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      <video:title>Mariana Reis foi buscar às suas &lt;i&gt;coisas por dizer&lt;/i&gt; mais um videoclipe, &lt;i&gt;há brilho na noite&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Começou com   engana-me hoje, eu deixo  , em Setembro de 2021, e em Março deste ano lançou, também num single com videoclipe, o tema-título do seu EP,   coisas por dizer ,  que foi lançado em finais de Abril, com mais duas canções (de títulos sempre grafados sem maiúsculas):  ainda ando assim  e  há brilho na noite . É esta última que agora se estreia, também com videoclipe, e que é explicada por Mariana com estas palavras, no texto que a anuncia: “Esta canção fala sobre o nosso outro lado que ninguém vê, um pouco como a  coisas   por dizer , fala das imperfeições que tentamos esconder. A ansiedade e a insegurança. Mas também sobre haver beleza na escuridão e que é normal não estar bem, a letra é escrita com uma analogia à noite, em que a noite é escura mas pode ser bonita e, tal como aquele nosso lado que tentamos esconder, são imperfeições que fazem parte de nós, mas somos bonitos assim.” Com letra e música de Mariana Reis,  há brilho na noite  conta com Francisco Nilo, que também assegurou a produção, no piano e nos coros. 

 Nascida em Almada, no dia 8 de Setembro de 1996, Mariana Reis teve aulas de piano durante onze anos, dos 8 aos 19. Pelo meio, aos 14, aprendeu a tocar guitarra sozinha, utilizando depois os dois instrumentos para compor canções. A par disso, formou-se em gestão de empresas e dá aulas de piano em duas escolas, enquanto vai compondo para si própria e para outras vozes.</video:description>
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      <video:title>João Gil estreia com Frankie Chavez um novo videoclipe, &lt;i&gt;Um pouco mais de atenção&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Estreia-se esta segunda-feira mais um videoclipe do novo álbum de João Gil,  46 JG 22 , cujo título remete para os seus 46 anos de carreira, completados este ano, que irá celebrar no dia 17 de Setembro no Coliseu dos Recreios, em Lisboa. O primeiro tema a surgir em videoclipe foi   A marcha da Polícia  , em Junho de 2020, seguindo-lhe   Folha Excel   (em Novembro do mesmo ano),   O exacto oposto   (Dezembro),   Quântica   (em Abril de 2021) e   O dedo do meio   (em Junho de 2021).  Um pouco mais de atenção , que agora se revela, é o sexto videoclipe do álbum  46 JG 22  e foi gravado com o guitarrista (e também cantor e compositor) Frankie Chavez. 

 No texto que anuncia o novo álbum, escreveu João Gil: “... A Pandemia isolou-nos é certo, mas proporcionou-me a total entrega ao trabalho e a procura incessante e bastante atlética da procura da expressão e do lugar que o performer cantor e intérprete deve ocupar na comunicação duma canção. Trabalhei como nunca, dia após dia, e com a disciplina diária onde e como deveria cantar. Temos feito vários espectáculos  Caixa de Luz , onde sobressai imenso o estímulo dos cenários e da arte da Ana Mesquita. Capitólio em Lisboa, Casa da Música no Porto, Teatro Municipal da Covilhã, foram até ver, alguns dos locais onde já estivemos. Tem sido uma enorme experiência e partilha com o público. É aí nesse sítio de partilha onde me encontro actualmente, e no qual me descobri/reencontrei há meia dúzia de anos. A voz e a alma, as palavras e o olhar delas, a música que sempre fiz, o 3 em 1...”</video:description>
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      <video:title>"A decisão que eu tomei era claríssima".  Fim de metade da ciclovia na Almirante Reis estava anunciado há um mês, diz Moedas</video:title>
      <video:description>Durante a reunião pública da Câmara de Lisboa, na passada quarta-feira, Ricardo Moreira do Bloco de Esquerda confrontou o presidente da câmara, Carlos Moedas, com as obras que estavam a decorrer na Avenida Almirante Reis. 

 Contudo, esta quinta-feira, Moedas anunciou que as obras de remoção já tinham sido anunciadas “há um mês” e garante que os trabalhos vão continuar. 

 Vários activistas protestaram no Twitter e exigiram soluções antes da remoção. Na avenida, entre ciclistas e motoristas, as opiniões divergem. 

   Leia o artigo completo.</video:description>
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      <video:title>Pierre Aderne estreia vídeo de &lt;i&gt;Vela Bandeira&lt;/i&gt; e lança o novo disco ao vivo no Rio de Janeiro</video:title>
      <video:description>Lançado em Fevereiro de 2022, o mais recente álbum do cantor e compositor brasileiro Pierre Aderne vai ser apresentado pela primeira vez ao vivo no Rio de Janeiro. Será este domingo, no Clube Manouche (às 19h) e com ele estarão Paulinho Moska, Rodrigo Maranhão e Zé Renato. Mas um dia antes ele resolveu estrear nas plataformas digitais um novo videoclipe, desta vez criado a partir do tema-título do disco,   Vela Bandeira  . Uma canção, com letra e música de sua autoria, onde ele diz “sou do Brasil, do samba e da dor”, “no luto, na luta”. 

 O vídeo, assinado pelo realizador português Carlos Isaac com montagem de Bruno Saraiva, reflecte de algum modo o que esteve na origem da canção e que Pierre  explicou deste modo ao PÚBLICO em Fevereiro : “Eu sinto muita saudade da Mata Atlântica, das espécies. E descobri um lisboeta, uma pessoa muito interessante, que adopta jardins, é louco por espécies tropicais e descobriu que oitenta por cento dessas espécies se dão em Lisboa. Então, fez cinco jardins e um deles é num terraço que é quase uma Mata Atlântica de onde se vê Lisboa, porque fica num prédio perto do miradouro da Graça. A capa do disco foi feita lá, eu nessa mata com um cavaquinho no colo e tirando uns lenços de dentro do cavaquinho. O nome Vela Bandeira lembra as velas da navegação, mas também velar uma bandeira, que é o que faz o Brasil agora.” No vídeo, onde Pierre canta e toca cavaquinho, com Camila Masiso, Joana Amendoeira (vozes) e Walter Areia (contrabaixo), há também uma vista aérea sobre Lisboa, tendo a margem Sul (com a ponte 25 de Abril e o Cristo Rei) no horizonte. Da ficha do vídeo constam ainda os nomes dos músicos Nilson Dourado, Karla da Silva, Tiago da Serrinha, João Pita e Nani Medeiros. 

 Nascido em Toulouse, França, de mãe brasileira e pai português (Ourém), com infância passada entre Brasília e o Rio e residente há mais de uma década em Portugal, Pierre Aderne tem sete álbuns gravados:  Casa de Praia  (2005),  Alto Mar  (2007),  Água Doce  (2010),  Bem Me Quer, Mar Me Quer  (2012),  Cabocl</video:description>
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      <video:title>O que é o &lt;i&gt; burnout &lt;/i&gt;?</video:title>
      <video:description>O que é o  burnout , ou, em português, síndrome do esgotamento profissional? Quais são as causas e os sinais? E como se trata? O PQ explica e descomplica.   

   Saiba mais sobre o tema:   

 
	   Burnout : um tsunami que engole millennials ​ 
	  Um quarto dos psicólogos tem sinais de  burnout  – mas 87% arranjaram estratégias para fazer frente à pandemia​  
	   Burnout : “Não é uma moda, é um problema de saúde pública”​  
	  Como as empresas — e o funcionários — podem evitar    burnouts   
	  À beira de um esgotamento? Aprenda a dizer “não”, sem medos​  
	  Pelo menos um terço dos cientistas tem sintomas de    burnout   
	  Maior  parte dos pais diz que confinamento aumentou o   burnout   
 

 Oiça também o nosso novo  podcast  sobre saúde mental:  “Porque é que estás a chorar? Não sei.” Quimbé no Terapia, o novo podcast sobre saúde mental</video:description>
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      <video:title>Tiroteio no Texas. “Quando é que vamos fazer frente ao lobby das armas?”, pergunta Biden</video:title>
      <video:description>Pelo menos 19 crianças e duas professoras morreram esta terça-feira num tiroteio numa escola primária no Sul do Texas, nos Estados Unidos. Este é pior tiroteio em escolas norte-americanas dos últimos 10 anos, desde o massacre na escola Sandy Hook, em Newtown. O tiroteio ocorreu na Escola Primária Robb, que se localiza num bairro residencial modesto na cidade texana de Uvalde, a cerca de 135 quilómetros de San Antonio. 

  Leia a notícia completa  

  Ataque na primária de Uvalde é o quarto pior na história dos EUA  

  “É uma repetição”: como as famílias das vítimas de Sandy Hook olham para o tiroteio em Uvalde, dez anos depois  

  Editorial: O argumento dos “problemas mentais” vs o lobby das armas</video:description>
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      <video:title>Marco Oliveira assinala com &lt;i&gt;Bailado das folhas&lt;/i&gt; o dia em que José Mário Branco faria 80 anos</video:title>
      <video:description>Cantautor e fadista, Marco Oliveira estava a trabalhar  no seu mais recente disco  com  José Mário Branco  como produtor quando este subitamente nos deixou, na noite de 18 para 19 de Novembro de 2019, aos 77 anos. Três anos passados, quando José Mário Branco completaria 80 anos neste 25 de Maio de 2022, Marco quis assinalar a data com um novo videoclipe, desta vez do  Bailado das folhas , poema que Alfredo Marceneiro recitava, acompanhado à guitarra, mas não cantava. Escrito por Henrique Rego, poeta popular que nasceu e morreu em Lisboa (1885-1963) e que foi quem mais versos escreveu para Marceneiro, ganhou aqui música pela primeira vez. “Foi uma encomenda que eu fiz ao Zé Mário”, explicou Marco Oliveira ao PÚBLICO, em entrevista, na altura do lançamento do sue disco. “Porque eu tinha ouvido o Marceneiro a dizê-lo, mas não havia uma melodia criada. Mas nunca pensei, na altura, que esse fosse o espírito do disco, que tivesse uma leitura tão grande antes e depois da partida do Zé Mário. Acabou por ser uma balada muito marcante, porque foi feita um mês antes de entrarmos em estúdio e gravada no último dia.” 

 A acompanhar o videoclipe, Marco escreveu estas palavras: “O José Mário faz 80 anos no dia 25 de Maio. Dentro de mim está mais vivo que nunca.  Bailado das folhas  é a balada que compôs e me ofereceu para cantar neste disco. É meu dever lembrá-lo sempre e agradecer por tudo o que continua a ensinar-me. É tempo de celebrar a sua presença nas nossas vidas.” Com Marco (voz e guitarra clássica) estão Ricardo Parreira (guitarra portuguesa) e Carlos Barretto (contrabaixo). Os arranjos, produção e direcção musical são de José Mário Branco, com supervisão artística de Manuela de Freitas e Ana Sofia Paiva. As misturas e masterização do disco, gravado nos estúdios Valentim de Carvalho entre 4 e 18 de Novembro de 2019 e editado pela Sony Music Portugal, são de António Pinheiro da Silva. O videoclipe é de Aurélio Vasques (ZulFilmes), com produção executiva da Espelho de Cultura e foi filmado no espaço SITIO (Lisboa) em </video:description>
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      <video:title>Pesticidas nas frutas: cidadãos devem "exigir transparência"</video:title>
      <video:description>As peras e as maçãs são das frutas produzidas em Portugal que apresentam maior quantidade de pesticidas considerados perigosos e que, por isso, já deveriam estar a ser substituídos por produtos com menos impacto na saúde humana e no ambiente. Esta é uma das conclusões de um  relatório que analisou a fruta fresca cultivada na Europ a em 2019. O documento, divulgado segunda-feira, foi elaborado pela rede ambientalista PAN Europa. 

 “As autoridades nunca chegaram a remover do mercado [estes produtos] como deveriam ter feito. Havia uma obrigação dos países membros [da União Europeia], incluindo Portugal, de limitar o máximo possível a presença [destas substâncias] e promover alternativas”, afirmou ao PÚBLICO Salomé Roynel, activista da Pesticide Action Network (PAN) na Europa, uma rede fundada em 1987 que reúne 38 organizações empenhadas na defesa do ambiente, promoção da saúde pública e dos direitos do consumidor. 

   Leia o artigo completo.</video:description>
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      <video:title>Metro de Kharkiv vai voltar a funcionar e deixa de ser abrigo para milhares de civis</video:title>
      <video:description>Durante os três meses de guerra, milhares de civis abrigaram-se no metro subterrâneo de Kharkiv, alguns dentro das carruagens dos comboios inativos e outros no chão das estações. Sendo “o lugar mais seguro” que os habitantes de Kharkiv encontraram, muitos receiam o regresso a casa, pois não há garantias que os bombardeamentos não retomem. Nataliia Lopanska, refugiada no metro há três meses, afirma que vê fumo sobre o céu vindo de uma cidade oriental de Kharkiv. 

 Contudo, a reabertura do metro da cidade de Kharkiv representa um símbolo de sucesso militar da Ucrânia.</video:description>
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      <video:title>Surto provocado pelo vírus Bunyaviridae já matou 18 pessoas no Iraque</video:title>
      <video:description>No Iraque reapareceu o vírus Bunyaviridae, detectado pela primeira vez em 1979. É transmitido por carraças que picam os animais e é posteriormente transmitido ao ser humano por duas vias: contacto directo com o animal infectado ou a ingestão da carne contaminada do animal. 

 Sendo uma “doença perigosa” que causa febre e sangramentos, de acordo com o dono da clínica veterinária Dora, há equipas que realizam a esterilização duas ou três vezes por semana, desinfectando todos os animais e as áreas que os rodeiam. Também existe uma sensibilização por parte dos funcionários do Ministério da Agricultura, em que explicam aos agricultores a doença em si e quais as medidas para conter a propagação. 

 De acordo com o Ministério da Saúde o vírus já causou 18 mortes e conta com mais de 90 casos confirmados, desde Março.</video:description>
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      <video:title>Varíola-dos-macacos. “Não há motivos para entrar em pânico”, diz especialista britânico</video:title>
      <video:description>"Este vírus não vai espalhar-se e afectar a população em geral, ou causar uma epidemia, como aconteceu com o novo coronavírus", diz  Jimmy Whitworth, professor da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres. Contudo, é incomum o facto de estar distribuído geograficamente com vários casos em muitos países.  

  Saiba mais sobre a varíola-dos-macacos.</video:description>
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      <video:title>Marcelo espera salto "enorme" nos próximos 20 anos de Timor-Leste</video:title>
      <video:description>O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, está em Timor-Leste desde quinta-feira com o objectivo de assistir à tomada de posse de José Ramos-Horta e às celebrações dos 20 anos de Timor-Leste livre. 

 Desde a sua chegada já conviveu com o povo timorense, visitou a feira de artesanato da capital, a Escola Portuguesa de Díli e a Escola Centro de Aprendizagem e Formação Escolar de Díli (CAFE), onde discursou e motivou os mais jovens. Também visitou o cemitério de Santa Cruz, palco do massacre de 12 de Novembro de 1991, e encontrou-se com o padre João Felgueiras, um português jesuíta conhecido pela sua dedicação ao povo timorense. 

 Depois da tomada de posse de José Ramos-Horta, Marcelo Rebelo de Sousa discursou na celebração dos 20 anos de independência do país. No seu discurso agradeceu ao seu homólogo em nome de todos os portugueses e falou da relação de ambos os países, enaltecendo o futuro dos dois povos.</video:description>
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      <video:title>“O país precisa de muita coisa além da Defesa”, diz Gouveia e Melo</video:title>
      <video:description>O responsável da Marinha tem pensamento próprio sobre o futuro e os meios necessários, sobre o lugar específico da Marinha nas Forças Armadas e sobre o mar, a nossa última fronteira. “Somos muito mais mar do que terra”, observa.  

  Gouveia e Melo não espera ou deseja nada do Orçamento de 2023: “Faço o melhor que posso com o que o país me disponibiliza”. Está prevista a aquisição de um navio multi-propósito " no sentido em que vai operar  drones subaquáticos, drones de superfície e drones aéreos ", explica o  chefe do Estado-Maior da Armada.  O navio irá representar "um salto tecnológico muito elevado", com vista "a substituir as futuras fragatas e que sejam simultaneamente uma oportunidade de negócio para a indústria nacional e para o nosso conhecimento tecnológico".</video:description>
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      <video:title>“Peço que me perdoe”. Vadim é o primeiro soldado russo a ser julgado por crimes de guerra</video:title>
      <video:description>O julgamento do primeiro soldado russo a confessar um crime de guerra na Ucrânia decorre no tribunal de Kiev. Vadim Shishimarin matou a tiro um homem desarmado, de 62 anos, na aldeia de Chupakhivka. O crime ocorreu a 28 de Fevereiro e Shishimarin confessou o assassinato do civil ucraniano na passada quarta-feira. 

 Durante o julgamento, Kateryna Shalipova, a viúva do civil morto, perguntou directamente a Vadim se ele se arrependia do crime que cometeu. O arguido, presente no tribunal dentro de uma cela de vidro, respondeu que sim. 

 O rapaz de 21 anos, com dois irmãos e duas irmãs, pode receber a sentença de prisão perpétua.</video:description>
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      <video:title>Águas subterrâneas: protegê-las ou utilizá-las muito mais?</video:title>
      <video:description>Protegê-las o mais possível, usando-as apenas como último recurso, ou, pelo contrário, utilizá-las muito mais? Estão sobreexploradas ou subaproveitadas? As águas subterrâneas são um assunto que divide opiniões. O país é rico nelas, mas parece conhecê-las mal.</video:description>
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      <video:title>“A OMS não tem poderes especiais para intervir num Estado soberano”. Coreia do Norte com mais 1,4 milhões de casos de covid-19</video:title>
      <video:description>A Organização Mundial da Saúde (OMS) comunicou, na passada terça-feira, a sua preocupação face aos sucessivos casos “de febre” na Coreia do Norte. Ofereceu medicamentos, materiais médicos e vacinas para que o país recupere.  

   

 O Director-executivo do Programa de Emergências de Saúde da OMS, Mike Ryan, relatou como é preocupante que a Coreia do Norte não utilize “as ferramentas disponíveis” para que o surto estabilize. Contudo, afirmou que “a OMS não tem poderes especiais para intervir num Estado soberano.”  

   

 Kim Jong-un, o líder norte-coreano, anunciou que a resposta do seu país face ao primeiro surto foi “imatura” durante uma reunião com o Partido dos Trabalhadores da Coreia, na passada terça-feira. 

   

 Segundo a Amnistia Internacional, o regime de Kim Jong-un recusou, em 2021, a oferta de vacinas da AstraZeneca e da Sinovac. Também não quis aceitar, por duas vezes, vacinas oferecidas pela Rússia.</video:description>
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      <video:title>Viviane mostra mais umas &lt;i&gt;Cenas&lt;/i&gt; do seu novo álbum, anunciado para 27 de Maio</video:title>
      <video:description>O álbum sai daqui a uma semana, mas Viviane quis antecipá-lo com a estreia de mais um tema, o quarto a ser divulgado. Depois de   Quando tiveres tempo   (o tema-título do novo disco), de   Oh! Meu pequeno país   (premiado pela SPA em Agosto de 2020) e de   Mundo digital  , chega agora a vez de  Cenas , uma canção com letra de Luiz Caracol e música de Viviane e Tó Viegas e aqui interpretada por Viviane (voz, flauta, adufe), Tó Viegas (guitarra portuguesa, adufe), João Vitorino (guitarra eléctrica), Filipe Valentim (teclados), Ivo Barata (bateria) e Bruno Vítor (baixo). Além dos quatro temas já estreados, o novo álbum de Viviane, que durante anos foi a voz dos  Entre Aspas , terá mais seis canções:  Com o fogo não se brinca  (Viviane, Adília Lopes),  Maricotinha  (Viviane, Tó Viegas e Cátia Mazari Oliveira, que conhecemos como A Garota Não),  Todas as canções  (Renato Jr., Tiago Torres da Silva),  Decidiste voltar  (Viviane, Tó Viegas),  Ziguezague  (Viviane, Tó Viegas, Jorge Cruz) e  Escrevi o teu nome  (Viviane, Tó Viegas). O álbum será publicado no dia 27 de Maio em Portugal e em Junho no resto da Europa. 

 Nascida em França, em Nice, no dia 14 de Maio de 1972 e radicada desde os 13 anos em Portugal, onde foi co-fundadora e voz dos Entre Aspas (de 1990 a 2005), Viviane já lançou até hoje eis álbuns em nome próprio:     Amores Imperfeitos   (2005),   Viviane   (2007),   As Pequenas Gavetas do Amor   (2011),   Dia Novo   (2014),   Confidências   (2015) e   Viviane canta     Piaf   (2017). Em Junho de 2020 estreou o tema-título do novo álbum,  Quando Tiveres Tempo , e no segundo semestre desse mesmo ano celebrou a sua ligação a Portugal com a canção  Oh! Meu pequeno país . 

  P.S.:  Por lapso, indicou-se inicialmente neste texto que o novo disco de Viviane seria editado no dia 26, quando o dia de lançamento é no dia 27, sexta-feira. Aqui fica a devida rectificação.</video:description>
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      <video:title>Silk Nobre, ex-vocalista dos Cais Sodré Funk Connection lança-se a solo com &lt;i&gt;Sabe, sabe&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Uns hão-de conhecê-lo como cantor e músico, outros como actor e produtor. Integrou vários grupos (Shout, Funkie Messengers, Mister-Lyzard, Funk do Boi) antes de chegar aos  Cais Sodré Funk Connection  e com eles gravar três álbuns como vocalista. Agora, parte para uma nova aventura a solo e, como Silk Nobre (nome artístico de Fernando Nobre) lança esta sexta-feira um single com videoclipe:  Sabe, sabe . Gravado no Campo Pequeno com realização de Arlindo Camacho, o videoclipe pretende, segundo os seus promotores, dar rosto ao projecto a solo de Silk Nobre, “como interlocutor lusófono e praticante da fala crioula”, convidando-nos a uma “viagem pela história e herança da música negra na diáspora, segundo os estudos e ensinamentos dos clássicos criados pelos encontros atlânticos entre Portugal e África, num convite à festa, à dança, à celebração na era digital e das comunicações rápidas e da inteligência artificial.” 

 Com letra de Silk Nobre, que assina a música em parceria com Pity, o tema conta com as participações em estúdio de Silk Nobre (voz, coros), Pity (coros, guitarra, baixo, percussão), Gonçalo Pimenta (percussão), Ivo Costa (percussão), Vaiss Dias (viola, cavaquinho, guitarra), Gui Salgueiro (teclados), António Barbosa (rabeca) e David Pessoa (ferro). A supervisão linguística do crioulo foi de António Nobre. 

 Filho de pais cabo-verdianos e nascido em Moçambique, na antiga Lourenço Marques (actual Maputo), em 1971, como o mais novo de seis irmãos, Fernando Nobre tem no sangue uma herança genealógica que, segundo a sua biografia, vai da Guiné à Escócia. Impelido, com os pais, a deixar Moçambique no processo de descolonização, chegou a Portugal em 1979, com apenas oito anos, na vaga dos chamados “retornados”. No seu processo de integração foi absorvendo várias culturas, ouvindo “de tudo das janelas do seu saguão”: viu as festas de quintal no Areeiro, com “os mais velhos a bailar com as ‘damas’ de Marvila, testemunhou onde se fechava as noites no antigo  Bairro Alto dos anos 80 e 90, o convívio do rock</video:description>
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      <video:title>"Acabou o trabalho com dor". Espanha será o primeiro país com licença menstrual</video:title>
      <video:description>Foi aprovado pelo Conselho de Ministros espanhol, e sta   terça-feira,  a lei do aborto que possibilita a interrupção da gravidez a adolescentes de 16 anos, sem o consentimento dos pais. Esta lei regulamenta outras medidas a ser implementadas na sociedade espanhola: a educação sexual passará a ser obrigatória a todos os níveis de ensino e os métodos contraceptivos serão gratuitos. 

  Se o Parlamento aprovar,  Espanha será o primeiro país a implementar esta medida na sua legislação. 

   Leia a notícia completa.</video:description>
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      <video:title>Ucrânia cede controlo da Azovstal: "Precisamos dos nossos heróis vivos", diz Zelensky</video:title>
      <video:description>Foram retirados 264 militares da siderurgia da Azovstal durante a noite desta segunda-feira, ao fim de 82 dias de ataques. O controlo da cidade de Mariupol passa assim para as mãos dos russos e a Ucrânia a perde o seu último bastião na cidade. 

 De acordo com a vice-ministra da Defesa, Anna Maliar, 53 soldados feridos com gravidade foram transportados para um hospital na cidade de Novoazovsk, actualmente controlada pelos russos e mais de 200 militares foram encaminhados para Olenivka. Vai ter lugar um “processo de troca” de prisioneiros com a Rússia, para garantir que todos chegam a casa. Mas o parlamento russo já veio dizer que está a analisar a hipótese de proibir a troca. 

 Acompanhe a nossa  cobertura ao minuto da guerra na Ucrânia .</video:description>
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      <video:title>Funeral de jornalista da Al Jazeera marcado por violentos confrontos</video:title>
      <video:description>A polícia israelita entrou, esta sexta-feira, em violentos confrontos com dezenas de palestinianos que acompanhavam o funeral de  Shireen Abu Akleh.  A jornalista de 51 anos, da emissora Al Jazeera,  foi morta na Cisjordânia, enquanto cobria uma operação militar israelita.   

 Milhares de palestinianos prestaram homenagem à jornalista na cerimónia oficial em Ramallah, na sede da Autoridade Palestiniana na Cisjordânia. Mais tarde, o corpo seguiu para Jerusalém onde decorreu o funeral, que ficou marcado por violentos confrontos. 

 A morte de Shireen Abu Akleh ocorreu na sequência da mais recente onda de violência em Israel e nos territórios palestinianos. O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse estar “horrorizado com o assassínio” da jornalista e pediu uma investigação “independente e transparente” ao incidente. 

 Pelo menos 18 israelitas morreram em ataques palestinianos nas últimas semanas e mais de 30 palestinianos foram mortos em ataques ou confrontos com forças israelitas.</video:description>
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      <video:title>Era um relvado, quer ser uma floresta</video:title>
      <video:description>Leia a reportagem   aqui.</video:description>
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      <video:title>Guerra na Ucrânia. Entre as ruínas, o hospital de Chernihiv continua a trabalhar</video:title>
      <video:description>O Hospital de Chernihiv foi um dos edifícios mais afectados na região pelo ataque das tropas russas. Apesar dos danos evidentes, ainda continuam a prestar auxílio a quem permanece na cidade no norte da Ucrânia. Medicamentos e equipamentos médicos são os bens mais necessitados. Mas “é preciso muito dinheiro para restaurar o edifício”, diz o director do hospital. Há 44 doentes a receber tratamentos no hospital.</video:description>
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      <video:title>"Vocês causaram isto". Finlândia avança “sem demoras” com a candidatura à NATO</video:title>
      <video:description>A Finlândia está muito próxima de deixar cair o estatuto de neutralidade de décadas, depois de o Presidente, Sauli Niinistö​, e de a primeira-ministra, Sanna Marin, terem emitido um comunicado conjunto, esta quinta-feira, a defender a adesão do país à NATO “sem demoras”. 

 Esta decisão histórica, cuja oficialização ainda depende da aprovação dos partidos e do Parlamento, surge como consequência directa da invasão da Ucrânia pela Rússia, país que partilha uma fronteira de mais de 1300 quilómetros com a Finlândia. 
 
"Se perguntarem como [a Rússia] encara a adesão da Finlândia [à NATO], bem, se esse for o caso, se aderirmos [à NATO], a minha resposta será: “Vocês provocaram isto. Olhem ao espelho”", afirmou Niinistö.</video:description>
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      <video:title>Alterações climáticas colocam pinguim-imperador em risco de extinção</video:title>
      <video:description>Em Abril, a Organização Meteorológica Mundial alertou para o aumento das temperaturas, chuvas fora do comum e deslizamentos de gelo na Antárctida. Marcela Libertelli, bióloga e investigadora principal do Instituto Antárctico Argentino, afirma que o desaparecimento das colónias de pinguins-imperador teria "consequências sérias no ecossistema". 

 Os pinguins-imperador são os maiores de todos, medindo cerca de 1,15 metros. Conseguem mergulhar a uma profundidade de 560 metros e ficar debaixo de água pelo menos 20 minutos. Esta espécie reproduz-se na Primavera, sendo o macho a cuidar do ovo, enquanto a fêmea caça durante o tempo de eclosão. 

 Devido ao aquecimento global, desde 2017 que há um súbito deslizamento do gelo antárctico. Os pinguins-imperador, que  dependem do gelo para se   reproduzir,  estão em grave risco de extinção se as temperaturas continuarem a subir.</video:description>
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      <video:title>Elon Musk pode mudar o “algoritmo” do Twitter?</video:title>
      <video:description>Elon Musk quer mudar o algoritmo do Twitter. ​ Aos olhos do magnata,  que está em vias de comprar o Twitter,  as regras de moderação da plataforma para prevenir discurso de ódio e informação falsa chegaram à censura. “Estou preocupado com a parcialidade do ‘algoritmo do Twitter”, escreveu na rede social em meados de Março. Para Musk, aquilo que as pessoas escrevem na rede social só deve ser apagado se for ilegal e a forma como a rede social funciona deve ser óbvia para todos. “O algoritmo do Twitter tem de ser partilhado em código aberto”, insiste.  

 Só que  vários especialistas na área da tecnologia e liberdade de expressão estão preocupados com a visão de Musk, que consideram simplista e pouco informada . A lista inclui David Greene,  responsável pelo departamento de liberdades civis   da  Electronic Frontier Foundation (EFF),  uma organização sem fins lucrativos dedicada a proteger a privacidade e a liberdade de expressão no meio digital, e Eva Galperin, responsável pela cibersegurança daquela organização.   

  “É muito fácil dizer ‘quero ter uma plataforma que tem liberdade de expressão’. Muitas pessoas que se tornam responsáveis por plataformas   online   dizem isto. O difícil é operacionalizar isto sem [infringir] outras liberdades”, resume David Greene ao PÚBLICO. “Vimos isto durante a pandemia da  covid-19  quando os utilizadores das redes sociais partilhavam informação que ia contra as recomendações de saúde pública. Deixamos essa informação  online ?”</video:description>
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      <video:title>André ViaMonte estreia tema “contra a guerra ou todas as guerras que se possam perpetuar”</video:title>
      <video:description>Em Maio de 2020, reagindo à então recém-declarada pandemia da  covid-19 , o cantor e compositor André Viamonte estreou   Aqui  , canção “feita em contexto onde o medo tenta predominar devido a um vírus que invadiu o nosso quotidiano”. Agora, num tempo onde a palavra “guerra” voltou ao quotidiano europeu com a invasão da Ucrânia pelas tropas de Vladimir Putin, gravou uma canção intitulada  Deadfall  e gravou, a partir dela, um videoclipe com a participação do rapper B-LEZA. No texto que acompanha o videoclipe, em estreia esta sexta-feira, diz-se que “a Humanidade vive actualmente numa verdadeira corrente de informação onde ficamos imersos, ficando mais difícil relembrar o passado. Vive-se em ‘loop’ histórico, vislumbramos um futuro e esquecemos de todo um passado que nos alerta para acontecimentos que deveríamos aprender.” É contra este círculo vicioso que se insurge  Deadfall , “contra a guerra ou todas as guerras que se possam perpetuar.” Realizado por Tiago Costa, co-autor do argumento junto com André ViaMonte, o videoclipe conta com a participação de André Sá, Hugo Batista, Pedro Quintal, Miguel Cadilhe, Guilherme Diniz, Jaime Quental, Hugo Santos Silva, Miguel Garoupa e Rui Braga. 

 Nascido em Zurique, em 1983, filho de emigrantes, André ViaMonte viveu depois em Singen, uma cidade do Sul da Alemanha, crescendo a ouvir diferentes sonoridades e culturas musicais, do folclore português ao fado, à ópera, ao jazz, à bossa nova, até vozes búlgaras. Compôs cedo os seus primeiros temas, acabando por firmar aos 22 anos, e já em Portugal, um lugar na música, enquanto se formava em musicoterapia. Tem dois álbuns a solo:   VIA   (2016) e   MONTE   (2019).</video:description>
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      <video:title>Paulo Praça volta ao livro-disco &lt;i&gt;Onde&lt;/i&gt; num videoclipe filmado com José Cid</video:title>
      <video:description>É mais uma “estação” do lugar  Onde , com que Paulo Praça brindou Vila do Conde, onde nasceu. Desta vez, uma canção desse disco serve de mote a um videoclipe filmado na casa de José Cid, em Mogofores – porque Cid participou, como músico, no registo de  Amor num acordeão , que Paulo Praça explicou assim ao PÚBLICO quando o disco foi lançado: “Fala de um dia na minha infância, é de algum modo identitária e autobiográfica. É onde eu tenho a ‘costela’ Beatle mais definida e achei que o José Cid era ideal para entrar aqui. Ainda por cima canta um dos momentos da canção de que eu mais gosto, e que fala de quando eu ia para a Escola dos Correios ouvir a minha professora e no regresso a casa só queria brincar, mas sabia que me esperava o terço para rezar. Porque eu tive uma educação profundamente católica.” 

 Publicado no final do primeiro ano da pandemia, o quarto álbum de Paulo Praça é um disco, mas também um livro, um ensaio musical, poético e fotográfico centrado na terra natal do seu autor, Vila do Conde. Quarto trabalho discográfico a solo de Paulo Praça, depois de   Disco de Cabeceira   (2007),   Dobro dos Sentidos   (2010) e   Um Lugar Para Ficar   (2019), o disco   Onde   tem canções feitas a partir de poemas de José Régio, Ruy Belo e Valter Hugo Mãe, mas também de Jorge Cruz, Renato Maia, Simão Praça, Artur Cunha Araújo, José Coutinhas e do próprio Paulo Praça. Conta com a participação especial de  Fausto Bordalo Dias  e de José Cid e tem uma “embalagem” distinta: um livro de capa dura, com prefácio de Valter Hugo Mãe (poeta também ligado a Vila do Conde) e “um ensaio fotográfico de Cesário Alves”. 

 Nascido em Vila do Conde, em 18 de Outubro de 1971, Paulo Praça foi fundador dos grupos TurboJunkie, Grace e Plaza, integrou o projecto Amália Hoje, junto com Nuno Gonçalves, Sónia Tavares (ambos dos The Gift) e Fernando Ribeiro (dos Moonspell). Colaborou também com Pedro Abrunhosa e grupos como 3 Tristes Tigres, GNR ou The Gift.</video:description>
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      <video:title>"A Rússia é diferente". O essencial do discurso de Putin no “Dia da Vitória”</video:title>
      <video:description>Como esperado, o Presidente russo, Vladimir Putin, aproveitou o discurso do Dia da Vitória, comemorando a derrota da Alemanha nazi em 1945, para estabelecer uma comparação entre a vitória das tropas soviéticas sobre as tropas de Hitler e a actual invasão russa da Ucrânia. Ao contrário da especulação dos últimos dias, não fez anúncios formais sobre a ofensiva que as suas tropas levam a cabo na Ucrânia. 

   Leia o texto completo</video:description>
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      <video:title>O que é ser não-binário?</video:title>
      <video:description>Lê mais sobre o tema: 

 
	  Em cinco corpos “trans” e não-binários, há uma mão-cheia de causas: “Luto para que me ouçam”  
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      <video:title>"João Leão tem condições ímpares para dirigir o Mecanismo Europeu de Estabilidade"</video:title>
      <video:description>"João Leão tem condições ímpares para dirigir o Mecanismo Europeu de Estabilidade"</video:description>
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      <video:title>"Mais do que o simbolismo, precisamos de acção" na Ucrânia</video:title>
      <video:description>"Mais do que o simbolismo, precisamos de acção" na Ucrânia</video:description>
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      <video:title>"A Europa terá de encontrar mecanismos de compensação" da crise económica e social</video:title>
      <video:description>"A Europa terá de encontrar mecanismos de compensação" da crise económica e social</video:description>
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      <video:title>"O principal activo da União Europeia face a Putin tem sido manter-se unida"</video:title>
      <video:description>"O principal activo da União Europeia face a Putin tem sido manter-se unida"</video:description>
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      <video:title>Revisão dos tratados? “Não nos devemos distrair”</video:title>
      <video:description>Revisão dos tratados? “Não nos devemos distrair”</video:description>
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      <video:title>Vídeo: à boleia dos Super Dragões em dia de vitória na Luz</video:title>
      <video:description>No autocarro dos Super Dragões, sortudos são aqueles que conseguiram fazer a viagem entre Porto e Lisboa sentados. As viaturas alugadas pela claque foram claramente insuficientes para dar lugar a todos os adeptos — com muitos a viajar de pé —, mas o desconforto prolongado não foi dissuasor para os 3250 adeptos que ansiavam ver o clube campeão no estádio do maior rival. 

 
	 
	 Reportagem:  Cerveja, panados e confiança no título: como foi a viagem dos Super Dragões à Luz?  
	 
	 
	 Fotogaleria:  A festa nos Aliados e no Dragão</video:description>
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      <video:title>Como Putin usa o “Dia da Vitória” para afirmar o poder da Rússia</video:title>
      <video:description>Com a aproximação do dia 9 de Maio, o receio de uma declaração formal de guerra à Ucrânia cresceu, entre a comunidade internacional.  

 “Não é apenas sobre o feriado, é sobre anos de propaganda, que têm vindo a promover a importância da guerra e a convencer os russos de que devem apoiar o Governo, contra esta agressão do Ocidente. E a Ucrânia é agora retratada do mesmo modo”, explica ao PÚBLICO Anton Shirikov, antigo jornalista russo e actual investigador na Universidade do Wisconsin.</video:description>
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      <video:title>Emoção no anúncio da primeira pessoa negra e homossexual como porta-voz da Casa Branca</video:title>
      <video:description>Karine Jean-Pierre é a nova porta-voz da administração Biden e, dentro de semanas, substituirá Jen Psaki, anunciou a Casa Branca na quinta-feira. Foi com emoção que a própria Jen Psaki falou aos correspondentes com quem reúne diariamente. O novo rosto que fará a ponte entre o Presidente e os jornalistas já trabalhava com Jen Psaki e é a primeira pessoa negra e homossexual a ocupar este cargo, referiu a actual porta-voz visivelmente emocionada. 

 “Karine não traz apenas a experiência, o talento e a integridade necessárias para este difícil trabalho, mas continuará a liderar a comunicação sobre o trabalho do Governo Biden-Harris em nome do povo americano”, anunciou o Presidente em comunicado. “Jill e eu conhecemos e respeitamos Karine há muito tempo e ela será uma voz forte que falará por mim e por este Governo.” 

   Leia a notícia completa.</video:description>
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      <video:title>Habitantes de Pequim enfrentam novas restrições: "Sinto-me enjaulada"</video:title>
      <video:description>Na China, os casos de covid-19 têm vindo a aumentar. Xangai, a cidade mais populosa do país, está em confinamento rigoroso há mais de um mês.  

 Para não ficar com o mesmo cenário que Xangai, Pequim ​aumentou as restrições para prevenir novos surtos. Contudo, a maioria dos habitantes não está satisfeita com as restrições que consideram ser excessivas. Para uns, as restrições estão a afectar o negócio, para outros, como os entregadores de comida, nem tanto.</video:description>
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      <video:title>Imagens aéreas mostram bombardeamentos em Azovstal</video:title>
      <video:description>As imagens, divulgadas no dia 4 de Maio, não foram verificadas por um organismo independente e mostram chamas e fumo na fábrica de Mariupol. Centenas de soldados ucranianos estão escondidos nos  bunkers  subterrâneos, muitos estão feridos, tal como alguns civis.</video:description>
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      <video:title>Sofia Hoffman lança versão de um tema de Rui Veloso para anunciar o próximo álbum</video:title>
      <video:description>Um ano depois de lançar   Esperarei  , a primeira canção a ser revelada do seu próximo álbum, a cantora Sofia Hoffmann estreia esta quinta-feira, em single e videoclipe, um novo tema que fará parte desse disco:  Nunca me esqueci de ti , versão de um original de Rui Veloso e João Monge. Gravado com o pianista norte-americano John Beasley e o músico indiano Arjun Verma, no sitar, este é o segundo tema a ser divulgado do álbum  Rebirth , com edição marcada para 3 de Junho. Este álbum, sucessor de  One Soul  (2019), foi produzido durante a pandemia e conta com músicos como Rui Veloso, Rão Kyao e os sitaristas indianos Arjun Verma e Gaurav Mazumdar. 

 Nascida em Lisboa, em 16 de Janeiro de 1980, bióloga marinha de profissão e cantora, Sofia Hoffmann ligou-se cedo à música, começando a cantar aos 16 anos numa banda de liceu que interpretava versões e já alguns originais. Depois aprendeu guitarra clássica e estudou canto com Maria do Rosário Coelho [cantora lírica que morreu em 2011, aos 85 anos] e jazz com Laura Fedele, quando em 2006 se mudou para Milão por motivos profissionais. No regresso a Portugal, estudou voz e interpretação com a cantora Maria João e só depois gravou o primeiro álbum. Um retiro de meditação levou-a a ouvir pela primeira vez o som do sitar e a conhecer aquele a que chamou o seu mestre, ‘Acharya’ Roop Verma, discípulo de Ravi Shankar e de Ali Akbar Khan, dois grandes nomes da música clássica indiana. Com Roop Verma já doente (acabou por morrer em 2017), ela continuou a aprender com o seu filho, Arjun Verma, que vive em São Francisco, na Califórnia, conhecendo por via deste o músico Gaurav Mazumdar, seu actual professor.  Rebirth , o novo álbum, cruza assim as linguagens do jazz, da música portuguesa e da música indiana.</video:description>
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      <video:title>Habitante de Mariupol: “Não tenho nenhum sítio para onde ir”</video:title>
      <video:description>Tatyana Bushlanova, de 64 anos, não vai abandonar Mariupol, apesar dos esforços para retirar o máximo possível de habitantes da cidade. “Se eles me disponibilizassem um lugar para viver eu saía hoje daqui” diz, com medo de deixar a sua casa destruída. Decidiu ficar, juntamente com os 30 civis que foram retirados do complexo de Azovstal. 

 Os sucessivos ataques russos estão a impossibilitar as autoridades de retirarem todos os civis de Mariupol. O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirma que apenas 156 habitantes já foram retirados para a cidade de Zaporizhzhia.</video:description>
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      <video:title>É possível quantificar a dor da guerra? “Há motivos para questionar os números de todas as fontes oficiais”</video:title>
      <video:description>A 2 de Março, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos divulgou o segundo balanço oficial de baixas civis na Ucrânia,  desde o início da invasão russa, a 24 de Fevereiro.  Ao quinto dia de guerra, a ONU contabilizava 227 mortes de civis, das quais 15 eram crianças. No documento lia-se a mensagem: “números reais são muito superiores”. 

 A informação sobre o total de mortes civis no país tem variado, drasticamente, entre fontes.  Os dados das autarquias  são mais elevados do que os valores agregados do Governo ucraniano, que por sua vez são inferiores  aos divulgados pelas Nações Unidas.  A Rússia, por outro lado,  acusa a Ucrânia de encenar mortes  e insiste em negar qualquer envolvimento no assassinato de civis, no país vizinho. Mas afinal, porque diferem tanto os números e em quem devemos acreditar? 

 “Se alguém afirmar que sabe o número exacto de pessoas que morreram num conflito, está a mentir ou foi enganado”, alerta Jay D. Aronson, diretor do Centro de Ciência e Direitos Humanos da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos.  

 Para o investigador, que co-editou com Baruch Fischhoff e Taylor B. Seybolt o livro “Contar baixas civis”, tão importante quanto reconhecer a importância da contabilização das mortes que resultam de uma guerra, é a noção de que os números são actualizados e isso não é, necessariamente, um sinal de incorrecção. 

 “As pessoas ficam afeiçoadas a números. Vimo-lo acontecer no caso da Guerra da Bósnia. Torna-se parte da identidade histórica de uma sociedade e é difícil, depois, aceitar um número diferente, que representa a realidade, de certa forma”, defende, em entrevista ao PÚBLICO, investigadora no centro de estudos políticos da Universidade de Michigan e especialista em análise de dados na área de direitos humanos, Jule Krüger. 

 Uma tese partilhada por Taylor B. Seybolt, que aponta o frequente reconhecimento pleno dos números partilhados pelo Governo ucraniano. “Há uma grande diferença entre os dados divulgados pelas vítimas e por aqueles que</video:description>
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      <video:title>30 anos de crónicas de Frei Bento Domingues. "A primeira condição para escrever é ser livre"</video:title>
      <video:description>Diz que não gosta de escrever, que não tem esse dom. A conversa estende-se, como sempre acontece quando se conversa com alguém que se interessa pelo mundo sem reservas e que existe na dúvida. Este é um momento de celebração da alegria como ele quer que seja na Igreja e na vida. 

 Viver na insurreição é natural para quem escolheu a alegria de Deus em vez do Deus castigador que lhe apresentaram em criança. Frade dominicano, tem-se dedicado a lutar contra o que estraga, nome que dá ao pecado. Frei Bento Domingues escreve há 30 anos no PÚBLICO e quer continuar, insurrecto.</video:description>
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      <video:title>Frei Bento Domingues: "Temos de nos insurgir contra tudo o que está mal. É a isso que chamo insurreição"</video:title>
      <video:description>Frei Bento Domingues, a completar 88 anos em Agosto, conhecido pelas suas posições tantas vezes controversas no seio da Igreja Católica, homem de pensamento livre, faz trinta anos neste dia 3 de Maio que escreve crónicas semanais no PÚBLICO — a data será assinalada com uma conferência. Diz que não gosta de escrever, que não tem esse dom. A conversa estende-se, como sempre acontece quando se conversa com alguém que se interessa pelo mundo sem reservas e que existe na dúvida. Este é um momento de celebração da alegria como ele quer que seja na Igreja e na vida.</video:description>
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