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      <video:title>Na Barragem de Santa Clara, a água já não chega para as encomendas</video:title>
      <video:description>Leia aqui a reportagem completa:   Se do céu não vier a água que falta no Mira, a agricultura não tem futuro   
 

 Após anos de secas persistentes e níveis de precipitação atmosférica que não repuseram minimamente os níveis de armazenamento actuais, nas albufeiras de Santa Clara (31%), Monte da Rocha (8%) e Campilhas (6%), tanto o modelo agrícola baseado nas culturas intensivas, como as tradicionais, a actividade pecuária e até a indústria mineira, estão longe de ter garantia de recursos hídricos à altura das necessidades. 

 Apesar de a água para consumo humano das populações dos concelhos de Ourique, Castro Verde, Almodôvar e Odemira, estar garantido através das albufeiras de Monte da Rocha e Santa Clara, as respectivas estações de tratamento só têm acesso a água bruta muito "condimentada" com resíduos sólidos, agro-químicos e fertilizantes que ficaram retidos, ao longo de décadas, no lodo das albufeiras. Torná-la potável exige uma depuração que eleva o seu custo. 

 Todos os anos a mesma apreensão. "Continuamos a olhar para o céu e a perguntar: Quando é que chove? E quando chove é sempre menos do que já choveu ", comentou numa das suas recentes declarações públicas o presidente da Câmara de Almodôvar, António Bota. 

 As interrogações preenchem a mensagem do autarca. "Muitos se perguntam o que acontecerá se continuar sem chuvas. E se a seca se tornar crónica? Ou se esta situação se tornar permanente ou piorar com as alterações climáticas?" "Se não for feito um esforço grande para adequar as necessidades das culturas às necessidades de água, ou se regressa às culturas tradicionais ou vamos acabar por nem ter água para as populações", conclui o presidente da direcção da Associação de Beneficiários do Mira suspenso.</video:description>
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      <video:title>Temido diz que casos como o das gémeas luso-brasileiras são “habituais”</video:title>
      <video:description>Marta Temido, deputada do PS e ex-ministra da Saúde, estranha algumas declarações dos médicos sobre o caso das gémeas luso-brasileiras, dizendo ser claro que à luz da lei aquelas crianças teriam que receber tratamento médico mesmo não morando em Portugal. Em entrevista ao PÚBLICO-Renascença, explica que Marcelo Rebelo de Sousa reencaminhou para o Governo mais casos do que aqueles dois e que isso foi sempre o procedimento “habitual”. Pode ouvir esta entrevista na Renascença esta quinta-feira depois das 23 horas. 

 Saiba mais: 

 
	 
	  Marta Temido defende Marcelo e diz que lei obrigava SNS a tratar gémeas luso-brasileiras  
	 
	 
	  Marta Temido: “Está instalado um ambiente de suspeição” em relação aos políticos</video:description>
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      <video:title>Último orçamento aprovado pela maioria do PS, com Costa emocionado</video:title>
      <video:description>Foi aprovado esta quarta-feira em votação final global o Orçamento do Estado para 2024 (OE2024), o último da era António Costa, apenas com o voto a favor da maioria absoluta do PS, como aconteceu nos últimos anos. O Livre e o PAN abstiveram-se e o resto da oposição votou contra. 

 Antes de Augusto Santos Silva anunciar a aprovação do orçamento, a bancada socialista levantou-se num longo aplauso, enquanto os deputados do Chega acenam na sua direcção, embora o gesto tenha sido primeiro feito pelo liberal Bernardo Blanco. Entretanto, na bancada do Governo, o primeiro-ministro cumprimenta os ministros mais próximos: Ana Catarina Mendes, Mariana Vieira da Silva e Fernando Medina, com largos sorrisos.</video:description>
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      <video:title>Rita de la Feria: os impostos representam “o conceito de quem somos e do que queremos ser enquanto sociedade”</video:title>
      <video:description>“Vê-se mesmo para onde vão os impostos.” É este o tipo de moral fiscal que Rita de la Feria, professora de Direito Fiscal da Universidade de Leeds e investigadora do Centro de Estudos Fiscais da Universidade de Oxford, ​considera que deveria liderar o debate sobre a tributação e os sistemas fiscais, em vez de se concentrar no PIB e nas distorções económicas. “Os impostos são, essencialmente, pagamentos obrigatórios que fazemos ao Governo, que são depois utilizados para serviços públicos. Os impostos são, de facto, essenciais para tudo o que fazemos enquanto indivíduos. Estão na base do que são as nossas sociedades. Tudo o que nos rodeia é resultado dos impostos”. 

 De acordo com professora, é importante mudar as narrativas em torno da tributação e dar prioridade ao reconhecimento da ligação entre os impostos e os serviços públicos, uma vez que “não é possível pagar menos impostos e ao mesmo tempo ter maravilhosos serviços públicos”. Além disso, para desconstruir a maior parte dos mitos sobre os impostos é necessário reconhecer os obstáculos que os fenómenos psicológicos, como o enviesamento de confirmação ou a dissonância cognitiva, têm sobre as pessoas. Por exemplo, a percepção de riqueza é relativa, a maioria das pessoas concorda que é necessário tributar mais os mais ricos, mas “elas nunca se consideram ricas”. 

 Este videocast é da autoria da Re-Imagine Europa em colaboração com os jornais Der Standard, Il Sole 24 Ore, La Vanguardia, LeSoir, Rzeczpospolita e Público. O projecto, que conta com a participação de alguns dos pensadores mais influentes do nosso tempo, propõe-se a explorar conceitos-chave que definem a forma como entendemos o mundo em que vivemos. O videocast é apresentado por Erika Stäel von Holstein e Luca de Biase, respectivamente, a CEO e o director de Investigação da Re-Imagine Europa.  

 Pode ver ou descarregar os episódios completos no:  Youtube ,  Spotify  e  Apple Podcast .</video:description>
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      <video:title>Milhanas celebra com single o Dia para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres</video:title>
      <video:description>Seis meses passados sobre a publicação do seu álbum de estreia,   De Sombra a Sombra  , a cantora e compositora Milhanas escolheu um dos temas desse álbum para se associar ao Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres, que se celebra anualmente no dia 25 de Novembro. Trata-se de  Roubar um corpo , agora estreado em single e videoclipe nas plataformas digitais, e que a autora descreve como “um grito por todas as mulheres que já sofreram algum tipo de violência nas mãos de um homem, relançada hoje em forma de abraço a todas elas”. 

 O videoclipe é assinado por Pedro Varela (autor das séries  Os Filhos do Rock  e  Esperança  e do  remake  d’ A   Canção de Lisboa ), que, no texto que acompanha o lançamento desde tema, explica deste modo a forma como o filmou: “Acho que encontrei a metáfora de  Roubar um corpo  nesta ideia de ficar entre a vida e a morte. As mulheres que sofrem violência são deixadas depois em lugares escuros e de silêncio e é um pouco o que este rio representa. A própria Milhanas no filme vive entre o negro e o branco, o escuro e o claro. O filme a preto e branco vem daí, das duas representações dela mesma. Relata também esse lugar onde as pessoas são deixadas sem cor, onde tudo perde a vida, a saturação… sobra apenas o positivo e negativo, o preto e branco. 

 O álbum de Sombra a Sombra foi publicado em Maio deste ano e dele Milhanas já lançou quatro singles com videoclipes:   Lamentos   (Novembro de 2021),   Mais que ao Sol   (Janeiro de 2023),   Mundo   (Março 2023),   Eu de prosa   (Maio 2023) e, agora,  Roubar um corpo .</video:description>
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      <video:title>Opinião: Cavaco foi ao congresso ungir Montenegro</video:title>
      <video:description>O 41.° congresso do PSD aconteceu hoje, em Almada. O encontro foi "morno" durante o dia, mas "galvanizador" na recta final.  

 Aníbal Cavaco Silva apareceu de surpresa e Luís Montenegro garantiu-lhe que o PSD "vai estar à altura do seu legado". Depois de uma calorosa recepção, o antigo Presidente da República e primeiro-ministro sentou-se ao lado de Manuela Ferreira Leite, que os sociais-democratas receberam com uma ovação e aplausos. Leonor Beleza juntou-se aos dois, numa chegada mais discreta.  

 Saiba mais: 

 
	  Montenegro garante a Cavaco que o PSD vai “estar à altura do seu legado”  
	 
	  Opinião. PSD: uma estratégia com riscos  
	 
	 
	  Montenegro lança-se como candidato a primeiro-ministro contra um PS “radicalizado”  
	 
	 
	  Cavaco projecta Montenegro para conseguir chegar a primeiro-ministro  
	 
	 
	  Crónica. Montenegro “mata” Passos, faz o seu melhor discurso e pode ganhar</video:description>
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      <video:title>As primeiras imagens dos reféns libertados pelo Hamas</video:title>
      <video:description>Foram libertados, esta sexta-feira, 24 reféns do Hamas, incluindo mulheres e crianças israelitas. Entre os reféns libertados estão também dez tailandeses e um cidadão filipino que trabalhavam nas comunidades israelitas atacadas pelo Hamas a 7 de Outubro. 

 Os restantes 13 reféns são israelitas e já foram entregues pela Cruz Vermelha às Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla inglesa)​. 

 Os 39 palestinianos cuja libertação estava prevista para esta sexta-feira já saíram das prisões israelitas. 

 Saiba mais  aqui .</video:description>
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      <video:title>Activistas pelo clima barricaram-se no Ministério das Infra-Estruturas</video:title>
      <video:description>Um grupo de activistas da Greve Climática Estudantil (GCE) entrou nesta sexta-feira no Ministério das Infra-Estruturas, em Lisboa. Os estudantes bloquearam a entrada do edifício. 

 A polícia de choque foi chamada ao Ministério e deteve alguns activistas. À mesma hora dezenas de estudantes marchavam em direcção ao Ministério do Ambiente. Quatro activistas foram detidos e um estudante de 16 anos ficou ferido. 

 Saiba mais  aqui .</video:description>
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    </video:video>
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      <video:title>&lt;em&gt;Operação Influencer&lt;/em&gt;. A linha da investigação</video:title>
      <video:description>Por enquanto, são nove os arguidos da   Operação Influencer  : Diogo Lacerda Machado, Vítor Escária, Afonso Salema, Rui de Oliveira Neves, Nuno Mascarenhas, João Galamba, Nuno Lacasta, João Tiago Silveira e a Start Campus. 

 O que une estes  arguidos , os crimes pelos quais foram indiciados, os que foram validados pelo juiz de instrução e os que estão por confirmar. As medidas de coacção até agora aplicadas e as demissões que este caso motivou. 

 A investigação que derrubou o Governo continua a decorrer.</video:description>
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      <video:title>Israel-Palestina. Alan não quer vingança, Dima só vê uma solução "óbvia"</video:title>
      <video:description>A mais recente escalada de violência entre Palestina e Israel, que teve início após os ataques do Hamas no dia  7 de Outubro , é apenas “um episódio de uma história que começou há pelo menos 75 anos”. Quem o defende é Dima Mohammed, investigadora especializada em argumentação política e coordenadora do ArgLab, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.  

 Para a palestiniana radicada em Portugal o discurso político “piorou muito”, nas últimas semanas. “Infelizmente, acho que as dicotomias falsas estão a impedir uma solução sustentável à questão Palestina-Israel. Não só distorcem a realidade, mas estão a impedir qualquer caminho para um melhor futuro, de justiça e de paz”, diz.  

 Alan Stoleroff, professor de sociologia no ISCTE e judeu norte-americano, também a viver em Portugal, acredita que o discurso do Governo israelita reflecte uma “tentativa expressa e intencional de suprimir as críticas das políticas actuais do Estado de Israel, que não é idêntico ao povo judaico”.  

 Activista pelos direitos dos palestinianos, Stoleroff afirma que “não se pode subestimar o efeito do choque [dos ataques de 7 de Outubro, para o povo de Israel]”. Um choque “de grande violência” e “de realização de que não eram invencíveis”, que terá alimentado uma vontade de vingança. A essa ambição Alan Stoleroff responde: “temos de decidir entre a vida ou a vingança. Mas a vingança não tem futuro”.  

 No 48º dia após o início deste conflito, Dima não perdeu a esperança num futuro “onde os dois povos, israelita e palestiniano, vivem juntos num país onde serão iguais”. Uma solução “óbvia” que deve ser partilhada. “Parte de concretizar este sonho é falar deste sonho. Temos de manter ouvidas as nossas vozes de esperança”.  

 Começou esta sexta-feira o primeiro de quatro dias de  cessar-fogo  na Faixa de Gaza.</video:description>
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      <video:title>A Flor do Lácio celebra a língua portuguesa e estreia-se em single com &lt;i&gt;Navio negreiro&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O nome, foram buscá-lo ao conhecido soneto  Língua portuguesa , do jornalista e poeta brasileiro Olavo Bilac (1865-1918): “Última flor do lácio, inculta e bela/ És, a um tempo, esplendor e sepultura/ Ouro nativo, que na ganga impura/ A bruta mina entre os cascalhos vela.” O primeiro álbum dos A Flor do Lácio, homónimo, foi lançado em Abril deste ano e agora, em Novembro, retiraram dele um primeiro single,  Navio negreiro , a partir de um excerto de “O navio negreiro”, do poeta brasileiro (e baiano) Castro Alves (1847-1871), que Caetano Veloso já havia também parcialmente musicado para o seu disco  Livro , de 1997,  gravando-o  com a participação de Maria Bethânia e Carlinhos Brown. Ora Caetano Veloso é um dos nomes que constam do álbum  A Flor do Lácio  (com  Os argonautas  e  Língua ), entre os vários poetas citados, a par de Fernando Pessoa, Luís de Camões, Agostinho Neto, Luandino Vieira, José Craveirinha, Oswald de Andrade, Olavo Bilac, Sophia de Mello Breyner Andresen, Chico Buarque, Natália Correia, Manoel de Barros, Vasco Graça Moura ou Alberto de Lacerda, entre outros. 

 A escolha do poema de Castro Alves para primeiro single do disco faz jus ao nome deste quarteto formado por André Gago (voz e flauta), Pedro Dias (guitarra portuguesa), João Penedo (viola e contrabaixo) e Carlos Mil-Homens (percussão), que na gravação contou com a participação especial dos Couple Coffee e de Otto Pereira (violino). São eles que o explicam, deste modo, no texto que acompanha a publicação: “A Flor do Lácio edita hoje o seu primeiro single em digital para assinalar e celebrar a recepção da língua portuguesa como especiaria não declarada nos manifestos da carga transportada no bojo das caravelas e dos navios negreiros. Esse património comum e embarcadiço que, como outros bens, foi cultivado em todas as latitudes do mundo, é aqui relembrado através da poesia e dos cancioneiros, com especial relevo para o diálogo entre o Brasil e Portugal. Canções bem conhecidas do público convivem com textos e poemas que as inspiraram, e al</video:description>
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      <video:title>Líder da JS: empresários “não se querem libertar deste socialismo que tem feito o país crescer”</video:title>
      <video:description>Miguel Costa Matos, secretário-geral da Juventude Socialista (JS), acredita que a carreira política de António Costa não chegou ao fim quando este apresentou a sua demissão, no dia 7 de Novembro. Em entrevista ao podcast Toma Partido sobre a crise política que o país atravessa e a corrida à liderança do PS, Costa Matos deixa claro o seu apoio a Pedro Nuno Santos e, elogiando o trabalho levado a cabo pelo PS nos últimos anos, assegura que os empresários “não se querem libertar deste socialismo que tem feito o país crescer”.</video:description>
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      <video:title>A longa batalha contra os incêndios na Bolívia</video:title>
      <video:description>Voluntários e bombeiros locais juntaram-se à batalha contra um incêndio de longa duração que consumiu árvores e vegetação no nordeste da Bolívia, na quarta-feira (15 de Novembro). 

 De acordo com um voluntário, o incêndio na zona de Rurrenabaque, em Beni, tem um mês e tem sido difícil de extinguir. Milhares de animais morreram. 

 Cinquenta e seis por cento da destruição de florestas virgens ocorre em Beni, no nordeste do país, onde oito dos 19 municípios estão em alerta e as pessoas são afectadas por terem perdido as suas casas, fontes de água e colheitas. 

 Desde o início do ano, arderam três milhões de hectares na Bolívia.</video:description>
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      <video:title>Bebés prematuros retirados do Hospital Al-Shifa foram transferidos para o Egipto</video:title>
      <video:description>Foram retirados do  Hospital Al-Shifa  31 bebés prematuros, depois da incursão israelita às instalações. Dos bebés transportados para Rafah, 28 foram esta segunda-feira, 29 de Novembro, transferidos para o Egipto, onde deverão receber cuidados médicos. 

 A operação de transferência dos bebés para hospitais egípcios está a ser acompanhada por equipas da ONU. 

 As forças israelitas atacaram vários hospitais nas últimas semanas, argumentando que militantes do Hamas se escondiam nessas instalações. 

 Saiba mais  aqui .</video:description>
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      <video:title>Lina estreia &lt;i&gt;O que temo e o que desejo&lt;/i&gt;, segunda canção de um álbum dedicado a Camões</video:title>
      <video:description>Em Outubro conhecemos o primeiro, agora é revelado o segundo: depois de   Desamor  , a cantora e fadista Lina estreia esta sexta-feira mais um tema do álbum  Fado Camões , que será lançado em Fevereiro de 2024, por ocasião do 500.º aniversário do nascimento do poeta Luís de Camões. Este segundo tema é  O que temo e o que desejo , gravado em dueto com o cantor e compositor espanhol Rodrigo Cuevas, que, como Lina, já trabalhara com o produtor e músico catalão Raül Refree, conhecido pelos trabalhos com Rosalía e Sílvia Pérez Cruz. O disco   Lina_Raül Refree  , de 2020, obteve em 2021 o  Prémio Carlos do Carmo , da Sociedade Portuguesa de Autores. 

 O projecto  Fado Camões  assinala, conforme já foi dito, “um novo capítulo na carreira de Lina”, já que, desta vez, a produção do disco esteve a cargo de Justin Adams, músico, compositor e produtor britânico responsável pela produção de álbuns de Robert Plant, Rachid Taha, Tinariwen, Jah Wooble ou Souad Massi, a par de colaborações com Brian Eno, Sinéad O’Connor e vários músicos árabes e africanos. Neste disco, Lina (voz) é acompanhada pelos músicos Pedro Viana (na guitarra portuguesa), John Baggott (piano, teclas e arranjos) e, em dois dos temas, Ianina Khmelik (violino). Outra participação de relevo neste trabalho é a da cantora e compositora Amélia Muge, que, além de contribuir com uma canção (letra e música), ajudou também na adaptação das letras. Como sucedeu com  O que temo e o que desejo , cuja música se baseia no Fado Triplicado, de José Marques Piscalarete (1899-1967), discípulo de Armandinho.</video:description>
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      <video:title>Joana Espadinha relança &lt;i&gt;Ginger Ale&lt;/i&gt; para combater a violência contra as mulheres</video:title>
      <video:description>Em 2022, Joana Espadinha concorreu ao Festival RTP da Canção com o tema  Ginger Ale , que, interpretado e defendido  por Diana Castro , ficaria em quarto lugar na final. Isso foi em Março do ano passado. Agora, vinte meses após essa experiência, decidiu dar nova vida e também um novo sentido à canção, regravando-a com mais cinco cantoras: Ana Bacalhau, Diana Castro, Luísa Sobral, Marisa Liz e Selma Uamusse. Deu-lhe o nome de  Ginger Ale Special Edition  e, como já escrevera a canção baseada na sua experiência de maternidade, apresenta-a como “o champanhe sem álcool para a mãe que amamenta” (ou, dito de outro modo: se amamentar, não beba álcool), gravando-a com outras cantoras que são também mães. 

 A nova versão da canção, segundo o texto que acompanha o lançamento do videoclipe, “surge associada à campanha de sensibilização para o trabalho da Associação  OVO - Observatório de Violência Obstétrica em Portugal , sinalizando o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres”. A intenção é também apoiar o trabalho da OVO, já que 30% da receita gerada pela distribuição digital reverterá para a associação. “Num contexto em que se agravam os encerramentos de maternidades públicas e sentimos a instabilidade do SNS”, a OVO,  diz-se no texto,  ​ “ aponta a existência de Violência Obstétrica em Portugal, dá voz e apoio a estas vítimas, responsabilizando o sistema e ambicionando um acompanhamento mais humano e seguro para as grávidas e parturientes do nosso país”. A OVO assume-se ainda como pioneira, em Portugal, “na luta pelos direitos das mulheres e famílias no momento da gravidez, parto e pós-parto”. 

 Nascida em 1993, Joana Espadinha lançou o seu primeiro álbum, como compositora e intérprete, em 2014,   Avesso  . Seguiram-se-lhe   O Material Tem Sempre Razão   (2018) e   Ninguém Nos Vai Tirar o Sol   (2021). Em 2023 estreou uma nova canção,   Será o que será ,  em single e videoclipe, apresentada como uma viagem ao início da sua adolescência.</video:description>
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      <video:title>Jüra está de volta aos singles com &lt;i&gt;avidadá&lt;/i&gt; e anuncia um álbum para a Primavera de 2024</video:title>
      <video:description>Já lhe ouvimos canções como  ameio ,   avidavoa  ,   aluzétudo   ou   somozumnãodois  , assim mesmo, sem maiúsculas nem espaços entre palavras, fundindo-as numa só. Isso enquanto lançava singles, EP e videoclipes com os quais se foi afirmando, garantindo actuações em vários palcos e festivais. Agora, Jüra lança um novo single com videoclipe,  avidadá , revelando a primeira canção de um álbum cuja edição anuncia para a Primavera de 2024. 

 Com produção de DØR, Ned Flanger e Miguele,  avidadá  nasceu de uma residência artística em Sesimbra e Jüra explica-a assim, no texto que acompanha o lançamento: “Há momentos na vida em que tudo se alinha. Em que a vida consegue surpreender, mesmo quando achamos já ter percebido tudo sobre ela. Neste mundo louco é difícil encontrar lugar. É difícil acreditar, mas é quando fazemos o que acreditamos que tudo começa a mudar. A vida dá, se lhe dermos. Dá. Chegamos ao lugar que sonhamos porque o merecemos. Eu cheguei lá. Estou a chegar lá, rodeada de pessoas que amo e admiro. Sim eu, que achava que estava condenada a sentir essa dor no coração.” E acrescenta, a finalizar: “Vivo agora a querer viver mais que nunca, num lugar onde a dor não persiste, se cura. Sou essa insuportável que não vos vai deixar cair no engano de que o bom está longe. Não está. Dá. Cuida de ti e dos outros e vais chegar lá. avidadá.” 

 Nascida em Alcobaça,  Jüra  (nome artístico de Joana Silva) trabalhou como bailarina, acrobata, actriz e em dobragens de filmes de animação, antes de se iniciar nas canções. Fez o Curso de Dança na Academia de Dança de Alcobaça e, depois, em Lisboa, estudou na Escola Profissional de Artes e Ofícios do Espectáculo (EPAOE) do Chapitô, terminando o curso “com distinção”, em 2017. Em Maio de 2022 lançou um primeiro EP,  jüradamor , publicando nas plataformas digitais, com videoclipes minimalistas, as seis canções desse disco, e em Julho de 2023 lançou um, segundo EP, com quatro temas,  rés.tu .</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Faltam-me as cores que nunca vi&lt;/i&gt;, canta Ela Li no mesmo dia em que se estreia em álbum</video:title>
      <video:description>Anunciado já com três singles, o primeiro álbum da cantora e compositora Ela Li chega esta sexta-feira às plataformas digitais, em simultâneo com um novo single,  Faltam-me as cores que nunca vi , sucessor de   Choradeira   (estreado em Maio, e que dá título ao álbum),   Coisa Boa   (em Setembro) e   Apaixonei   (em Outubro). Uma semana após o lançamento, o álbum vai ser apresentado ao vivo no dia 24 de Novembro no  Super Bock em Stock . “Este álbum”, escreve ela, “pega nas emoções para as transformar e nos levar numa viagem que aquece o corpo mesmo falando de dor ou de tristeza. Para o concerto do SBES é isso mesmo que pretendo fazer, levar-nos a todos numa viagem doce que nos aquece a alma.” 

 Eli Li é o novo projecto da cantora, compositora, fotógrafa e também autora de pequenos filmes e videoclipes Rita Laranjeira, que já trabalhou com grupos ou artistas como os  Mirror People ,  The Happy Mess ,  Maria Reis  (das Pega Monstro) ou  Flak , que a escolheu para interpretar uma canção sua,  Mais brilhante que mil sóis , no Festival RTP da Canção de 2019. Nessa altura, concorreu com o nome Ela Limão, depois abreviado para Ela Li.</video:description>
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      <video:title>Depois de &lt;i&gt;Tanta vida pra viver&lt;/i&gt;, os Cassete Pirata garantem que &lt;i&gt;Ninguém fica a perder&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O primeiro single surgiu em Maio, como “um hino ao Verão e uma homenagem à vida”. Era   Tanta vida pra viver   e foi anunciado como o primeiro passo para o novo álbum dos Cassete Pirata, a lançar em 2024. Agora, com o ano a chegar ao fim, lançam um novo single e videoclipe, intitulado  Ninguém fica a perder . Com videoclipe realizado por Martim Torres e Joana Calado e Ricardo Viegas por protagonistas, a darem corpo à cumplicidade de que nos fala a canção. O mote, nesta transição do Outono para o Inverno, é “abrir os sentidos”, numa canção “que faz abraçar o erotismo ao romantismo, em torno dos enlaces e desenlaces das relações duradouras.” 

 Formados por Pir (João Firmino, voz e guitarra), João Pinheiro (bateria), António Quintino (baixo eléctrico), Joana Espadinha (teclas e voz) e Margarida Campelo (teclas e voz), os  Cassete Pirata  deram-se a conhecer em 2017 através de um EP homónimo produzido por Benjamim (Luís Nunes), que viria também a produzir o primeiro álbum da banda,  A Montra  (2019), seguindo-se-lhe   A Semente   (2021). Tal como  Tanta vida pra viver , este novo tema tem letra e música de Pir e foi gravado nos estúdios Namouche, em Lisboa.</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Rapper&lt;/i&gt; xtinto volta aos singles com &lt;i&gt;Lábios de mar&lt;/i&gt;, agora a explorar os caminhos do pop</video:title>
      <video:description>Estreou-se há quatro anos com uma  mixtape  chamada  Odisseia  e, no mesmo ano de 2019, lançou dois EP,   Ventre   e   Inacabado  . O seu primeiro álbum, antecedido por vários singles, foi lançado em Fevereiro de 2023,   Latência  . Agora, xtinto [nascido Francisco Santos, com vida e carreira traçadas entre Ourém e Lisboa] está de volta aos singles, com  Lábios do Mar , cujo videoclipe está a partir desta quinta-feira em exclusivo no YouTube. Co-produzido pelo próprio, juntamente com João Maia Ferreira, Kidonov, Billy Verdasca, Guilherme Simões e Will Brockman, o áudio chega sexta-feira às outras plataformas. 

  Lábios do Mar  é, segundo o texto que acompanha o lançamento, “um tema onde o artista e compositor segue também novos caminhos, sempre com raiz na música urbana, mas agora explora o mundo da Pop”. Tematicamente, é explicado desta forma: “O amor é ambíguo. Traz manhãs felizes de certezas e noites amargas a duvidar. É o passeio à beira-mar num fim-de-tarde nas férias e o engarrafamento num carro cheio de bagagem emocional. A coragem para um futuro a dois quando coração para sofrer só temos um. O amor é para os heróis, com espadas de conselhos para os outros sem capa para se salvarem a si próprios.” Resumindo: ‘Lábios do Mar’ é o beijo na nossa praia preferida. A banda sonora a tocar na estrada com destino ao pôr-do-sol. Sair sem levar as chaves e entrar sem bater à porta.” 

 O single  Lábios de mar  vai ser estreado ao vivo em Lisboa, na edição deste ano do  Super Bock em Stock , no dia 24 de Novembro, no Palco Tranquilidade (Garagem EPAL).</video:description>
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      <video:title>As imagens do Hospital Al-Shifa após a entrada dos militares israelitas</video:title>
      <video:description>O Exército israelita entrou, na madrugada desta quarta-feira, no hospital Al-Shifa, o maior da Faixa de Gaza. As Forças de Defesa de Israel alegam que o Hamas opera no interior do hospital, que estava há dias cercado e sem electricidade. 

 No momento da incursão, estariam no hospital 1200 pessoas, entre pessoal médico, doentes e deslocados que ali procuraram refúgio. A Rádio do Exército adiantou que não foram ainda encontrados reféns no interior das instalações. 

 Saiba mais  aqui .</video:description>
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      <video:title>Alexandra Leitão. "Não devemos excluir nada, sob pena de nos estarmos a apoucar"</video:title>
      <video:description>Alexandra Leitão, ex-ministra e deputada, não põe de parte a possibilidade de ser   candidata à Presidência da República ou à liderança do Partido Socialista. "Acho que nós, em particular nós, mulheres, não devemos nunca excluir, porque durante muito tempo acabámos também por ficar fora dos lugares. Por modéstia, porque não nos chegámos à frente."  

  Leia aqui a entrevista completa.</video:description>
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      <video:title>Alexandra Leitão. "Os partidos, sistemas e instituições devem fazer auto-reflexão"</video:title>
      <video:description>A ex-ministra e deputada do PS acredita "que se deveria ter feito uma reflexão no pós-socratismo" e questiona o tipo de reflexão que será agora necessária. "Pode até ser uma reflexão sobre o sistema judicial, sobre as regras aplicáveis à gestão pública." 

 Alexandra Leitão vai coordenar a moção de Pedro Nuno Santos ao congresso do PS e descreve o candidato à liderança do partido como “alguém que faz coisas, que quer fazer, que quer mudar as coisas”. 

  Leia aqui a entrevista completa.</video:description>
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      <video:title>O objectivo destas manifestações é o fim do uso de combustíveis fósseis em Portugal</video:title>
      <video:description>“O auditório está ocupado” Ao fim da tarde, a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL) voltou a ver o seu director envolvido na luta climática. 

 Há cerca de um ano, quatro alunos foram detidos por se colarem ao chão da FLUL, depois da polícia entrar no recinto a pedido de Miguel Tamen, director da instituição. Agora, numa aula de Textos Fundamentais, dada excepcionalmente nesta segunda-feira por Miguel Tamen, nove activistas da GCE subiram ao palco do auditório da FLUL, estenderam uma tenda e disseram “o auditório está ocupado”, aproveitando para chamar de “negacionista” ao director. 

 “Não desistimos. Não podemos dar paz a quem não nos dá um futuro”, disseram os activistas, criticando as “instituições que deveriam zelar” por eles, defendendo-os do que “realmente importa”, a crise climática. 

 Mas a resposta generalizada do auditório foi contra a intervenção. “Nós estamos a assistir a uma aula”, disse uma aluna. “Fora, fora!”, gritaram vários estudantes.</video:description>
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      <video:title>Análise: Marcelo só demite Costa em Dezembro para ter Orçamento</video:title>
      <video:description>Marcelo Rebelo de Sousa revelou no seu discurso de dissolução que a data das eleições, 10 de Março de 2023, daqui a quatro meses, justifica-se com a necessidade de haver um "processo de substituição na liderança do partido do Governo". Além de que, a exoneração do primeiro-ministro acontecerá apenas no início de Dezembro para assegurar a aprovação do Orçamento do Estado para 2024, algo que "irá ao encontro da expectativa de muitos portugueses", explicou. 

 Marcelo convocou eleições com a necessidade de garantir "clareza e rumo para superar um vazio inesperado que surpreendeu os portugueses, afeiçoados a oito anos de governação". Justificou ainda a dissolução com o "risco já verificado no passado" de se manter um governo com a mesma maioria, referindo-se ao Governo do PSD de 2004 quando Pedro Santana Lopes sucedeu a Durão Barroso. 

 Saiba mais: 

 
	 
	  Marcelo descarta Centeno, salva Orçamento e dá quatro meses ao PS  
	 
	 
	  Partidos dividem-se sobre data escolhida por Marcelo para eleições antecipadas  
	 
	 
	  António Costa vai resolver em breve problema Galamba com Marcelo</video:description>
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      <video:title>"Portugueses, confio em vós". Marcelo anuncia eleições para 10 de Março</video:title>
      <video:description>Marcelo Rebelo de Sousa justificou a convocação de eleições com a necessidade de "clareza e rumo para superar um vazio inesperado que surpreendeu os portugueses, afeiçoados a oito anos de governação". "É essa a forma da democracia, não ter medo do povo", disse.  

 O Presidente da República disse ter tentado "encurtar o mais possível o tempo" para marcar o dia das eleições, mas disse que "se não foi mais curto" foi por causa da mudança de liderança do "partido do Governo", ou seja, o PS. Marcelo deixou já um recado para o executivo que será eleito a 10 de Março, pedindo que seja um "governo com visão de futuro".  

 "Como sempre, confio em vós, no vosso patriotismo, experiência, no vosso bom senso, na vossa liberdade. Sois vós a certeza decisiva do nosso Portugal", concluiu.</video:description>
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      <video:title>Carluz Belo volta aos inéditos com &lt;i&gt;A galope na saudade&lt;/i&gt;, a lidar com cinzas emocionais</video:title>
      <video:description>O cantor e compositor bracarense Carluz Belo está de volta aos originais, com  A galope na saudade , que se estreia em single e videoclipe esta sexta-feira. Uma canção que, como diz o próprio, no texto que acompanha o lançamento, “revela misteriosas pistas de um trilho pleno de sabores incandescentes”: “Onde antes havia calor, hoje restam as cinzas de uma orquestra emocional consumida pelo fogo... E é nas ruínas de um coração que o luto se processa através da partida.” Segundo Carluz Belo, a letra e a música  desta canção  (ambas de sua autoria) “investigam fragmentos de vivências outrora felizes, com arranjos cuidados que exaltam a construção sagrada das catedrais interiores do nosso afecto”. Com Carluz Belo (voz, coros, arranjos), Pedro Bessa (guitarras, bateria, teclados) e Luís Ribeiro (piano acústico, guitarras e teclados),  A galope na saudade  foi produzido (por Pedro Bessa) e masterizado (por Mário Barreiros) no Porto. O videoclipe foi realizado por Mariana Vasconcelos. 

 Nascido em 7 de Agosto de 1983 em Vila de Fão, Braga, Carlos Belo (que adoptou o nome artístico de Carluz Belo) licenciou-se em Design Gráfico pela Faculdade de Belas Artes do Porto. Após uma passagem pelo Reino Unido, onde se apresentou como solista no coro Gospel Rhythms Society da Coventry University, estudou produção musical na ETIC, em Lisboa, e especialização de voz no JB Jazz Clube. Em 2008 foi convidado para a 44.ª edição Festival RTP da Canção, onde defendeu um tema seu,  Cavaleiro da manhã , que ficou em 8.º lugar na final. A partir de 2017 começou a publicar em single canções do seu álbum de estreia,  Menino da Praia , que viria a lançar em 2020:  O mundo que nos foge  (composta a partir de um poema de Al Berto),  Ao virar de cada esquina ,  Folhas secas  e   Passos no escuro  , já em 2021.</video:description>
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      <video:title>Santos Silva diz que Ministério Público deve dar mais esclarecimentos públicos</video:title>
      <video:description>A entrevista com Augusto Santos Silva para o PÚBLICO-Renascença foi gravada na manhã de terça-feira, horas antes de António Costa apresentar a demissão na sequência de buscas ao Ministério do Ambiente e a instalações do gabinete do primeiro-ministro, relacionadas com os negócios do lítio e hidrogénio. 

 Sobre essas buscas, o presidente da Assembleia da República defendeu que o Ministério Público devia dar mais esclarecimentos públicos dado o "alarme social" causado. Nesta parte, aborda as questões internacionais, defende o secretário-geral da ONU, António Guterres, e fala da popularidade de Marcelo Rebelo de Sousa: “Para se ser estadista e para que as pessoas reconheçam o que fazemos, a última coisa em que devemos pensar é mesmo na popularidade.” Pode ouvir a entrevista Hora da Verdade nesta quinta-feira pelas 23h00.</video:description>
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      <video:title>O virar de Costa: o filme de oito anos de governação</video:title>
      <video:description>António Costa recusou demitir-se perante o chumbo do  Orçamento do Estado de 2022 , que precipitou uma crise política. Dois anos mais tarde, na mira de uma  investigação judicial , parece não haver "ventos e mar" para continuar. A  d  emissão  chegou esta terça-feira às mãos do Presidente da República. 

 A "maior tragédia" humana, o paiol sem vigia, uma pandemia e a indemnização de meio milhão da TAP são alguns dos episódios que marcaram os últimos oito anos de governação. A cronologia dos três governos de Costa.  

 Veja mais em: 

 
	  "Obviamente, apresentei a minha demissão". As declarações de Costa ao fechar a   porta  
	  Quem são (e de onde vêm) os sete arguidos do caso que provocou a queda do   Governo  
	  Crise política em marcha: o que se   segue?  
	  ​  Oposição quer eleições antecipadas. PSD aceita calendário que permita aprovação do OE​</video:description>
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      <video:title>Entre Aspas regressam com &lt;i&gt;Sentei-me na noite&lt;/i&gt; e o anúncio de um novo álbum, &lt;i&gt;Agora&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Trinta anos após o seu álbum de estreia, os Entre Aspas voltaram a reunir-se para a edição de um álbum que celebra essas três décadas e que será publicado no dia 24 de Novembro. O seu nome é  Agora  e dele já foram divulgados três singles. O primeiro, em Janeiro deste ano, foi   Criatura da noite 2023  , nova versão de um tema do álbum de estreia do grupo,   Entre S.F.F.   (1993), agora com a participação do músico e produtor brasileiro Alê Siqueira. O segundo foi   Gin  , em Junho, e o terceiro, intitulado   3 Minutos  , foi publicado em Agosto. Agora, estreia-se esta quinta-feira um quarto single,  Sentei-me na noite  (letra de Viviane e música de Viviane, Tó Viegas, Nuno Filhó e Filipe Valentim). O videoclipe é de Eduardo Raposo, com produção de Blind Sniper Storytellers, e conta com os actores Verónica Trinka e Tiago Paixão. 

 Além destes quatro temas, já publicados em single, o novo álbum dos Entre Aspas tem mais seis:  Dá-me tudo ,  Segue-me ,  Telhado ,  Escala de Richter ,  Dom Paio  e  Penso em ti tanto . A formação reunida para o disco conta com Viviane (voz e flauta), Tó Viegas (guitarra eléctrica), Nuno Filhó (baixo), Paulo Borges (teclados), Rui Freire (bateria) e Filipe Valentim (teclados). Desde os primeiros passos do grupo, em 1990, no Algarve, a partir de uma ideia de Viviane e Tó Viegas, os Entre Aspas gravaram quatro álbuns de estúdio (  Entre S.F.F . , 1993;   Lollipop  , 1995,   Edelweiss  , 1997; e   Loja de Sonhos  , 1999), um ao vivo ( www.entreaspasaovivo.com , 2001) e uma compilação intitulada   Best of 20 anos   (2013, com DVD), esta editada quando o grupo voltou a reunir-se pelos 20 anos do primeiro disco. Dez anos passados, o álbum agora anunciado é a forma encontrada pelos Entre Aspas para celebrarem 30 anos de música.</video:description>
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      <video:title>Club Makumba celebram “memórias felizes” com &lt;i&gt;Maragato&lt;/i&gt; e anunciam álbum para 2024</video:title>
      <video:description>No final de um ano que encontrou os  Club Makumba  embrenhados nas “One Shot Sessions”, que levaram ao Musicbox convidados como João Barradas,  Moullinex  e João Gomes (dos Fogo Fogo e Orelha Negra), o quarteto lança o primeiro single do próximo álbum, com lançamento previsto para 2024. Aliás, as sessões do Musicbox já se integravam no processo de preparação desse novo disco, sendo  Maragato , o tema agora em estreia, o primeiro produto visível de tais experiências. 

 Os Club Makumba, quarteto formado por Tó Trips (guitarra), João Doce (bateria e percussões), Gonçalo Prazeres (saxofones) e Gonçalo Leonardo (baixo e contrabaixo), no texto que acompanha o lançamento deste novo single e videoclipe, apresentam  Maragato  como uma música que “remete para momentos e memórias felizes da banda na estrada”. Uma música, acrescentam, “sem tempo, nem territórios, nem barreiras – podemos estar numa noite quente nos trópicos, numa eira portuguesa numa festa de verão ou num clube nocturno de uma grande metrópole”. 

 Já o vídeo, com animação e realização de Chikolaev, feito à base de imagens a preto e branco com intervenções gráficas coloridas, baseia-se, ainda segundo os Club Makumba, “numa colecção de recolhas etnográficas, acentuando a diversidade, em que a nossa música e a dança são a narrativa”. O grafismo escolhido, afirmam, “reforça a palavra e a resistência, mostrando que em qualquer circunstância podes contribuir para uma sociedade mais justa”.</video:description>
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      <video:title>Opinião: Um país em transe</video:title>
      <video:description>Quando nesta terça-feira de manhã os portugueses se levantaram, estavam longe de imaginar que, por volta da hora do almoço, o rosto que se habituaram a ver à frente da condução dos destinos do país, o seu primeiro-ministro António Costa, iria deixar de o ser. Mas foi isso que aconteceu. António Costa apresentou a sua demissão.  

 Marcelo Rebelo de Sousa está a chamar os partidos a Belém e convocou o Conselho de Estado. Isso pode indicar dois caminhos possíveis: um é pedir uma maioria absoluta, com o PS a indicar um outro primeiro-ministro. O outro caminho é a dissolução da Assembleia da República e a convocação de novas eleições. 

 Estando Portugal a viver um processo de Orçamento, havendo  dossiers  complicados, como a questão da Saúde, por resolver, é sempre um momento de incerteza e de respostas adiadas. 

 Saiba mais: 

 
	 
	  O filme do dia em que António Costa se demitiu  
	 
	 
	  António Costa também é alvo de suspeitas em processo relacionado com exploração do lítio  
	 
	 
	  Ao minuto: Presidente da República aceita a demissão e convoca Conselho de Estado</video:description>
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      <video:title>"Obviamente, apresentei a minha demissão". As declarações de Costa ao fechar a porta</video:title>
      <video:description>"É meu entendimento que a dignidade das funções de primeiro-ministro não é compatível com qualquer suspeição sobre a sua integridade, a sua boa conduta e menos ainda com a suspeita da prática de qualquer acto criminal. Por isso, nesta circunstância, obviamente, apresentei a minha demissão a sua excelência o sr. Presidente da República." Foi esta a justificação de António Costa para, perante a notícia de que está a ser investigado num processo-crime, pedir a demissão a Marcelo Rebelo de Sousa e este, segundo o primeiro-ministro, não questionou a sua decisão. 

 O primeiro-ministro esteve em Belém duas vezes nesta manhã, depois de o Governo ter sido apanhado de surpresa com a operação da PSP que fez cinco detidos, entre eles o chefe de gabinete de Costa e o seu ex-consultor e amigo Diogo Lacerda Machado, e constituiu arguidos os ministros do Ambiente e das Infra-estruturas. À segunda, saiu demissionário. 

 Costa convocou então os jornalistas para a sua residência oficial (a mesma que foi alvo de buscas de manhã) e anunciou a sua decisão. Alegou desconhecer por que razão é investigado, defendeu a sua honra, criticou o facto de ter sabido da sua condição por um comunicado de imprensa, garantiu que não se recandidata ao cargo, prometeu colaborar com a justiça e ainda deixou agradecimentos aos partidos da geringonça. 

 Ficou por saber durante quanto tempo ainda terá que se manter em funções, mas isso depende do Presidente da República. "Compete ao Presidente da República, aceite a demissão, decidir como prosseguirá e quais os próximos passos. A última coisa que farei é, neste momento, estar a condicionar ou a pronunciar-me publicamente sobre o que será a decisão que tomará", respondeu, quando questionado pelos jornalistas sobre os passos que se seguem. "O Presidente, com grande simpatia, não questionou as minhas razões; compreendeu-as de imediato." 

 "Esta é uma etapa da vida que se encerra e que encerro com a cabeça erguida, a consciência tranquila e a mesma determinação de servir Portugal e os portugueses </video:description>
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      <video:title>Buscas em São Bento “não parecem ter a dimensão de um casinho”, diz Santos Silva</video:title>
      <video:description>O presidente da Assembleia da República, Augusto Santos Silva, reagiu, em entrevista ao programa Hora da Verdade, do PÚBLICO-Renascença, às buscas que decorrem desde a manhã desta terça-feira ao Ministério do Ambiente e ao gabinete do primeiro-ministro relacionadas com os negócios que envolvem o lítio e o hidrogénio verde. 

 Saiba mais: 

 
	 
	  Santos Silva pede “esclarecimentos” à PGR</video:description>
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      <video:title>Estrangeiros nas forças armadas? “Não faz parte do programa do Governo, nem está no horizonte de políticas”</video:title>
      <video:description>Em entrevista ao   podcast     Toma Partido   do PÚBLICO, num episódio sobre os jovens e as Forças Armadas, Helena Carreiras constata que os ramos “têm de ter a consciência de que” o machismo “é algo contra o que também têm de lutar”. Mas mostra-se optimista, já que considera que as “características” das Forças Armadas, como “a hierarquia, a disciplina, as regras”, “podem permitir lutar mais activa e eficazmente contra estes obstáculos”.</video:description>
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      <video:title>Guerra Israel-Hamas. O mundo perante o conflito que já matou mais de 11 mil pessoas</video:title>
      <video:description>No dia 7 de Outubro, o Hamas fez cair sobre Israel a “Tempestade Perfeita”. Israel retaliou com a operação “Espadas de Ferro”.  

 Israel e a Palestina estão há um mês sob fogo. Morreram cerca de 1400 israelitas e quase 10.000 palestinianos, dos quais mais de 4000 são crianças. Este é um breve retrato das posições políticas ao longo do primeiro mês da  guerra que abriu feridas na diplomacia mundial.  

 Saiba mais: 

 
	  Gaza está a tornar-se “um cemitério de crianças” — morreram mais de 4000 num mês  
	  Opinião de Helena Pereira: Vozes de moderação  
	  No cerne da polémica de Marcelo sobre a guerra Israel-Hamas está o “estilo”  
	  Reportagem: De Ramallah para Gaza: “Somos todos família”, mas é “como se fosse um país diferente”</video:description>
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      <video:title>Silly criou uma metáfora de liberdade em &lt;i&gt;Cavalo à solta&lt;/i&gt;, a anunciar um álbum para 2024</video:title>
      <video:description>Estreou-se em 2021, com o EP   Viver Sensivelmente  , e agora prepara um primeiro álbum para 2024, previsto para Fevereiro, do qual já lançara em Maio um single com videoclipe,   Coisas fracas  . Trata-se de Silly, nome artístico da jovem cantora e compositora Maria Bentes, nascida nos Açores, que se instalou em Janeiro, durante uma semana, num monte alentejano, onde ficou “sozinha a criar” as bases para tal álbum. Que já tem nome,  Miguela , e foi feito em colaboração com o músico e produtor Fred Ferreira (Banda do Mar, Buraka Som Sistema, Orelha Negra). 

 O segundo tema de  Miguela  estreia-se esta sexta-feira. Chama-se  Cavalo à solta  (sem nenhuma relação com a  canção homónima  de Fernando Tordo e Ary dos Santos, publicada em 1971) e, segundo Silly, trata-se de “uma música sobre amor e sobre a entrega total a esse amor”. “É uma canção especial, fruto da sensação de me desprender de algumas rédeas e correntes de dúvidas e inseguranças que às vezes nos prendem e reprimem emoções”, afirma a cantora no texto que acompanha o lançamento. O primeiro single,  Coisas fracas , falava “da ilusão de proximidade que se cria, fruto de uma adicção aos telemóveis e ao mundo virtual”. Neste, foi a imagem de um cavalo à solta a escolhida como metáfora para descrever uma “sensação de liberdade”. 

 Nascida nos Açores, Maria Bentes mudou-se para Serpa, no Alentejo. Estudou guitarra, depois piano (fez o ciclo básico no Conservatório) e produção hip-hop (na ETIC). Numa  entrevista  a David Pinheiro, publicada em Dezembro de 2021 no site Comunidade Cultura e Arte, falou da sua vida e do seu trabalho musical, com raízes na infância. “Cresci a ouvir José Mário Branco, Sérgio Godinho e Elis Regina”, afirmou então. “De repente, na minha adolescência descubro uma coisa chamada hip-hop e começo a ouvir as maiores referências internacionais. Entretanto, encontrei o jazz algures e adoro. É natural que não me consiga prender a um só género.” 

 Depois do EP  Viver Sensivelmente , de 2021, Silly lançou uma nova canção em Outubro de 2</video:description>
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      <video:title>Somália: agricultores lutam contra o receio de inundações provocadas pelo &lt;i&gt;El Niño&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Na Somália, onde a época de plantação acaba de começar, os agricultores ainda mal recuperaram de uma das secas mais duras dos últimos anos e, mais uma vez, vêem-se confrontados com outro acontecimento climático sobre o qual não têm qualquer controlo: o  El Niño . 

 O Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV), juntamente com a Sociedade do Crescente Vermelho da Somália (SRCS), está a trabalhar com as comunidades para as ajudar a prepararem-se para eventuais inundações. Foram distribuídos cerca de 75.000 sacos de areia por todo o país como medida de emergência. 

 O fenómeno climático    El Niño    vai durar pelo menos até à primeira metade de 2024, de acordo com as últimas previsões das Nações Unidas, com chuvas anormais que suscitam receios no sector agrícola em várias regiões do globo. É o aquecimento das águas superficiais do oceano Pacífico Leste e Central que desencadeia o fenómeno  El Niño , cuja influência está a ser sentida por todo o globo, na forma de vários tipos de  calamidades , desde incêndios florestais a ciclones tropicais e secas prolongadas. Os riscos são mais elevados para as economias emergentes, que estão mais expostas a aumentos dos preços nos alimentos e na energia. 

 "A interacção entre os fenómenos meteorológicos, os conflitos e as alterações climáticas não é uma fantasia. É uma realidade a que assistimos todos os dias. As alterações climáticas aumentam de facto os conflitos e o sofrimento das pessoas", admite Pascal Cuttat, responsável pelo CICV na Somália. 

 De acordo com dados humanitários destas associações, estima-se que 1,6 milhões de pessoas na Somália serão provavelmente afectadas pelas cheias, enquanto 1,5 milhões de hectares de terra em torno dos dois principais rios – Juba e Shabelle – correm um risco elevado de serem inundados pelas águas das cheias. 

 "As inundações são um cenário muito perigoso. Por vezes, matam pessoas. O nosso modo de vida é varrido e temos de começar do zero", diz Abdullahi Hassan, um agricultor de Beledweyne, uma cidade propensa a inundaç</video:description>
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      <video:title>Bicho Carpinteiro estreiam-se com &lt;i&gt;Aioioai&lt;/i&gt;, a anunciar um álbum para 17 de Novembro</video:title>
      <video:description>Diz-se, na gíria, que alguém que não pára quieto tem bicho-carpinteiro. Pois esta designação acaba de ser apropriada por dois músicos sem propensão para ficarem quietos: Diogo Esparteiro ( Royal Bermuda ,  Pás de Problème ) e Rui Rodrigues ( Dazkarieh ,  Uxukalhus ,  Casuar: ) apresentam-se em duo como Bicho Carpinteiro, anunciado para 17 de Novembro o seu álbum de estreia, homónimo. Neste novo projecto, propõem-se juntar “a música popular e tradicional portuguesa, entre samples de voz de recolhas no Portugal profundo, entre fados e chulas, violas em duelo sobre ritmos bem marcados, texturas acústicas e electrónicas e uma ligação a melodias e modos que são intemporais e que nos falam ao mais fundo da nossa identidade”. Isto com a ajuda de instrumentos tradicionais portugueses, em particular os cordofones, da viola beiroa à viola toeira, mas também percussões como tambores e adufes, cruzando-os com caixas de ritmos, sintetizadores e efeitos electrónicos. 

 Como amostra do álbum, estreiam esta quarta-feira em single e videoclipe o tema  Aioioai , que já dá uma ideia da sonoridade proposta pelo duo. Os outros temas do álbum, num total de dez, são:  Bruma ,  Fado beirão ,  Beco das flores ,  Violas temperadas ,  Fadão ,  Ventos da Arada ,  Chula ,  Larai larai  e  Alto lá . Temas onde dizem Diogo e Rui dizem aplicar “as suas visões criativas não apenas em válidas experiências de estúdio, mas antes de mais em muito originais manifestos de palco.”</video:description>
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      <video:title>No Dia da Dona de Casa, Charli Elle lança &lt;i&gt;Woman&lt;/i&gt;, inspirada na luta das mulheres</video:title>
      <video:description>A sua estreia a solo, como cantora, autora e produtora autodidacta, começou em Março deste ano, com o tema   WW3  , seguindo-se, em Maio,   Parachute ,  para falar de confiança. Esta sexta-feira, data em que se celebram, em todo o mundo, em paralelo, o Dia da Dona de Casa e o Dia da Instituição do Direito de Voto da Mulher, Charli Elle aproveitou para lançar Woman, uma canção inspirada na luta constante da mulher, assim descrita por ela no texto que acompanha o lançamento do single e respectivo videoclipe: “É uma canção que grita ao mundo que nós mulheres somos capazes de tudo, estamos prontas para tudo, e mais que tudo estamos fartas de lutar e esperar pela igualdade que é nossa por direito. Esta música é sobre o orgulho em ser mulher. Cada uma do seu jeito e feitio, mas mesmo assim mulheres, dignas de respeito, e igualdade.” Composta, em parceria, por Charli Elle, Duarte Carvalho, Diogo Costa, Emanuel Oliveira, Miguel Tiago e Marcelo Garrido, com produção de No Maka, Woman conta com Duarte Carvalho e Emanuel Oliveira nos teclados, Tiago Mourão no baixo e Carlos Ramos na bateria. A realização do videoclipe é de João Saldanha.</video:description>
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      <video:title>Afinal, quanto vai aumentar o IUC e porquê?</video:title>
      <video:description>O Imposto Único de Circulação (IUC) é um imposto anual calculado com base na categoria do veículo. Os níveis de emissão de dióxido de carbono são considerados no cálculo do imposto apenas no caso dos veículos posteriores a 2007. Os veículos ligeiros anteriores a 1 de Julho de 2007 não pagam esta “componente ambiental” do IUC, mas a proposta do OE 2024 quer alterar isso.  

 Ao incluir a “componente ambiental” no cálculo do IUC dos carros mais antigos, o agravamento do imposto pode resultar, em alguns casos, numa variação até 1000%.  

 De quanto será, afinal, o aumento? E como é que o país está a reagir a esta proposta? O PQ explica e descomplica. 

  Leia também:  

 
	  O que quer o Governo mudar no IUC? Porque é tão polémico?  
	  Governo assume “compromisso”: limite de 25 euros no IUC continua depois de 2024  
	  Ambientalistas contra subida do IUC nos carros antigos: “nem é transição nem é justa”  
	  UTAO: subida do IUC traz uma penalização “ a posteriori ” dos carros antigos  
	  Aumento do IUC divide constitucionalistas</video:description>
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    <loc>https://www.publico.pt/2023/11/01/video/sebenta-lancam-videoclipe-onde-vais-gravado-brasileiros-forte-norte-20231101-225641</loc>
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      <video:title>Os seBENTA lançam videoclipe de &lt;i&gt;Por onde vais&lt;/i&gt;, gravado com os brasileiros Forte Norte</video:title>
      <video:description>É o quarto single com videoclipe dos seBENTA lançado em 2023 e, segundo anunciaram, será o último deste ano. Depois de   Cabeça dura  , ainda do álbum  (Maior)idade  (2022), com videoclipe estreado em Janeiro, vieram os inéditos   Maré  , em Abril, e   Há dias assim  , em Julho. Agora, revelam esta sexta-feira o videoclipe do mais recente inédito da banda, Por onde vais, publicado em single nas plataformas digitais no dia 27 de Outubro e gravado com participação de uma banda brasileira, Forte Norte. O videoclipe é assinado pelos seBENTA, trio formado por Paulecas (voz e baixo eléctrico), André Fadista (bateria) e Ricardo Gomes, Ricko (guitarra eléctrica), e conta com um músico convidado: Lúcio Vieira (teclados). Os  Forte Norte , por sua vez, são formados por Filipe Lahm (voz), Wagner Alexandre, Pedro Quintana (guitarras), Eduardo Zeinaddine (baixo) e Junior Winne (bateria). 

  Por onde vais , cujo videoclipe agora se estreia, é, segundo o autor da letra, Paulecas (a música é de Fadista e Ricko), “uma canção que fala de mudança, de fecho de ciclos”. No caso dos seBENTA, o ciclo completa-se fechando um ano em que decidiram experimentar “outras formas de escrever canções e produzi-las”. A canção, no comunicado que a anuncia, é descrita como “um tema que define a decisão por vontade própria, seja no que for e por quem for. Vivemos tempos de mudança e só conseguiremos evoluir se vencermos os nossos medos.” 

 Desafiados a fazerem uma parceria com uma banda brasileira de rock, os seBENTA escolheram os Forte Norte, de São Paulo. Será, prometem, “a primeira de muitas participações que poderão vir a acontecer”. E os Forte Norte parecem concordar: “Ao longo destes 10 anos como banda, já partilhámos o palco com bandas de outros países, mas esta é a primeira vez que gravamos uma colaboração internacional. Quando se trata de rock cantado em português, o Brasil e Portugal têm uma tradição vasta e verdadeiros ícones deste género ao longo dos anos. Queremos explorar cada vez mais esta conexão e proporcionar ao público bras</video:description>
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