 23h, o antigo inspector-geral da ASAE e ex-presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo (OSCOT) — cujos órgãos sociais ainda integra — refere o "excelente diálogo" que hoje existe entre a Liga e o Ministério da Administração Interna e o "bom diálogo com a ANEPC, mas lamenta que "as consequências do diálogo" sejam as que os bombeiros gostariam, "designadamente na dotação dos meios". António Nunes deixa ainda um recado à Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF): as soluções usadas nos EUA, Austrália, Chile ou Canadá não servem para Portugal. Trata-se de "uma deriva perigosa". 

 Saiba mais: 

 
	   António Nunes acusa AGIF de “deriva perigosa” no combate aos incêndios</video:description>
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      <video:title>"Sou o agredido e não o agressor". Frases fortes do ex-adjunto Frederico Pinheiro</video:title>
      <video:description>Desde o telefonema do ministro das Infra-estruturas, que o deixou "extremamente perturbado", às ameaças físicas, Frederico Pinheiro descreveu detalhadamente os dias antes e depois da sua exoneração, onde se afirmou como "o agredido e não como agressor".  

 Saiba mais: 

 
	   As dez frases-chave do depoimento de Frederico Pinheiro   
	   Ao minuto: ex-adjunto não fecha a porta a agir judicialmente após declarações de Costa e Galamba</video:description>
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      <video:title>Depois de &lt;i&gt;WW3&lt;/i&gt;, Charli Elle atira-se a &lt;i&gt;Parachute&lt;/i&gt; para falar de confiança</video:title>
      <video:description>Cantora, autora e produtora autodidacta, Charli Elle começou a apresentar-se a solo com   WW3  , em Março passado, uma canção que, embora pelo título parecesse falar de uma terceira guerra mundial, na verdade ocupava de uma outra guerra. “A  WW3  nasceu de um momento em que todas as pessoas na minha vida estavam em guerra”, contou ela por ocasião do lançamento. 

 Dois meses passados, largou a guerra e atirou-se, sem pára-quedas, a  Parachute , uma canção onde o tema é a confiança: “Eu sou uma pessoa de me atirar de cabeça, sou espontânea e não penso muito”, escreve ela agora, a explicar o novo single. “Confio com facilidade e dou muito de mim, muito rapidamente. Um grande defeito meu, mas que ao mesmo tempo me dá muito material para escrever.” O facto de escolher este tema deve-se a uma certeza: “Para mim, confiança é essencial. Normalmente eu sou a pessoa de quem desconfiam, basta só dizer que sou Sagitário e começa logo. E só com tempo é que percebem que não é bem assim. Mas eu sou de confiar até me provarem que não merecem.” 

 Escrita, composta e cantada por Charli Elle,  Parachute  conta com Nuno Junqueira nas teclas, Tiago Mourão no baixo, Carlos Ramos na bateria e Márcio Silva e João Gaspar, que também assinam a produção, nas guitarras. O videoclipe, gravado no Sinnerman Bar, contou com a Associação Social dos Idosos da Amoreira. A “mostrarem que a idade não quer dizer nada”.</video:description>
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      <video:title>André Duarte completa com &lt;i&gt;Pertencer a alguém&lt;/i&gt; os quatro temas do EP &lt;i&gt;Meu Lugar&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Ao quarto single e videoclipe, André Duarte volta ao tema que o tem ocupado desde o início: amar sem olhar a cores, géneros, dimensões ou limites. “O amor é um sentimento tão lindo e tão contagiante que mesmo o infinito tem espaço para crescer”, escreve ele a propósito deste seu novo single e videoclipe,  Pertencer a alguém , que chega esta sexta-feira às plataformas digitais, integrando o EP  Meu Lugar , e que aqui se publica em estreia. Até agora, o cantor já publicara   Promessas  , em 18 de Março de 2022, seguindo-se-lhe   Meu lugar  , em 8 de Julho desse mesmo ano, e, por fim,   Tu não vês  , a 4 de Novembro. 

  Pertencer a alguém  reafirma o que os temas anteriores já tinham deixado claro, e que parte daquilo que André Duarte diz ser a sua “missão”, como escreve no texto que acompanha este novo single: “Sempre soube que, enquanto artista e ser humano, tinha uma missão. Deixar o mundo um sítio um bocadinho melhor do que aquele que encontrei. Mais tolerante, mais unido na empatia e no amor.” E mais adiante: “É tão bom perceber que outras pessoas encontram casa na minha dor, porque só assim faz sentido e só assim crescemos. Quanto aos media, é relativamente simples fazer passar estes valores quando falamos de narrativas cis, brancas e heteronormativas, porque são valores à partida que todes concordam. O real desafio tem sido conseguir dar voz a estas ‘novas’ perspetivas do mundo (que na verdade sempre existiram, só não tiveram palco) porque nem sempre as pessoas querem ouvir... ou querem e ficam incomodadas.” 

 O EP  Meu Lugar , disponível a partir desta sexta-feira nas plataformas digitais, integra os quatro singles até agora editados:  Promessas ,  Meu lugar ,  Tu não vês  e  Pertencer a alguém</video:description>
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      <video:title>O funeral musical do caçador, ou uma ironia de Cabrita no dia em que fez 49 anos</video:title>
      <video:description>“Ao abrir os olhos senti o peso de mais um ano, e na casa vazia, ninguém com quem partilhar.” Podia ser uma frase melancólica, vinda de uma página de romance, mas é a constatação real de um músico que, no dia do seu 49.º aniversário,  acordou mais tarde, “sozinho e depois de toda a família ter saído para os seus compromissos”, e acabou por compor uma música. “Neste misto de emoções, entre a alegria de mais uma volta ao sol, mas também alguma solidão e a inevitabilidade de aceitar este processo lento que é envelhecer, levantei-me da cama, deixei o sol de verão entrar pela casa, peguei no meu saxofone e escrevi este tema.” 

 O músico é o saxofonista João Cabrita e a música chama-se, apropriadamente,  49th birthday blues . Misto de lamento e de euforia, este instrumental ganhou vida num vídeo baseado numa ilustração do austríaco Moritz von Schwind (1804-1871),  The Hunter’s Funeral Procession , onde animais em desfile fazem o funeral a um caçador. O videoclipe, realizado por Bartosz Stepnik (da COLA Animation), retoma essa ideia, pondo os animais a tocar vários instrumentos, como se o funeral, pungente e festivo, ocorresse nas ruas de Nova Orleães. Ao embalo da música, é assim uma outra reflexão “sobre a vida, a morte e a passagem do tempo”. 

 Com mais de três décadas de imersão na música, João Cabrita lançou o primeiro álbum a solo,   Cabrita  , em 2020, preparando-se agora para editar o segundo. Neste intervalo, assinou em parceria com Stereossauro “uma banda sonora imaginária” intitulada   Cachorro Sem Dono   (2022). Antes disso, vimo-lo integrado em grupos como os Sitiados, Despe e Siga, Kussondulola, os Assessores de Sérgio Godinho, Cacique’97, Virgem Suta, a Royal Orquestra das Caveiras dos Dead Combo ou os Cais do Sodré Funk Connection ou a acompanhar esporadicamente, entre outros, músicos como Zeca Baleiro, Caetano Veloso, Zeca Pagodinho, Rui Veloso, Vitorino, Martinho da Vila, Cool Hipnoise, Paulo de Carvalho, Jorge Palma, Orelha Negra, Virgem Suta, D.A.M.A., Selma Uamusse e XWife.  49th birthday blue</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Arousa Navegante&lt;/i&gt;, declaração de amor dos Couple Coffee às artes e tradições da Galiza</video:title>
      <video:description>Esta quarta-feira, 17 de Maio, é dia de festa na Galiza, pois ali se celebra a 60.ª edição do Dia das Letras Galegas, instituído pela Real Academia Galega (RAG) em 1963, quando se celebrou o centenário da primeira edição dos  Cantares Galegos  (1863) de Rosalía de Castro (1837-1885). Este ano, o homenageado será o tradutor, romancista, historiador, jornalista, ensaísta e editor Francisco Fernández del Riego (1913-2010). Ora a par desta festa anda uma outra, onde cinema, música e tradições vão de mão dada: o  Festival de Cans , que, nascido de uma paródia ao Festival de Cannes, se transformou num verdadeiro festival de cinema que já leva 20 anos de existência. 

 Pois é neste festival, que decorre por estes dias na aldeia de Santo Estevo de Cans, freguesia do concelho galego de Porrinho, que vai estrear-se esta quarta-feira um videoclipe que é uma declaração de amor às artes e tradições da Galiza. Chama-se  Arousa Andante , tem a assinatura dos Couple Coffee (duo formado pela cantora Luanda Cozetti e pelo baixista Norton Daiello, ambos brasileiros e a residirem há anos em Portugal) e é inspirado numa procissão marítima, que ocorre todos os anos na Ilha de Arousa, quando todos os barcos de pescadores daquela localidade se fazem ao mar com bandeiras coloridas, levando consigo uma imagem da Virgem do Carmo, padroeira dos pescadores. 

 Num texto escrito a propósito deste videoclipe, realizado por Fefi Senlle, a cantora galega Uxía (que também participa no vídeo, integrada no Coro Mítico), diz que ele foi realizado com “enorme sensibilidade”, narrando o que acontece nesse dia. “Conta – escreve ela, e mantém-se aqui a escrita galega, que bem compreendemos – como o Barco mexilloeiro Mencer do patrón Victor Dios se prepara para o gran día. As imaxes da Arousa Navegante revelan a beleza desta Illa dos amores e a o que Luanda denomina o hedonismo galego, que no fondo é o que se reflicte neste clip que ao mesmo tempo é unha homenaxe á nosa amizade eterna e aos nosos sentimentos ilusófonos neste Atlántico que nos une e n</video:description>
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      <video:title>Moacyr Luz e Pierre Aderne anunciam álbum com uma revisitação da boémia de Copacabana</video:title>
      <video:description>Desde Maio de 2022 que os cantores e compositores brasileiros Pierre Aderne e Moacyr Luz estão a trabalhar  num álbum conjunto , que, anunciam agora, verá a luz do dia no final deste mês de Maio. Nestes doze meses, têm tocado ao vivo em vários palcos (em particular nos da  Rua das Pretas , colectivo criado por Pierre Aderne em Lisboa, há mais de uma década) e já apresentaram, em singles e videoclipes, canções como   Samba do trabalhador   ou   Um menino chamado Brasil  , onde à dupla Moacyr-Pierre se juntaram as vozes de Tito Paris, Fafá De Belém, Nancy Vieira, José Eduardo Agualusa, Mia Couto, Nilson Dourado, Pedro Luís, Pedro Miranda, Valéria Lobão, Mário Marta, Sara Paixão, Maia Balduz, Luiz Caracol, Susana Travassos, Luciano Maia, Léo Bianchini, Walter Areia e Dado Villalobos. 

 Nesta segunda-feira, 15 de Maio, Moacyr e Pierre estreiam uma nova canção, com um videoclipe gravado entre e Lisboa e o Rio de Janeiro:  Prado Júnior , que é primeira faixa do álbum que não tarda, resultante da sua parceria e intitulado  Mapa dos Rios . A canção foi buscar o nome a uma avenida de Copacabana, Prado Junior, precisamente, e a sua intenção é revisitar o imaginário da velha boémia de Copacabana, presente da memória de ambos. Com letra de Pierre e música de Moacyr,  Prado Júnior  resgata “a alegria complexa do samba e da prosa dos botecos” com a participação, ao lado de Moacyr (violão e voz) e Pierre (voz), de Nilson Dourado (percussão), Júnior Oliveira (tamborim), Walter Areia (contrabaixo), Fred Martins (violão) e Allan Abbadia (trombone). Além de muitos amigos ali reencontrados. 

 Enquanto o disco não vem, anunciam-se para a dupla (e para os muitos músicos que dão corpo e alma ao colectivo Rua das Pretas) novos espectáculos. Dia 24 de Maio, estarão juntos no  Coliseu do Porto , em mais uma sessão do colectivo Rua das Pretas (às 21h), no dia 26 farão a antestreia do álbum  Mapa dos Rios  no Hotel Mundial (Roof), em Lisboa, e no dia 1 de Junho, também em Lisboa, a Rua das Pretas volta ao palco do  Coliseu dos Recreio</video:description>
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      <video:title>De &lt;i&gt;Barquinha&lt;/i&gt; a &lt;i&gt;Bombália&lt;/i&gt;, os Expresso Transatlântico vão navegando rumo a um novo disco</video:title>
      <video:description>Seis meses depois de publicarem o single   Barquinha  , que contou com a participação de Conan Osíris, os Expresso Transatlântico regressam com novo single e videoclipe,  Bombália , que chega esta sexta-feira às plataformas digitais. O trio formado por Gaspar Varela (guitarra portuguesa), Sebastião Varela (guitarra eléctrica) e Rafael Matos (bateria) conta aqui com a participação de outros músicos, como já sucedera antes: Tiago Martins (baixo), Zé Cruz (teclados) e Iúri Oliveira (percussões). Este é o segundo tema de um álbum que o grupo conta editar ainda este ano, depois da sua estreia com o  EP  Expresso Transatlântico   (2021), de onde saíram quatro videoclipes:   Primeira Rodada  ,   Azul Celeste  ,   Alfama, Texas   e   Quando Neptuno deu à Costa  . 

 O presente videoclipe foi realizado por Sebastião Varela e é protagonizado por João Cachola, nele participando os três membros do grupo (Gaspar, Sebastião e Rafael). A produção é de Diogo Varela Silva, Gaspar Varela e Rafael Matos, com adereços e grafismo de Beatriz Mestre. O que é  Bombália ? Os Expresso Transatlântico explicam: “É respirar, gritar, chorar. É liberdade e, acima de tudo, é dar um pezinho de dança com dois copos na mão.”</video:description>
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      <video:title>“Desenvolvimento sustentável implica sacrifícios”, defende Marcelo</video:title>
      <video:description>Decorreu esta sexta-feira o segundo dia da Conferência Cidade Azul, onde foram debatidos os desafios da sustentabilidade ambiental nas cidades costeiras. 

 A iniciativa do PÚBLICO assinala o primeiro ano da secção do jornal dedicada aos temas de ambiente, crise climática e sustentabilidade. Pode ver mais na  página do Azul .  

 O encontro entre cientistas, governantes e cidadãos contou com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.</video:description>
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      <video:title>Fim de decreto aprovado por Trump aumenta receios de caos na fronteira com o México</video:title>
      <video:description>Chegou ao fim, esta sexta-feira, um decreto aprovado por Donald Trump que permitiu a expulsão imediata de migrantes e suspendeu pedidos de asilo.  

 A política foi instituída em 2020 pelo então Presidente dos EUA após o início da declaração de pandemia e impediu pelo menos 2,8 milhões de entradas no país através do México, entre 2020 e o início de 2023. 

 A Administração Biden considerou que não havia justificação para manter a medida em vigor após o fim, em Abril, do estado de emergência declarado por causa da pandemia. Com a alteração que agora se inicia, a Casa Branca teme que a situação na fronteira com o México fique fora de controlo. 

 Saiba mais: 

 
	   EUA preparam-se para aumento de entradas na fronteira com o México</video:description>
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      <video:title>Algarve combate erosão da costa com "injecção" de areia a cada dez anos</video:title>
      <video:description>A construção da Marina de Vilamoura desencadeou um fenómeno de erosão na costa algarvia que terá de ser controlado através da injecção de um milhão de metros cúbicos de areia a cada dez anos. 

 Sebastião Teixeira ajoelha-se no areal largo da praia do Forte Novo, no fim do “calçadão” de Quarteira. Traça na areia um mapa para explicar a dívida de areia de algumas das praias mais movimentadas do Algarve. “Este troço costeiro é alimentado pela erosão das arribas. Começa em Olhos d’Água e vai até ao cabo de Santa Maria [na zona de Faro]. Dava ao mar todos os anos 100 mil metros cúbicos de areia”, começa por dizer o investigador da Agência Portuguesa de Ambiente (APA). A construção da Marina de Albufeira e do Porto de Pesca de Quarteira interromperam esse fluxo. 

 Desde a construção da Marina de Vilamoura, no início dos anos 1970, este circuito dos sedimentos que permitem manter o areal das praias foi interrompido, e a situação agravou-se em 1998. “O pecado original foi a Marina de Vilamoura, mas o pecado pior, hoje em dia, é o Porto de Pesca de Quarteira [de 1998]. A marina deixava passar qualquer coisinha, o porto de pesca não deixa passar rigorosamente nada”, afirma o ex-dirigente da Administração da Região Hidrográfica do Algarve da APA. 

   Leia a reportagem completa no Azul.</video:description>
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      <video:title>“Não deveria haver explorações de agricultura intensiva junto à orla costeira”</video:title>
      <video:description>Cultiva-se debaixo do plástico, em estufas, estufins, túneis. Da estrada, mal se vêem. Estão ladeados por altas sebes. À saída da vila, entrando por uns estradões de terra, lá estão aquelas estruturas de metal e plástico com plantas de pequeno fruto – como lhe chamam – debaixo delas. Ouvem-se os trabalhadores ao longe, a conversar numa língua estrangeira. 

 Tudo isto acontece dentro do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, assim constituído em 1995 e que se estende ao longo de 110 quilómetros de faixa costeira entre S. Torpes (Sines) e Burgau (Vila do Bispo), ocupando uma área de 131.000 hectares. É também sítio da Rede Natura 2000, uma rede ecológica de âmbito europeu, que visa assegurar a biodiversidade, através da conservação ou do restabelecimento dos habitats naturais e da flora e da fauna selvagens. ​ 

 É um exemplo quase único na Europa, aproveitado, nos últimos anos, por empresas, nacionais e multinacionais, que ali encontraram condições excepcionais para o cultivo de pequenos frutos. Onde antes se semeava milho, onde cresciam prados e se produziam silagens, instalaram-se estufas, túneis — até contentores — em terrenos de parque natural. 

 Leia aqui a reportagem completa: 

 
	  A “imensidão” de habitats na costa do Sudoeste alentejano está coberta de plástico</video:description>
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      <video:title>Protesto pelo clima: Faculdade de Psicologia reabre após greve de fome de três dias</video:title>
      <video:description>As estudantes Jade e Teresa, que estavam barricadas na entrada da Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa e em greve de fome desde a manhã de terça-feira, tiveram de suspender o protesto esta manhã para receberem apoio médico. 

 “Já não estávamos a sentir tão capazes de continuar”, explicou Teresa Cintra ao Azul, descrevendo o “cansaço extremo”. O INEM já estava a acompanhar o estado de saúde das estudantes desde ontem, e esta manhã os níveis de glicose chegaram a um ponto em que foi necessária intervenção, com os bombeiros a removerem o vidro da porta de entrada da FPUL para retirar as estudantes. 

 Saiba mais: 

 
	   Estudantes terminam greve de fome em ocupação pelo clima. “É bastante triste ter chegado a este ponto”</video:description>
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      <video:title>Kumpania Algazarra dizem que &lt;i&gt;Assim não vai dar&lt;/i&gt; – mas vão dar-nos um novo álbum</video:title>
      <video:description>Vem aí um álbum, previsto para Setembro, e com ele o início das celebrações dos 20 anos dos Kumpania Algazarra. Mas antes, para irmos habituando os ouvidos, o grupo estreia esta sexta-feira um novo single,  Assim não vai dar , que, segundo o texto que acompanha o lançamento, “aborda a falta de confiança presente na sociedade em que vivemos”, mas de “uma forma animada e festiva”, ao estilo do que tem sido a tradição musical do grupo, afirmando “que ‘assim não vai dar’ e que devemos estar atentos ao que nos rodeia, lutando sempre por uma sociedade melhor e mais justa para todos.” O novo álbum, acrescentam ainda, abrirá “um novo capítulo na história da banda e pretende misturar a diversidade característica das músicas do colectivo Algazarra com alguns instrumentos e vozes da música tradicional portuguesa”; e tem o apoio da Fundação GDA e do Fundo de Fomento Cultural da Sociedade Portuguesa de Autores. Produzido pelo Colectivo Pátio, o videoclipe conta com a participação de Marcelo Almeida na gaita-de-foles, como convidado. As fotografias do grupo, que o anunciam, são da autoria de Cátia Barbosa. 

 Colectivo criado em Sintra, em 2004, os Kumpania Algazarra inspiram-se em músicas dos cinco continentes (folk, ska, reggae, músicas cigana, árabe, latina e balcânica), transformando “os sons que tocam numa festa ao estilo das fanfarras europeias”. Nestas quase duas décadas de vida já percorreram muitos festivais portugueses (Sudoeste, NOS Alive, Vodafone Mexefest, FMM-Músicas do Mundo de Sines, Festival Med, Boom Festival, etc.) e inúmeros palcos noutros países europeus (Espanha, França, Bélgica, Alemanha, Inglaterra, Itália, Holanda, Eslovénia, Sérvia, etc.). Ao todo, já gravaram nove álbuns:   Kumpania Algazarra   (2009),  Kumpania Algazarra Remixed  (2010),  Ao Vivo FMM – Festival de Músicas do Mundo, Sines  (2011),   A Festa Continua   (2013),   Acoustic Express   (2015),  Let’s Go  (2019),  Kumpania Algazarra (Live)  (2020),  Remixed, Vol. 2  (2021) e   Living Room Sessions   (2021). 

 Enquanto não chega o álbum</video:description>
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      <video:title>Bacelar Gouveia pede “responsabilidades” no “episódio infeliz” do computador roubado</video:title>
      <video:description>No rescaldo do caso em que um gabinete ministerial activou o Sistema de Informações e Segurança (SIS) para recuperar o computador de um adjunto acabado de exonerar, Jorge Bacelar Gouveia, professor universitário, constitucionalista e antigo presidente do Conselho de Fiscalização dos Serviços de Informações da República entre 2004 e 2008 - o organismo a quem cabe fiscalizar o SIS — analisa os acontecimentos à luz da lei e do estado de direito.  

 Aproveita para explicar como operam as secretas, que tipo de polícias são e para que servem. "Um serviço de informações produz relatórios que antecipam cenários disruptivos para a segurança nacional. Isso não quer dizer que não tenham uma dimensão operacional. Têm de vigilâncias, ter fontes humanas, procurar informação, trocar informações, cooperar com outros serviços, até ter identidades alternativas", explica. "Mas o serviço em si não é um serviço de rua, que ande a recolher computadores.  

 É um serviço de inteligência, de predição, de antecipação de cenários disruptivos para ajudar o decisor político a tomar as medidas para que esses cenários não sejam verdades no futuro."  

 O ex-deputado do PSD é o convidado desta semana do programa de entrevistas Hora da Verdade, que junta o PÚBLICO e a Renascença. A conversa na íntegra passa na rádio nesta quinta-feira, a partir das 23h.</video:description>
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      <video:title>Vem aí o Verão e os Cassete Pirata voltam às canções, com &lt;i&gt;Tanta vida pra viver&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Encerrada a apresentação pública do álbum   A Semente   (2021), com dois espectáculos em Lisboa e Porto, nos dias 29 e 30 de Março, respectivamente no Musicbox e no Maus Hábitos, os  Cassete Pirata  voltam aos singles com um tema que apresentam como “um hino ao Verão e uma homenagem à vida: aos caminhos que ficam por viver, às nossas escolhas, à sorte, aos impulsos, às decisões ponderadas e às portas e janelas que se vão abrindo e fechando ao longo do tempo”. 

 Novos caminhos? João Firmino (Pir) admite que sim, afirmando no texto que acompanha o novo single e videoclipe que “uma banda pode e deve viajar de vez em quando”. Quanto à essência do tema agora em estreia,  Tanta vida pra viver , diz Pir: “A vida torna-se, a partir de certa altura, um grande somatório de decisões que nos trouxeram até aqui. E, mesmo que sem arrependimentos, não deixa nunca de nos deslumbrar a quantidade de possibilidades que deixámos de lado. Que tipo de relações vivemos? Que momento desta vertigem da escolha nos define?”. 

 Formados por Pir (João Firmino, voz e guitarra), João Pinheiro (bateria), António Quintino (baixo), Joana Espadinha (teclas e voz) e Margarida Campelo (teclas e voz), os Cassete Pirata deram-se a conhecer em 2017 através de um  EP   homónimo  produzido por Benjamim (Luís Nunes), que viria também a produzir o primeiro álbum da banda,   A Montra   (2019), seguindo-se-lhe  A Semente  (2021). O novo tema agora publicado em single,  Tanta vida pra viver , tem letra e música de Pir e foi gravado nos estúdios Namouche , em Lisboa. O videoclipe é da   autoria de Francisco   Nave e as ilustrações incluídas no vídeo são de Camila Beirão dos Reis.</video:description>
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      <video:title>Putin acusa “elites ocidentais” de iniciarem guerra e “semearem ódio e russofobia”</video:title>
      <video:description>Moscovo assinala esta terça-feira a vitória europeia dos Aliados sobre o regime da Alemanha nazi, no final da Segunda Guerra Mundial. No discurso oficial do Dia da Vitória, o Presidente russo defendeu que foi desencadeada contra a Rússia uma “autêntica guerra” e acusou o "Ocidente" de ser a causa da divisão, dos conflitos e das revoluções no mundo. 

 Vladimir Putin disse, ainda, que “a civilização encontra-se novamente num ponto de viragem decisivo” e destacou que as "elites globalistas ocidentais" estão a semear a "russofobia e o nacionalismo agressivo", enquanto o povo ucraniano se torna "refém de um golpe de Estado". 

 A cerimónia contou com a com a presença de vários líderes de ex-repúblicas soviéticas, entre os quais o Presidente da Bielorrússia e os chefes de Estado da Arménia, Cazaquistão, Uzbequistão, Tajiquistão e Turquemenistão. 

 Embora a grande maioria dos meios e operacionais militares russos estejam destacados na invasão da Ucrânia, iniciada em Fevereiro de 2022, segundo o Ministério da Defesa da Rússia, desfilaram esta terça-feira, no centro de Moscovo, 10 mil soldados e foram exibidos 125 equipamentos e peças de artilharia, baterias antiaéreas e mísseis de cruzeiro.</video:description>
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      <video:title>Rap e música tradicional cruzam-se em &lt;i&gt;Canção das Maias&lt;/i&gt;, a anunciar um álbum de Riça</video:title>
      <video:description>O álbum já tem nome e data: vai chamar-se  Diabos m’Elevem  e deve ser publicado, segundo os seus promotores, no último trimestre do ano pela Biruta Records. A anunciá-lo, o músico,  rapper  e compositor paredense Riça (alter-ego de José Leal, nascido no concelho de Paredes, distrito do Porto, no dia 14 de Abril de 1994) publica esta sexta-feira um primeiro single,  Canção das Maias , onde o rap se cruza com a música tradicional portuguesa, conceito em que assentará o álbum. 

 Na canção agora revelada, segundo o texto que a acompanha, Riça “foca-se em questões de saúde mental e conflitos internos, através de metáforas com a figura do Careto de Podence, a tradição das Maias, bruxaria e a actividade da caça. Recorre também a ferramentas musicais deste universo, desde o registo rítmico, uso de trava-línguas até à polifonia de vozes. Nota ainda para as participações de José Poças (vozes adicionais) e Pedro “Chuaga” Oliveira (guitarra eléctrica).” O vídeo deste tema “denso, carregado de simbolismo”, foi criado pelo estúdio artístico Mestria. 

 Riça publicou as suas primeiras experiências no YouTube, com   Cantiga dos parvos   (2013),   Dr. Zé Ninguém   (2014) e   Kadunta   (2015), seguindo-se-lhes um primeiro EP, em 2016, intitulado  Bicho com Mau Gosto . Este foi publicado em formato físico e digital, com a participação de convidados como Kass, Lazy, Antiq e Extremista. Um dos temas do EP,   Punhos no ar  , homenageava, com um videoclipe, os presos políticos angolanos; e outra,   É lá na bouça  , era, recorda-se no texto já citado, “já nessa altura uma das poucas músicas no meio Hip Hop a falar abertamente sobre as periferias rurais, em contraste com o típico relato de meios urbanos intimamente ligados ao rap”. Em 2019, a convite do rapper e produtor Keso, lançou o single   Dragão IV   e em 2020 fez   Napoleão Precário  , “um  storytelling  épico sobre a gentrificação do Porto, recheado de detalhes surreais e personagens características da cidade”. Ainda em 2020, entrou na compilação   Sinceramente Porto  , de </video:description>
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      <video:title>Vídeo. A coroação de Carlos III e Camila em menos de três minutos</video:title>
      <video:description>Milhares de londrinos saíram à rua para aplaudir os novos reis, que acenaram à população num cortejo entre a  Abadia de Westminster e o Palácio de B uckingham, dentro de um coche dourado. Do outro lado da cidade, dezenas de pessoas protestavam contra a monarquia. Apesar do mau tempo, as cerimónias decorreram segundo o protocolo definido há vários meses. 

 Saiba mais: 

 
	   Factos pouco conhecidos sobre Carlos III: não almoça e foi o primeiro a ir à escola   
	   Camila, a amante que chegou a rainha   
	   Líder do maior grupo republicano britânico detido antes da coroação do rei</video:description>
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      <video:title>Fim da pandemia. Covid-19 já não é "uma emergência de saúde global", declara OMS</video:title>
      <video:description>O director-geral da OMS decretou em conferência de imprensa, n esta sexta-feira,  que a covid-19 deixou de ser considerada uma emergência sanitária global.  

 A decisão da OMS coloca um ponto final ao nível máximo de alarme por causa da covid-19, decretado pela primeira vez a 30 de Janeiro de 2020. 

 Mas a organização sublinha que a doença provocada pelo vírus SARS-CoV-2, e que já matou cerca de sete milhões de pessoas em todo o mundo (quase 27 mil das quais em Portugal), continua a ser uma ameaça à saúde pública. 

 Tedros Adhanom Ghebreyesus adiantou que a pandemia está agora "em tendência de queda, com a imunidade da população a aumentar devido à vacinação e infecção, a mortalidade a diminuir e a pressão sobre os sistemas de saúde a decrescer".</video:description>
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      <video:title>Uma "crise de areia" na Costa da Caparica</video:title>
      <video:description>Tal como acontece no rio Douro, as barragens e outras barreiras na bacia hidrográfica do rio Tejo travam a descida de sedimentos ao longo do curso fluvial. Estes sedimentos deixam de alimentar a região costeira e as praias à volta. Além disso, houve retirada de sedimentos no rio Tejo e na zona do Bugio ao longo do século XX para obras como o Porto de Lisboa e outras construções. 

 “Todo este problema é quase uma crise de areia”, refere o investigador José Carlos Ferreira. Por cima desta crise há a questão das alterações climáticas, que, além de promoverem a subida do nível médio do mar, estão associadas a tempestades mais intensas, que são os momentos agudos onde o mar pode galgar a terra. “Se não há sedimentos, com o mar a subir, com a intensificação das tempestades, os ecossistemas vão ficando cada vez mais frágeis no Inverno e o mar vai avançando”, resume. 

 Leia  aqui  a reportagem completa.</video:description>
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      <video:title>Marcelo sobre Galamba: "Comigo não contam para criar esses conflitos"</video:title>
      <video:description>O Presidente da República desfez a defesa que o primeiro-ministro fez ao seu ministro João Galamba, lamentou a divergência com António Costa, lançou a suspeita de que há intenção de “enfraquecer” a função presidencial e avisou que será mais “interveniente” no dia-a-dia para garantir que não há “maior deterioração das instituições”. Para já, Marcelo Rebelo de Sousa não usou nenhum dos seus poderes constitucionais – nem a dissolução do Parlamento, nem demissão do executivo – em nome da estabilidade, mas reiterou que não abdica deles. A comunicação ao país desta quinta-feira à noite traduziu-se num ultimato ao Governo. 

 Saiba mais: 

 
	   Marcelo não dissolve, mas faz ultimato ao Governo</video:description>
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      <video:title>Nápoles é campeão 33 anos depois de Diego e deixa adeptos em êxtase</video:title>
      <video:description>O feito acontece 33 anos depois de terem chegado ao segundo título com Maradona. Nápoles só precisava de um empate, e foi exactamente isso que conseguiu com um empsate 1-1 frente à Udinese, depois de ter estado a perder. Ainda com cinco jornadas por disputar, já ninguém irá conseguir apanhar o clube. 

 Saiba mais: 

 
	   O Nápoles voltou a ser feliz e é campeão 33 anos depois de Diego</video:description>
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      <video:title>Vieira da Silva: dissolução “não é assunto de política corrente; é excepção”</video:title>
      <video:description>Em entrevista ao Hora da Verdade do PÚBLICO e da Renascença, José António Vieira da Silva diz "compreender" a decisão de António Costa em manter João Galamba como ministro das Infra-estruturas, mas avisa o primeiro-ministro de que é o próprio Governo que tem o desafio de "estar à altura" da opção que foi tomada. 

 O dirigente do PS lamenta ainda que Marcelo esteja há meses a falar da dissolução do Parlamento. Numa altura em que se espera uma reacção do Presidente sobre a crise política e o caso Galamba, o dirigente nacional do PS salienta que a designada bomba atómica tem de ser usada "de forma bem pensada e sóbria"​.</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Jogo exausto&lt;/i&gt; completa o EP de Palas &lt;i&gt;Tons de Pele&lt;/i&gt;, agora editado com uma curta-metragem</video:title>
      <video:description>Chega ao fim a publicação em singles e videoclipes do disco  Tons de Pele  e, com ela, o próprio disco, que estará disponível na íntegra esta sexta-feira, 5 de Maio, nas plataformas digitais. Com este quinto e último videoclipe,  Jogo exausto , é também disponibilizada a  curta-metragem  com que o músico e agitador cultural bracarense Filipe Palas quis dar rosto a este seu trabalho. 

 Este último tema tem, como os anteriores, palavras de Adolfo Luxúria Canibal (dos Mão Morta), que fez uma interpretação escrita de todos os temas desta obra: “Com uma pedra em cada mão, a sonhar alto, a canção abraça finalmente a solidão e arroja se em singelas clemências sobre o sentido da vida, retorcendo se em fragrâncias desconexas até se esvair na grande negrura do fim.” A curta-metragem de Palas (autor de letras e músicas) foi realizada por Paulo Cunha Martins. 

 O EP  Tons de Pele  começou a ser divulgado em Janeiro deste ano, com o tema   Caos  , seguindo-se-lhe, à cadência de um por mês,   Meio dia   (Fevereiro),   Bagaço   (Março),   Oito   (Abril) e agora  Jogo exausto  (Maio).  Tons de Pele  conta com as participações de Sérgio Freitas (Sensible Soccers, Serge Fritz) e Luís Barros (Alek Rein, The Burnt Pines, Filipe Sambado, Les Saint Armand) e todos os seus temas estão relacionados entre si e relacionados também com a cidade de Braga.</video:description>
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      <video:title>Mariana Reis &lt;i&gt;lado a lado&lt;/i&gt; com João Pedro Pais no quarto tema do seu futuro disco</video:title>
      <video:description>O disco já tem nome,  não és tu, nem sou eu , e data de lançamento: o último trimestre de 2023. Até lá, Mariana Reis continua a lançar, em single e videoclipe, novos temas que vão desvendando a sua sonoridade. O primeiro foi   e se eu te disser  , publicado em Novembro de 2022, seguindo-se, já este ano,   mais uma sobre ti  , em Janeiro, e   alguém que só sonha contigo  , em Abril. O quarto tema chega esta sexta-feira às plataformas digitais, chama-se  lado a lado , e foi gravado mesmo lado a lado com João Pedro Pais. É, conforme explica a cantora no texto que acompanha o lançamento, “uma canção que fala de amor, do lado mais bonito e esperançoso de uma relação”, escrita por ela em 2017/18 a retratar “uma fase muito feliz” que viveu nesse momento. “Escrevi este tema durante o namoro mais sólido que tive, numa fase de paz e leveza, tanto que foi com essa pegada que o tema ficou, com a alegria e paz e serenidade que sentia na altura”, adianta. 

 Anos depois, conheceu o cantor e compositor João Pedro Pais, desenvolvendo com ele “uma amizade preciosa” e conhecendo, através dele, o guitarrista Sérgio Mendes (“um ser que todo ele é coração bom e luz”) que veio a ser produtor do actual single,  lado a lado , e do novo álbum que Mariana Reis tem em preparação. João Pedro Pais, por seu turno, diz que “o texto da canção aborda o tema do amor e também o seu legítimo desassossego. É inevitável! A melodia é muito harmoniosa e o texto tem maturidade, onde a Mariana faz a aproximação àquilo que a motiva e descreve os seus amores-próprios sem atropelar nem descaracterizar as suas emoções e as de todos os ouvintes que se encontrarem ‘lado a lado’.” 

 Nascida em Almada, em 1996, Mariana Reis teve aulas de piano durante onze anos, aprendeu a tocar guitarra sozinha e, a par disso, formou-se em gestão de empresas e dá aulas de piano em duas escolas, enquanto vai compondo para si própria e para outras vozes. Em Abril de 2022 lançou um EP intitulado   coisas por dizer  , tematicamente centrado em relações acabadas, que ela retrat</video:description>
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      <video:title>Envelhecer em palco. Cucha Carvalheiro agarrou o papel</video:title>
      <video:description>Cucha Carvalheiro profissionalizou-se tarde, já perto dos 30 anos. Começou no teatro independente, era jovem e contestava os cânones impostos. Depois veio o ensino, um tempo sem fazer teatro e o teatro até ao fim da vida, se o corpo assim permitir.  

 Leva o envelhecimento “a bem” porque a alternativa é “morrer jovem”. E subir a palco alimenta uma ideia de futuro, a sensação é viciante. Virgílio Castelo, Manuela Couto, Cristina Carvalhal e Cucha Carvalheiro concordam: o teatro “ajuda a envelhecer melhor”. 

 Quatro actores que querem estar no palco “até ao fim” falam sobre envelhecer – a purificação da idade, a imagem e a perda memória na profissão que permite trabalhar até morrer – numa reportagem para ler este domingo, 7 de Maio, no  P2.</video:description>
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      <video:title>A busca pela onda perfeita levou Miguel e Jorge a fundarem a SOS Cabedelo</video:title>
      <video:description>Jorge de Jesus e Corina Andrade instalaram-se sob o guarda-sol vermelho ao cimo da duna com vista para a praia do 5.º esporão, na Figueira da Foz. O construtor civil, de 54 anos, costumava preferir as praias da Cova-Gala, mesmo ali ao lado, mas isso deixou de ser possível. “Agora já não têm areia, não podemos ir para ali”, diz. 

 A costa da Figueira da Foz mudou desmesuradamente nas últimas décadas, crescendo em areia do lado Norte do porto marítimo e diminuindo drasticamente a sul. Há dois anos, na sequência dos resultados de um estudo, o Ministério do Ambiente e da Acção Climática assumia que, por ser a mais adequada, seria feita uma obra de transposição permanente de areias (o chamado bypass), que o movimento cívico SOS Cabedelo anda a exigir há mais de uma década. Mas a Agência Portuguesa do Ambiente avisa que nada disso é para já. E há quem se desespere com a espera. 

 Reportagem completa: 

 
	 
	   “Uma solução pontual não faz sentido. O mar trabalha todos os dias e nunca se cansa”</video:description>
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