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      <video:title>Lágrimas, resiliência e pandemia. Marta Temido demite-se à terceira legislatura</video:title>
      <video:description>Foi há pouco mais de dois meses que Marta Temido aparecia, numa sondagem nacional, como a ministra mais popular do Governo de António de Costa, apesar de se notar que tinha perdido algum capital. Esteve à frente do Ministério da Saúde desde Outubro 2018, quando substituiu Adalberto Campos Fernandes, e foi sobre os seus ombros que recaiu a resposta do país à pandemia da covid-19. 

 Tomou posse três vezes como ministra da Saúde e, enquanto muitos dos seus homólogos não aguentaram a pandemia, deu a cara durante os dois anos de covid-19. Mas a "resiliência" de Marta Temido à frente do Ministério da Saúde chegou ao fim na madrugada desta terça-feira com um pedido de demissão já aceite por António Costa. 

 Veja no   YouTube  . 

 Saiba mais: 

 
	   Marta Temido: os casos que abalaram o mandato   
	   Terceiro Governo de Costa: cinco meses, dez polémicas   
	   Costa diz que “desta vez” teve de aceitar pedido de demissão de Temido</video:description>
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      <video:title>Serra da Estrela</video:title>
      <video:description>Serra da Estrela</video:description>
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      <video:title>A curiosidade pelas orcas levou Filipa Samarra até à Islândia e por lá ficou à procura de respostas</video:title>
      <video:description>O ferry é suficientemente grande para engolir dezenas de carros, autocaravanas e até camiões com contentores, pelo que a chuva e vento fortes não parecem afectar muito a sua navegação, entre o Islândia continental e o arquipélago de Vestmannayejar, onde nos vamos encontrar com Filipa Samarra. Partimos já com a certeza de que parte do nosso objectivo não vai ser cumprido - poder sair com a investigadora de barco, para tentar encontrar as orcas (Orcinus orca) que ela tem como alvo primordial de estudo. Para o dia seguinte, praticamente toda a Islândia está sob aviso amarelo, fustigada por uma ventania gelada que não permite sair para o mar. Não vamos, por isso, ver orcas, mas o entusiasmo da investigadora portuguesa por estes animais quase nos faz esquecer o desapontamento. 

 “Durante os três meses de Verão, sempre que possível, saímos para o mar. Seja a que dia for e a que hora for, mas hoje está muito mau tempo”, desculpa-se a bióloga, formada na Universidade dos Açores, que começou a visitar a Islândia em 2008, para estudar a comunicação das orcas que ali se encontram, no âmbito da tese de doutoramento que estava, então, a fazer na Escócia. 

 “Seja a que horas for” é um conceito bastante comum no Verão islandês, onde o sol praticamente não se chega a pôr, nas regiões do Norte, e onde a luminosidade nunca chega a desaparecer, nas três horas entre o momento em que se põe e aquele em que nasce, mais a sul. Mas, neste dia, a hora pouco importa, porque o vento corre com tal velocidade que, perto dos penhascos no limite da ilha, parece capaz de nos atirar para fora dos trilhos, em direcção ao mar que, em contrapartida, vê a água atirada pelo ar, juntando-se à chuva que cai durante quase todo o dia. 

   Veja a reportagem completa.</video:description>
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      <video:title>"Levámos um soco, mas não nos deitou abaixo". Serra da Estrela tenta recuperar do pior incêndio dos últimos dez anos</video:title>
      <video:description>Depois de semanas com o céu encoberto pelo fumo do violento incêndio que galgou encostas e encostas da serra, entre 6 e 17 de Agosto, chegar à Estrela num dia sem uma única nuvem no céu, totalmente pintado de azul, é um alívio. Se a entrada se der pelo lado de Gouveia, as consequências do fogo são uma realidade que demora a entranhar-se. Desta vez, as chamas não chegaram a esta encosta e a subida é feita entre o verde e o acastanhado de um terreno seco, já a prenunciar o Outono. 

 É preciso chegar ao topo e começar a descer em direcção a Manteigas, para que as primeiras encostas queimadas se anunciem. Para ver parte da encosta da margem direita do Zêzere pintada de negro, e ter, depois, as árvores queimadas e o solo de cinza mesmo ali ao lado do caminho, estendendo-se até ao troço da Estrada Nacional (EN) 232 que serpenteia pela serra, antes de chegar à vila. 

   Veja a reportagem completa.</video:description>
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      <video:title>Afastadas da vida pública, activistas afegãs abrem biblioteca para as mulheres</video:title>
      <video:description>As escolas secundárias para raparigas permanecem maioritariamente fechadas no  Afeganistão , depois de o regime taliban ter prometido a sua reabertura. A organização Crystal Bayat Foundation abriu agora uma biblioteca num centro comercial em Cabul, em conjunto com muitas activistas que lutam pelos direitos das mulheres desde o regresso do regime taliban. 

 Em Março, os taliban  recuaram na promessa  de reabrir os liceus para raparigas. Muitas adolescentes  permanecem impedidas  de entrar em escolas e de receber educação. Em simultâneo, muitas mulheres foram forçadas a deixar os empregos e a permanecer em casa, longe de actividades públicas. 

 O regime alega que respeita os direitos das mulheres de acordo com sua interpretação da lei islâmica e que estão a trabalhar para reabrir as escolas secundárias femininas. 

   Vê todas as notícias sobre o Afeganistão.</video:description>
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      <video:title>Os seis momentos que marcam meio ano de guerra na Ucrânia</video:title>
      <video:description>Em directo. Siga os últimos desenvolvimentos sobre a guerra na Ucrânia   
	   Guia visual: mapas, vídeos e imagens que explicam a guerra   
	   Especial: Guerra na Ucrânia   
 

 "O primeiro dia de guerra foi verdadeiramente um choque", reconhece Sandra Fernandes, especialista em Ciência Política e Relações Internacionais. "O que achávamos que era impossível, aconteceu", diz a professora que acordou em sobressalto, na madrugada de 24 de Fevereiro, com um telefonema de um canal televisivo a pedir-lhe um comentário sobre a recente invasão. 

 Desde as estradas com filas de carros a tentarem deixar a Ucrânia, até ao massacre de Bucha, houve vários momentos que chocaram o mundo  ao longo dos últimos seis meses de guerra . Mas foram, sobretudo, acontecimentos diplomáticos que Sandra Fernandes destacou. 

 O Dia da Vitória, celebrado em Moscovo a 9 de Maio com paradas militares imponentes na Praça Vermelha, foi um dos mais angustiantes para a investigadora. Pairava a ameaça de um ataque, possivelmente nuclear, ao ocidente. A visita de António Guterres a Moscovo e Kiev é designada como "humilhante" para a diplomacia das Nações Unidas. A reunião de Vladimir Putin e Recep Tayyip Erdogan no Irão realça as alianças emergentes com países não alinhados com os Estados Unidos. Por outro lado, a reunião dos chefes de Estados da União Europeia a 11 de Março, quando foi definida uma estratégia de sanções, reforçou perante o mundo a união europeia.  

   Veja todas as notícias sobre a guerra na Ucrânia.</video:description>
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      <video:title>Vindimas em Agosto: já se apanha uva em várias quintas do Douro</video:title>
      <video:description>Anos secos e temperaturas altas não são novidade para o Douro, mas as condições que se fizeram sentir este ano levam Álvaro Martinho, duriense de 50 anos que sempre viveu na região, a classificar o ano vinícola em curso como sendo “de extremos”. “Tivemos dois factores climáticos extremos, o que complicou muito o ano. Ao nível do regime hídrico estimamos que até esta data ocorreu aqui pelo menos 50% da precipitação [normal] e, ao mesmo tempo, nesta parte final do ciclo, assistimos a temperaturas muito elevadas”, diz, lembrando que houve um dia em que foram registados 47 graus centígrados no Pinhão. 

 O resultado faz-se sentir em toda a paisagem. Levantando os olhos e o corpo das videiras sobre as quais se curva todo o dia, desde que a colheita começou, Natalina Ribeiro não tem dúvidas: “Este ano está mais seco, mesmo as videiras estão muito mais secas. Secou tudo muito rápido por falta de chuva”, diz. E não são apenas as videiras, garante Álvaro Martinho: “Basta olhar para a floresta aqui à volta, estamos a ver sobreiros, medronheiros, azinheiras, pinheiros a secar. É um ano muito extremo. Eu, pelo menos, não tenho memória de outro assim.” 

   Veja a reportagem completa</video:description>
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      <video:title>Pedro Rodrigues: o português responsável por 70 quilómetros quadrados de biodiversidade na Islândia</video:title>
      <video:description>Pedro Rodrigues chega de casaco quente e impermeável, gorro, uma gola que lhe tapa o rosto quase todo, luvas para distribuir, se for preciso, água e umas abençoadas barritas de cereais que hão-de ajudar a enganar a fome ao longo do dia. A manhã começa com chuva, quatro graus de temperatura e um vento gelado que varre tudo o que encontra pela frente, incluindo nós. A chuva há-de partir a meio do dia, mas não o vento, inusitadamente gelado para um dia de Verão, até mesmo aqui, bem no Norte da Islândia, a apenas três quilómetros do Círculo Polar Árctico. 

 E se para nós a única consequência deste frio e chuva é encolhermo-nos um pouco mais nos casacos e ansiarmos pelo refúgio de um carro ou um edifício quente, para as aves que ali nidificam está a ser bem pior - várias crias não estão sequer a conseguir eclodir. 

   Leia a reportagem completa.</video:description>
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      <video:title>Madrid sente fumo do incêndio da serra da Estrela, a 400 km de distância</video:title>
      <video:description>O incêndio no parque nacional da Serra da Estrela começou no dia 6 de Agosto e foi dominado na sexta-feira, mas, depois de um fim-de-semana mais calmo, reacendeu-se novamente na segunda-feira, levando à evacuação de várias aldeias.  

 O presidente do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) alertou esta quarta-feira que o país vai passar por uma  terceira onda de calor a partir de sábado , dia 20. Depois de uma reunião com os ministros da Administração Interna e da Agricultura, Miguel Miranda deixou o alerta: “O problema do perigo de incêndio rural está ainda a meio da campanha.” 

  Leia os artigos completos:  

 
	   Fumo do incêndio na Serra da Estrela chega a Madrid   
	   Presidente do IPMA avisa para onda de calor a partir de sábado</video:description>
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      <video:title>Putin sobre Taiwan: depois do Leste da Europa, Ocidente quer controlar Ásia-Pacífico</video:title>
      <video:description>Numa mensagem em vídeo, gravada na residência presidencial de Novo-Ogariovo para ser transmitida na Conferência Internacional de Segurança de Moscovo, Vladimir Putin acusou o Ocidente de procurar estender-se à região Ásia-Pacífico de uma forma semelhante ao que, segundo diz, a NATO tenta fazer na Europa. 

 "A situação na Ucrânia mostra que os Estados Unidos estão a tentar prolongar este conflito. Estão a agir exactamente da mesma maneira, alimentando o potencial conflito na Ásia, África e América Latina", afirmou o Presidente russo. 

   Veja todas as notícias sobre Vladimir Putin</video:description>
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      <video:title>Teresa Silva estuda o &lt;i&gt;krill&lt;/i&gt; há 15 anos e concluiu que o pequeno crustáceo está em declínio no mar Atlântico</video:title>
      <video:description>Em Portugal,  Teresa Silva  tirou o curso no Instituto Politécnico de Leiria e quando fez o estágio no Instituto de Investigação das Pescas e do Mar, em Matosinhos, foi já sobre um crustáceo: o camarão da costa. “Gosto de camarão e crustáceos, sempre gostei de trabalhar com eles. São diferentes”, diz, para logo exemplificar, entusiasmada: “O krill, quando não tem comida suficiente, consegue diminuir de tamanho, para poupar energia.” 

 A ida para a Islândia foi quase uma coincidência. Tinha familiares a trabalhar no país, incluindo o pai, o que a incentivou a partir também, durante o que pensava ser apenas uma temporada. “Vim em 2007, no intuito de ficar uns meses, ganhar algum dinheiro e voltar para Portugal, para tirar o mestrado”, recorda. Arranjou emprego numa fábrica de peixe, mas pouco depois foi convidada para ir trabalhar para o instituto a menos de 20 quilómetros a sul da capital. Chegou ali em 2008, como analista de zooplâncton, passou o mestrado à frente e fez directamente o doutoramento, em Ecologia do Krill na Islândia. Hoje é uma das investigadoras do centro que ocupa aquele que é o maior edifício em madeira da Islândia, inaugurado em 2019. E o trabalho expandiu-se muito para além do estudo do pequeno crustáceo que, confessa, continua a ser a sua “paixãozinha”. 

   Leia a reportagem completa.   

  Este trabalho integra um conjunto de reportagens realizadas com o apoio das EEA Grants.</video:description>
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      <video:title>Fogo com início na Covilhã atingiu os concelhos da Guarda e Gouveia</video:title>
      <video:description>As primeiras horas da manhã desta quarta-feira ainda faziam adivinhar um dia mais sossegado — até se esperava chuva, mas não chegou — do que o anterior naquela povoação e nas localidades vizinhas. Esse não foi o caso. O incêndio tem vindo a propagar-se ao longo dos dias:  chegou a Manteigas , alastrou-se a Verdelhos e, desse lado da ladeira,  ameaçou algumas casas de Sameiro . A noite de terça-feira acalmou as chamas, mas as temperaturas altas sentidas durante o novo dia e o vento que soprava em todas as direcções atiçava mais o fogo, que depressa se propagou. De tarde, já se tinha alastrado também à  Guarda e a Gouveia .</video:description>
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      <video:title>Há 16 anos que José Alves vai à Islândia estudar o maçarico-de-bico-direito e as alterações climáticas</video:title>
      <video:description>Há cavalos à solta e alguns pernas-vermelhas (Tringa totanus) e gritarem connosco, quando José Alves chega ao ponto de encontro, no acesso a Fridland í Flóa, uma reserva de aves criada em 1997, que o biólogo português nos apresenta com um sorriso: “É o paraíso das Limosas-limosas”. O investigador usa o nome científica dos maçaricos-de-bico-direito, que foram alvo da sua tese de doutoramento na Universidade de Aveiro e que continua a seguir, agora também como investigador visitante da Universidade da Islândia. Todos os anos, na Primavera e no Verão, é nesta ilha no meio do Atlântico Norte que o podemos encontrar. 

 Fridland í Flóa é uma zona húmida que se estende por cerca de cinco quilómetros quadrados, a partir de uma das margens do rio Ölfusá, o curso de água de maior caudal da Islândia. Resultado da confluência dos rios Hvítá e Song, ele corre ali placidamente, mas quase 90 quilómetros para Nordeste, um dos rios que lhe dá origem, o Hvítá, tomba, violento, de uma altura de 32 metros, formando as espectaculares cataratas de Gullfoss, que com o seu arco-íris permanente e vários patamares de queda de água, são uma das muitas atracções naturais da Islândia. 

   Veja a reportagem completa.</video:description>
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      <video:title>O que é a sofisticação? No novo vídeo, Trypas Corassão vão à feira dar uma lição irónica sobre o luxo</video:title>
      <video:description>Irónico, interventivo e subversivo. Assim é o novo videoclipe da dupla  Trypas Corassão  para o tema  Lusho, Elegância, Sofisticação   do disco   Beleza como   Vingança ​ .  

 O vídeo, que se estreia aqui no P3, foi realizado por Francisca Marvão e surge como uma extensão do tema, numa “correlação completamente intrínseca”. Ao longo de quase seis minutos, Cigarra e Tita Maravilha, as metades das Trypas Corassão, posam e dançam em dois cenários bem distintos: o  Planeta Manas , espaço cultural em Loures, e a Feira do Relógio, em  Lisboa . Segundo Tita Maravilha, a ideia inicial era fazer um vídeo simples. Entre risos, afirma: “Acabou não acontecendo.” Explica ainda que o contraste entre o conforto do espaço cultural e a imprevisibilidade da rua, a cinematografia fabricada em estúdio e a cinematografia natural da feira foi propositado e essencial à construção do vídeo 

 “A nossa ideia era mesmo essa. Poder transitar entre os dois lugares. Pular da rua para essa imagem mais montada”, esclarece. Cigarra revela ainda que gravar na feira foi muito natural para as duas, por ter um ambiente  familiar : “O pessoal não tem noção que existe uma feira tão parecida com as nossas feiras lá no Brasil. Essas cores, esses objectos, essas roupas, essas pessoas, essa forma de estar na rua, tem muito a ver com a nossa gente.” 

  Com o videoclipe, a dupla brasileira a residir em Lisboa pretende “propor um novo olhar” sobre “o que é   luxo  , o que é elegância e o que é sofisticação”. O tema, que caracterizam como “muito irónico”, pega nestas noções e subverte-as, incentivando a reflexão.  Tita  Maravilha explica: “Chique mesmo é se alimentar. Pobreza pode ser sofisticação. Saudade é sofisticação. A feira, a réplica idêntica nos interessa muito. A democratização do acesso.”  

 Para Cigarra, é importante que o “vídeo seja possível em lugares distantes” e que reduza essas distâncias. Tita Maravilha esclarece: “É um trabalho em Portugal, apesar de Portugal e apesar do Brasil.” 

  Texto editado por Amanda Ribeiro</video:description>
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      <video:title>Lenda do humor, da televisão e da cultura brasileira. Jô Soares morreu aos 84 anos</video:title>
      <video:description>Apresentador de televisão, actor, encenador, realizador, escritor, pintor, músico, dramaturgo, tradutor, entre muitos outros ofícios ao longo de uma carreira de mais de seis décadas, tinha 84 anos. Estava internado, desde o final de Julho, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, por causa de uma pneumonia. A morte foi anunciada pela sua ex-mulher, Flavia Pedras, nas redes sociais. A causa da morte não foi ainda revelada.  

   Leia o artigo completo.</video:description>
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      <video:title>Mário Ferreira esteve três minutos com gravidade zero e é o primeiro português no espaço</video:title>
      <video:description>A 22ª missão do foguetão  New Shepard  que levou Mário Ferreira ao espaço partiu esta quinta-feira da base espacial Corn Ranch, no Texas, Estados Unidos, e aterrou em segurança pouco mais de dez minutos após o lançamento. 

 A viagem pode custar entre 195 mil a 293 mil euros e não emitiu dióxido de carbono durante o voo, mas continua, tal como outros foguetes, a representar um risco para a camada de ozono. A água injectada na alta atmosfera durante o voo, juntamente com o cloro, representa um risco para a camada de ozono e pode causar chuvas ácidas. 

   Leia a notícia completa.</video:description>
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      <video:title>Diana Niepce assume-se com um "D" grande e desafia-se em "O Outro Lado da Dança"</video:title>
      <video:description>Há uma voz interior que acompanha a bailarina e coreógrafa Diana Niepce enquanto ensaia movimentos em contraluz. Todos ouvimos o seu solilóquio em voz off, enquanto “rasga o corpo por dentro e mostra as entranhas” em O Outro Lado da Dança, que se estreia esta sexta-feira, em Coimbra, no Teatro da Cerca de São Bernardo, integrado na programação do festival de artes performativas de Montemor-o-Velho, Citemor. Interessa-lhe puxar o seu corpo ao limite, um corpo de quem “amassa, pisa, rebola”, explorar a gravidade e falar sobre corpo fora da norma desta “fábrica de opressão de corpos” em que se tornou a dança, diz em conversa com o PÚBLICO. 

   Leia a reportagem completa.</video:description>
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      <video:title>China executa exercícios e dispara mísseis à volta de Taiwan. "Estamos preparados para o combate"</video:title>
      <video:description>“Os exercícios estão a começar”, disse a televisão estatal chinesa CCTV numa mensagem publicada na rede social Weibo pouco depois das 12h locais (5h em Lisboa). Os exercícios estão programados até domingo e abrangem seis zonas marítimas e aéreas em redor da ilha. Incluem “disparos reais de longo alcance” e “testes de mísseis convencionais”, disse a estação. “Esta é a nossa mensagem firme para os dirigentes mal-intencionados e as forças separatistas que querem a independência de Taiwan”, afirmou à CCTV um responsável da região militar Leste do Exército de Libertação Popular (ELP), Gu Zhong. 

   Leia a notícia completa.</video:description>
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      <video:title>O que incomodou Pequim na visita de Pelosi a Taiwan?</video:title>
      <video:description>Veja no YouTube   
 

 Nancy Pelosi é a mais importante representante norte-americana a visitar Taiwan em 25 anos. A sua visita a Taipei, onde expressou "solidariedade" com Taiwan e reforçou o compromisso dos EUA com a região, irritou a China. Porquê? 

  Leia também:  

 
	  China ensaia operação militar “para a reunificação” depois de Pelosi prometer “não abandonar Taiwan”</video:description>
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      <video:title>Gustavo Sousa, ex-Weis e agora Maudito, estreia esta sexta-feira um novo single, &lt;i&gt;Juro&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Portuense, de seu nome Gustavo Sousa, revelou-se no panorama do hip-hop nacional  como Weis , nome artístico que usou até 31 de Dezembro de 2019, trocando-o por Maudito. Foi assim que, em 2020 estreou o single  Dá-me espaço , antecipando o EP   Troca Tintas  , com sete temas ( Deve ser engano ,  Calma ,  Isso é comigo ,  Dá-me espaço ,  Incompatíveis ,  Dr.?  e  Intro ) e a participação de Beiro (que também produziu), DJ Ketzal, Sien Flamuri e João Não. O single   Dá-me espaço   (com João Não) foi um dos 35 temas da colectânea  Novos Talentos Fnac 2020 . Nos meses seguintes, trabalhou com músicos como Cálculo, 808Luke, xtinto ou João Tamura. 

 Agora, depois de ter estreado no início de Fevereiro um novo single,   Indelével   (com xtinto), está de volta com mais um single,  Juro , com um videoclipe interpretado e realizado por ele próprio. Com música e letra de Maudito, Juro tem participação instrumental de Kabu, Fred Severo (guitarras, baixo e piano) e Paco Romero (saxofone), com arranjos de Beiro e Pedra.</video:description>
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      <video:title>No Sul de França, há um abrigo para os animais selvagens que sofrem com o calor</video:title>
      <video:description>Em França, todo o ecossistema está a ser profundamente afectado, não só pelo calor mas também pela seca prolongada, tornando  cada vez mais difícil que os animais selvagens encontrem comida e água . Ao Centre de Soins de la Faune Sauvage, um centro de abrigo para animais selvagens na região Sul dos Alpes Marítimos, a cerca de uma hora da cidade de Nice, chegam cada vez mais animais desidratados, desorientados e famintos. Sobretudo animais mais jovens, que estão a sair do ninho prematuramente em busca de ar fresco. 

 “Torna tudo mais complicado porque  as crias, como o ouriço bebé ou as crias de andorinhões que recebemos, saem do ninho mais cedo porque estão a tentar fugir do calor ",  explicou à agência Reuters a cuidadora Laura  Borderes. "É aí que se torna problemático, porque eles não conseguem ainda ser autónomos, então resgatamo-los e cuidamos deles. Mas quantos mais há, mais trabalho temos e mais complicado se torna.” Os impactos, explica, podem piorar nos próximos meses."Estamos a viver uma seca muito complicada e se não chover em breve, penso que será muito difícil para a fauna selvagem, e flora selvagem também.  Este é um Verão muito, muito, muito quente ." 

 A alimentação disponível é um dos maiores problemas. Muitos dos animais que chegam ao abrigo vivem de uma dieta de insectos, cuja reprodução caiu a pique devido ao clima quente e seco,  destruindo os ambientes húmidos  de que precisam para se reproduzir, além de serem afectados pelo uso de agrotóxicos, acrescentou Helene Bovalis, fundadora do centro. 

 Para proteger a vida selvagem, defende Helene Bovalis, é preciso olhar para a perda de biodiversidade como um problema de saúde que afecta todos. “Globalmente, as mudanças climáticas têm impacto na saúde humana, mas estamos a lidar com aquilo a que chamamos 'One Health', ou seja, "uma só saúde", o que quer dizer que  a saúde dos animais, a saúde dos humanos e da biodiversidade como um todo, é a mesma saúde ."</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Rave&lt;/i&gt;, Viana do Castelo e os 15 anos de Neopop numa série de quatro episódios</video:title>
      <video:description>São 15 anos de Neopop na cidade que, "carinhosamente", passou a ser apelidada Capital do Techno. Para os assinalar, há uma série de quatro episódios —  15 Years With You  —, que mais do que um vídeo comercial, quer "transmitir outra  visão da música electrónica  e promover o espírito que se vive em  Viana do Castelo  durante os dias do festival", refere Gustavo Pereira, fundador do evento. 

 "Através de uma estética mais artística e sensorial tentamos captar as sensações vividas por personagens reais, com base na cultura  rave  do Neopop", explica Gustavo. O primeiro episódio, que se estreia esta terça-feira no P3, aborda "a pista de dança como um espaço libertador". Durante cerca de dois minutos vemos imagens de arquivo ou recolhidas especificamente para o efeito, acompanhadas de música "produzida por artistas nacionais presentes no  Neopop " e por uma voz  off   "que coloca questões e apela ao diálogo aberto entre todos". 

 É o espírito  rave  — "que foi sendo construído pela comunidade, ao longo do tempo, nas diversas partes do mundo — e também em Viana do Castelo", diz. A série quer abrir o apetite, deixando uma questão: onde começou, onde está e para onde vai a cultura  rave ? Para já, e depois de dois anos de interregno devido à pandemia, vai regressar à cidade minhota. Marca na agenda: de 10 a 13 de Agosto.</video:description>
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