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      <video:title>Cantora galega Erea Castro lança tema gravado ao vivo para assinalar o Dia da Mãe</video:title>
      <video:description>Começou a cantar cedo, ainda criança, mas só lançou um primeiro disco aos 31 anos, em 2021. E é desse disco, um EP intitulado  Arraial , que a cantora galega Erea Castro lança este domingo um tema,  Mãe  (no dia em que se celebra a mãe na Península Ibérica), mas numa versão gravada ao vivo na sua Salvaterra do Minho natal (Salvaterra de Miño, em galego). Nascida em 1989, no dia 14 de Fevereiro, Erea Castro – segundo a sua biografia – já cantarolava aos 3 anos, o que levou os pais a comprarem-lhe, a pedido dela, um rádio-gravador para que pudesse gravar o que ia cantando. Na escola, os professores também se apercebiam das suas capacidades, fazendo com que ela participasse em iniciativas como Ponte nas Ondas ou Meniños Cantores. Chegou a participar num festival da canção em Ordes (A Coruña), ficando em segundo lugar na categoria de profissionais – onde se inscreveu, embora fosse amadora, por já não haver vaga nas outras. A morte da sua avó materna e da sua mãe, em 2013, levou-a a abandonar o canto e a passar alguns meses em França. No regresso, quis voltar à música de uma “forma mais consciente”. Aprendeu português através de livros e da música (ouvindo Dulce Pontes, Mariza, Carminho, Ana Moura, Ada de Castro, entre outras vozes) e viajou pelo Porto e por Lisboa, dando voz, logo no início da pandemia, em Abril de 2020, à canção   Porto Cidade  , com letra de Arnaldo Trindade (esse mesmo, o fundador da etiqueta Orfeu) e música de Betó Souza Pinto. O  EP    Arraial   saiu em 2021 e nesse ano deu um concerto em Salvaterra do Minho (perto de Monção), onde foi gravado o videoclipe agora em estreia. Com Erea Castro (voz), estão Bernardo Viana (viola), Pedro Viana (guitarra portuguesa), Valter Rolo (piano), Frederico Gato (baixo) e Sertório Calado (percussão).</video:description>
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      <video:title>À entrada do Porto, Hazul pintou uma “passagem para outra dimensão”</video:title>
      <video:description>No centro histórico do Porto, a caminho do tabuleiro superior da  Ponte Luís I , a parede de um edifício renasceu pelas mãos de  Hazul Luzah . Sob a curadoria de  @kitato  (Luís Octávio Costa, jornalista do PÚBLICO), o artista ilustrou no início de Maio uma porta de entrada na cidade para lembrar a simbologia da passagem para algo melhor. 

 O projecto nasceu pela vontade de “dar arte à cidade”, como explica ao P3 Filipe Ferreira, proprietário da loja  Adoramus , dedicada a  produtos artesanais feitos em conventos , a quem pertence a parede usada para o mural. Desde que abriu o negócio na Avenida Vímara Peres que queria criar naquele espaço “discreto” e um pouco escondido “algo único que tivesse uma ligação com a loja”. A proposta foi lançada ao artista, apelando à criação de algo que se relacionasse com a vida de clausura. “O tema seria amor e o silêncio", diz Filipe Ferreira. 

 Perante este pedido,  o artista urbano  deu vida a  Limiar , que mostra um "local de passagem", mas está aberto à imaginação de cada um. "Não é só essa interpretação mais literal do que é uma porta, mas também a parte mais filosófica", diz. E completa: "A vantagem de fazer um símbolo tão universal é que tem várias camadas, tanto a mais literal e física, da entrada na cidade, como também uma mais metafísica, que tem mais a ver com a ideia de que podemos mudar e passar para outro sítio." 

 Assim, a mensagem que quer passar é a possibilidade de "sairmos do nosso quotidiano, que às vezes pode não ser o ideal", rumo ao que se desejar. "A porta significa essa passagem, em frente, para outro sítio", para "mudar o estado de alma" ou "passar para outra dimensão mental". 

 Sobre esta parceria, Filipe Ferreira diz que "há desafios que são para as pessoas certas" e Hazul "não foi bem uma escolha, mas uma sintonia". "Ele abre a porta, no imaginário dele, para a clausura e o silêncio [do mosteiro]", diz, completando que, na sua visão, este símbolo é a "entrada num mundo". 

 Ao contrário de muitos artistas,  Hazul  faz questão de pintar "</video:description>
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      <video:title>Captain Boy estreia videoclipe do tema-título do seu primeiro álbum em português, &lt;i&gt;Domingos Lentos&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Chega esta sexta-feira às plataformas digitais o tema-título do novo álbum de Captain Boy, o primeiro escrito em português e não em inglês como os anteriores. Chama-se  Domingos Lentos , e, segundo os seus promotores, inspira-se em escritores como Charles Bukowski e Hermann Hesse e “fala sobre autodestruição, perda e descoberta.” O videoclipe, realizado por Giliano Boucinha e Captain Boy, foi gravado num moinho em Torres Vedras e o single tem produção de Giliano Boucinha e Pedro Sousa Moreira, na Casa do Vento, com masterização de Timothy Stollenwerk (Morphine, Kevin Morby, Chromatics). 

 O álbum, que estará disponível em breve nas plataformas digitais, vai ser apresentado ao vivo pela primeira vez no próximo dia 7 de Maio, no Centro Cultural Vila Flor, Guimarães. Mas primeiro Captain Boy ir actuar no Festival Soundcity, em Liverpool, Inglaterra, no dia 1 de Maio, com apoio da Fundação GDA. Este convite surgiu após ele ter passado pelo WestwayLab em 2019, o que lhe valeu ser seleccionado para o INES#talent 2020. 

 Alter-ego de Pedro Ribeiro, músico e compositor vimaranense, Captain Boy lançou o seu primeiro disco, um EP homónimo, em 2015, com canções como  Sleep song ,  Drunk man in bar  e  Sad blues . Na mesma linha, com composições em inglês, lançou depois dois álbuns,  o primeiro intitulado apenas  1  , em 2017, e   Memories and Bad Photographs  , em 2019, no qual, segundo a sua biografia, “deixou de lado o ponto de vista de uma personagem para se inspirar em exclusivo nas memórias (das memórias)” que eram suas. Isto na composição, porque à autoria das letras e músicas acrescentou a gravação de todos os instrumentos. Em 2018 gravou com Surma uma versão em dueto do tema   True love will find you in the end  , do cantor e compositor californiano Daniel Johnston (1961-2019), que morreu no ano seguinte. O período da pandemia levou-o a gravar o EP  Música de Meias , lançado em Março de 2021 e feito em colaboração com Rapaz Improvisado, Tyroliro e Yosune. Do novo álbum, já tinha sido lançado o single   Só se e</video:description>
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      <video:title>Mísseis atingem centro de Kiev durante visita de António Guterres à Ucrânia</video:title>
      <video:description>Estava o secretário-geral das Nações Unidas com o Presidente ucraniano quando mísseis russos disparados desde a Crimeia ludibriaram as defesas da capital ucraniana atingindo Lukianivka, no sudoeste de Kiev, de acordo com Oleksii Arestovich, conselheiro do chefe de gabinete do Presidente Volodimir Zelenskii. 

 Segundo o Serviço de Emergência Ucraniano, dez pessoas ficaram feridas no ataque que poderia, no entanto, ter sido pior se um outro míssil não tivesse sido interceptado. O jornalista Tomás Guerreiro esteve no local.</video:description>
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      <video:title>A limpeza começou e já é possível vislumbrar a cor original dos Painéis de S. Vicente</video:title>
      <video:description>Depois de longos meses a olhar para as pinturas por intermédio de uma imensa parafernália de equipamentos, filtrando a informação recolhida e comparando-a com a reunida ao longo de décadas com o objectivo de avaliar o estado de conservação das pinturas ao mais ínfimo pormenor e de reconstituir o historial de intervenções anteriores, os conservadores-restauradores pegaram finalmente nos cotonetes e solventes para começarem a remover as camadas de verniz que cobrem os Painéis de S.Vicente (c. 1470).</video:description>
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      <video:title>Ana Catarina Mendes: "A posição do PCP perante o conflito armado deixa-me absolutamente perplexa"</video:title>
      <video:description>A ministra adjunta e dos Assuntos Parlamentares, Ana Catarina Mendonça Mendes, assume que um dos desafios do Governo do PS de António Costa é o de “demonstrar que uma maioria absoluta não é poder absoluto, mas é um diálogo permanente”, já que “só assim é que construímos a democracia”. Para o Orçamento do Estado de 2022 abre a porta a negociações com os partidos parlamentares, mas não espera que os antigos parceiros do PS queiram ir a jogo: “Não acredito que o PCP e o BE votem este OE que não votaram em Outubro.” 

 Em entrevista ao PÚBLICO,  Ana Catarina Mendes disse-se perplexa com a atitude do PCP face ao conflito armado entre a Rússia e a Ucrânia, quando q uestionada sobre se a não dependência do partido Comunista era um alívio, numa altura em que este está cada vez mais isolado dos restantes partidos parlamentares. 

 Saiba mais  aqui .</video:description>
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      <video:title>Ana Catarina Mendes: "Obviamente" deve acabar a fotocópia do cartão de cidadão no voto da emigração</video:title>
      <video:description>Ana Catarina Mendonça Mendes assume que deve cair a obrigatoriedade da fotocópia do cartão do cidadão acompanhar o boletim de voto dos emigrantes. Mas exclui a adopção de um círculo nacional de compensação e defende que não é por alterações da lei eleitoral legislativa que se aproxima os eleitos dos eleitores. A solução é os governos cumprirem “compromissos” e “resolver os problemas das pessoas” para “gerar confiança nas instituições”. 

 Saiba mais  aqui .</video:description>
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      <video:title>Trevo voltam aos discos, anunciando um novo álbum com a canção &lt;i&gt;Eu falo alto&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>São um trio (daí o nome) e lançaram um primeiro disco, homónimo, em 2016, com temas como   Face meu, face meu (quantos likes tens)  ,   Dama de carmim  ,   Quero-te mais do que uma semana   ou   Feira da ladra  . Depois andaram pelo país, por palcos e festivais de Verão (Sol da Caparica, Sumol Summer Fest, Caparica Surf Fest e outros) e agora anunciam um novo álbum com uma nova canção e um videoclipe animado,  Eu falo alto . São os Trevo, com Gonçalo Bilé (que em 2020  foi semifinalista do The Voice Portugal ), Ricardo Pires e Ivo Palitos, que neste novo tema contam com o pianista Paulo Borges, também co-produtor de  Eu falo alto . Quanto à animação que dá vida a este videoclipe, é da autoria de Nuno Maravilha, da MiCliPic. 

 Descritos em 2017,  no P3 do PÚBLICO , como um trio “que funde a pop com o rock, o reggae, o punk, o ska, num jeito entre o sério e o gozão, mas muito português e muito boa onda”, os Trevo descrevem assim o novo single: “Não é quem fala mais alto que possui a razão! Mais do que falar é preciso fazer acontecer! E porque rir é o melhor remédio, em jeito de sátira, a história conta-nos que o olhar de outro alguém nos faz ver mais além, e crescer.” Ainda segundo eles, é um tema que “fala, acima de tudo, das nossas fraquezas e riquezas, enquanto humanos que somos.”</video:description>
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      <video:title>PÚBLICO apresenta "Azul", o lado mais verde do jornalismo</video:title>
      <video:description>A crise causada pelas alterações climáticas é “a missão da nossa geração”, afirmou o ministro do Ambiente e Acção Climática, Duarte Cordeiro, na apresentação do Azul, o novo projecto do PÚBLICO dedicado ao ambiente, crise climática e sustentabilidade. “A nossa tarefa é exigente”, disse, numa mensagem transmitida em vídeo esta sexta-feira na Galeria da Biodiversidade, no Porto. 

 A cerimónia de apresentação do Azul ficou marcada pela necessidade de se comunicar de forma eficaz o problema das alterações climáticas e da sustentabilidade. “A ciência por si só não é suficiente” no combate a esta crise climática, afirmou Humberto Rosa, director para a Biodiversidade na Direcção-Geral do Ambiente da Comissão Europeia. “É indispensável, mas não é suficiente. Há algo mais que é necessário. Nas alterações climáticas, esse algo mais vem não só dos factos, mas da percepção dos factos”, afirmou.</video:description>
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      <video:title>“Mariupol não é um local apropriado para os vivos”, diz antigo residente</video:title>
      <video:description>No 63.º dia do conflito, o exército ucraniano reconheceu o avanço das forças russas no Leste da Ucrânia. Depois de controlada Kreminna, as tropas invasoras progridem à frente da linha de Izium, também já conquistada. 

  
Os soldados de Moscovo avançam em direcção a Liman, com várias tentativas de tomada de posições em localidades da zona, e estão nas proximidades de Severodonetsk, uma das cidades mais importantes da região.Segundo o Ministério da Defesa Ucraniano, os russos também fizeram avanços na região de Donetsk, nas localidades de Zaritchne e Novotochkivske. O secretário-geral da ONU, António Guterres, chegou a Kiev, onde vai reunir-se com o Presidente ucraniano, Volodimir Zelenskii. 

 À chegada, depois de uma viagem de perto de 900 quilómetros entre Cracóvia, na Polónia, e a capital ucraniana, Guterres disse aos jornalistas portugueses que a evacuação da fábrica de Azovstal, em Mariupol, sobre o qual existe um “acordo de princípio” com o Presidente russo, Vladimir Putin, é nesta altura “a prioridade das prioridades”. 

 O objectivo é que a operação seja levada a cabo no dia 29. 
“Mariupol não é um local apropriado para os vivos”, diz um antigo residente. Viktor Semenov, ucraniano que falou, pela primeira vez, com o PÚBLICO em Fevereiro, relata agora o cenário de destruição na cidade, onde até há dois meses vivia.</video:description>
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      <video:title>Num futuro mais quente e seco, só teremos a agricultura que a água nos permitir</video:title>
      <video:description>O impacto das alterações climáticas não deixa margem para dúvidas: vamos ter menos água disponível. O caminho será aumentar o regadio e esquecer o sequeiro? Ou conseguiremos um equilíbrio dos dois modelos?</video:description>
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      <video:title>Do Parlamento português para o mundo. O discurso de Zelenskii analisado em quatro momentos</video:title>
      <video:description>No dia em que cumpriu três anos de mandato como Presidente da República da Ucrânia e ao 57.º dia de guerra, Volodomir Zelenskii discursou por videoconferência na Assembleia da República de Portugal, país que embora fique do outro lado da Europa, como referiu, partilha dos mesmos “valores e direitos que devem existir na Europa de uma ponta a outra”. Evocou o 25 de Abril e o reforço das sanções contra a Rússia. 

 Bruno Batista, consultor de comunicação, analisou o discurso do Presidente ucraniano que considera ser, por um lado, próximo do cidadão comum português, e por outro, aberto ao mundo e "com o objectivo principal de não deixar cair a guerra no esquecimento".</video:description>
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      <video:title>O que dizem os portugueses e os especialistas sobre o fim das máscaras?</video:title>
      <video:description>Portugal vai deixar cair uma das principais restrições motivadas pela pandemia da covid-19. De acordo com a mais recente decisão tomada em Conselho de Ministros, já não será obrigatório o uso de máscara em espaços fechados – salvo algumas excepções, tais como hospitais, lares de idosos e transportes públicos.  

 O PÚBLICO procurou perceber junto da população se o país está pronto para tomar este passo de gigante rumo à normalidade. Com a ajuda de especialistas, trazemos também algumas soluções para quem continua com receio de deixar cair a máscara em espaços interiores. 

   Veja o anúncio do Conselho de Ministros</video:description>
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      <video:title>Veja o discurso de Volodimir Zelenskii na Assembleia da República</video:title>
      <video:description>A sessão solene foi aberta pelo Presidente da Assembleia da República, Augusto Santos Silva. Ao seu lado, esteve presente o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. 

 Entre os convidados para a sessão, estiveram os antigos Presidentes da República, os presidentes dos tribunais superiores, o procurador-geral da República, o chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, os chefes dos Estado dos três ramos das Forças Armadas, o Provedor de Justiça, os representantes da República das regiões da Madeira e dos Açores, os presidentes dos governos regionais e das assembleias regionais, os conselheiros de Estado e deputados ao Parlamento Europeu. O primeiro-ministro e alguns ministros também assistiram ao discurso.</video:description>
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      <video:title>Horta Osório investe na inovação da Bial, que considera “um caso único em Portugal”</video:title>
      <video:description>Poucos meses após a sua saída do Credit Suisse na sequência de polémicas que envolveram a violação de regras da quarentena da covid-19 e da utilização de jactos do gigante financeiro (matérias sobre as quais se recusou falar), António Horta Osório fala sobre o potencial de uma empresa que fez da investigação e desenvolvimento um caso de sucesso internacional. O seu desafio não é mudar os rumos da empresa, mas contribuir para que novos medicamentos, a aposta na investigação e desenvolvimento e a adaptação do planeamento estratégico a ciclos cada vez mais curtos sejam apostas seguras. O financeiro com currículo internacional diz estar a aprender e a gostar de estar neste seu papel, que considera o mais importante da sua presente vida profissional.</video:description>
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      <video:title>Batida (Pedro Coquenão) lança single com Mayra Andrade e anuncia álbum para Outubro</video:title>
      <video:description>Pedro Coquenão (também conhecido por Batida e integrante do projecto  IKOQWE , com Luaty Beirão) está de volta às canções: anuncia um novo álbum para Outubro e estreia, em avanço desse disco, um single com a participação de Mayra Andrade. Chama-se  Bom bom , a música é da autoria dos dois e a letra é dele. O videoclipe, que esta sexta-feira se estreia, foi filmado na Casa Independente em Lisboa, com produção de Pedro Coquenão. À voz de Mayra, juntam-se Botto Trindade (guitarra) e Octa Push (baixo e percussões) numa letra que começa assim: “Hoje lutei pra conseguir me levantar./ Quando acordei meu coração quase parou./ Sei que sonhei mas não consigo recordar./ Eu me deixei até que a vida me chamou.” 

 “Gostei muito de realizar este vídeo e de todo o processo com a Mayra”, escreve Pedro no texto de lançamento do single, lançado pela Crammed Discs. “Ela é a protagonista natural desta curta história sobre uma dança infinita que chama pelo bom.” A história, acrescenta, “passa-se num lugar um pouco escuro, onde a luz acaba por se sentir mais presente, como distracção e escape, mas também como resposta. Quer parecer um sonho, porque é acordado que gosto mais de sonhar e, sendo em Casa, quase solitário, dirige-se ao Universo.” 

 Como Batida, Pedro Coquenão já não lançava um disco de originais desde 2014. Em 2021, apresentou a curta-metragem   O Princípio, o Meio, o Fim e o Infinito  , primeiro no Indie e depois no Padrão dos Descobrimentos, no contexto de debates e exposições sobre racismo e colonialismo. Nesse mesmo ano, concluiu quatro anos de “Oceano Atlântico” na Antena 1 e na RDP África e deu início a “Neon Colonialismo”, na Worldwide FM de Gilles Peterson, com emissão mensal. O seu novo álbum, como Batida, será editado pela Crammed Discs.</video:description>
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      <video:title>Luso-brasileiro Trio Pagú anuncia quarto álbum para Maio com &lt;i&gt;Saudades suas&lt;/i&gt;</video:title>
      <video:description>Já têm quase duas décadas de existência e preparam-se para lançar um novo álbum, o quarto da sua carreira, no dia 13 de Maio. Chamam-se  Trio Pagú  e são um trio luso-brasileiro formado em Braga em 2004, com Alex Liberalli, cantora nascida no Rio de Janeiro e residente em Portugal há mais de 34 anos, e os irmãos Budda Guedes (guitarra eléctrica) e Nico Guedes (bateria e percussão), estes fundadores dos  Budda Power Blues . Juntando ritmos brasileiros (bossa nova, MPB) com o som dos blues, do soul, do funk e do rock, apresentam a sua música como MPBP, ou Música Popular Brasileira Portuguesa.  

 O álbum que agora anunciam,  Saudades , sucessor dos anteriores   Escangalhado  ,   Bossa Nova   e   Amor   (este lançado em 2018), é anunciado esta sexta-feira com um single e videoclipe que é simultaneamente o seu tema de abertura:  Saudades tuas , com Alex por protagonista. É um tema que, segundo os seus criadores, “fala do sentimento que fica quando partem os que nos são queridos”, apresentado como “uma homenagem aos que vivem nos corações e na memória daqueles que nunca os esquecem. A saudade é a verdadeira imortalidade!” Musicalmente, descrevem-no como “uma ode à música da década 50 feita no século XXI.” 

 Editado, tal como os anteriores, pela Mobydick Records, o álbum  Saudades  terá nove canções. Além do tema agora estreado, inclui ainda  Só o tempo muda ,  Sei que não vou ficar aqui ,  Valsa do Chico ,  Amor ,  Covilhã ,  Saber parar ,  É de manhã  e  Dualidade .</video:description>
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      <video:title>Aumentos salariais? “Não podemos acrescentar um motor interno à inflação”</video:title>
      <video:description>Na sua estreia como ministro das Finanças no dia da entrega do Orçamento do Estado, Fernando Medina destaca as novas medidas para combater os efeitos da guerra na Ucrânia e afasta que se trate de um orçamento austero. Sobre a inflação de 4% que prevê no documento, sublinha que “a taxa de inflação é uma média. As pessoas não estão todas sujeitas à mesma pressão sobre os preços. As respostas que damos são respostas sólidas relativamente a públicos mais vulneráveis”. 

 Saiba mais  aqui .</video:description>
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      <video:title>Medina: "O modelo mais adequado para a TAP é o privado"</video:title>
      <video:description>Medina: "O modelo mais adequado para a TAP é o privado"</video:description>
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      <video:title>A tributação de energias fósseis "é o caminho que está na legislação", diz ministro das Finanças</video:title>
      <video:description>A tributação de energias fósseis "é o caminho que está na legislação", diz ministro das Finanças</video:description>
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      <video:title>Fernando Medina admite mexer nas taxas de retenção do IRS ainda este ano</video:title>
      <video:description>Fernando Medina admite mexer nas taxas de retenção do IRS ainda este ano</video:description>
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      <video:title>Fernando Medina: "Este é o meu Orçamento"</video:title>
      <video:description>O ministro das Finanças reafirma que este é o seu orçamento, apesar de o autor original ser João Leão. Mas, já de olhos postos no documento que terá de fazer de raiz: “Queremos chegar a 2023 numa posição em que a política orçamental tenha mais margem para se adaptar às circunstâncias, ou de uma crise mais prolongada ou de uma recuperação mais forte.” 

 Saiba mais  aqui .</video:description>
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      <video:title>Budda Power &amp; Maria João estreiam videoclipe ao vivo com o guitarrista João Cabeleira, dos Xutos</video:title>
      <video:description>Não vem num ovo de Páscoa, apesar de ser divulgado este domingo, mas é um brinde que Budda Power Blues &amp; Maria João resolveram oferecer ao seu público. Trata-se de um registo ao vivo de  Nothing’s to high , um dos temas do seu segundo disco,  The Blues Experience II , e que é agora publicado como single. A gravação, com quase 10 minutos, foi feita  no Cineteatro Capitólio, em Lisboa , na noite de 23 de Outubro de 2021, quando o disco foi ali apresentado em concerto. Com os Budda Power Blues e a cantora Maria João esteve, nessa noite, numa participação especial (visível e aplaudida neste vídeo) o guitarrista João Cabeleira, dos Xutos &amp; Pontapés. 

 Fundado em 2004 pelos irmãos Budda e Nico Guedes, o grupo Budda Power Blues gravou em 2017 um primeiro disco com a cantora Maria João, historicamente ligada ao jazz. E o que podia pareceu uma união improvável, resultou numa gratificante experiência. Daí que, ao primeiro   The Blues Experience   se tenha seguido um segundo álbum,   The Blues Experience II  , que chegou às plataformas digitais e às lojas em Junho de 2021. Neste segundo disco e no concerto do Capitólio estiveram Maria João (voz), Budda Guedes (voz, guitarras e teclados), Nico Guedes (bateria, percussão e vozes) e Carl Minnemann (baixo, contrabaixo e vozes).</video:description>
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      <video:title>Maria Amélia Martins-Loução: "O planeta pode ser o que ele quiser, mais do que o que o Homem quer"</video:title>
      <video:description>Maria Amélia Martins-Loução, investigadora no Centro de Ecologia, Evolução e Alterações Ambientais da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e presidente da Sociedade Portuguesa de Ecologia considera a perda de biodiversidade um dos grandes riscos e desafios do século XXI, que se interliga com a crise das alterações climáticas.</video:description>
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      <video:title>Ana Pêgo: "O planeta pode ser maravilhoso"</video:title>
      <video:description>Em 2015,  a   bióloga marinha Ana  Pêgo    criou  um bilhete de identidade para designar a presença de plástico nos oceanos —  Plasticus maritimus  — e tem desenvolvido um trabalho de consciencialização para o problema, com a realização de oficinas para crianças, exposições com o plástico recolhido em praias e partilha de informações com outros activistas. 

 O livro  Plasticus maritimus, uma espécie invasora , da bióloga Ana Pêgo e da escritora Isabel Minhós Martins (ilustrado por Bernardo P. Carvalho) recebeu, na Feira do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha em 2020, uma menção na categoria de melhor livro de não-ficção para a infância e juventude.</video:description>
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      <video:title>Um planeta ameaçado. É possível inverter o futuro?</video:title>
      <video:description>O planeta azul e verde que conhecemos está hoje ameaçado. Convidámos cinco personalidades na área do ambiente, biodiversidade, oceanos e clima a fazer um retrato dos desafios que hoje enfrentamos — e a reflectir sobre o caminho possível para inverter o futuro.  

 
	   Viriato  Soromenho-Marques  , professor catedrático de Filosofia da Universidade de Lisboa  
	  ​ Ana    Pêgo  , bióloga Marinha e fundadora do projecto “ Plasticus maritimus ”  
	  ​ Maria Amélia    Martins-Loução  , presidente da Sociedade Portuguesa de Ecologia  
	  Miguel Miranda , presidente do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) 
	  Raquel Gaião Silva , bióloga Marinha e associada no fundo de investimento Faber</video:description>
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      <video:title>Miguel Miranda. "Quer a verdade? O planeta pode ser branco"</video:title>
      <video:description>O g eofísico Miguel Miranda, p residente do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) desde 2012, reflecte sobre as mudanças que a acção humana já operou no planeta. 

 Veja mais vídeos  "O Planeta pode ser..." .</video:description>
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      <video:title>Viriato Soromenho-Marques: "O planeta pode ser também a nossa casa"</video:title>
      <video:description>Professor catedrático   de Filosofia da Universidade de Lisboa, Viriato  Soromenho-Marques  é uma das vozes mais destacadas, em Portugal e no estrangeiro, quando se pensa em questões ambientais e alterações climáticas nas últimas décadas. Fundou a QUERCUS– Associação Nacional de Conservação da Natureza e é membro fundador da Associação ZERO. Integrou a Comissão Científica do Programa Doutoral em Alterações Climáticas e Desenvolvimento Sustentável​, liderou a coordenação científica do Programa Gulbenkian Ambiente e em 2020 fez parte do júri internacional da primeira edição do  Gulbenkian Prize for Humanity  dedicado às alterações climáticas.</video:description>
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      <video:title>Raquel Gaião Silva: "O planeta pode ser equilibrado"</video:title>
      <video:description>Raquel Gaião Silva, 27 anos, é bióloga marinha e uma activista ambiental dedicada aos oceanos. 

 Em 2019, venceu o concurso  The Global Youth Video Competition , organizado no âmbito da Cimeira do Clima da ONU, com um mini-documentário sobre a Ocean Alive. No ano anterior, a bióloga tinha sido a primeira portuguesa a ganhar o prémio mundial  Global Biodiversity Information Facility Young Researchers Award , com um trabalho sobre o impacto das alterações climáticas na distribuição de macroalgas na costa Atlântica da Península Ibérica.  

 Raquel Gaião Silva, natural de Viana do Castelo, estudou Biologia na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. Em 2018 concluiu o Mestrado Internacional em Biodiversidade e Conservação Marinha. Actualmente é associada no fundo de investimento Faber, que lançou recentemente um fundo de impacto na área dos oceanos e do clima, onde ajuda a identificar e verificar os critérios de sustentabilidade de  startups  que desenvolvem soluções inovadoras para um impacto positivo na sustentabilidade do oceano e na acção climática.</video:description>
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      <video:title>Produtos locais e levar uma lista: as dicas de um ambientalista para compras mais “verdes”</video:title>
      <video:description>Uma ida às compras — seja diária, semanal ou mensal — pode ser uma oportunidade para fazer escolhas mais conscientes e para minimizar o nosso impacto no planeta. Sabendo que os  nossos hábitos devem ter em conta o processo de produção, transporte, consumo e descarte , enquanto consumidores devemos escolher produtos tendo em conta não só o preço e marca, mas também o impacto ambiental de todo o seu ciclo “de vida”. 

 Para responder às exigências dos consumidores,  os supermercados souberam reinventar alguns hábitos em prol da sustentabilidade,  mas há dicas que podemos adoptar em todas as ocasiões, quer façamos compras nas grandes superfícies ou nos mercados locais. 

 Segundo Nuno Forner, da associação ambientalista Zero, as dicas são simples e fáceis de adoptar ao nosso dia-a-dia: devemos preferir produtos da época e locais, prestar atenção à validade do que estamos a colocar no carrinho e adquirir mais alimentos a granel, se possível. Dizer não ao consumo “só porque está em promoção” e levar apenas o que nos faz falta é outro dos conselhos de Nuno Forner. A nossa carteira agradece e o planeta também.</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Somos Punks ou Não&lt;/i&gt;: a “história de superação e de amor à música” dos 5ª Punkada</video:title>
      <video:description>A viagem dos  5ª   Punkada  já dura há mais de um quarto de século e não tem indícios de parar. Nascida em 1993, na  Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra  (APCC), pela mão de Fausto Sousa, o seu primeiro membro (e único elemento original), esta banda inspirou um documentário da produtora audiovisual  Casota Collective  intitulado  Somos Punks ou Não , o mesmo nome que o  álbum de estreia do grupo . O filme de 20 minutos relata a história da banda, desde a sua fundação até ao concerto de apresentação, no dia 23 de Dezembro de 2021, no  Teatro José Lúcio da Silva , e estreia-se aqui no P3. 

 Em 2020, a banda  candidatou-se a apoios do   Instituto Nacional para a Reabilitação   ( INR ) para poder começar um novo projecto musical, conta   Paulo Jacob , musicoterapeuta e membro dos  5ª   Punkada . Com a morte de alguns elementos da banda e o surgimento da pandemia, o “grupo precisava de um novo respirar, de um novo fôlego”, justifica ao P3. Encontraram então a  editora Omnichord  que ​forneceu uma “lufada de ar fresco”, ao apresentar um “pacote de serviços”, que proporcionava a gravação de um disco “com um produtor” e um “registo audiovisual de todo o processo de preparação e gravação”. 

 “A ideia de trabalhar com a 5ª​ Punkada [já era] muito antiga”, refere, por seu turno, o fundador da  Omnichord ,  Hugo Ferreira . Contando com especialistas em música, vídeo, produção e noutras áreas, a editora decidiu “pegar naqueles sonhos" que todos tinham, mas nunca encontravam tempo para fazer — por exemplo, a gravação de um disco e a preparação de um concerto, processo que seria documentado. Porque é “extremamente importante o tipo de trabalho” dos 5ª Punkada, diz Hugo Ferreira, que nesta banda composta por músicos com paralisia cerebral encontra “um testemunho e uma inspiração”. 

 Para a gravação do disco, a editora convidou o produtor Rui Gaspar e músicos, como  Surma  e  Victor Torpedo , “com outras experiências e outros universos”, diz Hugo. Segundo Paulo Jacob, “acabou por se gerar um sentimento de partilh</video:description>
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      <video:title>Falta de professores: nesta escola do Seixal fazem-se “remendos” com horas extraordinárias</video:title>
      <video:description>É o último dia de aulas antes da interrupção lectiva da Páscoa na Escola Secundária João de Barros, no Seixal, distrito de Setúbal. Do lado dos alunos, há rebuliço, entusiasmo, burburinho. Já os professores se mostram esgotados — um sentimento um tanto comum a quem diz que acumula horas a mais no horário.  

 Por ali, a falta de professores é sentida mais intensamente há cerca de três anos. Ainda este ano lectivo, a turma que acompanhámos esteve cerca de um mês sem aulas de Matemática, por falta de um docente — não foi caso único, havia mais um horário completo por atribuir naquela disciplina. Além da Matemática, também os grupos de Inglês, Biologia e Informática foram afectados pela carência de docentes. 

 Entre os mais velhos, no ensino secundário, há preocupação com a aprendizagem e procura-se aprender por outras vias. Quando têm condições para isso, pagam explicações privadas. Se não tiverem, aprendem com os colegas, tentam aprender sozinhos ou esperam. A solução para preencher os horários chegou depois de  ninguém ter sido colocado , tanto pelo concurso nacional como pela contratação de escolas. Por isso, as horas por preencher em Matemática acabaram distribuídas, a meio de Outubro, por sete professores do estabelecimento. 

  Leia a reportagem completa.</video:description>
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      <video:title>Estudantes protestam: “O problema do assédio nas faculdades existe e tem de ser tratado”</video:title>
      <video:description>O protesto que juntou mais de 200 estudantes universitários, maioritariamente mulheres, foi convocado dias antes de serem noticiados dezenas de casos de assédio moral e sexual na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. As denúncias nas páginas dos jornais não foram uma grande surpresa para o Movimento Contra o Assédio no Meio Académico de Lisboa, que organizou a manifestação em frente à Reitoria da Universidade de Lisboa, na quinta-feira, 7 de Abril. A s estudantes lembraram que “​ não é por não haver mais queixas que o assédio não     existe  ”​ .  

 Na sexta-feira, a direcção da faculdade de Direito daquela universidade  decidiu enviar à Procuradoria-Geral da República  o  relatório do Conselho Pedagógico  que recebeu 50 queixas de assédio em contexto pedagógico, confirmou a instituição.</video:description>
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      <video:title>Oleksandra e centenas de voluntários trabalham para que os crimes de guerra na Ucrânia não sejam apagados</video:title>
      <video:description>Os voluntários do Centro de Liberdades Civis da Ucrânia (CCL), que Matviichuk lidera, passam os dias, e muitas vezes as noites, a procurar testemunhos e imagens de atrocidades através das redes sociais. Depois, há equipas locais, mais pequenas, que vão até às zonas verificar a história, tirar mais fotografias, ouvir os factos, e registar os testemunhos das vítimas. Fazem este trabalho desde 2014, aquando da anexação russa da Crimeia. 

 “A Rússia está a usar os crimes de guerra como uma forma de combate. Temos provas suficientes para dizer isto, mas mais tarde temos de identificar os responsáveis, os autores, as pessoas concretas que cometeram estes crimes de guerra”, explica ao PÚBLICO a advogada de 39 anos. “No futuro, as pessoas que são acusadas de crimes de guerra, têm de ter advogados e têm de se defender. E nós temos de estar preparados.”</video:description>
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      <video:title>&lt;i&gt;Quem tem boca&lt;/i&gt; chega ao terceiro álbum de Aníbal Zola,  que vai ser apresentado dia 9 ao vivo no Porto</video:title>
      <video:description>O primeiro single foi lançado em Novembro de 2021, com a canção   Dona Isabel  . Agora um novo single e videoclipe acompanha o lançamento, esta sexta-feira, do terceiro álbum de Aníbal Zola,  Quem Sai aos Seus , já com apresentação ao vivo marcada para sábado, 9 de Abril, no  CCOP (Círculo Católico dos Operários do Porto) . Neste concerto, terá por convidados os Fado Bicha, grupo criado por Tiago Lila e João Caçador​. A canção,  Quem sai ao seus , tem um vídeo com recurso a manipulação de ilustrações de Aníbal Zola, realizado por Catarina Santos, que é igualmente responsável pelo  design  no disco, que sucede aos anteriores   Baiumbadaiumbé   (2018) e   Amortempo   (2020), ambos em edição de autor, tendo e último apoio da Fundação GDA. 

 Contrabaixista e cantautor, Aníbal Zola é o nome artístico de José Aníbal Beirão, nascido no Porto em 1983, que teve aulas de piano muito novo e de guitarra já na adolescência, estudando baixo eléctrico durante três anos na Escola de Jazz do Porto. Aí estudou também contrabaixo, aí e depois na ESMAE (Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo). No álbum  Quem Sai aos Seus , além de José Aníbal Beirão (contrabaixo, voz, percussão, composição, letras, arranjos, produção), participam Romain Valentino (guitarras, arranjos), André Mariano (bateria, percussão, arranjos) e João Moreira (gravação, mistura, masterização, produção). 

 Segundo o comunicado que anuncia o álbum e o novo videoclipe,  Quem Sai aos Seus  foi “totalmente composto durante estes tempos estranhos que todos vivemos e o processo criativo funcionou como uma espécie de realidade alternativa para o artista, um antídoto para os grandes problemas do mundo. De certa maneira, e talvez ao contrário de  Amortempo ,  as músicas deste novo disco estão repletas de positividade abordando não raras vezes acontecimentos e personagens da vida real. Há uma enorme vontade em ser premonitório de bons tempos que aí venham, sendo isso uma das ilusões conscientes que sustentam a mais que real fantasia da obra.” 

 Além do</video:description>
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      <video:title>Refugiada de Bucha: "Eles matam primeiro e depois roubam. Para quê?"</video:title>
      <video:description>Veronika Pershyna, uma refugiada de Bucha em Bilbao, relata que no dia em que saiu de Bucha, a 10 de Março, já “havia muitas pessoas mortas”. A jovem ucraniana de 27 anos recorda que o contacto com os habitantes de Bucha era escasso devido à falta de rede de telemóvel e ao receio de as comunicações poderem revelar o locais de esconderijo. 

 “Agora todos se preocupam com Bucha e todos querem ajudar as pessoas que estão em Bucha. É muito bom, obrigada. Mas agora não há russos em Bucha. Não há. Agora as tropas estão noutras cidades. Essas coisas terríveis, muito terríveis, estão a acontecer agora noutras cidades”, alerta Veronika. 

 Saiba Mais:  Novos ataques em Lviv e Dnipropetrovsk. Mais de quatro mil alegados crimes de guerra russos sob investigação</video:description>
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      <video:title>Crime de guerra ou encenação? Imagens de satélite parecem mostrar cadáveres em Bucha antes da retirada russa</video:title>
      <video:description>A retirada das tropas russas da região de Kiev deixou à vista de todos um rasto de destruição e nas imagens que correram o mundo há indícios claros de crimes de guerra, dizem vários responsáveis ocidentais. 

 Mas enquanto o Presidente ucraniano, Volodimir Zelenskii, fala em genocídio,  a Rússia alega que os corpos deixados nas ruas são uma “conspiração”, numa "encenação" encomendada pelos Estados Unidos da América. Sergei Lavrov, ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, disse que o país vai “expor tais falsidades, tal como foi feito no início de Março com a situação que foi apresentada como uma tragédia numa maternidade em  Mariupol ”.  

  Uma investigação do jornal  New York Times  , que cruzou imagens de satélite com vídeos e fotografias de Bucha, revela que os cadáveres encontrados numa das ruas da localidade “estarão na mesma posição há mais de três semanas”. Ou seja, já lá estariam durante a ocupação dos militares russos, não foram colocados depois.  

 As autoridades ucranianas falam em mais de 300 mortos em Bucha. Esta terça-feira foram encontradas mais valas comuns numa outra cidade nos arredores de Kiev. 

 Leia a reportagem em Bucha:   Nas traseiras da igreja de Bucha “os russos despejaram pessoas como se fossem restos de comida</video:description>
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      <video:title>Zelenskii visita Bucha e diz que “o mundo já viu demasiados crimes de guerra”. Rússia fala em “conspiração”</video:title>
      <video:description>Em directo. Siga os últimos desenvolvimentos sobre a guerra na Ucrânia   
	   Guia visual: mapas, vídeos e imagens que explicam a guerra   
	   Especial: Guerra na Ucrânia   
 

 
 As autoridades ucranianas estão a investigar possíveis  crimes de guerra  cometidos pela Rússia depois de encontrarem centenas de corpos de civis espalhados pela  cidade de Bucha , localizada a cerca de 30 quilómetros de Kiev, depois de Moscovo ter anunciado a retirada das tropas da região. 

 De acordo com o autarca da cidade Taras Shapravskii, 50 dos cerca de 300 corpos encontrados pelas autoridades ucranianas, foram vítimas de execuções bárbaras. 

 O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia afirmou que as imagens de civis mortos na cidade ucraniana de Bucha foram “encomendadas” pelos Estados Unidos como parte de uma conspiração para culpar Moscovo.</video:description>
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      <video:title>Porque há vulcões?</video:title>
      <video:description>Onde é que há vulcões? É possível prever uma erupção? Quais são os perigos dos vulcões? E porquê? 

 Queres receber um resumo descomplicado das notícias no teu email todas as segundas-feiras? Então subscreve  a newsletter do PQ .</video:description>
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      <video:title>Zelenskii: o “cidadão comum” que fala como Churchill</video:title>
      <video:description>Depois de uma carreira como humorista e uma surpreendente eleição que o elevaria a Presidente ucraniano, Volodimir Zelenskii assume agora o papel de líder de um país em guerra. Nos primeiros dias da invasão russa à Ucrânia, combateu o pânico e a incerteza com curtos vídeos de incentivo nas redes sociais, garantindo que não ia fugir de Kiev e lutaria até ao fim, atitude que serviu de combustível à resistência ucraniana.  

 Em poucos dias, Zelenskii tornou-se numa das mais mediáticas figuras da política internacional, recebendo ovações de pé após discursos para vários países. Que estratégias usou para isso e quais os significados escondidos das suas mensagens? Com a ajuda de especialistas, o PÚBLICO analisou os vídeos, discursos e acções de propaganda do Presidente ucraniano em tempo de guerra. 

   Leia também: "Zelenskii, a guerra da estrela"</video:description>
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      <video:title>Uma economia verde inclusiva e o "case study" da Green City Force</video:title>
      <video:description>O assunto está na moda nos EUA, depois de Joe Biden ter anunciado em 2021 a criação do Civilian Climate Corps, mas em 2009 Nova Iorque via nascer a  Green City Force  (GCF), um projecto pioneiro que liga desde a sua génese a preocupação com o ambiente às questões sociais, nomeadamente ao desemprego jovem em bairros desfavorecidos da cidade. 

 Lisbeth Shepherd, co-fundadora da GCF, esteve em Lisboa a convite da da Nova School of Business and Economics (Nova SBE) e da coordenadora da nova cátedra de Inovação Social da faculdade, Anne-Laure Fayard,  e deixou sementes para futuras colaborações.</video:description>
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