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      <video:title>Cientistas portugueses querem tornar o arroz resistente às alterações climáticas</video:title>
      <video:description>Um consórcio internacional, liderado pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP), iniciou este ano um projecto para tentar tornar o arroz mais tolerante ao calor. Com a ajuda de uma técnica de "edição" genética chamada CRISPR-Cas9, os cientistas vão tentar desenvolver e seleccionar variedades capazes de ter mais sucesso em tempos de crise climática. 

 A iniciativa chama-se CRISPit e conta com um financiamento europeu no valor de 588 mil euros, dotado pelo Programa Horizonte. O objectivo é compreender melhor os mecanismos biomoleculares que regulam a tolerância ao calor durante o processo reprodutivo do arroz. 

 A FCUP vai coordenar, ao longo de quatro anos, um consórcio com dez parceiros em países como a Itália, a França, os Estados Unidos, o Japão e o Vietname. Em Portugal, contam com a colaboração do Instituto de Tecnologia Química e Biológica, em Lisboa, e da  Deifil , uma empresa de biotecnologia vegetal. 

  Ler a reportagem:   

 
	  Cientistas querem “editar” genes do arroz e torná-lo mais tolerante ao calor</video:description>
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      <video:title>UPAC: o consumidor enquanto produtor de energia renovável</video:title>
      <video:description>Para o técnico de electrónica de aeroportos, Rômulo Sellani, as UPAC são uma aposta óbvia. Haverá uma em cada telhado  da sua casa  virado a sul. 

 Leia aqui a reportagem completa: 

 
	  Rômulo e Manuel baixam a factura da luz, produzindo em casa a energia de que precisam</video:description>
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      <video:title>Joana Marques e o vício de "ter de estar sempre a consumir alguma coisa"</video:title>
      <video:description>No palco deserto do Coliseu, onde estará a 18 e 19 de Fevereiro com o espectáculo ao vivo Extremamente Desagradável, a silhueta de Joana Marques quase se perde na imensidão. Se hoje a sala está vazia, quando voltar terá uma casa a abarrotar, com a lotação esgotada. Tem sido assim em todo o país. Este sábado, esteve na Madeira, no próximo fim-de-semana será a vez de Braga, depois Coimbra e Albufeira. A digressão termina no Porto, a 23 de Fevereiro. Todos as datas estão esgotadas, à excepção de alguns lugares para o espectáculo de Albufeira, no dia 10. 

 Não é à toa que Joana Marques está no pico da popularidade, ainda que se dedique ao humor há mais de 15 anos e já com um vasto currículo. Durante as manhãs está na rádio, à quinta-feira assina uma crónica na revista Visão e, ao domingo, faz parte da equipa de Ricardo Araújo Pereira em Isto é gozar com quem trabalha, na SIC. Pelo meio, tem sido convidada para fazer publicidade. Teme que a imagem fique desgastada e é esse um dos motivos por que faz pausas regularmente, confessa ao PÚBLICO. “Eu própria estou desgastada de mim. Portanto, imagino as pessoas...”, diz, com humor. 

 Entrevista completa: 

 
	   Joana Marques: “As pessoas põem-se muito a jeito, não guardam nada para elas”</video:description>
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      <video:title>"É como se toda a gente tivesse o seu próprio &lt;i&gt;reality show&lt;/i&gt;"</video:title>
      <video:description>A humorista, que alimenta a sua criatividade através de programas de televisão e conteúdos partilhados nas redes sociais, reconhece que não lhe "passa pela cabeça mostrar os filhos porque são outras pessoas". "Não acho interessante mostrar a minha casa, o meu carro, os meus pais ou os meus filhos", remata numa entrevista ao PÚBLICO que antecede uma série de espectáculos com Ana Galvão e Inês Lopes Gonçalves. 

 Aos 37 anos, Joana Marques é hoje uma das figuras incontornáveis do humor em Portugal e autora do &lt;em&gt;podcast&lt;/em&gt; mais ouvido de 2022. Fascinada com as pessoas, diz-se, antes de mais, “comentadora da realidade”. 

 Entrevista completa: 

 
	   Joana Marques: “As pessoas põem-se muito a jeito, não guardam nada para elas”</video:description>
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      <video:title>Joana Marques sobre o humor: "Se eu achasse que era bullying não fazia"</video:title>
      <video:description>Aos 37 anos, é hoje uma das figuras incontornáveis do humor em Portugal e autora do  podcast  mais ouvido de 2022. Fascinada com as pessoas, diz-se, antes de mais, “comentadora da realidade”. Não é à toa que Joana Marques está no pico da popularidade, ainda que se dedique ao humor há mais de 15 anos e já com um vasto currículo. Durante as manhãs está na Rádio Renascença, à quinta-feira assina uma crónica na revista Visão e, ao domingo, faz parte da equipa de Ricardo Araújo Pereira em Isto é gozar com quem trabalha, na SIC.  

 Entrevista completa: 

 
	   Joana Marques: “As pessoas põem-se muito a jeito, não guardam nada para elas”</video:description>
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      <video:title>Luísa Sobral estreia em videoclipe canção dedicada às mulheres iranianas e afegãs</video:title>
      <video:description>O álbum,   Dansando  , foi lançado em Outubro de 2022, e vai ser apresentado ao vivo no Porto e em Lisboa em Fevereiro, primeiro na Casa da Música (dia 18) e depois no Tivoli BBVA (dia 25). Mas antes, Luísa Sobral quis lançar em videoclipe mais uma das suas canções, por sinal a que fecha o álbum,  Serei sempre uma mulher , com forma de protesto com a violência e as privações a que têm sido sujeitas as mulheres iranianas e afegãs nos seus países. Num texto escrito propositadamente para a estreia deste videoclipe, a cantora e compositora explica aquilo que a moveu e move: 

 “Sempre pensei que só houvesse um sentido no caminho para a igualdade de género e racial, em frente. Para mim seria impensável as mulheres poderem perder o direito a votar ou voltarem os transportes públicos divididos por zona de negros e zona de brancos. O mundo onde eu julguei habitar não era ainda igualitário, mas caminhava nesse sentido, mesmo que por vezes com passos curtos e vagarosos e com ritmos diferentes em diferentes partes do mundo. Foi então que assistimos a um retrocesso assustador nos direitos da mulher no  Afeganistão . Perderam o direito à educação, perderam a liberdade de escolher cobrir ou não a cabeça e deixaram de poder andar sozinhas na rua. Caiu de novo o véu da invisibilidade sobre as mulheres afegãs.” 

 Foi a pensar nessas mulheres que ela escreveu esta canção, sem saber “que uns meses mais tarde morreria  Mahsa Amini , uma mulher iraniana a quem foi retirada a vida por usar o hijab de forma inadequada”. “Nesse dia – escreve Luísa – a minha canção tornou-se sobre ela também e sobre todos aqueles que quiseram vingar a sua morte com protestos, muitos deles perdendo a vida ao fazê-lo. Esta é a minha forma de protesto, pela Mahsa, pelas mulheres iranianas e afegãs, e por todas as mulheres que nas suas vidas e profissões se sentem inferiorizadas. Porque ainda acredito que o caminho seja para a frente, mesmo que às vezes se dê dois passos atrás.” 

 Desde a sua estreia a solo, em 2011, Luísa Sobral já lançou em nome pr</video:description>
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      <video:title>Antiga voz dos Sangre Ibérico, André Amaro estreia tema de álbum produzido por Agir</video:title>
      <video:description>Passados quase dois anos da sua estreia discográfica a solo, o ex-Sangre Ibérico André Amaro prepara-se para lançar um novo álbum, com arranjos e produção de Agir. Natural de Aldeia de Bispo, na fronteira entre Portugal e Espanha, as raízes ibéricas de André Amaro estão presentes nos seus trabalhos, onde fado e flamenco se cruzam com outras sonoridades. A antecipar o novo álbum, lança esta sexta-feira em single e videoclipe  Por orgulho , canção que, segundo ele, retrata uma relação onde duas pessoas se afastam por orgulho e por orgulho não se voltam a encontrar, até que, mais tarde, “num movimento entre o que são, o que foram, e no que se transformaram, numa luta constante entre os seus vários ‘eus’”, concluem que apenas “por orgulho” se perderam. 

 André Amaro estreou-se a solo com um álbum a que deu o título de  O Meu Lugar , para reforçar o que pretendia do seu lugar na música. Isso foi em Maio de 2021, depois de finda a experiência nos  Sangre Ibérico , grupo que na sua fundação, em 2014, começou por ser um duo, juntando André Amaro (voz e guitarra) a Alexandre Pereira (cajón), passando a trio com a integração de Paulo Maia (guitarra flamenca). Após terem participação no concurso televisivo Got Talent Portugal, em 2016, lançaram um álbum homónimo com versões e inéditos, em 2018, correndo palcos de norte a sul. Esse álbum,  Sangre Ibérico , foi produzido por  Pedro Jóia  e tornou-os conhecidos no país. 

 O novo single de André Amaro surge num momento em que o seu tema   Desajeitado  , do álbum anterior, com quase 3 milhões de visualizações no YouTube, recebeu um galardão de ouro.</video:description>
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      <video:title>Delia Fischer e Ricardo Bacelar lançam &lt;i&gt;Andar com Gil&lt;/i&gt; e têm novo videoclipe, &lt;i&gt;A prece&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O trabalho já se havia estreado com   A paz  , em Novembro de 2022, mas só agora é que chega às plataformas digitais o álbum  Andar com Gil , que reúne a cantora e pianista brasileira Delia Fischer com o também cantor, pianista e produtor musical luso-brasileiro Ricardo Bacelar interpretando, juntos, nove canções de Gilberto Gil – que participou, de viva-voz, numa delas,  Prece . Nesta sexta-feira, a par do lançamento do disco, é estreado também um videoclipe com os bastidores da participação de Gil nas gravações. Os outros temas escolhidos e gravados, além de  Prece  e  A paz  (este com letra de Gil e música de João Donato), são  Oriente ,  Se eu quiser falar com Deus ,  Andar com fé ,  Cada tempo em seu lugar ,  São João Xangô Menino  (parceria de Gil com Caetano Veloso),  Palco  e  Aqui e agora . O que une todas estas canções, escolhidas do extensíssimo cancioneiro de Gil, é o facto de privilegiarem a espiritualidade. O disco, gravado em Dolby Atmos no Jasmim Studio de  Ricardo Bacelar , em Fortaleza, é lançado pela editora Jasmim Music. 

 No texto que anuncia o disco, diz Ricardo Bacelar: “A escolha pelo recorte da espiritualidade foi muito feliz, porque privilegia o lado sensível e poético do compositor. É um disco subtil, no qual nós tocamos piano, teclado, instrumentos de percussão exóticos, tudo de forma minimalista”. Ele e Delia Fischer gravaram as vozes e o piano juntos, no estúdio, o que deu maior autenticidade às gravações. O que leva Delia a dizer: “Foi uma decisão nossa, tanto o recorte da espiritualidade quanto a questão do piano, instrumento que Ricardo e eu temos em comum. Como o Gil é um excelente violonista, quisemos criar novos arranjos a partir do piano: ele é o fio condutor de todo o álbum. Ricardo, que é multi-instrumentista, trouxe ainda vários instrumentos de percussão”.</video:description>
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      <video:title>A pandemia levou Palas a criar &lt;i&gt;Tons de Pele&lt;/i&gt;, que ganhou texto de Luxúria Canibal</video:title>
      <video:description>Músico e agitador cultural bracarense, fundador dos  Smix Smox Smux  e dos Máquina del Amor,  Filipe Palas  teve na pandemia um momento de viragem. E, do rock e da música experimental e electrónica, passou a um projecto mais introspectivo, que vai tomar a forma de um EP e de uma curta-metragem, esta com realização de Paulo Cunha Martins e textos de Adolfo Luxúria Canibal (dos Mão Morta), que fez uma interpretação escrita da obra inteiramente criada por Palas. O seu nome é  Tons de Pele  e estreia-o esta sexta-feira com um single,  Caos . 

 O novo disco de Palas conta com as participações de Sérgio Freitas (Sensible Soccers, Serge Fritz) e Luís Barros (Alek Rein, The Burnt Pines, Filipe Sambado, Les Saint Armand) e, além de  Caos , terá mais quatro temas:  Meio dia ,  Bagaço ,  Oito  e  Jogo exausto , relacionados entre si e relacionados também com  a cidade de Braga . Como escreve o Adolfo Luxúria Canibal no texto que anuncia o primeiro single e videoclipe deste projecto: “Já o regozijo da cidade deserta inflama o sonho de um mundo sem dor, com a canção a celebrar, em tristonha alegria, a esperança pouco convicta nesse amanhã resplandecente de amor, que faz esquecer a nortada e o frio do mar.” 

 A acompanhar a publicação do single e videoclipe, vão ser espalhadas pelas ruas da cidade de Braga “cartas de memórias”. O desafio vem da agência musical bracarense Bazuuca, que diz que tais cartas serão deixadas “num banco de jardim, numa rua icónica, numas escadas”, pelo que, “durante os próximos meses, será possível tropeçar num exemplar único de textos editados por Adolfo Luxúria Canibal, que ilustram cada memória empregue nas canções do EP Tons de Pele”. Para se saber onde estarão, dizem, “basta seguir as redes sociais da Bazuuca e do Palas durante o dia de lançamento de cada música. A cada carta deixada, será partilhada uma fotografia com a morada e alguns desafios que apelem ao começo de novas histórias e memórias”.</video:description>
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      <video:title>Para os trabalhadores de rua, um dia de frio é só mais um dia</video:title>
      <video:description>O frio que têm feito tremer dentes nos últimos dias vai prolongar durante toda a semana. Bragança, Viseu, Évora, Guarda, Vila Real, Beja, Castelo Branco e Portalegre estão sob aviso amarelo até à manhã desta quinta-feira. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê alguma precipitação para quinta-feira, o que em algumas regiões do país deverá contribuir para uma subida muito tímida das temperaturas mínimas, mas prevê também uma intensificação do vento, o que aumentará a sensação de desconforto térmico. A partir de sábado,  o frio volta a atacar .  

 Apesar do frio, quem trabalha ao ar livre não pode parar. Os pedidos continuam a chegar às aplicações de entregas ao domicílio, as ruas precisam de limpeza, as castanhas quentes parecem irresistíveis e o Bolhão não é Bolhão sem música e mercado, faça frio ou faça calor. O PÚBLICO tentou perceber junto dos trabalhadores de rua como lidam com o mau tempo e a resposta é unânime: “é complicado”, mas, com mais um agasalho, a vida continua.</video:description>
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      <video:title>Mariana Reis estreia &lt;i&gt;mais uma sobre ti&lt;/i&gt;, que é mais um passo na construção de um álbum</video:title>
      <video:description>Aos poucos, Mariana Reis vai revelando as canções que hão-de preencher o seu primeiro álbum, a publicar este ano. Depois de um EP lançado em Abril de 2022,  coisas por dizer , que se centrava em relações acabadas (retratadas em canções como   engana-me hoje,   eu deixo  ,   coisas por dizer  ,   há brilho na noite   e   ainda ando assim  ), Mariana publicou em Novembro desse mesmo ano um novo tema,   e se eu te disser   (grafado sem maiúsculas, como sempre tem feito nas suas canções), que falava de uma relação no início, e que era também o início do que virá a ser o futuro álbum. Agora estreia outra,  mais uma sobre ti , desta vez, explica, centrada “no lado mais sombrio do amor”. Nas palavras com que Mariana anuncia o novo single, “fala sobre estarmos apaixonados, sobre as tentativas infinitas que fazemos para que tudo funcione, mas nem sempre depende só de nós e nem sempre a história é vivida com a mesma intensidade por ambas as partes”. 

 E se na música o tom é mais alegre do que no EP de estreia, o videoclipe contrasta pelo dramatismo criado pelas imagens. Uma dicotomia que, segundo a autora, no texto citado, quer “dar a sensação de que estamos consumidos pela loucura do amor, ou neste caso, a falta dele.” O vídeo, acrescenta, “dá-nos a extensão dos pensamentos mais sombrios que podemos ter quando somos confrontados com a perda daquilo que amamos, ou quando percebemos que ainda não temos força para seguir em frente. Sentimos que já não nos reconhecemos, que vamos morrendo aos poucos enquanto nos deixamos afundar lentamente e sentimo-nos perdidos e exaustos. Este single é o processo do aparecimento dessa consciência e da necessidade de inverter este rumo.” 

 Nascida em Almada, a 8 de Setembro de 1996, Mariana Reis teve aulas de piano durante onze anos, dos 8 aos 19. Pelo meio, aos 14, aprendeu a tocar guitarra sozinha, utilizando depois estes dois instrumentos para compor. A par disso, formou-se em gestão de empresas e dá aulas de piano em duas escolas, enquanto vai compondo para si própria e para outra</video:description>
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      <video:title>Baterista Mário Costa anuncia com o tema &lt;i&gt;Chromosome&lt;/i&gt; um novo álbum em quarteto</video:title>
      <video:description>Baterista e compositor, Mário Costa tem acompanhado  ao longo dos anos  músicos como António Zambujo, Miguel Araújo ou Ana Moura, mas foi na área do jazz que se estreou em nome próprio, em 2018, com o disco   Oxy Patina  , gravado em trio com dois nomes destacados do jazz europeu, o pianista francês Benoît Delbecq e o guitarrista alemão Marc Ducret. Agora, anuncia para 24 de Fevereiro um novo álbum,  Chromosome , estreando esta terça-feira o tema-título em videoclipe. Filmado no Teatro Municipal Sá de Miranda, em Viana do Castelo, por Flávio Cruz, no vídeo (assim como no disco) Mário Costa (bateria) apresenta-se desta vez em quarteto, mantendo-se Benoît Delbecq (piano, sintetizadores e samplers), a par do também francês Bruno Chevillon, no contrabaixo, e do vietnamita-americano Cuong Vu, um trompetista de jazz que tocou com David Bowie, Laurie Anderson, Pat Metheny, Dave Douglas, Myra Melford, Mitchell Froom e outros. Este novo trabalho de Mário Costa vai ser apresentado ao vivo em Fevereiro, primeiro em Lisboa (CCB, dia 24), depois em Braga (Maison 826, no dia 25) e em Paris (Galerie Paul Fort, dia 26). 

 Nascido em 1986, em Viana do Castelo, Mário Costa começou aos 7 anos a estudar bateria, num percurso de aprendizagem que, segundo a sua biografia, passou pela Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, onde estudou percussão, e pela ESMAE, que o diplomou em Jazz. Posteriormente, rumou aos Estados Unidos, onde teve aulas particulares com Iann Froman, Ari Hoening, Eric Harland, Rodney Green, John Riley e Hal Crook, assistindo a vários  workshops .  Partilhou o palco com músicos como, entre outros, John Taylor, John Beasley, Yaron Herman ou Andy Sheppard, cujo novo quarteto inglês integrou, assim como o grupo Sfumato, actuando com figuras de primeiro plano no jazz mundial como Michel Portal, Joachim Kühn e Wynton Marsalis. Em Portugal, e ainda segundo a sua biografia, colaborou “com vários músicos de diferentes gerações, desde João Mortágua ou Hugo Carvalhais a Carlos Bica ou Mário Laginha”. O seu nov</video:description>
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      <video:title>Projecto musical e social Crianças Pela Paz estreia novo videoclipe e publica CD</video:title>
      <video:description>O primeiro alerta veio do Afeganistão, em Janeiro de 2022, com o regresso dos taliban ao poder e as consequências que daí advieram para as liberdades e direitos humanos. E viu-se reforçado pela guerra na Ucrânia, na sequência da invasão russa, em Fevereiro desse mesmo ano. O violoncelista, compositor e produtor Davide Zaccaria, nascido em Itália (Milão) e redicado em Portugal, ao tomar conhecimento da realidade afegã através do Afghanistan National Institute of Music (ANIM), cujo director conseguiu salvar mais de 270 alunos trazendo-os até Portugal, imaginou um projecto que pudesse ajudar essas e outras crianças através da música. Foi assim que surgiu a  Associação Sonos Terra , “Crianças pela Paz”, onde, segundo os seus promotores, “crianças refugiadas em Portugal, provenientes de vários países e de várias crenças religiosas, que nos seus países de origem sofreram com a fome, a pobreza e a guerra, vão poder aprender Música através de bolsas de estudo que lhes serão atribuídas. Esta iniciativa abrange também crianças carenciadas de nacionalidade portuguesa.” 

 A acompanhar os primeiros passos do projecto esteve, desde logo, a ideia de gravar um disco onde crianças de vários países, com idades até aos 16 anos, gravassem duetos com artistas portugueses ou de países de língua oficial portuguesa. Ora esse disco ficou concluído em finais do ano passado, chegou às plataformas digitais no dia 30 de Dezembro e está disponível em CD desde sexta-feira, anunciando os promotores que o dinheiro proveniente das vendas reverterá “na totalidade para atribuição de bolsas de estudo e instrumentos para as crianças refugiadas e carenciadas em Portugal”. O disco tem 14 canções de vários autores e fecha com um tema com letra de Tiago Torres da Silva e música de Davide Zaccaria,   Terra Prometida  , cantado a muitas vozes. 

 Os outros 13 temas, que têm vindo a ser divulgados em videoclipe (o mais recente é aquele que aqui se publica), seguem o princípio de ter crianças em dueto com artistas convidados:   Chuva  , por Jorge Fernan</video:description>
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      <video:title>Amílcar Cabral ainda vive nas paredes e no hip-hop da Cova da Moura</video:title>
      <video:description>A geração que nasceu depois da sua morte não quer deixar cair no esquecimento o seu legado. Quer paz, respeito, liberdade, igualdade. A revolução de Cabral ainda continua nas ruas. Nos murais que pintam, nas letras de músicas que escrevem e cantam, no vestuário que envergam, nas palavras de ordem que gritam. Meio século depois do assassínio do líder africano, reconhecido pela comunidade internacional como figura maior da libertação africana, há muito que falta cumprir dessa "revolução". 

 Leia a reportagem completa  aqui .</video:description>
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      <video:title>Jacinda Ardern renuncia ao cargo de primeira-ministra: "Também sou humana"</video:title>
      <video:description>A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, anunciou esta quinta-feira a sua renúncia ao cargo de chefe de governo, convocando eleições para 14 de Outubro. 

 O anúncio foi feito em conferência de imprensa, detalhando que ficará no cargo até ao próximo dia 7 de Fevereiro, enquanto o seu partido – o Partido Trabalhista – encontra uma nova pessoa para ocupar o seu lugar, segundo o jornal NZ Herald. 

 Saiba mais: 

 
	   Jacinda Ardern renuncia ao cargo de primeira-ministra da Nova Zelândia   
	   A demissão de Jacinda Ardern e o equilíbrio entre a vida pública e familiar   
	   Jacinda Ardern fez da empatia uma arma política. E agora sai de cena: “Sou humana”</video:description>
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      <video:title>Imagens térmicas capturam tartarugas-de-couro a pôr ovos em praia tailandesa</video:title>
      <video:description>A tartaruga-de-couro é a maior espécie de tartaruga do mundo. Mede, em média, entre 1,5 e 2 metros de comprimento e entre 1,3 e 1,5 de largura. Pesa cerca de 700 quilogramas, sendo que a maior encontrada até hoje tinha 916 quilos.  

 Estas tartarugas vivem, em média, 200 a 300 anos.</video:description>
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      <video:title>Milhanas lança nova canção a solo, &lt;i&gt;Mais que ao Sol&lt;/i&gt;, a anunciar um disco que aí vem</video:title>
      <video:description>Lançou um primeiro single em 2021,   Lamentos  , e em 2022 participou como intérprete no Festival RTP da Canção, com o tema   Corpo de mulher  , da autoria de Agir, que ficou em 7.º lugar na final. Agora, Milhanas, jovem cantora nascida em 2001, lança um novo tema com videoclipe,  Mais que ao Sol , uma composição sua que foi buscar um verso ao poeta António Barahona (“Deus te pague o silêncio que me deste”, in  A Voz ao Espelho , ed. Averno, 2017). Produzido por Agir e Justjon Mundo, é um tema que mistura ambiências do fado com as da música pop e urbana e que, segundo os promotores, é mais um passo, depois de  Lamentos , para um disco a editar em breve. Com música de Milhanas e Rodrigo Correia, o videoclipe de  Mais que ao Sol  é de Victor Hugooli. 

 De seu nome Carolina Milhanas, começou a estudar música desde cedo, não fosse ela filha de um músico, Vítor Milhanas, que tem acompanhado Fausto Bordalo Dias a partir de finais dos anos 1980, como baixista, sonoplasta ou até co-produtor, em álbuns como  A Preto e Branco  (1988),  Crónicas da Terra Ardente  (1994),  Grande Grande é a Viagem  (1999) ou o mais recente  Em Busca das Montanhas Azuis  (2011), terceiro tomo da trilogia iniciada com  Por Este Rio Acima . 

 Começando por estudar violino, Milhanas estudou depois técnica vocal, história da música, composição e teatro musical, integrando, segundo a sua curta biografia publicada pela Universal Music, um combo de jazz e outro de música moderna, participando ainda num coro gospel. Tendo Fausto como “a sua maior influência musical”, foi no fado que encontrou “inspiração para compor”, já que terá sido nele que conheceu “a força da palavra e da interpretação”. Isto depois de se apaixonar pela literatura portuguesa, ao estudar Humanidades no Secundário.</video:description>
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      <video:title>Greta Thunberg foi detida enquanto protestava na Alemanha</video:title>
      <video:description>Greta Thunberg, que se juntou aos manifestantes na passada sexta-feira, foi vista num grande autocarro da polícia depois de ter sido detida, disse uma testemunha da Reuters. Outros activistas climáticos também foram detidos pela polícia. 

 Thunberg foi detida enquanto protestava na mina de carvão a céu aberto de Garzweiler 2, a cerca de nove quilómetros de Luetzerath.</video:description>
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      <video:title>Papagaios-do-mar estão a arrojar em múltiplas praias do país</video:title>
      <video:description>O papagaio-do-mar que perdeu a vida nas mãos de Afonso Castanheira, presidente da associação ambientalista Mestres do Oceano, parece ser só mais um entre os muitos que, arrastados pela tempestade, têm vindo a surgir na costa portuguesa. Desde o fim-de-semana de 6 e 7 de Janeiro, o grupo tem recebido um grande número de notificações de arrojamentos de papagaios-do-mar, registando-se mais de 146 esta terça-feira, juntamente com algumas tordas-mergulheiras – um número que continua a aumentar, à medida que Afonso Castanheira e dezenas de voluntários percorrem as praias à procura de mais aves.</video:description>
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      <video:title>Bela Ensemble estreiam álbum com uma recriação do fado &lt;i&gt;Eu sou povo e canto esperança&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Chama-se Bela Ensemble e é um quinteto que, ao fim de seis anos de existência, lança agora o seu primeiro álbum. Fundado em 2017, em Lisboa, na  casa de fados Tasca de Bela  (daí o seu nome, Bela Ensemble) pelo percussionista Carlos Mil-Homens (um dos músicos que acompanhou Madonna em 2019 na digressão Madame X) e pelo fadista Marco Oliveira, o grupo é composto actualmente por Carlos Mil-Homens (percussão), João Penedo (contrabaixo), Otto Pereira (violino), Ana Margarida (voz) e Rafael Brides (guitarra de 7 cordas). Cruza o universo do fado com sonoridades e ritmos de várias latitudes, como o flamenco, a música afro-latina e sul-americana (Argentina, Cuba, Peru, Brasil), a música progressiva, o rock e até o metal, mas sem que o fado se apague nesta mescla sonora. “O fado é a base e a alma do nosso trabalho”, diz ao PÚBLICO Carlos Mil-Homens. “Mesmo ao misturáramos estas sonoridades no universo do fado, este nunca perde as suas características. Para mim, soa-me a fado, é o fado que eu ouço na minha cabeça. E como normalmente não mexemos na estrutura harmónica e poética, mantemos uma das principais características do fado. E é sempre cantado com muita reverência e respeito.” 

 O álbum que esta segunda-feira chega às plataformas digitais, e que terá mais tarde edição em formato físico, tem por título apenas o nome do grupo e a estreia é assinalada com um videoclipe de um dos dez fados que o compõem,  Eu sou povo e canto esperança , uma  criação de Rodrigo  com letra do poeta João Dias (1926-1979), nascido em Aldegalega do Ribatejo, actual Montijo. “É um tema que nos diz bastante”, explica Carlos Mil-Homens. “A letra tem um significado forte e é como todas as outras músicas de intervenção: nunca saem de moda e são sempre necessárias.” 

 Dos outros nove fados recriados pelos Bela Ensemble, cinco têm música de Alfredo Marceneiro:  Maldição  (Fado Cravo), com letra de Armando Vieira Pinto;  Café de Camareiras  (Fado Odeón), de João Dias;  Sra. do Monte  (Fado da Sra do Monte), de Gabriel de Oliveira;  Bêbado pinto</video:description>
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      <video:title>Pedro Moutinho lança &lt;i&gt;Casa&lt;/i&gt;, EP que anuncia um novo álbum e vai estreá-lo ao vivo no CCB</video:title>
      <video:description>Chama-se  Casa  e é o novo registo do fadista Pedro Moutinho, um EP que anuncia outro EP ( Água ) e que juntos hão-de compor um álbum, a lançar antes do final do ano:  Casa d’Água . Em Fevereiro, no dia 9, será apresentado ao vivo no Pequeno Auditório do CCB, às 21h. Mas antes estreia-se com um videoclipe do fado que abre o disco,  Um resto de mouraria , letra de Carlos Conde e música de Martinho d’Assunção, onde Pedro Moutinho é acompanhado por André Dias (guitarra portuguesa) Pedro Soares (viola) e Frederico Gato (baixo acústico). O vídeo foi realizado e editado por Joana Linda e filmado em Alfama e na Tasca da Bela. 

 Este novo trabalho de Pedro Moutinho apresenta-se, assim, em dois actos e três andamentos. O EP Casa, já disponível nas plataformas digitais, é dedicado ao fado tradicional e, além do já citado  Um resto de mouraria , inclui mais quatro temas:  Imprevisto , com letra de Maria do Rosário Pedreira, com música do Fado Louco, de Alfredo Marceneiro;  Sem volta , da mesma autora, com música do Fado Solene, de Alberto Correia;  A viagem , com letra de Teresinha Landeiro e música do Fado Magala, de Raul Portela; e, por fim, o tema que dará título ao álbum,  Casa d’Água  (o único deste disco que não é um fado tradicional), com letra de João Monge, música de Amélia Muge e arranjos de Filipe Raposo. 

 O segundo EP,  Água  (que, tal como o primeiro, não terá edição física) deverá ser publicado no final do Verão, e, segundo os promotores, “incide sobre canções”, com a “exploração de novos arranjos e sonoridades”. A edição física,  Casa d’Água , em LP e CD, juntará ambos e será editada antes do fim do ano.</video:description>
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      <video:title>"TAP falhou ao não reportar a indemnização a Alexandra Reis", diz João Leão</video:title>
      <video:description>Em entrevista ao programa Hora da Verdade, o ex-ministro das Finanças fala dos casos Alexandra Reis e Rita Marques e das regras que o Governo quer mudar no escrutínio prévio dos governantes. 

 O ex-ministro das Finanças João Leão diz que a administração da TAP falhou ao não reportar às Finanças o pagamento da indemnização à ex-administradora da operadora aérea Alexandra Reis. O agora vice-reitor do Iscte considera que Pedro Nuno Santos não será penalizado por haver uma comissão de inquérito à TAP. 

 Saiba mais: 

 
	   Comissão de inquérito “não afectará significativamente” privatização da TAP   
	   “A Caixa devia ir aumentando a remuneração dos depósitos”, diz João Leão</video:description>
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      <video:title>Isaura antecipa álbum integralmente cantado em português com uma nova canção, &lt;i&gt;Glória&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>O primeiro single lançou-o em Abril de 2022 e o segundo em Outubro do mesmo ano, ambos com videoclipe:   Leve   e   Viagem  ; e estreia esta quarta-feira um terceiro,  Glória , todos eles em antecipação do seu segundo álbum, a editar no dia 24 de Março.  Invisível , assim se chama o novo álbum, será o quarto na discografia da jovem cantora e compositora Isaura, depois da estreia com   Serendipity   (EP, 2015), a que se seguiram   Human   (2018), um álbum cantado em inglês, e   Agosto   (EP, 2019), este já em português, tal como o novo álbum que se avizinha. 

 Nascida em Gouveia, em 15 de Julho de 1989, Isaura Santos tornou-se conhecida primeiro pela sua participação na quarta edição do concurso televisivo Operação Triunfo, em 2010, e mais tarde pela autoria da composição vencedora da edição de 2019 do Festival RTP da Canção,   O Jardim  , ali defendida por Cláudia Pascoal. Foi já na sequência desta participação que criou as canções de  Agosto , estreando ao vivo uma delas,   Liga-Desliga  , ao actuar como convidada no Festival da Canção seguinte ao da sua vitória (em Março de 2019) e depois  na Antena 3  (em Julho), publicando pelo meio o videoclipe de outro tema desse mesmo disco,   Uma frase não faz a canção  , gravado em dueto com Luísa Sobral. Além do Festival da Canção, Isaura tem participado, desde 2015, em vários dos festivais realizados em Portugal (Super Bock Super Rock, MEO Sudoeste, Bons Sons, NOS Alive, MED e Rock in Rio). 

 Se Isaura compusera  O Jardim  em memória da sua avó, com a qual tinha uma relação muito próxima, esta nova canção,  Glória , é dedicada à sua mãe. No texto que anuncia o single e o videoclipe, escreve Isaura: “Não é a primeira tentativa, mas foi a primeira canção em que senti que consegui dizer-lhe tudo o que sentia ser mais importante que ela soubesse, que ela é ‘casa’. Tal como em qualquer outro presente que se ofereça, o meu foco foi tentar que ela gostasse; esta vontade guiou a composição e muito das escolhas de produção”. LaPelusa, que realizou o vídeo, descreve-o como</video:description>
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      <video:title>Bolsonaristas invadem Brasília: o filme do ataque ao Congresso do Brasil</video:title>
      <video:description>Tudo começou com a chegada de pelo menos 40 autocarros de manifestantes e em pouco tempo deu-se a invasão dos três poderes: o Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal. 

 Saiba mais: 

 
	   Entrevista: Bolsonarismo pode tornar-se “ainda mais subversivo e radicalizado”   
	   Governador do Distrito Federal afastado devido à “anuência” das autoridades aos ataques bolsonaristas   
	   Fotogaleria: As imagens da invasão do Palácio do Planalto, do Congresso e do Supremo Tribunal do Brasil   
	   Entrevista: Violência no Brasil mostra que “extrema-direita acredita na democracia até perder”</video:description>
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      <video:title>Bruno fez uma curta só com inteligência artificial para “enfrentar” um futuro que “desvalorize a arte”</video:title>
      <video:description>A tecnologia, a ideia humana e a curiosidade: tudo se cruzou para que o realizador  Bruno Carnide  criasse uma curta-metragem apenas com inteligência artificial para reflectir o medo e a preocupação de um futuro que “desvalorize a arte e o criador”. 

 Em 24 horas, Bruno Carnide usou sete programas de  inteligência artificial  distintos para criar os vários componentes, entre eles o  ChatGPT  e o 3D Photo Depth. Um gerou o texto, outro a imagem, outro a voz. É só “inserir palavras como sugestão" daquilo que se pretende "e o computador cria tudo automaticamente”. Assim nasceu   Janeiro ,  uma curta que espelha, ao longo de dois minutos e 22 segundos, “o medo de que o lugar do artista seja tomado pelas inteligências artificiais” e que “deixemos de ter artista e criatividade humana”. 

 O realizador tinha em mente a ideia de “enfrentar o medo com o medo” e quis entender sozinho como funcionam estas tecnologias e como as pode incorporar no trabalho. “Comecei a perceber, através do YouTube, que a inteligência artificial para gerar imagens estáticas está muito desenvolvida e já é usada por artistas e designers como ferramenta de trabalho. Então decidi ser mais ambicioso e fazer algo com uma  narrativa maior ”, conta. 

 Até agora,  Janeiro  dividiu opiniões. Há quem acredite que “aquilo ainda é arte que inclui criatividade humana”, enquanto “também há quem olhe e não consiga ver mão humana”. Em qualquer um dos casos, e enquanto a dúvida continua no ar, “dá a conhecer a muitos profissionais da área que, apesar de ser um mundo completamente desconhecido, já existe".  

  Texto editado por Amanda Ribeiro</video:description>
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      <video:title>Mais de 300 detidos após a invasão de apoiantes bolsonaristas ao Congresso brasileiro</video:title>
      <video:description>Depois de semanas marcadas por protestos dos apoiantes de Bolsonaro, este domingo centenas de manifestantes invadiram o Congresso, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal, em Brasília. Recusam a vitória de Lula da Silva e pedem a intervenção do exército para que tome o poder no país.  

 Os invasores pilharam diversos objectos dos edifícios governamentais. Um ministro e um deputado brasileiros denunciaram que os apoiantes roubaram armas de fogo guardadas no palácio presidencial. De acordo com a imprensa brasileira, foram detidas mais de 300 pessoas e apreendidos mais de 40 autocarros.  

  ​O Presidente do Brasil, que tomou posse há precisamente uma semana, já reagiu. Além de ter decretado a intervenção federal, de forma a garantir a segurança do espaço, classificou a invasão como uma “barbárie”, organizada por “fascistas fanáticos”. Lula da Silva garantiu que será levada a cabo uma investigação aprofundada e será encontrado “quem pagou autocarros, estadia, churrascos” às pessoas que foram até Brasília para invadir o Congresso, Palácio do Planalto e Supremo Tribunal do Brasil.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer Operação Fortune: Missão Mortífera</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer Operação Fortune: Missão Mortífera</video:description>
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      <video:title>Este ano, “o filho de Deus nasceu duas vezes”, em Bucha</video:title>
      <video:description>Tal como muitos compatriotas, Olga, Iuri e os filhos celebraram este ano o Natal a 25 de Dezembro, como em toda a Europa Ocidental, para se diferenciarem dos vizinhos russos e seus costumes. Não quiseram ser drásticos e decidiram festejar em duplicado, no dia habitual. Mas Iuri jura: “Este é o último ano em que celebramos a 6 de Janeiro". Em 2023, a família de Bucha irá assinalar o Natal apenas a 25 de Dezembro. 

   Veja a reportagem completa.</video:description>
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      <video:title>O que é a pobreza energética?</video:title>
      <video:description>O que é a pobreza energética? Portugal é dos países onde se passa mais frio em casa? E o que posso fazer para melhorar a situação na minha casa?  

 Saiba mais sobre o tema: 

 
	  Pobreza energética: por que está Portugal entre os piores da UE?  
	  Como melhorar a eficiência energética da nossa casa? E quanto pode custar?  
	  Combate à pobreza energética tem de passar pelo fim de “subsídios cegos”  
	  Como aquecer a casa no Inverno sem gastar muito dinheiro?  
	  Edifícios +Sustentáveis: um sucesso para uns, uma “corrida de obstáculos” para outros  
	  Zero quer facilitar o acesso a programas de apoio à eficiência energética  
	  Podcast Azul: deixar de passar frio em casa envolveria “a renovação de um país”</video:description>
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      <video:title>Pierre Aderne e Pedro Luís fizeram um samba para lavar a camisa amarela brasileira</video:title>
      <video:description>Os cantores e compositores brasileiros  Pierre Aderne  e  Pedro Luís , respectivamente fundador do projecto  Rua das Pretas  e fundador de grupos como o  Monobloco  e  Pedro Luís e a Parede , juntaram-se para criar uma canção que celebra os “novos ventos” políticos que  sopram no Brasil . Pierre em Portugal, onde vive há anos (em Lisboa), e Pedro no Brasil, deram conta do recado em 48 horas, mal surgiu a ideia. Pierre diz que acordou no dia 27 de Dezembro “com o caminho de uma letra” que “intuía a lavagem da camisa brasileira”, de cor amarela e verde, apropriada por Bolsonaro e apoiantes, usando sal grosso, manjericão e sabão de Benjoim de modo a resgatá-la. 

 No rascunho da canção, que enviou a Pedro, sugeriu “que talvez pudesse ser vestida em melodia e ritmo por um partido alto”. Do outro lado do Atlântico, a desoras, Pedro Luís aceitou “a provocação do Pierre que viria a desembocar na música”. Pegou num cavaquinho e num atabaque, deu-lhe forma e, começada a “alfaiataria inter-oceânica”, passaram à gravação, envolvendo vários amigos. Assim nasceu  Sabão de Benjoim , gravado entre o Rio De Janeiro, Porto e Lisboa, com Pierre Aderne e Pedro Luís na companhia de Júnior Teixeira (percussão), Carlos Neves (violão e cavaquinho), Valeria Lobão, Nilson Dourado, Carlos Fuchs (vocais) e vários amigos que quiseram participar enviando imagens (Batman Zavareze, Alice De Andrade, Manoel Águas, Ricardo Gomes, Izabel Jaguaribe, Nana Moraes, Monica Martins, Bernardo Mendonça, Luludi, Julia Rocha). A montagem final é de Gabi Paschoal e single e videoclipe estreiam-se esta sexta-feira. 

 A camisa que aparece a ser lavada no vídeo tem o número 10 (o número de Pelé, o “rei do futebol” que morreu no dia 29 de Dezembro) e a letra da canção diz, a dada altura:  “ Sequestraram meu canário/ Sai pra lá, urubu sarará/ Pra salvar a camisa e o salário/ Só mesmo axé de Exu e Oxalá// E Sabão de Benjoim/ Pra tirar a uruca que puseram em mim.” Para quem não sabe, a palavra “uruca”, ainda não registada em vários dicionários, significa “mau</video:description>
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      <video:title>As disputas internas no PS “não colocam em causa coesão”, diz João Torres</video:title>
      <video:description>João Torres, secretário-geral adjunto do PS, diz que o caso TAP está encerrado, mas defende que haja no futuro novos mecanismos de escrutínio das pessoas que vão para o Governo, à semelhança do que se passa noutros países. 

 Sobre a saída de Pedro Nuno Santos do secretariado nacional do partido, defende que as disputas internas no PS “não colocam em causa coesão” em torno do Governo, numa resposta directa a preocupações expressas pelo Presidente da República.</video:description>
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      <video:title>Milhares prestam homenagem no último adeus ao Papa emérito Bento XVI</video:title>
      <video:description>Mais de 60 mil pessoas estiveram presentes, esta quinta-feira, no funeral do Papa emérito Bento XVI. 

 Pela primeira vez na História, um Papa presidiu ao funeral de outro Papa. A missa exequial, presidida por Francisco, foi celebrada por 120 cardeais, 400 bispos e quase 4000 sacerdotes. 

 Presentes estiveram, também, as delegações oficiais de Itália e da Alemanha, país natal de Joseph Ratzinger. O Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, participou, a título privado. 

 O Papa emérito Bento XVI  morreu no sábado , aos 95 anos e vai ser sepultado, de acordo com os seus desejos, na cripta sob a Basílica de São Pedro, onde o Papa João Paulo II foi originalmente enterrado, em 2005, antes de ter sido levado para uma capela na Basílica, em 2011. 

 Portugal assinala, esta quinta-feira, um dia de  luto nacional  pela morte do Papa emérito Bento XVI.</video:description>
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      <video:title>Na Noruega há planos para capturar e armazenar carbono no fundo do mar</video:title>
      <video:description>A Noruega, um grande exportador de petróleo e gás, tem uma história já longa no que concerne à captura e sequestro de carbono (CCS). Agora, o Estado norueguês está a financiar de forma considerável aquele que deverá ser um novo e ousado capítulo dessa história. Existe um plano para primeiro capturar (e depois injectar e armazenar debaixo do chão do mar do Norte) não só CO2 norueguês, como volumes de CO2 provenientes de todo o continente europeu. Esse plano, que está a entusiasmar uns e a preocupar outros  — que são da opinião de que a CCS é mais uma forma de nos mantermos agarrados aos combustíveis fósseis do que uma solução climática —, chama-se, em parte, “projecto  Longship ”. 

 Leia a reportagem do Azul na Noruega: 

 
	    A Noruega quer enterrar CO2 no fundo do mar: primeiro o seu, depois o da Europa    
	    Portugal tem aquíferos salinos profundos onde talvez possa enterrar o seu CO2</video:description>
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      <video:title>Com &lt;i&gt;Allegory&lt;/i&gt;, Marco Santos completa a publicação do álbum &lt;i&gt;Evocations&lt;/i&gt; em videoclipes</video:title>
      <video:description>Segundo álbum a solo do músico, baterista e compositor português Marco Santos,   Evocations   é, desde a sua génese, um projecto audiovisual onde música, dança e cinema se entrecruzam e que conta com a participação de 25 criadores, entre músicos, artistas visuais e bailarinos. Daí que, desde o lançamento do álbum, Outubro de 2022, os seus sete temas tenham vindo a ser publicados em videoclipe. Depois de   Lamento de Alegria  ,   Remembrance  ,   Grace  ,   Empirical  ,   Impetus   e   Reverie  , chega a vez de  Allegory , onde ao lado de Marco Santos (piano e voz) surge a holandesa Rose Nocturne (voz e poesia). O grafismo do vídeo é do algarvio Filipe Correia. 

 O disco, gravado durante a pandemia da covid-19 e apresentado ao vivo em Portugal em 2022 em nove concertos pelo país (Leiria, Castelo Branco, Olhão, Tavira, Faro, Montemor-o-Novo, Coimbra, Lisboa e Pombal), teve a participação, consoante os temas, de músicos de várias nacionalidades: os portugueses João Frade (acordeão) e Diogo Duque (trompete), o argentino Martín Sued (bandonéon), o grego Vasilis Stefanopoulos (contrabaixo e electrónica), o turco Sinan Arat (voz e ney, uma flauta de junco turca) e a holandesa Rose Nocturne (poesia). 

 A acompanhar  Allegory , tema que pretende retratar o amor de uma forma figurada, surge no comunicado de lançamento do novo videoclipe esta frase de Marco Santos: “Allegory: The only constant in life is change, so better appreciate it in the present moment.” 

 Nascido em Pombal, no dia 30 de Novembro de 1981, Marco Santos estudou música no Conservatório e na escola do Hot Clube antes de instalar a sua base na Holanda, em 2007, voltando a residir em Portugal a partir de Novembro de 2021. O seu primeiro disco,  Ode Portrait , foi apresentado ao vivo em Portugal em 2014, em várias salas, o que viria a acontecer igualmente com o segundo álbum,  Evocations , no último trimestre de 2022.</video:description>
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      <video:title>Carlos Leitão joga &lt;i&gt;O ás&lt;/i&gt; em videoclipe e roda &lt;i&gt;Simples&lt;/i&gt; pela Alemanha e pela Áustria</video:title>
      <video:description>Um ano depois de publicar o seu  quarto álbum,  Simples  , o fadista e compositor Carlos Leitão lança mais um dos temas em videoclipe,  O ás , e dá início a uma digressão que começa dia 18 na Alemanha, em Ravensburg, e continua em nove cidades austríacas, incluindo Salzburgo e Viena, de 19 a 28 de Janeiro. Com Carlos Leitão (voz e viola) estarão dois dos músicos que o acompanharam no disco, Henrique Leitão (guitarra portuguesa) e Carlos Menezes (viola baixo), e uma fadista convidada: Sara Paixão. 

 Nascido em Lisboa, em 1979, os três primeiros discos de Carlos Leitão compõem uma trilogia de interiores:   Do Quarto   (2013),   Sala de Estar   (2017) e   Casa Vazia   (2019). Já o quarto,   Simples   (2021), preparado em plena pandemia da covid-19, centra-se sobretudo em exteriores (praça, rua, Lisboa) e em memórias e sentimentos (saudade, ansiedade) a eles ligados. O tema agora ganha forma de videoclipe, com realização de João Azevo e Benja Pinto e participação, além do próprio Carlos Leitão, de Nuno Coelho e Raul Salgueiro como actores, foi composto para a música do Fado Magala e nele tocam os quatro músicos que participaram no disco: Henrique Leitão e Bruno Chaveiro (guitarra portuguesa), Luís Pontes (viola) e Carlos Menezes (viola baixo e contrabaixo). 

 Em Fevereiro de 2021, Carlos Leitão explicava  Simples  ao PÚBLICO deste modo: “O fado é uma música simples e eu gosto que sejam as letras a complicá-la. E que cada ouvinte o faça, levando-a para onde quiser.” A “complicação” de  O ás , nas palavras do próprio (que acompanham o lançamento deste videoclipe), é esta: “Uma relação de amor tornou-se um problema quando, em desespero, passou a ser disputada como um jogo. Os trocadilhos entre a vida real e uma aposta de casino descrevem o dilema de quem ainda luta por tudo ou nada para manter o relacionamento, mas o amor nunca se resgata em apostas de orgulho, muito menos em competição.” Ora ouçam.</video:description>
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      <video:title>Cinecartaz: Trailer O Filho</video:title>
      <video:description>Cinecartaz: Trailer O Filho</video:description>
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