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      <video:title>Um &lt;i&gt;Político antropófago&lt;/i&gt; junto com um &lt;i&gt;Corridinho português&lt;/i&gt;? São os Cara de Espelho</video:title>
      <video:description>Duas canções acutilantes, um nome até agora desconhecido e seis caras bem conhecidas. É a estreia de um novo grupo musical, que de uma assentada lança dois singles e videoclipes que mostram, sem margem para dúvidas, ao que vem. São eles Pedro da Silva Martins (Deolinda, Ana Moura, António Zambujo, Lena d’Água), Carlos Guerreiro (Gaiteiros de Lisboa, José Afonso, Fausto Bordalo Dias, GAC), Nuno Prata (Ornatos Violeta), Luís J Martins (Deolinda, António Zambujo, Cristina Branco) Sérgio Nascimento (Sérgio Godinho, David Fonseca, Humanos, Deolinda) e Maria Antónia (Mitó) Mendes (A Naifa, Señoritas), sexteto que se dá a  conhecer esta sexta-feira com o nome Cara de Espelho e duas canções em simultâneo:  Político antropófago  e  Corridinho português . Têm ambas videoclipes realizados por Joana Brandão, com composição, edição e grafismo de Maria Inês Carrola e Ricardo Madeira. 

 A letra de   Corridinho português  , cujo videoclipe vive da edição de imagens recolhidas pelo fotógrafo Rui Palha, vai como uma seta em direcção às xenofobias populistas: “Separando o africano do cigano/ Do chinês, do indiano, ucraniano,/ muçulmano, do romeno ou tirolês/ Como vês/ Sobra muito, muito pouco português, ó pá// Separando o cristão do taoista,/ do judeu do islamita, do ateu ou do budista,/ do baptista mirandês/ Como vês/ Sobra muito, muito pouco português, ó pá.” Já  Político antropófago  retrata aqueles que gostaríamos que ver fora de um poder que exorbitam: “Crava a unha, carne, pele e osso/ Ferra o dente sedente no pescoço/ O político antropófago// Na tv, o banquete no palanque/ Na régie, querem sangue, pedem sangue/ E em casa num sarcófago.” Lembram-se dos  Vampiros , de José Afonso, a “chupar o sangue fresco da manada”? Não andam longe e vemo-los neste Espelho.</video:description>
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      <video:title>Depois de &lt;i&gt;Vem só&lt;/i&gt;, Maudito lança um &lt;i&gt;Balão&lt;/i&gt; a anunciar o próximo disco, &lt;i&gt;Grand Bleu&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O cantor e compositor de hip hop Maudito tem uma nova parceria com João Não, com quem tinha já gravado   Dá-me espaço  , em 2020. O tema intitula-se  Balão  e é o terceiro single a ser divulgado do EP  Grand Bleu , a editar proximamente, depois de já terem sido publicados   Guest   (em Março) e   Vem só   (em Setembro). A produção de  Balão , composto e interpretado em parceria por Maudito e João Não, é de Lil Noon. Gustavo Sousa realizou o videoclipe. No texto que acompanha o lançamento,  Balão  é descrito como “uma música sobre uma conversa dessintonizada, onde a melancolia ganha um novo ritmo, e as palavras tornam-se mais leves, fazendo desta música um ‘sad club banger’, perfeito nas mais opostas situações.” 

 Portuense, de seu nome Gustavo Sousa, revelou-se no panorama do hip-hop nacional como  Weis , nome artístico que usou até 31 de Dezembro de 2019, trocando-o por Maudito. Foi assim que, em 2020 estreou o single  Dá-me espaço , antecipando o EP  Troca Tintas , com sete temas ( Deve ser engano ,  Calma ,  Isso é comigo ,  Dá-me espaço ,  Incompatíveis ,  Dr.?  e  Intro ) e a participação de Beiro (que também produziu), DJ Ketzal, Sien e João Não. O single  Dá-me espaço  (com João Não) foi um dos 35 temas da colectânea  Novos Talentos Fnac 2020 . Nos meses seguintes, trabalhou com músicos como Cálculo, 808Luke, xtinto ou João Tamura. Em 2022 lançou os singles   Indelével   (com xtinto, em Fevereiro) e   Juro   (em Agosto) e em 2023, além de  Vem só  e  Balão , participou no single e videoclipe   Ópera  , de Big Jony e Beiro.</video:description>
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      <video:title>Américo Aguiar: "poucos são os que entraram com a perspectiva de saírem Papas"</video:title>
      <video:description>Depois de ter presidido à Fundação Jornada Mundial da Juventude, que prestará contas no fim do ano, Américo Aguiar, de 49 anos, confessa, em entrevista ao PÚBLICO e Rádio Renascença, que o que mais lhe faz “tremer as pernas” é o dia em que entrará para a Capela Sistina para participar na escolha do sucessor do Papa Francisco. Pode ouvir esta entrevista na íntegra esta quinta-feira pelas 23h. 

 Entrevista: 

 
	 
	   Américo Aguiar de cardeal a Papa? “Todas as possibilidades são reais”</video:description>
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      <video:title>Pedro Moutinho anuncia com &lt;i&gt;Carolina&lt;/i&gt; o segundo EP do projecto para o álbum &lt;i&gt;Casa d’Água&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O primeiro foi dedicado ao fado tradicional, o segundo traz canções com outras sonoridades. Depois de  Casa , EP que o fadista Pedro Moutinho lançou em Janeiro e  apresentou ao vivo  em Fevereiro no Pequeno Auditório do CCB, chega a vez de  Água , com lançamento anunciado para o próximo dia 11 de Novembro, pelas 17h, no Palácio Baldaya (Benfica, Lisboa). Antes, estreia-se aqui uma das quatro canções que compõem este EP,  Carolina , com música de João Correia para letra de Francisca Cortesão (Minta) e que conta com Filipe Raposo no piano. 

 Além de  Carolina , este EP traz-nos mais três canções:  Noite de saudade , com música de Carminho para um poema de Florbela Espanca;  Algo que esvoaça , com música de Mário Laginha e letra de Amélia Muge; e  Dança , com música do guitarrista Pedro de Castro para uma letra da jovem fadista Teresinha Landeiro. Produzido por João Correia e Frankie Chavez, que nele tocam todos os instrumentos,  Água  contra ainda com os músicos António Quintino, no contrabaixo, e Filipe Raposo, ao piano no tema agora em estreia em single e videoclipe, filmado nos estúdios Capivara e Marginal e com realização e edição de Joana Linda. 

 A junção dos EP  Casa  e  Água , disponíveis apenas nas plataformas digitais, dará origem a um álbum,  Casa d’Água , a editar posteriormente. O EP  Casa , inclui também quatro temas:  Um resto de mouraria , com letra de Carlos Conde e música de Martinho d’Assunção, onde Pedro é acompanhado por André Dias (guitarra portuguesa) Pedro Soares (viola) e Frederico Gato (baixo acústico), com  um videoclipe  filmado em Alfama e na Tasca da Bela, com realização e  edição de Joana Linda;  Imprevisto , letra de Maria do Rosário Pedreira e música do Fado Louco, de Alfredo Marceneiro;  Sem volta , da mesma autora, com música do Fado Solene, de Alberto Correia;  A viagem , letra de Teresinha Landeiro e música do Fado Magala, de Raul Portela; e, por fim, o tema que dará título ao álbum,  Casa d’Água  (o único deste disco que não é um fado tradicional), com letra de João Monge</video:description>
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      <video:title>Discurso de Guterres na íntegra: "Até a guerra tem regras"</video:title>
      <video:description>O secretário-geral da ONU afirmou que os ataques do Hamas contra Israel, a 7 de Outubro, "não aconteceram do nada", apesar de ter argumentado que "o sofrimento do povo palestiniano não pode justificar os terríveis ataques do Hamas" e que "esses ataques não podem justificar a punição colectiva do povo palestiniano". 

 Estas declarações provocaram a ira do embaixador de Israel nas Nações Unidas, que rapidamente exigiu a demissão de António Guterres. Gilad Erdan acusou António Guterres de estar "completamente desligado da realidade" e de ver "de forma distorcida e imoral o massacre cometido pelos terroristas nazis do Hamas". 

 Saiba mais: 

 
	  Israel pede demissão de Guterres, que diz que ataques do Hamas “não surgiram do nada”  
	  Israel nega vistos a representantes da ONU após afirmações de Guterres</video:description>
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      <video:title>"Vamos ter o maior número de vagas de sempre: mais de 2200", diz Manuel Pizarro</video:title>
      <video:description>O ministro da Saúde Manuel Pizarro espera que até ao fim do ano tenham sido dados passos para criação destas equipas. Quanto a um acordo com os médicos, diz que tem de significar mais acesso a cuidados de saúde. 

 Consciente “das dificuldades e dos problemas” que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) está a enfrentar, o ministro da Saúde assume a necessidade de chegar a um acordo com os médicos. Mas afirma, em entrevista ao programa Hora da Verdade do PÚBLICO e da Rádio Renascença, que, além de melhores condições para os médicos, esse acordo tem de se traduzir em mais acesso a cuidados de saúde e na criação de condições para reorganizar o serviço público. 

 Até ao final do ano, Manuel Pizarro quer avançar com o projecto de equipas dedicadas nas urgências — um modelo em que se prevê que os médicos possam trabalhar em exclusivo nestes serviços — dos hospitais São José, Santa Maria, São João, Santo António e no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, com a criação de Centros de Responsabilidade Integrados. 

 Entrevista completa: 

 
	 
	   Ministério quer equipas dedicadas nas urgências dos cinco maiores hospitais do país   
	 
	 
	   SNS terá 2200 vagas para formar médicos especialistas. É o maior número “de sempre”</video:description>
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      <video:title>“Passei por um inferno e pensei que não ia sobreviver” disse refém do Hamas</video:title>
      <video:description>As duas israelitas raptadas pelo Hamas a 7 de Outubro e agora libertadas “por razões médicas”, Yocheved Lifshit, de 85 anos, e Nurit Cooper, de 79, já se reencontraram com as famílias e receberam cuidados médicos em Telavive.  

 Yocheved Lifshit disse que teve tratamentos médicos durante os dias em que esteve em cativeiro e que nunca lhe faltou medicamentos. Ainda permanecem cerca de 220 reféns nas mãos do Hamas, incluindo os das duas mulheres libertadas. 

 Notícia completa: 

 
	  Uma das reféns libertadas pelo Hamas é “activista dos direitos humanos”</video:description>
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      <video:title>Catarina Ruivo: "Governo está a fazer o mínimo indispensável" para fixar os jovens no país</video:title>
      <video:description>Neste episódio do Toma Partido, a responsável pela Federação Académica de Lisboa (FAL), organização que representa indirectamente 74 mil estudantes da capital, critica o Governo por não ir mais além nas medidas apresentadas para o Orçamento do Estado do próximo ano, em particular em matérias dirigidas aos jovens. 

 Catarina Ruivo defende que é importante que os estudantes sejam ouvidos, para que as medidas aplicadas sejam ajustadas ao “público alvo”. A dirigente apresenta ainda algumas das medidas que a FAL quer ver contempladas no documento que guiará a vida dos portugueses no próximo ano.</video:description>
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      <video:title>Sem pré-acordo com médicos pode haver “um tempo muito difícil para todos”, diz Fernando Araújo</video:title>
      <video:description>Numa entrevista a poucos dias de uma nova reunião entre os sindicatos médicos e o Ministério da Saúde, o director executivo do Serviço Nacional de Saúde (SNS) avisa que, se não houver acordo, Novembro poderá ser o pior mês dos últimos 44 anos do SNS. Por isso, deixa um apelo aos médicos: "Temos de reclamar direitos, mas de uma forma que seja eticamente irrepreensível." 

 Entrevista completa: 

 
	  ​Se os médicos não chegarem a acordo com o Governo, Novembro vai ser “dramático”​  
	   “Vamos ter que formar mais médicos, como os outros países estão a fazer”</video:description>
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      <video:title>Duarte regrava &lt;i&gt;Maria da solidão&lt;/i&gt; com Vitorino e arranjos de Filipe Raposo, ao piano</video:title>
      <video:description>A canção já tinha sido gravada por Duarte no álbum  No Lugar Dela  (2021), mas agora o fadista decidiu gravar  Maria da solidão  com novas roupagens. Não só chamou para um dueto vocal o autor da música, Vitorino Salomé (alentejano como ele), como substituiu a guitarra e viola do arranjo original pelo piano, com um novo arranjo (e acompanhamento ao piano) de Filipe Raposo. O lançamento do tema é acompanhado por um videoclipe, com Duarte e Vitorino (Filipe, embora fisicamente ausente do vídeo, está presente através do som do piano) e ainda com a participação especial de Rita Dias. Foi filmado no Teatro Garcia de Resende, em Évora, com realização de Bruno Cavaco e produção executiva de Alain Vachier (o editor). 

 No texto que acompanha o lançamento do single e videoclipe,  Maria da solidão  é apresentada como “um tratado de guerra e paz sobre ser-se quem se é, com a premissa de que, no meio das pontas soltas, saibamos que é em nós que o ponto final se marca.” Antes desta recriação de um tema outrora gravado, Duarte lançara precisamente há um ano, em Outubro de 2022, o fado   Não Inventes   (com a harpa de Salomé Pais Matos a par da guitarra portuguesa de Pedro Amendoeira, da viola de fado de João Filipe e da viola-baixo de Carlos Menezes). Foi o seu primeiro inédito após o lançamento do álbum  No Lugar Dela  (2021), sucessor de  Fados Meus  (2004),  Aquelas Coisas da Gente  (2009),  Sem Dor Nem Piedade  (2015) e   Só a Cantar   (2018).</video:description>
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      <video:title>Basta um formulário para se poder cortar árvores: "Isto é um atentado à serra"</video:title>
      <video:description>Leia aqui a reportagem completa  
 

 O ruído que espantou os veados com que o PÚBLICO se cruzou na Serra da Lousã foi o mesmo que Manuel Vilhena ouviu a 27 de Setembro, enquanto trabalhava no quartel-general da Silveira Tech. 

 Num dos terrenos que a empresa havia adquirido para reabilitar o espaço verde com espécies autóctones, o director executivo do projecto viu as árvores serem dizimadas por cortes rasos que estão a despir a serra do tapete florestal — o mesmo que a empresa está a tentar recuperar. “Comecei a ouvir movimentações ali, naquele pinhal, numa área que são terrenos nossos e terrenos camarários. Vi que abriram uma estrada e que estavam a cortar árvores lá”, descreveu Manuel Vilhena ao PÚBLICO. 

 O PÚBLICO procurou chegar à fala com os representantes da Álvaro Matos Bandeira &amp; Filhos, Lda para obter mais explicações sobre as raízes deste caso, mas sem sucesso. A primeira e única resposta por parte da empresa chegou por correio electrónico a 13 de Outubro, quando Álvaro Bandeira informou que estaria a caminho da Lousã para reunir com executivo da Câmara Municipal e que prestaria declarações depois do encontro. Mas, apesar das múltiplas tentativas de contacto, isso nunca aconteceu. 

 Questionados sobre quais são os próximos passos no plano para tentar travar o abate de árvores na Lousã, Manuel Vilhena diz que pretende muito mais do que chamar a atenção para o que se passa naquela serra: a petição lançada na semana passada pelo empresário — dirigida ao Governo, ao Presidente da República e ao Presidente da Assembleia da República — inclui sugestões como o impedimento de utilizar estradas abertas ilegalmente e o fortalecimento das competências de fiscalização do ICNF. “Queremos pelo menos que, se nós não conseguimos impedir o que está a acontecer aqui no nosso terreno, conseguirmos impedir que isto se volte a verificar em qualquer outra área protegida do país”, concluiu.</video:description>
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      <video:title>“O Porto ainda me encanta”: como é ser artista estrangeira numa cidade gentrificada?</video:title>
      <video:description>Há quatro anos,  BerriBlue  abria a porta de um apartamento no Porto, sem saber que em 2023 a ia fechar. “O senhorio quer triplicar a renda e encontrar um apartamento com um estúdio e espaço para tudo o que preciso vai custar um valor muito mais alto do que, por exemplo, na Polónia.” 

 Foi lá que nasceu, apesar de nunca se ter sentido propriamente em casa. Aliás, o mais perto que esteve de sentir isso foi em Portugal, a sua “casa escolhida” há “seis ou sete anos” — ainda que tenha “muita consciência” de que é estrangeira: “Agora, há muitas pessoas a mudarem-se para aqui. E talvez eu não devesse dizer isso, porque também sou estrangeira e tenho consciência disso, mas sinto que me integrei realmente, sinto-me parte daqui”, refere. 

 Apesar disso, teve de deixar de o ser. Actualmente a expor na Bienal de Florença, a artista polaca fez as malas e deixou Portugal (com algumas ideias de voltar), mas ficaram muitas partes de si para trás:  basta andar pelas ruas portuenses para as ver nas paredes . Os azulejos (um dos motivos pelos quais se apaixonou por Portugal) que pinta são identificáveis pelo azul predominante, pelos motivos do folclore, os diabos, as caveiras, os ossos, as mãos com as unhas pintadas de vermelho, e claro, a  Mosca : a cadela que BerriBlue não tira do colo. 

 “Senti uma mudança tremenda no Porto. Todos os meus amigos estão a mudar-se e eu não conseguia pagar, enquanto jovem criativa, uma renda aqui. E  o que aconteceu no Stop  foi, de certa forma, um ponto final para mim. Estão a fechar espaços criativos para abrir restaurantes chiques e hotéis”, lamenta. 

 Noutro ponto da cidade, fora do centro, numa zona "mais calma", fica o atelier de  Karla Ruas . A artista brasileira sente que, apesar de tudo, o Porto ainda a recebe bem. Mudou-se para a cidade em 2019, depois de ter vivido na Nova Zelândia. Precisou de um certo distanciamento com o Brasil para se sentir “nutrida” e capaz de “valorizar as raízes”: as suas pinturas mostram-nos mulheres negras em contacto com a natureza.  

 "O meu t</video:description>
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      <video:title>Ataque a hospital em Gaza. Políticos que apoiam Israel “têm o sangue destas crianças nas suas mãos”</video:title>
      <video:description>A autoria do ataque ao Hospital Árabe Al-Ahli, que matou centenas de pessoas, está ainda por apurar. O Hamas e a Autoridade Palestiniana acusam Israel, que sugere que a explosão foi resultado de um lançamento falhado de um  rocket  por parte da Jihad Islâmica. O grupo nega a acusação. 

 Ghassan Abu Sitta, um médico-cirurgião voluntário, da organização Médicos Sem Fronteiras, estava no hospital quando se deu o ataque. Tinha acabado de terminar uma cirurgia quando se ouviu uma “enorme explosão”. Ghassan descreve a brutalidade do cenário pós-ataque e aponta o dedo aos aliados de Israel. “Todos os políticos ocidentais que declararam apoio incondicional à guerra de Israel contra o povo palestiniano têm o sangue destas crianças nas suas mãos. A impunidade que Israel acredita que tem, graças aos seus aliados do Ocidente, é o que levou a este massacre.” 

 O presidente dos Estados Unidos da América chegou hoje a Telavive, onde se encontrou com o primeiro-ministro israelita para reforçar o apoio americano a Israel. Joe Biden sugere que Israel deve garantir que tem o que precisa para se defender. “E nós vamos garantir que isso acontece”, assegura. Biden assume ter ficado “profundamente triste e indignado com a explosão” no hospital em Gaza. “Com base no que vi, parece que foi feito pela outra equipa, não por vocês.” Benjamin Netanyahu, o primeiro-ministro israelita, agradeceu a Joe Biden o seu "apoio inequívoco". 

 O secretário-geral das Nações Unidas condenou o ataque ao hospital e apelou ao cessar-fogo humanitário imediato. “Estão em jogo demasiadas vidas e o destino de uma região inteira”, diz.</video:description>
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      <video:title>Carro todo-o-terreno movido a energia solar faz viagem de 1000 km em Marrocos</video:title>
      <video:description>Conduzindo o que acreditam ser o primeiro veículo solar todo-o-terreno do mundo, denominado Stella Terra, a  Solar Team Eindhoven , equipa composta por 22 alunos da Universidade Tecnológica de Eindhoven, dos Países Baixos, viajou pelos rios áridos, florestas densas, trilhos de montanha íngremes e areias soltas do deserto para realçar o potencial de uma tecnologia de transporte sustentável robusta."Testámos o Stella Terra extensivamente. Começámos no Norte de Marrocos e percorremos mais de mil quilómetros através de várias paisagens para terminar a nossa viagem no Sara – tudo alimentado a energia solar", disse Britt van Hulst, gestora financeira do projecto. 

 "O Stella Terra é o primeiro carro todo-o-terreno do mundo alimentado a energia solar, suficientemente robusto para percorrer não só estradas pavimentadas, mas também terrenos difíceis", acrescentou. 

 O Stella Terra, de dois lugares e legalizado para condução em estrada, aproveita a energia solar através de painéis no tejadilho. Estes painéis conferem-lhe auto-suficiência energética, com uma autonomia de mais de 630 quilómetros num dia de sol, com uma autonomia fora de estrada de aproximadamente 550 km, dependendo do terreno. 

 A equipa completou a sua viagem movida a energia solar no passado domingo (15 de Outubro), com o Stella Terra a ter um desempenho acima das expectativas, com apenas alguns pequenos ajustes durante o percurso, como a substituição de uma barra de direcção partida.  

 A equipa disse que, quando embarcou na viagem, não tinha a certeza de que conseguiria fazê-la apenas com a energia solar, mas durante a viagem, o Stella Terra acabou por consumir menos 30% de energia do que o esperado, o que significa que a equipa conseguiu conduzir toda a viagem a energia do sol e não dependeu de estações de carregamento. Descobriram que o conversor feito à medida para os painéis solares era mais eficiente a transformar a luz solar absorvida pelas células solares em carga eléctrica do que o esperado. 

 O especialista em mobilidade e profess</video:description>
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      <video:title>As taxas de IRS vão baixar no próximo ano. O que é que isto significa?</video:title>
      <video:description>O Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Singulares é um imposto anual que incide sobre os rendimentos depois de aplicadas certas deduções (como despesas de saúde ou educação). A conta é feita tendo em conta o rendimento anual - seja ele proveniente do trabalho, rendas de imóveis ou outros. Certo é que, mensalmente, se paga o imposto de acordo com o escalão em que nos encontramos.  

 É um imposto progressivo - ou seja, e de uma forma simplista, quem ganha mais, paga mais ao Estado. Actualmente, existem nove escalões. O Orçamento do Estado de 2024 vai baixar as taxas nos cinco primeiros. Mas vai acabar por afectar toda a gente.  

 E o que isto significa para nós? Vamos a casos concretos. Por exemplo, um trabalhador solteiro sem filhos que ganhe 820 euros por mês - se em 2023 pagava 402 euros de IRS anual, em 2024 ficará isento por causa da subida do salário mínimo. Já um solteiro sem filhos com um salário bruto de 1000 euros por mês vai pagar menos 181 euros ao Estado. Se ganhar 1500 euros, vai pagar menos 437 euros. No caso de contribuintes casados e com um filho, se os dois ganharem 1000 euros por mês, o alívio fiscal será de 361 euros. Já se for um casal com dois filhos em que ambos ganhem 1200 euros, o ganho líquido é de 569 euros.</video:description>
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      <video:title>Não havia imagens de surfistas negras. Agora, há um documentário para contar a história delas</video:title>
      <video:description>Com um balde cheio de bolachas de coco, Zezinha espera multiplicar as duas dobras que custa cada uma numa quantia razoável para ajudar nas contas de casa. "A minha mãe está cansada, tem uma deficiência, tenho que fazer isto para termos o que comer", conta. Os irmãos estão a viver na cidade, e foi ela que, aos 19 anos, ficou encarregada de conseguir algum sustento e cuidar do lar em Santana, uma vila em São Tomé e Príncipe. 

 Estamos no centro social da vila e já se sente o entusiasmo. É a estreia do  documentário  onde as raparigas de Santana são as protagonistas. O filme conta as suas histórias e como elas mudaram depois do  nascimento da organização Surfistas Orgulhosas na Mulher d'África (SOMA) , pelas mãos de Francisca Sequeira que tenta, através da terapia do surf, empoderar estas raparigas que vivem num dos países com maior desigualdade de género do mundo, e libertá-las das tarefas domésticas, contribuindo para a sua educação. 

 “O que é a representatividade?”, começa por perguntar Francisca a uma audiência agitada. Não são só as participantes que estão aqui para assistir, vieram também os irmãos e algumas mães. “É possível uma pessoa sem braços e sem pernas surfar?”, continua. A resposta é unânime: não. Mas Francisca mostra um vídeo que contraria a resposta. “Vocês achavam que não era possível porque nunca tinham visto, até agora. E se há quatro anos vos perguntassem se era possível uma mulher de São Tomé surfar? Se calhar vocês diziam que não, mas com este filme já podemos dizer que sim.” 

 Talvez não fosse só para as raparigas de São Tomé que esta invisibilidade existia. A verdade é que não existiam, até agora, imagens de mulheres negras a surfar nos diferentes bancos de imagens. A lacuna foi notada quando as SOMA contactaram a Coming Soon para fazer material promocional para a organização e perceberam que esse material simplesmente não existia. A partir daqui, a agência de publicidade desafiou a Shutterstock e a Betclic (que já contava histórias que "desafiam as probabilidades" com a assinatura</video:description>
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      <video:title>Sullen trazem &lt;i&gt;Caronte&lt;/i&gt; do Norte até ao Sul, anunciando-o com &lt;i&gt;Moognoise&lt;/i&gt; em videoclipe</video:title>
      <video:description>Jazz, metal e electrónica são os ingredientes do colectivo  Sullen , que em 28 de Julho deste ano apresentaram o espectáculo  Caronte  no Teatro Helena Sá e Costa, no Porto, e agora, de novo a 28, mas em Outubro, vão apresentar esse mesmo espectáculo no espaço  CriArte  em Carcavelos (às 21h30). Quinteto formado por André Ribeiro (guitarra), Kevin Mota (baixo), Marcelo Rúben Aires (bateria), Pedro Favas (guitarra) e Ricardo Pinto (teclados), foi formado por ex-músicos dos  Oblique Rain , de Gondomar, grupo activo entre 2004 e 2013.  Em Carcavelos, a primeira parte será assegurada por   Dullmea  (Sofia Fernandes) .  

 O single e videoclipe que esta sexta-feira se estreia, com o tema  Moognoise , foi gravado ao vivo no espectáculo do Teatro Helena Sá e Costa.  Caronte , o espectáculo aí apresentado (e que se anuncia agora para o espaço CriArte) apresenta-se como “experiência audiovisual singular – de carácter simultaneamente performativo e cinematográfico – que engloba modelos distintos de relação com o espaço e o público, procurando fomentar uma experiência diferente e aliciante para os espectadores.” O desenho de luz de Fernando Maia e o desenho de som de Rui Barreiros estão, diz-se no texto que acompanha o lançamento deste single e videoclipe, “em estreita ligação com os processos composicionais e performativos dos cinco músicos que se apresentam em palco, conjugando visões e operando paisagens sonoras e visuais em que o virtuosismo e a complexidade se fundem com a beleza e a simplicidade para dar lugar a novos territórios sensoriais”.</video:description>
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      <video:title>Como nasce um Orçamento do Estado?</video:title>
      <video:description>No  making of  do seu segundo OE, Fernando Medina deu boas novas aos ministros, fez um  brainstorming  de equipa a um sábado, dormiu pouco, mas manteve a regra dos Orçamentos diurnos. 

 Leia  aqui  a reportagem.</video:description>
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      <video:title>A filha de Chelas. "Este é o início da Sara Correia"</video:title>
      <video:description>“Eu sou bairrista. Eu venho do povo e o bairro deu-me todas as características que tenho na minha voz.” O bairro é o de Chelas, em Lisboa; a voz é de Sara Correia, fadista que lança agora o seu terceiro álbum,  Liberdade . Nos últimos cinco anos, desde a edição do disco homónimo em 2018, correu mundo, actuou em grandes palcos internacionais e conquistou um lugar destacado entre as novas intérpretes do fado. Mas, em Chelas, onde a avó e o povo nas ruas lhe dão carinho, Sara Correia está em casa. 

  Leia a reportagem</video:description>
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      <video:title>Ex-Amor Electro agora são Os Senhores e anunciam um primeiro álbum com &lt;i&gt;Sonha&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Dois ex-elementos dos Amor Electro criaram outro projecto musical. Baptizaram-no como  Os Senhores  e reúne, para além de Tiago Pais Dias (bateria e baixo) e Ricardo Vasconcelos (pianos e sintetizadores), os músicos Bruno Jardim Fernandes (guitarra) e David Pinheiro (voz e viola). No dia 20 de Novembro lançarão um álbum,  Sr. Saraiva , gravado nos estúdios da Valentim de Carvalho com produção de Tiago Pais Dias. E esta segunda-feira publicam o primeiro single,  Sonha , cujo videoclipe tem ilustrações e animação de Tiago Albuquerque. 

 O que esperar desta criação de Tiago e Ricardo? Eles pouco adiantam, para já, resumindo-o numa frase que acompanha o lançamento: “Os Senhores é um projecto que tem como grande objectivo voltar aos grandes elementos que caracterizaram grande parte da música dos anos 90: a honestidade, a sinceridade, a emoção. É um regresso à importância das palavras.” Ao vivo,  Sr. Saraiva  terá a primeira apresentação a 24 de Novembro, no  Super Bock em Stock .</video:description>
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      <video:title>Um disco dedicado a Camões, nos seus 500 anos, é o novo projecto da cantora Lina</video:title>
      <video:description>Conhecemo-la primeiro como Carolina, em discos como   Carolina   (2014) e   EnCantado   (2017) e depois como Lina, no disco   Lina_Raül Refree  , de 2020, que juntou a fadista Lina Rodrigues ao músico catalão Raül Refree, produtor, entre outros, de trabalhos das cantoras Sílvia Pérez Cruz e Rosalía. Este,  aplaudido pela crítica , obteve em 2021 o  Prémio Carlos do Carmo , da Sociedade Portuguesa de Autores, que foi votado por um júri presidido por António Victorino d’Almeida e composto por Rui Vieira Nery, Paulo de Carvalho, Tozé Brito e Tiago Torres da Silva. 

 Passados dois anos, Lina está de volta às gravações com um novo projecto:  Fado Camões , um álbum a lançar em 2024, por ocasião do 500.º aniversário do nascimento de Luiz de Camões, e do qual se estreia esta sexta-feira um primeiro tema,  Desamor . Com os versos do poeta na música do Fado Menor do Porto (de José Joaquim Cavalheiro Júnior), esta é, nas palavras de Lina que podem ler-se no texto que acompanha o lançamento do single e videoclipe, “uma canção que fala sobre os amores de infância. O poeta quer que uma criança consiga entender o poema e por isso coloca-o na boca de uma menina. E por esse poema ter essa característica, em estúdio, quis que existissem momentos sonoros, no início, com uma proximidade ao som da caixa-de-música, remetendo para um certo universo infantil ou que nos pode evocar os amores de infância.” 

  Fado Camões  assinalará “um novo capítulo na carreira de Lina”, já que desta vez a produção do disco esteve a cargo de Justin Adams, músico, compositor e produtor britânico responsável pela produção de álbuns de Robert Plant, Rachid Taha, Tinariwen, Jah Wooble ou Souad Massi, a par de colaborações com Brian Eno, Sinéad O’Connor e vários músicos árabes e africanos. Neste seu novo disco, Lina (voz) é acompanhada por Pedro Viana (na guitarra portuguesa), John Baggott (piano, teclas e arranjos) e, em dois dos temas, Ianina Khmelik (violino).</video:description>
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      <video:title>Há um &lt;i&gt;Ganso preto&lt;/i&gt; que veio do Reino da Fruta, a anunciar um disco para 2024</video:title>
      <video:description>O tema é uma estreia, a banda também. Chama-se Reino da Fruta e é um projecto que começou a ser imaginado em 2022 pelos seus dois criadores: o músico e produtor João Abelaira Nascimento (Doctor Mabooze, com participações em projectos musicais como os de Pongo, Niki Moss, Sequin, JP Simões, Melquiades ou quartoquarto) e Gonçalo Costa, vocalista, guitarrista e mentor da banda de rock portuguesa Sevilla Red. 

 Neste projecto, que se apresenta como “uma salada de frutas de sintetizadores de vários sabores, polvilhada de guitarras e baixos funky em calda de beats”, a servir “uma banda de synthpop que dança entre o electro e o house, o disco e o pop”, João e Gonçalo quiseram estrear-se com Ganso Preto, single e videoclipe a antecipar um EP com data de edição prevista para Fevereiro de 2024 e que deve ter como título apenas o nome da banda,  Reino da Fruta . Filipe Paes (Sequin, Whosputo) ajudou na produção, gravação e mistura do disco, com masterização de Luís Lucena. 

 Reivindicando influências da electrónica francesa (Daft Punk e Justice) do R’n’B e do Funk (como Tim Maia e Louis Cole) ou dos britânicos Black Sabbath e Late of the Pier, os Reino da Fruta descrevem  Ganso Preto , no texto que companha o seu lançamento, como um tema que fala da Teoria do Cisne Negro, de Nassim Taleb: “O viés psicológico que leva uma pessoa individualmente ou colectivamente a não ver ou não querer ver a importância decisiva de determinado evento (raro) no desenrolar da história”.</video:description>
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      <video:title>Mastiksoul criou “uma música de festa” em “ambiente Mad Max”num ferry em Setúbal</video:title>
      <video:description>Músico, produtor e DJ, Mastiksoul (o português Fernando Figueira) está de volta aos singles e videoclipes, desta vez com um tema gravado num ambiente feérico. Chamou-lhe  Animal Noturno  e descreve-o assim: “É uma música de festa, e como o próprio nome indica, procurei ter um vídeo que representasse todo um ambiente Mad Max.” Gravado em Setúbal, num ferry abandonado na zona da Mitrena, o videoclipe exigiu uma cuidada preparação, como ele explica no texto que acompanha este lançamento: “Tivemos cerca de dois meses de planeamento para que o vídeo tivesse a melhor performance possível. Foi sem dúvida um grande desafio para uma produção que integrou mais de 150 pessoas.” Uma grande parte dessas pessoas são jovens ligados à escola de dança  Ai a Dança  e, segundo afirma Mastiksoul no texto já citado, tiveram o apoio dos pais, a “acompanhar todo o processo”: “Para mim, como pai e artista, nada mais bonito que fazer um projecto com estas características”. A preparação e gravação do vídeo tiveram o apoio da Câmara Municipal de Setúbal e o single e videoclipe conta com a participação do músico e produtor angolano Laton, que iniciou a sua carreira no grupo de hip-hop Kalibrados.</video:description>
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      <video:title>Luta Livre de Luís Varatojo lança videoclipe ajustado à luta pelo direito à habitação</video:title>
      <video:description>O disco saiu em Março e desde então Luís Varatojo tem vindo a publicar singles e videoclipes de   Defesa Pessoal  , com a assinatura do seu projecto  Luta Livre  e sucessor do álbum   Técnicas de Combate  , publicado em Fevereiro de 2021. Primeiro foi   Panela de pressão  , em Março, e depois   Conto do vigário  , em Junho. Agora, quando a luta pelo direito à habitação voltou a reacender-se, com a polémica em torno das medidas anunciadas pelo Governo e em particular com as  manifestações  de 30 de Setembro, é publicada a canção  Um T Zero no Barreiro , com letra e música de Luís Varatojo e um videoclipe com animação de Cristina Viana. 

 Em Abril, ao falar ao PÚBLICO deste novo álbum, o cantor e compositor explicou assim  Um T Zero no Barreiro : “Eu queria fazer uma letra sobre o problema da habitação, mas sempre que a ia escrevendo estava a ver a história da minha filha que está em Londres a trabalhar e que não pode ficar cá porque não lhe pagam um salário suficiente para poder pagar as rendas que estão no mercado. Há uma série de amigos dela, da mesma geração (ela tem 25 anos), que estão na Holanda, na Alemanha e noutros países da Europa porque não conseguem ficar cá.” 

 Uma situação que anda a par do resto. “Está a loucura total, em todas as áreas”. A começar pelas prestações da casa: “Aumentam brutalmente, sem aviso (ainda tenho uma prestação de um empréstimo ao banco), estamos assim desde a crise de 2008, com a qualidade de vida e o poder de compra de todos a descerem. Sempre a bem de qualquer coisa que não sabemos bem o que é, uns dizem que é o mercado, outros a economia. Não posso perder a oportunidade de poder fazer um disco, para comunicar com as pessoas, e não falar disso. Não consigo.” 

 A primeira apresentação pública em Lisboa do segundo álbum do projecto Luta Livre,  Defesa Pessoal , vai ser feita no dia 19 de Outubro, com um espectáculo  no B.Leza , pelas 22h00.</video:description>
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      <video:title>Medina sobre a TAP: "Deve ser maioritariamente privada, sempre tive esta opinião"</video:title>
      <video:description>Em declarações ao PÚBLICO depois da conferência de imprensa em que apresentou a proposta de Orçamento do Estado para 2024, Fernando Medina afirma: “Eu pessoalmente sempre tive esta opinião” [sobre a privatização da maioria da TAP]. 

 Porquê? “Já temos experiência suficiente para perceber que uma gestão privada com um accionista maioritário público é algo que tem muitas dificuldades de ser operacionalizado”. Agora, segundo Medina, a fórmula de privatizar a TAP e proteger o interesse estratégico do país é a seguinte: “Precisamos que a TAP cresça, voe mais, tenha mais rotas, que transporte mais passageiros, que ligue melhor Portugal a vários sítios do mundo e melhor às comunidades portuguesas”. 

  Sobre a companhia aérea portuguesa, o ministro das Finanças esclareceu que "o que será privatizado é a TAP S.A. na sua globalidade, com os activos e responsabilidade que têm e que decorrem de uma delimitação feita em sede de reestruturação".  O Governo tenciona ter até ao fim do ano o caderno de encargos aprovado. O decreto-lei definirá os termos daquilo que serão os candidatos de referência, mas o Conselho de Ministros vai definir quem são com mais precisão. 

 Saiba mais sobre a proposta do Orçamento do Estado para 2024  aqui .</video:description>
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      <video:title>Promessa "de tudo a todos" demonstra "desorientação do PSD", defende Medina</video:title>
      <video:description>O Governo apresentou esta terça-feira o Orçamento do Estado para 2024 (OE2024). Em entrevista ao PÚBLICO, Medina endurece críticas ao PSD - “se um dia fossem Governo rebentavam com as contas públicas”. 

 Diz Fernando Medina: “Em cada área que aparece, o PSD neste momento diz que resolve todos os problemas e sem limitação de recursos, sem constrangimentos, sem cuidar do equilíbrio financeiro, sem cuidar de questões básicas de justiça. Isso mostra uma certa desorientação, uma tentativa de responder ao que as sondagens têm mostrado sobre o PSD e sobre a forma como a liderança do PSD não tem sido particularmente apreciada pelo país”. 

 Saiba mais  aqui .</video:description>
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      <video:title>Jovens israelitas na reserva militar regressam ao país "prontos para a guerra"</video:title>
      <video:description>Mais de 300 mil militares israelitas na reserva foram convocados para cumprir serviço após os recentes ataques do Hamas a Israel.  

 Israel disse esta terça-feira que restabeleceu o controlo sobre a fronteira de Gaza e que estava a colocar minas nos locais onde os militantes do Hamas derrubaram a barreira durante o ataque sangrento do fim-de-semana, avançou o principal porta-voz militar. 

 Em declarações transmitidas pela Rádio do Exército de Israel, o contra-almirante Daniel Hagari disse que não houve novas infiltrações vindas de Gaza desde segunda-feira.</video:description>
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      <video:title>Atirar tinta contra o ministro "é um símbolo de que a democracia está viva"</video:title>
      <video:description>Neste episódio do Toma Partido, a estudante de 19 anos e porta-voz da acção de protesto contra o ministro do Ambiente e da Acção Climática, Duarte Cordeiro, afasta a ideia de que este protesto possa ter sido antidemocrático. Matilde Ventura argumenta que "os governos a nível nacional e internacional nos estão a encaminhar para um genocídio em massa" e que isso é que "ataca directamente a democracia". Esta foi uma forma de "prevenir a democracia", defende. E acrescenta que a resposta dos activistas "tem de ser proporcional" à "radicalização da crise climática".</video:description>
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      <video:title>Os testemunhos da guerra entre o Hamas e Israel</video:title>
      <video:description>Há três dias, o movimento palestiniano Hamas fez cair sobre Israel a “Tempestade Perfeita”. Israel retaliou com “Espadas de Ferro”. Ao terceiro dia de ataques, o Ministério da Saúde palestiniano conta 560 mortos e 2900 feridos. As autoridades israelitas apontam para 700 mortes e 2506 feridos. 

 Saber Abu Hilal, habitante de Rafah, em Gaza, garante que quem ali vive não se deixará “arrancar” daquela terra. Yoni Asher, do lado israelita, pede ao Hamas que não magoe crianças e mulheres. A sua esposa, a sogra e as duas filhas estão entre as israelitas raptadas pelo Hamas. Na sequência de um ataque israelita, um filho de Sabreen Abu Daqqa foi dado como desaparecido. No mesmo ataque, Sabreen perdeu três filhos: Khaled, Qais e Mariam. 

 Saiba mais: 

 
	 
	   Mapas: onde estão a decorrer os combates entre Israel e o Hamas   
	 
	 
	 Opinião de Esther Mucznik:   O 11 de Setembro israelita</video:description>
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      <video:title>Frederico Pinheiro: episódio com o SIS foi "muito violento emocionalmente"</video:title>
      <video:description>Frederico Pinheiro, antigo adjunto de Pedro Nuno Santos e João Galamba, foi acusado de roubo de um computador pelo primeiro-ministro e pelo ministro das Infraestruturas. O SIS foi chamado a intervir e telefonou-lhe à noite para reaver o computador pessoal que pertencia ao Ministério das Infraestruturas. 

 Saiba mais: 

 
	 ​  Frederico Pinheiro ainda pode avançar com processo contra Costa por difamação​</video:description>
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      <video:title>Privatização da TAP "ganhou uma nova dinâmica" depois da saída de Pedro Nuno Santos</video:title>
      <video:description>Frederico Pinheiro vai publicar um livro, em conjunto com o ex-secretário de Estado Hugo Mendes, chamado "Patos Desalinhados Não Voam", sobre o processo da TAP. Afirma não compreender a mudança de posição do Governo e afirma que, mesmo para quem defende a privatização, "este não é o momento certo". Diz que "não se percebe a pressa", até porque "daqui a um ano a TAP é mais valiosa". Em entrevista ao PÚBLICO diz que a ideia da privatização "acelerou desde que Pedro Nuno Santos saiu do Governo". 

 Saiba mais: 

 
	   “Privatização da TAP acelerou desde que Pedro Nuno saiu do Governo”​</video:description>
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      <video:title>"Estamos em guerra". Conflito entre Israel e Hamas provoca centenas de mortes</video:title>
      <video:description>Às primeiras horas da manhã deste sábado, várias unidades armadas do Hamas atravessaram pontos fronteiriços a partir de Gaza e entraram no território israelita, ocupando um número ainda não confirmado de localidades no Sul de Israel. As forças israelitas ainda não conseguiram retomar o controlo nestes locais. 

 Acompanhe  ao minuto .</video:description>
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      <video:title>O Marta regressa aos singles com &lt;i&gt;Rapaz&lt;/i&gt;, a antecipar um álbum para o início de 2024</video:title>
      <video:description>Depois de   Fado à portuguesa  , single e videoclipe lançado em Novembro de 2022, O Marta está de regresso com Rapaz, antecipando um disco a publicar no início de 2024. Projecto a solo do músico viseense Guilherme Marta ( Blazerdog ,  Bang Avenue ), O Marta lançou um primeiro álbum em 2022, intitulado   Ó Moça! É Folclore  . O tema  Fado à portuguesa , estreado nesse mesmo ano, procurou “satirizar o quotidiano do povo português em pleno século XXI”, enquanto  Rapaz , que agora se publica com videoclipe realizado pelo próprio Marta, nasceu num período difícil, como ele explica no texto que acompanha o lançamento: “Este single caiu-me como um balde de água fria numa daquelas semanas que desejamos poder esquecer, onde a quantidade de questões parecia transcender as perguntas de uma vida inteira, ora pela aparência do meu vestido, ora pelo meu quarto desarrumado, ora pelo meu estado de querer ficar sossegado num canto, ora pelo meu sotaque beirão que surge em momentos onde me encontra mais stressado, ou mais exaltado, ora pela maquilhagem no rosto, ora pela crença ou descrença de uma entidade qualquer espacial, ora pela dificuldade em querer mudar.” 

 Nascido em Viseu, Guilherme Marta iniciou aí os estudos musicais e aprendeu piano no conservatório de música local. Aos 14 anos fundou uma banda de  covers . Depois, já com originais, fundou os Blazerdog, que em 2016 lançaram um single ( Gentle cry ) antes de se extinguirem. Mais tarde, formou com Leonardo Patrício um duo, Bang Avenue, que desde 2019 tem lançado canções em EP e vários singles, entre os quais  A girl called depression ,  Forever together  e  Lose to fear , até se estrear em álbum em 2022, com  Bang Avenue . O mesmo ano em que Guilherme, após dois anos na ESMAE (em Produção e Tecnologias da Música), resolveu lançar o projecto O Marta, procurando, segundo o texto que acompanhava o primeiro single, “criar uma mistura sonora de ritmos típicos de Portugal, com harmonias vocais polifónicas que relembram não só os cantares portugueses, como os do leste europ</video:description>
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      <video:title>Inês Monstro canta-nos a &lt;i&gt;Sina&lt;/i&gt; a poucas horas de lançar o primeiro álbum, &lt;i&gt;Brilho&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Depois de muito prometido, chega esta sexta-feira às plataformas digitais o primeiro álbum de Inês Monstro, nome artístico de Inês Laranjeira, que se tornou conhecida a partir da sua participação no programa   Ídolos  , da SIC, em 2009, tinha ela então 16 anos. Intitulado  Brilho , o álbum conta com 8 canções, três das quais já tinham sido publicadas em single e videoclipe:   Porque te quero   (em 26 de Janeiro),   Tanto tempo   (28 de Abril) e   Hipnose   (30 de Agosto). Agora, na véspera da saída do álbum, publica um quatro tema,  Sina , também em single e videoclipe. As restantes canções do disco são  Nunca te esqueço, meu amor ,  Voltar ,  Perto  e  P’ra deixar tua calma . A letra de  Sina  é de Inês e de Rita Onofre, bem como a música, esta composta por ambas em parceria com Choro, que assegurou a produção, mistura e masterização (nos Great Dane Studios). A realização do videoclipe é de André Azevedo, Inês Monstro e Sasha Costa. 

 Nascida Inês de Sousa Laranjeira, em 13 de Fevereiro de 1993, em Alcochete, desde cedo que a atraíram as artes, o que a levou a estudar Canto e a formar-se como actriz na Escola Superior de Teatro e Cinema, em Lisboa, licenciando-se em teatro. Como actriz, cantora e  performer , tem colaborado com artistas de várias áreas, nacionais e internacionais.</video:description>
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      <video:title>Ondas de calor: que soluções existem para nos protegermos?</video:title>
      <video:description>Com as temperaturas e a duração das vagas de calor a aumentarem, que soluções existem para nos protegermos? Em Coimbra, estão a ser testadas soluções como "abrigos para passageiros": paragens de autocarro circundadas por pequena vegetação recentemente plantada que, quando atingir um crescimento ideal, formará uma espécie de "muro verde" à volta dessas mesmas paragens, "estruturas naturalizáveis", segundo Jorge Brito, Secretário Executivo da  Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra (CIM RC).  

 Estes abrigos de "carácter experimental" inserem-se no projecto Demonstração e Inovação na Adaptação às Alterações Climáticas, uma iniciativa da CIM RC. 

 "Temos hoje muito mais pessoas em contexto urbano. Precisamos que as pessoas, nomeadamente as crianças, tenham contacto com a biodiversidade. Quando assim não é, depois, com a idade, acabam por ter mais dificuldade em interagir com o espaço natural", reflecte João Paulo Catarino, Secretário de Estado da Conservação das Florestas.</video:description>
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      <video:title>Capitão Fausto: uma banda das 9 às 5</video:title>
      <video:description>Nem sempre foi assim, "antes, faziam-se noitadas em Alvalade". Agora, os Capitão Fausto encontram-se na Rua Moniz Barreto 22, naquele bairro lisboeta, cinco dias por semana, das 9h às 17h, "às vezes, até às 19h". "Para nós, a ideia de trabalho constante é muito importante", explica o baixista Domingos Coimbra. A adesão ao horário de escritório coincidiu com a gravação do álbum  Capitão Fausto Têm os Dias Contados , de 2016, "que, aliás, fala um bocado sobre isso".  

 Mas as oito horas diárias, na sede da editora de discos e colectivo artístico Cuca Monga, não são inteiramente dedicadas a gravações em estúdio. "Estamos na maior parte dos dias a tocar, mas temos muito mais coisas do que só isso", confirma o vocalista, Tomás Wallenstein.  

 Por estes dias, a organização do  festival Cuca Monga , que decorre no dia 4 de Outubro, tem-lhes tomado tanto tempo quanto a preparação de novas canções. Pela segunda edição do festival vão passar artistas como Samuel Úria e os próprios Capitão Fausto, que revisitam na íntegra o álbum  Capitão Fausto Têm os Dias Contados .</video:description>
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      <video:title>Vídeo: Activistas climáticos bloqueiam Segunda Circular</video:title>
      <video:description>Um grupo de dez activistas climáticos sentou-se na estrada na Segunda Circular, bloqueando o trânsito no sentido Benfica-Aeroporto por uns minutos, em frente à sede da Galp. Segundo o comunicado do grupo de activistas Climáximo, o protesto terá começado por volta das nove da manhã. 

 A repressão do protesto terá sido violenta. O Climáximo confirmou que algumas pessoas foram agredidas e uma das activistas terá sido atropelada por uma mota que lhe passou por cima do joelho. A activista, porém, não terá tido ferimentos graves. 

 Notícia completa: 

 
	   Activistas climáticos sentaram-se na Segunda Circular e bloquearam um dos sentidos</video:description>
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      <video:title>Diogo Marrafa lança projecto MONiMO com &lt;i&gt;the swing of sonder&lt;/i&gt;, a anunciar um disco</video:title>
      <video:description>O guitarrista e compositor setubalense Diogo Marrafa decidiu juntar à lista de bandas que integra ( Loosense , Sheila e  Esfera ) um novo projecto, desta vez mais pessoal. Chamou-lhe MONiMO e escolheu como cartão-de-visita a canção  the swing of sonder , a anunciar o seu disco de estreia, cujo lançamento não tem ainda data marcada, mas que já foi gravado em 2022 nos estúdios Nimbo, em Setúbal, dos seus amigos Diogo Arranja e Sérgio Miendes. 

 Segundo o texto que acompanha o single e o respectivo videoclipe (uma animação assinada pelo próprio Diogo Marrafa), o músico gravou ali “todos os instrumentos que conseguiu”, deixando a bateria a cargo de Vasco Rydin (que tocou com ele nos Esfera). Não só. No tema que agora se estreia, participam ainda outros dois músicos, ambos dos Loosense: Ruben Garção Silva (sax alto) e Iúri Oliveira (percussões). Presente a partir desta segunda-feira nas plataformas digitais,  the swing of sonder  apresenta-se como uma reflexão “sobre o profundo sentimento de nos apercebermos de que toda a gente, incluindo estranhos na rua, tem uma vida tão complexa como a nossa, sendo o título do tema uma referência à flutuação deste sentimento.” 

 Em termos musicais, Diogo Marrafa define  the swing of sonder ​ deste modo: “A  vibe  deste tema vai oscilando entre o revoltado ( riff  dissonante de guitarra com os longos sintetizadores), o pacífico (versos melódicos e harmoniosos) e o despreocupado (os refrões finais, mais  groovy , nos quais podemos ouvir o solo de sax alto tocado por Ruben Garção Silva de loosense).”</video:description>
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      <video:title>Kumpania Algazarra celebram 20 anos com &lt;i&gt;Histórias e Raízes&lt;/i&gt; – e uma sátira: &lt;i&gt;Olhó burro&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>20 anos e 10 álbuns: assim estarão, na contabilidade da sua existência sonora, os  Kumpania Algazarra  em 2024. Só que as celebrações começam mais cedo, o décimo álbum ( Histórias e Raízes)  sai já no dia 13 de Outubro e esta segunda-feira há mais um single a antecipá-lo, depois de   Assim não vai dar  , lançado em 12 de Maio deste ano. Trata-se de  Olhó burro , uma sátira que, segundo anuncia a banda, se inspira “na história de um mundo em que os valores se vão perdendo”. Na canção, explicam no texto que acompanha o lançamento, “o animal surge como sátira às relações entre as pessoas, que umas vezes enganam e outras são enganadas. A certa altura, o ‘burro’ passa a usar fato e gravata, tem uma maior preocupação com a imagem, mas não deixa de representar uma perda de confiança crescente que nos rodeia a todos.” 

  Histórias e Raízes , o novo álbum, tem vários convidados, de diferentes áreas musicais: Synik ( rapper , do Zimbabwe), JP Simões, Célia Ramos, Estraca e Jaqueline Carvalho (vozes); Tiago Morna (guitarra portuguesa), Rui Carvalho (vozes e acordeão), Carlos Godinho (guitarra), Marcelo Almeida (gaita de foles), Nuno Salvado (acordeão), Dejvid Bajramovic (sérvio, trompete) e Isidor Zecirovic (macedónio, trompete). Em Portugal, a apresentação ao vivo será no B.Leza, no dia 26 de Outubro (22h), mas antes disso os Kumpania Algazarra participam em dois concertos na Finlândia, no âmbito da Oktoberfest (20 em Loimaa e 21 em Kokemaki). 

 Nascido em Sintra, em 2004, este colectivo já lançou nove álbuns:   Kumpania Algazarra   (2009),  Kumpania Algazarra Remixed  (2010),  Ao Vivo FMM – Festival de Músicas do Mundo, Sines  (2011),   A Festa Continua   (2013),   Acoustic Express   (2015),  Let’s Go  (2019),  Kumpania Algazarra (Live)  (2020),  Remixed, Vol. 2  (2021) e   Living Room   Session s  (2021). As fotos que anunciam o novo álbum (como a que aqui se reproduz) são de Cátia Barbosa.</video:description>
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    <loc>https://www.publico.pt/2023/10/01/video/lisboa-vendida-gentrificada-pediuse-casa-viver-20231001-030159</loc>
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      <video:title>Numa Lisboa "vendida e gentrificada” pede-se uma casa para viver</video:title>
      <video:description>Tambores, cânticos e palavras de ordem. Lisboa saiu à rua pelo direito à habitação e por justiça climática. Entre a Alameda e o Rossio, pediu-se uma casa para viver e um planeta para habitar. Apontou-se o dedo ao “desalojamento local”, confessou-se que “a renda dói”, exigiu-se uma “cidade para as pessoas” porque a “habitação é um direito” e “sem ela, nada feito”.  

 O PÚBLICO conversou com manifestantes, pessoas de várias gerações, que marcaram presença. E não só. Havia quem ali estivesse por acaso. Ao lado da concentração na praça Dom Pedro IV, passeava Michael Behzad, de 73 anos. Vive a maior parte do tempo em Los Angeles e lamenta que as rendas em Lisboa sejam incomportáveis. Disse estar solidário com as pessoas que ali se manifestam. Assume que não está no mesmo barco e conta que comprou uma casa em Cascais há poucos dias. Custou-lhe 2.5 milhões de euros. Garante estar disposto a para pagar impostos e que o fará quando Portugal lhe cobrar as taxas necessárias para tornar a situação mais sustentável para todos. 

 Aos 28 anos, André Dias tem um trabalho e vive numa casa arrendada com outras pessoas. Está aqui por si e por todos os que não conseguem pagar uma habitação justa. Teve a sorte de poder arrendar, diz, deixando de fazer parte daqueles que, perto dos 30 anos, ainda vive em casa dos pais. A essa sorte, como lhe chama, de ter encontrado uma casa a um preço possível, em Arroios, Lisboa, junta-se a incerteza do futuro e a tensão diária de lidar com uma situação cada vez mais difícil e imprevisível. 

 Com a mesma idade, Matilde Sambado candidatou-se ao programa de apoio à renda Porta 65, sem sucesso, porque tem um ordenado demasiado baixo para a renda da cada onde vive. Luta pelo direito a viver em Lisboa, e acredita que se chegará a uma situação de ruptura se nada for feito para dar resposta a este direito básico das pessoas. 

 Gabriela Garcês participou no desfile e manifestação, mesmo não sendo para ela uma situação fácil pelos seus 68 anos. Sairá sempre que reconhecer razão às causas. “É um a</video:description>
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