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      <video:title>Frankie Chavez anuncia com &lt;i&gt;Cheguei bem&lt;/i&gt; o seu regresso aos álbuns de estúdio</video:title>
      <video:description>Depois de dois álbuns em parceria com Peixe,   Miramar   (2019) e   Miramar II   (2022), o guitarrista, cantor e compositor Frankie Chavez lança esta sexta-feira a primeira canção daquele que será o seu novo álbum de estúdio e onde se estreia a escrever canções em português. Chama-se  Cheguei bem  e o videoclipe conta com desenhos de Mónica Correia e animação de Sofia Cachim. O tema, explica ele no texto que o anuncia, surgiu-lhe em Dezembro de 2020, numa tarde soalheira e fria “em pleno Alentejo”: “A música apareceu de enfiada. Não sei porquê, mas lembrei-me imediatamente de enviar agravação que fiz no telemóvel ao Pedro Puppe. Talvez porque já tivesse pensado em começar a escrever letras em português e o Pedro ser um dos meus letristas preferidos. Dois dias depois enviou-me a letra e uma gravação da sua voz em cima daquilo que tinha feito. Percebi que a letra falava sobre mim e, à medida que mudava uma coisa aqui e outra ali, interpretei-a como se fosse minha.”  Cheguei bem,  a canção, segundo ele, “fala de nos reencontrarmos a nós próprios. De fazermos um balanço ao nosso caminho e de olharmos para nós aqui e agora. E percebermos que, apesar dos erros que tenhamos cometido, o que interessa é o presente e ao mesmo tempo ir aproveitando oque a vida nos traz.” 

 Nascido em Lisboa, em 30 de Abril de 1979, Joaquim Francisco Chaves transformou-se em Frankie Chavez quando ia lançar o  primeiro EP  (editado então pela Optimus, actual NOS). A esse EP, lançado em 2010, seguiram-se   Family Tree   (2011),   Heart &amp; Spine   (2014),   Ao Vivo em Coimbra   (lançado com a revista  Blitz , em 2017) e, em seguida, novo álbum de estúdio,   Double or Nothing  , que deve o título, com sabor a  western , ao facto de, à época, ele ter sido pai de duas meninas, depois de já ter em casa dois rapazes.</video:description>
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      <video:title>Constança Quinteiro volta aos singles com &lt;i&gt;Conta-me&lt;/i&gt;, ensinamentos nascidos de um luto</video:title>
      <video:description>Com um primeiro EP lançado em finais de 2021,   Aventurina  , Constança Quinteiro volta aos singles com uma canção nascida de um processo de luto,  Conta-me , que escreveu para a sua avó materna. “Apesar de ela ter partido há cerca de seis anos, demorei algum tempo a conseguir escrever uma canção que a homenageasse da maneira certa”, escreve ela no texto que anuncia o novo single e um videoclipe realizado por Ana Ladislau e Joanna Correia. “Não queria escrever algo triste, primeiro porque minha avó era uma pessoa alegre e cheia de vida e segundo, porque penso que temos que nos agarrar às coisas boas que ficam, às memórias, às recordações, aos ensinamentos, às experiências, à vida. Então decidi escrever uma mensagem para a minha querida avó Ana, onde quer que ela esteja, para lhe dizer o quão gosto dela e que apesar da saudade estou bem e continuo a lutar pelos meus sonhos.” Está ok 

 Nascida em Cascais, em 30 de Janeiro de 1991, mas crescida em Sesimbra, as músicas que mais fascinavam Constança na adolescência eram a soul e o rhythm’n’blues, como ela contou ao PÚBLICO em Dezembro de 2021. “Mais tarde, quando estive em Londres, comecei a interessar-me pelo R&amp;B alternativo, sobretudo o que se faz em Inglaterra, e, com a maior projecção dos músicos lusófonos, comecei a ouvir muito Dino d’Santiago, Mayra Andrade, e também mais música brasileira.” E foi em Londres que começou a gravar o seu disco de estreia, com produção de Miguel Ferrador, que estava também em Londres e já tinha produzido o EP dos Medvsa, duo que Constança formara em 2017 com um amigo e que foi finalista do EDP Live Bands em 2018. Agora, com  Conta-me , Constança espera que esta “sirva não só para trazer um pouco de luz e força a quem esteja a passar pelo processo de luto, mas também para que nos lembrar de que há que aproveitar cada momento com as pessoas de quem mais gostamos e não passar a vida a adiar os telefonemas aos avós, os almoços de família e os encontros com os amigos.”</video:description>
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      <video:title>Um bebé de plástico, uma sereia e tubarões: a marcha dos oceanos saiu à rua</video:title>
      <video:description>Lídia Nascimento tem ao colo um bebé com olhos feitos com plásticos recolhidos nas praias de Santa Cruz. "A  plastic  Mary representa o infeliz futuro dos bebés das próximas gerações se não fizermos nada em relação ao oceano". Na mão um biberão com pequenos pedaços de plástico misturados com água. "É isto que estamos a dar aos animais marinhos e nós também já temos microplásticos no sangue, está provado".   

 Juntamente com o marido, Lídia criou o projecto Mar à Deriva, com o qual organizam recolhas de lixo nas praias. À Marcha Azul pelos Oceanos associaram-se mais de 60 organizações nacionais e internacionais, e muitos cidadãos individuais. Cerca de 500 pessoas partiram da Gare do Oriente com destino à Avenida do Índico, uma das artérias laterais com vista para o Altice Arena, palco da  conferência da ONU sobre os Oceanos . 

 "O protagonismo dos oceanos está a chegar a casa das pessoas que não têm tão presente o papel fundamental que o oceano tem, não só no bem-estar mas também nas questões ambientais", acredita Maria Santos, 28 anos, analista de políticas públicas na Associação ambientalista ZERO. "Estamos a ver uma onda positiva de mudança nesse sentido." 

 Lisa Marques, designer e artista, vestiu-se de sereia, num fato feito com cordas e redes de pesca recolhidas em Peniche. "Demorou 15 dias a fazer. Tento dar a minha voz ao oceano, enquanto surfista também. Sinto que pertenço ao mar e à terra", diz, "e por isso sinto-me um pouco responsável por trazer os problemas do mar para terra".  

 Do mar vieram também os tubarões, ou melhor, membros do SEI - Sharks Educational Institute, uma associação de educação ambiental marinha de Oeiras. "Ao contrário do que se diz os tubarões não são os mauzões dos oceanos, são os guardiões dos oceanos. Temos de os proteger e não cortar-lhes as barbatanas para fazer sopa", explica Manuela Martins, do SEI.  

 A marcha teve por base um manifesto que reclama, entre outras medidas, a recuperação dos ecossistemas marinhos, o fim de todas as isenções e subsídios à pesca </video:description>
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      <video:title>“Se conseguíssemos captar todos os ginecologistas e obstetras do país, continuaríamos com dificuldades”, diz Marta Temido</video:title>
      <video:description>A ministra da Saúde, Marta Temido, reconheceu a dificuldade de responder às necessidades dos utentes do Serviço Nacional de Saúde, nomeadamente nas especialidades de obstetrícia e ginecologia, que nas últimas semanas viram vários serviços de urgência encerrar por falta de médicos. Numa audição na Assembleia da República que ocupou toda a manhã desta quarta-feira, Marta Temido admitiu que os concursos para médicos especialistas não respondem a todas as necessidades do sistema, mas reiterou que o Governo espera dar resposta a algumas delas através da contratação directa, dando ainda aos hospitais autonomia para preencher as vagas em aberto. 

   Leia a notícia completa.</video:description>
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      <video:title>Zelensky divulga imagens do ataque a centro comercial em Kremenchuk</video:title>
      <video:description>Aos líderes da NATO, Volodymyr Zelensky garantiu que a Rússia não desistiu de conquistar território para lá da Ucrânia. Para travar Putin, o Presidente ucraniano pede cerca de 5 mil milhões de euros por mês, mais armamento e novas sanções.​ 

   Leia a notícia completa</video:description>
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      <video:title>Cristina Clara regravou &lt;i&gt;Saia velhinha&lt;/i&gt; no Minho com o Coro da Fundação Castro Alves</video:title>
      <video:description>É mais um single do álbum   Lua Adversa  , com que a cantora Cristina Clara se estreou nas lides discográficas em Setembro de 2021 e do qual já foram publicados, em single e em videoclipe,   Lua  ,   Flor amorosa  ,   Real e abstrato   e   O Pajem  . Desta vez, foi gravado no seu Minho natal, como ela explica: “Estive recentemente em Vila Nova de Famalicão, onde tive um encontro afortunado com o Coro da Fundação Castro Alves, um coro popular e juntos criámos um novo arranjo do tema que foi filmado pelo pesquisador e videógrafo italiano Simone Cannova. No vídeo canta também a minha mãe [membro deste grupo coral] que foi, aliás, quem me ensinou o tema e achei interessante dar ênfase ao papel da mulher na preservação da tradição oral e sua propagação.” No vídeo, com Cristina Clara (voz e adufe), cantam Idalina Marques, Sofia Adriana Portugal e o Coro; nas percussões estão Tiago Manuel Soares, Sofia Adriana Portugal e Rui Caps Ferreira, responsável também pela captação e mistura. A dançar, estão Alcina Martins e Mariana Ribeiro. 

 Nascida no Minho, em Vila Nova de Famalicão, a 19 de Dezembro de 1983, Cristina Clara rumou a Lisboa após concluir o curso de Enfermagem no Porto, dividindo os seus dias na capital entre a música e o trabalho de enfermeira no Hospital de Santa Maria. Para dar mais tempo à música sem deixar a área da saúde, trocou de funções e instalou-se no Porto. O tema  Saia velhinha , que no disco tinha sido gravado por Cristina Clara com a sua irmã, foi escolhido para integrar a banda sonora da telenovela  Para Sempre , da TVI. 

 Ao vivo, e até Agosto, Cristina Clara tem várias apresentações previstas, das quais três já com data marcada: dia 7 de Julho no NOS Alive, no EDP Fado Café, às 17h15 e às 18h45; dia 8 no Festival Jardins do Marquês, em Oeiras, no espectáculo Roda de 2 convida Cristina Clara (19h35); e dia 19 de Agosto em Olhão, na Associação Cultural Re-Criativa República 14, em trio com Edu Miranda (bandolim) e Pedro Loch (guitarra clássica), às 21h.</video:description>
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      <video:title>Jason Momoa está em Lisboa por um “oceano saudável”</video:title>
      <video:description>A poucos passos do mar, o actor Jason Momoa (c onhecido por interpretar o papel de   Aquaman  )  ,  falou sobre a importância de proteger os oceanos, durante o  Fórum da Juventude e Inovação da Conferência dos Oceanos. A iniciativa decorreu em Carcavelos e nela participaram mais  de uma centena de jovens vindos de várias partes do mundo. 

 Na praia de Carcavelos,  os jovens foram surpreendidos  pelo actor Jason Momoa, conhecido pelo filme  Aquaman  e pelo seu papel de Khal Drogo em  A Guerra dos Tronos , e também pelo enviado especial das Nações Unidas para os Oceanos, Peter Thomson, que passou um “bastão da natureza” ao actor. Esta segunda-feira, já no Parque das Nações, o actor recebeu o título de embaixador das Nações Unidas para a Vida Marinha, que descreveu como uma "grande honra". 

 “Temos de ajudar o oceano”, afirmou Jason Momoa no domingo, depois de chegar à praia a pé – o mar estava “bruto” e perigoso para uma chegada de barco, como era esperado. “O oceano precisa de uma onda poderosa de mudança”, disse, em frente aos jovens que o rodeavam. É preciso deixar de lado os “hábitos poluentes e práticas insustentáveis” para se conseguir “preservar os oceanos e terras para as gerações futuras”. 

 O evento na praia de Carcavelos contou com discursos do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, e do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que também estiveram presentes esta segunda-feira na cerimónia de abertura da Conferência dos Oceanos.</video:description>
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      <video:title>"Tomamos o oceano por garantido", diz Guterres no arranque da Conferência dos Oceanos</video:title>
      <video:description>Os perigos que assolam os oceanos são tantos que enfrentamos “uma urgência oceânica”, equivalente à do clima, disse o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, na abertura da Conferência da ONU de 2022 sobre os oceanos, no Parque das Nações, em Lisboa. 

 Três mil milhões de pessoas dependem da biodiversidade costeira e marinha para sobreviver, o oceano fornece quase metade de todo o oxigénio que respiramos e, no entanto, todos os anos deitados oito milhões de toneladas de detritos de plástico nos mares, que ameaçam a segurança e sobrevivência das populações de peixes”, tinha diagnosticado antes o Presidente do Quénia, Uhuru Kenyatta, que com Marcelo Rebelo de Sousa preside à conferência, organizada pelos dois países. 

   Leia a notícia completa.</video:description>
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      <video:title>Quais os perigos dos microplásticos? Onde é que já foram encontrados?</video:title>
      <video:description>Provavelmente vai ficar impressionado quando lhe dissermos que os microplásticos estão um pouco por todo o lado. Já foram encontrados num crustáceo na parte mais funda do oceano e até na neve do topo do Monte Evereste. Mas também os encontra bem pertinho de si, todos os dias, mesmo sem saber: no ar, na comida, na água, em produtos de higiene e cosmética - como pasta de dentes, cremes e produtos de maquilhagem -, em animais e até já dentro do próprio corpo humano. O que são, afinal, os microplásticos e que perigos representam? 

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 Saiba mais sobre o tema: 

 
	  O que são microplásticos? Quais os perigos?  
	  Os microplásticos são uma ameaça invisível, mas “estão em todo o lado”  
	  Microplásticos encontrados em pulmões humanos pela primeira vez  
	  Detectado microplástico no sangue humano pela primeira vez  
	  Plásticos: um problema à deriva que deixa os oceanos   doentes  
	  Microplásticos fazem viagens de (pelo menos) 4500 quilómetros pelo ar​  
	  Microplásticos podem levar parasitas para oceanos (e assim afectar a saúde humana)  
	  Microplásticos a flutuar nos rios europeus viajam até ao Árctico  
	  Estudo internacional detecta metais pesados e microplásticos no mar do Algarve  
	  Os microplásticos na atmosfera parecem estar (por agora) a arrefecer a Terra  
	  Os microplásticos caem com a neve e a chuva. E estão por todo o lado</video:description>
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      <video:title>Escritores que lêem o mar: Lídia Jorge</video:title>
      <video:description>Lídia Jorge escolheu a Praia da Falésia, em Boliqueime, para ler um excerto do livro  Ode Marítima , de Fernando Pessoa. 

 A Conferência dos Oceanos das Nações Unidas, que decorre em Lisboa entre 27 de Junho a 1 de Julho, pretende impulsionar a comunidade internacional a adoptar soluções para a gestão sustentável do oceano, incluindo o combate à acidificação da água, poluição, pesca ilegal e perda de habitats e biodiversidade. 

 Esta conferência da ONU, que a pandemia de covid-19 adiou de 2020 para este ano, é co-organizada por Portugal e pelo Quénia.  

 A ONU fixou dez metas a alcançar entre 2020 e 2030 no âmbito do Objectivo de Desenvolvimento Sustentável 14, sobre protecção da vida marinha, como a prevenção e redução da poluição e da acidificação, a protecção dos ecossistemas, a regulamentação da pesca e o aumento do conhecimento científico. As Nações Unidas consideram a conferência de Lisboa como uma oportunidade para um apelo à acção para reverter o declínio da saúde dos oceanos.</video:description>
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      <video:title>Joe Biden “chocado”. Milhares manifestam-se contra e a favor do direito ao aborto nos EUA</video:title>
      <video:description>Há 13 estados nos EUA que deverão banir imediatamente o aborto, vários sem incluir excepções para gravidezes que resultem de violação e incesto. Mississípi tornou-se no primeiro estado a proibir interrupções voluntárias de gravidez, minutos depois do anúncio do Supremo. 

 O Presidente dos EUA apelou ao voto nos democratas nas eleições intercalares de Outubro, uma altura em que o Partido Republicano tentará recuperar a maioria nas duas câmaras do Congresso. 

 Há 49 anos que a decisão no caso   Roe vs. Wade  deu  o direito total da mulher a fazer um aborto nos primeiros três meses de gravidez. Agora o país voltará à situação que existia antes de 1973, quando cabia a cada estado decidir se proibia ou autorizava interrupções voluntárias da gravidez. 

 Saiba mais: 

 
	  Supremo dos EUA reverte decisão que estabeleceu o direito ao aborto  
	  Onde vai deixar de ser legal abortar nos EUA depois da decisão do Supremo?</video:description>
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      <video:title>Escritores que lêem o mar: Mário Cláudio</video:title>
      <video:description>Mário Cláudio​ escolheu a Praia da Aguda, em Vila Nova de Gaia, para ler um excerto do seu livro  Peregrinação de Barnabé das Índias . 

 A Conferência dos Oceanos das Nações Unidas, que decorre em Lisboa entre 27 de Junho a 1 de Julho, pretende impulsionar a comunidade internacional a adoptar soluções para a gestão sustentável do oceano, incluindo o combate à acidificação da água, poluição, pesca ilegal e perda de habitats e biodiversidade. 

 Esta conferência da ONU, que a pandemia de covid-19 adiou de 2020 para este ano, é co-organizada por Portugal e pelo Quénia.  

 A ONU fixou dez metas a alcançar entre 2020 e 2030 no âmbito do Objectivo de Desenvolvimento Sustentável 14, sobre protecção da vida marinha, como a prevenção e redução da poluição e da acidificação, a protecção dos ecossistemas, a regulamentação da pesca e o aumento do conhecimento científico. As Nações Unidas consideram a conferência de Lisboa como uma oportunidade para um apelo à acção para reverter o declínio da saúde dos oceanos. 

 Veja o vídeo de  Djaimilia Pereira de Almeida  e do  Afonso Cruz .</video:description>
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      <video:title>Quem é Vladimir Putin? Retrato do homem que enganou o mundo</video:title>
      <video:description>Veja no  YouTube  
	  Veja também: Zelensky, o "cidadão comum" que fala como Churchill  
 

 Há 20 anos, enganou os oligarcas que nele julgaram ver um meio para manterem o poder. A bandeira do combate à corrupção, que lhe garantiu popularidade no primeiro mandato, rapidamente caiu por terra. E em 2022, contra a expectativa de muitos, iniciou um conflito armado que despertou o fantasma, há muito temido, da guerra na Europa.  

 José Milhazes, jornalista e antigo correspondente do PÚBLICO na União Soviética (mais tarde Federação Russa), e Maria Raquel Freire, investigadora do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, destacam os momentos-chave que moldaram a liderança de Vladimir Putin.</video:description>
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      <video:title>Will Samson assinala com &lt;i&gt;Echo Spring&lt;/i&gt; a edição do álbum &lt;i&gt;Active Imagination&lt;/i&gt; em vinil</video:title>
      <video:description>O álbum já tinha sido editado em CD, em Maio, mas agora chega às lojas em LP, em vinil. Chama-se  Active Imagination  é o mais recente álbum de Will Samson, que desde há uma década já gravara seis em nome próprio:  Balance  (2012),  Animal Hands  (2015),  Ground Luminosity  (2015),  Welcome Oxigen  (2017),  Paralanguage  (2019) e  Flow State Mosaic  (2021). Composto e gravado no período mais duro da pandemia, entre Janeiro e Dezembro de 2020,  Active Imagination  tem o selo da Human Chorus, uma editora criada pelo próprio músico, e dele já foram publicados em single e videoclipe dois dos seus nove temas:   Arpy   e   Shun  . Para assinalar a edição do álbum em vinil, Will Samson lança esta semana novo single e videoclipe:  Echo Spring . 

 Nascido em Oxford, no Reino Unido, em Dezembro de 1988, Will Samson teve uma vida nómada desde cedo. Primeiro, acompanhou os pais até à Austrália Ocidental, voltando ao Reino Unido dez anos depois. A partir daí, viveu entre Oxford e Berlim, Brighton e Lisboa, Bruxelas e Bristol, cidade do sudoeste de Inglaterra onde gravou o seu novo álbum, no espaço de uma antiga fábrica de cerveja. No texto que anuncia este novo single e a edição do álbum em vinil, Will Samson fala assim deste nomadismo: “A minha árvore genealógica está tão espalhada pelo mundo, que muitas vezes penso que me está no sangue esta necessidade de mudança. Talvez na procura de um lugar que realmente me pertença”.  Active Imagination , o álbum, é também marcado por estas mudanças: “Sem um lar ancestral meu, ou antes, com uma série de possibilidades, é fácil sentir uma conflituosa crise de identidade – mesmo que a um nível subtil. Esses sentimentos aparecem muitas vezes como sonhos que depois dão forma a canções.” 

 Will Samson tem quatro concertos marcados para apresentação do seu novo disco. Dois são no âmbito do festival Sons em Palco Super Bock, ambos no  Maus Hábitos , o primeiro no dia 14 de Julho, em Vila Real (23h), e o segundo dia 15, no Porto (21h30). Depois actuará no dia 23 de Julho no espaço  BOTA </video:description>
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      <video:title>João Farinha estreia nova versão de &lt;i&gt;Maria Faia&lt;/i&gt; em homenagem a José Afonso e Fernando Machado Soares</video:title>
      <video:description>Cinco anos após o lançamento e apresentação em vários palcos do  disco  Sim , com os Fado ao Centro , o cantor de Coimbra João Farinha anuncia um disco a solo para Setembro ( Ao Vivo ) e estreia agora um dos temas desse disco,  Maria Faia . Tema do cancioneiro popular da aldeia raiana de Malpica do Tejo,  Maria Faia  foi gravada por  José Afonso no álbum  Traz Outro Amigo Também , de 1970 , sendo mais tarde  regravada Fernando Machado Soares , outro nome ligado ao fado ou canção de Coimbra. É em homenagem a estes dois cantores que João Farinha decidiu fazer uma versão sua, em três tons, cantando-a ao vivo (assim foi captada para este videoclipe) juntamente com os músicos Hugo Gamboias (guitarra portuguesa), Diogo Passos (viola), José Rebola (guitarra eléctrica), Ricardo Mingatos (percussão) e Ricardo Melo (baixo). 

 No comunicado que anuncia o single e o álbum (com data de lançamento prevista para 26 de Setembro), diz João Farinha: “Há muito que queria interpretar  Maria Faia  e quando decidi levar o tema a concerto tive que me aperceber em que tom o poderia cantar. Qual não foi o meu espanto quando percebemos que poderia ser tocado em 3 tons distintos ganhando sempre nuances alternativas. Fiz o repto de tocarmos cada uma das quadras num tom diferente, em crescendo. Gostámos tanto do resultado, que agora é tema obrigatório em qualquer dos meus concertos!”</video:description>
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      <video:title>Paganini ajuda a conhecer os vinhos da Quinta do Monte d'Oiro</video:title>
      <video:description>Coleccionador de arte, melómano, produtor de vinho e gastrónomo,  José Bento dos Santos , criador dos vinhos da Quinta do Monte d'Oiro, entende que existe uma triste falta de diálogo entre as artes. Mas ele faz o que pode. Usa diferentes interpretações do  Caprice No 24  para explicar os seus tintos da casta Syrah.</video:description>
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      <video:title>Escritores que lêem o mar: Djaimilia Pereira de Almeida</video:title>
      <video:description>Djaimilia Pereira de Almeida​ escolheu a Doca dos Pescadores, em Setúbal, para ler um excerto do livro  Os Pescadores , de Raul Brandão. 

 A Conferência dos Oceanos das Nações Unidas, que decorre em Lisboa entre 27 de Junho a 1 de Julho, pretende impulsionar a comunidade internacional a adoptar soluções para a gestão sustentável do oceano, incluindo o combate à acidificação da água, poluição, pesca ilegal e perda de habitats e biodiversidade. 

 Esta conferência da ONU, que a pandemia de covid-19 adiou de 2020 para este ano, é co-organizada por Portugal e pelo Quénia.  

 A ONU fixou dez metas a alcançar entre 2020 e 2030 no âmbito do Objectivo de Desenvolvimento Sustentável 14, sobre protecção da vida marinha, como a prevenção e redução da poluição e da acidificação, a protecção dos ecossistemas, a regulamentação da pesca e o aumento do conhecimento científico. As Nações Unidas consideram a conferência de Lisboa como uma oportunidade para um apelo à acção para reverter o declínio da saúde dos oceanos. 

   Veja o vídeo de Afonso Cruz.</video:description>
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      <video:title>Mais de 900 mortos e 600 feridos em sismo no Afeganistão</video:title>
      <video:description>O sismo de magnitude 5,9 na escala aberta de Richter provocou também mais de 600 feridos. Prevê-se que o número de vítimas aumente, uma vez que os trabalhos de resgate começaram há poucas horas. O terramoto terá sido sentido ao longo de 500 quilómetros por 119 milhões de pessoas no Afeganistão, às 5h30 (hora de Lisboa). 

 O Afeganistão é um país propenso a terramotos por estar localizado numa região tectonicamente activa. Estes desastres tendem a causar danos significativos no Afeganistão, sobretudo nas áreas rurais. 

   Leia a notícia completa.</video:description>
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      <video:title>Eneida Marta volta a erguer a bandeira da esperança na sua pátria com &lt;i&gt;Allan Guiné&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Quando lançou o disco   Nha Sunhu  , em 2015, Eneida Marta explicou o que a movia, em entrevista ao PÚBLICO: “Tenho o sonho de ouvir o nome da Guiné-Bissau na boca das pessoas da forma mais positiva possível. Porque acredito que o que Guiné tem de mau é uma gota no oceano, em comparação com aquilo que a Guiné tem de bom.” Agora, sete anos passados, dois dos quais ensombrados pela pandemia da covid-19, Eneida regressa com uma canção que replica o espírito de levantar bem alto, através da música e do canto, a bandeira da sua pátria:  Allan Guiné , um grito de esperança nos “bons ventos que estão por vir”. Com 20 anos de carreira e um primeiro disco lançado em 2001,  Nô Stória , a cantora Eneida Marta depressa se afirmou como uma das grandes promessas da música guineense, o que veio a confirmar-se não só na sua extraordinária presença em palco como nos discos seguintes:  Lôpe Kai  (2006),  Nha Sunhu  (2015) e   Ibra   (2019), este em memória do músico guineense Ibrahim Galissá, mestre de korá, que tinha tocado com ela nos três discos e em numerosos concertos e que morreu subitamente no início de 2019. 

 O single e videoclipe que agora se estreou,  Allan Guiné , nasceu durante a pandemia e antecipa o novo disco de Eneida Marta, produzido pelo seu filho, Ruben Azziz. Foi uma parceria que nasceu durante o primeiro confinamento de 2020, num momento em que a minha voz segurava a angústia da incerteza destes novos tempos”, escreve ela no texto que acompanha o lançamento. E “nasceu   Kuma , uma espécie de grito que me devolveu a urgência de cantar a Guiné- Bissau . Sem possibilidade de actuar ao vivo, ou de recorrer ao trabalho de outros colegas de profissão, virei-me para dentro de casa, e encontrei no meu filho Ruben o melhor produtor para o meu som. Começou a nascer este novo disco.” Gravado nos estúdios Broda Music, o tema  Allan Guiné  é da autoria de Tony Delgado (letra e música), com produção de Ruben Azziz e co-produção de Gerson Marta. As misturas estiveram a cargo da alXX.productions e a masterização de Mário </video:description>
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      <video:title>"É o meu  herói". Ben Stiller encontra-se com Zelensky em Kiev</video:title>
      <video:description>Ben Stiller, o actor norte-americano, encontrou-se na passada segunda-feira com ​ o   Presidente   ucraniano, em Kiev . Volodymyr Zelensky referiu a importância de continuar a falar acerca do conflito. 

 O actor e embaixador da Boa Vontade do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) viajou até à Ucrânia no Dia Mundial do Refugiado. Para além da capital, Ben Stiller visitou ainda áreas residenciais destruídas na cidade de Irpin, perto de Kiev, onde conversou com sobreviventes dos ataques russos e apelou, fazendo uma publicação conjunta com a ACNUR, por mais apoio para os refugiados ucranianos. 

   Leia a notícia completa.</video:description>
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      <video:title>Escritores que lêem o mar: Afonso Cruz</video:title>
      <video:description>Afonso Cruz foi o primeiro escritor a aceitar o desafio do PÚBLICO. Na Praia Azul, em Leça da Palmeira, leu um excerto do seu livro  Enciclopédia da Estória Universal: Mar  (editora Alfaguara Portugal). 

 A Conferência dos Oceanos das Nações Unidas, que decorre em Lisboa entre 27 de Junho a 1 de Julho, pretende impulsionar a comunidade internacional a adoptar soluções para a gestão sustentável do oceano, incluindo o combate à acidificação da água, poluição, pesca ilegal e perda de habitats e biodiversidade. 

 Esta conferência da ONU, que a pandemia de covid-19 adiou de 2020 para este ano, é co-organizada por Portugal e pelo Quénia.  

 A ONU fixou dez metas a alcançar entre 2020 e 2030 no âmbito do Objectivo de Desenvolvimento Sustentável 14, sobre protecção da vida marinha, como a prevenção e redução da poluição e da acidificação, a protecção dos ecossistemas, a regulamentação da pesca e o aumento do conhecimento científico. As Nações Unidas consideram a conferência de Lisboa como uma oportunidade para um apelo à acção para reverter o declínio na saúde dos oceanos.</video:description>
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      <video:title>“Deito-me e não consigo dormir”. Seca e guerra na Ucrânia aumentam a crise alimentar na Somália</video:title>
      <video:description>A UNICEF alertou para o risco de mortes de crianças em estado grave de subnutrição na Somália, Quénia e Etiópia. Mais de 1,7 milhões de crianças destes países precisam de tratamento com urgência, segundo a UNICEF. 

 “Vejo que a comunidade internacional, particularmente as nações ocidentais estão a dar mais atenção à Ucrânia do que às outras crises”, de acordo com Abdirahman Abdishakur, o representante do Governo da Somália para as Alterações Climáticas.</video:description>
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      <video:title>Santa Maria - A Ilha dos Gigantes</video:title>
      <video:description>O documentário Ilha dos Gigantes, que passa nesta segunda-feira na RTP1, às 22h45, explora o que está por trás e os efeitos das visitas que passaram a ser regulares do maior peixe do mundo e do seu séquito de atuns. 

   Leia o artigo completo.</video:description>
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      <video:title>Leo Middea revela &lt;i&gt;Se eu disser que quero um beijo&lt;/i&gt;, primeiro single de um álbum chamado &lt;i&gt;Gente&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Já lá vão sete meses desde que o cantor e compositor brasileiro Leo Middea celebrou os seus então quatro anos de residência em Portugal com a canção   Hello Goodbye , em single e videoclipe . Agora prepara um novo álbum para 2023, antecipando esta semana uma das suas canções,  Se eu disser que quero um beijo . Canção que celebra a vida e os encontros após o período mais crítico da pandemia da covid-19, Middea descreve-a, no texto que acompanha o lançamento, como uma música que faz querer “correr pro abraço e voltar para um lugar de carinho, aconchego e felicidade”. Daí o vídeo focar-se em movimentos que mostram “diferentes formas de reconexão com o mundo e com os próprios desejos e individualidades.” A inspiração no beijo é simbólica, já que ele não é explícito no videoclipe, e tem influências cinematográficas, incluindo o surrealismo do cineasta chileno Alejandro Jodorowsky, autor de filmes como  El Topo  (1970),  A Montanha Sagrada  (1973) ou   La Danza de la Realidad   (2014). 

 Canção e filme trazem também “referências de outras décadas, sons e lugares”, ainda segundo o texto de Middea: “O single teve a composição em Portugal, a produção na Holanda, mas a base e a inspiração vem do Brasil. Também há elementos electrónicos, percussões gravadas diretamente de São Paulo pelo músico Kabé Pinheiro e coros femininos inspirados na MPB dos anos 60 e 70.” 

 Nascido no Rio de Janeiro, em 27 de Abril de 1995, Leo Middea tem quatro álbuns, dois gravados no Brasil (  Dois  , 2014, e   A Dança do Mundo  , 2016) e dois em Portugal,   Vicentina   (2020), e   Beleza Isolar   (2020), este gravado em plena pandemia, como é visível na ironia do título. As suas principais influências, conforme disse ao PÚBLICO em Novembro de 2021, são Gilberto Gil, Caetano Veloso e Jorge Benjor (antes Jorge Ben), este pela complexidade das suas letras que aparentam ser simples. “Durante a pandemia, tentei conhecer outros artistas e géneros musicais também, mas durante a minha vida inteira esses três artistas foram os principais.”  Se eu dis</video:description>
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      <video:title>Mariana Reis fecha com &lt;i&gt;ainda ando assim&lt;/i&gt; a divulgação em videoclipes do seu EP &lt;i&gt;coisas por dizer&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Chega ao fim a publicação dos singles e videoclipes EP  coisas por dizer , de Mariana Reis, com o quarto e último tema do disco,  ainda ando assim . Lançado em finais de Abril, o EP começou a ser divulgado em Setembro de 2021 com   engana-me hoje, eu deixo  , seguido do tema-título,   coisas por dizer ,  lançado no dia 1 de Abril. O terceiro tema foi   há brilho na noite  , publicado no passado dia 1 de Junho. Agora,  ainda ando assim  (cujo título é grafado, tal como os restantes, sem maiúsculas) é uma canção que, segundo escreve Mariana Reis no texto que a anuncia, “fala sobre uma relação que houve no passado e que ficou sempre por ultrapassar”, “sobre querermos esquecer alguém mas não conseguirmos, é aquele amor da nossa vida.” É, diz ela, “um relato a meias entre um dilema: sabemos que esta relação ou pessoa já não volta mais e por isso fazemos de tudo para esquecer, mas ao mesmo tempo voltamos sempre a imaginar como seria se tudo voltasse. Há um lado de dor e desespero que fala sobre amarmos tanto alguém que até queremos que essa pessoa vá embora, para deixarmos de ter este sufoco. A pessoa já não é nossa, mas nunca deixamos de a amar, ao mesmo tempo que sabemos que as coisas não resultaram e queremos ficar livres desse dilema. Volta sempre a recaída eventualmente, voltamos sempre a imaginar que ainda é possível e portanto fala também sobre saudade, amor e sobre memórias de tempos felizes.” 

 Com letra e música de Mariana Reis (voz, coros, guitarras), os arranjos são partilhados entre ela e Francisco Nilo (coros, guitarras), que também assegura a produção. Produzido, realizado e dirigido por João Pedro Félix, o videoclipe tem a participação de Mariana Reis e João Pinto. 

 Nascida em Almada, no dia 8 de Setembro de 1996, Mariana Reis teve aulas de piano durante onze anos, dos 8 aos 19. Pelo meio, aos 14, aprendeu a tocar guitarra sozinha, utilizando depois os dois instrumentos para compor canções. A par disso, formou-se em gestão de empresas e dá aulas de piano em duas escolas, enquanto vai compondo pa</video:description>
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      <video:title>“Já não há muita gente a falar esta língua que eu falo”</video:title>
      <video:description>Quando olha em volta, a cada passo que dá, Jaime Forte apresenta-nos todos os seres que nos rodeiam. Conhece-os intimamente ou não os chamasse pelo seu nome em latim, dando assim conta do seu género e o epíteto específico. É uma relação com as plantas de longa data, tinha 12 anos quando a paixão de uma vida germinou. 

 “Terminei a quarta classe numa sexta-feira e na segunda-feira apresentei-me no Botânico para trabalhar. Estávamos a 15 de Julho de 1963 e fui para as estufas”, conta Jaime Forte, hoje já reformado. Esta “seiva” de jardineiro corria na família - o avô e o pai também metiam as mãos na terra do jardim da Universidade de Coimbra e Jaime estava ansioso: “Ia entusiasmado, a miséria era muita, o meu pai tinha quatro filhos”. Ia ganhar o seu primeiro salário: dez escudos por dia.</video:description>
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      <video:title>Serviço Nacional de Saúde. As experiências e os sonhos de duas gerações de médicos</video:title>
      <video:description>António Sarmento, médico e director do serviço de infecciologia do Hospital de São João, no Porto, palmilha os corredores do 2. º andar  como se estivesse em casa. Na verdade, o hospital é a segunda casa deste médico de 66 anos que completou 44 de carreira. A rotina é sempre a mesma: começa a trabalhar às 8h com paragem obrigatória pela sala de ambulatório, onde estão os enfermeiros e pela biblioteca, local onde, normalmente, reúne com o médico que esteve de serviço durante a noite. Pelos longos corredores, conversa com enfermeiros, auxiliares, doentes e familiares de doentes.  

  É no serviço de urgência do São João, dois pisos abaixo da unidade dirigida por António Sarmento, que Carolina Guimarães, internista de 28 anos diagnostica vários pacientes durante o dia. Trabalha 40 horas por semana, das 8h às 20h ou das 20h às 8h, mas se tiver pessoas para atender  não espera  pelo dia seguinte. “É por isso que eu digo há hora de entrar, mas não há hora de sair. Isto significa que, na verdade, nós temos 40 horas, mas depois temos muitas outras foras disto por amor à camisola e o horário vai facilmente para as 50 ou 60 horas”, explica ao PÚBLICO enquanto circula pelos corredores da urgência.</video:description>
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      <video:title>O que levou Maria a escolher o ensino público e Vítor o privado?</video:title>
      <video:description>Maria Sanches escolheu ser professora no ensino público. Esteve 17 anos a contrato, todos os anos um novo, sem saber ao certo onde daria aulas, até entrar, por fim, nos quadros. Nunca pensou em desistir. É na escola pública que se realiza, apesar da   burocracia que, diz, lhe consome tanto tempo  . E de na escola pública, segundo relata, ter de assumir tarefas de assistente social, de psicóloga, de enfermeira. Tudo isso, para além das aulas. Já   Vítor Bastos também passou pelo ensino estatal, mas acabou por escolher o privado. As tarefas extra-aulas que a colega de profissão relata estão menos presentes no colégio onde trabalha. “T  alvez seja uma vantagem do ensino privado. Fazemos apenas o necessário, com as direcções de turma por exemplo. Acho que a tendência, felizmente, é para tornar esta carga burocrática menos pesada”, reflecte.  

   Leia a reportagem completa.</video:description>
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      <video:title>Museu Nacional de Oslo abre as portas neste sábado</video:title>
      <video:description>O novo Museu Nacional de Arte, Arquitectura e Design, que este sábado pela primeira vez abrirá as portas ao público em Oslo, foi projectado pelo atelier Klaus Schuwerk, Kleihues + Schuwerk Architects. Alberga debaixo de um mesmo tecto as colecções de antigas instituições: da antiga Galeria Nacional, do Museu de Artes Decorativas e Design, do Museu de Arte Contemporânea, do Museu Nacional de Arquitectura e ainda do programa estadual de exposições itinerantes, Riksutstillinger.</video:description>
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      <video:title>"A minha lealdade sempre foi para com Sintra"</video:title>
      <video:description>Sintra. Nas palavras de José Cardim Ribeiro transborda o amor a esta terra, à sua paisagem, à sua história, ao seu património, às suas tradições. Foi a ela que dedicou a vida, por quem se bateu para que fosse protegida, tanto como paisagem natural como cultural, duas realidades indissociáveis, faz questão de sublinhar. 

 Era ainda um jovem historiador, com pouco mais de 20 anos e breves experiências a dar aulas numa escola e a trabalhar no Museu Nacional de Arqueologia, na Academia das Ciências e no Museu da Marinha, quando é desafiado, em 1977, para ser consultor da Câmara Municipal de Sintra na área do património arqueológico, artístico e etnográfico. “Aceitei imediatamente o convite embora economicamente fosse inferior ao Museu da Marinha”.</video:description>
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      <video:title>“Estamos disponíveis para aceitar aquela que for a solução com que o PSD está confortável”, diz Mariana Vieira da Silva sobre o novo aeroporto</video:title>
      <video:description>Procurar um “acordo alargado” entre os “dois maiores partidos” para evitar “andar para trás e para a frente” sempre que muda um Governo é a justificação dada pela ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, em relação à “disponibilidade” do executivo (de maioria absoluta) em sentar-se com o PSD para fechar um entendimento em relação à construção do novo aeroporto de Lisboa e à linha ferroviária de alta velocidade (TGV). 

 Em entrevista ao programa Hora da Verdade do PÚBLICO e da Renascença (que será integralmente transmitida às 23h), Vieira da Silva afirma que o Governo procura um “acordo sustentável no tempo” e por isso admite “ceder” àquela que for a vontade dos sociais-democratas, agora liderados por Luís Montenegro. A governante admite ainda mais entendimentos noutras áreas estruturais ou na escolha do próximo presidente do Tribunal Constitucional e sublinha a importância de “um partido de oposição forte”. 

 Sobre o novo líder, Mariana Vieira da Silva não se alonga em considerações, mas não esconde que o jogo político mudou nas últimas eleições e prefere agora destacar a “maioria tão significativa” da bancada social-democrata, distinguindo-a da restante oposição, os ex-parceiros de negociação e partidos à esquerda do PS. 

 Leia os artigos: 

   Fundação Berardo vai mesmo ser extinta, confirma Vieira da Silva   

   Governo admite que objectivos do PRR podem derrapar​   

   Mariana Vieira da Silva: “Estamos disponíveis para aceitar aquela que for a solução com que o PSD está confortável” para o novo aeroporto​</video:description>
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      <video:title>Black Mamba lançam &lt;i&gt;Love Is Dope&lt;/i&gt;, mais um tema a anunciar &lt;i&gt;Last Night In Amsterdam&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>A caminho do seu quarto álbum, os The Black Mamba estreiam esta sexta-feira, mais um novo tema em single,  Love Is Dope, e  num videoclipe com participação de Júlio Isidro. O primeiro single e videoclipe do novo álbum,   Crazy Nando  , foi lançado há um ano, em Maio de 2021, seguindo-se   Sweet Amsterdam  , estreado em Janeiro de 2022. Estes temas integrarão o novo álbum do grupo,  Last Night In   Amste rdam, com edição prevista para final deste ano. 

 Segundo o texto que o anuncia,  Love Is Dope,  “conta a história de uma relação tóxica, viciosa e conflituosa, que tanto eleva o parceiro, como o arrasta para os seus lugares mais escuros. A relação é equiparada a droga, a partir do momento que recebemos amor, a nossa vontade é de saber quando teremos a próxima dose, apesar de todos os seus defeitos e consequências.” Gravado no StudioMatrix em  greenscreen , com realização de Daniel “Didi Director” Mota e Arlindo Camacho na direcção de fotografia,  Love Is Dope  tem a participação de Tatanka, autor da letra (voz, guitarras e coros), Gui Salgueiro (teclados), Pity (baixo), Pombinho (teclados), Miguel Casais (bateria), Xico Fernandes (percussão) e TC Cruz (coros). 

 Fundados em Sintra, em 2010, com uma base musical assente em funk, soul e blues, The Black Mamba têm três álbuns gravados,  The Black Mamba  (2011),  Dirty Little Brother  (2014) e  The Mamba King  (2018). Em 2021 saíram vencedores do Festival RTP da Canção com  Love is on My Side ,  representando Portugal na Eurovisão , onde ficaram em 12.º lugar.</video:description>
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      <video:title>Um mural que fala pelos oceanos</video:title>
      <video:description>Quando Effe recebeu uma mensagem do jornalista Ian Urbina, pela rede social Instagram, lançou-se numa pesquisa. A  Effe, nome artístico de Filipe Ribeiro , de 24 anos, chegava o convite para pintar um mural numa parede de Lisboa que ilustrasse os problemas que os oceanos enfrentam. 

  “A minha relação com o oceano era a praia, talvez a alimentação, mas nunca foi algo que explorasse” , explica. Nasceu e cresceu no interior do Alentejo, longe do mar. “Agora percebo como é vasto e enorme.” 

 Foi perto do rio Tejo, em Alcântara, que Effe encontrou a parede ideal. Uma pequena “casa das máquinas” da empresa Águas de Portugal, que cedeu o espaço. “Temos a força do mar e os animais”, descreve Effe junto às paredes que pintou durante uma semana no mês de Maio. Com um percurso que passa pelo  webdesign , pela ilustração e mais recentemente a tatuagem, Effe escolheu como elementos uma carpa, uma andorinha e, claro, a força do mar. 

   Leia o artigo completo.</video:description>
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      <video:title>Uns sonham regressar, outros querem ficar. As histórias de três famílias ucranianas em Portugal</video:title>
      <video:description>Há cem dias, a Rússia invadiu a Ucrânia. Vita, Svitlana e os cinco filhos conseguiram fugir. Sasha estava em Portugal, mas voltou a Kiev para ir buscar as avós. Marina e Glip tiveram a “sorte” de sair antes de tudo começar. As três famílias deixaram quase tudo na Ucrânia. Em Portugal, estão a aprender a começar uma vida do zero sem saber se vão voltar ao seu país. 

   Veja a reportagem completa.</video:description>
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      <video:title>Uns sonham regressar, outros querem ficar. A história de três famílias ucranianas em Portugal</video:title>
      <video:description>Há cem dias, a Rússia invadiu a Ucrânia. Vita, Svitlana e os cinco filhos conseguiram fugir. Sasha estava em Portugal, mas voltou a Kiev para ir buscar as avós. Marina e Glip tiveram a “sorte” de sair antes de tudo começar. As três famílias deixaram quase tudo na Ucrânia. Em Portugal, estão a aprender a começar uma vida do zero sem saber se vão voltar ao seu país. 

   Leia a reportagem completa.</video:description>
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      <video:title>Depois de &lt;i&gt;Demência&lt;/i&gt;, o segundo tema de Carolina como Alda é &lt;i&gt;Amar não me salvou&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Foi em Novembro de 2021 que a cantora e compositora Carolina Costa, dos  Rope Walkers  (duo formado em 2019 por ela e por Rui Ferraz), decidiu lançar-se a solo com um tema inspirado num caso real,   Demência  , fruto de um ano vivido com uma tia em segundo grau. Não o assinou como Carolina, mas sim como Alda, nome que escolheu para a carreira a solo “por ser simples, curto, lido em várias línguas, sem grandes confusões com questões de acentos ou letras que possam não existir” e também como homenagem à sua avó paterna, que se chamava Alda. 

 Agora, ainda na construção de um EP a solo que deverá ser lançado apenas em 2023, volta a compor em torno de um caso real, aqui usado como inspiração. O tema,  Amar não me salvou , com letra e música de Carolina Costa, foi escrito após a leitura do  livro  Magazin  o ao Vivo , de Luís Miguel Vieira Costa e Ana Ventura , que relata a experiência de Luís Costa, conhecido por Magazino como DJ, que depois de lhe ter sido diagnosticada uma leucemia no final de 2019 foi infectado pela covid-19 num surto no IPO e esteve, na sequência disso, em coma induzido. A partir daí, começou uma campanha em torno da doença, com mensagens positivas (“Não basta existir, há que viver”, dizia) e o livro é parte dessa história. Luís Costa  viria a morrer dois anos depois , em casa, no dia 9 de Dezembro de 2021. Inspirada na sua história, Carolina escreveu esta canção, que é nas suas palavras um “reflexo da viagem incerta, mas também alegre que é a vida”, e gravou-a como Alda (voz e guitarra acústica), juntamente com Vítor Carraca Teixeira (guitarras eléctrica e acústica, sintetizadores, baixo eléctrico, coros, produção, mistura e masterização).</video:description>
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