<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<urlset xmlns:video="http://www.google.com/schemas/sitemap-video/1.1" xmlns="http://www.sitemaps.org/schemas/sitemap/0.9">
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2023/12/28/video/milhares-atravessam-mexico-caravana-migrantes-chegar-estados-unidos-20231228-120126</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202312/capa95857.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Milhares atravessam o México em caravana de migrantes para chegar aos Estados Unidos</video:title>
      <video:description>Uma caravana de migrantes, que saiu do sul do  México  na véspera de Natal, atravessa agora o país em direcção à fronteira com os Estados Unidos. O grupo de cerca de oito mil pessoas é o maior do último ano a realizar esta travessia. 

 De acordo com a Organização das Nações Unidas, estes  migrantes  procuram escapar à violência, pobreza e ao impacto negativo das alterações climáticas. No grupo, que transporta uma faixa onde se lê "êxodo da pobreza", incluem-se milhares de crianças. A maioria dos migrantes viaja da América Central e do Sul, mas também do Caribe.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/898318400</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2023/12/27/video/video-oito-momentos-marcaram-2023-20231227-172922</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202312/ano95856.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Vídeo: Oito momentos que marcaram 2023</video:title>
      <video:description>2023/2024: Balanços e desafios  
 

 Como consequência da guerra na Ucrânia e ainda da pandemia de covid-19, 2023 arrancou com aumentos na taxa Euribor e no custo de vida. Nesse início de Janeiro de 2023, João Galamba tomava posse como ministro das Infra-Estruturas depois de Pedro Nuno Santos ter abandonado o cargo dias antes, ainda em Dezembro. 

 O ano galopou ao ritmo da Jornada Mundial da Juventude que decorreu poucos meses depois da divulgação do relatório dos abusos sexuais na Igreja Católica, o qual continha o número mínimo de 4815 vítimas. Durante este tempo, João Galamba continuou a ocupar tempo de antena, desta vez com o caso "rocambolesco" do seu adjunto, Frederico Pinheiro. 

 Na chegada ao último trimestre do ano, o mundo viu começar mais uma guerra, a 7 de Outubro. Precisamente um mês depois, a 7 de Novembro, António Costa demitiu-se e, depois de ouvir o Conselho de Estado, Marcelo acabou por convocar eleições legislativas antecipadas.  

 Em Dezembro, anunciou-se o que já muitos esperavam: 2023 é o ano mais quente da História e é possível que seja o mais fresco dos próximos anos.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/897944338</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2023/12/24/video/antonio-costa-exalta-confianca-portugueses-mensagem-natal-20231224-005928</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202312/costa_natal95855.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>António Costa exalta “confiança nos portugueses” em mensagem de Natal</video:title>
      <video:description>"Procurei sempre transmitir-vos confiança. Confiança em vós, confiança na nossa capacidade colectiva, confiança em Portugal", diz António Costa no início da mensagem de Natal de 2023. Ao longo da declaração, o primeiro-ministro  demissionário volta a enaltecer a confiança em "nós, portugueses", e explica por três pontos porque é que se pode "confiar que Portugal está preparado para vencer os grandes desafios".  

  António Costa recorreu à palavra "juntos" para lembrar alguns momentos significativos dos oito anos de governação, como a pandemia e os incêndios de 2017, e também para realçar algumas vitórias como o equilíbrio das contas públicas e redução da pobreza.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/897483216</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2023/12/19/video/video-vulcao-islandia-entra-erupcao-deixa-milhares-deslocados-20231219-103502</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202312/2023-12-19T080727Z_1652063390_RC2705AAOL23_RTRMADP_3_ICELAND-VOLCANO95852.JPG?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Vídeo. Vulcão na Islândia entra em erupção e deixa milhares de deslocados</video:title>
      <video:description>Saiba mais: 

 
	 
	  Vulcão na Islândia entra em erupção após semanas de crise sísmica  
	 
 

 A polícia local crê que ninguém estaria no local onde a lava ascendeu à superfície. Um grupo de operários que trabalhava na construção de barreiras defensivas, perto de Grindavik e da central geotérmica próxima da Lagoa Azul, abandonou a zona em segurança. A protecção civil islandesa apela à população para não se aproximar do local. "Isto não é uma erupção turística", declarou o responsável da protecção civil. 

 Não eram esperadas perturbações no tráfego aéreo, ao contrário do que sucedeu em 2010 com a erupção do Eyjafjallajökull, que na altura levou ao encerramento temporário do espaço aéreo de vários países do Hemisfério Norte devido a uma gigantesca nuvem de cinzas. Esse cenário não é agora temido, dadas as características geológicas distintas do vulcão em erupção nos arredores de Grindavik.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/896134386</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2023/12/16/video/sonoridades-estrangeiros-fronteiras-novo-sef-mao-musical-pierre-aderne-20231216-114959</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202312/PierreVideoFoto95851.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Sonoridades, Estrangeiros, Fronteiras – um novo SEF, pela mão musical de Pierre Aderne</video:title>
      <video:description>Chama-se  Cartão de Cidadão  e é a estreia, em single e videoclipe, de um projecto (mais um) lançado pelo músico brasileiro Pierre Aderne, que muito conhecerão como o dinamizador do colectivo  Rua das Pretas , onde se cruzam culturas brasileiras, portuguesas e africanas. Desta vez,  Cartão de Cidadão  parte da parceria entre  Pierre a Moacyr Luz , parceria essa já selada na gravação de um álbum,   Mapa dos Rios   (lançado em Maio deste ano), já que foi Moacyr que musicou uma letra de Pierre. Trata-se de um samba de roda, gravado em Lisboa, nos estúdio Namouche, e nele participam, além de Pierre Aderne, vários brasileiros que, como ele, residem em Portugal: a fadista Maria Emília (natural de São Paulo), Álvaro Lancelotti (dos grupos Fino Coletivo e Roda De Santo), Adriano Siri, Valéria Lobão, Nilson Dourado, Walter Areia, Maia Balduz (cantora residente da Rua Das Pretas) e Carlos Fuchs, Participaram também na gravação artistas brasileiros residentes no Rio de Janeiro: Carlos Chaves (cavaquinho e violão sete cordas) Rafa Barros (percussão), Júnior Oliveira e Pedro Luís. 

 Realizado por Pierre Aderne e montado no Rio de Janeiro pela editora brasileira Gabi Paschoal, o videoclipe de  Cartão de Cidadão  foi filmado em Lisboa, nas ruínas do Museu Arqueológico do Carmo e nas ruas da baixa pombalina, com imagens captadas por Leonor Patrocínio e Jason Mendes, cruzadas com imagens de arquivo, a preto e branco, da emigração portuguesa em França (Bidonville, Champigny-Sur-Marne) e de retirantes nordestinos do Brasil. O videoclipe, diz-se no texto que acompanha o seu lançamento, “traz como personagem principal a cozinheira, empresária, mulher preta, baiana e migrante, radicada em Lisboa Carol Brito (Carol do Acarajé) e conta ainda com a participação da bailarina e produtora cultural, brasileira, residente em Portugal, Daniela Amorim”. 

 Num texto no final do videoclipe, Pierre Aderne explica  Cartão de Cidadão : “O ADN do meu coração tem muitas nacionalidades. O ADN do meu coração não tem nacionalidade nenhuma. Brasil, </video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/Q-_QENzXSAw</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2023/12/15/video/teresinha-landeiro-anuncia-novo-album-chegou-hora-inedito-milhanas-20231215-111115</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202312/TLandeiroFoto95842.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Teresinha Landeiro anuncia novo álbum com &lt;i&gt;Chegou a hora&lt;/i&gt;, um inédito de Milhanas</video:title>
      <video:description>Nome já firmado no fado, apesar da sua juventude, Teresinha Landeiro estreou-se com   Namoro  , em 2018, e confirmou as suas capacidades em   Agora  , de 2021, álbum com o qual quis marcar um tempo, o que vivia (e cantava) naquele momento. Passados dois anos, a fadista anuncia um novo álbum para o primeiro trimestre de 2024, que será apresentado em dois concertos. O primeiro no Teatro Aveirense (Aveiro), dia 9 de Março, e o segundo no Teatro Maria Matos (Lisboa), no dia 26 desse mesmo mês. 

 A anunciar o novo álbum, Teresinha Landeiro estreia esta sexta-feira  Chegou a hora , com letra e música de  Milhanas , primeira canção a ser revelada do novo álbum, que tem produção de André Santos e conta com os músicos que a têm acompanhado:  Pedro de Castro  (guitarra portuguesa), André Ramos (viola) e Francisco Gaspar (baixo). 

 No texto que acompanha o lançamento, Teresinha Landeiro explica a razão por que começou com  Chegou a hora : “Escolhi começar pela tempestade para que depois pudesse vir a bonança. Quando pedi um tema à Milhanas, sabia que só poderia ser para chorar. E assim foi, escreveu uma canção que deixa o coração realmente apertado. Uma temática muito sensível que ela escreveu de forma crua e sem rodeios. São poucas as vezes que não me emociono a cantar esta canção de tanta que é a bagagem que traz. É uma viagem escura, mas que encontra a luz no fundo do túnel, precisamente como acontece ao longo de todo este disco. A tristeza e a esperança andam a par.”</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/IRRgnw8nN0M</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2023/12/14/video/frei-bento-domingues-humano-nao-so-odio-essencialmente-amor-20231214-154108</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202312/Untitled-195841.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Frei Bento Domingues. "O ser humano não é só ódio, é essencialmente amor"</video:title>
      <video:description>Teólogo português e o  mais antigo colunista do PÚBLICO , Frei Bento Domingues é conhecido como um homem de pensamento livre, com posições tantas vezes controversas no seio da Igreja Católica. Frade dominicano, tem-se dedicado a  lutar contra "o que estraga" , nome que dá ao pecado.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/894487808</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2023/12/13/video/francisco-assis-confessa-gostaria-costa-presidencia-conselho-europeu-20231213-212740</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202312/francisco_assis_95832.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Francisco Assis confessa que gostaria de ver Costa na presidência do Conselho Europeu</video:title>
      <video:description>Leia a entrevista:  “Seria muito útil”: Assis lança Costa para o Conselho Europeu  
 

 Francisco Assis foi a surpresa da campanha interna do PS ao dar o seu apoio a Pedro Nuno Santos, mas considera que “não há nenhuma divergência ideológica profunda” a separá-lo de José Luís Carneiro. 

 Questionado sobre um futuro em Belém, diz, em entrevista ao programa Hora da Verdade, do PÚBLICO e da Rádio Renascença, que “não há portas”. E sobre António Costa, desenha-lhe um futuro europeu.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/894251328</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2023/12/13/video/resumo-cop28-20231213-161454</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202312/2023-12-13T074656Z_238808944_RC27W4AKXQIC_RTRMADP_3_CLIMATE-UN-PLENARY95830.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>COP28: o resumo em vídeo da cimeira do clima</video:title>
      <video:description>A COP28,  ponto alto das negociações anuais sobre o clima, ​ decorreu entre 30 de Novembro e 12 de Dezembro nos Emirados Árabes Unidos. A aprovação do acordo que menciona a redução dos combustíveis fósseis terá sido alcançada só no dia 13 de Dezembro.  

 Durante estes dias, houve várias manifestações contra os combustíveis fósseis levadas a cabo por activistas na Expo City Dubai.  

 Simon Stiell, o secretário executivo da Convenção das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas, saudou o acordo sobre um documento que menciona os combustíveis fósseis. Reconheceu que não foi suficiente, mas estamos no caminho certo, disse. "A COP28 tinha de sinalizar um ponto final ao problema climático central da humanidade – os combustíveis fósseis e a poluição que emitem, que queima o planeta. Embora não tenhamos virado completamente a página na era dos combustíveis fósseis no Dubai, estamos claramente no princípio do fim", afirmou, numa conferência de imprensa no Dubai. 

 A capital do Azerbaijão, Baku, vai sediar a próxima Cimeira do Clima das Nações Unidas (COP29), de 11 a 22 de Novembro de 2024.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/894167873</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2023/12/12/video/rita-maria-filipe-raposo-voltam-the-art-of-song-sagrado-profano-20231212-090800</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202312/FilipeRitaFoto95829.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Rita Maria e Filipe Raposo voltam a &lt;i&gt;The Art of Song&lt;/i&gt;, agora entre o sagrado e o profano</video:title>
      <video:description>O projecto começou com um  concerto em Oslo , em 2017, que viria a dar origem a um  CD ao vivo , e a sua natural sequência foi a edição, em 2020, do álbum   The Art of Song vol. 1: When Baroque Meets Jazz  . Uma aventura que voltou a unir o pianista Filipe Raposo e a cantora Rita Maria, ambos compositores, e que eles contam desenvolver em novos discos, nos anos que virão. Pois é o segundo volume dessa série que se anuncia agora, com uma apresentação ao vivo no Centro Cultural da Malaposta, sábado, dia 16 de Dezembro, às 21h. Chama-se  The Art of Song vol. 2:   Between Sacred and Profane  e estará disponível no final desta semana nas plataforma digitais e em formato físico, com selo da RODA. 

 Gravado na Igreja de Santa Maria, em Maria Idanha-a-Velha, em Outubro deste ano,  The Art of Song vol. 2  cruza reinterpretações de temas do cancioneiro popular da Beira Baixa e de Trás-os-Montes com temas do repertório clássico de Bach, Lully, Rameau ou Purcell, a par de um tradicional sefardita e de uma canção de José Afonso ( Alegria da criação ). O videoclipe que aqui se estreia, numa antevisão do álbum, é  Gavotte , de Rameau ( Gavotte et six doubles , RCT 5), que no disco surge em bloco acompanhado das suas seis variantes. 

 No texto que acompanha o lançamento deste disco, escreve Filipe Raposo: “Os ritos e os mitos têm desempenhado uma função de procura e ligação ao profundo, de regresso à origem, na explicação dos mistérios; apaziguam e reconfortam, conferindo significado e valor à nossa existência. Nas culturas que separam o mundo do divino do mundo do quotidiano, a relação entre Sagrado e Profano pode ser interpretada como religião e não religião. No entanto, nas sociedades arcaicas, cada intervenção do homem no ambiente rural, como o abrir a terra com um arado ou o derrubar uma árvore da floresta, possuem os ritmos de uma sacralidade latente, não se sentindo diferenciação entre as actividades laico-profanas e a actividade sagrada. É como se vivessem numa permanente imersão no sagrado. Existe uma pulsão un</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/Iu_8XvAYNjY</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2023/12/11/video/irma-lanca-cancao-escrita-parceria-agir-anunciar-segundo-album-20231211-173025</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202312/IrmaFoto95828.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Irma lança canção escrita de parceria com Agir, a anunciar o seu segundo álbum</video:title>
      <video:description>Actriz e também cantora, Irma Ribeiro lançou um primeiro single em 2019,   Da mesma pele  , prenúncio de um álbum que viria a surgir em 2020, em plena pandemia, e que teve por título   Primavera  . 2021 foi, para ela, ano de participação no Festival RTP da Canção, ao qual concorreu com   Livros  , de sua autoria, que ficou pela primeira eliminatória; e em 2022 lançou o EP   Filha da Tuga  , canção escrita de parceria com Carolina Deslandes e com produção de Agir, que deu origem a um videoclipe realizado por Ruben Valle. À data, Irma explicou-a assim: “O  Filha da Tuga  é um grito. Um grito de passagem para a outra margem. Para a margem da realidade, para a margem onde há lugar para falar de quem eu sou, de onde venho e para onde quero ir. Vem para contar mais histórias para além das histórias de amor. Fala sobre a relação comigo também, se calhar a mais importante até hoje. Sobre como é ser mulher, sobre a mistura da Nova Lisboa, sobre a falta de representatividade. Vem falar sobre a minha cultura que não se divide, que se multiplica e principalmente vem cantar o orgulho que tenho em ser Filha da Tuga.” 

 Agora, quase a fechar o ano, Irma estreia  Tokame , canção escrita de parceria com Agir, que também a co-produziu, juntamente com Gui Salgueiro, e que é o primeiro single de um álbum a editar em 2024. No videoclipe, da autoria de Dauto Galli, a canção surge anunciada desta forma: “TOKAME (sem género/sem classe definida): Dilatação pupilar do aconchego de pele com pele que cega e explode galáxias.” Ou, nas palavras de Irma, citadas no texto que acompanha o lançamento: “Quando fiz o  tokame  senti vontade de celebrar o meu universo feminino. De enaltecê-lo sem sentir que estou a mais, mas sim a ocupar um espaço que é meu. Esse espaço onde posso dar atenção a desejos e vontades que me faz sentir mais mulher, segura e empoderada. O  tokame  é sobre a mulher que se permite ouvir e expressar-se.”</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/FVLAGl9BF14</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2023/12/11/video/premio-nobel-paz-lutar-continuarmos-vivas-20231211-141107</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202312/2023-12-10T132507Z_412311298_RC2CU4AT750H_RTRMADP_3_NOBEL-PRIZE-PEACE_195827.JPG?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Prémio Nobel da Paz. "Estamos a lutar para continuarmos vivas"</video:title>
      <video:description>A activista está presa no Irão, motivo pelo qual foram os seus dois filhos – os gémeos Kiana e Ali Rahmani, de 17 anos – a receber o Prémio Nobel da Paz em seu nome. No momento da entrega, leram uma mensagem que Mohammadi escreveu da prisão de Evin, no Irão. O discurso critica a obrigatoriedade do uso do  hijab , que Mohammadi considera "uma política governamental vergonhosa" que "não é nem uma obrigação religiosa, nem uma tradição cultural, mas sim um meio de controlar e subjugar toda a sociedade".  

 A jornalista iraniana garante que a população não se conformará com a opressão. Considera que "o regime da República Islâmica está no seu nível mais baixo de legitimidade e apoio popular" e, por isso, acredita no fim da "tirania religiosa". 

 Kiana e Ali Rahmani terminaram os discurso com as palavras de ordem "mulher, vida, liberdade!". 

 Narges Mohammadi recebeu o Prémio Nobel da Paz “pela sua luta não-violenta contra a opressão das mulheres no Irão e para promover direitos humanos e liberdade para todos”. 

 Leia também: 

 
	 
	  Narges Mohammadi, um Nobel da Paz pelo futuro do Irão  
	 
	 
	  Mahsa Amini, um ano depois. “Mostrámos a nossa força ao mundo inteiro”  
	 
	 
	  Protestos? Há uma “revolução a tomar forma” no Irão</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/893316500</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2023/12/07/video/eco-20231207-192911</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://i.vimeocdn.com/video/1765469343-8fd60e3db0c39cc27399b561cc3cc83c986427530c782196fa9d17cce8ec8d2b-d_1920x1080?r=pad</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Ecoansiedade: "Vemos tudo a acontecer ao mesmo tempo e pensamos: quando é que vai chegar a minha vez?"</video:title>
      <video:description>Leia aqui a reportagem completa:  Sentir ansiedade climática é como “estar paralisado no meio da estrada”    
 

 Quando procurámos uma descrição possível do que é a ansiedade climática, responderam-nos com uma imagem cinematográfica: um carro em andamento, uma pessoa “no meio de uma auto-estrada”, “paralisada” diante do perigo iminente. Seria possível correr, seria possível esbracejar para captar a atenção do condutor, mas o corpo não responde. Ninguém compreende tamanho entorpecimento. Assim é a ecoansiedade. 

 “Sentir ansiedade [climática] é como estar na posição dessa pessoa. Vemos uma coisa lá ao fundo a vir na nossa direcção e somos incapazes de nos mexer. E tudo isso tem consequências psicossomáticas, começamos a sentir palpitações, a respirar rápido, de uma forma errática, parece que estamos a ter um ataque cardíaco. Não há nada que possamos fazer”, explica ao PÚBLICO Pedro Verde Pinho, um fotógrafo de 34 anos que dá aulas no Instituto Português de Fotografia do Porto. 

 Já com Teresa Santos, uma bióloga de 31 anos, aconteceu o inverso. Esta investigadora sentiu “desde sempre” ansiedade em relação à ruína progressiva dos ecossistemas terrestres. “Já na escola ouvia falar do Protocolo de Quioto, já andamos nisto das COP [cimeiras do Clima] há 28 anos”, diz. A sua angústia ambiental só se atenuou, conta, quando aderiu à luta climática na Scientist Rebellion. 

 A última década foi a mais quente desde que há registos. Este ano ainda nem terminou e os cientistas já garantem que será o mais escaldante que já observámos. Ao longo dos últimos 11 meses, a Terra testemunhou múltiplos recordes, incluindo o de temperatura média da superfície do mar e de diminuição do gelo marinho na Antárctida. Num documento recente da Organização Meteorológica Mundial, lê-se que 2023 despede-se deixando “um rasto de devastação e desespero”.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/892355041</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2023/12/06/video/pedro-nuno-nao-bom-momento-presidente-republica-20231206-223121</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202312/dro%20pedro%20nuno%20santos%20061223%200195825.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>Pedro Nuno Santos: “Este não é um bom momento para o Presidente da República”</video:title>
      <video:description>Saiba mais:  

 
	 
	  Pedro Nuno Santos: devolução de tempo de serviço a professores pode demorar mais do que quatro anos  
	 
 

 Em entrevista ao PÚBLICO-Renascença, Pedro Nuno Santos, ex-ministro das Infra-estruturas e candidato a líder do PS nas eleições directas de 15 e 16 de Dezembro, coloca prudência na devolução do tempo de serviço congelado aos professores e admite estar “preocupado” com a crise nas instituições e na Presidência com o caso das gémeas de Santa Maria.</video:description>
      <video:player_loc>https://player.vimeo.com/video/891908768</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
  <url>
    <loc>https://www.publico.pt/2023/12/05/video/rock-camilo-fartos-turismo-beira-abismo-20231205-120113</loc>
    <video:video>
      <video:thumbnail_loc>https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/canal_videos/videoPortal/Images/202312/Turismo%20Capa%20Single%20OK95824.jpg?tp=VIDEOS</video:thumbnail_loc>
      <video:title>O rock de Camilo diz que “estamos todos fartos de fazer turismo à beira de um abismo”</video:title>
      <video:description>Estreou-se há dez anos, com o álbum   24 Horas no Subúrbio  , e a inspiração vinha-lhe da cidade onde nascera e vivia, Queluz. Nessa altura, assinava apenas José Camilo e foi assim que foram surgindo os álbuns seguintes, entre o rock e o punk, a balada e a  spoken word :   Obra Camiliana   (2016),   Sem Rei nem Rock   (2018),   Subterrâneo   (2019) e   Os Poetas não devem ser chatos, mas os leitores não podem ser estúpidos   (2021), este gravado com a electrónica de Cláudia Correia. Os músicos que o acompanhavam ao vivo, baptizados como Seus Cúmplices, foram entretanto chamados a integrar “o processo criativo e de gravação” do novo álbum, a lançar em 2024, e que será editado com o selo da Brava Marítima. Foi desse disco que, em Setembro passado, José Camilo &amp; Seus Cúmplices (nome que é também o título do álbum) lançaram o single e videoclipe de   Sangue beirão, faca no coração  , a que se segue, agora, também com videoclipe,  Turismo . 

 Com José Camilo, autor da canção (guitarra e voz), estão Hugo Furtado (guitarra), Pedro Sousa (baixo), Duarte Fernandes (bateria) e Elo Menezes de Oliveira (segunda voz). O videoclipe que se estreia esta sexta-feira é assinado por Pedro Gonçalves e a canção  Turismo  é assim descrita pela editora Brava Marítima, no texto que acompanha o lançamento: “Há aqui ecos de rock português antigo de lírica cuidada e  riffs  bem esgalhados, com arranjos cheios de detalhe, com enfoque para os sons de teclado e para os coros femininos.” Quanto à temática, a editora resume-a deste modo: “Todos os dias são perfeitos e estamos todos fartos de fazer turismo à beira de um abismo.”</video:description>
      <video:player_loc>https://www.youtube.com/embed/IFDoFP80zzY</video:player_loc>
    </video:video>
  </url>
</urlset>